"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 29 de Maio de 2017
Venezuela… para onde vais?

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No dia de hoje, em Caracas, milhares de opositores ao regime de Nicolás Maduro marcharam contra o projecto para impedir a Constituinte, considerada uma "fraude" do actual líder chavista para fugir das eleições e se agarrar ao poder. Não estão fáceis as coisas neste país sul-americano e o fim desta situação é imprevisível e de consequências mais que duvidosas para o futuro da frágil democracia venezuelana.



Publicado por Tovi às 22:58
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Sexta-feira, 26 de Maio de 2017
Fala quem sabe…

…e o Pedro Baptista sabe sempre muito bem o que diz. Neste texto, escrito num estilo muito próprio e publicado na sua página do Facebook, este meu Amigo, investigador em filosofia, romancista e ensaísta portuense, conta-nos uma versão perfeitamente credível do que se passou com Rui Moreira e a malta do PS-Porto.

 

14717064_1457223597621918_5453880867022574073_n.jpPara os anais de cada um, a verdade dos factos na saga política portuense: Manuel Pizarro, depois de ter sido obrigado por António Costa a romper com Rui Moreira, inventou outra narrativa mais conveniente para a sua pessoa, mormente numa entrevista ao Expresso, mas mente com todos os dentes... Pizarro, Presidente da Distrital PS-Porto, tal como Tiago, presidente da Concelhia do PS-Porto, estiveram reunidos com o presidente Rui Moreira, durante o fim da tarde que precedeu a noite em que o PS rompeu, procurando ganhar o número dois na lista camarária independente e outras posições, ao que o Presidente Rui Moreira não acedeu, porque não quis deixar que a sua candidatura independente o deixasse de ser e passasse a ser um embuste político manipulado pelo PS... Ora Pizarro acabou por sair do encontro aceitando explícita e alegremente ficar em quarto ou quinto lugar da lista, assim se mantendo durante parte da noite, conforme foi do conhecimento de António Costa que, de imediato, encetou contactos para um outro cabeça de lista para o PS, que teria de arranjar em poucas horas, para apresentar na Convenção autárquica do PS que se realizaria em Lisboa! É assim que Juca Magalhães é, pelo menos, um dos contactados por António Costa para cabeça de lista do PS, tendo recusado, sendo-lhe pedido em seguida, mas tarde demais, que não desvendasse a origem do contacto. Ora Costa, já noite bem adentro, por falta de alternativa e falta de tempo, teve mesmo de cair sobre Pizarro, obrigando-o a rejeitar o seu lugar na lista camarária de Rui Moreira e a ser cabeça de cartaz do PS-Porto. Desconheço os termos em que o obrigou. Mas certo, certinho, foi que Costa, para não apresentar na sua Convenção o buraco imenso de não ter candidato ao Porto, preferiu o buraco de ter um candidato pelo PS ao Porto, tão contrafeito quanto o seu maior desejo era apenas entrar na lista independente que agora vai a fazer a farsa de combater. Afinal o falhanço anunciado será de Pizarro e não de Costa e, para este, como sempre, aquele que se amanhe...



Publicado por Tovi às 07:36
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Segunda-feira, 22 de Maio de 2017
"Belino Foundation"... Gosto do nome

21887607_770x433_acf_cropped_770x433_acf_cropped.jNo infindável Processo Marquês sempre se falou de dinheiro na Suíça, mas agora veio á luz do dia todo o esquema engendrado por Carlos Santos Silva, amigo e “grande benemérito” de José Sócrates, juntamente com o primo do ex-primeiro-ministro português, José Paulo Pinto de Sousa, com a finalidade de camuflar as contas onde caía dinheiro, de origem mais do que duvidosa, para usufruto de Sócrates. Este esquema complexo assentava numa fundação – a Belino Foundation – criada pelos “testas de ferro” com a ajuda de Michel Canals, um gestor de contas na UBS já conhecido da justiça portuguesa pelas aldrabices feitas no âmbito da Operação Monte Branco. Segundo dizem nos estatutos da fundação está escrito que caso Santos Silva morresse quem herdaria aquele dinheiro era a família de Sócrates. Os advogados João Araújo e Pedro Delille já vieram desmentir que Sócrates tenha algo a ver com isto, mas o tempo dirá se o que agora o Observador e jornal Sol nos relataram é ou não verdade.



Publicado por Tovi às 08:09
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Sábado, 20 de Maio de 2017
Primeira sondagem sobre as Autárquicas no Porto

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Rui Moreira (Indep.) – 44,8% - 6/7 mandatos
Manuel Pizarro (PS) – 22,2% - 3 mandatos
Álvaro Almeida (PSD) – 15,1% - 2 mandatos
Ilda Figueiredo (CDU) – 6,9% - 1 mandato
João Semedo (BE) – 6% - 0/1 mandato

Atendendo à “badalhoquice” do início desta campanha eleitoral até me parece que os 5,6 pontos percentuais que Rui Moreira tem nesta sondagem acima do resultado das últimas eleições autárquicas são um bom prenúncio para uma maioria absoluta. Mas há que trabalhar que os votos não caem do céu. As autárquicas no Porto são (vão ser) as mais renhidas da próxima consulta eleitoral, sendo por isso normal que se tornem as mais mediáticas e consequentemente alvo das mais variadas sondagens… que, todos sabemos, por vezes são ao gosto dos “clientes”. A Eurosondagem tem no entanto créditos de seriedade e bom trabalho nesta área.



Publicado por Tovi às 08:38
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Sexta-feira, 19 de Maio de 2017
O que eles dizem do “Caso Selminho”

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Cá para mim este é um caso que a Justiça tem que decidir mas os “ranhosos” da política já aproveitam para pulhices eleitorais.

  Comentários no Facebook

«António Magalhães» - Um excelente serviço à cidade era por estes 4 numa mesinha de pedra no Marquês a jogar à sueca!

 

   O caso Selminho explicado às loiras

Tomo a liberdade de aqui partilhar um fabuloso texto de Rodrigues Pereira sobre o caso Selminho, publicado hoje no Facebook.

O "caso" Selminho/Rui Moreira explicado às loiras (e para os "loiros", que também os há)

1 - Há muitos anos atrás, quando os animais falavam, a Câmara Municipal do Porto resolveu expropriar uns terrenos ali para os lados da Ponte da Arrábida...

2 - Pretendia a CMP esses terrenos para a construção de um complexo que nunca viu a luz do dia.

3 - Entretanto, mais de vinte anos mais tarde, os residentes (que por lá tinham ficado) no nro. 3 da Calçada da Arrábida, resolveram registar notarialmente, por usucapião, o dito terreno, como se este lhes pertencesse.

4 - Para tal, dirigiram-se a um notário, o qual celebrou a competente escritura pública e procedeu ao registo da mesma na competente Conservatória do Registo Predial.

5 - Ficou pois - e desde então - o referido terreno a ser propriedade dos tais moradores, sem que a CMP alguma vez tenha impugnado tal registo. Note-se que estamos nos anos 80...

6 - Mais de vinte anos depois, em 2001, a Família Moreira resolve adquirir aos referidos e putativos legítimos proprietários o referido terreno, o qual aliás vinha descrito com capacidade construtiva, mediante a apresentação por estes da respectiva Caderneta do Registo Predial.

7 - Sucede que uns anos depois, a CMP resolve negar essa mesma capacidade construtiva à Família Moreira, a qual - e bem - se sente defraudada nas suas legítimas expectativas e resolve interpor um processo judicial contra a CMP, exigindo a reposição da referida capacidade construtiva ou uma avultada indemnização.

8 - A coisa arrasta-se - como é hábito mais do que conhecido de todos quantos já tiveram a infelicidade de ter que recorrer à Justiça - pela longa Via Crocce dos nossos preclaros Tribunais...

9 - Durante mandatos anteriores ao de Rui Moreira chegam os litigantes (a CMP e a Família Moreira) a um proto-acordo, no sentido de encontrar uma solução para a possibilidade de ali construírem, dependente - esta - da alteração do PDM.

10 - Coisa que também se arrastou ao longo dos tempos, sem solução à vista.

11 - Entretanto, Rui Moreira candidata-se e vence as eleições para a Presidência da Câmara Municipal do Porto.

12 - Já durante o terceiro ano do seu mandato, surge um alerta dos serviços camarários para a iminência de a CMP estar perante mais uma choruda indemnização, uma vez que havia faltado ao acordado, isto é, à reposição do PDM, à altura da compra dos referidos terrenos pela Família Moreira.

13 - O Presidente da Câmara, Rui Moreira, sente-se impedido de tomar partido numa qualquer decisão sobre o caso, afasta-se da sua discussão e remete para os serviços jurídicos da CMP a matéria, no sentido de estes obterem uma solução que não prejudicasse os interesses da CMP.

14 - Esses mesmos serviços chegam a um acordo com os Tribunais no sentido de alargar mais uma vez o prazo para a reposição do anterior PDM, no que à capacidade construtiva dizia respeito naqueles terrenos.

15 - Note-se que esta decisão foi acordada com os Juízes e evitou que a CMP se visse obrigada a pagar imediatamente à Família Moreira a tal choruda indemnização, uma vez que a CMP a tinha defraudado no que toca às suas legítimas expectativas de ali poderem construir.

16 - Em todo este processo, o Presidente Rui Moreira manteve-se completamente afastado.

17 - No ano passado, uns cavalheiros do mui nobre Partido Comunista Português resolvem achar que o resultado da negociação prejudicava a CMP e questionaram publicamente o Presidente Rui Moreira.

18 - As respostas foram claras e transparentes: Não fora o acordo a que se chegara - friso que sem a intervenção do Presidente - a CMP seria condenada a pagar uma enorme indemnização à Selminho.

19 - O caso morreria por aqui, não fora agora - e pasme-se! - ao fim de quase 40 anos, um zeloso funcionário da CMP ter como que por acaso descoberto que parte daqueles terrenos afinal eram da CMP e que até havia dos mesmo dois registos na Conservatória do Registo Predial. Um que dava como proprietárias as pessoas que os venderam à Família Moreira e outro que era a própria CMP!

20 - Os partidos da oposição - incluindo o PS, o tal que esteve até há pouco coligado com Rui Moreira - começam a clamar que se trata de um caso inteiramente novo, que afinal já nada "é o que era".

21 - Claro que nada é o que era ; o que há de novo, é que a CMP permitiu, há cerca de 40 anos, que alguém registasse em seu nome - por usucapião - uns terrenos que ela própria tinha anteriormente expropriado!

22 - Alguém que não Rui Moreira, nem a sua família, que só os viriam a adquirir, de boa-fé, no ano de 2001, com a certeza exarada no PDM da viabilidade de ali construírem.

Em conclusão: Se há alguém aqui muitíssimo prejudicado é a Selminho/Família Moreira!!! Que adquiriram de boa-fé uns terrenos onde se podia construir e que pertenciam, por registo na CRP, às pessoas que lhos venderam. Anda a Família Moreira há 16 anos, de Herodes para Pilatos, à espera de ver reposta as suas legítimas expectativas. Malgrado as promessas da CMP nesse sentido, aguenta estoicamente e o já Presidente Rui Moreira afasta-se de motu próprio de intervir no caso. E chega-se a um acordo, o qual evita que a CMP seja obrigada a pagar à Selminho/Família Moreira uma monumental indemnização! E ainda há quem tenha a distinta lata de vir dizer que o Presidente Rui Moreira agiu em causa própria e defendeu os seus interesses!!! O que diriam essas pessoas se a CMP tivesse sido condenada a pagar a referida indemnização? Por último, não posso deixar de me espantar com o tal zeloso funcionário da CMP, o qual, qual misto de arqueólogo e Hercule Poirot, conseguiu desencantar - agora, note-se - a tal duplicidade de registos de propriedade... E - já agora - em termos jurídicos - espero para ver como é que os "competentes" serviços da CMP vão conseguir contestar a tal escritura feita nos anos 80 pelos então proprietários "por usucapião" dos referidos terrenos...

Ainda as autárquicas estão longe e já correm águas de esgoto por debaixo das pontes. Oxalá não vejamos os candidatos da oposição a afundarem-se no próprio esterco que estão a criar. Até porque ganhar umas eleições sem oposição não daria gozo algum a Rui Moreira!

  Comentários no Facebook

«Carla Afonso Leitão‎» - Existe um parecer favorável emitido pela CMP que recaiu sobre um PIP, Pedido de Informação Prévia, instruído pela Selminho, em 2002, era, então, Nuno Magalhães da Silva Cardoso o Presidente da CMP. Um pedido de informação prévia permite ao requerente, mesmo não sendo proprietário do terreno, saber da sua edificabilidade e conferir-lhe direitos. O requerimento, na forma de PIP, permite que se consiga tirar conclusões VINCULATIVAS relativamente à edificabilidade de um dado terreno sem sequer tomar posse do mesmo. A partir do momento em que a CMP emitiu o parecer favorável, compromete-se oficial e vinculativamente em dois pontos: 1- autorizar capacidade construtiva; 2- assume que o terreno em causa não é do domínio público. A partir daqui, qualquer alteração dos termos desse parecer, a CMP, estará sempre comprometida com o precedente que ela própria criou. Obviamente que caberá ao titular do PIP pedir a indeminização correspondente, no tocante à alteração dos Indicadores Urbanísticos. De qualquer modo, existe sempre, neste caso, um precedente claro, a CMP, não se assumiu à altura do PIP como titular do terreno. Portanto, é aqui que tudo fica mais claro para mim. O "caso Selminho” é um não caso, melhor, é um caso em que se alguém tiver que descalçar a bota será a CMP. Qualquer tentativa de arrastar a Selminho, ou, por via da Selminho, neste caso, o Dr. Rui Moreira, para qualquer domínio de ilicitude, é, francamente agir de má fé.



Publicado por Tovi às 11:55
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Quinta-feira, 18 de Maio de 2017
Não pode valer tudo em campanhas eleitorais

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Em resposta a esta notícia do jornal Público, comunicou hoje de manhã a Câmara Municipal do Porto:

  Comunicado da C M Porto

Em defesa do seu bom nome e do bom nome dos seus funcionários, que agiram com todo o zelo e escrúpulo, a Câmara do Porto decidiu entregar no Ministério Público uma queixa-crime contra o jornal Púbico e contra os autores que hoje assinam um conjunto de artigos jornalísticos e de opinião naquele diário. O jornal Público foi, sobre a matéria em causa, informado por escrito pela Direção dos Serviços Jurídicos desta autarquia, pelo que não podia ter informado os seus leitores da forma que o fez, faltando à verdade. Entre um conjunto de importantes imprecisões contidas nas peças, é particularmente grave e difamatória a afirmação de que "a informação ficou fechada nos gabinetes", estando o Público informado de que tal não é verdade.

 

    A notícia de hoje no Público…
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   …e o Editorial de Amílcar Correia
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   COMUNICADO DO MOVIMENTO INDEPENDENTE RUI MOREIRA: Porto, o Nosso Partido

Na sequência da publicação de um conjunto de artigos na edição de hoje do jornal Público, o Movimento Independente que suportou a candidatura de Rui Moreira à Câmara do Porto, decidiu emitir a seguinte nota:
A história que o Público de hoje conta e elabora no seu editorial fundamenta-se em pressupostos errados, graves e porventura difamatórios.

Conta-se em poucas palavras: durante 16 anos e ao longo dos três mandatos camarários anteriores, a Câmara do Porto não deu conta da existência de um duplo registo de um terreno, dando como certo que a propriedade não era sua em várias instâncias. Nesses 16 anos, apreciou vários processos urbanísticos e litigou sobre o terreno em causa, no assunto conhecido como “Selminho", sem nunca ter alegado a sua propriedade ou indagado sobre qualquer registo.
Mas, agora, na vigência do actual mandato, os funcionários camarários, actuando como lhes compete, terão identificado um erro, o que aconteceu há meio ano, e desde então terão decorrido várias diligências no sentido de salvaguardar os interesses patrimoniais da câmara. Fizeram-no, naturalmente, sem nenhuma interferência do presidente.
De tudo o que sobre a matéria é do conhecimento público, o presidente da Câmara não pode ter sido beneficiado em nada nem ter agido em causa própria a seu favor. Pela simples razão, de que de nada beneficiou.
A sua família comprou, há 16 anos, um terreno que tinha capacidade construtiva e hoje não tem. E Rui Moreira nunca usou a sua posição para reverter a situação, tanto mais que, repita-se, está prejudicado e não beneficiado. E será mais prejudicado se, porventura, ficar comprovado que o terreno é, afinal, propriedade do município.
Se assim for, quem sairá prejudicado pelas ações tomadas no presente mandato pelos serviços camarários? A empresa da família de Rui Moreira e mais ninguém.
Como se pode então questionar a atuação do presidente da Câmara, como fez o Público?
Recentemente, o jornal Expresso explicou como um partido que sustenta uma candidatura às eleições autárquicas está a desenvolver a sua “campanha suja”. Esta notícia nunca foi desmentida.
Depois de páginas de internet e emails anónimos, a campanha chegou hoje à primeira página do jornal Público. Agora com assinatura.
Bem sabemos que a campanha eleitoral, para alguns dos adversários do presidente da Câmara, não é fácil. Bem percebemos que esse adversários, bem identificados, não pretendem discutir a cidade. Resta-lhes a lama, a difamação e a insídia que visa atingir o bom nome e a honra de Rui Moreira. Não conseguirão fazê-lo.
Grupo de Cidadãos Independente Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido



Publicado por Tovi às 09:41
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Terça-feira, 9 de Maio de 2017
Socialistas do Porto abandonam a Câmara

Rui Moreira Tomada de posse 22Out2013 d.jpg

Diz-se pr’aí que os socialistas foram a tábua de salvação de Rui Moreira nestes últimos quatro anos de governação autárquica. Mas a verdade é a seguinte:

Manuel Pizarro foi um bom vereador?... Parece não haver dúvida que foi e até Rui Moreira o afirmou várias vezes.

Os Socialistas cumpriram o acordo pós-eleitoral do executivo camarário?... Não. Um terço dos eleitos socialistas esteve sempre na oposição.

E na Assembleia Municipal como se portaram os socialistas?... Salvo raras excepções os deputados socialistas entravam mudos e saiam calados.

E nas Juntas de Freguesia?... Aqui houve socialistas bons, outros muito bons e até alguns maus ou mesmo muito maus.

 

  Comentário no Facebook

«Miguel Ginja» - Estes últimos episódios políticos na Câmara do Porto e as ultimas afirmações do nosso presidente na TSF, só vem reforçar o espírito deste grupo, onde vão continuar a caber todos, onde o trabalho levado a cabo pelos membros Manuel Pizarro e Correia Fernandes sai valorizado e onde o verdadeiro amor pela cidade que nos viu nascer e o enorme carinho e respeito pelos portuenses é a maior bandeira do movimento. O Porto é a nossa casa. A cidade do Porto é fruto inequívoco da casmurrice, da intransigência, da força, da simpatia e simplicidade das suas gentes desde tempos longínquos. É assim. Nao há volta a dar. No Porto somos genuinamente felizes. Viva o Porto. Sempre. Ponto.

«Jota Caeiro» - ao Pizarro de Costa vai acontecer o mesmo que aconteceu ao Gomes de Guterres. eles andam em brasas, o governo, os gabinetes maiores da burocracia do poder, o próprio PR e os militares. os partidos promoveram a inquinação da democracia, a sua destruição. Cavaco fez sempre frente ao TC, aquele que gerirá a CRP. contudo, os tribunais não prendem ninguém. os militares vêm o território esboroar-se por causa destas fantochadas e mantêm-se inoperacionais e incólumes... o povo não acredita em nada que lhe pareça poder institucional: gere-se a si próprio no escolho com base na confiança, em indivíduos que surgem como se do nada, com discursos sólidos baseados na seriedade das suas actividades no seio das comunidades, comunidades que respeitam e fazem respeitar. os partidos, esses, surgem-nos agora como entidades abjectas, como organizações que nunca deixaram de ser de corrupção e ladroagem. como aquela história dos candidatos à presidência do município de Bragança, um do PS e o outro do PSD, que, embora a concorrer para esse mesmo lugar representativo, pertenciam à mesma loja maçónica. tal facto reflecte-se, desmultiplica-se às centenas, se contarem as autarquias que esta 'idea' de país tem. que é idea nenhuma. um país sem 'estatutária', um país com os conteúdos sufragados pelos grandes escritórios de advogados de lisboa que, por acaso, também são deputados à AR, temos de admitir!, não é nação alguma! pum! também quem é que desejaria frequentar o mesmo espaço com os políticos que reconhecemos criminosos?... os outros criminosos que ganham com esses criminosos políticos. mais os idiotas que parasitam a sociedade em prol de ideais e estatutos partidários que deixaram de existir ou deixaram de ser respeitados. querem que vos aponte exemplos? não. não sois desprovidos de alguma inteligência.

 

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A Cidade Invicta saiu do marasmo em que tinha caído nos últimos anos… mas apareceram logo as formigas á procura de comida.

Para os mais distraídos:
i) Cidade Invicta = Porto
ii) Marasmo = Governo camarário de Nuno Cardoso e de Rui Rio
iii) Formigas = Socialistas
iv) Comida = Um tachito na Câmara
v) Sim, já estamos em "guerra" (aka "campanha eleitoral")



Publicado por Tovi às 08:31
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Domingo, 7 de Maio de 2017
Macron é o novo Presidente da França

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Com uns mais que confortáveis 65,1% (estimativa de resultados às 20 horas francesas) Emmanuel Macron vence Marine Le Pen e chega ao Palácio do Eliseu. Foi mais uma vitória do “não” à deriva populista da extrema-direita do que uma afirmação política do candidato das elites, do sistema e do establishment, um antigo ministro da Economia dos socialistas Manuel Valls e François Hollande. Mas o voto útil é assim e com isto temos que viver nesta Europa a precisar urgentemente de novas vidas e aragens.

 


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Sábado, 6 de Maio de 2017
Afinal o PS vai a votos no Porto

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Agora é que se vai ver quem tem unhas para tocar guitarra

Depois de uma noite agitada o PS-Porto reuniu hoje de manhã e decidiu ir a votos nas Autárquicas portuenses com Manuel Pizarro a encabeçar a lista para o executivo camarário. Creio que facilmente será eleito vereador, mas tenho dúvidas se conseguira ficar à frente do PSD na contagem final dos votos em urna. E também é preciso saber se Rui Moreira lhe atribuirá algum pelouro na Câmara do Porto. Mas ainda é cedo para estas conjecturas, agora vamos mas é à luta que as eleições são a 1 de Outubro.



Publicado por Tovi às 08:34
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Sexta-feira, 5 de Maio de 2017
Rui Moreira descarta apoio do PS

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Núcleo duro da Comissão Política do movimento independente “Porto, O Nosso Partido” decidiu descartar o apoio dos socialistas na corrida autárquica. Rui Moreira considera inaceitável a colagem do PS a uma futura vitória, bem como a pressão de forte presença de socialistas nas suas listas.
Se assim for é uma vitória daquilo que sempre defendi: Os socialistas portuenses deverão optar por ir a votos nas próximas autárquicas, pois assim é que se vê o peso de cada uma das forças políticas e a haver entendimento futuro entre Rui Moreira e quem quer que seja, esse acordo político será muito mais válido e fundamentado.

 

  Comentários no Facebook

«Pedro Baptista» - Força, Rui Moreira, independência e transparência. O Pizarro e o PS que vão a votos! Ou será que o presidente da Federação Distrital do Porto do PS se vai demitir e tornar-se independente para manter um lugarzinho na Câmara? Mas poderia haver lugarzinhos para gente cujo alinhamento partidário depende das conveniências pessoais?

«Jose Antonio Salcedo» - As afirmações da dirigente socialista Ana Catarina Mendes ilustram a arrogância, o caciquismo e a parolice que caracterizam a política partidária nacional. Em vez de se instituirem como escolinhas de tráfego de influências e de construção de carreiras para tantos inúteis, como têm instituído, os partidos deveriam ser espaços de reflexão e acção para o bem do país. Infelizmente isso não ocorre. Felicito Rui Moreira pela coragem e cumprimento, felicito e agradeço a Manuel Pizarro o magnífico trabalho que tem vindo a realizar na Câmara Municipal do Porto como responsável pelo Pelouro da Habitação e Ação Social. É de pessoas com esta qualidade que a cidade precisa.

 

   Expresso online, hoje às 14h00

A concelhia socialista do Porto considera “surpreendente e inesperado” a notícia de que o candidato independente Rui Moreira, atual presidente da Câmara do Porto, recusa o apoio do PS nas próximas eleições autárquicas. Segundo nota de imprensa, o PS/Porto vai reunir-se hoje à noite para “analisar a situação política autárquica no Porto”. A decisão de Rui Moreira surge depois da secretária-geral adjunta do PS, Ana Catarina Mendes, ter dito, em entrevista ao Observador, que a vitória de Rui Moreira será uma vitória do PS.



Publicado por Tovi às 11:07
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Quinta-feira, 4 de Maio de 2017
Ana Catarina Mendes ao ataque

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O Partido Socialista no seu pior

 

   Comentários no Facebook

«Gianpiero Zignoni» - Olha estes a tentarem colar-se...

«Alfredo Oliveira» - Partido xuxialista como não tem cão de fila à altura desata em desaforos. Basta de xuxialismo sulista.

«Rogerio Parada Figueiredo» - A vitória de Rui Moreira será, com toda a certeza, a vitória do progresso. A vitória de Rui Moreira será a vitória da cidade do Porto e a tristeza daqueles que têm inveja a nossa cidade, tal como está agora, claro!!!

«Jose Antonio Salcedo» - Quem não é capaz de fazer as coisas por si, procura sempre apropriar-se do que os outros fazem.

«Ricardo Castro Ribeiro» - Fico espantado como continuas a partilhar coisas desse pasquim. Se se fôr ver concretamente as declarações da visada, se calhar não tem nada a ver com o título. Estas publicações só são perigosas se as partilharem. Porque raio é que sabendo da falta de isenção se continua a fazê-lo?

«David Ribeiro» - Se fosse só esta dirigente socialista... muitos dos socialistas cá da Invicta andam sempre a dizer o mesmo e eu já os ouvi com estas orelhinhas que tenho na tolinha.

«Ricardo Castro Ribeiro» - David, dois assuntos diferentes. Um é a falta de credibilidade do Observador. Penso que não se deve dar visibilidade a este pasquim. Outra é o legítimo direito de alguém se associar a uma vitória de alguém que apoia. Eu quando o meu FCP ganha também ganho, ou será que não? Estranho seria se o Bloco ou outro dissessem o mesmo.

«David Ribeiro» - Isto é unicamente uma forma baixa de tentar destabilizar o bom relacionamento existente entre Rui Moreira e dois dos vereadores anteriormente eleitos pelo PS. Pena é que os socialistas portuenses não tenham a coragem de optar por ir a votos nas próximas autárquicas, pois assim é que se via o peso de cada uma das forças políticas e a haver entendimento entre o actual Presidente da Câmara da Invicta e quem quer que seja, seria muito mais válido e fundamentado.

«Ricardo Castro Ribeiro» - O que sei é que o PS apoia Rui Moreira nas eleições. O resto são conjecturas. E também sei que o Observador não dá ponto sem nó.

«David Ribeiro» - Não deve estar actualizado na política da Invicta, amigo Ricardo Castro Ribeiro... Olha que eu sei muito bem o que está a acontecer nesta cidade.

«Ricardo Castro Ribeiro» - Talvez... Eu só regressei agora ao "meu" Porto. Mas tento manter-me informado. E não é lendo o Observador concerteza

«Gonçalo Graça Moura» - E que pasquins é que são credíveis? Já agora o CDS pode fazer a mesma reclamação...

«Joaquim Pinto da Silva»A lógica é a mesma do PSD... o partido à frente (a cidade e o país talvez a seguir, se der jeito).

«Henrique Camões» - Tendo em conta que a base de apoio do Rui Moreira, não é socialista nem partidária, é de eleitores fartos dos candidatos partidários que decidiram criar uma alternativa, um partido, qualquer que seja, que reivindique uma vitória nestas condições só pode ser masoquista, ou então estar (convenientemente) alheado da realidade.

«Antonio Cardoso» - Muito mau para ser verdade ... então estando eu a votar no Rui Moreira estou a votar no PS????

«Jota Caeiro» - é eminentemente necessária uma tomada de posição quando alguma escroqueria decide inflamar as boas relações entre facções distintas na 'província'. o que vem da rameira lisboa nós já adivinhamos. e quem para lá vai fica assim, senil, e com mau carácter, como todos os governantes políticos, todos eles, que nos enojam profundamente.

 

  Expresso online, hoje às 18h00

Equipa de Rui Moreira reúne-se de emergência para avaliar apoio do PS

Declarações da secretária-geral-adjunta do PS incendeiam recandidatura do presidente da Câmara do Porto. O apoio do PS será avaliado esta quinta-feira à noite pela comissão política do movimento independente “Porto, o Nosso Partido”. Rui Moreira nega negociações partidárias e rejeita colagens abusivas de vitória se for reeleito.
O presidente da Câmara do Porto convocou uma reunião, com caráter urgente, da sua comissão política, um grupo de cidadãos muito próximo e leal que esteve na base do movimento independente “Porto, o Nosso Partido”. O encontro, à porta fechada, foi confirmado ao Expresso por Nuno Santos, assessor de Rui Moreira, e terá por tema único “a análise da situação política atual a nível autárquico”. Mas o Expresso sabe que o próprio apoio do PS ao movimento será avaliado.
O adjunto de Moreira não abre o jogo em relação ao que motivou a reunião de emergência, na qual estarão presentes, entre outros conselheiros de primeira hora da candidatura independente em 2013, Miguel Pereira Leite, presidente da assembleia municipal do Porto, cargo que manterá nas listas da recandidatura independente, e Filipe Araújo, vereador com o pelouro de Inovação e Ambiente. O grupo não contará com representantes partidários, nem do CDS nem do PS.



Publicado por Tovi às 10:28
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Quarta-feira, 3 de Maio de 2017
Álvaro Almeida ao ataque

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Entendo que esta afirmação do candidato do PSD à Câmara do Porto não é mais do que uma forma baixa de tentar destabilizar o bom relacionamento existente entre Rui Moreira e dois dos vereadores anteriormente eleitos pelo PS. Pena é que os socialistas portuenses não tenham optado por ir a votos nas próximas autárquicas, pois assim é que se via o peso de cada uma das forças políticas e a haver entendimento entre o actual Presidente da Câmara da Invicta e quem quer que seja, seria muito mais válido e fundamentado. Mas isto sou eu a pensar… e nesta matéria não tenho voto.

 

  Comentários no Facebook

«António Fontes» - concordo totalmente

«Jota Caeiro» - o David Ribeiro, obviamente, tem toda a razão no que diz.

«Jorge Oliveira E Sousa» - Pleno de razão



Publicado por Tovi às 15:09
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Terça-feira, 2 de Maio de 2017
Carlos Almendra candidato em Vinhais

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Conheci pessoalmente Carlos Almendra este fim-de-semana durante um jantar em casa de um Amigo comum e tivemos uma muito agradável troca de ideias. Gostei dele e vou acompanhar com interesse a sua candidatura à Câmara de Vinhais.



Publicado por Tovi às 12:54
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Quinta-feira, 27 de Abril de 2017
Regionalização... não há condições?

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Pois!... Já estava à espera disto. Quem não os conhecer que os compre

 

  Comentários no Facebook

«José Luis Moreira» - Pois!!! [frown emoticon:(] Farsola!

«Anibal Pereira» - Afinal muda a música mas a letra é sempre a mesma. Continuado os tiques da capital do império.

«Tiago Múrias Santos» - Pois, "podem-se enganar alguns todo o tempo, podem-se enganar muitos algum tempo, mas não se podem enganar TODOS, todo o tempo"!

 

  Jornal i – 27Abr2017 às 7h29

Eleição dos diretores das CCDR está à espera das autárquicas para avançar. Depois disso, a reforma que ainda ontem António Costa considerou essencial será feita sem passar pelo parlamento.
António Costa é um regionalista traumatizado. Os resultados do referendo de há 20 anos ainda não lhe saíram da memória e são suficientes para o primeiro-ministro afastar a proposta do PCP e do PEV para aprovar uma nova consulta popular para a criação de regiões administrativas. Costa considera que o mais certo era voltar a ganhar o não e quer evitar esse cenário.
Para vincar que não mudou de ideias, António Costa lembrou a reforma das CCDR que consta do Programa do Governo. Só que essa é uma reforma que vai ficar na gaveta pelo menos até depois das autárquicas.
A proposta desenhada por António Costa e Eduardo Cabrita passava por democratizar estas estruturas, fazendo com que as direções das CCDR passassem a ser eleitas pelos membros das câmaras e assembleias municipais de cada região, em vez de serem nomeadas pelo governo.
As dúvidas de Marcelo
Mas a ideia levantava sérias dúvidas ao Presidente da República e contava com a oposição de PSD, BE, PCP e PEV.

Marcelo Rebelo de Sousa e os sociais-democratas consideravam que se tratava de uma “regionalização encapotada”. À esquerda, a reforma era curta para o que se considera ser a descentralização de poderes necessária, que só seria cumprida com a regionalização.
A solução política foi deixar o dossiê na gaveta até depois das autárquicas. Mas a intenção é mesmo avançar depois das eleições de 1 de outubro. “A medida está prevista no Programa do Governo e será aplicada após as próximas eleições autárquicas”, assegura ao i fonte governamental.
Para contornar os obstáculos políticos a uma proposta que é vista como essencial por António Costa, esta reforma não deve mesmo passar pelo parlamento. “É uma questão da administração pública. Será aprovada por decreto-lei”, garante a mesma fonte.
Aliás, ontem, António Costa falou da democratização das CCDR como uma medida que será mesmo concretizada, em resposta à deputada do PEV Heloísa Apolónia, que o desafiou a deixar clara a sua posição sobre a regionalização.
O passo antes das regiões
“É um passo muito importante que permitirá dar legitimidade democrática, aproximar os municípios das regiões, dar escala às políticas públicas e consolidar um modelo que, no futuro, quando houver um consenso nacional que o justifique, possa abrir um debate sobre regionalização”, disse o primeiro-ministro sobre as mudanças que quer fazer nas CCDR.

Uma coisa é certa: este não é o momento para avançar com a criação de regiões administrativas que, segundo a Constituição, só pode ser feita por um referendo. Ora, uma nova consulta popular só poderia ser convocada “por decisão do Presidente da República, mediante proposta da Assembleia da República ou do Governo”, como estabelece a Constituição da República Portuguesa.
Marcelo é favorável à regionalização, mas em 1998 fez campanha pelo não. O problema era o mapa que estava em análise, mas também a ideia de que o PS teria condições para “tomar conta do poder em todo o país”, como explica Vítor Matos na biografia de Rebelo de Sousa.
Pedro Passos Coelho, que já foi defensor da regionalização, deixou entretanto cair o tema, que desapareceu do programa eleitoral do PSD.
E estes dados são suficientes para António Costa concluir que o timing político não é favorável a avançar com uma reforma que pode gerar muitos anticorpos e provocar uma nova vitória do não em referendo.
“No momento próprio, lá chegaremos. Eu gostava de ter poderes divinatórios, mas não tenho. Há uma coisa que sei: nesta legislatura, não é com certeza”, avisou Costa, sublinhando que a questão é mesmo de oportunidade, e não de convicção.
“Não mudei de ideias”, afirmou o primeiro-ministro, recordando que no referendo à regionalização esteve do lado do sim e que continua a acreditar que a regionalização é a melhor solução, e acabará por ser inevitável.
“Neste momento não é oportuno e não há condições políticas para que se retome esse tema sem cometer os mesmos erros do passado. Ainda não desaprendi o trauma que tive com esse referendo”, vincou o primeiro--ministro.
Enquanto a reforma das CCDR fica à espera das autárquicas, a descentralização de competências também dificilmente sairá do papel antes dessas eleições.
20 audições
O grupo de trabalho da descentralização de competências para as autarquias tem agendadas cerca de 20 audições de natureza temática, algumas com centenas de participantes – um trabalho hercúleo que os deputados dificilmente conseguirão acabar a tempo de poderem concretizar a descentralização antes do início do novo ciclo autárquico.

“Não recomendo a ninguém que abra o debate [sobre a regionalização] prematuramente e precipitadamente, para não corrermos o risco de repetir os erros cometidos há 20 anos”.



Publicado por Tovi às 11:24
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Segunda-feira, 24 de Abril de 2017
Quem irá ser o número dois de Rui Moreira?

18156997_10209439428650517_8565083751528431895_n.jAnda nas redes sociais uma grande azáfama dos socialistas portuenses a defenderem que Manuel Pizarro deverá ser o número dois da lista de Rui Moreira às próximas Autárquicas e não sabendo eu o que o actual Presidente da Câmara do Porto pensa disto tudo e o que é que irá fazer, como é óbvio, sou no entanto da opinião que esse lugar nas listas de candidatura do movimento “Porto, O Nosso Partido” deverá ser ocupado por Guilhermina Rego, actual Vice-Presidente do executivo municipal com o Pelouro da Educação, Organização e Planeamento. Esta vereadora tem feito um trabalho excepcional, sem protagonismos mediáticos e deverá continuar, no meu entender, com estas funções, pelo que deve ser ela e mais ninguém o número dois da lista de Rui Moreira.
Já agora fica aqui uma notícia com a opinião de Pedro Baptista sobre este assunto e com a qual estou em pleno acordo.

 

Guilhermina Rego nasceu no Porto, em Agosto de 1971, é licenciada em Gestão de Empresas, é Mestre em Finanças e é Doutorada em Ciências Empresariais pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto. É Professora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e é coordenadora da Unidade de Ética e Gestão na Saúde do Serviço de Bioética e Ética Médica desta Faculdade. É coordenadora da Pós-Graduação em Administração Hospitalar e membro da Comissão Científica do Doutoramento em Bioética. É membro fundador da Associação Portuguesa de Bioética e pertence à sua Direção desde 2002. É membro de diversas associações científicas internacionais, nomeadamente a International Society on Priorities in Health Care. Publicou seis livros sobre temas sociais de que se destacam as obras Prioridades na Saúde (McGraw-Hill, 2002) e Gestão Empresarial dos Serviços Públicos (Vida Económica, 2008). Foi Vereadora do Pelouro do Conhecimento e Coesão Social da Câmara Municipal do Porto entre 2009 e 2013. Estão actualmente sob a sua chefia a Direção Municipal de Finanças e Património, a Direção Municipal de Recursos Humanos, a Direção Municipal de Sistemas de Informação, o Departamento Municipal de Educação e o Gabinete da Juventude.



Publicado por Tovi às 19:14
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