"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 25 de Maio de 2017
Oliveira e Costa levou com 14 anos

oliveira costa.pngFoi ontem conhecida a sentença judicial da "maior burla da história da Justiça portuguesa julgada até ao momento" e que condenou um total de 12 arguidos, entre os quais Oliveira e Costa, antigo presidente do Banco Português de Negócios (BPN)­, condenado a 14 anos de prisão, pela prática dos crimes de falsificação de documentos, fraude fiscal qualificada, burla qualificada e branqueamento de capitais. É provável que haja recursos, mas a mim já me dá um enorme gozo o facto de não só irem todos gastar umas valentes pipas de dinheiro com os seus advogados como os seus nomes ficarão para sempre “queimados” na praça pública.



Publicado por Tovi às 07:07
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 25 de Maio de 2016
O caso BPN está a chegar ao fim

BPN Oliveira e Costa aa.jpg

Iniciaram-se hoje as alegações finais do julgamento do caso BPN, que já anda pelos tribunais há perto de seis anos e no qual Oliveira e Costa e outros 14 arguidos são acusados de terem sido os responsáveis por crimes financeiros que levaram ao descalabro do banco. Ainda estou para ver o que vai dar… ou se, mais uma vez, a montanha vai parir um rato.

 

  Comentários no Facebook

«Jose Riobom» >> Acho que seria bem mais interessante se parisse uma rata... Podia pelo menos dar-se-lhe algum uso que gerasse qualquer espécie de rendimento... quem sabe? [Emoji wink]

«José Camilo» >> Normalmente quem faz a ratoeira não morre nela.

«Maria Helena Costa Ferreira» >> estou farta dos "ratos"!!!

«Pedro Antunes» >> Então, já há novidades?

«David Ribeiro» >> As alegações ainda devem continuar na próxima sessão… Estes advogados gostam de grandes discursos [Emoji smile]

«Antero Braga» >> Santa inocência já estou como o Tome só vendo se acredita na justiça igual para todos. Vou esperar sentado para não me cansar

«José Paulo Matos» >> Absolvições, penas suspensas e ao fim de algum tempo liberdade incondicional por motivos de saúde ou idade para ficarmos de bem com a moral e os bons costumes e com a saída, perdão, consciência limpa. Senhores juízes não gastem mais caneta, papel e a benevolência do Zé Povinho... O Povo é sereno,... até um dia.

«António Lopes» >> Já antes do BPN, no Finibanco, Oliveira e Costa deu a conhecer o seu modus operadi. Se então a n/ corte não viu qualquer problema, não é agora que vai encontrar.



Publicado por Tovi às 13:27
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quinta-feira, 7 de Março de 2013
A quadrilha do BPN

Confesso que não sou grande apreciador da prosa do nosso Presidente da República e por isso não sei se Cavaco Silva em alguma das suas composições literárias já falou sobre a quadrilha do BPN. Mas cá para mim, se ele nada tem a ver com as barbaridades que seus “amigos” por lá fizeram, era a pessoa indicada para explicar-nos como é que seus ex-ministros conseguiram fazer o que fizeram e ainda continuam praticamente impunes.


«Zé Carlos» in Facebook >> Oh amigo David, já lhe ocorreu questionar-se sobre de como é que nasceu a ideia do banco e de quem a apadrinhou desde a primeira hora? Nunca ouviu falar de uma famosa reunião na casa do dito cujo?

«David Ribeiro» in Facebook >> {#emotions_dlg.blink} Não acredito, Zé Carlos... Um homem tão sério, que raramente se ri.

«Maria Teresa de Villas-Boas» in Facebook >> Não tem sido um bom Presidente. Cobre os amigos.


«David Ribeiro» in Facebook >> Lista dos arguidos do processo principal do caso BPN e respectivas acusações: José de Oliveira Costa (fundador e ex-presidente do BPN): Abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documentos, branqueamento de capitais, infidelidade, aquisição ilícita de ações e fraude fiscal; José Vaz de Mascarenhas (ex-presidente do Banco Insular): Abuso de confiança, falsificação de documentos, burla qualificada; Luís Caprichoso (ex-gestor do BPN): Abuso de confiança, falsificação de documentos, infidelidade, burla qualificada, aquisição ilícita de ações; Francisco Sanches (ex-gestor do BPN): Abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documentos, infidelidade; Leonel Mateus (ex-gestor da sociedade que alegadamente criava 'offshores' - Plafin): Abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documentos, infidelidade; Luís Almeida (Plafin Contas): Abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documentos, infidelidade; Isabel Cardoso (advogada que alegadamente criou e geriu 'offshores'): Falsificação de documentos, cúmplice de abuso de confiança e de burla qualificada; Telmo Belino Reis (fundador da Labicer): Abuso de confiança, burla qualificada e fraude fiscal; José Monteverde (acionista e devedor do BPN): Abuso de confiança; Ricardo Oliveira (empresário de imobiliário): Burla qualificada e falsificação de documentos; Luís Ferreira Alves (fundador da Labicer): Fraude fiscal; Filipe Baião Nascimento (advogado): Fraude fiscal e abuso de confiança; António Franco (ex-gestor do BPN): Cúmplice de burla qualificada e falsificação de documentos; Rui Costa (Labicer): Fraude fiscal; Hernâni Silva Ferreira (Labicer): Burla qualificada; Labicer (empresa cerâmica): Fraude fiscal.



Publicado por Tovi às 07:36
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
A fraude gigante de Duarte Lima

Vou aqui transcrever, para memória futura, o artigo de José Bento Amaro publicado no Público de 21Nov2011, sobre a fabulosa fraude que levou Duarte Lima à cadeia:

 

Em Oeiras desapareceu uma família de camponeses e emergiu uma fraude gigante

Remonta a 1983 o início da história que agora conduziu Duarte Lima, o seu filho Pedro e o sócio de ambos, Vítor Raposo, aos corredores da Justiça, para responderem por fraude e branqueamento de capitais.

Foi nesse ano que morreram os donos dos terrenos de Leceia, Oeiras, onde os três suspeitos pretendiam ver edificado o futuro Instituto Português de Oncologia. Obra faraónica, equivalente a 45 campos de futebol, financiada com dinheiro (43 milhões de euros) de um fundo financeiro do Banco Português de Negócios (BPN), onde dois dos suspeitos tinham participação. A obra não se fez, mas o dinheiro, obtido de forma fraudulenta, foi entregue.

João Franco e Silvina Neta, donos de 45 hectares agrícolas junto a Leceia, morreram em 1983. Deixaram cinco herdeiros, que nunca se entenderam entre si, arrastando a questão até 1997, altura em que lhes bateram à porta três advogados em representação de uma empresa denominada Moinho Vermelho. Prometeram-lhes 1,5 milhões de euros pelos terrenos, verba que acabaria por lhes ser entregue em 2007. Cada um dos cinco filhos recebeu então 270 mil euros e, durante dois anos, viveram felizes e contentes, pensando ter embolsado uma maquia justa. O pior foi quando o fisco lhes bateu à porta.

Em 2009, os herdeiros viram-se confrontados com notificações que lhes exigiam o pagamento, a cada um, de 700 mil euros. É que os terrenos que haviam vendido por 1,5 milhões valeriam muito mais: qualquer coisa como 22 milhões de euros.

Um fundo aos 22 anos - Com os terrenos já fora da posse da família Neta Franco, realizaram-se então duas escrituras, tantas quantas as parcelas em que os 45 hectares foram transformados. Uma delas, pertencente à Moinho Vermelho, foi avaliada em 2,5 milhões de euros. A segunda, de quase 20 milhões, foi inscrita em nome da Homeland, um fundo financeiro do BPN (que dele detinha 15%) e que era dominado maioritariamente (85%) pelo ex-deputado do PSD e amigo de Duarte Lima Vítor Raposo, de 45 anos, e Pedro Lima, filho do advogado e também ex-deputado social-democrata, na altura com apenas 22 anos. Tempos depois, a própria Moinho Vermelho vende os terrenos que possuía à Homeland, que fica assim na posse total da herança da família Neta Franco.
Donos dos terrenos, os dois homens depressa se aprestam a rentabilizá-los. Entram em contacto com a Câmara de Oeiras e recebem o aval para ali construírem. Na altura, Isaltino Morais, presidente do município, negou sempre ter negociado directamente com qualquer um dos agora suspeitos, referindo, no entanto, que o município estava disponível para receber, desde 2006, a nova sede do Instituto Português de Oncologia, à data condenado a abandonar as instalações onde ainda hoje se mantém, em Palhavã, Lisboa.
É preciso dinheiro para a obra. Chega-se a uma estimativa de 43,3 milhões de euros. É o BPN, também dono do Homeland, que avança com o dinheiro. É um processo estranho, uma vez que os seus representantes, Pedro Lima e Vítor Raposo, têm um histórico bancário pouco recomendável para que lhes seja concedido, por empréstimo, tal montante. Pedro Lima, conforme refere a revista Sábado em Janeiro de 2010, apresenta às Finanças uma declaração de impostos relativa ao ano de 2006 como trabalhador por conta de outrem. Nela declara um rendimento de 19 mil euros, o que pressupõe que auferisse mensalmente pouco mais de 1300 euros.
O crédito bancário acaba por ser concedido para "aquisição de terrenos no concelho de Oeiras", diz ainda a Sábado, lembrando que a responsabilidade directa do empréstimo pertence ao banqueiro José de Oliveira e Costa, o gestor que ainda hoje se encontra em prisão domiciliária na sequência do processo BPN.

Imenso flop - Pedro Lima e Vítor Raposo, legítimos representantes do Homeland, não comparecem na assinatura das escrituras de compra dos terrenos, mas antes tinham assinado o penhor das suas unidades de participação. São, por isso, substituídos no acto por representantes do BPN Imofundos.
Quando, mais tarde, o novo presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, vem dizer que afinal o Instituto Português de Oncologia já não vai para Oeiras, o sumptuoso negócio dá os primeiros sinais de que, afinal, não é mais do que um imenso flop.O banco, agora transformado num caso de justiça, acaba por ser nacionalizado. Duarte Lima é, entretanto, apanhado nas teias de um intrincado caso onde surge como principal suspeito da morte de uma mulher a quem terá subtraído mais de cinco milhões de euros depositados numa conta sua na Suíça. E o seu filho, Pedro Lima, salta agora para a ribalta como o rosto de um empréstimo exorbitante que não terá condições de pagar e que só foi possível de concretizar, acreditam os investigadores, recorrendo à fraude bancária e ao branqueamento de capitais.


«Gustavo Morais» in Facebook >> Mas e então não há mais?

«Zé Regalado» in Facebook >> Se remonta a 1983, já prescreveu. soltem o homem.

«Pataxó Lima» in Facebook >> Caramba, os bandidos/ratazanas do meu país bananeiro usam também desses artifícios, credo!! E filho de peixe, não pode ser outra coisa senão calhorda... Horrível isso...!



Publicado por Tovi às 17:32
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 26 de Maio de 2009
Os gajos do BPN

Depois de ouvir parte das declarações feitas hoje por Oliveira e Costa na Comissão de Inquérito da Assembleia da República ao caso BPN, está cá a parecer-me que a “gajada” que mandava no Banco Português de Negócios eram todos “bons rapazes”. E se bem me lembro foram todos acólitos de Cavaco Silva quando este foi Primeiro-Ministro de Portugal.

 

«XôZé» / ViriatoWeb ► "...foram todos acólitos de Cavaco Silva..." - Pois é aqui que eu...(desculpem o palavrão)...fico mesmo fodido! Não acredito que o meu conterrâneo não soubesse das travessuras das "gajas" e ainda para mais ter convidado esse Loureiro para o Conselho de Estado quando há muito se conheciam as noticias de que algo não andava bem no BPN. Eu sempre o tive como um homem sério e mesmo a mantendo custa-me que tenha feito ouvidos de mercador aos sinais que a imprensa ia dando. Faz-me lembrar aqueles cornos que andam de braço dado com gajas e agem como se nada fosse.

 

Já por várias vezes afirmei que raramente estou de acordo com as posições políticas do actual Presidente da República, mas a verdade é que o tenho como um homem sério e honrado e continuo a acreditar que o que nos disse sobre o seu eventual envolvimento no caso BPN é a pura verdade. Aqui fica, para memória futura, o que de mais importante dizia a nota da Presidência da República de Novembro de 2008: O Prof. Aníbal Cavaco Silva, no exercício da sua vida profissional, antes de desempenhar as actuais funções nunca exerceu qualquer tipo de função no BPN ou em qualquer das suas empresas, nunca recebeu qualquer remuneração do BPN ou de qualquer das suas empresas, nunca comprou ou vendeu nada ao BPN ou a qualquer das suas empresas; O Prof. Cavaco Silva e a sua Mulher nunca contraíram qualquer empréstimo junto do BPN, não devem um único euro a qualquer banco, nacional ou estrangeiro, nem a qualquer outra entidade; O Prof. Cavaco Silva e a sua Mulher têm, há muitos anos, a gestão das suas poupanças entregues a quatro bancos portugueses – incluindo o BPN, desde 2000 – conforme consta, discriminado em detalhe, na Declaração de Património e Rendimentos entregue no Tribunal Constitucional, a qual pode ser consultada.  




Sábado, 22 de Novembro de 2008
Os "barões" do BPN

Oliveira e Costa está em prisão preventiva e Dias Loureiro jura pelas alminhas de quem lá tem que não sabia de nada.

É o costume nestas coisas - sacudir a água do capote.

 

«XôZé» / ViriatoWeb ► E mais... Também disse (o Dias Loureiro) que quando lhe surgiram algumas dúvidas no BPN, perguntou ao Oliveirinha Cadastrado que lhe respondia que as notícias nos jornais não passavam de boatos, calúnias, invejas...

«Reboredo» / ViriatoWeb ► Quem são os boateiros: o dono do Público? ou o director?

 

Isto que li no Expresso de hoje não deve ser boato: Dias Loureiro entra no grupo BPN por sua iniciativa quando em 2001 se dirige a Oliveira Costa, seu ex-colega de Governo, propondo-lhe a compra de 50% da Plêiade, empresa do grupo Roquette, que Loureiro administrara e onde tinha uma posição de 15%. Oliveira Costa comprou tudo e em troca Loureiro ficou com acções do grupo que vendeu em 2002 e lhe renderam cerca de €7 milhões.


Tags: , ,


Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008
Coitadinho do Oliveira e Costa!...

 Booooooooolas!... Isto está a ficar perigoso... Já não se pode fazer pela vida que aparece logo alguém a dizer que é burla, branqueamento de capitais e fraude fiscal.

Edição online do jornal SOL / Felícia Cabrita

Oliveira e Costa poderá ficar em prisão preventiva

Oliveira e Costa já está a ser ouvido e poderá ficar em prisão preventiva, medida de coacção máxima a aplicar pelo juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal.

José Oliveira e Costa, antigo administrador do BPN, foi detido hoje na sequência das investigações da Operação Furacão, numa casa que possui no Cartaxo, onde costuma passar os fins-de-semana.

A detenção ocorreu na sequência de uma série de buscas às casas do ex-secretário de estado dos assuntos fiscais: entre as quais a vivenda do Cartaxo, uma em Aveiro e outra em Lisboa.

As buscas foram levadas a cabo por uma equipa do Ministério Público, da Inspecção Tributária e da Guarda Fiscal, nas quais participaram cinco investigadores, que apreenderam alguma documentação.

As autoridades já há duas semanas que procuravam Oliveira e Costa.

Oliveira e Costa dirigiu o BPN entre 1998 e 2008 e foi constituído arguido por suspeitas de burla, branqueamento de capitais e fraude fiscal.

 

«XôZé» / ViriatoWeb ► Não te preocupes, o animal daqui a uns dias está cá fora. Adoro assistir a estes show-off's. A policia prende e a justiça solta. Espera...

«Belinha» / ViriatoWeb ► Pois parece que o sr. Oliveira e Costa está a fazer serão hoje, e não é no seu gabinete...

«XôZé» / ViriatoWeb ► "Pasquim da Manhã Escreveu: BPN: Ex-presidente planeou estratégia para salvar o seu património e divorciou-se pouco depois de sair do banco. http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx ... F8616B2EC1 "

ehehe... O homem não é culpado, como qualquer cidadão de bem, limitou-se a cumprir escrupulosamente as leis que os políticos emanam.


Tags: , ,

Publicado por Tovi às 19:58
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008
BPN nacionalizado

E esta, hein?... Parece não haver dúvidas que o Banco Português de Negócios vai ser nacionalizado... E segundo li o antigo ministro das Finanças Miguel Cadilhe, actual Presidente da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), a «holding» que detém o Banco Português de Negócios (BPN), já tinha denunciado vários crimes financeiros alegadamente praticados neste banco.

 

«XôZé» / ViriatoWeb ► Pelo que há pouco ouvi no noticiário e da conferência de imprensa dada por Cadilhe, esta cena do BPN parece uma quadrilha ou associação de malfeitores em que nem o próprio Banco de Portugal - leia-se Constâncio, sai ileso. As adminitrações da quadrilha, curioso, foram exercidas por ex membros do governo de Cavaco Silva e destes apenas Cadilhe parece ser o único que geriu com seriedade, denunciando as irregularidades que o meia f*da do Constâncio diz que não conhecia. Fizeram auditorias desde o início de 2000 onde já se apontavam as manigâncias e do Banco de Portugal, népia. Com o BCP a postura foi igual. Agora o Estado - leia-se NÓS OS QUE PAGAM IMPOSTOS é que vamos pagar a cena através de uma nacionalização. Nacionalizam o banco mas deixam de fora o seu principal activo, a companhia de seguros o que como muito bem disso o Jerónimo - leia-se não o índio mas o do PCP ao afirmar que se "nacionalizam os prejuízos e privatizam os lucros". Desconfio que quem ainda vai lucrar com este acto mafioso vão ser os mesmo que levaram o BPN à falência. E nós a pagar feitos brutos. Muito mal vai o País quando eu tenho que dar razão os comunas.

«Tovi» / ViriatoWeb ► A minha filha mais velha (penso que alguns de vocês sabem que é contabilista com licenciatura em auditoria) deu-me a ler umas notícias já não muito recentes (de há cerca de cinco ou seis meses) em que as "broncas" neste banco já eram do domínio público... Mas os "opinion makers" deste País só falam do que lhes interessa. Ainda estou para ver (e ouvir) o que irá dizer o Professor Marcelo no próximo fim-de-semana.

«XôZé» / ViriatoWeb ► Pois, parece que todos já sabiam menos o Banco de Portugal e por arrastamento o governo.

«Tovi» / ViriatoWeb ► Para memória futura: (TSF online) Nacionalização do BPN é uma decisão política e «desproporcionada», diz Cadilhe. O presidente do BPN considerou, esta segunda-feira, que a nacionalização daquele banco é uma decisão política e «desproporcionada». Miguel Cadilhe mostrou-se ainda indisponível para ficar à frente da instituição bancária, logo que a nacionalização seja cumprida.


Tags: ,

Publicado por Tovi às 21:07
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim
Descrição
Neste meu blog fica registado “para memória futura” tudo aquilo que escrevo por essa WEB fora.
Links
Pesquisar neste blog
 
Outubro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9


23
24
25
26
27
28

29
30
31


Posts recentes

Oliveira e Costa levou co...

O caso BPN está a chegar ...

A quadrilha do BPN

A fraude gigante de Duart...

Os gajos do BPN

Os "barões" do BPN

Coitadinho do Oliveira e ...

BPN nacionalizado

Arquivos
Tags

todas as tags

Os meus troféus