
(Foto "roubada" na NET)
Manifesto pela Preservação do Património do Vale do Tua
Assine a petição: http://www.peticao.com.pt/vale-do-tua
«XôZé» in ViriatoWeb ► Esta é sem dúvida uma boa causa e por isso assinei. Não conheço a região a não ser por imagens mas considero que se trata de um património a preservar contra os interesses do baronato que come tudo e não deixa nada.
O meu amigo José Ferraz Alves escreveu n'a Baixa do PORTO: Tua, a memória do Douro - O melhor museu que podemos ter para preservar a nossa identidade e memória é o vivo. O rio Tua mostra o que o Douro foi antes da construção das sucessivas barragens para o seu aproveitamento hídrico em favor do bem nacional. Portanto, só resta a quem as construiu pagar a devida compensação ambiental às populações que deixaram de ter o seu Douro, tal como era. Isso passa por preservar o Tua como a memória do Douro. A necessidade de compensar a região não nasce agora, há uma dívida que é já enorme. Os portuenses ficaram com as tripas para defender a identidade nacional. As populações à volta do Douro deram ao país o seu rio. Não se lhes venha pedir, depois, também a água! Pelo que apelo à necessidade de envolvimento moral das pessoas do Douro na defesa do Tua, nomeadamente os senhores das suas quintas vinhateiras. (...)

(Foto de Gaspar de Jesus in Photobucket)
Nunca me cheirou muito bem o “negócio” das Torres do Aleixo e lendo o que tem vindo a público cada vez mais fico convencido que se trata de um “arranjinho” entre os amigos do Rui Rio (Presidente da Câmara Municipal do Porto há já três mandatos) e não da tentativa de resolução de um problema social da cidade Invicta. Como toda a gente sabe as cinco torres que compõem o Bairro do Aleixo têm os dias contados, pois Rui Rio determinou que fossem demolidas, sendo os actuais moradores realojados noutros locais e criado para gerir todo este negócio um Fundo de Investimento Mobiliário cujas unidades financeiras serão subscritas, na sua maioria, por uma entidade privada, ficando o remanescente para a autarquia portuense. E é aqui que as coisas começam a ficar nebulosas, pois a fazer fé no que diz a comunicação social, 60% deste Fundo está nas mãos de Vítor Raposo (deputado do PSD entre 1991 e 1995, quando Cavaco Silva era Primeiro Ministro), 30% serão da ESPART (Espírito Santo Participações Financeiras SGPS SA) e somente uns míseros 10% pertencem à Câmara do Porto. Fazendo as contas o investidor Vítor Raposo irá desembolsar 3 milhões e 600 mil euros para este negócio, mas como a margem líquida de lucro será de mais de 26 milhões de euros, facilmente se vê que as Torres do Aleixo são uma mina de ouro.
«XôZé» in ViriatoWeb ► Acho que tens razão. Para mim nem precisavas de entrar com tantos detalhes. Basta-me saber que o BES está metido na coisa para concluír facilmente que o negócio é mafioso. Os dois brasileiros que assaltaram há tempos uma das suas agências mereciam uma estátua em zona central da capital.
«Arp» in ViriatoWeb ► Querias dizer "que tentaram assaltar", esses incompetentes.
Tenho andado a acompanhar com muita atenção tudo o que se tem dito e escrito sobre a construção das novas barragens nos afluentes do Douro (rio Sabor, Tua e Tâmega) e um dos motivos apontados por quem está contra é o impacto negativo que irá sofrer o “terroir” duriense no que se refere a alterações significativas dos níveis de humidificação. Muito sinceramente vos digo que ainda não tenho uma opinião formada sobre esta matéria, mas como por aqui anda muita e boa gente ligada às vinhas e aos vinhos do Douro, gostaria de vos desafiar para aqui colocarem as vossas opiniões. Venham daí os vossos “bitaites”. Serei um leitor atento.
Este post foi por mim colocado há já mais de uma semana no fórum da RevistaDeVinhos e no Facebook... Mas não apareceu ainda niguém a ajudar-me nesta tarefa de saber se haverá ou não alterações significativas nas vinhas do Douro com o aumento dos níveis de humidade, após a construção de tantas barragens... É pena, pois é um assunto que me interessa e até agora a única coisa que sei é que o Estudo de Impacte Ambiental para a Barragem Foz Tua revela que a albufeira vai provocar uma ligeira diminuição da temperatura média do ar, aumento da humidade e da ocorrência de nevoeiros e neblinas e a diminuição da ocorrência de geadas e diminuição da sua severidade. E as vinhas como irão portar-se com estas alterações?...
«Joel Carvalho» in RevistaDeVinhos ► Tovi, as probabilidades de geadas vão diminuir é verdade... Mas as probabilidades de novas doenças e pragas da vinha irão aumentar (!), mas mesmo com toda a certeza!... Com toda a humidade que vai "andar" no ar... Uma pergunta em modo de afirmação... Estão as vinhas preparadas para uma mudança de clima ou mesmo micro clima na região do Douro? Na minha opinião, acho que vai ser uma adptação dificil, leva o seu tempo, que geralmente na agricultura (seja ela qual for), demora uns bons anos...
«jms» in RevistaDeVinhos ► Respostas não tenho. Fico-me pelas perguntas. Douro, antes das barragens era muito diferente. Elas foram construídas, a dimensão do curso do rio aumentou imenso através das albufeiras e qual a consequência para as vinhas e os vinhos que desse facto resultou?
O que é que vocês pensam da construção de uma barragem no rio Tua?
Eu ainda não tenho uma posição muito definida sobre as vantagens e/ou desvantagens da construção desta barragem, mas para já não consigo ver muito mais do que isto:
A favor da construção está 0,5% da produção eléctrica nacional;
Contra poderemos apontar a destruição de um património paisagístico e ambiental impar, diminuição da qualidade da água consumida numa grande parte da Região Norte e uma eventual deterioração da qualidade do “terroir” único do Vinho do Porto.
Vou estar atento a esta temática e voltarei ao assunto.
«NarizaBoca Wine» in Facebook ► eu também não, mas que vai trazer muitas desvantagens isso vai... Peixes migratórios é uma delas... mas claro que a conversa é sempre para o bem, energias renováveis, etc, etc..
«Max» in ViriatoWeb ► tb tenho de olhar primeiro para esse "dossier" com olhos de ver para depois então opinar.
«Reboredo» in ViriatoWeb ► Eu tomo como verdades o que está escrito, a saber: "A favor da construção está 0,5% da produção eléctrica nacional; Contra poderemos apontar a destruição de um património paisagístico e ambiental impar, diminuição da qualidade da água consumida numa grande parte da Região Norte e uma eventual deterioração da qualidade do “terroir” único do Vinho do Porto". Estou contra.
O que conta é que já estamos no Mundial da África do Sul... Se fomos bons ou não, isso, para já, não é importante.
«Scalabis» in Facebook ► Eu então nem sei como é que eles conseguiram chegar aos play off se não conseguiram ganhar á nossa selecção é porque não jogam mesmo nada.
«XôZé» in ViriatoWeb ► Tens razão, se tivessemos jogado contra a França com o futebol que praticamos, tinhamos levado para cima de 10.
E os gauleses lá se safaram... ![]()
«XôZé» in ViriatoWeb ► Pelo menos isso, assim não teremos que aturar o nosso amigo.
«Viriato» in ViriatoWeb ► Deus deu uma "mãozinha"!
Amanhã, Quinta-feira dia 19 de Novembro, vai ter lugar pelas 18:45h na Cooperativa de Ramalde (Rua Dr. Pedro de Sousa, 725, no Porto - rua perpendicular ao topo da Av. Antunes Guimarães) uma reunião preparatória da Associação para a Região Norte. Apareçam… São todos bem-vindos.
Objectivo Estratégico: Criação da REGIÃO NORTE no curto prazo.
Motivo: Regionalização é o melhor modelo para o desenvolvimento do Norte, e de Portugal. Exigimos poder decidir o nosso futuro, com mais eficácia e eficiência para a região e para o país.
Ordem de Trabalhos: Discussão sobre estratégias de divulgação da Associação e dos seus objectivos. Discussão sobre temas concretos que afectam a Região Norte.
«Reboredo» in ViriatoWeb ► A nortada...

«XôZé» in ViriatoWeb ► Exactamente, complexo do Norte.

Com as obras que por lá estão a decorrer, o IP4 à saída de Amarante em direcção a Vila Real está um perigo. Passei lá hoje e ainda estou para ver como vai ser quando o rigor do Inverno se fizer sentir nesta zona do Marão.
«Miguel Félix» in Facebook ► Cheguei a atravessar o Marão pela antiga estrada, no Inverno. Mete muito respeito e uma grande concentração na condução. Apesar do tempo dispendido relembro, com saudade, a paisagem. Muito mais lenta que o IP4, esta opção tem a vantagem de não iludir o condutor acerca da velocidade que pode atingir.
Estive no sábado passado, ao fim da tarde, no supermercado El Corte Inglés de Gaia e tive a oportunidade de provar (e comprar) dois bons vinhos do Douro da casa Encosta Longa - Sociedade Vinícola Lda, uma empresa duriense com propriedades situadas no Cima Corgo e adega na povoação de Espinho, Concelho de São João da Pesqueira.
Encosta Longa Branco Reserva 2008 – Feito com uvas das castas Malvasia Fina, Rabigato e Síria; Vinificado por desengace total, seguido de ligeiro esmagamento, suave prensagem, defecação estática, fermentação a temperatura controlada, estágio sobre borras finas durante 3 meses com batonnage periódica, estabilização tartárica por Electrodiálise e filtração antes do engarrafamento; Um vinho com tonalidade de citrino brilhante, aroma jovem muito intenso, a sobressaírem notas tropicais e citrinas e com um paladar complexo e cremoso; Boa acidez e final longo.
Encosta Longa Reserva Tinto 2005 – Com uvas das castas Tinta Roriz, Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Barroca fez-se por desengace total, com fermentação controlada por temperatura e suaves remontagens diárias e manuais, um vinho de paladar suave, elegante, sobressaindo os aromas a bagas silvestres maduras; A acidez é equilibrada, os taninos são finos e aveludados e o final é longo e persistente.
«Pedro Matos Trigo» in Facebook ► quando a semente é de S. João da Pesqueira, é uma questão de saber esperar pela maturação... Só para apreciadores!... hehehe
Já voltei a casa vindo da 1.ª Exposição Canina Internacional de Braga... Mas para já tenho que ir decantar uma garrafa de Vinho do Porto que uma grande amiga me ofereceu. Ainda só o cheirei, mas não me devo enganar muito quando digo que deve ser um tawny velho. Logo mais coloco aqui as minhas notas de prova.
Este “Vinho do Porto – Guiães – 4867” (particular, sem selo do IVDP) apresenta-se com tons acobreados e um toque acentuado a fumado, sugerindo torrefacção. Após o primeiro impacto (ou seja, já no terceiro cálice) encontramos agradáveis notas de frutos secos. Tem uma razoável persistência no palato. É, sem sombra de dúvida, um bom tawny, muito provavelmente já com alguns anitos de casco. Acompanhou muito bem um queijo de ovelha curado da região de Seia que comprei a semana passada no hipermercado Continente de Matosinhos e que foi o meu jantar de hoje.
«Miguel Félix» in Facebook ► Torrefacção?
Torrefacção é um odor a torrado característico dos grandes vinhos, que faz lembrar o de cacau, café ou tabaco submetidos a um fogo intenso.
«Miguel Félix» in Facebook ► Obrigado. Fiquei na dúvida se era apenas uma expressão ou se realmente se referia a um tratamento de calor aplicado ao vinho. Maçariquices!...
Há quem defenda que a torrefacção é muito característica nos vinhos estagiados em pipas, cujas aduelas foram queimadas.
«Miguel Félix» in Facebook ► Isso significa que até subtis alterações na condição das aduelas podem atravessar a madeira e influenciar o vinho?!
Exactamente, caríssimo Miguel. Depois da selecção de madeira de alta qualidade (carvalho francês ou carvalho americano) é sempre necessária uma secagem adequada, mas o factor mais importante para a influência da barrica no vinho, é uma “tostagem” controlada, que se provoca com uma chama acesa no interior das pipas, tuneis ou balseiros. O calor transforma os componentes da madeira, dando-lhes os característicos aromas e sabores a "carvalho".
A propósito de harmonização de Queijos com Vinho do Porto já se anda no facebook a organizar uma desgustação. Vejamos:
«Xica von Hafe» in Facebook ► Alguém é servido de queijo?

Diga-me qual a variedade do queijo em questão e poderei dar-lhe uma ajuda na escolha do vinho para uma perfeita harmonia entre o comer e o beber.
«Mafalda Machado P» in Facebook ► saia pf queijo de nisa e pera manca (ou de muletas, tb pode ser!)
«Mafalda Machado P» in Facebook ► de serpa, pardon, Xiquita
«Miguel Taledo de Sousa» in Facebook ► Pera manca??? Isso é xarope cenoira... queijo acompanha se com vinhos secos...!
«Mafalda Machado P» in Facebook ► eu sou mais tasqueira mesmo, malguinha de vinho verde tinto, para pintar...isso de maduros é para 3 as mosqueteiras
«Miguel Taledo de Sousa» in Facebook ► troglodita! morangueiro com queijo....
A Xica vai ter que dizer aos seus amigos que só há um vinho para acompanhar queijo e é o Vinho do Porto. Aqui ficam umas dicas:
Vinho do Porto Branco para queijos duros e quebradiços (Rabaçal);
Vinho do Porto Ruby para queijos de cabra curados (Niza);
Vinho do Porto Tawny 10 Anos para queijos de ovelha curados (Serpa);
Vinho do Porto Vintage Character para queijos curados, duros e moles (S. Jorge, Pico);
Vinho do Porto LBV (Late Bottled Vintage) para queijos cremosos (Azeitão);
Vinho do Porto Vintage para queijos azuis (Vaca) e queijos amanteigados de ovelha (Serra, Stilton).
«Miguel Taledo de Sousa» in Facebook ► David... i beg to differ :) ...o vinho do porto é por si só uma experiencia para o palato... com queijo a coisa fica muito complexa além de adocicada... maduro, tinto e seco pour moi:)
«Milena Araújo» in Facebook ► Eu já fui servida desses queijos e gostei :) Gostaste como o David aproveitou logo para dar uma lição de vinhos? eheheh muito bem, muito bem!
E que tal fazermos umas degustações de Queijos e Vinho do Porto?... Até podia ser em casa da Xica, que fica aqui mesmo ao pé de mim. Organizem a coisa e tragam os queijos… eu levo o Vinho do Porto.
«Milena Araújo» in Facebook ► Eu alinho! Xica diz a data :D
«Miguel Taledo de Sousa» in Facebook ► Eu tou em Lisboa :)
«Xica von Hafe» in Facebook ► Quando quiserem. Mi casa es tu casa :-)
Tem razão Artur Santos Silva quando diz: "Em Portugal as elites não se assumem, não têm protagonismo".

[JN de hoje] Estado da democracia analisado por Artur Santos Silva, que lidera comemorações do centenário da República.
«Gervasio39» in JN Online ► Não se assumem? andam desatentos, então e o freeport, face oculta, casa pia, etc
(Lido em a Baixa do PORTO) - José Ferraz Alves (Rede Norte) pergunta: O que acham de um projecto de constituição no Norte de um Banco Regional de Desenvolvimento Comunitário, como entidade lucrativa com objectivos sociais, de âmbito mutualista, participado pelas Câmaras Municipais da Região e por Entidades Públicas e Privadas de cariz de serviço público, como Fundações e Associações várias?
Uma excelente ideia para se começar desde já a luta da Regionalização. O Norte tem que mudar!
Está na hora de começarmos a inverter esta tendência.
(Alexandra Figueira e Carla Soares no JN de 8Nov2009) – A crise do Norte – Passam os anos e o discurso mantém-se: o Norte perde riqueza, perde poder e perde voz. E, com isso, perde o país. [Ver artigo aqui]
«José António Roseira» in Facebook ► O "Rectângulo" não ganha Norte sem Regionalizaçâo!
Uma nova (velha) luta vai-se iniciar: A REGIONALIZAÇÃO.
«Lurdes Coelho» in Facebook ► concordo, bora lá a trabalhar na REGIONALIZAÇÃO!
«Reboredo» in ViriatoWeb ► Tovi, o teu estado maduro inspira-te. Bom tema para controvérsia. vou reler a matéria relativa e volto logo logo. Um abraço,
«XôZé» in ViriatoWeb ► Se depender de mim a regionalização não passará.
Entraram na semana passada na garrafeira cá de casa dois tintos da colheita de 2007, um do Douro e outro do Alentejo. Comprei-os no hipermercado Continente de Matosinhos e os preços não foram nada maus: Adega da Mêda tinto 2007 a 2,99€ (garrafa de 75cl) e Vinha do Côro tinto 2007 a 3,29€ (garrafa de 75cl), estando neste último já incluído o desconto de 40% em cartão.
Adega da Mêda tinto 2007 – Produzido e engarrafado por Adega Cooperativa da Meda CRL, feito com uvas das castas Touriga Franca, Tinta Barroca e Tinta Roriz, deu um vinho com um teor alcoólico de 12,5%, de cor granada com tonalidades violáceas, aroma a fruta vermelha madura, um tinto DOC Douro equilibrado, redondo e persistente.
Vinha do Côro tinto 2007 – Um DOC Alentejo da Cooperativa Agrícola de Granja CRL, em Mourão, onde um clima quente e solo xistoso deram origem a este vinho de cor rubi, aroma a fruta madura, bem equilibrado e persistente, com 13,5% de teor alcoólico.
«XôZé» in ViriatoWeb ► Esse vinho alentejano parece-me interessante. Aprecio particularmente os alentejanos tintos. Sabes que não percebo a ponta d'um corno de vinhos e habitualmente oriento-me pelos preços quando se tratam de novidades. Se é caro, é porque deve ser bom e esse até não está carote. Para a semana passo pelo Continente.
O Vinha do Côro tinto 2007 foi o vinho que acompanhou o Foudue do jantar de família do último Sábado cá em casa… e estava divinal.
Recebi a semana passada pelo correio o cartão “Ouro PREMIUM” do Círculo de Leitores… e fiquei a saber que já sou sócio do único Clube do Livro existente em Portugal desde Julho de 1991. Não serei um “grande cliente” mas lá vou comprando umas coisitas de vez em quando.
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Matéria em Espaço de Escrita com Sentido
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