"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 17 de Junho de 2017
Candidatura de Portugal à sede da EMA

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Já lá vai mais de um mês que a Assembleia da República aprovou por unanimidade um "Voto de Saudação" intitulado "De Apoio à Candidatura de Portugal à sede da Agência Europeia de Medicamentos", que curiosamente (ou inexplicavelmente) por várias vezes indicava Lisboa como o local para instalação da sede da EMA. Será que a minha repulsa pelo centralismo é que me faz não conseguir perceber esta “unanimidade” dos deputados da Nação? Por mais explicações que me dêem, e já mas deram de todas as cores e feitios, ainda não consegui entender, ou então entendi perfeitamente que os senhores deputados continuam a ser os “carneirinhos” das elites da política partidária deste nosso Portugal.

 

  19h00 de hoje

Acaba-se de saber que o Governo vai reabrir a candidatura portuguesa à Agência Europeia do Medicamento - Isto é uma grande vitória da diplomacia de Rui Moreira, que enquanto o Pizarro berrava e apresentava resoluções tentando afastar-se do Governo, o nosso Presidente de Câmara conseguiu não uma comissão local e calimera mas sim fazer parte da comissão nacional.



Publicado por Tovi às 14:46
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Quinta-feira, 13 de Abril de 2017
PCP quer avançar com referendo à Regionalização

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No encerramento das jornadas parlamentares da bancada comunista, que decorreram em Coimbra na segunda-feira e terça-feira, 10 e 11 deste mês, João Oliveira, líder da bancada do PCP, disse que o partido irá avaliar a disponibilidade dos outros grupos parlamentares para avançar com o referendo da Regionalização em 2019. "Sem haver na Assembleia da República disponibilidade para avançar com o processo, a questão nunca chegará a ser colocada ao Presidente da República", disseram os comunistas.

Isto é tudo muito bonito mas vindo donde vem é de desconfiar… pode ser que os comunistas portugueses tenham abandonado o Centralismo de que sempre tanto gostaram, mas eu cá vou esperar para ver.

 

   Avante - N.º 2263 de 13.Abril.2017

Criar as regiões administrativas

O PCP quer ver estabelecido um calendário que permita que em 2019 esteja concluída a criação e instituição das regiões administrativas. Uma proposta concreta nesse sentido será formalizada em breve, informou João Oliveira, adiantando que a mesma prevê que a AR, através de resolução, submeta à consulta das assembleias municipais, até ao final de 2017, dois mapas possíveis de criação em concreto das regiões administrativas. Um, refere-se à proposta assente no mapa de criação aprovado em 1998 e submetido a referendo; o outro, corresponde às cinco regiões-plano hoje coincidentes com as áreas das CCDR.
De acordo com o calendário proposto, o resultado do debate nas assembleias municipais (deliberações ou pareceres) será por estas enviado até ao final do primeiro semestre de 2018, após o que, no segundo semestre de 2018, poderia ser aprovada a Lei de Criação das Regiões e a proposta de convocação de um referendo a realizar no primeiro trimestre de 2019.
Em caso afirmativo no referendo, ainda segundo aquele calendário, as primeiras eleições para os órgãos das regiões administrativas poderiam ocorrer no segundo semestre de 2019, passando a coincidir com as demais eleições autárquicas a partir de 2021.
Ciente da importância deste objectivo e de obter uma «ampla convergência que o torne possível», os deputados comunistas aprovaram também nas suas Jornadas a realização de um conjunto de iniciativas de debate a partir da AR sobre esta matéria, bem como o início de contactos com os restantes grupos parlamentares com vista a apurar opiniões sobre a regionalização e a obter os consensos políticos que permitam torná-la realidade.

 

  Comentários no Facebook

«Jota Caeiro» - a minha modesta opinião... eu, e conforme sabe quem me conhece, coloquei a problemática da regionalização de parte. também porque esmiuçar o assunto da maneira que o fazem é irreflectido e transtorna o assunto na sua base, como se constasse na liderança de interesses de grupos específicos de cidadãos. há um valor intrínseco, um problema seriíssimo, do qual não se deveriam abster: o país deixou de ser uma pátria porque a classe dirigente do bloco central se constituiu num grupelho de párias. uma organização territorial assim estruturada perde não só na sua fórmula como no conceito mesquinho assim suscitado e assim criado num covil de ladrões que são quem ladrilha o território com o único fito de colher resultados para a sua rapina canalha, estabelecidos, também, nas CCR's, satélites sequazes dessa gentalha maior desse bloco central invariavelmente nos governos desde 1975 (aliás, e praticamente, desde sempre!). assim sendo, e porque se alude ao estado degradado e degradante do Estado Português, como à Pátria feita pária, que vê em cada um dos seus constituintes uma forma de obter resultado líquido para a sua vilanagem, para a sua acção continuada de furto, poderemos por bem declarar que a tentativa de resiliência da Nação como nação só virá prejudicar os seus próprios constituintes. Portugal como nação expirou quando os seus cidadãos passaram a ser meras vítimas de extorsão de cabedais para usufruto de uns quantos dirigentes bestiais que todos sabemos quem foram e quem são, beneficiando-os só a eles, aos membros desse grupo restrito liberal do referido bloco central, e não às gentes que pudessem formar essa nação. PORTUGAL ACABOU meus amigos. PIM! bastaria uma simples ilha açoriana fazer-se a declarar-se independente e todas as outras se lhe seguiriam a formar um novo estado atlântico! bastaria ao Porto soerguer-se a declarar a sua separação para que não sobrasse ensejo de outros territórios, de outras gentes, a arrepiar caminho na criação de novos Estados independentes. seria melhor para essas gentes, para essa multiplicidade de povos que ontem formaram aquilo que em Badajoz se perdeu irremediavelmente... deixem de ser insensatos, deixem de ser regionalistas! passem a ser separatistas autênticos. vocês, cada um de vós, não tem nada a ver com a merda que vos governa!



Publicado por Tovi às 08:14
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Segunda-feira, 20 de Março de 2017
A verdadeira reforma de Estado

Andei a dar uma voltinha pelos vários grupos facebookianos onde a temática da Descentralização e Regionalização é primordial e, infelizmente, nem uma palavrinha por lá consegui ver, seja a dizer bem ou a dizer mal desta "verdadeira reforma de Estado", como lhe chamou o ministro Adjunto Eduardo Cabrita. E os “militantes” dos partidos, sejam os da Geringonça ou os da oposição, também não dizem nada… estarão à espera de ver o que irão dizer as “mais altas instâncias partidárias” para depois virem aplaudir e abanar as bandeirinhas?... Começo a convencer-me que temos o que merecemos.

 

  JN - 16Mar2017

image.jpgGoverno disponível para discutir descentralização com oposição

O Governo assumiu disponibilidade para discutir as propostas de descentralização da Esquerda e da Direita. Contudo, no Parlamento, o ministro Adjunto Eduardo Cabrita avisou que não se pode "adiar mais" aquela que é uma "verdadeira reforma de Estado".
Segundo Eduardo Cabrita, a proposta do Governo para a descentralização de competências para as autarquias "surge após um ano de trabalho intenso, envolvendo todas as áreas de governação" e não se trata de "uma estratégia, nem desresponsabilização nem de privatização das funções do Estado".
"Foi um ano trabalho intenso com associações representativas quer dos municípios, quer das freguesias, que permitiu criar um contrato de confiança", disse o governante, no debate de iniciativas de todos os partidos sobre novas competências das autarquias locais, sublinhando a abertura "para discutir qual a melhor estratégia de descentralização".
Mas, à exceção da disponibilidade concreta mostrada em relação às propostas do PCP, o ministro Adjunto nada disse em relação à intenção do PSD, anunciada pela deputada do Berta Cabral, para a "constituição de uma Comissão Parlamentar Eventual, para em 90 dias, tratar do processo de descentralização de competências nos municípios, nas freguesias e nas entidades intermunicipais".
No final do debate, foi anunciado pela mesa do Parlamento a votação já amanhã [sexta-feira] do projeto de resolução do PSD para a criação da comissão parlamentar. Contudo, a socialista Susana Amador já tinha referido durante o debate que o PS não vê "necessidade de criação de uma outra comissão". "Temos uma Comissão própria para esse efeito [Comissão de Poder Local]", defendeu.
Pouco antes deste debate ter começado, o líder parlamentar do PS, Carlos César, assumiu a intenção de a bancada socialista viabilizar todos os projetos para que possam ser discutidos na especialidade [Comissão Parlamentar do Poder Local].

Visões distintas à Esquerda e à Direita
Eduardo Cabrita deixou sem resposta o deputado do BE Pedro Soares, que questionou o Governo pelo facto de se avançar com um processo de descentralização quando "era muito importante que tivesse sido dada a voz às freguesias que não se sentem confortáveis com a agregação".

O bloquista criticou ainda os socialistas por se terem "enredado a criar umas entidades atípicas", ao reforçar o poder das entidades supramunicipais "não eleitas democraticamente".
O PSD, pela voz de Emília Santos, mostrou receio pela extinção dos "Contratos Interadministrativos de Educação [criados pelo Governo PSD/CDS, em 2015]", com o plano de descentralização do Executivo PS. Mas Eduardo Cabrita assumiu que o Governo analisou "mais de uma centena de contratos" referidos. "Não queremos acabar com competências, queremos avaliá-las e ir mais à frente", argumentou o ministro.
Já o PCP alertou que "os processos de transferências de competências que temos tido no nosso pais não têm sido positivos".
"Até diria que a avaliação é bastante negativa. O que se tem verificado é uma transferência de encargos sem respetivos meios. Assim foi com escolas de primeiro ciclo, com os Contratos de Execução, em 2008, ou os Contratos Interadministrativos, do PSD, em 2015. Não é um bom exemplo", admitiu a comunista Paula Santos, que apelou a que as novas competências sejam acompanhadas por mais "receitas próprias" das autarquias e a participação "nas receitas do Estado".
"A descentralização não pode corresponder à desresponsabilização do Governo. Não pode por em causa as funções constitucionais do Estado. Não é admissível que passem a existir 308 políticas de educação ou saúde", explicou.
Do lado do CDS, Álvaro Castello Branco disse que "muitas das competências que [os socialistas] pretendem descentralizar nem foram discutidas" com as autarquias locais. "O Governo não lhes apresentou documentação do que está aqui a ser discutido", acusou o centrista.



Publicado por Tovi às 08:02
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017
A TAP continua a desprezar o Porto

Vários deputados socialistas eleitos pelo círculo do Porto (incluindo Tiago Barbosa Ribeiro) apresentaram na Assembleia da República várias questões ao Governo sobre a TAP. Ficamos a aguardar respostas.

 

 
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Assunto: Política comercial da TAP contrária ao Porto
Destinatário: Ministro do Planeamento e das Infraestruturas

Exm.º Sr. Presidente da Assembleia da República,
A TAP Portugal é uma companhia aérea portuguesa cuja maioria do capital é hoje em dia controlada pelo Estado Português, tendo por isso obrigações de serviço público em relação a todo o país que estão em risco no Aeroporto do Porto.
Ao longo dos anos, a TAP tem vindo a desinvestir neste aeroporto fundamental para o país, uma infraestrutura que lidera no contexto do noroeste peninsular, que ultrapassou recentemente os nove milhões de passageiros e que tem vindo a ser distinguido pelo Airports Council International como um dos melhores aeroportos europeus.
Esse desinvestimento evidencia-se pelo recente corte de ligações do Porto para a Europa, incluindo aquelas com especial relevância para o tecido produtivo da região (Milão, Roma, Barcelona e Bruxelas), pela clara redução de voos intercontinentais, pela criação de uma ponte área para levar passageiros em escala para outras ligações em Lisboa e, de uma forma geral, por opções contrárias ao reforço da presença da TAP no Porto, incluindo nas contratações de trabalhadores.
Agravando esta situação, ontem foi noticiado que as viagens de longo curso com escala em Lisboa operadas pela TAP ficam mais baratas a partir de Vigo que do Porto, desviando desta forma a procura galega pelo aeroporto do Porto e introduzindo uma desigualdade que pode atingir centenas de euros para os mesmos voos.
Ou seja, não só a TAP decidiu concentrar a maioria dos voos intercontinentais em Lisboa, eliminando essas opções no Porto, como fomenta a sua escala de procura em Vigo, em claro confronto com o aeroporto do Porto. Para os deputados socialistas signatários desta questão, esta opção é intolerável e reforça um centralismo feroz que agrava disparidades regionais e que afronta o interesse nacional.
A TAP não é uma companhia privada e, a partir do momento em que o Estado recuperou parte do capital da companhia, é fundamental que a TAP assegure o serviço público em todo o país.
Desta forma, as opções comerciais desta companhia não são uma mera decisão da gestão mas sim uma consequência do papel que o Estado deve ter na TAP.
Face ao acima exposto, venho ao abrigo do disposto na alínea d), do artigo 156º da CRP e da alínea d), do nº 1, do artigo 4º do RAR, colocar ao Governo, através do Senhor Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, as seguintes questões:
1. O Governo considera aceitável que uma companhia de bandeira portuguesa, controlada maioritariamente por capitais públicos, tenha uma política comercial desta natureza?
2. O Governo tem conhecimento que a TAP estimula a procura do aeroporto de Vigo em detrimento do aeroporto do Porto?
3. O Governo tem conhecimento do contínuo desinvestimento da TAP no aeroporto do Porto, para o qual a ponte área apenas reforça a concentração da procura no «hub» de Lisboa?
4. O Governo deu ou vai dar indicações à Administração da TAP para que corrija esta situação?
5. Em caso negativo, e perante o que aqui está descrito, o Governo considera que a recuperação do controlo público da TAP está a permitir salvaguardar os interesses nacionais?
Palácio de S. Bento, 1 de Fevereiro de 2017



Publicado por Tovi às 09:17
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Sexta-feira, 8 de Julho de 2016
É este o Parlamento que temos

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  Rui Moreira na Assembleia Municipal do Porto

“O Porto não agradece ao PCP (que a apresentou) e aos restantes partidos que votaram por unanimidade uma proposta para construção de novas linhas de Metro que esqueceu a Invicta. Estou convencido que a realidade será diferente, mas o que ontem se passou na Assembleia da República é uma vergonha para os deputados de todos os partidos.”

 

  Comentários no Facebook

«Nuno Santos» >> Uma vergonha é uma vergonha. Ponto.

«Jose Bandeira» >> Isto é o equivalente à caridadezinha hipócrita de quem promove uma imagem solidária repartindo os restos dos seus banquetes. Esquecem que quem paga esses banquetes somos nós, e isso não pode continuar!

«David Ribeiro» >> Regionalização, já!...

«Gonçalo Moreira» >> Separação, ontem..!

«Pedro Baptista» >> Rui Moreira disse e disse muito bem sobre os paspalhos de rabo colado da A.R. e sobre o PCP, o partido mais centralista deste desgraçado país. Os bonecos, estão lá há tão pouco tempo, mas já estão vendidos aos encantos da boçalidade dos inúteis. Os pecês de Lisboa, vêem, claro, do Porto, só os arredores e mal. Quando nem metade do Metro está feito no Porto e em Lisboa expande-se sobre as suas próprias expansões. Este país está cortado em dois, cada vez mais, e não foi cá de cima, donde ele foi criado, que foi provocada a divisão. Aliás, é normal que pecês e paspalhos estejam juntos no apoio a este governo: consegue ser, pela natureza de quem o integra, ainda mais centralista do que todo o centralismo que tem arruinado o país. É por isso que, se estávamos de tanga, deste último experimento vamos sair peladinhos... O melhor é mesmo longe... Passos Coelho e António Costa têm razão...

«Raul Vaz Osorio» >> Sempre as mesmas bestas centralistas.

«Jose Antonio Salcedo» >> É, literalmente, gozar com as pessoas. Fazem-no de uma forma que revela bem o grau de parolice saloia que também os caracteriza.

«Renato Rodrigues» >> Bem... Sou um fã de TP e é um tema que me interessa bastante. Acho que as linhas anunciadas são muito importantes. Uma obra muito interessante também, porque barata e útil, seria colocar o metro na Av da Boavista, onde antes circulava o eléctrico. Em vez desta gritaria, era interessante reivindicar-se isso. Nem sei, aliás, se a CMP entende esta obra como útil. Afinal o que propõe RM?

«Francisco Cunha Coutinho» >> Anda pouco atento, Renato Rodrigues, Rui Moreira há muito ja se pronunciou sobre o Metro na Boavista. É que... convém não criticar quando não se sabe do que se fala. O Metro já está OUT da Boavista há muito tempo !

«Renato Rodrigues» >> Então que linha propõe ele? Era essa a minha pergunta caso não tenha percebido no seu afã de vir fazer claque. Rui Moreira no caso limita-se a protestar. Qual a linha prioritária para o Porto? A linha na Boavista tem a enorme vantagem de não necessitar de túnel, logo muito mais barata.

«David Ribeiro» >> Eu não tenho procuração do Rui Moreira para vir aqui dizer o que ele pensa ou não pensa, mas se bem me recordo as linhas do Metro do Porto consideradas mais prioritárias por muito e boa gente são a do Campo Alegre e a ligação ao Hospital de São João via São Mamede de Infesta.

«Manuel Almeida» >> Sim! E basta olhar para o mapa da cidade para verificar que essas duas linhas são mesmo importantes para os Portuenses.

«Renato Rodrigues» >> A de S. Mamede é fácil, já lá tem a linha de Leixões. Isso era uma excelente reivindicação. O custo é praticamente zero. O serviço seria diferente de um metro, com menos paragens, mas mais rápido. Os TP em Pt têm o grande problema de serem feitos de forma completamente descoordenada e aparentemente por quem não os usa. Estar a fazer uma linha em túnel largamente redundante com outra ferrovia, não lembra ao diabo, desculpem lá. Ligar S. bento e o Campo Alegre seria interessante, mas uma linha bastante curta.

«Tiago Vasquez» >> A linha começaria no Mar, Via Nun'Alvares, Praça Imperio, Diogo Botelho, C Alegre...

«Renato Rodrigues» >> Mas isso não iria esgotar quase toda a verba?

«Tiago Barbosa Ribeiro» >> "Esquecida?" "Vergonha?" Leu o PJR? Relaciona-se com linhas com um enquadramento histórico preciso. Não implica esquecimento do Porto nem nenhuma das outras cidades onde o metro opera.

«David Ribeiro» >> Tendo em consideração o Projeto de Resolução n.º 167, datado de Fevereiro deste ano e da autoria do PCP, único documento a que eu tive acesso, não se falava dos percursos importantes para o Metro do Porto, linha do Campo Alegre e a ligação ao Hospital de São João via São Mamede de Infesta.

«Tiago Barbosa Ribeiro» >> O PJR tem um enquadramento específico. Não pressupõe o esquecimento de outras linhas no Porto e noutros concelhos do distrito, tal como um PJR a recomendar abertura de um centro de saúde em Vila do Conde (exemplo prático) não pressupõe o esquecimento de outros centros.



Publicado por Tovi às 08:06
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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2016
Eles não dão ponto sem nó

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Rui Moreira já o afirmou publicamente e muitos outros também já a isto se referiram: O objectivo da TAP ao “roubar” rotas ao aeroporto Sá Carneiro visa unicamente pôr a Portela rapidamente a transbordar e assim ser fácil justificar um colossal investimento nacional num novo aeroporto de Lisboa, desta vez na Margem Sul, com a respectiva nova travessia sobre o Tejo. O lóbi da construção civil, particularmente nos governos de José Sócrates, já o tinha tentado várias vezes, primeiro com a OTA, depois com o “Jamais” e agora com o Montijo. E se não pomos travão a esta loucura de António Costa lá vamos nós a caminho de um novo afundamento ruinoso, desta vez ainda mais completo.

 

De Tiago Barbosa Ribeiro, deputado da Nação e presidente da concelhia do PS-Porto:

1) A TAP é, desde há muito, uma companhia que tem vindo a ignorar o Porto e o Norte. Isso inclui supressão de rotas, frota de aviões direccionados para o Porto (maioritariamente da ex-PGA), áreas para os passageiros, entre muitos outros indicadores (relembro os serviços mínimos insultuosos que foram fixados durante a última greve dos pilotos) que demonstram uma gritante desigualdade e que confirmam as razões de queixa do Porto.

2) O PS Porto tem vindo a pronunciar-se sistematicamente sobre este e outros temas, colocando sempre o Porto à frente de quaisquer outras opções (deixo, a título de exemplo, notícia de Maio de 2015). É assim na TAP, nos fundos comunitários, na fusão das águas, nos transportes públicos e em muitas outras temáticas. Sobre tudo isto, o PSD e o CDS cobriram-se de silêncio (ou de vergonha) ao longo dos últimos anos.

3) Só é possível influenciar decisivamente a TAP e apoiar o Porto mantendo-a na esfera pública. A decisão do anterior Governo, tomada à pressa e já depois de ter sido demitido pela AR, foi mais uma que prejudicou o país e o Norte. A supressão dos voos foi consequência dessa negociata. Não é possível ser-se simultaneamente a favor da privatização da companhia e depois rasgar as vestes com decisões resultantes dessa privatização.

4) PSD e CDS, que foram e SÃO a favor da privatização, não podem exigir nada ao Governo. Podem estar calados e assobiar para que não nos lembremos do que fizeram.

5) O actual Governo recuperou parte do controlo público da TAP. Tem agora de garantir que esse controlo é exercido em prol de todo o país e os socialistas do Porto não aceitam menos do que isso. Estou plenamente convencido de que assim será, em linha com outras decisões que o actual Governo já tomou e que demonstrou o respeito pelo Porto que faltou na última legislatura. Só é possível termos este debate porque António Costa agiu.

6) O Presidente Rui Moreira tem feito um importante combate em prol dos interesses do Porto e da região, contra o permanente vírus do centralismo. Conta com o apoio do PS Porto!

(PS: Hoje a TAP foi debatida no Parlamento e o Manuel Pizarro, vereador na CMP e candidato à Federação do Porto do PS, não deixou de marcar presença. É assim que o Porto tem voz.)



Publicado por Tovi às 10:31
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Sábado, 24 de Outubro de 2015
Ferro Rodrigues é o novo Presidente do Parlamento

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A prova que há um novo enquadramento das forças políticas no plenário da XIII Legislatura (há quem lhe chame “a direita” e “a esquerda”) foi a eleição para presidente da Assembleia da República do socialista Ferro Rodrigues, com 120 votos contra 108 de Fernando Negrão do PSD. Quebrou-se assim a tradição de 4 décadas de o presidente do Parlamento sair do partido vencedor das eleições. Estou tentado a admitir que esta eleição foi a primeira vitória de António Costa após o último discurso de Cavaco Silva com fortes críticas aos partidos à esquerda. Agora é praticamente certa uma moção de rejeição ao programa de Governo de Passos Coelho e Paulo Portas pelo Partido Socialista, Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português.

 

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«José Eduardo Regalado» >> Votação que ficou muito longe das que o J. Gama conseguiu: Em 2005 conquistou 197 votos e em 2009 204.

«David Ribeiro» >> A legitimidade na eleição para a presidência da AR consegue-se pela metade dos votos mais um... e não há presidentes de Parlamento "qualificados" pelo número de votos.

«José Eduardo Regalado» >> Eu não disse isso, bastava ganhar por um voto. Só quis dizer que não é uma vitória como já houve outras. Segundo os critérios que hoje servem para deitar abaixo a coligação, ele perdeu a eleição por não ter conseguido tantos votos como um seu antecessor.

«David Ribeiro» >> Esse teu raciocínio não tem razão de ser... Em eleições deste tipo só há "classificação" (1º, 2º, 3º,...), não há "qualificação" (excelente, muito bom, bom, suficiente,...).

«José Eduardo Regalado» >> Se tu o dizes... Eu pensei que agora ganhava quem tivesse ganhado mais votos em relação à anterior, e perdia quem tivesse perdido votos em relação à votação anterior. Afinal não. Tenho que rever os meus conceitos. wink emoticon




Sexta-feira, 23 de Outubro de 2015
Cavaco indigitou Passos Coelho

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E pronto!... Já temos Primeiro-Ministro, o que não quer dizer que tenhamos Governo estável e duradouro. Agora está tudo na mão dos 230 deputados da Nação. Mas também vai ser interessante saber a constituição deste novo elenco governativo de Passos Coelho e quais serão as linhas mestras do programa que irá apresentar à Assembleia da República.

 

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«Diogo Quental» >> Agora que já hà PM indigitado, vai haver alguma consequência política pela derrota escandalosa do AC? É que se não houver, alguém mais maldoso até poderia pensar que toda esta alucinação apenas serviu para desresponsabilizar o próprio...

«David Ribeiro» >> A procissão ainda vai no adro, pois foi assim que o Cavaco quis. Tanto quanto me parece este agora indigitado governo de Passos Coelho tem os dias contados e ainda vai ser António Costa a rir-se desta ((legítima) decisão do Presidente da República. Mas a forma mesquinha como Cavaco Silva no seu discurso tratou a esquerda parlamentar foi indigna de um mais alto magistrado da Nação.

«Diogo Quental» >> O PR esteve ao nível do comportamento da esquerda parlamentar. Tecnicamente mal, tacticamente já não sei. Acho que se tentou pôr em causa a democracia, pelo que talvez seja direito do PR endurecer o discurso.

«Miguel C Reis» >> A indigitação de Passos Coelho como primeiro-ministro não foi propriamente uma surpresa. Seria difícil que Cavaco Silva não testasse a remota hipótese de um governo da coligação passar na Assembleia da República, tanto mais quanto a PaF foi a força mais votada nas eleições. O que surpreendeu no discurso que ontem à noite Cavaco fez aos portugueses é fazer acompanhar a sua decisão de um autêntico apelo à rebelião dos parlamentares PS, lembrando enfaticamente que “é aos deputados que cabe decidir, em consciência e tendo em conta os superiores interesses de Portugal”. Numa intervenção profundamente ideológica e com momentos alarmistas, como quando invoca a quebra de confiança dos credores e dos mercados caso seja nomeado um Governo de esquerda, Cavaco acaba por deixar no ar um cenário de recusa de uma solução liderada por António Costa, ainda que ela resulte de uma maioria sufragada no Parlamento. Um cenário muito complicado e contraditório com o poder dos deputados que antes invocara.

«João Simões» >> Coitado do cavaco e da Maria. O cavaco fez um discurso de líder do PSD. Esqueceu se dos portugueses que votaram numa solução de esquerda e deram um cartão vermelho ao PAF. A decisão de indigitar passos não foi surpresa. O discurso radical é que foi uma lástima. Atirou 20pc do eleitorado para a clandestinidade.

«David Ribeiro» >> O Cavaco não previu esta hipótese?... Era por demais evidente e, no meu entender, o discurso de ontem do Presidente da República – apelo velado a uma cisão na bancada parlamentar do PS - só veio criar mais consenso em toda a esquerda parlamentar contra o agora indigitado governo de Passos Coelho.

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Publicado por Tovi às 07:45
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Sexta-feira, 20 de Março de 2015
Mais um episódio da “telenovela” BES/GES

Comissão de Inquérito Parlamentar Ricardo Salgad

Decorreu ontem na Assembleia da República uma nova audição de Ricardo Salgado na Comissão Parlamentar de Inquérito à Gestão do BES e do Grupo Espírito Santo.

 

  Alguns apontamentos do que por lá se disse

Ricardo Salgado, com um ar mais abatido do que lhe conhecíamos, no início da sua intervenção deu-nos a entender que esta iria ser uma confissão de arrependimento. Mas começou logo por acusar os "amigos" de o terem abandonado.

Ricardo Salgado chamou ao Parlamento a "verdadeira casa da democracia"... Dito por ele tem outro significado, sem dúvida.

Na óptica de Ricardo Salgado, só há um culpado na falência do BES… é o Banco de Portugal.

Segundo Ricardo Salgado os clientes de retalho do BES que subscreveram dívida do ESI e RioForte deveriam estar na conta-corrente do Novo Banco, pois para isso havia provisões para acautelar o reembolso dos valores em causa.

O colapso do BES deve-se unicamente à fuga de depósitos dos clientes. Não foi assegurada uma transição pacífica aquando da saída de Ricardo Salgado da gerência do banco.

Em julho de 2014 havia uns americanos dispostos a meterem muito dinheiro no BES e o Banco de Portugal disse que não era necessário.

Podemos concluir que, segundo Ricardo Salgado, quem acabou com o BES foi o Banco de Portugal. E pergunto eu: Para onde foi o dinheiro? É que Salgado diz que não foi para os bolsos dos accionistas. [Reflectindo: Para mim, que de bancos pouco mais sei que manter uma mísera conta, o que se passou é que investiram mal ao longo de vários anos e o dinheiro ia-se buscar ao BES onde existia em relativa quantidade, fruto de depósitos dos muitos clientes. E de um ano para o outro se foi andando sempre com o governo e Banco de Portugal a assobiar e olhar para o lado.]

Carlos Abreu Amorim (PSD), citando João Duque, chamou a Ricardo Salgado "um escroque da pior espécie". Ricardo Salgado respondeu-lhe que só está a tentar provar que tem razão e é isso que espera poder fazer nos Tribunais.

Ricardo Salgado enumerou os negócios ruinosos que aconteceram em Angola ao Grupo Espírito Santo. [Reflectindo: No meio destas "aldrabices" todas o que eu admiro é a ginástica intelectual que todos eles, Ricardo Salgado e seus companheiros no BES/GES, arranjam para justificar a desgraça. Parece-me que todas as intervenções de Ricardo Salgado nesta Comissão de Inquérito são já o "trabalho de casa" para o julgamento que irá (???) decorrer nos Tribunais portugueses.]

O Pedro Nuno Santos (PS) está a atrapalhar o Ricardo Salgado... Este até já nem sabe quem era governo quando se "estampou" em negócios em Angola.

Ricardo Salgado continua a afirmar que o BES estava bem mas que as empresas do Grupo Espírito Santo (não financeiras) foram um desastre. Um segredo que Ricardo Salgado nos divulgou nesta audição: "Em 2012 o Banco de Portugal afirmava que era normal não se saber quem eram os donos das empresas estrangeiras onde os bancos portugueses investiam". Se isto é segredo, não há segredos em Portugal, digo eu.

Cecília Meireles (CDS) confrontou Ricardo Salgado com o facto de haver quem tenha confiado nele para fazer aplicações no BES que agora não são pagas. Ricardo Salgado disse que sempre deu instruções para se informar os clientes que estas aplicações (papel comercial - clientes 360) tinham algum risco. Mesmo assim, afirmou Ricardo Salgado, havia dinheiro posto de lado para reembolsar estes clientes. É preciso perguntar ao BdP o que foi feito deste dinheiro.

Ricardo Salgado confessa que o Grupo Espírito Santo tinha defeitos de organização. E continuou: “O BES não faliu, o BdP obrigou-o a acabar”.

O deputado Miguel Tiago (PCP) fez Ricardo Salgado voltar ao "não me recordo", "não sei", "não acredito que tenha feito isso"... Quando as perguntas são inconvenientes lá se vai a memória.

Mariana Mortágua (BE) esteve no bom nível a que já nos habituou, muito assertiva e calma, mostrando ter os dossiers bem estudados e arrancando até alguns simpáticos elogios por parte do inquirido.



Publicado por Tovi às 09:30
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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2014
Nunca a Regionalização fez tanta falta como agora

Rui Moreira Regionalização CM 14Dez2014.jpg

(Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto, no seu artigo de “Opinião” no jornal «Correio da Manhã» de 14 de Dezembro deste ano)

Os grandes culpados de não termos a Regionalização são o PS, o PSD e o CDS, partidos que em 3 de Abril de 1998 votaram favoravelmente na Assembleia da República a Lei orgânica do referendo que, diferentemente do artº 256º da Constituição (*), impõe a participação de mais de 50% dos eleitores como condição para o carácter vinculativo do referendo sobre a regionalização. Foi pedido ao Presidente da República que sujeitasse esta lei à fiscalização preventiva do Tribunal Constitucional mas Cavaco Silva promulgou de imediato a lei.

(*) Art.º 256º - 1) A instituição em concreto das regiões administrativas, com aprovação da lei de instituição de cada uma delas, depende da lei prevista no artigo anterior e do voto favorável expresso pela maioria dos cidadãos eleitores que se tenham pronunciado em consulta directa, de alcance nacional e relativa a cada área regional. 2) Quando a maioria dos cidadãos eleitores participantes não se pronunciar favoravelmente em relação a pergunta de alcance nacional sobre a instituição em concreto das regiões administrativas, as respostas a perguntas que tenham tido lugar relativas a cada região criada na lei não produzirão efeitos. 3) As consultas aos cidadãos eleitores previstas nos números anteriores terão lugar nas condições e nos termos estabelecidos em lei orgânica, por decisão do Presidente da República, mediante proposta da Assembleia da República, aplicando-se, com as devidas adaptações, o regime decorrente do artigo 115º.

 

  Comentários no Facebook

«Pedro Baptista» >> Sim, mas a regionalização mesmo, democrática e que sirva para alguma coisa, não as tangas costumadas. Sempre que se aproximam eleições o PS acena a Norte com esta bandeira que depois trai. Desta vez Costa, com o agramente do amigo Rio, anda a brincar com uma pseudo-regionalização para "enganar parola" resumida a pôr os presidentes das CCRD com mais competências e a serem eleitos pelos presidentes das câmaras da região. Mistificação completa! Mas quando o PS se comprometer a ...fazê-la a sério também não teremos nenhuma garantia que ela seja feito. Afinal Guterres comprometeu-se, Gomes avalizou, e traíram completamente com a invenção do referendo ainda por cima duplamente anticonstitucional: por fazer depender a constitucional regionalização de seja o que for e por referendar parte de uma constituição que não pode ser referendada. Sócrates fez melhor, fez do imperativo constitucional o silêncio absoluto. O interesse dele estava noutras áreas, sobretudo na mobilização dos recursos que estamos a pagar, para o desenvolvimento nacional adjudicado às empresas dos "seus amigos". Temos a certeza que o presidente da Câmara do Porto não se vai deixar embalar por estes cantos de sereia muito menos se vai deixar comer por lorpa... Porque, quanto a nós, à primeira cai quem quer, à segunda quem quer cai...



Publicado por Tovi às 09:19
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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2014
Tecnoformagate

{#emotions_dlg.away} 10h00 - Vai iniciar-se na Assembleia da República a discussão do Tecnoformagate.

{#emotions_dlg.away} 10h15 - O Primeiro-Ministro acaba de afirmar no Parlamento que nunca recebeu qualquer dinheiro da Tecnoforma. Foram só despesas de representação e almoços... Isto é que é preciso ter uma lata.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Enquanto não provarem que recebeu de facto, pode dizer o que lhe apetecer.

«Mario Jeronimo» no Facebook >> E um fait divers para distrair a malta da figura triste que o Seguro e o Costa andam por ai a fazer.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Estou a acompanhar em directo: "Passos desafia críticos a comprovarem acusação de pagamentos indevidos" :)

«Carlinhos da Sé» no Facebook >> Tou a menar...

{#emotions_dlg.away} 10h28 - António José Seguro desafia Passos Coelho a permitir o levantamento do sigilo bancário para se saber o que recebeu e de quem.

{#emotions_dlg.away} 10h40 - O “calimero” Seguro tem razão em desafiar o PM a mostrar os seus movimentos bancários à época dos factos em apreço. Como diz o Povo quem não deve não teme. Mas Passos Coelho não está para isso virado e afirma sob compromisso de honra que só recebeu de uma ONG da Tecnoforma despesas de deslocação e nunca vencimentos.

«Joaquim Leal» no Facebook >> "stripe tease" das contas bancárias...lol :D

{#emotions_dlg.away} 10h50 - Jerónimo de Sousa mais uma vez a demonstrar trazer o trabalho de casa bem feito e a acusar Passos Coelho de não conhecer a regulamentação da AR sobre regalias dos deputados.

{#emotions_dlg.away} 11h08 - Catarina Martins quer saber se foram tostões ou milhões as despesas de representação que Passos Coelho recebeu da ONG da Tecnoforma.

«Joaquim Leal» no Facebook >> O homem foi ao Porto... :P Conclusão: recebeu mas não se sabe é quanto. :/

«Carlinhos da Sé» no Facebook >> P.Ministro -1/Oposição-0, se houver nova "bufadela" vão à desforra.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Siga... "Waiting for nothing"

{#emotions_dlg.away} 13h20 - Foi necessário quase uma semana para Passos Coelho “fabricar” a história que foi apresentar no Parlamento no debate desta manhã ou então uma qualquer poção mágica fez com que de um momento para o outro tudo lhe viesse à memória. O mais certo, e porque não somos inocentes, é ter havido um acerto de ideias entre o nosso Primeiro-Ministro e os senhores da Tecnoforma para tudo bater certo. Esta malta… como se não os conhecêssemos.

«Jorge Saraiva» no Facebook >> Desculpe mas o que escreveu acima é o que se chama um processo de intenções! A não ser que conheça dados que não são públicos.

«Zé Carlos» no Facebook >> David Ribeiro, ainda a propósito do Renault Clio com que ele foi para o Algarve nas últimas férias, cadê o Mercedes de matrícula estrangeira com que ele andava nesses tempos.....

«Miguel C Reis» no Facebook >> Mas alguém que tenha a gentileza de me explicar como é que se pode estar em EXCLUSIVIDADE no Parlamento e a representar empresas ou ONGs que nada têm a ver com o dito Parlamento (sim, porque se tem despesas de representação reembolsadas, é porque andou a representar quem o reembolsou)...

«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> Pode, com está mentira, safar-se de acusações criminais e especialmente de ser forçado a devolver is dinheiros mal recebidos, mas nāo se livra é da machadada final na imagem que quiz contruir de honesto empreendedor liberal. Afinal é apenas um vigarista subsídio-dependente.

«Jorge Queiroz» no Facebook >> Para lhe avivar a memória, talvez dar-lhe algum fósforo e, já agora, um bocadinho de gasolina.



Publicado por Tovi às 10:05
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Quarta-feira, 22 de Junho de 2011
Presidente da Assembleia da República

  Assunção Esteves

Tenho andado distraído... É que não me recordo de alguma vez ter visto esta Transmontana de Valpaços... E tenho eu a mania que conheço toda a gente.


«Joaquim Leal» in Facebook >> Uma mulher com classe e muito bonita. O mais importante é porque se trata de uma MULHER como 2ª figura do Estado, finalmente!

«Zé Zen» in Facebook >> Andas muito tolerante, andas outra vez com falta de afeto? :))

«Zé Regalado» in Facebook >> O que lhe pode faltar é mesmo afecto. Mas deixa lá, Tovi, que eu também não me lembro desta senhora. Mas parece que estamos bem com esta presidenta.




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