"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quarta-feira, 23 de Agosto de 2017
Eleições em Angola

Angola 23Ago2017 aa.jpg

Só quem não conhece da Angola dos dias de hoje senão o que diz a comunicação social portuguesa é que poderia ter dúvidas da vitória do candidato do MPLA - João Lourenço - um candidato consensual no interior do partido e que poderá vir a promover uma abertura ao diálogo com os jovens descontentes, com a sociedade civil angolana e com as diversas instituições políticas do país, coisas que há muito tardam naquela antiga colónia portuguesa. Mas a mudança, a acontecer, vai ser um processo lento e provavelmente nem sempre muito limpo, ou não estivéssemos nós já habituados a estas “democratizações”.

 

 Resultados provisórios das Eleições em Angola (12h28 de 25 agosto)

MPLA - 61,10% - 150 deputados - João Lourenço eleito PR

UNITA - 26,71% - 51 deputados

CASA-CE – 9,46% - 16 deputados

PRS - 1,33% - 2 deputados

FNLA - 0,90% - 0 deputados 

APN - 0,49% - 0 deputados 



Publicado por Tovi às 23:24
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Domingo, 26 de Março de 2017
Relações tensas entre Angola e Portugal

0917580dc-c0d1-4763-b06b-ca9186beb549-r-NjQweDM0MwSó conheci “in loco” a República Popular de Angola já estava no poder o José Eduardo dos Santos, pois a verdade é que só cheguei a Luanda, para lá trabalhar durante dois anos, pouco tempo antes do 2º Congresso do MPLA, durante o qual “foi analisada a situação política, económica e social do país vivida nos últimos 10 anos de independência”, tendo os congressistas chegado à conclusão “da necessidade do partido elevar a formação política e ideológica dos seus membros e melhorar a capacidade de direcção dos seus quadros”. E nós portugueses, quarenta e um anos depois da independência da Angola, continuamos a ser tratados pelas elites angolanas como se ainda fossemos os “colonizadores”, esquecendo-se aquela gente que é por cá e com a ajuda de alguns (muitos) corruptos “tugas” que eles conseguem não só lavar o dinheiro sujo que ganham à custa do pobre Povo angolano mas também passearem todo a sua opulência pelos locais mais caros cá do sítio. Nesta altura há uma tensão entre os dois Estados, motivada pelo facto do Ministério Público de Portugal ter iniciado um processo judicial contra o actual vice-presidente da Angola, Manuel Domingos Vicente, acusando-o de "corrupção activa, branqueamento de capitais e falsificação de documentos" na época em que foi presidente da Sonangol, empresa angolana do ramo petrolífero. Que se faça Justiça… que ao contrário do que muitos dizem, este jardim-à-beira-mar–plantado ainda é um Estado de Direito.



Publicado por Tovi às 17:06
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016
Novas revelações no Processo Marquês

Não há dúvida que quando alguém põe a boca no trombone as “telenovelas” ficam muito mais interessantes
José Sócrates 16Set2016 jornal Público aa.jpg

  Jornal Público de hoje

O empresário luso-angolano Hélder Bataglia, ligado ao grupo Espírito Santo e um dos arguidos da Operação Marquês, admitiu num interrogatório feito em Angola a pedido do Ministério Público português, que emprestou sete milhões de euros a José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo de José Sócrates, que já apareceu referenciado no processo Freeport. Segundo o Ministério Público, uma parte significativa desse dinheiro, perto de 5,5 milhões de euros, terá acabado por ir parar às contas de Carlos Santos Silva, amigo de infância do ex-primeiro ministro que, na tese do Ministério Público (MP), é um testa-de-ferro de Sócrates.

 

Mais um… a por a boca no trombone
José Sócrates 16Set2016 ab.jpg

Eu cá sei… ou imagino que sei

…como é que nos últimos dias se passou a saber tantas novas coisas sobre o “Processo Marquês”. Foi assim: Um saloio de Mação deixou inadvertidamente cair ao chão à porta da igreja da sua terreola uma pen onde tinha uns apontamentos sobre um processo altamente mediático. Um agarrado ao pó lá da terra encontrou-a e imediatamente a transformou em euros… e não falta quem pague bem por estas coisas. Mas para fazer render o peixe dividiu a informação contida na pen em vários “capítulos”, vendeu-os a diferentes compradores e vai daí uns dizem uma coisa e outros o seu contrário. Querem uma aposta como foi assim?



Publicado por Tovi às 09:55
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Sábado, 20 de Agosto de 2016
VII Congresso do MPLA

Angola congresso Ago2016 aa.jpg
Em pleno VII Congresso do MPLA, que está a decorrer em Luanda, José Eduardo dos Santos disse: “Não devemos confundir os empresários com os supostos empresários que constituem ilicitamente as suas riquezas, recebendo comissões a troco de serviços que prestam ilegalmente a empresários estrangeiros desonestos, ou que façam essas fortunas à custa de bens desviados do Estado ou mesmo roubados".

Lindo de se ouvir… mas deve ser só para congressista ouvir

 

 Comentários no Facebook

«José Luis Moreira» >> Como soi dizer-se aqui na Galiza..."Manda Carallo!!!"

«Mário Almeida» >> Deve estar a referir-se aos Generais e amigos do seu partido que são o seu garante da manutenção no poder.



Publicado por Tovi às 17:55
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Terça-feira, 29 de Março de 2016
O que mais faltará para ser uma ditadura?

Angola 17 ativistas presos Mar2016 aa.jpg

Depois de uma “Luta Armada de Libertação Nacional” de 13 longos anos e uma descolonização atabalhoada, a que se seguiu uma guerra fratricida entre MPLA e UNITA, com início em 1975 e que só terminou em Abril de 2002 com a morte de Jonas Savimbi, o regime angolano chefiado por José Eduardo dos Santos sempre lidou mal com as liberdades fundamentais dos cidadãos. Esta semana Angola condenou 17 activistas do “direito à oposição” a penas de prisão efectiva, que vão de dois anos e três meses a oito anos e meio, por “co-autoria de actos preparatórios para uma rebelião e atentado contra o Presidente da República, por falsificação de documentos e associação criminosa”. Se o regime angolano tratasse mas é de acabar com a pobreza dominante entre uma riqueza chocante, é que fazia bem.

  Penas aplicadas pelo tribunal de primeira instância:
Domingos da Cruz Maninho, oito anos e seis meses de prisão efectiva;
Luaty Beirão, cinco anos e seis meses de prisão efectiva;
Nuno Álvaro Dala, Sedrick de Carvalho, Manuel Chivonde Nito Alves, Inocêncio de Brito, Laurinda Manuel Gouveia, Fernando António Tomás “Nicola”, Mbanza Hamza, Osvaldo Sérgio Correia Caholo, Arante Kivuvu, Albano Evaristo Bingo, Nelson Dibango Santos, Itler Samassuku e José Gomes Hata, quatro anos e seis meses de prisão efectiva;
Rosa Conde e Dito Dalí (Benedito Jeremias), dois anos e três meses de prisão efetiva.

 

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«Zé Carlos» >> Complicadas as coisas em Angola

«David Ribeiro» >> São e sempre foram Zé Carlos. Em 1985, estava eu a trabalhar no Ministério dos Petróleos em Luanda, o II Congresso Ordinário do MPLA determinava a “necessidade de o Partido elevar a formação política e ideológica dos seus membros e melhorar a capacidade de direcção dos seus quadros” esquecendo-se completamente das necessidades básicas do Povo. Nos meses seguintes a cidade de Luanda era invadida pelos “da mata”, soldados combatentes que vinham ocupar os lugares de polícia da capital e nos lugares de chefia da hierarquia do Estado era exactamente a mesma coisa. Era a altura, na minha opinião de simples “estrangeiro residente”, de se iniciarem as transformações políticas, económicas e sociais necessárias, mas a guerra com a Unita desculpava tudo… e também ainda havia cubanos e soviéticos por lá, o que fazia toda a diferença. Mas a guerra civil acabou e as coisas até pareciam ir levar outro rumo… mas continuou tudo praticamente na mesma: os ricos cada vez mais escandalosamente ricos e os pobres cada vez mais na miséria. Até quando?

«Zé Carlos» >> Pois, uma tragédia nunca vem só e a transferencia de soberania para as ex colónias foi um desastre, para os que lá estavam e para os que tiveream de fugir

«Humberto Moreira» >> Estes anormais cavam a sepultura do proprio regime e crian o seu proprio golpe de estado que os destituirá !



Publicado por Tovi às 10:05
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2016
Bashar al-Assad, o "reizinho" da Síria

Síria Bashar al-Assad aa.jpg

É um “ditador”, um “tirano”, um “assassino”, um “déspota”, um “opressor”, que se diz “democraticamente eleito” apesar de até os seus amigos da comunidade internacional no Ocidente rotularem as eleições na Síria de junho de 2014 como fraudulentas, mas as quais Bashar al-Assad diz ter ganho com 88,7% dos votos. Mas como a instabilidade política e militar naquela zona do Médio Oriente nos está a criar graves problemas cá pela Europa, vai daí até estamos dispostos a “alinhar” com Vladimir Putin e perdoar ao líder sírio todas as barbaridades que tem feito àquele pobre Povo. E assim vamos vivendo… sempre com o credo na boca e à espera de paz entre os povos.

 

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«Carlos Wehdorn» >> em Angola também é tudo muito democrático e nada é apontado, então agora com todas estas compras e vendas...



Publicado por Tovi às 15:44
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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2015
A crise do petróleo em Angola

petroleo-caindo.jpg

A baixa do preço do petróleo nos mercados internacionais está a provocar graves problemas de tesouraria ao Governo de José Eduardo dos Santos e há já em Portugal quem se esteja a ressentir desta crise. Os pagamentos ao exterior estão condicionados pelo Banco de Angola e sectores exportadores portugueses, como o dos vinhos, da cerveja e da construção civil, encontram-se já em dificuldades, pois aquela antiga colónia portuguesa só em vinhos de mesa representa 20% das exportações nacionais, com o Douro e o Alentejo à cabeça. No sector cervejeiro a Unicer viu reduzidas as suas quotas de exportação em 60 milhões de litros. O “el dorado” angola não vai estar nada bem nos próximos tempos... e os portugueses vão ser os primeiros a sofrer na pele esta crise.

 

 Comentários no Facebook

«Carlos Wehdorn» >> o problema é que o eldorado angolado sempre foi uma ilusão... e, como se vê, a economia lá sem petróleo caro não funciona... não existe,.. fica logo tudo adiado

«José Camilo» >> Nacionalizar Angola, já.

«Zé De Baião» >> Estavam à espera de que? As colónias acabam por sofrer quando a história se inverte. Então mas não diziam que Portugal era uma colónia Angolana? El Confidencial fala em inversão da história e coloca Portugal como colónia...

«Joaquim Leal» >> Eu nem comento para não ter que "espingardar".

«David Ribeiro» >> Segundo dados da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) a redução de exportações para Angola é catastrófica para a política económica portuguesa que teve como opção estratégica dos últimos anos as vendas ao exterior. No agro-alimentar (óleo, farinhas, arroz, açúcar, sumos, água, cerveja) deverá verificar-se cortes da ordem de um terço do total das nossas exportações para Angola e que deverão atingir mais de 200 milhões de euros.

«José Camilo» >> O nosso "governo" podia sortear Audi's A6 por cada encomenda para Angola.

«António Lopes» >> Até os dias de hoje ainda não senti grandes diferenças. Um das vantagens de ser vender "pouco" é essa. Verdade seja dita até ao dia 30/01/2015 os pagamentos efectuados pela empresa angola tem sido de salutar. Tenho a impressão que a crise tenha afectado os grandes investimentos, ou até as grandes compras. Trabalho para uma empresa agro-alimentar.

«David Ribeiro» >> Até ao 3º trimestre de 2014 tudo foi um mar de rosas nas exportações de Portugal para Angola. Estavam a crescer 49,8%, em termos homólogos, segundo dados oficias do Instituto Nacional de Estatística Angolano. Portugal exportou para Angola, entre Julho e Setembro do ano transacto, bens e serviços no valor de 171.513 milhões de kwanzas (cerca de 1,4 mil milhões de euros). Este volume corresponde a uma quota do mercado das importações angolanas de 14,7%, à frente de países como a China (12,6%), de Singapura (11,4%), Estados Unidos (8,8%), Emiratos Árabes Unidos (5,5%) e Brasil (5,1%).

«António Lopes» >> As empresas portuguesas estão a fazer um excelente trabalho, as que foram ao charco (uma grande maioria), não estavam preparadas para esta crise, obviamente que algumas delas (uma minoria) infelizmente foram apanhadas por tabela e embra tivessem uma gestão responsável devido a vicissitudes do próprio mercado não conseguiram aguentar. Infelizmente vejo na economia real algumas dificuldades por parte de empresas sérias e honestas. Aquilo que foi pedido a empresários e a trabalhadores portugueses foi algo inamaginável, de um mercado interno forte e pujante (até 2008), as coisas dacairam de tal maneira que o aparecimento de um mercado ávido como o angolano foi uma benção. Não vamos criticar o mercado angolano e as nossas empresas que viram nesse mercado uma boa oportunidade.

«David Ribeiro» >> Só para que se tenha uma ideia mais correcta da importância do mercado angolano no que diz respeito à comercialização de vinhos DOC Douro, digo-vos que de Janeiro a Setembro de 2014 exportou-se para Angola 4,518 milhões de euros (5,9% de toda a comercialização nacional), o que corresponde a 132 mil caixas (cx = 9 litros), colocando a República Popular de Angola como o segundo nosso maior cliente internacional, logo a seguir ao Canadá.

«Victor Meirinho» >> David... No vinho, muito muito sério. Sobretudo para quem pôs os ovos todos na cesta ! Felizmente, por cá tudo bem !!!



Publicado por Tovi às 10:04
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Terça-feira, 15 de Outubro de 2013
O fim da parceria estratégica de Angola com Portugal

{#emotions_dlg.sidemouth} Vamos ficar a perder, sem dúvida  - "O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, anunciou hoje em Luanda o fim da parceria estratégica com Portugal, durante o discurso sobre o estado da Nação, na Assembleia Nacional de Angola."


«Valdemar Morais» no Facebook >> Também com um ministro daqueles, recordo que na última cimeira da CPLP em Maputo, o Paulo Portas faltou.

«David Ribeiro» no Facebook >> Angola tem graves problemas na implementação da democracia, tem distribuição de riqueza típica de países do terceiro mundo, mas ainda vai dando trabalho a muitos portugueses. Um bom relacionamento de Portugal com esta antiga colónia só nos seria favorável.

«Valdemar Morais» no Facebook >> O problema de Angola, é dos angolanos.

«Rui Lopes A. D'Orey» no Facebook >> Agora que somos nós a ser colonizados por eles, qual é o problema?

«David Ribeiro» no Facebook >> Claro que sim, Valdemar Morais, até porque Angola é um país soberano. Mas "parcerias estratégicas" são necessárias para a economia de um país europeu periférico, com é Portugal. Na minha área profissional de actuação - refrigeração industrial - uma grande parte dos negócios existentes hoje em dia são para obras em território angolano e feitas por técnicos portugueses com equipamentos vendidos por empresas portuguesas.

«Valdemar Morais» no Facebook >> Isto é mais profundo, espero que o PR, como responsável máximo da política externa portuguesa se manifeste.

«David Ribeiro» no Facebook >> Tenho sérias dúvidas que de Belém saia algo de interessante nesta matéria. Mas vamos aguardar.

«Valdemar Morais» no Facebook >> Sabe, amigo David, o grande problema é que os nossos governantes saíram das " jotas " sabem pouco de tudo, mas sobretudo, sabem pouco de PORTUGALIDADE.

«David Ribeiro»  no Facebook >> Sem dúvida, Valdemar... Sem dúvida.

«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> Em primeiro lugar, isto é só fogo de vista. As relações entre Portugal e Angola são económicas e financeiras e ninguém vai querer estragar isso. Esta declaração não passa de uma tentativa de pressionar a Justiça portuguesa sobre o caso dos altos dignitários angolanos envolvidos num caso de branqueamento de capitais.

«Valdemar Morais» no Facebook >> Pronto, está resolvido.

«Albertino Amaral» no Facebook >> Oxalá, o Governo não tenha arranjado "lenha para se queimar". A esperteza saloia ainda nos vai ficar mais cara....

«Mario Pinheiro» no Facebook >> Espero ouvir agora o sr Machete aos microfones da Rádio Nacional de Angola

«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> Albertino Amaral, esse tipo de abjecta subserviência é precisamente o que este gangster está a tentar explorar. Você é um vertebrado, comporte-se como tal!

«Jose Antonio Salcedo» no Facebook >> Concordo com a perspectiva do Raul - é mais um factor de pressão sobre a Justiça. Dado o fim do regime angolano estar próximo, prevejo que a lavagem de dinheiro roubado em Angola e 'investido' em Portugal até acelere nos próximos dois anos. De qualquer forma, Passos Coelho tem agora a oportunidade ideal para despedir Rui Machete por incompetência.

«Luis Paiva» no Facebook >> O PR não é o "responsável máximo da política externa portuguesa". O responsável é o PM, com a obrigação de manter o PR informado; No fundamental, estou de acordo com Raul Vaz Osorio, sendo que, no caso, há que acrescentar um detalhe - o complexo edipiano de matar o pai... O interesse português no bom relacionamento com as ex-colónias nunca se pode vergar às circunstâncias de(o) momento. Infelizmente, a nossa política externa nunca foi exemplar e, desde o 25A, têm sido bem mais os oportunistas que os estadistas...

«Albertino Amaral» no Fcebook >> Raul Vaz Osório, permita-me que lhe solicite o favor de ser um pouco mais explicito no comentário acima, onde por sinal mencionou o meu nome. É só uma explicação que lhe peço. Obrigado

«Fernando Duarte» no Facebook >> TODOS PARA ANGOLA, JÁ E EM FORÇA!

«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> Albertino o seu comentário exprime "medo das consequências" face à inqualificável declaração do cleptocrata Santos. Não há que ter medo de nada, nem de lenha para se queimar nem do preço da "esperteza". A dignidade não tem preço e quem tem espinha não se verga a ventos destes. Era isso que eu queria dizer :)

«Fernando Kosta» no Facebook >> E que tal nacionalizar os bens angolanos em Portugal?

«Albertino Amaral» no Facebook >> Caro Raul Vaz Osorio, desde já obrigado pela receptividade ao meu pedido de esclarecimento. Pois bem, o que me fez colocar-lhe a questão, porque em boa verdade não tenho o prazer sequer de o conhecer, foi a forma rude como abordou o meu comentário, sobretudo na recomendação sobre o meu comportamento. Fique pois Vexa. a saber, que dificilmente alguém me dá lições de postura, ou sequer de moralidade. Por outro lado, subserviência foi característica que nunca assumi com ninguém e muito menos abjecta. Finalmente, permita-me que lhe diga o quanto lamento que o senhor ou outros, só agora tenham tido essa sensibilidade para se pronunciar sobre o Presidente de Angola, só porque ele assumiu uma postura que está relacionado com uma qualquer bestialidade cometida pelo nosso Ministro dos Negócios Estrangeiros, que melhor teria feito se estivesse calado, ou seja, se não se "armasse em chico esperto ". Nada tenho a favor ou contra Angola, nem sequer qualquer ínfima ligação, se por acaso lhe interessa saber a minha cor, mas não posso esquecer quantos angolanos estão neste momento em Portugal e sobretudo quantos portugueses estão neste momento em Angola, porque esses é que poderão sofrer na pele as consequências destas atitudes. Por outro lado, o momento que Portugal atravessa não é favorável a essa arrogância e prepotência que o Raul Osorio está a demonstrar. Resta-me dizer-lhe que pelo que li, vi e ouvi durante o dia de hoje, só o senhor foi excepção no que concerne à preocupação nas relações futuras entre Portugal e Angola. Por fim, deixe-me esclarecê-lo que eu, Albertino Amaral, já estou totalmente isento de qualquer medo, isto é, já não tenho medo de nada nem de ninguém, face a tudo pelo que já passei e estou a passar como tantos Portugueses. Fique bem e aceite os meus cumprimentos.

«Vítor Teixeira» no Facebook >> que se entendam são todos brancos, apesar dos tons de pele.

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} "A pressão feita pelo Presidente angolano deveria, em tese, ter uma resposta firme. Mas Portugal já não consegue. Não tem ânimo. Nem nisto se põe de acordo. Está podre. (...) Andámos de mão estendida - agora humilhemo-nos!", escreve Henrique Monteiro no seu blogue.

«Jorge Veiga» no Facebook >> Não arrebita nem com uma caixa de viagra de uma vez. e depois que querem: Maus politicos dá má politica!



Publicado por Tovi às 12:53
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Quarta-feira, 3 de Julho de 2013
Gindungo (Jindungo)

 Capsicum frutescens

Na última semana trouxeram-me de Angola uma vintena de malaguetas frescas da variedade Gindungo Cahombo - Capsicum frutescens – uma pimenta ardente vulgarmente conhecida em Portugal como Piri-Piri e que os povos angolanos que falam Kimbundo sempre chamaram Gindungo (ou Jindungo).

{#emotions_dlg.star} Preparei-as de seguinte forma: Retirei os pés aos bagos e esmaguei-os muito bem num almofariz; Coloquei a pasta obtida dentro de um frasco e por cada dedo de altura da pasta coloquei um dedo de whisky de boa qualidade; Juntei ainda azeite de oliveira de baixa acidez em metade da quantidade que coloquei de whisky; Adicionei também uma folha de louro; Vou agitar tudo muito bem todos os dias durante um par de meses.


«Xinha Borges» no Facebook >> E daqui a uns meses escusa de me convidar para uma refeição em sua casa  Então e os licores? O David não pode, ou não deve, desviar-se da sua verdadeira arte com coisas que só servem para desfazer as linguas alheias. Já para não falar no finalzinho do processo digestivo. Se é que me faço entender...

«David Ribeiro» no Facebook >> Eu sei bem que a minha querida amiga Xinha só gosta de coisas doces, muito doces mesmo. O meu último licor - Licor de Limão - deve estar muito abaixo dos seus gostos

«Xinha Borges»» no Facebook >> Licor de Limão, David??? Decididamente está a parecer-me que antes de lhe oferecerem os ditos Gindungos, o meu querido Amigo não tinha, literalmente, nada para fazer!

«David Ribeiro» no Facebook >> Mas querida Xinha, como vamos estar juntos no próximo fim-de-semana, vamos ter oportunidade de nos lambuzarmos com coisas doces, sejam licores, compotas ou outras coisas que tais

«Xinha Borges» no Facebook >> Muito bem! Vou gostar de o ver

«Carlos Mocho» no Facebook >> Humm... eu vou andar de olho em vocês os 2. Vou sim!

«David Ribeiro» no Facebook >> Pronto, está bem!... Também podes alinhar connosco, Carlos Mocho

«Xinha Borges» no Fsacebook >> Ah! O que tu queres, sei eu  Guloso!

«Carlos Miguel Sousa» no Facebook >> Cuidado com os «danos colaterais»...

«Carlos Mocho» no Facebook >> Prontos Xinha, tu ficas com as bolitas de Berlim e eu como o doce de limão à gulosa...

«Xinha Borges» no Facebook >> É por estas e por outras que eu gosto tanto de ti! És um querido muito esperto. Onde houver Bolas de Berlim com Creme, SÃO TODAS minhas.

«Laura Sarmento» no Facebook >> soa a muitoooo bom!

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> e vinagrete de jindungo? até no pão é bom!



Publicado por Tovi às 11:09
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Quinta-feira, 12 de Julho de 2012
Angola... um exemplo de democracia


«Luís Leal Pipa Brasil» in Facebook >> Ainda alguém teria dúvidas dos donos de Angola ????

«Sérgio Ribeiro» in Facebook >> Meu caro David Ribeiro, pessoalmente não acredito na veracidade desse doc. Posso reconhecer como verdadeiro ou possível que os Sobas locais passem a msg de boca em boca mas não é pelo facto de serem africanos que são burros! São um país que passou de colonizado a colonizador económico.

«David Rbeiro» in Facebook >> Este documento não tem nada a ver com a burrice dos angolanos, que não a têm, como eu e tu bem sabemos, meu caro Sérgio Ribeiro. O que aqui está retratado (seja ou não verdadeiro este documento) é o servilismo de um funcionário público da Repartição de Educação da Administração Municipal de Cambambe, que muito provavelmente não quer perder o seu “poder” e vai daí faz tudo para agradar aos superiores. E isto não é só em Angola, por cá também há disto, salvaguardando as devidas proporções.

«Zé Zen» in Facebook >> Patrão, não tem cor, é patrão! Rouba quem phode, a cor da pele é para distrair.


«Luís Silva» in Facebook >> Não andará muito longe do que nos espera!

«João Barbosa» in Facebook >> não anda longe do que este país já foi e no que iria sendo não fosse o 25 de novembro


«Zé Carlos» in Facebook >> A exemplar democracia angolana...



Publicado por Tovi às 08:08
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Terça-feira, 13 de Setembro de 2011
Para quando eleições presidenciais justas em Angola?

Há pouco mais de dois anos (Agosto de 2009), quando Hillary Clinton visitou Luanda, foi dito por esta Secretária de Estado dos EUA para a política internacional que eram necessárias eleições presidenciais justas e sem atraso em Angola. Tanto quanto me parece tudo se mantem na mesma, a nível político, nesta nossa antiga colónia e alguns problemas de ordem pública na capital já evidenciam a vontade de alguns sectores da sociedade angolana em alterar a situação. José Eduardo dos Santos que ponha os olhinhos no que se está a passar em regimes ditatoriais do Norte de África… Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém.




Domingo, 18 de Julho de 2010
Exportação de cerveja para Angola

Em 2009 as exportações para Angola renderam a Portugal 2.262 milhões de euros. E sabem qual foi o produto mais exportado?... Foi CERVEJA.

Apesar de já haver várias fábricas em laboração nesta nossa antiga colónia, a verdade é que Angola ainda importa de Portugal cerca de 140 milhões de litros de cerveja, dos quais 125 milhões de litros são da Unicer, no conjunto das marcas Super Bock, Cristal e Carlsberg.


«Fernando Duarte» in Facebook >> e tu sabes bem o que eles fazem com a cerveja em Angola ! eh eh eh

«David Ribeiro» in Facebook >> ...sei bem, muito bem, o que se fazia com a cerveja nos anos oitenta do século passado, quando ainda havia guerra em Angola. Naquele tempo era moeda de troca para muita coisa.

«Luís Alexandre» in Facebook >> Vocês sabem qual é a base principal para ter uma boa cerveja? uma água de excelente qualidade.

«David Ribeiro» in Facebook >> ‎...mas se a cevada não for de excelente qualidade e a fermentação não for bem feita, não há qualidade de água que salve a cerveja.



Publicado por Tovi às 10:40
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Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
Eleições em Angola

Hummmm!... Será desta?...

 [jn.sapo.pt] - José Eduardo dos Santos reiterou que as eleições gerais, já com a nova Constituição em vigor, vão ter lugar em 2012, coincidindo com o fim da actual legislatura.


«XôZé» in ViriatoWeb ► Aprecio o teu sentido de humor. Desta, o quê?... Li algures que o governo do homem (sim ele agora para além de presidir, passa também a governar formalmente), é constituído por oitenta e tal elementos, entre ministros, vice-ministros, secretários de estado, etc. & tal o que juntando aos tais oitenta e tal por cento de deputados no ajuntamento local, que se esperará do próximo acto eleitoral? Vai ser uma razia ainda maior e ele perpetuar-se-á no poder. O homem não brinca em serviço, páh!



Publicado por Tovi às 18:26
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Domingo, 22 de Junho de 2008
Histórias de Guerra (II)
«XôZé» / ViriatroWeb ► Tovi escreveu: "...E eu, como tu muito bem sabes, andei “muito perto” deste tipo de acontecimentos." - Óh Tovi... :roll:    A cena mais perigosa com que te confrontaste na vida militar, foi quando mandaste para na Barragem de Castelo de Bode o teu futuro sogro. :lol:    No teu périplo por Angola também correste riscos naquelas cenas das trocas de grades de cerveja com os pretos. :mrgreen:    ...................... :whistle:
 
«Viriato» / ViriatoWeb pois foi a cena mais perigosa, là isso foi     porque 25 de Abril ou não, se o velho soubesse que era aquele mânfio que lhe andava a galar a filha, tinha-o esganado ali mesmo ! :twisted:
 
Meu caríssimo «XôZé» (...e também serve de resposta ao meu amigo «Viriato»)... Em relação às “cenas mais perigosas” da minha vida militar e dos “riscos corridos no meu périplo por Angola” digo-te simplesmente: Não só, mas também!...
Mas tudo isto já é “matéria dada”… Há por aí muita gente que sabe tão bem como eu o que isto é… Mas estas coisas nem aos filhos se contam… Vai para a cova connosco. Se contássemos o que sabemos, os governos para quem na altura trabalhamos ainda nos internavam num hospício para tolinhos, invocando que estávamos com o “síndrome de guerra”.
E já agora e muito a propósito:

Mercenários modernos
Começa a ser vulgar os jornais dizerem-nos que “quatro corpos de civis norte-americanos incinerados e desmembrados, suspensos por uma corda em Falluja, Iraque”… E todos nós perguntamos: “Que fazem civis num território em guerra?...”. São os MERCENÁRIOS MODERNOS, que ganham a vida não como mão-de-obra desqualificada na reconstrução do país, mas sim sofisticadamente armados a trabalharem para empresas de segurança ocidentais como a “Blackwater”, “Global Risk” e “Dts Llc”. São estes italianos, ingleses, nepaleses, ucranianos e também alguns portugueses, que asseguram a protecção das instalações petrolíferas. Há ainda os “consultores técnicos” de fabricantes de armamento, nova profissão imposta pela rápida mutação tecnológica das armas. São eles que no próprio teatro de guerra dão instrução sobre a mais correcta forma de utilização dos diferentes tipos de armamento ou equipamentos militares. Dizem que já há actualmente mais de 10 mil no Iraque e que o custo de um destes operacionais chega aos mil dólares diários.

 
(As imagens reproduzidas não representam os factos narrados)

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Sábado, 21 de Junho de 2008
Histórias de Guerra

Hoje, ao dar uma arrumadela nos ficheiros da pasta “os meus textos”, encontrei um pequeno conto de minha autoria (texto adaptado de “Sô Bicheira e Outros Contos” de A. Bobela-Motta) e que fala das atrocidades nas guerras. É evidente que as “feridas” provocadas pelos “turras” das nossas guerras coloniais ainda não estão devidamente saradas e para quem não bateu com os costados em África, falar é fácil. E as guerras que eclodiram a seguir às independências das ex-colónias também não foram pêra doce. Se tiverem oportunidade de conversar calmamente com quem esteve na guerra, seja ela qual tenha sido, verão que os “FilhosDaPuta” são sempre os que estiveram “do outro lado da barricada” e nunca “os do nosso lado”, mesmo que se venha a admitir que nem tudo o que se fez em algumas batalhas tenham sido dignas de se contar aos netos. Leiam então…

Histórias de Guerra
Notícias inquietantes traziam a população alarmada e impediam o jovem Pedro de ir a casa visitar sua mãe Rosa.
Acções aparentemente isoladas de mercenários portugueses ao serviço de Chipenda tinham efectuado um ataque a Vataku, tomado Vila Branca, desembarques de material de guerra aerotransportado na fronteira em Chicomba e diversas infiltrações de reconhecimento na zona do Namibe.
N’Giva, Chibia e Humpata tinham caído em poder das forças constituídas por sul-africanos e homens da UNITA. As forças do MPLA resistiam teimosamente e o grupo de que o Pedro fazia parte, tinha abatido uma avioneta sul-africana de reconhecimento, a tiro de espingarda. As barreiras instaladas nos arredores da cidade de Lubango são transpostas por dez blindados e trezentos homens aerotransportados. A artilharia operada pelos mercenários portugueses de Chipenda isola a cidade a norte. Às seis horas da tarde a cidade deixa de estar nas mãos das tropas de Luanda.
Rosa prepara a roupa do filho, de quem recebeu recado pelo pastor da Companhia. Às cinco da tarde o seu muito amado Pedro estará escondido junto à mangueira grande da cerâmica, a menos de duzentos metros de casa. Precisa de roupa para despir a farda ensanguentada e mais facilmente conseguir juntar-se aos camaradas que ainda se batem em Cacula e em Vila Branca.
Apareceu um jipe militar sul-africano, conduzido por um gigante barbudo, a seu lado um homem loiro de boina castanha e farda camuflada e dois soldados negros das tropas de Savimbi no banco de trás.
Mandaram parar a velha e o militar branco perguntou:
- Ó mais velha, para onde é a ida?
 - Vou mesmo para a cidade… na casa de uma amiga, levar-lhe a roupa do filho que está doente… eu lavei e cosi – respondeu Rosa.
Depois de lhe revistarem a saca aceitaram a explicação e deixaram-na seguir. Rosa ainda pensou mudar de direcção, para alertar o filho.
Mas o gigante barbudo através dos seus binóculos de campanha, detecta Pedro entre os ramos da mangueira e avisa o militar loiro, que pega na carabina de um dos soldados africanos, faz vagarosamente a pontaria e dispara. Atingido na cabeça, Pedro cai da árvore como fruto apodrecido desprendendo-se do galho. A velha Rosa corre e lança-se como louca sobre o corpo do filho. O seu grito lancinante ecoa por todo o vale, qual uivo pavoroso de fera ferida.
Os soldados correm para a mangueira. Afastam a mãe com uma coronhada brutal para ver de perto, no corpo fuzilado, o ponto em que a bala lhe acertara. E ela, antes de perder a consciência, ainda pôde ouvir um dos soldados negros dizer para o branco loiraça:
- Bom tiro, Sô Tovi! Bom tiro!

 

«Reboredo» / ViriatoWeb ⇒ Espero que sejam Histórias Sô Tovi!

 

Meu grande amigo «Reboredo»… HISTÓRIA é a narração dos acontecimentos, dos factos dignos de memória, enquanto CONTO é só uma pequena narrativa, uma lenda, uma invenção… Mas para que “qualquer coisa” nos venha à mente é no mínimo necessário que já tenhamos pensado nisso ou mesmo vivido acontecimentos muito parecidos com os narrados. E eu, como tu muito bem sabes, andei “muito perto” deste tipo de acontecimentos.

 

«zézen» / ViriatoWeb ⇒ A história pode ser real que não me afecta. O criminoso nem sempre é quem dispara. Matar um homem em situação de guerra é natural, sobretudo quando se pensa ter razão. Criminosos são os que premeditadamente preparam e decidem das guerras. A guerra colonial portuguesa foi um crime imundo e, o exército fascista português teve o papel de executante do regime. A maioria dos jovens soldados, foram "artilhados mentalmente" para se sentirem na pele de quem defendia o que era seu. Tive a sorte de adquirir (graças aos mais velhos) a conciência necessária para ter desertado e não fazer uma guerra condenada moralmente à partida. Nenhum exército de ocupação tem legitimidade para oprimir. Se por acaso alguém pensa que a guerra era justa, que se ..........

Passados 35 anos esta guerra ainda me faz perder as estribeiras. Penso muitas vezes naqueles que a fizeram e especialmente nos que ainda não compreenderam o que lhes aconteceu. Gostava de ter pena dos que por là ficaram enterrados, mas não tenho. Tenho pena dos familiares que os perderam. Pais, Mães, Mulheres, filhos, irmãos, familiares e amigos. Pessoalmente o que me ajudou a dar o salto, foi a consciência adquirida no trabalho associativo e terem-me ensinado a dizer não aos fachos e à sua injustiça. Obrigado a toda aquela gente humilde, muitas as vezes sem formação académica, mas com muita formação humana, que me educaram nos valores da Democracia e no fazer o bem pelo bem. Desculpem lá se sou chato com estas "merdas", mas quem não sente não é boa gente. Os fachos e os pilares que os sustentaram (igreja, latifundiários e grande empresariado), comigo vão de carreta. :twisted:

«XôZé» / ViriatoWeb ⇒ Esta é a tal estória que o Tovi contou há muito, muito tempo, nas Farpas.
«zézen» / ViriatoWeb ⇒ Nunca tinha lido. Acho que faz muito bem em escrever e partilhar connosco. Para ele, Tovi, um Forte Abraço.
 
«rafael de zafra» / AzulJasmim LEVANTO MI COPA POR ELLO, Y AÑADO......
Yo fuí un niño de los que se criaron en las Colonias, en esa otra España que estaba en África, con amigos de toda condición y color, blancos, negros, indianos, mestizos, musulmanes pues en casa escogíamos a la buena gente............... me quedo con la frase de una canción de los años 70 de un programa español "HUBO EN ESPAÑA UNA GUERRA, QUE COMO TODAS LAS GUERRAS, LA GANARA QUIEN GANASE, LA PERDIERON LOS POETAS.........."
Por las colonias, por España, por Portugal, por las gentes de äfrica que siguen sintiendo a España y Portugal en su corazón, por los españoles y portugueses que seguimos sintiendonos africanos........POR ELLOS LEVANTO MI COPA Y POR TÍ TOVI, QUE MUEVES TAN PRECIOSOS RECUERDOS.

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