"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 21 de Março de 2017
Rui Moreira – 4º aniversário da candidatura

Jantar 4 aniversário da candidatura aa.jpg

É bom jantar com quem gosta e luta pela nossa Cidade... a Cidade Invicta, onde os INDEPENDENTES fazem Cidadania.
E que jantar foi este, o de ontem?... Um jantar na Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, para celebrar os quatro anos do início de campanha de Rui Moreira no Porto e também para planear o futuro. - Rui Moreira - O Nosso Partido é o Porto

 

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A História de uma campanha: O Nosso Partido é o Porto

Autores / Rui Moreira e Jorge Afonso Morgado
Fotografia / José Gageiro, João Ribeiro, Leonel de Castro (Global Imagens), Carlos Tavares, Ivo Pereira, Nuno Nogueira Santos e Rui Moreira
Fotografia de capa / Leonel de Castro (Global Imagens),
Design / Comunicar Essência
Edição / Calendário de Letra – abril de 2014
Impressão / Greca Artes Gráficas
ISBN / 978-972-8985-91-2
Depósito legal / 373645/14
Copyr / Calendário de Letras SA / Rua Latino Coelho, 110 / 440-200 Vila Nova de Gaia

Em «A História de uma campanha: O Nosso Partido é o Porto» está todo o percurso de um movimento inovador, visto e contado de dentro, na primeira pessoa. Com as imagens inéditas dos bastidores, os episódios e os grandes momentos de uma campanha única.

“Não há exemplos assim na Europa”, El Pais
“Um raio de optimismo para os portugueses”, New York Times
”Raramente alguém foi tão brilhantemente eleito sem fazer uma única promessa”, Libération



Publicado por Tovi às 08:15
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2017
“Quinta-Feira e Outros Dias” de Aníbal Cavaco Silva

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Fica já aqui dito que eu não gosto nem nunca gostei do Cavaco… mas a QUEIMA DE LIVROS é uma prática característica de regimes opressivos que procuram assim silenciar e censurar opiniões, por mais aberrantes que estas nos possam parecer.

 

  Comentários no Facebook

«Adao Fernando Batista Bastos» - David concordo se bem que às vezes bem me apetecia livrar-me de alguns pois já nao tenho espaços para os arrumar. O livro de Cavaco pelo que se vai lendo por aí é a demonstração, mais uma, da sua pequenez enquanto cidadão e político. Um pulhazito, na minha opinião, rancoroso e cobarde. Nunca me oferecerem o desprazer de adquirir este nem outros escritos de quem é movido pela vingança e a necessidade de justificar desastrosos... silencios!

«David Ribeiro» - Eu cá sou da opinião que este livro deverá ser lido, se não forem as 600 páginas pelo menos algumas partes, mais que não seja para se “completar” a ideia que cada um de nós já tem da criatura.

«António Sousa» - O problema é a minha hipertensão? Prefiro o Alexandre Herculano ou o Victor Hugo!!!!!!!!! mesmo assim obrigado pelo convite.

«Jose Bandeira» - Este é um livro que não vou ler, não só por conhecer suficientemente o trajecto da personagem principal mas sobretudo pelo facto de ter a fotografia na capa. Abrenúncio!...

«Ana Alyia» - Só pela gargalhada que me fez dar já valeu, José Bandeira É que o raio do livro (e ainda mais a personagem) irrita-me tanto que estava mesmo a precisar de rir

«Mário Paiva» - ...não precisa queimar, basta não ler, mas os extractos que me têm aparecido melhoraram-me bastante a imagem e opinião sobre Sócrates...

«Rafael Maciel Oliveira» - Este livro demonstra o rancor, raiva, e a maldade, do autor.

«Francisco Seixas da Costa» - O LIVRO As memórias presidenciais de Aníbal Cavaco Silva (já lidas de fio a pavio, porque faço parte dos estóicos de biblioteca) é uma espécie de livro de atas de um notário meticuloso (quase picuínhas) da política. Do texto, que em escrita é basicamente escorreito mas onde o que sai do oficioso resvala para um discurso literariamente menos glorioso, ressalta um tropismo, em crescendo, para a adjetivação ácida, aqui ou ali algo vingativa, "to say the least". É um livro auto-elogioso à náusea, de quem tudo viu, tudo previu, numa omnisciência que só foi pena não ter tido afinal consequências de maior para bem do país que insistiu em colocá-lo em Belém por um longo decénio. Cavaco Silva sabe que, ao ter elegido José Sócrates como "bombo da festa", garantiu um "pós-eleitorado" seguro para dar um pouco mais de credibilidade à narrativa eufórica que faz sobre si mesmo. Muito pouco elegantes são as palavras que dedica a Mário Soares. Nada que surpreenda, contudo, conhecido o autor. Uma nota inevitável para a ligeireza com que se refere a algumas trapalhadas próprias, a menor das quais não será a das escutas. Enfim, um livro de quem tem pressa em tentar que o país dele fixe uma imagem à altura da elevada conta que guarda de si mesmo.

«Antonio Sousa Dias» - Cavaco receou que já nos tivéssemos esquecido de que existiu, lançou um livro para ficarmos com a certeza de que é um vinho azedo e ao contrário do Vinho do Porto, quanto mais velho pior.

«David Ribeiro»Nem para vinagre serve.



Publicado por Tovi às 10:54
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Terça-feira, 5 de Abril de 2016
TAP - Caixa Negra

TAP Caixa Negra bb.jpg

Acabei ontem de ler (e de sublinhar as partes mais importantes, como é meu hábito) a obra «TAP – Caixa Negra», magistralmente escrita por Rui Moreira e Nuno Santos. E não há dúvida que “o Norte não pode continuar a ser olhado com desprezo pelos poderes que, entrincheirados na capital, olham o Porto com paternalismo, sobranceria e despeito. Por isso, esta guerra valeu a pena; porque o Porto não pode aceitar rebuçados, quando o que lhe devem é muito mais. Valeu a pena porque sempre que quiserem voltar a fazer uma maldade ao Porto vão ouvir a minha voz [de Rui Moreira] e vão hesitar. Por isso, esta guerra valeu a pena. E não acabou.”

 

  Comentários no Facebook

«Nuno Santos» >> e fica fisicamente escrito. Para memória futura.

«Margarida Menezes» >> Será melhor, porque o calôr do sul, às vezes queima alguns neurónios!

«Jose Bandeira» >> Gostaria de citar algumas das últimas palavras de Rui Moreira na "Conclusão", que passo a citar: "O que faltou, mais uma vez, ao Porto e ao Norte foi um apoio das forças partidárias, na sua representação no Parlamento. Mais uma vez, os deputados eleitos pelos Círculos do Norte e Centro não foram capazes de pôr de lado as suas divergências partidárias. Também é verdade que, desta vez, algumas das elites da região se abstiveram, falaram pouco e baixinho. Compreendo que não estejam disponíveis para serem destratados e ofendidos, mas seria importante não esquecerem que a sua participação cívica continua a ser essencial." (sic) Reproduzo tal como está no texto, embora possam imaginar o quanto gostaria de colocar uns sublinhados.

«Jorge Oliveira E Sousa» >> E o culpado somos nós os do Norte. Por um lado aceitamos pacificamente que um alentejano ou lisboeta entre em qualquer lista de qualquer partido como representando distritos do Norte. Devemos avaliar a justeza e interesse em desenvolver o Movimento Pró-Partido Norte

«Jose Bandeira» >> Eu cá advogaria a formação do PPCT (Partido dos Portugueses Com Tomates). Fazendo fé na nossa História penso que o Norte estaria em larga maioria.

«Tiago Vasquez» >> Caro José, com algumas viagens feitas, penso que os membros do PPCT estarão na sua maioria na diaspora. Se for a Joanesburgo, a Goa, a Macau, a Caracas, a Nampula vê lá muita dessa gente. No entanto se nos deixarmos ficar no território nacional penso que eles estarão na sua larga maioria no Norte e Ilhas, com alguns casos no Algarve. O que nós temos no Norte a mais que os outros é a capacidade organizativa, a vontade, a força familiar, um clima menos quente e o orgulho de sermos Portucale. Com o líder certo isso virará uma tempestade perfeita, porque o maior problema, a maior dificuldade, é a de unir o povo do Porto e do Norte. Vamos! A guerra não valeu a pena David, a guerra só agora começou!

«Jose Bandeira» >> Com toda a honestidade intelectual temos que assumir isso como um facto. Tenho que fazer uma ressalva, salientada por Tiago Vasquez, a Diáspora é hoje uma das nossas melhores armas na luta pela afirmação de Portugal no mundo e pela transformação do nosso país. Cada português que regresse vem com um projecto de vida e com visão de mundo.

«Tiago Vasquez» >> Sem dúvida e eu sou um deles depois de 10 anos no mundo Anglo-Saxónico. Mas precisamos de muito amor à Pátria para ir seguindo por cá, sendo a possibilidade da abertura de uma guerra contra o centralismo, uma grande motivação! Onde nos alistamos?

«Jose Bandeira» >> Gostaria de poder responder à sua questão; eu próprio quero alistar-me!



Publicado por Tovi às 09:09
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Terça-feira, 22 de Março de 2016
Rui Moreira em "guerra séria" contra a TAP

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A guerra do presidente da Câmara do Porto com a TAP conhece esta terça-feira um novo capítulo. Rui Moreira e o seu adjunto, Nuno Nogueira Santos, escreveram TAP - Caixa Negra, uma obra lançada pela editora Almedina, prefaciada pelo antigo ministro Luís Valente de Oliveira e que vai ter lançamento hoje ao fim da tarde, no auditório da Fundação de Serralves, com apresentação de António Lobo Xavier. Nesta obra sobre os bastidores das batalhas travadas pela Cidade Invicta para que a transportadora aérea permanecesse no aeroporto Sá Carneiro, constam dados sobre a actividade da TAP e da sua operação no Brasil, pormenores desconhecidos acerca da vinda da Ryanair para Portugal, jantares secretos e cartas a vários primeiro-ministros. Leitura obrigatória para as gentes do Norte.

 

 O auditório da Fundação de Serralves foi pequeno para tanta gente que veio à apresentação de TAP - CAIXA NEGRA.

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Publicado por Tovi às 08:27
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Terça-feira, 12 de Janeiro de 2016
Regionalização vs Municipalismo

Estou a ler o livro A Via Lusófona – Um novo Horizonte para Portugal, de Renato Epifânio [Editores Alexandre Gabriel & Sofia Vaz Ribeiro / Zéfiro; 1ª edição: Abril de 2010; ISBN: 978-989-677-027-3; Depósito Legal: 309 440/10] e numa altura em que a “Regionalização” anda esquecida e se começa a falar de “Municipalismo” é importante ler o texto (pags. 69 e 70) que o autor escreveu em 15 de Dezembro de 2008 e que passo a transcrever (especial agradecimento ao meu amigo Felisberto Ramos que me fez o favor de facultar esta obra):

 

A Via Lusófona de Renato Epifânio.jpg

 Sobre a Galiza e outras “Regiões” Ibéricas

A Galiza é muito mais do que uma “região espanhola”. Tal como a Catalunha e o País Basco não são “regiões espanholas”. São nações. Tendo uma língua e cultura própria, são, de facto, nações. Ainda que nações sem Estado. Como já aqui escrevi, acho que o futuro natural destas nações será a independência. Começando pela Catalunha, passando pelo País Basco…

E a Galiza? Quanto a ela, tenho mais dúvidas. Durante muitos anos, Fraga Iribarne, ex-ministro de Franco, cimentou a inclusão em Espanha. Depois, há um nível de vida que poderia ficar em causa com a independência...

Mas, talvez, esta venha a acontecer, mais tarde. E se assim for, a relação com Portugal será sempre muito particular...

Com Portugal enquanto nação, e não com apenas uma região em particular. Se em Portugal existem regiões, elas não são comparáveis com as referidas “regiões espanholas”. Desde logo pela dimensão – se olharmos para a Península Ibérica e a dividirmos em “regiões” com uma dimensão semelhante, verificamos que Portugal forma uma única…

Daí, de resto, as minhas reservas quanto a regionalização. A União Europeia incentiva-o para, a meu ver, melhor poder reinar…

No actual estado de coisas, a instância “nação” é a melhor barreira de resistência à União Europeia em particular e à Globalização em geral. Isto, como é óbvio, na perspectiva de quem pretende preservar a sua língua e cultura…

Já o municipalismo, no quadro da “nação”, parece-me algo mais fecundo. Até porque os municípios, em livre associação, é quem deveriam formar as “regiões” – naturais, de geometria variável, não desenhadas, a régua e esquadro, pelo Governo…

Tudo isto, como é óbvio, no quadro maior da convergência lusófona – desígnio primacial do MIL – Movimento Internacional Lusófono.



Publicado por Tovi às 09:14
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Sábado, 30 de Maio de 2015
Da Revolução Gorada aos Desafios do Presente

Pedro Baptista Memórias 2 volume a.jpg

Pedro Baptista autografando o seu segundo livro de memórias - "Memórias II [1974-2014] - Da Revolução Gorada aos Desafios do Presente" – ontem ao fim da tarde no Átrio da Câmara Municipal do Porto.

A apresentação do segundo livro de memórias deste homem da literatura, da filosofia e da política, esteve a cargo de Rui Moreira (Presidente da autarquia portuense), José Manuel Lopes Cordeiro (Historiador), Rodrigo Sousa e Castro (Coronel do Exercito Português e militar do MFA), Francisco Assis (Deputado Europeu pelo PS) e José Sousa Ribeiro (Editor - Edições Afrontamento). Curiosamente todos os intervenientes na apresentação desta obra referiram ser Pedro Baptista um Homem de convicções, um lutador pela Liberdade.

Já agora: No fim da apresentação deste segundo livro de memórias de Pedro Baptista tive o prazer de manter uma curta mas simpática e interessante conversa com Rodrigo Sousa e Castro, Coronel do Exercito Português e militar do MFA. Relembramos um grande Homem de Abril, o Tenente-Coronel Fischer Lopes Pires, meu comandante no Batalhão de Engenharia 3 em Santa Margarida, um militar que muito contribuiu para a minha formação ideológica na oposição ao Estado Novo.



Publicado por Tovi às 08:12
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Sábado, 28 de Março de 2015
“A Confiança no Mundo” de José Sócrates

José Sócrates 27Mar2015 livro.jpg

Fosse o livrito o único pecado do Sócrates. O que me preocupa é que nunca mais nos dizem, e metem na cadeia, os gajos que lhe deram graveto para sei lá o quê. A ser verdade e a provarem-se as patifarias por que está preso, como é óbvio e fica sempre bem dizer nestas alturas.



Publicado por Tovi às 08:31
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Sábado, 7 de Março de 2015
Da Foz Velha a'O Grito do Povo

Pedro Baptista Memórias 1 volume a.jpg

Acabei hoje de ler (só hoje… porque eu sou daqueles que volto atrás muitas vezes… gosto de ler e reler certas passagens... e faço apontamentos a lápis nas margens dos textos) o livro de memórias de Pedro Baptista intitulado «Da Foz Velha a’O Grito do Povo». [Novembro de 2014 - Edições Afrontamento / Porto - ISBN: 978-972-36-1388-9]. E há por ali tantas coisas que me dizem tanto sobre a minha juventude vivida na Cidade Invicta nos anos sessenta do século passado que várias vezes uma lágrima quis aparecer no canto do olho. Quiseram os deuses que eu só tenha conhecido pessoalmente o Pedro nestes últimos anos, mas, como diz o Povo, mais vale tarde do que nunca.

Força Pedro!... Que nunca te doía a voz… nem te falte força para escrever aquilo que muitos não sabem e precisam de saber e que alguns outros nunca gostariam que se soubesse. Um grande abraço, amigo Pedro.

 

  Comentários no Facebook

«Pedro Baptista» >> Obrigado, amigo David Ribeiro, é bom receber e dar assim um abraço amigo que sei que é espontâneo e sentido. E obrigado pela sua leitura e pela sua impressão que é o que mais importa. No dia 29 de Maio teremos, no mesmo átrio da Câmara, o 2º volume que já anda pelas máquinas...

«Henrique Monteiro» >> Fico feliz, Pedro, está a fazer falta o volume 2. Para ler e rejuvenescer...

«Pedro Baptista» >> Sim, Henrique Monteiro, agora que abri o III Volume, o que não tinha a certeza de vir a fazer, sinto dar um passo a caminho da adolescência... Também já não era sem tempo...



Publicado por Tovi às 08:29
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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2015
Receitas medicinais com Vinho do Porto

Vinhos Medicinais Cunha Simões.jpg Vinhos Medicinais de Cunha Simões

Andam muitos dos meus amigos a queixarem-se de várias maleitas próprias desta época e eu, que só quero que não vos falte nada, fui ao livro “Vinhos Medicinais” de Cunha Simões e aqui deixo umas receitas interessantes. Como vão reparar são todas à base de Vinho do Porto, pelo que se preventivamente beberem diariamente uns cálices do nosso néctar dos deuses é meio caminho andado para uma perfeita saúde.

AMIGDALITE - Macere em 1 litro de vinho do Porto, durante 5 dias, 20 g de m...adressilva (lonicera capritolium) e 20 g de folhas de eucalipto (eucalyptus globulus). Agite todos os dias. Filtre. Gargareje 3 vezes por dia. Tome 1 colher de sopa antes do almoço e 2 antes do jantar.

BRONQUITE - Macere em 1 litro de vinho do Porto, durante 5 dias, 10 g de flor de carqueja (pterospartum tridentatum), 10 g de marroio negro (ballota nigra) e 10 g de tomilho (thymus vulgaris). Agite todos os dias. Filtre. Tome 2 colheres de sopa dez minutos antes do almoço e 2 antes do jantar.

GRIPE - Macere em 1 litro de vinho do Porto, durante 5 dias, 20 g de casca de laranja (citrus aurantium), 20 g de casca de limão (citrus limonum), 20 g de roseira brava (rosa canina). Agite todos os dias. Filtre. Tome 2 colheres de sopa antes do almoço e 2 antes do jantar.

PNEUMONIAS - Durante 7 dias macere em 1 litro de vinho do Porto, 40 g de folhas de eucalipto (eucalyptus globulus). Agite todos os dias. Filtre. Tome 1 colher de sopa 3 vezes por dia.

TOSSE - Macere em 1 litro de vinho do Porto, durante 3 dias, 40 g de sumidades floridas de orégão (origanum vulgare). Agite todos os dias. Filtre. Tome 2 colheres de sopa nos ataques de tosse, no máximo de 4 vezes por dia.

 

  Comentários no Facebook

«José Luis Moreira» >> A panaceia é: 'Abife-se, avinhe-se e abafe-se'

«Luiz da Cunha» >> Bem, acho que vou escolher uma aí do cardápio, pra experimentar a "receita", David Ribeiro

«José Luis Moreira» >> Pra frixões... bagaço!...

«Carlinhos da Sé» >> Do bom...



Publicado por Tovi às 15:29
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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2014
Memórias (1º volume) de Pedro Baptista

Pedro Baptista apresentação Memórias vol1 e.jpg

Sexta-feira passada, ao fim da tarde, no Átrio dos Paços do Concelho, no Porto, estive presente no lançamento do 1º volume das MEMÓRIAS de Pedro Baptista. Foram oradores: Rui Moreira, Presidente da Câmara do Porto; José Manuel Cordeiro, Historiador; José Queirós, Jornalista; e José Sousa Ribeiro, Editor.

Queiram fazer o favor de não mandar bocas foleiras sobre a qualidade das fotos. As condições de luminosidade não eram as ideais para o meu LG-P970 (5.0 mega pixel) e o fotógrafo também não é de grande qualidade

Pedro Baptista Memórias vol 1 b.jpg



Publicado por Tovi às 08:34
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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2014
Regionalização: Uma Questão de Coragem

Estou a reler o livro Regionalização: Uma Questão de Coragem (Edições Rui Costa Pinto, Lda. – 1ª edição Out2009) de Carlos de Brito, que foi Ministro da Defesa Nacional do XI Governo Constitucional, presidiu à Câmara Municipal do Porto, foi governador civil, vice-presidente do PSD, deputado à Assembleia da República e director da EDP e presidente da STCP.

   O que por lá está escrito:

A regionalização pode ser uma oportunidade de metamorfose do Estado-Nação e de mudança do modelo de desenvolvimento, assim se ouse na mudança e na complexidade. Como aliás, outras oportunidades que se perfilam como simultâneas da metamorfose do Estado-Nação, a “metropolitanização”, os círculos uninominais ou as duas Câmaras. (…) Certamente que a regionalização, “ferramenta” que é supostamente eficaz para ajudar à felicidade das gentes, poderá ser uma excelente “embraiagem” para a metamorfose do Estado-Nação.

 Terminado o império, perdidas as colónias, não se considerou essa nova distribuição do Poder e das suas diversas formas por um “tecido histórico-social de malha cerrada, uma aldeia de todos”. Manteve-se a concentração de todos os poderes, num mesmo local, numa mesma cidade, a Capital do Império. Até a conhecida e existente noutros países, separação do centro político do centro económico e financeiro foi impedida sistematicamente. Portugal, país de pequenas dimensões, permitia perfeitamente uma distribuição policêntrica dos diversos poderes, facilmente contactáveis entre si pelas facilidades acrescidas de comunicação. Manteve-se a estrutura piramidal e não se iniciou a estrutura em rede. A velha questão da separação dos poderes não se concretizou geograficamente, condicionando a um “nomenclatura” senão o exclusivo pelo menos, a muito maior parte das oportunidades. A “velha Corte” aí está imperando, como qualquer oligarquia arrogante, admitindo ou rejeitando os seus integrantes, tecendo intrigas, ridicularizando a província.



Publicado por Tovi às 11:14
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Terça-feira, 30 de Setembro de 2014
P o r t o .

Lê-se "Porto, ponto"... ou seja: "Porto, mai nada" {#emotions_dlg.blink}

{#emotions_dlg.star} Porto, ponto. E indiscutível, incontornável, incomparável. A sua afirmação não é um dado exterior, é algo intrínseco ao Porto. Precisávamos de o afirmar sem adjectivar e o ponto final permitiu-o. Passámos por outras notações sintácticas, mas nenhuma se adaptava de modo tão verdadeiro como o ponto final. Nada melhor que o Porto do que o próprio Porto. (Eduardo Aires – Designer de “Porto.”)

{#emotions_dlg.meeting} [JN - 30Set2014] - Câmara do Porto apresenta nova imagem onde cabe a cidade inteira - A Câmara Municipal do Porto apresentou, esta segunda-feira, a nova  imagem gráfica da cidade, concebida por Eduardo Aires, que pretendeu  reunir na marca Porto todos os elementos do município, como explicou o  presidente da autarquia, Rui Moreira. (...) "Queríamos ter uma imagem que juntasse o Porto todo. E de facto é esta descrição, é Porto ponto", acrescentou o presidente da Câmara Municipal do Porto, em referência ao ponto que se segue ao nome da cidade na nova imagem, colorida a um azul e branco ligado ao azulejo.

{#emotions_dlg.star} P o r t o .

Título: Porto.

Edição: Câmara Municipal do Porto, 29Set2014

Textos: Rui Moreira, Nuno Nogueira Santos e Eduardo Aires.

Design e coordenação editorial: www.whitestudio.pt

Fotografia: Colectivo Mel, Filipe Paiva, Francisco Piqueiro, Ken & Nyetta, Madelana Martins, Óscar Almeida, Victor Hugo e Zeca Neto.

Impressão e acabamento: Norprint

Tiragem: 1.000 exemplares / Papel: Artic 170g

Tipografia: Regular / Minion Pro

ISBN: 978-972-9147-85-2 / Depósito Legal: 381759/14



Publicado por Tovi às 09:00
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Sábado, 17 de Maio de 2014
A Primeira Guerra Mundial

A Primeira Guerra Mundial de Martin Gilbert

Colecção "Grande Guerra, Grandes Livros"

Tradução de Francisco Paiva Boléo

A Esfera dos Livros (2014 "Expresso").

{#emotions_dlg.chat} Associando-se à evocação do centenário da Grande Guerra, o ‘Expresso’ oferece, entre 10 de Maio e 21 de Junho, uma colecção de sete livros, distribuídos gratuitamente com a edição em papel. Os seis primeiros volumes correspondem à obra do historiador britânico Martin Gilbert, enquanto o sétimo e último é uma obra inédita dedicada à participação portuguesa na I Guerra Mundial, escrito pelos jornalistas do ‘Expresso’ Rui Cardoso e Ricardo Marques e pela historiadora Margarida Ramalho. Hoje sai o volume II.




Terça-feira, 8 de Abril de 2014
Fischer Lopes Pires

Página 37 da edição de Março da revista "Visão História" que só hoje comprei. Um exemplar a guardar nas estantes da minha biblioteca.



Publicado por Tovi às 10:13
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Segunda-feira, 7 de Abril de 2014
História de uma Campanha - O Nosso Partido é o Porto

Hoje, no Mercado Ferreira Borges, às 18 horas, venha conhecer o livro que relata uma campanha eleitoral. São 236 fotografias que todos vamos gostar de recordar.


«Zé De Baião» no Facebook >> E para as Europeias que ideologia seguem? Eu disse ideologia e não partido.

«David Ribeiro» no Facebook >> Somos Porto e isso faz a diferença, seja para Portugal seja para a Europa.

«Zé De Baião» no Facebook >> Mas ser "Porto", ou seja, movimentos de cidadãos, por enquanto, não tem meio de representatividade no Parlamento Europeu. Será que a sociedade e as instituições ficariam melhor organizadas e mais eficientes se multiplicados os movimentos de cidadãos? É um debate que um dia terá de ser feito. Um movimento pode ter condições de vingar num grande município/região, mas se tivéssemos muitos a puxar cada um para seu lado e sem elo de coesão, creio que seria uma tarefa difícil de gerir e poderia ser muito complicado para as pequenas localidades/pequenos movimentos/pequenos territórios.

«David Ribeiro» no Facebook >> Vocês, os dos partidos, ainda não perceberam o que foi, o que é e o que continuará a ser "O Nosso Partido é o Porto".

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} Já tenho o livro. Lindo... Uma bela obra para mostrar aos netos, quando eles tiverem idade para perceber o que é "O Nosso Partido é o Porto".

Ficha técnica

Título / A história de uma campanha: O Nosso Partido é o Porto

Autores / Rui Moreira e Jorge Afonso Morgado

Fotografia / José Gageiro, João Ribeiro, Leonel de Castro (Global Imagens), Carlos Tavares, Ivo Pereira, Nuno Nogueira Santos e Rui Moreira.

Design / Comunicar Essência

Edição / Calendário de Letras SA - Abril de 2014

Impressão / Greca Artes Gráficas

ISBN / 978-972-8985-91-2

Depósito Legal / 373645/14

«Albertino Amaral» no Facebook >> Meu caro David Ribeiro, foi um prazer encontrá-lo hoje a caminho da apresentação do livro da campanha do Presidente Rui Moreira. Fiquei maravilhado com o aspecto da Rua das Flores, Largo dos Loios, Largo de S. Domingos, mas sobretudo com o movimento que pude observar em toda a baixa portuense. O Porto começa a vibrar e de que maneira. Fazia algum tempo que não passeava tanto pela baixa a pé. Gostei, mas sobretudo de ali nos encontrarmos. Bem haja...

«David Ribeiro» no Facebook >> Também tive muito gosto em ter estado consigo, amigo Albertino Amaral. Na campanha de Rui Moreira nas últimas autárquicas fiz GRANDES amigos entre os apoiantes do nosso Presidente.



Publicado por Tovi às 08:13
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