"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Terça-feira, 25 de Julho de 2017
Ainda a tragédia de Pedrógão Grande

25Jul2017 ab.jpg

Uma empresária lisboeta, Isabel Monteiro, tem vindo a afirmar saber que os mortos no incêndio de Pedrógão Grande foram muito mais do que os 64 anunciados pelas autoridades portuguesas. Eu até não sou muito de acreditar em tudo o que leio, mas se realmente for verdade concordo que está na hora da Ministra da Administração Interna ir embora… mais toda a chefia da Protecção Civil e todos aqueles que nos andaram a enganar. Mas se isto tudo não passar de uma aldrabice jornalística… é de punir exemplarmente os inventores desta coisa. E cada vez mais me parece que a montanha está a parir um rato… e dos pequeninos.

 

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«João Simões» - Uma vergonha usarem a tragédia para fins políticos. Um autêntico nojo.

«David Ribeiro» - Se o Governo, mais a incompetente Protecção Civil, não se tivessem posto a jeito nada disto tinha acontecido. Há que ser perspicaz e saber antecipar as comunicações… é que está sempre muita gente à espera das escorregadelas.

«João Simões» - O governo e a proteção civil? Trata se de bom senso e a oposição e certos jornalistas deveriam fazer política e não inventar suicídios e afins. Um autêntico nojo.

«David Ribeiro» - No Portal do Ministério Público em 24Jul2017: “O Ministério Público, no momento em que teve conhecimento do incêndio de Pedrógão Grande e suas consequências, instaurou inquérito nos termos legais, sendo as investigações desde logo iniciadas em estreita colaboração com a Polícia Judiciária (PJ) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) e o apoio do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) e das demais instituições envolvidas. No âmbito deste inquérito foram identificadas, até ao momento, 64 vítimas mortais. Foi ainda instaurado um outro inquérito com vista à investigação das circunstâncias que rodearam a morte de mais uma vítima no âmbito de um acidente de viação.”

«João Simões» - Claro como água. Mas como o objetivo de muitos é deitar abaixo o governo, querem é usar a tragédia e os mortos para baixa política. Uns falam em suicídios, outros em mão criminosa, outros em quedas de aviões etc etc. Tudo inventado. É o que temos.



Publicado por Tovi às 08:59
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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017
Uma vergonha… na cidade do Porto

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Como é que é possível que a CDU e BE tenham a distinta “lata” de se apresentarem a eleições quando é assim que tratam a Cidade? 



Publicado por Tovi às 22:32
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Domingo, 23 de Julho de 2017
Aquilo anda mal por Aldoar

Aldoar 23Jul2017.jpg

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«Manuel Carvalho»Não se preocupe David Ribeiro, daqui a pouco o João Simões vem explicar tudo com a lógica e a prosa que lhe reconhecemos o valor.

«Cecilia Santos» - ...por Aldoar e não só!



Publicado por Tovi às 21:35
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Sábado, 22 de Julho de 2017
Quinta da Aveleda

Quinta da Aveleda.jpg

A convite da minha filha mais nova e acompanhando um grupo de jovens empreendedores do Grande Porto, visitei hoje mais uma vez a Quinta da Aveleda (em Penafiel), importante património arquitectónico da “Aveleda S.A.”, uma empresa que há mais de três séculos é dirigida e orientada por gerações da família Guedes, cujo talento foi desde sempre devotado a produzir vinhos com a qualidade que se lhes reconhece e cuja fama desde há muito ultrapassou as nossas fronteiras. É líder de mercado na Região dos Vinhos Verdes e um dos maiores produtores de vinho em Portugal, exportando anualmente mais de metade da sua produção para mais de 70 países em todo o mundo.

A história da família Guedes passou sempre pela Quinta da Aveleda, que já faz parte da identidade da família. Além do seu importante património arquitectónico, a Quinta da Aveleda é também conhecida pelos seus parques e jardins, onde florescem raras espécies de árvores, algumas das quais centenárias, como o cedro japonês, o cipreste dos pântanos ou a sequóia americana. A sua estrutura decorativa, não funcional, excêntrica e simbólica, erigida por alguém que se alimenta da simples paixão de construir, é manifestações de pura arte de que a Aveleda se orgulha, como por exemplo:
Janela Manuelina do séc. XVI: janela, onde, segundo a tradição, D. João IV terá sido aclamado Rei de Portugal e que foi, mais tarde, oferecida a Manuel Pedro Guedes da Silva da Fonseca, que a transportou para os jardins da Quinta da Aveleda.
Fonte das 4 Irmãs: erguida na década de 1920, a fonte foi finalizada pelo Mestre João da Silva, ao gravar nela os perfis em mármore das 4 irmãs Guedes, filhas do proprietário da Quinta. Cada perfil personifica uma das quatro estações do ano.
Torre das Cabras: numa ode à natureza e às antigas gerações da Quinta da Aveleda, foi edificada uma torre de três andares para albergar cabras anãs. Símbolo de fertilidade e abundância, a cabra protagoniza o mito de uma terra que soube sempre dar o seu melhor fruto.
Fonte de Nossa Senhora da Vandoma: imponente Fonte de Granito dedicada a Nossa Senhora de Vandoma, padroeira da Cidade do Porto.

 

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«Fernando Moreira Sá Monteiro» - Os enfiteutas de origem da Quinta da Aveleda são os Moreira, da Gandra, Paredes (casa da Lousa). Que logo entroncam com os Meireles Freire de São João de Covas, Lousada. A entrada dos Guedes na Aveleda somente se verifica mais tarde. No século XVI, Gonçalo de Meireles Freire, licenciado em Leis pela Universidade de Coimbra e Desembargador no Paço, institui por testamento um Morgadio na Quinta da Aveleda a favor de sua irmã Dona Catarina de Meireles, que lhe sucedeu na Casa e suas pertenças. Por sua vez, a sua neta Dona Mariana, casou com Manuel Guedes da Silva da Fonseca, fidalgo da Casa Real e senhor da Casa de Gradiz, dando assim início à varonia Guedes no senhorio da Quinta da Aveleda.

«David Ribeiro» - Excelente e oportuna informação, Fernando Moreira Sá Monteiro.

«Maria Helena Guimarães» - A Quinta da Aveleda é conhecida há mais de 60 anos!!

«Fernando Moreira Sá Monteiro» - Maria Helena Guimarães, a quinta da Aveleda é conhecida há muito mais do que 60 anos; é conhecida há séculos!

«Maria Helena Guimarães» - Não é verdade. Sabe que antes de 1850 eram várias quintas não pertencentes à mesma família e, tanto quanto vi, só mesmo depois de 1946 iniciou a sua saga vinícola de exportação de vinhos verdes. Como eu nasci por essa altura e na zona conheço-a dessa altura. Quanto a séculos só mesmo como exagero de marketing

«Ze De Baião» - O "novo norte" está sair do Porto (cidade) e a andar pelo norte. Mais um bocadinho e o "norte" chega até Baião. Também há lá bom vinho, boa gastronomia e até famílias Guedes. Que o norte seja mais que o Porto e muito mais que a Cidade.

«David Ribeiro» - Ainda o Ze De Baião andava de cueiros e já eu percorria o Norte de Portugal de lés-a-lés, bebia bom vinho e comia do melhor que há nesta região.

«Ze De Baião» - Então tem o dever de direcionar mais um bocadinho "um novo norte para o norte", ou seja, para todo o norte. É que quando se defende, por exemplo, uma melhor mobilidade e acessibilidade dos de fora à Cidade, são muitos os que dão a entender que a Região é só a Cidade do Porto, esquecendo-se o quanto as cidades dependem de toda a Região. Espero por isso que "um novo norte para o norte" caminhe mais para a coesão e solidariedade regional e abandone a ideia de Cidade Região.

«David Ribeiro» - Primeiro que tudo os concelhos do interior (por exemplo: o de Baião) têm que se deixar de bacoquices parolas e admitirem que a Regionalização cá pelo Norte só terá viabilidade com a liderança da cidade do Porto, núcleo duro do Conhecimento Científico e Cultural desta Região.

«Ze De Baião» - Amigo David, a gente de Baião ou de qualquer outra pequena localidade pode ser humilde, mas parola acredite que não somos. Esse é um estigma dos citadinos, mas só quem vive e conhece as cidades e as problemáticas mais escondidas poderá perceber que afinal a gente das aldeias está muito evoluída.

«David Ribeiro» - Humildes não serão quando me dizem: "Lá vêm os gajos do Porto querer mandar em nós". Depois chorem que são eternamente esquecidos.



Publicado por Tovi às 23:00
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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
A estratégia de “Cavalo de Tróia” de Manuel Pizarro

cavalo-png_png.jpgA última secção da Assembleia Municipal do Porto, na passada Quarta-feira, veio demonstrar que a estratégia de “Cavalo de Tróia” do socialista Manuel Pizarro tinha unicamente como fim conseguir lugares destacados na lista de Rui Moreira para o executivo camarário nas próximas Autárquicas e nunca ser minimamente coerente com o acordo que tinha feito para o governo da Cidade Invicta. O voto contra de Pizarro à criação da empresa municipal de cultura - Porto Cultura – não surtiu efeito, pois nem todos os deputados socialistas disseram “sim” à atitude política do líder da distrital do PS-Porto, viabilizando assim aquilo que é fundamental para a Cultura da nossa cidade. A proximidade do dia de “meter o papelinho na caixinha” não pode desculpar nada e não se esqueçam os militantes socialistas que os portuenses já noutras alturas souberam responder a todo o tipo de traições à Cidade Invicta.



Publicado por Tovi às 15:31
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Quinta-feira, 20 de Julho de 2017
Novas regras na venda de animais de companhia

caes_e_gatos.jpg
Foi ontem aprovada na Assembleia da República, com a abstenção do CDS, o projecto de lei do PAN que vai não só regular a compra e venda de animais de companhia, mas também proibir o anúncio online de compra e venda de animais selvagens.
O texto legal prevê que as transacções de animais de companhia passem a obrigar a uma “declaração de cedência ou contrato de compra e venda do animal e respectiva factura”, ou, se for o caso, um “documento comprovativo de doação”. A transacção passa também a implicar o comprovativo de identificação electrónica e uma declaração do médico-veterinário, “que ateste que o animal se encontra de boa saúde e apto a ser vendido”. O diploma proíbe ainda a publicitação e venda online de animais selvagens. O projecto de lei que regula estas duas matérias prevê multas entre os 200 euros e os 3.740 euros para casos de incumprimento. Ainda no domínio dos animais de companhia, o parlamento aprovou, com a abstenção do PSD, um projecto de resolução do PAN que recomenda ao Governo que “proceda à publicação do despacho a fixar a data da constituição da obrigação de identificação de gatos”, dando cumprimento ao disposto na lei.

 

   Comunicado do Clube Português de Canicultura

Como é do conhecimento dos associados e dos canicultores em geral, o Clube Português de Canicultura tem vindo a acompanhar nos últimos anos a produção legislativa relacionada com a área da canicultura organizada.
Assim, tem vindo a intervir por si ou através da Plataforma Sociedade e Animais de que é fundador, na defesa do Livro de Origens, dos cães de raça, e dos seus criadores e utilizadores desportivos.
Tem sido dado conhecimento aos canicultores através de comunicados da Plataforma Sociedade e Animais, das várias diligências efectuadas junto dos Partidos com assento parlamentar, no sentido de sensibilizar os mesmos, para as implicações de algumas propostas legislativas que comportam impactos negativos, que se pretende impedir ou minorar.
A mais recente proposta de Lei de iniciativa do PAN, comportava vários aspectos que porventura se justificava regular, de que se realça a obrigatoriedade de fazer constar o LOP nos anúncios de venda de cães de raça, criando algumas obrigações para os anunciantes, quer sejam criadores quer sejam intermediários, visando moralizar o comércio on line, onde de forma recorrente surgem conflitos e publicidade enganosa.
Contudo, aquela proposta, por desconhecimento da realidade cinológica do país, revelou também aspectos prejudiciais e lesivos para o universo dos canicultores, levando o CPC a propor redacções alternativas e sugestões a outros partidos, de molde a alterar o texto inicial do projecto de lei, propondo mesmo, alterações e melhorias do normativo em vigor.
É da maior importância que os canicultores acompanhem estes projectos de lei que regularmente o PAN apresenta na Assembleia da República e que em muitos dos casos não contemplam os interesses da canicultura organizada e que a pretexto de regular algumas áreas, criam dificuldades aos agentes da cinofilía ou mesmo impedem que possam prosseguir a sua missão de selecção e melhoramento animal, pondo consequentemente em perigo a existência do Livro de Origens Português.
A referida proposta inicial do PAN (Projecto-Lei n.º 359/XIII/2ª) com vista a “Regular a compra e venda de animais de companhia e a compra e venda de animais de companhia, em estabelecimentos comerciais e através da internet” e a versão do “Texto Final apresentado pela Comissão de Agricultura e Mar” relativo ao referido Projecto de Lei poderão ser consultados através dos links disponibilizados, podendo constatar-se as diferenças a que a primeira versão se viu sujeita, devido à intervenção do Clube Português de Canicultura, e ao apoio de alguns partidos, nomeadamente do CDS, PSD e PCP.
Resumindo as questões mais relevantes que afectariam a canicultura e que se viram modificadas ou retiradas, por intervenção e contrapropostas do CPC, como segue:
Vinha proposta uma definição de criação comercial que atribuía automaticamente a actividade comercial a quem criasse e cedesse a título oneroso uma só cria, independentemente do espaço temporal em que tal ocorresse.
Assim bastaria vender um cachorro em toda a vida do criador para lhe ser atribuída a actividade profissional de criador comercial, quer fizesse disso profissão ou não.
Esta proposta por ser totalmente absurda, por não ponderar quantidades significativas vendidas, nem delimitar as vendas ao exercício fiscal, sobrepondo-se mesmo à vontade do cidadão na livre escolha da actividade que quer exercer, veio a ser alterada para um conceito correcto do ponto de vista jurídico, que respeite os direitos dos cidadãos.
A proposta de obrigatoriedade de Prestação de Garantia Acessória a prestar pelo vendedor, pelo seu exagero e consequências que podia acarretar, veio também a ser retirada. A versão proposta podia nalguns casos impor um ónus ao vendedor totalmente desproporcionado, podendo prolongar-se pelo período temporal da vida do animal com custos muito superiores ao próprio valor deste. A lei já estabelece os direitos e garantias gerais de que o comprador beneficia e a responsabilidade contratual é aferida caso a caso, razão pela qual, foi entendido retirar da proposta de lei a referida prestação acessória.
A proposta que condicionava a importação de animais a países que possuíssem normas de bem-estar equivalentes às que vigorassem em Portugal, também foi alterada, passando só a estar condicionada às normas de sanidade equivalentes, que são as que estão em vigor actualmente. De outro modo os canicultores ficariam impedidos de importar cães de países terceiros à UE, traduzindo-se isso numa restrição ao livre comércio internacional, prejudicando a melhoria de reprodutores e a selecção genética dos efectivos nacionais e criando constrangimentos insuperáveis em todas as áreas cinotécnicas desportivas.
Aproveitando a proposta de alterações à norma sobre Sanções acessórias, chamou-se à atenção de duas alíneas que constam no diploma em vigor e que violam os direitos fundamentais dos cidadãos, nas quais se estabelece:- a interdição do exercício de profissão ou actividade que dependa de título ou autorização ou homologação de entidade pública e a privação do direito a subsídio outorgado por entidades ou serviços públicos.
Pelas razões suscitadas foram as mesmas alteradas, por forma a condicionar as sanções às profissões e actividades reguladas no presente diploma e não quaisquer outras.
O trabalho desenvolvido no âmbito desta alteração legislativa levou o CPC a contribuir com inúmeras propostas alternativas para a correcção de erros notórios que prejudicariam a canicultura organizada, indo mesmo mais além, tentando corrigir algumas normas em vigor que carecem de melhorias, o que nem sempre foi conseguido, ainda assim, julgamos que o saldo foi francamente positivo e estamos convictos de ter prestado um serviço meritório à canicultura nacional.



Publicado por Tovi às 13:49
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Quarta-feira, 19 de Julho de 2017
O que faz falta... é um polícia em cada esquina

CAM00818-1.jpg
...e os autocarros (aqui passam viaturas dos STCP) que se "desenrasquem", que estacionar, seja lá como for, é que é necessário

Mas já chegou o reboque.

CAM00819-1.jpg

 

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«Gonçalo Lavadinho» - Ainda há bocado passei aí e pensei nisso dos autocarros.



Publicado por Tovi às 14:00
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Terça-feira, 18 de Julho de 2017
Eu... nas Exposições Caninas Internacionais de LIsboa

ECI LIsboa 2017 Jul2017 aa.jpg
Um momento interessante, captado em foto pelo meu querido amigo José Rodrigues, onde estou com toda a atenção nas minhas tarefas de Comissário de Ringue num dos julgamentos das Exposições Caninas Internacionais de Lisboa deste ano e que se realizaram no Hipódromo do Campo Grande no último fim-de-semana.

 

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«Jose Riobom» - ...estás com ar de estadista.... ainda vais lá chegar....[Emoji wink;-)]

«Rafael Maciel Oliveira» - Já estás com ar de candidato?

«Luis Leal Pipa Brasil II» - Abraço David Ribeiro !

«Helena Serra» - Beijinhos David Ribeiro 😗😉

«Maria Helena Costa Ferreira» - Classe!

«Paula Botelho» - Não envelheces amigo.... Saudades!!!!!



Publicado por Tovi às 11:30
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Domingo, 16 de Julho de 2017
130ª Exposição Canina Internacional de Lisboa

130 ECI LIsboa.jpg



Publicado por Tovi às 12:17
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Sábado, 15 de Julho de 2017
129ª Exposição Canina Internacional de Lisboa

129 ECI Lisboa.jpg



Publicado por Tovi às 12:14
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Sexta-feira, 14 de Julho de 2017
EMA na cidade do Porto?

EMA 13Jul2017 aa.jpg

Agora estamos na mão da Comissão Europeia… vamos lá ver qual será a escolha.

 

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«Pedro Baptista» - Então o Porto, como se impunha, triunfou! Onde ficam então as votações dos deputados-palhacitos, todos, incluindo todos os eleitos pelo Porto de todos as secções da partidocracia centralista, a recomendar Lisboa? Onde ficam as palavras do primeiro-ministro de que a candidatura de Lisboa era assunto encerrado? Onde ficam as alarvidades costumadas do nº 2, Santos Silva, que diz que é do Porto, que dizia, mentindo ao país, que havia estudos que impunham a Lísbia a que há muito, como os outros, se vendeu? Onde ficam os silêncios cúmplices dos outros ministros que também dizem ser do Porto, embora só tenham como certificado o assento paroquial e civil? Claro, claro, sabemos muito bem porque ocorreu a cambalhota, sabemos muito bem que foi quando o governo centralista se convenceu a impossibilidade absoluta de ser a candidatura portuguesa a vencer, que abriu para o Porto e depois por aí optou fazendo o flique-flaque... Sabemos bem que se o Porto não for escolhido - que é o mais provável - dirão que foi por causa de ser o Porto. É quase impossível ganhar... Mas quase... é quase... Bem sabemos como o governo sustenta a proposta de Ser o Porto, dando o dito por não dito... Presente envenenado? É evidente! Mas tinha piada se conseguíssemos sobreviver ao veneno e vencer como é, aliás, nosso apanágio... E quanto aos deputadozecos de meia-tigela desta pseudo-democracia de manjedoura: será que vão votar uma moção a apoiar a candidatura do Porto? Aposto que não... Desta vez, sentem-se bem elucidados... E dizem que houve uma revolução há 43 anos e não foram só as moscas que mudaram!



Publicado por Tovi às 07:29
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Quinta-feira, 13 de Julho de 2017
Ana Lehmann, nova Secretária de Estado da Indústria

Ana Lehmann aa.jpg

Ana Teresa Lehmann, economista e professora associada da Faculdade de Economia do Porto, actualmente presidente da InvestPorto, vai ser a nova secretária de Estado da Indústria substituindo João Vasconcelos. Tenho confiança nesta "mulher do Norte" que, seguramente, não irá trair nem a nossa Região nem a Cidade Invicta.



Publicado por Tovi às 14:48
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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
Debate parlamentar sobre Estado da Nação

Atão?... Depois de toda a discussão de hoje lá por São Bento alguém me sabe dizer qual é o verdadeiro Estado da Nação? Cá para mim no fim destes debates parlamentares alguém (podia ser o Marcelo) devia fazer um resumo e dizer-nos quais as conclusões, que nisto de entender os políticos há muitos nabos como eu.

   E já agora... fiquem com esta notícia:
12Jul2017.jpg

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«Joaquim Figueiredo» - O estado da Nação resulta da percepção que cada um tem da melhoria ou não da sua vida. E também sentir se as pessoas andam ou não mais felizes. A minha vida melhorou e sinto que as pessoas andam mais felizes

«Manuel Carvalho» - “Debate do estado da nação conclui que a nação está”, por Renato Carreira – inÉpcia.

«David Ribeiro» - Dito assim até eu percebi, Manuel Carvalho [Emoji wink]



Publicado por Tovi às 23:45
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Terça-feira, 11 de Julho de 2017
Mossul libertada

mosul1.jpg

O domínio do autoproclamado Estado Islâmico sobre a cidade iraquiana de Mossul acabou, após uma luta intensa iniciada em outubro do ano passado pelas tropas regulares iraquianas, apoiadas por milícias e pelo exército curdo, contra os jihadista Daesh que ocupavam várias áreas do norte do Iraque desde o verão de 2014.



Publicado por Tovi às 08:23
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Segunda-feira, 10 de Julho de 2017
Três Secretários de Estado demitiram-se

9Jul2017 aaa.jpg

Só agora?...

 


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Publicado por Tovi às 00:05
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