"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Domingo, 28 de Maio de 2017
Fúria de Duques Negros venceu a Taça de Mondioring

Mondioring 2017 ab.jpg

Ontem e hoje realizou-se no Estádio do Grupo Desportivo de Serzedelo (Guimarães) a Taça de Portugal de Mondioring 2017, prova final do Campeonato Nacional do Clube Português de Canicultura e selectiva para o Campeonato do Mundo. O grande vencedor desta prova (grau III) foi uma cadela “Pastor Belga Malinois” – Fúria de Duques Negros – de Celso Alves / CaneUtile.



Publicado por Tovi às 23:08
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Sábado, 27 de Maio de 2017
Taça de Portugal de Mondioring

…este ano em Guimarães 

Mondioring 2017 aa.jpg



Publicado por Tovi às 11:51
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Domingo, 30 de Abril de 2017
Castanheiros na Terra Fria

Vinhais Castanheiro 30Abr2017 ad.jpg

Tivemos hoje uma manhã fria e com chuviscos, alguma neve até, condições algo desagradáveis para a realização do Concurso Canino da Raça Cão de Gado Transmontano, que tem lugar anualmente na Moimenta, integrado na Feira Franca desta linda aldeia no limite norte do Parque Natural de Montesinho. Depois de um retemperador almoço na Casa da Corujeira, em Vinhais, e tendo deixado de chover, fomos dar um passeio – o Tour dos Castanheiros Milenares – onde fiquei deslumbrado com os dois soberbos exemplares de Castanea sativa Miller que se podem ver nas fotos que aqui publico. O maior destes exemplares tem uma altura total de 14 metros, um perímetro à altura de 1,3m de 12,8 metros e um diâmetro médio da copa de 17 metros.

 

   Parque Natural de Montesinho

mapa-Montesinho.jpg
“A riqueza natural e paisagística do maciço montanhoso Montesinho - Coroa e os valiosos elementos culturais das comunidades humanas que ali se estabeleceram justificam que urgentemente se iniciem ações com vista à salvaguarda do património e à animação sócio-cultural das populações”. Constitui este parágrafo o início do preâmbulo do Decreto-Lei nº 355/79, de 30 de agosto, que classificou a parte norte dos concelhos de Bragança e Vinhais como Parque Natural. Este estatuto justifica-se, tal como se pode ler no texto, face aos valores naturais, paisagísticos e humanos da região, à recetividade das autarquias locais para a salvaguarda do património dos seus territórios e às potencialidades de recreio e desporto ao ar livre que a região possui. Com a publicação do Decreto-Lei n.º 19/93, de 23 de janeiro, que criou o novo quadro de classificação das áreas protegidas nacionais, impôs-se a reclassificação do Parque Natural de Montesinho segundo os critérios aí estabelecidos. O preâmbulo do Decreto Regulamentar n.º 5-A/97 de 4 de abril, justifica essa reclassificação com a existência na área do Parque Natural de Montesinho de populações e comunidades animais representativas da fauna ibérica e europeia ainda em relativa abundância e estabilidade, incluindo muitas das espécies ameaçadas da fauna portuguesa, bem como uma vegetação natural de grande importância a nível nacional e mundial, que associadas à reduzida pressão humana verificada em quase todo o seu território permite que grande parte dos processos ecológicos evoluam em padrões muito próximos dos naturais. Referindo que todos estes valores, exemplares em termos de conservação da Natureza, justificam a aplicação de medidas de proteção adequadas a uma zona que constitui património nacional e europeu.

O que é um Parque Natural
Caracterização: Superfície - 74 229 ha
Localização: Situado no extremo nordeste português, o Parque Natural de Montesinho ocupa um quadrilátero bem encaixado na Sanábria espanhola, englobando as áreas das serras de Montesinho e Coroa, abrangendo a parte setentrional dos concelhos de Bragança e Vinhais, fazendo fronteira a nascente e a poente com Espanha.
Está confinado pelos meridianos 6º 30' 53'' e 7º 12' 9'' de longitude oeste de Greenwich, respetivamente a este e a oeste. A sul está limitado pelo paralelo 41º 43' 47'' de latitude norte e a norte pelo paralelo 41º 59' 24'' de latitude N.

Região Norte, Alto Trás-os-Montes, Distrito de Bragança, concelhos de: (*Só parte do território dentro da Área Protegida)
Bragança - freguesias: Aveleda, Babe*, Baçal*, Bragança (Sé), Carragosa, Castrelos*, Castro de Avelãs*, Deilão, Donai*, Espinhosela, França, Gimonde*, Gondesende*, Meixedo*, Parâmio, Quintanilha*, Rabal, Rio de Onor, S. Julião de Palácios*;
Vinhais - freguesias: Edral*, Fresulfe, Mofreita, Moimenta, Montouto, Paçó, Pinheiro Novo, Quirás, Santa Cruz, Santalha, Sobreiró de Baixo*, Soeira*, Travanca, Tuízelo*, Vila Verde*, Vila de Lomba*, Vilar de Ossos, Vilar Seco da Lomba, Vinhais*.
Esta área é constituída por uma sucessão de elevações arredondadas e vales profundamente encaixados, com altitudes que variam entre os 438 m e os 1481 m. Situado na terra fria transmontana, os xistos são as rochas dominantes, mas podem ainda ser encontrados granitos, rochas ultrabásicas e pequenas manchas calcárias.
A enorme diversidade da vegetação pode ser observada em percursos de poucos quilómetros, encontrando-se carvalhais, soutos, sardoais, bosques ripícolas, giestais, urzais, estevais, lameiros, etc.. Os carvalhais situados no Parque, dominados pelo carvalho-negral Quercus pyrenaica fazem parte de um continuum que se prolonga até à serra da Nogueira, constituindo uma das maiores e mais importantes manchas desta espécie. A flora é muito variada, devido à grande variabilidade geológica e climática que caracteriza esta zona, sendo de destacar as plantas que ocorrem em solos derivados de rochas ultrabásicas, onde se encontram espécies que no mundo apenas aqui podem ser observadas.
Em termos faunísticos, observa-se uma elevada diversidade biológica, resultante da diversidade de habitats que ocorrem nesta área de montanha. Com mais de 110 espécies de aves nidificantes, é uma área importante para as aves de rapina, como a águia-real (Aquila chrysaetus, existindo 3-4 casais desta espécie, correspondendo, aproximadamente, a 10% da população portuguesa. Estão referenciadas para o Parque Natural de Montesinho 70% das espécies de Mamíferos terrestres ocorrentes em Portugal, apresentando cerca de 10% destas espécies estatuto de ameaçado no Livro Vermelho dos Vertebrados Portugueses. É de destacar a presença de uma das mais importantes populações de lobo-ibérico Canis lupus. Em relação aos répteis e anfíbios, podem ser observados nesta área 50% dos endemismos Ibéricos existentes em Portugal continental.
O Parque Natural de Montesinho possui um rico património sociocultural com práticas quotidianas vindas de usos e costumes ancestrais, embora já marcadas pelas crescentes mobilidades das gentes e pelas inovações tecnológicas. As festas, são um exemplo disso, sendo um elo de ligação entre as aldeias e um pretexto para o reencontro de famílias e amigos. Têm especial valor as antiquíssimas "Festas dos Rapazes", realizadas principalmente na zona da Lombada por altura do Natal ou dos Reis, segundo o costume de cada aldeia. Outra das facetas da cultura regional é a música tradicional, que acompanha sempre as festividades e onde se destacam as sonoridades da gaita de foles.
São notáveis ainda os exemplos de arquitetura popular, que utilizando os materiais característicos de cada região, resultam de milhares de anos de aperfeiçoamento e adaptação ao meio ambiente. Há também aspetos exclusivamente funcionais na arquitetura popular dignos de destaque, como os pombais, os moinhos e as forjas do povo.



Publicado por Tovi às 23:07
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Sábado, 29 de Abril de 2017
Monográfica do Cão de Gado Transmontano

Cão de Gado Bragança 29Abr2017 aa.jpg

Cá estão eles, alguns dos exemplares da raça Cão de Gado Transmontano, prontinhos para a Exposição Monográfica deste ano, hoje de manhã, em Bragança. Da parte de tarde, na Moimenta, teve lugar um muito participado Concurso Canino de Podengos.



Publicado por Tovi às 23:28
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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
Lá vou eu a caminho de Moimenta

Moimenta Abril2017 aa.jpg



Publicado por Tovi às 12:02
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Quarta-feira, 26 de Abril de 2017
Rottweiler ataca gravemente uma criança

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Uma criança de quatro anos foi ontem atacada por um cão de raça potencialmente perigosa, tendo sido transportada para o hospital em "estado muito grave". Segundo a PSP, o alerta foi dado pelas 10 horas de terça-feira depois de um grupo de pessoas ter sido atacado por um cão de raça Rottweiler na Rua Padre Manuel Bernardes, em Leça do Balio, Matosinhos. Segundo fonte oficial da autarquia, o animal tinha chip e estava legalizado, mas no momento do ataque o cão andaria na via pública sem trela e sem açaime, acompanhado do dono que, após o ataque, fugiu com o animal. À hora que escrevo este texto (15h35 de 25Abr2017) o cão que atacou a criança está recolhido no canil municipal e o dono está detido pela PSP.

De tempos em tempos lá voltamos a falar sobre os acidentes graves provocados por cães considerados “potencialmente perigosos”. A legislação vigente, de que uns gostam e outros não, estipula várias medidas obrigatórias para os detentores de cães das seguintes raças ou seus cruzamentos: Fila brasileiro, Pit bull terrier, Dogue argentino, Staordshire Bull Terrier, Rottweiller, Tosa Inu e Staordshire Terrier Americano. As condições legais para a sua posse são: O detentor destes cães tem de ser maior de 16 anos; É obrigatório ter uma licença especial, obtida anualmente, na junta de freguesia da área de residência; Para ter a licença é preciso que o animal tenha a vacina anti-rábica, estar identificado com um microchip e ter seguro de responsabilidade civil para o animal (capital mínimo de 50.000 Euros); O dono tem ainda de entregar o registo criminal e um termo de responsabilidade onde se declara conhecer a legislação, ter medidas de segurança no alojamento e historial de agressividade do animal. Condições de circulação: Os cães potencialmente perigosos ou perigosos (quando já feriram alguém ou têm carácter agressivo) só podem andar na rua conduzidos por maiores de 16 anos; O uso de açaime é obrigatório; É obrigatório circular na via pública com trela curta, até um metro, fixa a coleira ou peitoral.

 

   Comentários no Facebook

«Nuno Granja» - Quando inventarem uma app que detecte um dono mau com um cão bom para download gratis, podem ter estes cães, até lá proibição total e quanto outras raças, tolerância zero relativamente ao uso de trela. À tribo "quanto maios conheço as pessoas mais gosto dos animais" sugiro que vão para o FaceCao interagir com canídeos em vez de comentarem aqui. Post escrito pelo pai de uma menina que aos 4 anos foi perseguida por 3 cães, felizmente correu bem (excepto para um dos cães), mas podia ter corrido muito mal.

«Fernando Silva» - Já se falou de tudo, já se culpou o cão, a criança o dono, enfim. Como pai de duas crianças, proprietário de cães e treinador com mais de 30 anos de experiência, tenho uma opinião sobre o assunto: A única conclusão que tiro, é que cada vez mais Rotweillers, Pit Bulls, Dogues Argentinos, pastores Alemães, Serras da Estrela e tantos outros cães e raças catalogados ou não como "potencialmente perigosos" estão em más mãos. Temos em grande parte dos donos destas raças ou cães um perfil que não engana e acho que alguns não deviam sequer ter cão. O nestes casos o cão é muitas vezes uma extensão do carro todo "Kitado", das tatuagens até a pescoço, ou do gosto em ser observado e apontado na rua. Sim, porque parece que gostam de ver as pessoas a mudar de passeio ou a agarrar as mãos dos miúdos e a apontarem o cão e a raça em questão. Gostam e têm vaidade nisso. Mas são normalmente descuidados no treino, socialização e maneio dos seus cães. São estes que fazem com que estas notícias apareçam. Depois da lei polêmica dos cães das raças potencialmente perigosas aparecer, Depois de todo o alarido á volta da mesma. Depois da comunicação social usar todos os ataques destes cães, empolgando as notícias deixando sempres raça ou cão Ainda mais denegrida. Pergunto porque tanta gente ainda compra estes cães e se passeia com eles em lugares públicos. Se gostam tanto de cães porque não vão ao canil buscar um cão com aspecto diferente, porque não procuram outras raças? Ei gosto de ter um cão que suscite interesse nas pessoas por outro ponto de vista, o de ser amistoso, querido, fofinho e que provoque um sorriso na cara das pessoas. Que me permita soltá-lo na serra ou na praia e que as pessoas não se desviem dele ou me façam reparos por estar solto. Gostam que sejam educados, bem socializados com cães e pessoas. Os meus cães são assim.

«Filipe Vilhena» - Relativamente a este caso do Rottweiller q atacou 4 pessoas entre elas uma criança vou ser muito objetivo na minha analise...: 23 anos a treinar caes... mais de 10 Rotts de clientes... atualmente tenho 1 rott (o pacifico Boss mas que não deixa de ter o seu feitio que eu conheço e controlo / treino...!!!!)...! Conclusão: nem é aquilo q a comunicação quer q seja... nem aquilo q as associações de animais dizem q é...!!! É uma raça q geneticamente tem uma grande tendência para a proteção e consequente agressão, não há que o negar... e se por vezes tiverem donos que são autenticos assassinos temos uma mistura explosiva...!! Podemos ter rottweillers com diferentes comportamentos consoante o tipo de dono: 1- com donos "gunas" podem ser uma arma mortal... 2- com donos "inexperientes" podem ser imprevisiveis... 3- com donos "experientes" são cães vigilantes mas controlados.... Sinceramente neste caso acho que o cão foi fiel à "merda" de dono que tem..... e 0% culpado do que se passou... Ao contrario do q diziam as primeiras noticias, o cão não atacou deliberadamente (a comunicação social gosta do cão q ataca deliberadamente !!!) pois antes dos ataques houve uma discussão entre o pai da criança e o "artista" (dono do cão)... o desgraçado do cão agiu em defesa do dono, infelizmente com as consequencias conhecidas.... O cão não sabe nem percebe que tem um dono que é um perfeito idiota.... um chavalo de vinte e poucos anos que gosta daquele prazer de ter uma arma que o torna no super homem.....!!!! Analisem a postura dele... agride o pai da criança.... foge e deixa o cão em casa... volta ao local do crime com roupa diferente... e o cão é q é o culpado????? Se um gajo mata outro com uma pistola, esta tb vai ser abatida e a principal culpado pelo assassinato...??

«Carla Alves» - A tal merda que continuo a dizer... CULPA DO OTÁRIO DO DONO... MAIS 1 QUE VAI SER ABATIDO... PELA MERDA DE IRRESPONDABILIDADE DO DONO... também gosto de soltar os meus caes... em locais em que nao coloque ninguem em risco… (também não tenho caes que ataquem… vai tudo pela educação... treino... e MERDA do dono) Preparem se a polícia vai andar a caça da multa nos próximos dias

«Ana Sottomayor» - Tem tanta ou mais culpa o pai da criança que o dono do cão. Em vez de ter chamado a policia e pegado na filha e se afastado, não, decidiu entrar em confronto directo com dono do cão, com a filha no meio.

«David Ribeiro» - Dizer que "tem tanta ou mais culpa o pai da criança que o dono do cão" é negar aos cidadãos o direito à indignação. A lei e a moral cívica obrigavam o dono do cão a saber andar com um cão na rua, o que não aconteceu.

«Ana Sottomayor» - Ninguem disse que não David, no entanto não é de todo de uma pessoa inteligente entrar em confronto com a filha no meio. Se tivesse apenas chamado a policia isto não teria acontecido.

«David Ribeiro» - Não há desculpa para a atitude do dono do cão e embora me custe a aceitar o que muito provavelmente vai acontecer ao animal, a verdade é que espero que a Justiça tenha mão pesada para com este irresponsável cidadão.

«João Pereira» - David Ribeiro, tal como disse a Ana, a Justica poderia ter sido aplicada, sem k houvesse danos... Infelizmente este pai, tb tem culpa, nunca tirando a culpa ao dono do cao k nao cumpriu a lei... poderia e devia ter sido tudo resolvido doutra forma...!!! E a culpa é dos adultos presentes na cena... Pai e dono...!!!

«David Ribeiro» - Meu caro João Pereira, o pai da criança foi imprudente, seguramente, mas nunca poderá ser culpado do que aconteceu. Permita-me a seguinte comparação: Se um individuo durante um assalto fizer frente a um criminoso que está armado e este disparar e ferir terceiros, só quem disparou é que será legalmente considerado culpado.

«João Pereira» - Sem duvida, mas a questao legal tá resolvida... No caso dos assaltos, tamos todos devidamente instruidos pela sociedade, para adotar certos e determinados comportamentos... É nesse aspeto k o pai tem culpa... nao adotou os comportamentos corretos, e potenciou um desastre...!!! Tamos de acordo qto ao culpado, só nao estamos qto a negligencia do pai da criança...!!!

«Rottweiler Clube de Portugal» - O Rottweiler Clube de Portugal, vem por esta via lamentar mais um incidente com a raça Rottweiler, mostrando-se totalmente solidário com a vitima e respectiva família. O RCP, de forma categórica, condena os detentores de Rottweilers que por negligencia e desrespeito colocam em causa a vida de terceiros. Apenas uma criação responsável e selectividade de futuros detentores de Rottweiler, contribuirá para a minimização desta triste realidade em torno da raça.
NOTA: Se vai adquirir um Rottweiler consulte previamente o Rottweiler Clube de Portugal e os seus criadores.

 

   Porto Canal em 25Abr2017 às 22h15

Uma criança de nove anos foi hoje atacada por um cão em Arouca, mas "encontra-se estável" no Hospital de São João, no Porto, para onde foi transportada, disse à Agência Lusa fonte hospitalar. Em declarações à Lusa, o comandante dos Bombeiros de Arouca, José Gonçalves, referiu que foram chamados cerca das 16:15 para transportar uma criança do Serviço de Urgência Básico de Arouca para o Hospital de São João. Segundo o mesmo responsável, o menino terá sido atacado por um cão "arraçado de Serra da Estrela", que pertenceria à família da vítima, residente na freguesia de Moldes, no concelho de Arouca. "O cão arrancou uma orelha ao miúdo e fez-lhe um corte num ombro e num braço com os dentes", disse José Gonçalves.

 

   Sol em 26Abr2017 às 17h22

Uma criança, de três anos, foi atacada esta quarta-feira por um cão de Fila de São Miguel na Gafanha da Encarnação, em Ílhavo. O ataque aconteceu durante a hora de almoço na casa do avô, numa altura em que a criança estaria junto ao animal. O menor terá tentado entrar na casota do cão e acabou por ser atacado. O menino ficou gravemente ferido na face, tendo sido transportado para o hospital de Coimbra, onde está atualmente internado para ser submetido a uma cirurgia. O animal em causa, que nunca causou qualquer tipo de problemas, foi levado para o canil de Aveiro, no qual será abatido nos próximos 15 dias.



Publicado por Tovi às 08:09
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Terça-feira, 14 de Março de 2017
Para quem gosta de cães

A “Dança com Cães”, conhecida oficialmente na Fédération Cynologique Internationale (FCI) e no The Kennel Club (Reino Unido) como “Freestyle”, é um desporto canino onde o dono dança com o seu cão, ao som de uma música e com uma coreografia ensaiada. Tecnicamente falando o dono realiza movimentos sincronizados com o seu cão que criam a ilusão de que estão dançando. O cão fica atento o tempo todo à música e aos gestos do seu dono e assim excuta os movimentos com precisão, sendo que há alguns movimentos obrigatórios, como por exemplo a passagem por baixo das pernas do humano e noutra altura do exercício saltar por cima dele.

Este vídeo é da equipa italiana concorrente ao CRUFTS deste ano, o mais importante evento canino mundial e que se realiza anualmente em Birmingham, no Reino Unido.



Publicado por Tovi às 09:27
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Sábado, 11 de Março de 2017
No Porto é assim... e muito bem

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Publicado por Tovi às 21:45
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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2017
Apresentação dos Juízes de "Porto Dog Show 2017"

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ECI Norte 2017 ag.jpg



Publicado por Tovi às 09:57
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2017
As minhas queridas comissárias...

...que tanto me ajudaram na cerimónia oficial de Apresentação dos Juízes das Exposições Caninas Internacionais do Norte, na Exponor, neste último fim-de-semana.
Que mais havia eu de querer para ser feliz? Obrigado, minhas queridas

ECI Norte 2017 ab.jpg



Publicado por Tovi às 11:06
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Domingo, 15 de Janeiro de 2017
85ª Exposição Canina Internacional do Norte

ECI Norte 2017 BIS domingo aa.jpg



Publicado por Tovi às 22:44
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Sábado, 14 de Janeiro de 2017
84ª Exposição Canina Internacional do Norte

ECI Norte 2017 BIS sábado aa.jpg



Publicado por Tovi às 23:02
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Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2017
Hoje no Porto: mínima 10º C; máxima 18º C

Baltazar e Cassilda 3Jan2017 leg.jpg

  Comentários no Facebook

«Jorge Veiga» - ainda queima os bigodes...

«Ana Alyia» - responde a gata ao cão: não percebes nada de gatos!! Nós não precisamos ter frio... simplesmente gostamos de calor! [Emoji tongue:P]

«Catarina Quintino» - 1 das minhas cadelas tem 1 aquecedor só para ela...



Publicado por Tovi às 12:00
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Quarta-feira, 16 de Novembro de 2016
Displasia da anca no cão

Para quem gosta de cães, mas não está suficientemente bem familiarizado com a canicultura, é conveniente saber, antes da compra ou adopção de um cachorro para pet, o que é a displasia da anca.

 

  CPC/APMVEAC-2006

DISPLASIA DA ANCA - GUIA PARA O CRIADOR E PROPRIETÁRIO DE CÃES

displasia02.jpg
A displasia da anca é uma doença que afecta a articulação coxo-femoral, também denominada da anca. Esta articulação é formada pela cabeça do fémur e a cavidade acetabular dos ossos da bacia, e é responsável pela transmissão das forças da coluna vertebral pelo membro posterior até ao solo quando o animal anda ou corre.
Para que esta articulação funcione correctamente é necessário que exista uma coaptação perfeita das duas superfícies ósseas (redonda da cabeça do fémur e côncava do acetábulo), mas também resistência dos tecidos moles envolventes como a cápsula articular, ligamento redondo (liga a cabeça do fémur ao acetábulo, tal como a cápsula articular), músculos e tendões que envolvem a articulação.

O que é a displasia da anca?
A displasia da anca é uma doença de biomecânica de desenvolvimento, isto é, o animal nasce normal mas durante os seus primeiros meses de vida as articulações coxofemorais sofrem alteração na sua forma devido a falta de coaptação entre as superfícies ósseas originando deformação da cabeça do fémur. A falta de congruência articular origina artrose o que em muitos casos é responsável pela dor e consequente claudicação dos animais.

A falta de congruência das superfícies ósseas articulares deve-se a um processo de maturação mais rápido do esqueleto relativamente aos tecidos moles (músculos, cápsula articular, ligamentos) o que faz com que exista lassidão (falta de resistência) destes e consequentemente incapacidade para manter o contacto normal entre as superfícies ósseas da articulação.
Esta falta de resistência dos tecidos moles envolventes da articulação origina precocemente sub-luxação articular (cabeça do fémur mal encaixada na cavidade acetabular) e posteriormente lesões de artrose.

Quais as causas da displasia da anca?
A displasia da anca é uma doença hereditária e genética, embora alguns factores ambientais possam contribuir para uma maior expressão da doença em animais com genes para a displasia da anca.

Para o desenvolvimento da doença é necessário que o animal tenha genes para a displasia da anca. Não se sabe ao certo quantos genes estão envolvidos, mas sabe-se que são muitos, por isso é denominada de doença poligénica. Nas doenças poligénicas quanto maior fôr o número de genes alterados herdados dos progenitores mais marcada será a doença nos cachorros. No entanto, a questão não é tão simples uma vez que alguns dos genes se combinam aleatoriamente e não de forma aditiva, embora num número muito reduzido.
Os factores ambientais como excesso de peso, ração hipercalórica, curva de crescimento muito acentuada, chão escorregadio e liso, excesso de minerais como o cálcio, excesso de exercício, contribuem para exacerbar as alterações mas não são a causa da doença.

A displasia da anca aparece com igual prevalência em todas as raças?
A displasia da anca é uma doença que aparece mais frequentemente em raças de cães médias e grandes, embora possa ocorrer em qualquer raça.

As raças mais predispostas são por exemplo S.Bernardo, Bulldog, Terra Nova, Retriever do Labrador, Golden Retriever, Mastins, Pastor Alemão, Serra da Estrela, Rafeiro do Alentejo, Shar-Pei, Akita, Setters, Cão Boieiro Suiço, Rottweiller, Dobermann, etc.
As raças pequenas são também atingidas embora pelo seu peso corporal em muitos casos não manifestem sinais clínicos da doença.

Qual a importância de radiografar o meu animal?
Não existe nenhum teste genético para despistar um animal portador de genes para a displasia da anca. O exame radiográfico, é hoje em dia considerado o meio de diagnóstico que melhor permite despistar os animais que não tendo sinais clínicos de displasia da anca têm no entanto lesões compatíveis com a doença, sendo essas lesões um marcador da presença de genes para a doença.

Os animais devem ser radiografados aos 12 meses para raças médias e grandes e 18 meses raças gigantes. O Rottweiller sendo uma raça grande deve ser radiografado aos 18 meses. A partir dos 5-6 anos de idade a avaliação torna-se mais difícil uma vez que podem existir lesões de artrose não relacionadas com displasia da anca. Por isso, para efeitos de despiste de displasia da anca dever-se-á evitar submeter radiografias de animais a partir desta idade.

Porquê anestesiar o animal para realizar o exame radiográfico?
A anestesia geral permite um relaxamento muscular total e dessa forma conseguimos posicionar correctamente o animal para o exame. Caso contrário teremos de repetir várias vezes a radiografia até obter um rx de boa qualidade. Sem um posicionamento correcto é impossível atribuir uma classificação à radiografia.

Por outro lado o relaxamento muscular permite observar a lassidão da articulação com maior facilidade e dessa forma sermos mais precisos na avaliação.

Qual o significado dos diferentes graus da classificação da displasia da anca?
Os graus atribuídos na classificação da displasia da anca em Portugal são os graus definidos pela Federação Cinológica Internacional e que se identificam por letras: A, B, C, D, E.

Os graus A e B são animais sem sinais radiográficos de displasia da anca, os graus C, D, e E correspondem a animais com sinais de displasia da anca. O grau C corresponde a displasia ligeira, o grau D displasia moderada e o grau E displasia grave.

Quais os graus de displasia da anca que posso usar na reprodução?
Em princípio só deveríamos utilizar na reprodução animais com graus A e B. De facto só esses permitiriam reduzir significativamente o número de genes para a displasia. No entanto, nalgumas raças o nível de displasia da anca é tão elevado que se eliminássemos todos os animais com grau C ficaríamos com um conjunto de reprodutores muito limitado. Nestes casos pode utilizar-se um dos progenitores com grau C embora o outro deve ser A ou B. Esta é uma excepção não deverá ser a regra.

Qual a importância de reduzir a prevalência da doença?
Se utilizarmos na reprodução animais com displasia da anca a doença perpetua-se com uma intensidade crescente devido ao efeito maioritariamente aditivo da combinação dos genes e consequentemente animais com sinais mais marcados. Isto tem repercussões individuais pelo sofrimento do animal envolvido e dos seus proprietários, maiores despesas associadas à terapêutica e muitas vezes perdas de animais com características excelentes em termos de beleza ou trabalho. Por outro lado, em termos populacionais de uma raça conduz inevitavelmente ao retrocesso em termos de características da raça e um esforço posterior muito maior para obter animais sem sinais de displasia da anca.

Qual a importância de se conhecer os graus de displasia nos animais presentes num pedigree?
O reconhecimento do grau de displasia até à 3ª ou 4ª geração de um pedigree é muito importante porque isso dá-nos a percepção do grau de probabilidade de ocorrência de animais com displasia da anca.

Se eu dispuser de um cão classificado com grau B proveniente de pais e avós com graus A e B provavelmente este animal disporá de muito poucos genes para a displasia da anca. Se pelo contrário eu usar um reprodutor (macho ou fêmea) com grau B mas com alguns dos antepassados com grau C e D a probabilidade de obter cachorros com displasia da anca é francamente maior.
A inscrição dos graus de displasia nos pedigrees e a sua análise constitui um auxiliar fundamental na selecção criteriosa dos reprodutores.



Publicado por Tovi às 09:38
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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2016
Morreu Manuel Loureiro Borges

Requiescat In Pace

Manuel Loureiro Borges morreu a 19Out2016.jpg

Depois de uma luta inglória contra o cancro morreu hoje Manuel Loureiro Borges, Vice-Presidente do Clube Português de Canicultura, um grande Juiz e um bom Amigo. À Xinha, ao Duarte e ao Afonso, um grande beijo de solidariedade nesta hora de dor.



Publicado por Tovi às 18:18
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