"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Domingo, 23 de Julho de 2017
Aquilo anda mal por Aldoar

Aldoar 23Jul2017.jpg

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«Manuel Carvalho»Não se preocupe David Ribeiro, daqui a pouco o João Simões vem explicar tudo com a lógica e a prosa que lhe reconhecemos o valor.

«Cecilia Santos» - ...por Aldoar e não só!



Publicado por Tovi às 21:35
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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
A estratégia de “Cavalo de Tróia” de Manuel Pizarro

cavalo-png_png.jpgA última secção da Assembleia Municipal do Porto, na passada Quarta-feira, veio demonstrar que a estratégia de “Cavalo de Tróia” do socialista Manuel Pizarro tinha unicamente como fim conseguir lugares destacados na lista de Rui Moreira para o executivo camarário nas próximas Autárquicas e nunca ser minimamente coerente com o acordo que tinha feito para o governo da Cidade Invicta. O voto contra de Pizarro à criação da empresa municipal de cultura - Porto Cultura – não surtiu efeito, pois nem todos os deputados socialistas disseram “sim” à atitude política do líder da distrital do PS-Porto, viabilizando assim aquilo que é fundamental para a Cultura da nossa cidade. A proximidade do dia de “meter o papelinho na caixinha” não pode desculpar nada e não se esqueçam os militantes socialistas que os portuenses já noutras alturas souberam responder a todo o tipo de traições à Cidade Invicta.



Publicado por Tovi às 15:31
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Domingo, 9 de Julho de 2017
A Regionalização… segundo o PSD-Porto

8Jul2017 ab.jpg

Ainda não é a Regionalização que eu ambiciono, mas gostei de ver estas “prioridades absolutas” no projecto do PSD portuense para as Autárquicas2017. Álvaro Almeida, candidato do PSD à presidência da Câmara do Porto, afirma (pag. 5 do “Porto Autêntico” – Jun2017): “…sou um acérrimo defensor da regionalização” (…) “É preciso que a região tenha um poder político efetivo que complete o poder municipal”.

 

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«Mafalda Macedo Pinto» - Sempre que há eleições todos os partidos se preocupam com a regionalização. A mim já nAo me enganam .....

«David Ribeiro» - Pois é… qualquer dia não há ninguém contra a Regionalização e continuamos no entanto sem a ver implementada.

«Jota Caeiro» - texto demasiado 'político' e muito pouco ambicioso. o Porto já é o Farol do Norte desde a sua fundação como 'urbe portuária' fenícia, tal como Tui o era dos gregos... já é uma referência do noroeste peninsular desde que a empresa espanhola que tomou a seu encargo a exploração do porto de Leixões baixou os preços, tornando-os competitivos em relação ao porto de Vigo e aos congéneres biscaínhos. é um capricho desejar 'liderar' toda a região Norte da forma que estes senhores políticos sempre fizeram: vista grossa e agremiação no Porto dos interesses sujos dos 'sabujos agremiados' em torno dos interesses das suas sedes na capital suja. não queremos no Porto porta-vozes nem marionetas da trampa que advém do criminoso poder central. as referências a cada uma das alíneas (e aí faço jus com a Mafalda Macedo Pinto) corresponde uma mentira repetida sempre que existem eleições... não nos vamos deixar enganar David Ribeiro! [Emoji smile:)]

«David Ribeiro» - Não sou fácil de enganar (nesta matéria)... mas gosto de ver estas coisas escarrapachadas nos programas eleitorais.

«Jota Caeiro» - passa a constituir então probo preciso para que lhes chamemos aldrabões, por incumprimento... [Emoji smile]

«David Ribeiro» - Sim… e este post mais os comentários sábios das minhas amigas e dos meus amigos, vão aqui ficar para memória futura… e cá estaremos para cobrar ao PSD-Porto quando estas coisas forem (serão?...) discutidas nos locais próprios.

«Alberto Araújo Lima» - O PSD do Porto defende a devolução de competências pelo Estado Central aos municípios. E, no Porto, com a atual massa critica das novas freguesias, a mesma atitude solidária pelo Município. Não delegação de competências, devolução pura (tanto na despesa como na receita). Do ponto de vista pessoal, a regionalização - mal menor - não é a melhor solução para descentralizar efetivamente.

«David Ribeiro» - Se bem entendo o Alberto Araújo Lima prefere a municipalização do Estado, não é verdade?

«Alberto Araújo Lima» - Acredito mais na localização de várias competências do estado central que deve ser urgentemente esvaziado. Por exemplo não acredito na mínima utilidade para o cidadão de um mega ministério da educação como os que temos.

«Gonçalo Graça Moura» - E em termos de taxas e taxinhas?

«Alberto Araújo Lima» - Cito o meu candidato que coloca 3 condições: “Admito uma taxa turística com 3 condições: gerar receita significativa, não pôr em causa a atratividade do Porto e reduzir a carga fiscal”. Mais uma vez, uma questão que podia ser resolvida pela devolução. De parte do IVA neste caso.

«Gonçalo Graça Moura»Só o facto de admitir mais uma taxa, a mim afasta-me!



Publicado por Tovi às 09:15
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Quinta-feira, 6 de Julho de 2017
Inauguração da Sede de Campanha de Rui Moreira

6Jul2017 ab.jpg

Hoje ao fim da tarde, na Avenida dos Aliados, foi inaugurada a sede de campanha do movimento O Nosso Partido é o Porto. Foram oradores desta primeira sessão das Conversas à Moda do Porto José António Salcedo e Luís Reis.

 

  Jose Antonio Salcedo

Aqui estão alguns apontamentos que preparei ao longo dos últimos 3 dias, para facilitar a estruturação das ideias na sessão de hoje. Na sessão não li estes apontamentos, claro, mas segui sensivelmente estas ideias:
Sessão: Porto em Crescimento - Que papel pode ter o Município, enquanto agregador e catalisador, nesse crescimento?
Definindo termos:
– Conhecimento é informação que foi digerida e experienciada por nós e que está dentro da nossa cabeça, pronta a ser utilizada em nosso benefício.
– Inovação é o processo pelo qual produzimos valor (económico, cultural ou social) a partir de conhecimento.
Para criar mais valor:
– Aumentar a produtividade, trabalhando de forma mais eficiente.
– Diminuir os custos de contexto e os entraves burocráticos e administrativos que prejudicam a actividade privada e a vida das pessoas.
– Incorporar mais conhecimento nos produtos e serviços produzidos e vendidos, por exemplo através de uma maior especialização, o que permite aumentar os preços de venda e, portanto, as margens. Com mais conhecimento incorporado, criamos mais valor. Mas isto é inovação.
Inovação – a criação de riqueza a partir de conhecimento – é chave.
Pensar inovação:
– Actuar a nível de cidade-região, por uma questão de escala. É necessário dispor de escala para assegurar diversidade de fontes de conhecimento e de circunstâncias que propiciem inovação.
– Esta diversidade é essencial para permitir (1) iniciativas dos mais variados tipos, independentes entre si, (2) áreas de conhecimento diferentes para atracção e/ou amarração de investimentos e/ou talento estrangeiros, (3) fertilização cruzada para desenvolver projectos multidisciplinares ou de maior dimensão, e (4) resiliência do ecossistema a altos e baixos da economia nacional e internacional.
Como é que se desenvolve inovação a nível da cidade-região do Porto? Como se pode desenvolver gradualmente uma cultura de inovação que faça parte natural das atitudes e dos comportamentos das pessoas e das instituições?
Considero que a melhor forma de o conseguir é estimular o desenvolvimento de um “ecossistema de inovação”.
Um ecossistema de inovação envolve:
⁃ Instituições que produzem conhecimento: Ensino primário, secundário e superior (universidades, escolas superiores e politécnicos) e instituições de I&D.
⁃ Educação tem de ser assumida como estratégica, sobretudo agora que as máquinas começam a aprender por si próprias. Nunca foi tão importante ensinar as pessoas a pensar e a aprender por si, desde muito cedo. Nunca foi tão importante estimular as pessoas a “fazer coisas” a partir do que sabem, para serem autónomas na vida.
⁃ Na Educação, deve-se estimular entrosamento de áreas técnicas com áreas humanistas (artes, cultura...), sobretudo a nível do ensino obrigatório, aproveitando a crescente descentralização educativa. O Município tem aqui uma excelente oportunidade de intervenção.
⁃ As universidades e as instituições de I&D devem prestar atenção acrescida à valorização da propriedade intelectual e à valorização económica do conhecimento, promovendo a criação de startups e o seu financiamento.
⁃ As instituições de ensino vocacional e politécnico devem estar em estreita articulação com empresas locais.
⁃ Empresas, de startups/incubadoras a PME e a grandes empresas.
⁃ Detentores de capital – business angels, family offices, VC... - e entidades do sistema financeiro.
⁃ Entidades culturais: Escolas, oficinas, museus, cinemas, teatros...
Como pode o Município estimular o ecossistema de inovação?
⁃ Assumir conhecimento e inovação como estratégicos para a cidade-região, posicionando o Porto como ‘capital’ de conhecimento e inovação e fazendo o seu marketing local, nacional e internacional.
⁃ Reter e atrair talento, empresas e investimentos
⁃ PortoInvest
⁃ Promover acções que aproximem Academias (geradores de conhecimento), Empresas (geradores de valor) e Capital (viabilizadores de inovação).
⁃ Estimular programas e eventos de interesse comum.
⁃ Facilitar a internacionalização de capacidades locais.
⁃ Liderar através do exemplo em inovação, transferência de tecnologia e sectores relacionados. Implementar acções específicas que estimulem actividades nestas áreas.
⁃ Utilizar e expandir redes de cooperação nacionais e internacionais para reforçar estes sectores de actividade.
⁃ Posicionar o Porto como uma cidade importante numa Nova Europa, uma Europa mais aberta, de culturas melhor compreendidas e mais partilhadas, mais criativa, mais empreendedora e mais unida.

 

   Luís Reis

Este gestor, considerado o número 2 da Sonae, disse hoje na primeira sessão das Conversas à Porto, que serviram de inauguração à sede de campanha de Rui Moreira, que a Região Norte contribui de forma decisiva para o valor acrescentado do país. E acrescentou que quando for reeleito presidente da Câmara do Porto não será apenas “o presidente do Porto, mas sim o presidente do Norte” e que isso “é mais importante do que qualquer outro cargo, como o de presidente da Câmara de Lisboa”.



Publicado por Tovi às 23:41
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Segunda-feira, 3 de Julho de 2017
Assembleia Municipal do Porto

Autárquicas AMPorto 2013.jpg

Nas Autárquicas2013 foi assim para a Assembleia Municipal da Cidade Invicta… mas agora “O Nosso Partido é o Porto” tem que atingir a maioria absoluta.



Publicado por Tovi às 14:36
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Sábado, 1 de Julho de 2017
Apresentação da Candidatura de Rui Moreira

1Jul2017 ac.jpg

Estive lá… e tirei as faltas.

Quem não foi tem que me enviar no prazo máximo de quarenta e oito horas justificativo comprovativo da impossibilidade de ter estado hoje à tarde, nos Jardins do Palácio de Cristal, na apresentação da candidatura de Rui Moreira à Câmara Municipal do Porto.



Publicado por Tovi às 21:06
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Segunda-feira, 26 de Junho de 2017
O Nosso Partido é o Porto

 1Jul2017 aa.jpg
Em 2013, o Porto deu um exemplo ao país, elegendo para governar a cidade um presidente independente, livre e focado no desenvolvimento da cidade e nos portuenses. O Porto ganhou. Vou fazer parte deste movimento, de novo. Dia 1 de julho, a três meses das eleições autárquicas, vou recomeçar uma caminhada. Porque O PORTO É O NOSSO PARTIDO, SEMPRE.



Publicado por Tovi às 09:23
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Sábado, 24 de Junho de 2017
Um Homem do Norte

V.jpg

   Escreveu Rui Moreira sobre Valente Oliveira

O Professor Luís Valente de Oliveira foi o governante que mais vezes e mais tempo ocupou cargos governativos em Portugal. Foi presidente da Assembleia Municipal do Porto. É uma referência para o PSD. É uma referência de seriedade e competência para o País, para o Norte e para o Porto. Reviu-se no movimento independente que levou à minha eleição há quatro anos e esteve sempre com o Porto, ao lado das causas da cidade em batalhas muito importantes. Deixa o seu partido, ao fim de quatro décadas, para voltar a estar ao lado do que entende ser o interesse da Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade do Porto. O Professor Valente de Oliveira é uma inspiração para todos os que defendem os valores sociais, democratas e de liberdade de que o país precisa e de que o Porto sempre foi exemplo. É uma honra voltar a tê-lo como mandatário da recandidatura independente que a 1 de Outubro voltará a ser uma opção de liberdade para os portuenses. E é importante que valores como os que sempre o guiaram sejam escutados. É importante que ele seja escutado. Obrigado Professor.

 

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«Gonçalo Graça Moura» - Das poucas pessoas que sempre foi séria na política!

«Joaquim Figueiredo» - Um senhooooor

«Maria Manuel Reis» - Excelente escolha !

«Tiago Silva» - Com todo o meu apoio!

«Leal Antonio Gaspar Leal» - Sociais democratas, ainda nao viram o quanto Passos Coelho, está a fazer mal ao partido. Não espanta, politiquices. No PS queimam Pissarro

«Manuel Carvalho» - Sem abdicar da sua raiz política, soube, como sempre, fazer uma escolha em nome de um Porto real. Tivesse-o feito MP, também. Quando o valor supera a norma, surgem posições de pessoas como Valente de Oliveira, outras anulam-se, apenas vendo o feudo partidário e gritando até à exaustão que é em nome do Porto. Uns são, outros tentam parecer.

«Rogerio Parada Figueiredo» - É um homem do Norte com honra caráter e sentido do dever para com sua cidade! As pessoas do norte sabem o significado das palavras: Nobre, Invicta, palavras que definem a cidade do Porto. Palavras estas acima de quaisquer interesses partidários! As pessoas do norte de Portugal sabem muito bém o significado das palavras: irreversível e de honra!

«Eduarda Castro» - As candidaturas independentes esta a causar alguns danos aos Partidos do Poder( P. S. E P.SD) E nestas eleicoes autarcas ocorrem pelo Pais a entrega de cartoes destes Partidos para apoiarem candidaturas independentes. Cada vez mais as pessoas se reconhecem nas diversas candidaturas independentes esvaziando os ditos Partidos Politicos. Alguma coisa vai mal. A identificacao destes Partidos estao a ficar anuladas por falta de coerencia dos seus valores. Chegou a hora destes Partidos reflectirem o que vai mal muito mal. O funcionamento dos mesmos estao a necessitar de uma profunda revisao das suas estruturas que ja estao ultrapassadas. Os seus militantes sentem que aDemocracia falha no seu funcionamento que carece da falta de dialogo e que se inverteu em donos do Partido e de interesses. Nao vejo que seja prejudicial para a Nossa Democracia existirem candidaturas Independentes pelo contrario e um sinal de uma Democracia Viva. Agora os Partidos nao se podem queixar por falta da mesma porque sao afinal os obreiros pele falta da sua Democracia Interna. E sei bem do que falo.

«Maria Helena Costa Ferreira» - Grande!



Publicado por Tovi às 16:23
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Quinta-feira, 1 de Junho de 2017
Estamos em época pré-eleitoral de Autárquicas

Eleiçoes 01.jpgE fica já aqui dito que eu sou capaz do melhor como do pior, mas no pior, sou eu o melhor... ou seja, estão abertas as hostilidades 😇

E só para que vejam que o que me interessa são as PESSOAS e não a “partidarite” digo-vos que os meus apoios autárquicos vão para:

- No Porto o meu apoio vai para o ÚNICO independente que conheço: RUI MOREIRA.

- Em Matosinhos há demasiados falsos independentes… e eu não gosto de “FALSOS”.

- Em Gondomar e Vila Nova de Gaia parece-me que a coisa está bem entregue… e em equipa vencedora não se mexe.

- Em Valongo está TUDO mal… terá concerto?

- Em Vinhais conheço CARLOS ALMENDRA, o Homem que quer dar a volta aos tempos vergonhosos de gestão socialista… estou com ele nesta luta.

Nos outros “quintais” cá do Norte… ainda estou a estudar a matéria.

 

  Comentários no Facebook

«Jose Bandeira» - Valongo continua a ser um feudo de política caseira, cacique, sem objectivo para além de manter o status da mediocridade. Qualquer que seja o vencedor parece haver um perdedor garantido: o munícipe.

«Carlos Almendra» - Meu caro David Ribeiro! Obrigado pela tua solidariedade! A luta para darmos esperança e futuro à nossa Terra é sempre um valor maior que deve ser sublimado! Forte Abraço

«Jorge Miguel Pacheco» - Em Gaia estamos bem, muito bem, aliás




Sexta-feira, 26 de Maio de 2017
Fala quem sabe…

…e o Pedro Baptista sabe sempre muito bem o que diz. Neste texto, escrito num estilo muito próprio e publicado na sua página do Facebook, este meu Amigo, investigador em filosofia, romancista e ensaísta portuense, conta-nos uma versão perfeitamente credível do que se passou com Rui Moreira e a malta do PS-Porto.

 

14717064_1457223597621918_5453880867022574073_n.jpPara os anais de cada um, a verdade dos factos na saga política portuense: Manuel Pizarro, depois de ter sido obrigado por António Costa a romper com Rui Moreira, inventou outra narrativa mais conveniente para a sua pessoa, mormente numa entrevista ao Expresso, mas mente com todos os dentes... Pizarro, Presidente da Distrital PS-Porto, tal como Tiago, presidente da Concelhia do PS-Porto, estiveram reunidos com o presidente Rui Moreira, durante o fim da tarde que precedeu a noite em que o PS rompeu, procurando ganhar o número dois na lista camarária independente e outras posições, ao que o Presidente Rui Moreira não acedeu, porque não quis deixar que a sua candidatura independente o deixasse de ser e passasse a ser um embuste político manipulado pelo PS... Ora Pizarro acabou por sair do encontro aceitando explícita e alegremente ficar em quarto ou quinto lugar da lista, assim se mantendo durante parte da noite, conforme foi do conhecimento de António Costa que, de imediato, encetou contactos para um outro cabeça de lista para o PS, que teria de arranjar em poucas horas, para apresentar na Convenção autárquica do PS que se realizaria em Lisboa! É assim que Juca Magalhães é, pelo menos, um dos contactados por António Costa para cabeça de lista do PS, tendo recusado, sendo-lhe pedido em seguida, mas tarde demais, que não desvendasse a origem do contacto. Ora Costa, já noite bem adentro, por falta de alternativa e falta de tempo, teve mesmo de cair sobre Pizarro, obrigando-o a rejeitar o seu lugar na lista camarária de Rui Moreira e a ser cabeça de cartaz do PS-Porto. Desconheço os termos em que o obrigou. Mas certo, certinho, foi que Costa, para não apresentar na sua Convenção o buraco imenso de não ter candidato ao Porto, preferiu o buraco de ter um candidato pelo PS ao Porto, tão contrafeito quanto o seu maior desejo era apenas entrar na lista independente que agora vai a fazer a farsa de combater. Afinal o falhanço anunciado será de Pizarro e não de Costa e, para este, como sempre, aquele que se amanhe...



Publicado por Tovi às 07:36
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Quarta-feira, 24 de Maio de 2017
Como o tempo passa...

Um lindo texto que o meu amigo Albertino Amaral publicou há dias no Facebook, na página do grupo «Um novo norte para o Norte»:

 

Albertino Amaral aa.jpgNo passado ano de 2013, aquando das eleições autárquicas para a CMP, apareceu um senhor de nome Rui Moreira, que o portuense e não só, se habituou a conhecer, como comentarista desportivo de televisão que, vá-se lá saber porquê, por decisão, confiança e teimosia pessoal, achou ter competência suficiente, para se apresentar ao eleitorado, concorrendo assim com os chamados políticos profissionais, de onde se destacavam algumas figuras de nível nacional, dos chamados " invencíveis e inultrapassáveis " governantes.....
No caso concreto da Cidade do Porto, poucos eram aqueles cidadãos, que acreditariam que alguma vez, tal personagem fosse capaz de se impor, ou sequer mesmo, fazer alguma mossa a tais candidaturas concorrentes e, porque não dizê-lo, garantida e assumidamente, ganhadoras....
A questão é que se assistiu a um discurso e uma forma de estar, totalmente diferente, longe daquela "lenga-lenga " habitual a que o povo português está habituado há largos anos, e que advém de tempos remotos, muito antes mesmo, da maioria ter nascido.... Havia ali algo novo, algo marcadamente sincero, que deixava antever novas ideias, nova postura cívica, iniciativas que tocavam profundamente o comum, mais esquecido e necessitado cidadão.Também não se vislumbravam falsas e irrealizáveis promessas...!
Curiosamente o Portuense, farto dos saltimbancos do costume, resolveu como que " arriscar " num filho da terra, defensor acérrimo dos seus valores, conhecedor nato de todos os cantos da Cidade, e votou num novo movimento criado pelo próprio candidato, òbviamente que com a colaboração daqueles que lhe eram próximos e consigo compartilhavam dos mesmo princípios e opiniões.
Havia sem dúvida ali algo de diferente, de curioso e sobretudo de acreditável.... Vamos lá ver....e votou-se no Movimento, cujo nome estava intrinsecamente ligado à própria Cidade:
" O NOSSO PARTIDO É O PORTO ".....!
E ganhou...de tal maneira que os próprios derrotados se sentiram humilhados, envergonhados e sem qualquer hipótese de reacção.....A Cidade que vinha adquirindo os tons de preto e branco, estava naquela altura já na sua cor cinzenta, fruto dessa mistura... Começou a ganhar outro ânimo, outras cores, outra vida, outro ruído, um ar mais saudável, respirável, enfim, saiu dos cuidados intensivamente prejudiciais a que vinha sendo submetida...! O processo de transformação foi tão limpo, correcto, transparente e bem delineado, que ainda hoje há quem diga, que ninguém percebeu o que se passou no Porto...
Como tal, volvidos quatro anos, (parece que foi ontem), como foi possível que um tal burguês da Foz, como foi apelidado o eleito Presidente da Câmara, tenha conseguido tal milagre ?
O seu sucesso, pelos vistos funcionou de tal ordem, que era expectável que aparecessem os " abutres " do costume para colher os louros, pois então..! Afinal quem era o " gajo " ?
E se tal aconteceu de uma forma Independente, pese embora a colaboração de quem quis associar-se e de quem posteriormente se mostrou também receptivo a tal colaboração, a verdade é que nada disso se ficou a dever a qualquer partido político em particular, como vinha sendo habitual. Ora, tal iniciativa só vem demonstrar que é perfeitamente possível em Portugal, haverem movimentos de cidadãos independentes, capazes de gerir, governar e administrar o país.
Em minha opinião pessoal e sem ser modesta, se tal aconteceu em 2013 como que em jeito de: " seja o que Deus quiser ", porque razão não se eleva mais a fasquia a esse Movimento, concedendo-lhe uma posição ainda mais sólida nas próximas eleições, quiçá uma maioria confortável, por forma a que tal seja um exemplo, para se concluir que a força dos partidos está desgastada, descredibilizada, ultrapassada, etc. etc. etc.
Pela minha parte, e porque me identifico bem com pessoas capazes e responsáveis, nunca hesitarei em lhes reconhecer o mérito pela competência demonstrada. As grandes e bem sucedidas empresas, nunca são criadas à nascença, por equipas, onde cada um quer ficar no patamar mais alto da escadaria....!
Como nota final, gostaria só de deixar aqui uma pequena chamada de atenção. Este comentário é tão sòmente isso, um comentário pessoal, que se enquadra perfeitamente na minha linha de pensamento, não serve para debate, para crítica, para insultos, etc. etc. Concordam, concordam, não concordam, amigos na mesma, mas por favor não me assobiem, nem façam conjecturas precipitadas sobre as razões que me levaram a ter hoje este desabafo....Gosto de passar para o papel, o meu pensamento, só isso. Fiquem bem e dêem largas à vossa imaginação, pensando e meditando na vida real.....!



Publicado por Tovi às 09:36
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Sábado, 20 de Maio de 2017
Primeira sondagem sobre as Autárquicas no Porto

20Mai2017 aa.jpg

Rui Moreira (Indep.) – 44,8% - 6/7 mandatos
Manuel Pizarro (PS) – 22,2% - 3 mandatos
Álvaro Almeida (PSD) – 15,1% - 2 mandatos
Ilda Figueiredo (CDU) – 6,9% - 1 mandato
João Semedo (BE) – 6% - 0/1 mandato

Atendendo à “badalhoquice” do início desta campanha eleitoral até me parece que os 5,6 pontos percentuais que Rui Moreira tem nesta sondagem acima do resultado das últimas eleições autárquicas são um bom prenúncio para uma maioria absoluta. Mas há que trabalhar que os votos não caem do céu. As autárquicas no Porto são (vão ser) as mais renhidas da próxima consulta eleitoral, sendo por isso normal que se tornem as mais mediáticas e consequentemente alvo das mais variadas sondagens… que, todos sabemos, por vezes são ao gosto dos “clientes”. A Eurosondagem tem no entanto créditos de seriedade e bom trabalho nesta área.



Publicado por Tovi às 08:38
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Sexta-feira, 19 de Maio de 2017
O que eles dizem do “Caso Selminho”

19Mai2017 bb.jpg

Cá para mim este é um caso que a Justiça tem que decidir mas os “ranhosos” da política já aproveitam para pulhices eleitorais.

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«António Magalhães» - Um excelente serviço à cidade era por estes 4 numa mesinha de pedra no Marquês a jogar à sueca!

 

   O caso Selminho explicado às loiras

Tomo a liberdade de aqui partilhar um fabuloso texto de Rodrigues Pereira sobre o caso Selminho, publicado hoje no Facebook.

O "caso" Selminho/Rui Moreira explicado às loiras (e para os "loiros", que também os há)

1 - Há muitos anos atrás, quando os animais falavam, a Câmara Municipal do Porto resolveu expropriar uns terrenos ali para os lados da Ponte da Arrábida...

2 - Pretendia a CMP esses terrenos para a construção de um complexo que nunca viu a luz do dia.

3 - Entretanto, mais de vinte anos mais tarde, os residentes (que por lá tinham ficado) no nro. 3 da Calçada da Arrábida, resolveram registar notarialmente, por usucapião, o dito terreno, como se este lhes pertencesse.

4 - Para tal, dirigiram-se a um notário, o qual celebrou a competente escritura pública e procedeu ao registo da mesma na competente Conservatória do Registo Predial.

5 - Ficou pois - e desde então - o referido terreno a ser propriedade dos tais moradores, sem que a CMP alguma vez tenha impugnado tal registo. Note-se que estamos nos anos 80...

6 - Mais de vinte anos depois, em 2001, a Família Moreira resolve adquirir aos referidos e putativos legítimos proprietários o referido terreno, o qual aliás vinha descrito com capacidade construtiva, mediante a apresentação por estes da respectiva Caderneta do Registo Predial.

7 - Sucede que uns anos depois, a CMP resolve negar essa mesma capacidade construtiva à Família Moreira, a qual - e bem - se sente defraudada nas suas legítimas expectativas e resolve interpor um processo judicial contra a CMP, exigindo a reposição da referida capacidade construtiva ou uma avultada indemnização.

8 - A coisa arrasta-se - como é hábito mais do que conhecido de todos quantos já tiveram a infelicidade de ter que recorrer à Justiça - pela longa Via Crocce dos nossos preclaros Tribunais...

9 - Durante mandatos anteriores ao de Rui Moreira chegam os litigantes (a CMP e a Família Moreira) a um proto-acordo, no sentido de encontrar uma solução para a possibilidade de ali construírem, dependente - esta - da alteração do PDM.

10 - Coisa que também se arrastou ao longo dos tempos, sem solução à vista.

11 - Entretanto, Rui Moreira candidata-se e vence as eleições para a Presidência da Câmara Municipal do Porto.

12 - Já durante o terceiro ano do seu mandato, surge um alerta dos serviços camarários para a iminência de a CMP estar perante mais uma choruda indemnização, uma vez que havia faltado ao acordado, isto é, à reposição do PDM, à altura da compra dos referidos terrenos pela Família Moreira.

13 - O Presidente da Câmara, Rui Moreira, sente-se impedido de tomar partido numa qualquer decisão sobre o caso, afasta-se da sua discussão e remete para os serviços jurídicos da CMP a matéria, no sentido de estes obterem uma solução que não prejudicasse os interesses da CMP.

14 - Esses mesmos serviços chegam a um acordo com os Tribunais no sentido de alargar mais uma vez o prazo para a reposição do anterior PDM, no que à capacidade construtiva dizia respeito naqueles terrenos.

15 - Note-se que esta decisão foi acordada com os Juízes e evitou que a CMP se visse obrigada a pagar imediatamente à Família Moreira a tal choruda indemnização, uma vez que a CMP a tinha defraudado no que toca às suas legítimas expectativas de ali poderem construir.

16 - Em todo este processo, o Presidente Rui Moreira manteve-se completamente afastado.

17 - No ano passado, uns cavalheiros do mui nobre Partido Comunista Português resolvem achar que o resultado da negociação prejudicava a CMP e questionaram publicamente o Presidente Rui Moreira.

18 - As respostas foram claras e transparentes: Não fora o acordo a que se chegara - friso que sem a intervenção do Presidente - a CMP seria condenada a pagar uma enorme indemnização à Selminho.

19 - O caso morreria por aqui, não fora agora - e pasme-se! - ao fim de quase 40 anos, um zeloso funcionário da CMP ter como que por acaso descoberto que parte daqueles terrenos afinal eram da CMP e que até havia dos mesmo dois registos na Conservatória do Registo Predial. Um que dava como proprietárias as pessoas que os venderam à Família Moreira e outro que era a própria CMP!

20 - Os partidos da oposição - incluindo o PS, o tal que esteve até há pouco coligado com Rui Moreira - começam a clamar que se trata de um caso inteiramente novo, que afinal já nada "é o que era".

21 - Claro que nada é o que era ; o que há de novo, é que a CMP permitiu, há cerca de 40 anos, que alguém registasse em seu nome - por usucapião - uns terrenos que ela própria tinha anteriormente expropriado!

22 - Alguém que não Rui Moreira, nem a sua família, que só os viriam a adquirir, de boa-fé, no ano de 2001, com a certeza exarada no PDM da viabilidade de ali construírem.

Em conclusão: Se há alguém aqui muitíssimo prejudicado é a Selminho/Família Moreira!!! Que adquiriram de boa-fé uns terrenos onde se podia construir e que pertenciam, por registo na CRP, às pessoas que lhos venderam. Anda a Família Moreira há 16 anos, de Herodes para Pilatos, à espera de ver reposta as suas legítimas expectativas. Malgrado as promessas da CMP nesse sentido, aguenta estoicamente e o já Presidente Rui Moreira afasta-se de motu próprio de intervir no caso. E chega-se a um acordo, o qual evita que a CMP seja obrigada a pagar à Selminho/Família Moreira uma monumental indemnização! E ainda há quem tenha a distinta lata de vir dizer que o Presidente Rui Moreira agiu em causa própria e defendeu os seus interesses!!! O que diriam essas pessoas se a CMP tivesse sido condenada a pagar a referida indemnização? Por último, não posso deixar de me espantar com o tal zeloso funcionário da CMP, o qual, qual misto de arqueólogo e Hercule Poirot, conseguiu desencantar - agora, note-se - a tal duplicidade de registos de propriedade... E - já agora - em termos jurídicos - espero para ver como é que os "competentes" serviços da CMP vão conseguir contestar a tal escritura feita nos anos 80 pelos então proprietários "por usucapião" dos referidos terrenos...

Ainda as autárquicas estão longe e já correm águas de esgoto por debaixo das pontes. Oxalá não vejamos os candidatos da oposição a afundarem-se no próprio esterco que estão a criar. Até porque ganhar umas eleições sem oposição não daria gozo algum a Rui Moreira!

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«Carla Afonso Leitão‎» - Existe um parecer favorável emitido pela CMP que recaiu sobre um PIP, Pedido de Informação Prévia, instruído pela Selminho, em 2002, era, então, Nuno Magalhães da Silva Cardoso o Presidente da CMP. Um pedido de informação prévia permite ao requerente, mesmo não sendo proprietário do terreno, saber da sua edificabilidade e conferir-lhe direitos. O requerimento, na forma de PIP, permite que se consiga tirar conclusões VINCULATIVAS relativamente à edificabilidade de um dado terreno sem sequer tomar posse do mesmo. A partir do momento em que a CMP emitiu o parecer favorável, compromete-se oficial e vinculativamente em dois pontos: 1- autorizar capacidade construtiva; 2- assume que o terreno em causa não é do domínio público. A partir daqui, qualquer alteração dos termos desse parecer, a CMP, estará sempre comprometida com o precedente que ela própria criou. Obviamente que caberá ao titular do PIP pedir a indeminização correspondente, no tocante à alteração dos Indicadores Urbanísticos. De qualquer modo, existe sempre, neste caso, um precedente claro, a CMP, não se assumiu à altura do PIP como titular do terreno. Portanto, é aqui que tudo fica mais claro para mim. O "caso Selminho” é um não caso, melhor, é um caso em que se alguém tiver que descalçar a bota será a CMP. Qualquer tentativa de arrastar a Selminho, ou, por via da Selminho, neste caso, o Dr. Rui Moreira, para qualquer domínio de ilicitude, é, francamente agir de má fé.



Publicado por Tovi às 11:55
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Quinta-feira, 18 de Maio de 2017
Não pode valer tudo em campanhas eleitorais

18Mai2017 aa.jpg
Em resposta a esta notícia do jornal Público, comunicou hoje de manhã a Câmara Municipal do Porto:

  Comunicado da C M Porto

Em defesa do seu bom nome e do bom nome dos seus funcionários, que agiram com todo o zelo e escrúpulo, a Câmara do Porto decidiu entregar no Ministério Público uma queixa-crime contra o jornal Púbico e contra os autores que hoje assinam um conjunto de artigos jornalísticos e de opinião naquele diário. O jornal Público foi, sobre a matéria em causa, informado por escrito pela Direção dos Serviços Jurídicos desta autarquia, pelo que não podia ter informado os seus leitores da forma que o fez, faltando à verdade. Entre um conjunto de importantes imprecisões contidas nas peças, é particularmente grave e difamatória a afirmação de que "a informação ficou fechada nos gabinetes", estando o Público informado de que tal não é verdade.

 

    A notícia de hoje no Público…
18Mai2017 ab.jpg

 

   …e o Editorial de Amílcar Correia
18Mai2017 ac.jpg 

 

   COMUNICADO DO MOVIMENTO INDEPENDENTE RUI MOREIRA: Porto, o Nosso Partido

Na sequência da publicação de um conjunto de artigos na edição de hoje do jornal Público, o Movimento Independente que suportou a candidatura de Rui Moreira à Câmara do Porto, decidiu emitir a seguinte nota:
A história que o Público de hoje conta e elabora no seu editorial fundamenta-se em pressupostos errados, graves e porventura difamatórios.

Conta-se em poucas palavras: durante 16 anos e ao longo dos três mandatos camarários anteriores, a Câmara do Porto não deu conta da existência de um duplo registo de um terreno, dando como certo que a propriedade não era sua em várias instâncias. Nesses 16 anos, apreciou vários processos urbanísticos e litigou sobre o terreno em causa, no assunto conhecido como “Selminho", sem nunca ter alegado a sua propriedade ou indagado sobre qualquer registo.
Mas, agora, na vigência do actual mandato, os funcionários camarários, actuando como lhes compete, terão identificado um erro, o que aconteceu há meio ano, e desde então terão decorrido várias diligências no sentido de salvaguardar os interesses patrimoniais da câmara. Fizeram-no, naturalmente, sem nenhuma interferência do presidente.
De tudo o que sobre a matéria é do conhecimento público, o presidente da Câmara não pode ter sido beneficiado em nada nem ter agido em causa própria a seu favor. Pela simples razão, de que de nada beneficiou.
A sua família comprou, há 16 anos, um terreno que tinha capacidade construtiva e hoje não tem. E Rui Moreira nunca usou a sua posição para reverter a situação, tanto mais que, repita-se, está prejudicado e não beneficiado. E será mais prejudicado se, porventura, ficar comprovado que o terreno é, afinal, propriedade do município.
Se assim for, quem sairá prejudicado pelas ações tomadas no presente mandato pelos serviços camarários? A empresa da família de Rui Moreira e mais ninguém.
Como se pode então questionar a atuação do presidente da Câmara, como fez o Público?
Recentemente, o jornal Expresso explicou como um partido que sustenta uma candidatura às eleições autárquicas está a desenvolver a sua “campanha suja”. Esta notícia nunca foi desmentida.
Depois de páginas de internet e emails anónimos, a campanha chegou hoje à primeira página do jornal Público. Agora com assinatura.
Bem sabemos que a campanha eleitoral, para alguns dos adversários do presidente da Câmara, não é fácil. Bem percebemos que esse adversários, bem identificados, não pretendem discutir a cidade. Resta-lhes a lama, a difamação e a insídia que visa atingir o bom nome e a honra de Rui Moreira. Não conseguirão fazê-lo.
Grupo de Cidadãos Independente Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido



Publicado por Tovi às 09:41
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Terça-feira, 9 de Maio de 2017
Socialistas do Porto abandonam a Câmara

Rui Moreira Tomada de posse 22Out2013 d.jpg

Diz-se pr’aí que os socialistas foram a tábua de salvação de Rui Moreira nestes últimos quatro anos de governação autárquica. Mas a verdade é a seguinte:

Manuel Pizarro foi um bom vereador?... Parece não haver dúvida que foi e até Rui Moreira o afirmou várias vezes.

Os Socialistas cumpriram o acordo pós-eleitoral do executivo camarário?... Não. Um terço dos eleitos socialistas esteve sempre na oposição.

E na Assembleia Municipal como se portaram os socialistas?... Salvo raras excepções os deputados socialistas entravam mudos e saiam calados.

E nas Juntas de Freguesia?... Aqui houve socialistas bons, outros muito bons e até alguns maus ou mesmo muito maus.

 

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«Miguel Ginja» - Estes últimos episódios políticos na Câmara do Porto e as ultimas afirmações do nosso presidente na TSF, só vem reforçar o espírito deste grupo, onde vão continuar a caber todos, onde o trabalho levado a cabo pelos membros Manuel Pizarro e Correia Fernandes sai valorizado e onde o verdadeiro amor pela cidade que nos viu nascer e o enorme carinho e respeito pelos portuenses é a maior bandeira do movimento. O Porto é a nossa casa. A cidade do Porto é fruto inequívoco da casmurrice, da intransigência, da força, da simpatia e simplicidade das suas gentes desde tempos longínquos. É assim. Nao há volta a dar. No Porto somos genuinamente felizes. Viva o Porto. Sempre. Ponto.

«Jota Caeiro» - ao Pizarro de Costa vai acontecer o mesmo que aconteceu ao Gomes de Guterres. eles andam em brasas, o governo, os gabinetes maiores da burocracia do poder, o próprio PR e os militares. os partidos promoveram a inquinação da democracia, a sua destruição. Cavaco fez sempre frente ao TC, aquele que gerirá a CRP. contudo, os tribunais não prendem ninguém. os militares vêm o território esboroar-se por causa destas fantochadas e mantêm-se inoperacionais e incólumes... o povo não acredita em nada que lhe pareça poder institucional: gere-se a si próprio no escolho com base na confiança, em indivíduos que surgem como se do nada, com discursos sólidos baseados na seriedade das suas actividades no seio das comunidades, comunidades que respeitam e fazem respeitar. os partidos, esses, surgem-nos agora como entidades abjectas, como organizações que nunca deixaram de ser de corrupção e ladroagem. como aquela história dos candidatos à presidência do município de Bragança, um do PS e o outro do PSD, que, embora a concorrer para esse mesmo lugar representativo, pertenciam à mesma loja maçónica. tal facto reflecte-se, desmultiplica-se às centenas, se contarem as autarquias que esta 'idea' de país tem. que é idea nenhuma. um país sem 'estatutária', um país com os conteúdos sufragados pelos grandes escritórios de advogados de lisboa que, por acaso, também são deputados à AR, temos de admitir!, não é nação alguma! pum! também quem é que desejaria frequentar o mesmo espaço com os políticos que reconhecemos criminosos?... os outros criminosos que ganham com esses criminosos políticos. mais os idiotas que parasitam a sociedade em prol de ideais e estatutos partidários que deixaram de existir ou deixaram de ser respeitados. querem que vos aponte exemplos? não. não sois desprovidos de alguma inteligência.

 

2-26.jpg

A Cidade Invicta saiu do marasmo em que tinha caído nos últimos anos… mas apareceram logo as formigas á procura de comida.

Para os mais distraídos:
i) Cidade Invicta = Porto
ii) Marasmo = Governo camarário de Nuno Cardoso e de Rui Rio
iii) Formigas = Socialistas
iv) Comida = Um tachito na Câmara
v) Sim, já estamos em "guerra" (aka "campanha eleitoral")



Publicado por Tovi às 08:31
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