"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017
Será que há “sealy season” na Coreia do Norte?

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Espero bem que as declarações muito duras de Kim Jong-un e de Donald Trump não sejam senão efeitos da “sealy season” da península coreana. O líder da Coreia do Norte fala em "acções físicas" contra os Estados Unidos e o inquilino da Casa Branca responde com ameaças de "fogo e fúria" sem precedentes. Tudo isto é capaz de dar “trolha”, mas não deverá chegar a um conflito nuclear, até porque quer a Rússia quer a China nunca permitirão que isso aconteça.

 

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«João Greno Brògueira»Ainda hoje ouvi na CGTN que é a TV oficial da China que nunca poderiam ficar neutrais porque a Coreia do Norte fica muito perto de algumas províncias Chinesas e o efeitos duma guerra nuclear seriam muito nefastos. Mas entretanto já anunciaram a suspensão das importações de carvão e minério de ferro da Coreia do Norte.



Publicado por Tovi às 16:41
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Domingo, 6 de Agosto de 2017
Bombardeamentos atómicos a Hiroshima e Nagasaki

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Estamos no septuagésimo segundo aniversário dos bombardeamentos atómicos a Hiroshima (6Ago1945) e a Nagasaki (9Ago1945), actos bélicos que mataram de 100 mil a 200 mil pessoas em questão de minutos, além de muitas outras dezenas de milhares que morreram como resultado da radiação nuclear nas semanas, meses e anos seguintes. Mas eu, cidadão “ocidental” nado e criado no pós-guerra, educado numa filosofia de Paz e harmonia entre os Povos, não posso no entanto esquecer os crimes de guerra praticados pelo Império do Japão durante a Guerra do Pacífico, um dos teatros de operações da Segunda Guerra Mundial no Sudeste Asiático, na qual o exército japonês matou milhões de não-combatentes, incluindo prisioneiros de guerra, de várias nações. A Sanko Sakusen ("Política dos Três Tudo") na qual os japoneses adoptaram uma táctica de terra queimada na China e que se resumia em "Mate Tudo, Queime Tudo e Saque Tudo", política iniciada em 1940 por Ryūkichi Tanaka (9Jul1893 – 24Nov1972) e implementada na sua totalidade em 1942 no norte do território chinês pelo general Yasuji Okamura (15Mai1884 – 2Set1966), são disso exemplo, que de acordo com o historiador Mitsuyoshi Himeta resultou na morte de "mais de 2,7 milhões" de civis chineses.



Publicado por Tovi às 14:42
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Segunda-feira, 25 de Julho de 2016
A Juventude é o futuro... em qualquer parte do Mundo

Pedro Baptista viagem China aa.jpg

O meu bom amigo Pedro Baptista anda em peregrinação pela vasta região do Jiangxi e do Fujian, o berço da República Soviética Chinesa proclamada em 1931, local onde se iniciou a Longa Marcha, a colossal manobra estratégica de 10.000 quilómetros de Mao Zedong (Mao Tsé-Tung), numa circular concêntrica à das fronteiras sul, oeste e norte, até Yan’an, no Norte, lá para a quota de Pequim, boa parte dos quais a atravessar montanhas com neve e geladas, num itinerário que passou pelas… ele, o filosofo, investigador, romancista e ensaísta Pedro Baptista é que vai um dia contar-nos os relatos desta sua viagem - espero bem que sejam passados a escrito no seu futuro terceiro livro de memórias – que eu sou “analfabeto” nesta matéria. Mas um dos seus últimos “post” no Facebook falava-nos de umas “doçuras”, juventude que eu tenho a certeza ir ser o futuro, seja lá ou cá, ou noutro ponto qualquer do Mundo, e que ele diz serem “Uma das caraterísticas mais visíveis da China atual, que se nota mesmo numa cidade de pequena dimensão, semi-rural e onde não se nota a presença das grandes sociedades de investimento, é a velocidade estonteante com que tudo muda. Não é em dias, é de um dia para o outro. Entre o início da semana e o fim já há alterações visíveis e não são os cabelos brancos das pessoas. Passei por aqui todos os fins de tarde, em busca do jantarinho e de um momento para o outro, num belo fim de tarde, sem qualquer sinal prévio de preparação nas vésperas, foi o estralejar dos panchões (termo macaense designativo de uma espécie de bombinhas de São João) a anunciar a abertura de uma nova livraria em Ruijin da empresa estatal Xingshua. Em boa verdade, ainda só abriu a papelaria e a secção de macacadas para os putos, a livraria no 1º e 2º andar virá a seguir... Mas olhem-me só estas doçuras que me fizeram participar na inauguração e comprar um caderno para apontar que, amanhã... tenho de comprar bananas...”



Publicado por Tovi às 09:14
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Domingo, 20 de Dezembro de 2015
Transferência da soberania de Macau

Macau 20Dez1999 aa.jpg

Eram 17 horas e quatro minutos do dia 20 de Dezembro de 1999 e o Sol começava a pôr-se sob as águas do rio das Pérolas quando o general Rocha Vieira, depois de dar alguns passos na passadeira vermelha que atapetava o empedrado da calçada à portuguesa, olhou uma derradeira vez para a fachada do edifício e para a janela da sala que lhe serviu de gabinete nos últimos nove anos. O seu olhar deteve-se por alguns instantes no escudo português em pedra cravado no palácio e depois, com passo seguro e de cabeça levantada, mas sem nunca descolar a bandeira dobrada do peito, o governador entrou no carro com a sua mulher e partiu, por entre aplausos e alguns choros das centenas de pessoas que se aglomeravam no passeio.

 

Macau séc XVI ou XVII aa.jpg

Convém não esquecer que os portugueses estabeleceram-se ilegal e provisoriamente em Macau entre 1553 e 1554, sob o pretexto de secar a sua carga (Macau encontrava-se numa posição privilegiada das rotas comerciais portuguesas nas mares da China). Em 1557, as autoridades chinesas deram finalmente autorização para os portugueses se estabelecerem permanentemente em Macau, concedendo-lhes um considerável grau de autogovernação. Em troca, os portugueses foram obrigados a pagar aluguer anual (cerca de 500 taéis de prata) e certos impostos a estas autoridades, que defendiam que Macau continuava a ser parte integrante do Império Chinês. As autoridades chinesas tiveram desde sempre algum medo e desprezo pelos estrangeiros, passando a supervisionar atentamente os portugueses de Macau e a exercer, até meados do século XIX, uma grande influência na administração deste entreposto comercial.



Publicado por Tovi às 13:55
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Quinta-feira, 14 de Maio de 2015
Manobras navais sino-russas no Mediterrâneo

Rússia e China manobras navais no Mediterrâneo M

(Na imagem fragata chinesa Linyi)

A Rússia e a China iniciaram esta semana manobras navais conjuntas no Mediterrâneo, uma clara demonstração de força contra um suposto “inimigo comum” e em resposta ao poder militar na região dos Estados Unidos e de outros países da NATO.

 

  Comentários no Facebook

«Jorge Veiga» >> Os putos a brincar com os fósforos...!

«David Ribeiro» >> Estes exercícios conjuntos das marinhas da Rússia e da China no Mar Mediterrâneo vão durar até ao dia 21 de Maio e neles participam nove navios, tendo como objectivo não só o treino e aprofundamento de cooperação entre estes dois países mas também o reforço das suas capacidades de combate para repelir ameaças navais.

Rússia e China manobras navais no Mediterrâneo M

«Gianpiero Zignoni» >> Eu até diria que a Marinha Italiana toma conta deles, não fosse o facto de estar algo ocupada por estar sozinha a resgatar milhares de refugiados no mediterrâneo...

«Fábio Teixeira» >> Um faz cópias de tudo a todos os níveis, o outro tem a frota a apodrecer, porque só há dinheiro para a máfia.



Publicado por Tovi às 08:50
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Quarta-feira, 4 de Junho de 2014
Massacre da Praça de Tiananmen

Faz hoje 25 anos que tropas chinesas fortemente armadas e centenas de tanques de guerra puseram-se em movimento em Pequim, para "limpar" os manifestantes pró-democracia. Muitos civis desarmados, incluindo crianças e idosos, foram mortos por disparos das tropas. Alguns eram meros curiosos que se encontravam nas ruas de acesso à Praça de Tiananmen, onde se concentravam os manifestantes.




Quarta-feira, 5 de Março de 2014
Acabemos com a mentalidade da Guerra Fria

Este ano já vamos comemorar o 25º aniversário da queda do Muro de Berlim, acontecimento histórico considerado o princípio do fim da União Soviética e por isso também o fim da Guerra Fria. Este período histórico (do final da Segunda Guerra Mundial em 1945 até à dissolução da União Soviética em 1991) caracterizou-se por várias disputas estratégicas e conflitos indirectos entre os Estados Unidos da América e a URSS, tendo a República Popular da China mantido nas décadas de 70 e 80 uma “aliança de conveniência” com os EUA contra os comunistas soviéticos. Os acontecimentos que actualmente estamos a viver na Ucrânia e dos quais ainda não sabemos qual será o desfecho, alertam-nos para a necessidade imperiosa da quebra dos grilhões da mentalidade da Guerra Fria e a consolidação de relações internacionais assentes no equilíbrio de regras e regulamentos entre as grandes potências e os países das suas esferas de influência. Pena é que a Organização das Nações Unidas (ONU) tenha há muito perdido as capacidades objectivas para que foi criada em 1945, ou seja, “facilitar a cooperação em matéria de direito internacional, segurança internacional, desenvolvimento económico, progresso social, direitos humanos e a realização da paz mundial”.


«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.away} 13h00 - Ao contrário do que ouvi há pouco da boca do jornalista enviado pela RTP a Kiev - José Rodrigues dos Santos - a resolução do “imbróglio” que está a viver-se na Ucrânia tem muito mais a ver com as bases navais russas do Mar Negro e dos pipelines de gás natural que abastecem vários países europeus, do que da vontade e/ou escolha do Povo ucraniano. E quem pensar o contrário está a ser naïf.

«José Camilo» no Facbook >> O José Rodrigues dos Santos em Kiev? Para quê? Lá estão a esbanjar o nosso dinheiro....

David Ribeiro» no Facebook >> Tem razão, amigo José Camilo... Bastava uma pequena visita aos "sites online" dos mais importantes meios de comunicação do "Ocidente" para termos conhecimento do mesmo.

«José Camilo» no Facebook >> Entretanto as instalações do Porto estão ao abandono.

«David Ribeiro» no Facebook >> Pois é, amigo José Camilo... Os "senhores do Terreiro do Paço" nunca irão admitir que no Monte da Virgem há gente capaz de fazer boa TELEVISÃO.

«António Alves» no Facebook >> A narrativa do povo heróico em luta pela liberdade dá jeito. A propósito, o que é o povo ucraniano? Os que falam russo e ucraniano ou os que falam ucraniano e russo?

«David Ribeiro» no Facebook >> A União Europeia, Os EUA e a Rússia de Putin estão-se cagando (desculpe lá a brejeirice, amigo António Alves) para os Ucranianos, sejam eles os que falam russo e ucraniano ou os que falam ucraniano e russo. O importante são as bases navais do Mar Negro e os pipelines do gás natural.

«António Alves» no Facebook >> Sim, no geral. No caso da Rússia há também a história. Kiev é o Kosovo da Rússia ou, na nossa analogia, a sua Guimarães.

«David Ribeiro» no Facebook >> Isso já não conta para nada... nem na Rússia nem em Portugal

«António Alves» no Facebook >> Engano seu. Conta e muito. Há coisas, heranças culturais, afinidades e até ressentimentos que ressurgem séculos depois. A cultura é como a cor dos olhos: herda-se. A merda que vemos no mundo e na economia deve-se muito à proverbial falta de sensibilidade para as "humanidades" das novas elites dirigentes para quem coisas como História, Antropologia, Sociologia e Filosofia "não servem para as empresas e para os negócios".

«David Ribeiro» no Facebook >> ..e onde e quando é que essas coisas - culturais, afinidades e até ressentimentos - aconteceram? O importante é, infelizmente, unicamente isto:

 «António Alves» no Facebook >> Aconteceu recentemente nos Balcãs e no Kosovo.

«Jorge Veiga» no Facebook >> Alguém se esqueceu do que aconteceu no Irão, no Iraque, em Timor, etc, etc. Onde há petróleo, há interesseiros...



Publicado por Tovi às 08:56
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Sábado, 18 de Fevereiro de 2012
Navios de guerra iranianos no Mediterrâneo - #4

Países há muito tempo assumidos como potências nucleares são os EUA, a Rússia, o Reino Unido, a França, a República Popular da China, a Índia, o Paquistão e Israel. Depois há aqueles que estão considerados como “em fase de desenvolvimento de armas nucleares” ou mesmo já as possuindo sem o assumirem, como é o caso da Coreia do Norte e do Irão. E antes que países como o Iraque, o Egipto, a Arábia Saudita e a Turquia iniciem uma corrida a armamentos deste tipo, é tempo do Conselho de Segurança das Nações Unidas impor sanções severas aos que estão a desenvolver armas nucleares e criar zonas livres, já que o completo desmantelamento deste tipo de armamento não será facilmente exequível.



Publicado por Tovi às 16:32
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Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011
Nova imgem da EDP

{#emotions_dlg.blink} Parece-me que é no início do próximo ano que vai ser colocado nas cidades, vilas e aldeias de Portugal este outdoor.

(Imagem "roubada" ao meu amigo do Facebook, António Dias)


«António Dias» in Facebook >> Os charters estão aí !!! Razão tinha o Futre...



Publicado por Tovi às 19:43
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Domingo, 7 de Novembro de 2010
Hu Jintao

Estão a ver este senhor?... Pode muito bem ser o nosso "Pai Natal" dos próximos anos.

Hu Jintao ( 胡锦涛 ) é o actual presidente da República Popular da China e secretário-geral do Partido Comunista onde milita desde 1965, pouco depois de se ter formado em engenharia hidroeléctrica na Universidade de Qinghua, em Pequim. Nos primeiros anos da sua actividade política trabalhou no Ministério da Conservação da Água e da Energia em algumas das regiões mais pobres e remotas da China. Em 1982 foi eleito membro suplente do XII Comité Central do PCC, tendo no ano seguinte chegado ao Secretariado do Comité Central da Juventude Comunista e dois anos depois passou a membro efectivo do Comité Central do PCC. Em 1992 passou a fazer parte do Politburo, grupo dos sete principais dirigentes comunistas da China, por iniciativa de Deng Xiaoping, com a responsabilidade da supervisão do treino ideológico dos oficiais de topo. Em Março de 1998 ascendeu à vice-presidência da China. Recentemente a revista Forbes considerou-o como a pessoa mais poderosa do mundo, entrando no lugar do actual presidente do Estados Unidos da América, Barack Obama, após a derrota para a oposição nas eleições intercalares.



Publicado por Tovi às 08:00
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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007
Europa vs África (II)

O problema actual da Europa para com a África é exclusivamente económico e advém do protagonismo que a China está a ter no continente africano. Desde o fim da guerra-fria que os chineses, em consequência do seu enorme crescimento económico, precisam cada vez mais de matérias-primas, sobretudo de petróleo. No médio-oriente não há hipóteses de o comprarem, pois está destinado prioritariamente à Europa e ao EUA, pelo que houve necessidade de uma aproximação aos países produtores de petróleo do continente africano. Esta política tem dado excelentes resultados, pois só como exemplo pode-se dizer que metade das exportações de petróleo do Sudão destinam-se à China, na Nigéria os chineses investiram 2,7 milhões de dólares na compra de direitos de exploração de um campo petrolífero e Angola é o seu maior fornecedor de ouro negro. Isto já para não falar do algodão em bruto do Oeste africano, do cobre e cobalto da República Democrática do Congo, do minério de ferro e platina da Zâmbia e das madeiras do Gabão, Camarões e Congo-Brazavile. Claro está que inevitavelmente há uma protecção dos países africanos aos produtos chineses e já se afirma que mais de três quartos dos artigos à venda nos mercados africanos são de origem chinesa.

«XôZé»Segundo as palavras do nosso 1º Ministro, a cimeira UE-África foi um "sucesso" porque "correspondeu a todos os objectivos previstos". Eu que mesmo não sendo muito instruída no assunto, tentei por isso mesmo melhor me informar através do que as televisões iam transmitindo. Apesar do optimismo do nosso Sócrates, corroborado pelo fugitivo José Manuel, sinceramente não consigo vislumbrar tão publicitado optimismo. A situação no Sudão está como se sabe e concerteza irá manter-se nos mesmos ou pior moldes, Mugabe continuará dono e senhor do seu Zimbabué, entre outros líderes africanos como os de Angola e da Líbia - ad eternum, como se calcula. A desproporção no trato dispensado ao ditador Mugabe quando comparado ao carinho com que Kadafi foi prendado pela presidência portuguesa da União Europeia, deixa-me confusa - até parece que há ditadores que são filhos, enquanto outros, enteados. Deslumbrei-me no entanto pela oportunidade única de Portugal conseguir concentrar o maior número de ditadores por metro quadrado, fora do habitual regaço africano. Talvez esteja de facto aí o tal sucesso de que tanto se gabam. Enfim, esta é a modesta opinião de quem continua com a cabeça entre as orelhas... Cumprimentos deste vosso amigo.

ImagemÉ verdade que as violações dos direitos humanos em alguns países de África são inaceitáveis, mas porque é que os grandes (leia-se: “mais importantes”) políticos europeus só falam do Zimbabué e do Sudão?... Muito mais que preocupada com os “direitos humanos” a Europa está é a ver o “comércio livre” a fugir-lhe das mãos. Não tarda muito, nós os europeus, vamos estipular aos “países africanos não democráticos” uma taxa... Do tipo: Não és democrático, logo tens que pagar!... Quando fizeres eleições livres e controladas por nós, já podes ficar isento!... Mas atenção, essa taxa não pode ser muito alta, pois os chineses, que de democráticos também não têm nada, já estão a ultrapassar-nos. Veja-se que, mesmo com toda a dificuldade da língua e da cultura, são os chineses que estão a reconstruir o caminho-de-ferro em Angola. E ainda por cima estão a financia-los com juros muito mais baixos do que os bancos europeus praticam para países africanos. Não é por acaso que em Setembro deste ano o Governo de Angola e o Eximbank da China assinaram um acordo de cooperação no valor de 2 mil milhões de dólares, para se poder continuar a implementar o programa de reconstrução de infra-estruturas necessárias à revitalização desta nossa antiga colónia.



Publicado por Tovi às 08:59
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