"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
A estratégia de “Cavalo de Tróia” de Manuel Pizarro

cavalo-png_png.jpgA última secção da Assembleia Municipal do Porto, na passada Quarta-feira, veio demonstrar que a estratégia de “Cavalo de Tróia” do socialista Manuel Pizarro tinha unicamente como fim conseguir lugares destacados na lista de Rui Moreira para o executivo camarário nas próximas Autárquicas e nunca ser minimamente coerente com o acordo que tinha feito para o governo da Cidade Invicta. O voto contra de Pizarro à criação da empresa municipal de cultura - Porto Cultura – não surtiu efeito, pois nem todos os deputados socialistas disseram “sim” à atitude política do líder da distrital do PS-Porto, viabilizando assim aquilo que é fundamental para a Cultura da nossa cidade. A proximidade do dia de “meter o papelinho na caixinha” não pode desculpar nada e não se esqueçam os militantes socialistas que os portuenses já noutras alturas souberam responder a todo o tipo de traições à Cidade Invicta.



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Segunda-feira, 3 de Julho de 2017
Assembleia Municipal do Porto

Autárquicas AMPorto 2013.jpg

Nas Autárquicas2013 foi assim para a Assembleia Municipal da Cidade Invicta… mas agora “O Nosso Partido é o Porto” tem que atingir a maioria absoluta.



Publicado por Tovi às 14:36
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Terça-feira, 30 de Maio de 2017
Rui Moreira na Assembleia Municipal de ontem

Selminho 29Mai2017 aa.jpgSenhor Presidente
Começo por agradecer aos grupos Porto o Nosso Partido e Bloco de Esquerda por terem convocado esta sessão da Assembleia. A Assembleia Municipal é o órgão fiscalizador.
É à Assembleia Municipal que compete aferir dos actos do executivo a que presido. E, senhores deputados, certamente reconhecerão que sempre aqui estive, em cada momento, para responder a tudo aquilo que me foi perguntado.
O diferendo entre a Selminho e a Câmara não é novo. Nem secreto. Não é algo que fosse desconhecido desta Assembleia, que em 2012 já aqui o analisou e sobre ele deliberou, quando a empresa pretendeu ver revertido um direito que lhe foi suprimido. Negou-lho, atirando a discussão para a revisão do PDM. Como agora continua a estar.
Em tempo, há cerca de 9 meses, solicitei a Vossa Excelência, senhor presidente, que fossem disponibilizados aos senhores deputados todos os elementos que considerassem pertinentes sobre este processo. Isso aconteceu. Agradeço-lhe. Durante todo este tempo, nunca a questão foi trazida à Assembleia Municipal.
Nunca aqui me foi dirigida uma única questão.
Ainda bem que, finalmente, tenho a possibilidade de o fazer. Obrigado, senhores deputados.
Começo por aquilo que é óbvio. Mas que, sendo óbvio, tem sido, sucessivamente, ignorado. A questão do eventual benefício para mim e para a minha família que poderia resultar de actos ou omissões minhas, repito minhas, ocorridas durante o atual mandato.
Nessa matéria, senhor presidente, senhores deputados, tudo é meridianamente claro:
O terreno que a minha família adquiriu há dezasseis anos não tinha, em Outubro de 2013, e continua a não ter, em 2017, capacidade construtiva.
Não foi, entretanto, prometida, acordada ou paga qualquer indemnização. Ao contrário, a pretensão da Selminho em garantir ou capacidade construtiva, uma indemnização, ou até ambas, foi recusada pela Câmara no meu mandato. E só no meu mandato. Só no meu mandato.
A propriedade do terreno, nunca antes disputada pela CMP ao longo de decénios e em múltiplos processos, é agora questionada pelo Município. Essa questão que agora a Câmara levanta prejudica claramente os interesses da Selminho. Mas iniciou-se no meu mandato.
Repito, prejudica objectivamente os interesses da Selminho. Nunca tinha sido levantada. Foi-o no meu mandato.
Eu e a minha família em nada fomos beneficiados.
Todo o resto, senhor presidente, senhores deputados, é de menor importância. Mas poderia ter-se dado o caso de ter havido interferência da minha parte neste processo.
Acontece que não apenas não houve, como nem publicamente nem no que foi trazido a esta assembleia existe notícia, documento ou testemunho nesse sentido.
Diz a CDU que o senhor vereador Correia Fernandes nunca foi envolvido. E diz bem. O senhor vereador Correia Fernandes testemunhou, em reunião de câmara enquanto vereador do urbanismo, e posteriormente, em entrevista à comunicação social, já depois de ter entregue esse pelouro, que desconhecia o caso.
Confirmando pois o quê? Que nunca procurei influenciar o processo de revisão do PDM.
O novo PDM – reconhecendo ou não direitos construtivos a este e muitos outros terrenos que também eles foram objecto de reclamações – será aprovado, em 2018, pela Assembleia Municipal. Pela Assembleia Municipal que, no anterior mandato, entendeu não proceder a alterações pontuais ao actual PDM e decidiu que eventuais correcções só poderiam ser feitas em sede de revisão. Continua a ser esse o estado do processo. A Assembleia terá a palavra final.
No plano jurídico, tenho de confiar nos serviços da câmara. Foram eles que me solicitaram que assinasse uma procuração, para garantir a boa defesa em juízo. Para o fazer atempadamente, e sem fragilizar a sua posição, ao contrário do que sucedera em 2012, antes da minha chegada à Câmara, quando o Município viu a sua contestação desentranhada do processo, por decisão do juiz e por ter sido apresentada fora de prazo.
O meu anterior chefe de gabinete, professor de direito, já se pronunciou publicamente sobre isso, tendo dito que o fiz por sua recomendação. Não sou jurista.
No acordo que foi celebrado, a Câmara não abdica de nenhum direito. Admite, é certo, que o litígio possa ser remediado em revisão do PDM. Mas, senhores deputados, já era assim em 2011.
Em carta dirigida ao Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, em que os advogados das partes requerem ao Tribunal a suspensão da instância, é afirmado que “as partes têm mantido negociações com vista a encontrar uma solução que permita transigir sobre o objecto da lide” e que “estando em causa a impugnação de normas constantes do PDM, a possibilidade de transigir sobre esta parte do objecto terá necessariamente de ocorrer no contexto deste processo de alteração.”
Ou seja, a Câmara, em 2011, por sua iniciativa, demonstra não querer ver o caso julgado em Tribunal, pedindo ao juiz que se espere pela revisão do PDM. Essa é a posição que mantém hoje.
Por tudo aquilo que consta no processo, a Câmara manteve a mesma estratégia, delineada em 2011, ajustando-a apenas ao facto, indisputável, de não ser possível conseguir um novo adiamento. No acordo, vingou a pretensão da câmara, contrariando a pretensão da empresa, como se demonstra documentalmente, assegurando que mesmo que o PDM não remedeie a situação, será um tribunal arbitral a definir se - repito se - há lugar a uma qualquer indemnização.
Essa estratégia teria sido frustrada se, porventura, a câmara tivesse optado por deixar que a sentença fosse proferida. Nessa circunstância, a Selminho poderia ter sido duplamente ressarcida, e a Câmara prejudicada.
O jornal Público trouxe à primeira página dois títulos que, para alguém distraído, e sei que os senhores deputados não o são, poderiam sustentar narrativas conspirativas. Mas, lendo as notícias, o que sabemos é que, da primeira, tiramos que no presente mandato a Câmara questiona, pela primeira vez, a propriedade do terreno, prejudicando os interesses da minha família.
Hoje, lendo bem a notícia, o que se diz, e nem me parece ser exacto, é que a Câmara tem perseguido uma estratégia, pelo menos desde 2012 sustentada em algo que, afinal, pode não ser rigoroso. Mas que, no fim do dia, atira a Selminho para uma expectativa que pode não ser verdadeira. Mais uma vez, o que diz o Público hoje, é que a minha família sai prejudicada.
Quanto ao resto, confio. Confio nos dirigentes. Confio nos juristas. E confio nos tribunais.
O que não posso é deixar de ser solidário com os serviços da câmara, que actuaram com zelo, que actuaram com total independência e coragem, certamente conscientes do impacto dos seus pareceres – alguns dos quais prejudicam os interesses patrimoniais do presidente da câmara - quando os vejo injustamente acusados de terem feito “veto de gaveta”.
Não aceito que esta assembleia tente julgar o comportamento de dirigentes e de funcionários municipais que, desde 2002, deram pareceres, mesmo que porventura contraditórios. Porque tenho, senhores deputados, temos todos, de acreditar que cada um deles o fez em consciência e no exercício livre das suas competências. Isto tudo, todas estas eventuais contradições, muito antes de eu ser presidente da Câmara.
Quando cheguei à Câmara, há quase quatro anos, não substitui as chefias. O director do Urbanismo é o mesmo. O director de Finanças é o mesmo. A directora do Ambiente é a mesma. O chefe do departamento do Património é o mesmo. Não me venham dizer, como já disseram, que o problema é esse.
Senhores deputados.
O advogado que representa a câmara no processo da Selminho é o mesmo. Sabem uma coisa, nem sequer o conheço.
Termino com uma nota política.
Em 2014 o acordo que agora é questionado foi consultado por jornalistas no Tribunal. Nada foi publicado. Não havia notícia. Não posso aceitar que seja questionada a honestidade dos jornalistas que então decidiram em consciência e sem o meu conhecimento nada publicar.
O que questiono é porque razão o que em 2014 estava limpo, deixou de estar à medida que se aproximaram as eleições.
Lemos todos, que se pré-anunciou uma campanha suja. As palavras não são minhas. Foram título no Expresso. Tinham assinatura. Não foram desmentidas. Uma campanha suja, por definição, não é a saudável discussão de procedimentos ou da ação política dos eleitos. Uma campanha suja, não é fiscalizar a atuação do presidente da Câmara. Uma campanha suja, como a que foi anunciada e está a ser executada, não é a verdade. É a mentira.
Sabemos quem a urdiu. Sabemos quais são os seus velhos métodos. Conhecemos-lhes o estilo que resulta de uma velha e Santa Aliança.
As últimas eleições autárquicas produziram no Porto uma novidade.
A lista vencedora não foi a que, numa concelhia, distrital ou diretório, foi concebida. O presidente da Câmara eleito, também não foi um dissidente de um qualquer partido.
Compreendo que isso tenha incomodado o país, como então, premonitoriamente, fiz notar no meu discurso de vitória.
Peço desculpa a quem assim esperava, mas o Porto não elegeu um político profissional, carreirista e sem currículo que não seja o que lhe tenha sido emprestado pelas jotas, pelos lugares em listas concelhias e a subida reverente até ao cimo de uma lista autárquica, cumprindo uma etapa de uma carreira política nacional. Não foi isso que ganhou as eleições em 2013.
Ganhou um cidadão independente do Porto, com vida e história no Porto e com negócios no Porto. Negócios bem conhecidos, entre os quais os quais este, que nunca foi dissimulado numa qualquer off-shore.
E, com ele, foi eleito um conjunto de pessoas em quem a cidade confiou o seu futuro.
Compreendo que isso incomode os partidos. Compreendo que isso incomode ainda mais uma esquerda sem cultura do mérito e contra a propriedade. Uma esquerda que nos virá, um destes dias dizer, que o presidente da Câmara eleito não poderá sequer ser dono da sua casa no Porto, não vá isso representar um conflito de interesses potencial.
Já compreendo pior que certos sectores ditos de direita tenham por aqui enveredado.
Tenho uma notícia para esses: o Porto não se deixa enganar. O Porto não são os Estados Unidos, nem é a Inglaterra que apenas acordam no dia a seguir às eleições.
O Porto é diferente, também o disse a 29 de setembro de 2013. Mas isso, ainda não compreenderam.
Prestei - diria, prestámos - aqui, os pertinentes esclarecimentos que me pediram.
Está claro que nunca agi em causa própria, que nunca influenciei qualquer decisão e que, ainda por cima, todas as decisões tomadas neste mandato, não apenas continuam a estratégia do anterior executivo, como em nada me beneficiaram. Não existe documento, testemunho ou qualquer outro indício de que tenha feito o que quer que seja que não cumpra a lei e a ética.
Se alguém aqui ou em sede de Executivo decidir, contra o que são os pareceres jurídicos internos e externos que os serviços produziram e não condicionei ou influenciei, alterando politicamente as decisões técnicas, que o façam. Mas assumam a responsabilidade. Eu nada votarei. A responsabilidade é toda vossa.
Sendo assim, encerro, pela minha parte, esta questão. Não aceito que a minha cidade fique presa numa estratégia de campanha suja urdida por alianças bem conhecidas e já pouco secretas. Farei o que tenho feito até aqui. Gerir a Câmara, tratar dos projetos para a cidade, terminar os projetos e as obras iniciadas, resolver os problemas dos portuenses. E prestar contas. Continuarei a tentar elevar o discurso político, elevando a cidade.
Se quiserem continuar por aí, continuem. Chegará o meu dia de fazer campanha. Há uma garantia que vos dou: a minha será limpa.



Publicado por Tovi às 13:36
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Terça-feira, 9 de Maio de 2017
Socialistas do Porto abandonam a Câmara

Rui Moreira Tomada de posse 22Out2013 d.jpg

Diz-se pr’aí que os socialistas foram a tábua de salvação de Rui Moreira nestes últimos quatro anos de governação autárquica. Mas a verdade é a seguinte:

Manuel Pizarro foi um bom vereador?... Parece não haver dúvida que foi e até Rui Moreira o afirmou várias vezes.

Os Socialistas cumpriram o acordo pós-eleitoral do executivo camarário?... Não. Um terço dos eleitos socialistas esteve sempre na oposição.

E na Assembleia Municipal como se portaram os socialistas?... Salvo raras excepções os deputados socialistas entravam mudos e saiam calados.

E nas Juntas de Freguesia?... Aqui houve socialistas bons, outros muito bons e até alguns maus ou mesmo muito maus.

 

  Comentário no Facebook

«Miguel Ginja» - Estes últimos episódios políticos na Câmara do Porto e as ultimas afirmações do nosso presidente na TSF, só vem reforçar o espírito deste grupo, onde vão continuar a caber todos, onde o trabalho levado a cabo pelos membros Manuel Pizarro e Correia Fernandes sai valorizado e onde o verdadeiro amor pela cidade que nos viu nascer e o enorme carinho e respeito pelos portuenses é a maior bandeira do movimento. O Porto é a nossa casa. A cidade do Porto é fruto inequívoco da casmurrice, da intransigência, da força, da simpatia e simplicidade das suas gentes desde tempos longínquos. É assim. Nao há volta a dar. No Porto somos genuinamente felizes. Viva o Porto. Sempre. Ponto.

«Jota Caeiro» - ao Pizarro de Costa vai acontecer o mesmo que aconteceu ao Gomes de Guterres. eles andam em brasas, o governo, os gabinetes maiores da burocracia do poder, o próprio PR e os militares. os partidos promoveram a inquinação da democracia, a sua destruição. Cavaco fez sempre frente ao TC, aquele que gerirá a CRP. contudo, os tribunais não prendem ninguém. os militares vêm o território esboroar-se por causa destas fantochadas e mantêm-se inoperacionais e incólumes... o povo não acredita em nada que lhe pareça poder institucional: gere-se a si próprio no escolho com base na confiança, em indivíduos que surgem como se do nada, com discursos sólidos baseados na seriedade das suas actividades no seio das comunidades, comunidades que respeitam e fazem respeitar. os partidos, esses, surgem-nos agora como entidades abjectas, como organizações que nunca deixaram de ser de corrupção e ladroagem. como aquela história dos candidatos à presidência do município de Bragança, um do PS e o outro do PSD, que, embora a concorrer para esse mesmo lugar representativo, pertenciam à mesma loja maçónica. tal facto reflecte-se, desmultiplica-se às centenas, se contarem as autarquias que esta 'idea' de país tem. que é idea nenhuma. um país sem 'estatutária', um país com os conteúdos sufragados pelos grandes escritórios de advogados de lisboa que, por acaso, também são deputados à AR, temos de admitir!, não é nação alguma! pum! também quem é que desejaria frequentar o mesmo espaço com os políticos que reconhecemos criminosos?... os outros criminosos que ganham com esses criminosos políticos. mais os idiotas que parasitam a sociedade em prol de ideais e estatutos partidários que deixaram de existir ou deixaram de ser respeitados. querem que vos aponte exemplos? não. não sois desprovidos de alguma inteligência.

 

2-26.jpg

A Cidade Invicta saiu do marasmo em que tinha caído nos últimos anos… mas apareceram logo as formigas á procura de comida.

Para os mais distraídos:
i) Cidade Invicta = Porto
ii) Marasmo = Governo camarário de Nuno Cardoso e de Rui Rio
iii) Formigas = Socialistas
iv) Comida = Um tachito na Câmara
v) Sim, já estamos em "guerra" (aka "campanha eleitoral")



Publicado por Tovi às 08:31
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Terça-feira, 7 de Março de 2017
Quem fica a perder é o Porto

Concordo plenamente com Adriana Aguiar Branco.  Perde o Porto e perde a Democracia. No meu entender todos os partidos e/ou movimentos deveriam ir a votos e depois se fariam eventuais acordos pós-eleitorais de governação autárquica. Saber o "peso" de cada um dos intervenientes é fundamental para se saber quem é quem na cidade do Porto.

 

   JN de 6Mar2017

imageGV3OMJLL.jpgQuem fica a perder é o Porto
Há quatro anos, apoiei a candidatura de Rui Moreira a presidente da Câmara do Porto. Integrei mesmo, com gosto e convicção, a lista à Assembleia Municipal do movimento independente - O meu partido é o Porto - encabeçada por Daniel Bessa, facto de que não me arrependo. Hoje, continuo a apoiá-lo, porém, como é óbvio, nem Rui Moreira é perfeito e dono da verdade, nem quem o apoia, mormente se tem pensamento próprio, está certamente sempre de acordo com ele. (...) Assim sendo, e por maioria de razão, custa-me a compreender por que motivo os partidos ditos do arco da governação, no que respeita às próximas eleições, aos costumes autárquicos tenham optado por dizer nada ou quase nada. O PP e o seu cada vez menos expressivo grupinho local, a quem nos bastidores e à boca pequena ouvi criticar o "estilo" do presidente e o seu entendimento perfeito com o PS, perdeu a grande oportunidade de se emancipar e mostrar o que vale nas urnas. (…) Fez mal, devia ter seguido o corajoso exemplo da sua líder nacional. Assim está condenado a ser cada vez mais irrelevante. O PS, que, diga-se em abono da verdade, apenas através do esforço de coordenação leal e inteligente do vereador Manuel Pizarro tem conseguido cumprir o acordo pós-eleitoral firmado com o movimento independente, optou por silenciar os críticos e demitiu-se completamente da obrigação que se lhe impunha de ir a jogo, apresentar o seu próprio projeto para a cidade e sufragá-lo nas urnas. (…) Fez mal, pois esperar exercer o poder sem sequer ter ido a votos é querer importar para o Porto uma "engenhoca" do tipo da "geringonça" que governa o país, mas de legitimidade ainda mais duvidosa. O PSD desbaratou uma vez mais a oportunidade de se afirmar como alternativa, ao apresentar um candidato faz-de-conta, que politicamente vale zero e se vai deixar instrumentalizar pelo pior do que resta do PSD do Porto, como se viu na primeira entrevista em que se deu a conhecer e que o assassinou à nascença. Fez mal porque o partido perdeu ainda mais credibilidade e a força que precisava para se reinventar. Honra ao PCP que, corajoso e coerente, apostou forte ao escolher uma mulher para candidata e ademais com vasta experiência política. (…) O pior é que, no final, quem mais vai perder é o Porto, ao ver o debate e reflexão sobre a cidade empobrecidos, porque limitado ao quase pensamento único do movimento independente, o que em democracia é sempre perigoso e redutor. O único vencedor será, pois, e de facto, Rui Moreira, mas a sua folgada vitória não terá o brilho merecido. Ficaremos sempre sem saber qual o peso e o valor em votos daqueles que a ele se atrelaram, e é pena.

Artigo completo aqui.

 

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«João Pedro Maia» - É um pau de dois bicos... acontece o mesmo no FCP... o melhor? União em torno do Porto.

«Alfredo Oliveira» - Rui Moreira deve levar o seu projecto de independente até ao fim. Foi assim que ganhou as eleições de forma inequívoca. Porto à frente. Acho Manuel Pizarro uma pessoa ambígua e apenas com a função de controlar a governação e prestar contas ao diretório do seu partido de lisboa.

«José Camilo» - Concordo. Já se deveria ter "destacado".

«Mafalda Macedo Pinto» - Não percebo aonde este artigo quer chegar. Quer dizer o q? Q esteve na lista por Daniel Bessa? Ainda apoia afinal quem? Despreza o cds, acha o LÍDER DO PS inseguro e do psd nem percebi. Rui Moreira é humano e tem falhas . É óbvio. O seu texto para mim é ambíguo. Ou eu sou muito pouca esperta. Esclareça-me. Afinal apoia quem? Daniel Bessa saiu de jogo e a meu ver bem. Não se pode servir a gregos e a troianos. Pode clarificar a opinião publica da qual eu faço parte? Apoia quem inequivocamente? Ou é sou tecto para ser lido e não compreendido?

«Maria Helena Costa Ferreira»concordo! também não entendi a "finalidade" deste texto! tirando o facto de ela mencionar ter estado na lista de Daniel Bessa... não compreendo...

«David Ribeiro» - A mim parece-me claro que o texto da Adriana Aguiar Branco reflecte a opinião, que eu partilho, de ser muito mais interessante para o Porto todos os movimentos e/ou partidos irem a votos e só depois de se saber o "peso" de cada um dos intervenientes se fariam eventuais acordos pós-eleitorais de governação autárquica.

«Mafalda Macedo Pinto» - Poderá ser isso mas a ser, não é de todo claro. Para mim, pelo menos.



Publicado por Tovi às 09:37
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Sexta-feira, 8 de Julho de 2016
É este o Parlamento que temos

Metro do Porto Rui Moreira 8Jul2016.jpg
  Rui Moreira na Assembleia Municipal do Porto

“O Porto não agradece ao PCP (que a apresentou) e aos restantes partidos que votaram por unanimidade uma proposta para construção de novas linhas de Metro que esqueceu a Invicta. Estou convencido que a realidade será diferente, mas o que ontem se passou na Assembleia da República é uma vergonha para os deputados de todos os partidos.”

 

  Comentários no Facebook

«Nuno Santos» >> Uma vergonha é uma vergonha. Ponto.

«Jose Bandeira» >> Isto é o equivalente à caridadezinha hipócrita de quem promove uma imagem solidária repartindo os restos dos seus banquetes. Esquecem que quem paga esses banquetes somos nós, e isso não pode continuar!

«David Ribeiro» >> Regionalização, já!...

«Gonçalo Moreira» >> Separação, ontem..!

«Pedro Baptista» >> Rui Moreira disse e disse muito bem sobre os paspalhos de rabo colado da A.R. e sobre o PCP, o partido mais centralista deste desgraçado país. Os bonecos, estão lá há tão pouco tempo, mas já estão vendidos aos encantos da boçalidade dos inúteis. Os pecês de Lisboa, vêem, claro, do Porto, só os arredores e mal. Quando nem metade do Metro está feito no Porto e em Lisboa expande-se sobre as suas próprias expansões. Este país está cortado em dois, cada vez mais, e não foi cá de cima, donde ele foi criado, que foi provocada a divisão. Aliás, é normal que pecês e paspalhos estejam juntos no apoio a este governo: consegue ser, pela natureza de quem o integra, ainda mais centralista do que todo o centralismo que tem arruinado o país. É por isso que, se estávamos de tanga, deste último experimento vamos sair peladinhos... O melhor é mesmo longe... Passos Coelho e António Costa têm razão...

«Raul Vaz Osorio» >> Sempre as mesmas bestas centralistas.

«Jose Antonio Salcedo» >> É, literalmente, gozar com as pessoas. Fazem-no de uma forma que revela bem o grau de parolice saloia que também os caracteriza.

«Renato Rodrigues» >> Bem... Sou um fã de TP e é um tema que me interessa bastante. Acho que as linhas anunciadas são muito importantes. Uma obra muito interessante também, porque barata e útil, seria colocar o metro na Av da Boavista, onde antes circulava o eléctrico. Em vez desta gritaria, era interessante reivindicar-se isso. Nem sei, aliás, se a CMP entende esta obra como útil. Afinal o que propõe RM?

«Francisco Cunha Coutinho» >> Anda pouco atento, Renato Rodrigues, Rui Moreira há muito ja se pronunciou sobre o Metro na Boavista. É que... convém não criticar quando não se sabe do que se fala. O Metro já está OUT da Boavista há muito tempo !

«Renato Rodrigues» >> Então que linha propõe ele? Era essa a minha pergunta caso não tenha percebido no seu afã de vir fazer claque. Rui Moreira no caso limita-se a protestar. Qual a linha prioritária para o Porto? A linha na Boavista tem a enorme vantagem de não necessitar de túnel, logo muito mais barata.

«David Ribeiro» >> Eu não tenho procuração do Rui Moreira para vir aqui dizer o que ele pensa ou não pensa, mas se bem me recordo as linhas do Metro do Porto consideradas mais prioritárias por muito e boa gente são a do Campo Alegre e a ligação ao Hospital de São João via São Mamede de Infesta.

«Manuel Almeida» >> Sim! E basta olhar para o mapa da cidade para verificar que essas duas linhas são mesmo importantes para os Portuenses.

«Renato Rodrigues» >> A de S. Mamede é fácil, já lá tem a linha de Leixões. Isso era uma excelente reivindicação. O custo é praticamente zero. O serviço seria diferente de um metro, com menos paragens, mas mais rápido. Os TP em Pt têm o grande problema de serem feitos de forma completamente descoordenada e aparentemente por quem não os usa. Estar a fazer uma linha em túnel largamente redundante com outra ferrovia, não lembra ao diabo, desculpem lá. Ligar S. bento e o Campo Alegre seria interessante, mas uma linha bastante curta.

«Tiago Vasquez» >> A linha começaria no Mar, Via Nun'Alvares, Praça Imperio, Diogo Botelho, C Alegre...

«Renato Rodrigues» >> Mas isso não iria esgotar quase toda a verba?

«Tiago Barbosa Ribeiro» >> "Esquecida?" "Vergonha?" Leu o PJR? Relaciona-se com linhas com um enquadramento histórico preciso. Não implica esquecimento do Porto nem nenhuma das outras cidades onde o metro opera.

«David Ribeiro» >> Tendo em consideração o Projeto de Resolução n.º 167, datado de Fevereiro deste ano e da autoria do PCP, único documento a que eu tive acesso, não se falava dos percursos importantes para o Metro do Porto, linha do Campo Alegre e a ligação ao Hospital de São João via São Mamede de Infesta.

«Tiago Barbosa Ribeiro» >> O PJR tem um enquadramento específico. Não pressupõe o esquecimento de outras linhas no Porto e noutros concelhos do distrito, tal como um PJR a recomendar abertura de um centro de saúde em Vila do Conde (exemplo prático) não pressupõe o esquecimento de outros centros.



Publicado por Tovi às 08:06
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Terça-feira, 28 de Abril de 2015
Auditório Manoel de Oliveira

ManoelDeOliveira b.jpg

O grande auditório do Teatro Rivoli vai receber o nome de Manoel de Oliveira, por proposta de Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto, e aprovação unânime da Assembleia Municipal na sessão de ontem à noite.

 

 Jornal de Notícias

O batismo oficial já tem dia marcado: é a 4 de maio. Na mesma data será exibido no Rivoli, local da última aparição pública de Manoel Oliveira, em 2014, quando completou 106 anos, o documentário "Memórias e confissões", que realizador portuense quis que fosse exibido só depois de morrer.



Publicado por Tovi às 10:16
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Sábado, 1 de Fevereiro de 2014
Miguel Pereira Leite

É este o novo Presidente da Assembleia Municipal do Porto. Confesso que só conheço Miguel Pereira Leite da última campanha eleitoral autárquica, onde era assíduo em todas as ações de rua, tendo eu ficado com boa impressão da sua forma de estar na política. Vamos ver o que irá fazer neste tão importante cargo autárquico.

{#emotions_dlg.chat} [António Fernando Moreira escreveu no Facebook] - Miguel Pereira Leite será o presidente da Assembleia Municipal do Porto. Uma boa notícia tendo em conta o seu percurso autárquico e a forma como em todos os momentos soube discernir entre o combate político e a necessidade de dignificar a fortalecer o papel da AMP enquanto orgão deliberativo da cidade.


«Zé De Baião» no Facebook >> Que saiba defender o interesse público e o bem comum.

«Eduardo Vasques de Carvalho» no Facebook >> tenho grande apreço pela forma de estar, pelos princípios e pelo empenho que Miguel Pereira Leite demonstrou nos momentos que partilhamos, Julgo que saberá ser INDEPENDENTE  e tenho a convicção  que dará um excelente Presidente da Assembleia Municipal.




Sábado, 10 de Agosto de 2013
O ruído do silêncio é ensurdecedor

Em 9 de Maio do corrente ano três membros da direcção do MPN – Nuno Moreira, Alexandre Ferreira e António Alves – concordam com a proposta do Presidente José Carlos Ferraz Alves em que este diz: “O MPN – Movimento Pró-Partido do Norte irá concorrer, nas próximas eleições autárquicas, à Assembleia Municipal do Porto. O MPN integrará as listas de candidatos do projecto do PS, liderado por Manuel Pizarro, para o Porto. Será assim possível ao MPN, pela primeira vez, ser eleito e ter a sua voz em Órgãos Institucionais Político-Administrativos. (…)”.

Logo no mesmo dia eu insurgi-me publicamente contra esta tomada de posição da Direcção do MPN, pois na última assembleia geral do Movimento tinha sido mandatada a comissão executiva para estabelecer os contactos com os partidos para eventuais coligações nas eleições autárquicas no Porto, mas essa deliberação teria de ser obrigatoriamente ratificada por uma nova assembleia geral, o que nunca aconteceu.

Uns dias mais tarde, mais precisamente a 17 de Maio, Ferraz Alves diz a um jornalista do Semanário Grande Porto que o apoio a Pizarro não foi aprovado em assembleia geral, não só pelo facto de ter sido necessário “tomar uma decisão célere” e “porque também não houve condições para reunir devido à falta de sede do movimento”. Ainda nestas declarações ao GP foi dito por Ferraz Alves que o acordo com os socialistas previa a inclusão de três representantes do movimento na lista que vai concorrer à Assembleia Municipal do Porto, sendo que apenas um ficaria colocado em lugar elegível, o que Pizarro negou posteriormente, alegando que não havia promessas de lugares em troca de apoios.

Ontem, 9 de Agosto de 2013, conheceu-se a composição da lista do PS-Porto para a Assembleia Municipal e ficamos todos a saber que Ferraz Alves aparece em 17º lugar e que mais nenhum membro do MPN está nesta lista, nem sequer nos suplentes.

Não sei, mas gostava de saber, quem foi que quebrou o acordo ou porque é que o acordo não foi feito, mas que Pizarro (PS-Porto) e Ferraz Alves (MPN) ficaram mal na fotografia, lá isso é verdade.


«Valdemar Morais» no Facebook >> PREVISÍVEL.

«Pedro Boa-Nova» no Facebook >> Ai as cores e a vontade de crescer... Eu também tenho côr, mas não deixo de lhes dar nas orelhas só porque são do partido com o qual simpatizo. E depois antigos carrascos do nosso querido País voltam de estudos e já voltam a ser os maiores... que vontadinha de crescer!!! É o que transparece neste acordo do MPN - será que é do MPN? Por isso e outrs razões me afastei - mas é pena!

«Pedro Baptista» no Facebook >> Claro, só quem nãp conhecer o Pizarro! Deram-lhe o 17ª quando elegerão, 7, 8, ou 9 no máximo. Só que a ambição cega este José Ferraz, em quem confiei e fui eu próprio que propuz para Secretário Geral do MPN, quando entendi que deveria tirar conclusões pessoais da derrota eleitoral , uma vez que os companheiros estavam a reagir negativamente a que todos tirássemos conclusões, dissolvendo o MPN através de uma reunião geral da Coordenadora. E assim me demiti, ficando com uma esperança, embora muito ténue, que já que queriam continuar o fizessem com sucesso. Desilusão total, foi de cavalo para burro. O Senhor Ferraz, num movimento que surge na crítica à partidocracia, comporta-se como os piores dos partidos. E reduzidos a meia-dúzia, foram nas costas dos outros muitos poucos, grande parte dos quais já apoiantes de Rui Moreira desde que este se candidatasse (como era natural num partido que chegou a pensar convidá-lo para seu presidente) com a corda ao pescoço bater à porta do socratino Pizarro, contra cujo centralismo o MPN se tinha constituído, mndigar um lugarejo na Assembleia municipal. Nesta altura já o MPN está reduzidos a três pessoas, mais ou menos lunáticas ou então aldrabões, que se dizem um movimento que são três, não tem registo legal por caducidade, não tem atividade, não tem reuniões regulamentares, nem tem sede tendo antes deixado ao Senhorio, um solicito apoiante que tinha cedido com uma renda baratinha, um vergonhoso Calote, tanto mais grave quanto te trata nesse tal "presidente" do nada, de um empregado bancário. É uma peça destas que o PS tem na lista da AM a 17. Claro que o Pizarro, depois de aldrabar com o apoio de um movimento fantasma, fartou-se de rir, porque nos tempos que correm já não há nabos assim. E espero não voltar a falar mais deste assunto que me entristece ou não tenho eu dado, conjuntamente com o João Anacoreta Correia, que comigo fundou o MPN, o couro e o cabelo pelo seu sucesso, rodeado por um naipe de companheiros quase todos do melhor, mas que não tivemos apoios onde devíamos ter tido.

«António Alves» no Facebook >> Caro David Ribeiro eu compreendo-lhe a euforia mas não se apresse porque a última palavra ainda não foi dita. Mas grave mesmo é o comportamento de alguns elementos e ex-elementos do MPN correndo atrás de um prato de lentilhas (7º lugar na lista da AM), ou suportando um senhorito que acha que o Porto é um partido e não passa da candidatura do actual edil do Porto que como todos nós sabemos é um "regionalista" dos sete costados. É uma candidatura redutora,Fac que não alcança absolutamente nada para além da Circunvalação, que só desprestigiará ainda mais o Porto no resto das populações nortenhas. O Porto perdeu a oportunidade de liderança do Norte permitindo e regozijando-se com a introdução de um comboio directo com a Galiza que interrompeu a ligação secular do Minho com aquele território irmão. Não se ouviu uma única palavra de protesto por parte do candidato que apoia e, pelo contrário, vimos o patrono dessa candidatura regozijar-se com a situação. Para bem do Norte e dos seus anseios espero que tal candidatura saia derrotada. Não passa dum acto de desespero dos actuais tenentes dos negócios em volta da Câmara com medo de os perderem para o "staff" do Menezes. Pena que pessoas que se dizem "regionalistas" não sejam capazes de ver algo tão óbvio. Abraço ;-)

«David Ribeiro» no Facebook >> Aguardo com curiosidade essa "última palavra que ainda não foi dita", caro António Alves.

«António Alves» no Facebook >> E já agora se quer saber dos negócios que falo, cá ficam alguns. Mas há mais. Estes são apenas aqueles em volta das corridinhas - A ver: BASE - Pesquisa de Contratos

«David Ribeiro» no Facebook >> Este assunto das "corridinhas" é importante mas não é esse o tema agora e aqui em discussão. Terei muito gosto em dar-lhe a minha opinião sobre esta matéria, caro António Alves, mas será forçosamente noutro local e hora.

«António Alves» no Facebook >> claro que é o tema em discussão: quem tem dirigido esses negócios estão todos nas listas do seu candidato.

«David Ribeiro» no Facebook >> Mas o que aqui está a discutir-se não são "quem tem dirigido esses negócios" e que segundo a sua opinião "estão todos nas listas" do meu  candidato. O que aqui chamei à discussão foi a "cambalhota" que Pizarro deu no compromisso que tinha com o MPN. E sobre isto vocês ainda não me conseguiram dar uma única justificação, nem que fosse uma justificação esfarrapada. Estou em crer que nada de concreto existia e/ou isto foi tudo uma invenção de quem queria ir para as listas do PS-Porto.

«António Alves» no Facebook >> Caro David compreenderá que se houver explicaçòes a dar elas serão dadas oficialmente e, por razões óbvias, nunca a si. Tenha paciência e espere pelo tempo próprio. O MPN nunca esteve melhor que hoje: os carreiristas, os arrivistas e os oportunistas de personalidade autocrática já sairam todos. O caminho correcto começa agora. :-)

«David Ribeiro» no Facebook >> Gostei da sua resposta, António... embora tenha ficado na dúvida em que categoria me engloba:  os carreiristas, os arrivistas ou os oportunistas de personalidade autocrática :-)

«António Alves» no Facebook >> O amigo já saiu do mpn?

«David Ribeiro» no Facebook >> Da forma como vocês me têm tratado, até parece que sim. Desde que pedi a suspensão do meu mandato que nunca mais soube nada do MPN.

«António Alves» no Facebook >> Se está suspenso e a apoiar uma candidatura não apoiada pelo mpn é natural que assim seja.

«David Ribeiro» no Facebook >> Não entendo muito bem isso, mas aceito que assim queiram que seja. E os outros simpatizantes, sabem como vai indo o Movimento? Tenho falado com alguns e nada sabem.

«António Alves» no Facebook >> Não temos obviamente  escondido nada. Sempre que há algo relevante colocamos online.



Publicado por Tovi às 08:23
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