"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 30 de Setembro de 2016
Meia Encosta Tinto Dão DOC 2014

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Sempre gostei de vinhos tintos encorpados e de aroma intenso, sendo seguramente o Meia Encosta um dos primeiros vinhos que me habituei a beber, já lá vão mais de quarenta anos. Há muito que não comprava garrafas deste DOC Dão mas esta semana trouxe para casa uma meia dúzia de garrafas deste vinho feito pela Sociedade dos Vinhos Borges com as castas Touriga-Nacional, Jaen, Alfrocheiro e Tinta-Roriz, tendo a primeira sido aberta para acompanhar uma muito simples omeleta de camarão, cumprindo na perfeição aquilo para que o vinho existe.



Publicado por Tovi às 09:49
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Domingo, 27 de Março de 2016
Uma Páscoa feliz para todos

Páscoa 03.jpg

 


Já está adiantadito… o almoço de Páscoa
cabrito-assado-angola.jpg
  Comentários no Facebook

«Adao Fernando Batista Bastos» >> Bom apetite...

«Rafael Maciel Oliveira» >> Espero que tenhas tirado o bedum ao cabrito, Boa Páscoa Amigo

«David Ribeiro» >> Cabritinho de leite ainda não tem bedum, querido Amigo Rafael [Emoji smile] Uma boa Páscoa aí em casa.

«Isabel Simões Veloso» >> Aqui gastámos do mesmo. Apreciado devidamente ao som da chuva que nos brindou até meio da tarde.

 


 Quinta do Corujão Reserva 2008 tinto aa.jpg
E para acompanhar o Cabritinho Assado do almoço de Páscoa abriu-se uma garrafinha de um DOC Dão de encantar: Quinta do Corujão Reserva 2008, um tinto de características únicas, uma combinação de solo (fraldas da Serra da Estrela), clima e castas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Jaen e Trincadeira.

  Comentários no Facebook

«Zé Carlos» >> Isso David Ribeiro, de 2009 para trás se tratando de um bom Dão.

«David Ribeiro» >> Pois é, Zé Carlos... Depois "daquela coisa" nunca mais o provei. Não é por nada, mas já não deverá ser a mesma coisa [Emoji wink]

«Mario Reis» >> Agora fiquei curioso!.... o que e' aquela coisa?

«David Ribeiro» >> Houve mudança de donos... e às vezes as coisas mudam, if you know what i mean [Emoji wink]



Publicado por Tovi às 07:58
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Domingo, 15 de Dezembro de 2013
Udaca Tinto Colheita 1994

Em grande forma estava o tinto do Dão – Udaca Colheita 1994 – que acompanhou o lombo assado do almoço de hoje. Este vinho feito pela Adega Cooperativa do Dão com uvas das castas Touriga Nacional, Alfrocheiro Preto, Tinta Roriz e Jaen apresentava-se elegante e ainda bastante aromático, apesar dos seus 19 anos de vida, prova provada que os bons vinhos do Dão podem manter-se em garrafa por vários anos em perfeitas condições.


«Antero Filgueiras» no Facebook >> Sempre foi um excelente vinho, contudo, caro David os Douros são imparáveis.


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Publicado por Tovi às 16:01
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Domingo, 21 de Abril de 2013
Quinta dos Carvalhais Encruzado 2010

Grande branco do Dão este Quinta dos Carvalhais Encruzado 2010, feito pelo enólogo Manuel Vieira da Sogrape, com uvas seleccionadas da casta branca Encruzado, submetidas a um estágio de seis meses em barricas novas de carvalho francês. Muito suave mas com excelente volume, acidez a dar-lhe frescura, um equilíbrio perfeito neste monovarietal. O Dão e a Sogrape estão de parabéns.



Publicado por Tovi às 15:22
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Domingo, 2 de Setembro de 2012
Domaine Felix Côtes D'Auxerre 2008 Pinot Noir

Que desilusão este Pinot Noir da Borgonha – Domaine Felix Côtes D’Auxerre 2008 – que se abriu cá em casa na passada semana, para acompanhar um arroz de frango. Um dos meus genros tinha este vinho na sua garrafeira e resolvemos abrir "la bouteille" para ver se valia a pena comprar mais, pois somos ambos apreciadores desta famosa casta francesa. Mas não, não valia os cerca de seis euros que pediam por ela. Se tivéssemos tido o cuidado de fazer uma busca na NET tínhamos visto que já em finais de Março deste ano quatro enófilos deste nosso cantinho a beira mar plantado tinham chegado à mesma conclusão quando realizaram uma Prova Cega de Pinot Noir's Portugueses e utilizaram este vinho francês para controlo. Foi na altura considerado o menos bom dos 14 vinhos em prova (o controlador da Borgonha e 13 vinhos Pinot Noir made in Portugal: Casa Cadaval 2008; Campolargo 2008; Quinta do Rol 2007; Herdade da Figueirinha 2009; Quinta de Santana 2009; Casal Sta. Maria 2009; Aneto 2009; Quinta do Convento da Nossa Senhora da Visitação 2007; Grand’Arte 2006; Niepoort Projectos 2009; Quinta de Cidrô 2007; Olho no Pé 2009; Casa Santos Lima 2007), sendo o "Pinot Noir Quinta do Cidrô 2007" o grande vencedor.


«Fernando Duarte» in Facebook >> vinho de Bordéus é que é

«Marina Rodrigues» in Facebook >> Vinho da Bairrada é que é!!! Não precisamos dos franceses para vinho, talvez eles é que precisem de nós... eheheh  Bom domingo!

«Vitor Ferreira» in Facebook >> Vocês haviam era de provar o "morango" que tenho lá em casa...

«Zé Carlos» in Facebook >> David Ribeiro, aqui entre nós; 90% dos Borgonhas até 10 € são puro lixo.

«Fernando Duarte» in Facebook >> essa da França precisar de Portugal, para vinho ou para outra coisa qualquer, é a segunda grande risada do dia, depois daquela gaja que diz que não há corrupção em Portugal (Cândida Almeida)

«Fernando Roque» in Facebook >> Abri ontem um Catedral Dao 2008 Caves Velhas premiado com medalha de ouro no Challenge International du Vin, França 2012. Suponho que deves conhecer David.

«David Ribeiro» in Facebook >> Meu caro amigo Fernando Roque… O último Caves Velhas que bebi e do qual tenho apontamentos, foi o “Cardeal Colheita Seleccionada Tinto 2005”, um tinto do Dão feito com uvas das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Alfrocheiro Preto, um vinho equilibrado, com boa acidez e muito agradável de beber. Abri esta garrafa em Julho de 2010 e ainda estava para durar, cheio de vida e força, mas com os taninos já perfeitamente suavizados.

«Isabel Oliveira» in Facebook >> Pois a França já  precisou e muito pelo menos dos PORTUGUESES quando nos anos 60 se foram centenas de emigrantes para lá trabalharem. certo para postos duros, mas que compensa vão em relação ao que tínhamos no nosso pais. Portanto se ainda precisarem de nós?? o povo português será sempre solidário, e ao que respeita o vinho, nem falemos. eh eh he

«Fernando Duarte» in Facebook >> nos anos 60/70 a França não precisava dos portugueses para nada, os portugueses é que precisavam da França para ganhar dinheiro que não podiam ganhar em Portugal... a ÚNICA vez em que a França precisou de Portugal foi em 1918 (e há um cemitério com 1831 portugueses em Richebourg, dos 7500 que morreram), mas tendo em conta todos os portugueses que os franceses  salvaram em África, onde a tropa portuguesa não tinha coragem para ir, como em Kolwezi por exemplo, podemos considerar que essa divida está paga!

«Vitor Ferreira» in Facebook >> Pah esse vinho é uma borgonha :-P



Publicado por Tovi às 10:36
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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011
Quinta do Mondego Tinto 2006

Bebi um dia destes ao jantar o Quinta do Mondego (Tinto) 2006, feito pelo enólogo Francisco Olazabal com uvas das castas Alfrocheiro, Jaen, Tinta-Roriz e Touriga Nacional. É um grande vinho DOC Dão que bem poderia continuar mais uns anos em cave, pois ainda está com toda a pujança. Quem é que já o provou e o que é que nos tem a dizer sobre este vinho que o meu genro me ofereceu?


«Miguel Pereira» in The Wizard Apprentice >> David Ribeiro, é a segunda marca do Munda. Já provei e também gostei bastante. É um Dão puro e duro.

«Pingus Vinicus» in The Wizard Apprentice >>  Miguel Pereira, não achas que é uma linha mais "redonda", mais "apelativa". Já estou a colocar em aspas os adjectivos :)

«Miguel Pereira» in The Wizard Apprentice >> Rui, não provo esse vinho há bastante tempo. Lembro-me de o ter provado num EVS e te-lo achado um bocado cru e rústico. Provavelmente será como tu dizes...

«Pingus Vinicus» in The Wizard Apprentice >> Miguel Pereira,  é que estou a olhar para o Munda. Percebes? ;)

«Miguel Pereira» in The Wizard Apprentice >> Pois...


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Domingo, 25 de Julho de 2010
O almoço de ontem cá em casa

Até parecia que ia ser um almoço banal… Não tínhamos cozinheira para fazer o almoço (cá em casa somos tão “democráticos” que damos folga ao fim-de-semana a todo o pessoal doméstico) pelo que o Frango Assado no Forno foi encomendado ao “take away” do costume.

Mas para acompanhar este prato abri uma garrafita de Cardeal Colheita Seleccionada Tinto 2005, um DOC Dão feito pela “Enoport – DT Produção de Bebidas SA” com uvas das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Alfrocheiro Preto… um vinho que me encantou.

Para a sobremesa havia um Salame de Chocolate Fatiado (comprado no hipermercado Continente e unicamente feito com bolacha, chocolate, margarina vegetal, ovo líquido pasteurizado e açúcar) que foi muito bem acompanhado por um Quinta do Ventozelo Porto Vintage 2005, um fabuloso VINTAGE da Quinta do Ventozelo, do qual ainda tenho mais algumas garrafitas na adega cá de casa e que em boa hora comprei na Trago - A Loja do Gourmet, uma casa que infelizmente já não está cá para nos dar dar estes prazeres da luxúria do deus Baco.


«Rafael Fernadez de Zafra» in Facebook >> Ummmmm!... Que ricooooo. Viva Baco!!!!



Publicado por Tovi às 08:00
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Quinta-feira, 11 de Junho de 2009
Corpus Christi

Segundo os mais doutos senhores da Igreja aquilo a que em Portugal chamamos Corpo de Deus é a solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. E eu, um simples e pobre não-crente mas que não renega a sua educação judaico-cristã, fiz hoje um almoço especial: Salada de polvo ao vinagrete com ananás e cogumelos acompanhada de um Espumante Quinta de Cabriz Meio Seco 2006, um DOC Dão feito pela Dão Sul Sociedade Vitivinícola SA com as castas Malvasia Fina e Bical. E assim comemorei a festa de Corpus Christi instituída pelo Papa Urbano IV pela Bula "Transiturus" no ano de 1264 e que deverá ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes.

«Viriato» / ViriatoWeb ► fizeste bem, mas gostaste do feriado, não foi? e já agora, porque é que os não crentes aceitam os feridos católicos?

Os monárquicos também não vão ao emprego no dia da Implantação da República, os saudosistas do “Estado Novo” também não trabalham no 25 de Abril, os agnósticos gozam todos os feriados religiosos… Os feriados são nacionais e decretados pelo Estado e não são de credos, religiões ou convicções políticas.

«Arp» / ViriatoWeb ► "...fiz hoje um almoço especial: Salada de polvo ao vinagrete com ananás e cogumelos acompanhada de um Espumante Quinta de Cabriz Meio Seco 2006, um DOC Dão feito pela Dão Sul Sociedade Vitivinícola SA com as castas Malvasia Fina e Bical" - Por acaso desta missa não me importava de ter participado. Destas religiões e os seus cultos, ainda vou sendo adepto.



Publicado por Tovi às 16:11
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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
Vinhos Portugueses na Bélgica

«Reboredo» ⇒ Meu caro Tovi, aqui por Brx. existe alguma procura por clientela Bélga de:
QUINTA DO ENCONTRO - BRUTO - BAIRRADA - Método Clássico - Vinho Espumante de Qualidade - BRANCO E TINTO
QUINTA DE CABRIZ - BRUTO - DÃO - Método Clássico - Vinho Espumante de Qualidade - BRANCO
http://www.alambique.org - dégustation de vins chez Alambique
GRILOS - BRANCO - 2006 - DÃO
QUINTA DE Sta EUFÉMIA - TINTO - 2005 - DOURO
PALESTRA - TINTO - 2006 - DOURO
O que te solicito é o teu sábio comentário a estas delícias. Um abraço,

Ora vamos lá falar dos Vinhos Portugueses que se bebem em Bruxelas...
 
:arrow: A Quinta do Encontro tem bons espumantes… O Bruto Branco de 2001 (espumante feito pelo enólogo Carlos Rodrigues com as castas Bical, Maria Gomes e Arinto) foi dos “Bairradas” mais bem cotados nos anos de 2004 e 2005. [Apontamentos de relva, citrino verde, biscoito e, posteriormente, rebuçado, dão o mote para um espumante de bolha fina e com razoável persistência. Um conjunto interessante e menos agreste do que é habitual nos espumantes nacionais. Ataque suavizado pela generosidade do carbónico e textura relativamente macia devido à cremosidade da mousse. Evolução com algum verdor a produzir pronunciadas notas amargosas num final com média persistência. Faltam-lhe estrutura e complexidade aromática, mas, por contraponto, e mesmo não sendo um paradigma de elegância, consegue demarcar-se da rudeza típica de muitos espumantes nacionais. E isso já é um passo em frente... – Classificação: 14 (em 20) – Pedro Gomes]
 
:arrow: Conheço bem os espumantes da Quinta de Cabriz... Os últimos que bebi e que me pareceram muito bem feitos, foram os Bruto 2003 e Bruto 2004.
 
:arrow: Grandes brancos do Dão tem a Quinta dos Grilos… Ainda não provei o da colheita de 2006, mas o Quinta dos Grilos Branco 2004 foi um dos melhores brancos do Dão que bebi nos últimos tempos. […/ elaborado pela Dão Sul a partir das castas Encruzado e Cerceal Branco, apresentando-se o vinho com 12,5%. Mostrou uma tonalidade citrina muito leve e de pouca concentração, denotando um vinho com estágio em inox. Na prova de nariz mostrou uma entrada com aromas florais e alguma fruta, tem um aroma fresco e limpo, de boa intensidade. Na boca mostra-se com corpo mediano, entrada fresca e viva, com acidez bem colocada dando a frescura correcta ao conjunto, que se mostra simples mas eficaz com final médio e alguma mineralidade. Classificação: 14,5 (em 20) – João Pedro de Carvalho no “Copo de 3”]
 
:arrow: Da Quinta de Santa Eufémia eu prefiro os vinhos do Porto… O Branco 10 Anos é um dos poucos “brancos velhos” no mercado e que eu considero de superior qualidade. O LBV 2003 está já pronto a beber e com uma doçura invulgar num vinho tão novo. Ambos tiveram a classificação de 15 (em 20) – bom vinho, superior à média – no Guia de Vinhos Portal Portugal 2008, de Pedro Gomes e Tiago Teles (Editorial Presença).
 
:arrow: Se a casa Encostas do Douro Soc. Vitivinícola SA tiver feito o Tinto de 2006 como fez o Vinha da Palestra Douro DOC 2003 Tinto, então estamos perante um vinho onde as castas Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca nos oferecem toda a riqueza dos tintos do Douro.



Publicado por Tovi às 20:09
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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2007
Vindima em Castanheira de Vouga (II)

«rjmoreira» ⇒ Se tudo correr conforme combinado lá irei amanhã (22Set2007) vindimar as melhores videiras do meu pai. Castanheira do Vouga não é uma região tradicionalmente boa para vinho. Faz fronteira com 2 das freguesias limitrofes da região demarcada da Bairrada, que são Águeda e Belazaima do Chão! Nestas 2 freguesias não existe vinho de qualidade reconhecida. Se em tempos ainda existiu uma adega cooperativa em Águeda, faz para ai 10 anos que fechou. Cultivou-se na Castanheira durante décadas o Vinho Americano e a Baga. Havia uma ou outra videira Jaen, Maria Gomes, Tinturão, etc... O Vinho nunca atingia os 10º de teor alcoólico e nem para temperar era bom. Estragava-se com qualquer trovoada e muito dele tinha como destino os alambiques, pois comercialmente era completamente inviável. Nos ultimos anos tem-se assistido ao fim do Vinho Americano (ou Zavelinho ou Productor directo) e à substituição das videiras Baga por outras. Há uma meia dúzia de pequenos agricultores que estão a obter das uvas um bom vinho que têem posto no mercado a granel com alguma facilidade. Há inclusivé um produtor registado, que sinceramente não aprecio muito. Falando de mim. Um tio meu, infelizmente já falecido e que era residente na Curia incentivou o meu a plantar vinhas com qualidade. Como sabemos a Curia está bem no nucleo da região demarcada da Bairrada e tendo sido ele caseiro numa das grandes casas agricolas da região, não foi para nós dificil alterar um pouco a vinha. Mas as castas tradicionais da Bairrada pareciam não querer fazer o milagre que pretendiamos nos nossos terrenos humidos e batidos por um clima entre o Serrano e o Maritimo. Fez-se durante alguns anos um vinho já bastante rasoável, que se podia beber durante todo o ano pelo seu sabor e aroma, mas que continuava sem ser nenhuma referencia que fizesse esquecer as boas pomadas que se compravam do Alentejo, do Dão e até da Bairrada. Só à coisa de 5/6 anos é que, na disponibilidade de um terreno muito bem situado resolvemos usar os conhecimentos da então minha namorada e pôr ali umas videiras com provas dadas noutros terrenos, mas que para nós pareciam também indicadas para o local. E assim foi. Hoje essas já bem desenvolvidas videiras em conjunto com algumas das melhores de outros terrenos também meus conseguimos fazer um bom vinho que nada fica a dever em sabor, aroma e qualidade a qualquer outro, no uso corrente do dia a dia!
A Castanheira do Vouga fica numa área entre o Dão e a Bairrada...

«XôZé»...Ou seja, em lugar nenhum. Sr. Green

«rjmoreira»Não é isso..  Significa que não somos de ninguém além de nós mesmos!!!  Agora Loulé.... Será sempre do Algarve e dos Ingle.....perdão, dos Algarvios!

Pois é!... O vinho de Castanheira do Vouga só pode ser considerado "Vinho de Mesa"... Parece que ninguém se entende nas comissões vitivinícolas da Beira Interior, Bairrada e Dão.. Mas aguardam-se até ao fim do ano alterações à regulamentação para os vinhos de toda a região beirã...



Publicado por Tovi às 19:59
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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2007
Feira dos Vinhos - Carrefour

A Feira dos Vinhos do Carrefour está a decorrer de 12 a 23 de Setembro.
Tem muita coisa no catálogo… Vou destacar os seguintes vinhos:

Alentejo
Loios Branco 2006 – 2,79€; Loios Tinto 2006 – 2,79€; Monte da Cal Tinto 2004 – 3,29€; Monte Velho Branco 2006 – 3,49€; Monte Velho Tinto 2006 – 3,99€; Encostas do Enxoé Tinto 2005 – 4,90€; Vinha da Defesa Rosé 2006 – 4,78€; CR&F Tinto Colheita Seleccionada 2004 – 5,40€; E.A. Tinto 2006 – 5,90€; Montes Claros Tinto Reserva 2004 – 5,90€; Cartuxa Branco DOC 2005 – 6,90€; Vinha da Defesa Tinto 2005 – 7,50€; Herdade dos Grous Tinto 2006 – 7,90€; Reguengos Tinto Garrafeira dos Sócios 2001 – 10,90€; Quinta da Terrugem Tinto 2004 – 10,90€; Herdade do Esporão Branco Colheita Tardia 2005 – 11,90€; Quinta do Carmo Tinto 2002 – 11,90€; Tapada de Chaves Tinto 2001 – 12,40€; Esporão Reserva DOC Tinto 2005 – 14,90€; Cartuxa Tinto 2004 – 14,90€; Herdade do Peso Tinto Reserva 2003 – 19,80€; Mouchão Tinto 2002 – 26,90€; Altas Quintas Tinto 2004 – 19,90€.

Douro
Lello Tinto 2005 – 3,49€; Lello Branco 2006 – 2,99€; Esteva Tinto 2005 – 3,90€; Burmester Tinto DOC 2005 – 4,29€; Planalto Branco 2006 – 4,59€; Quinta da Soalheira Tinto 2005 – 4,98€; Vinha de Mazouco Reserva DOC Tinto 2003 – 6,90€; Quinta do Côtto Tinto 2004 – 7,90€; Valle Pradinhos Tinto 2004 – 7,90€; Vinha Grande Branco 2006 – 9,90€; Vinha Grande Tinto 2003 – 9,90€; Casa Burmester Tinto Reserva DOC 2005 – 10,90€; Callabriga Tinto 2002 – 14,90€; Evel Tinto Grande Escolha 2004 – 14,90€; Duas Quintas Tinto Reserva 2003 – 19,90€; Quinta da Leda Tinto 2004 – 24,90€; Quinta do Crasto Tinto Vinhas Velhas DOC 2005 – 17,90€.

Terras do Sado
Periquita Tinto 2004 – 3,79€; Romeira Palmela Tinto DOC 2005 – 3,79€; Catarina Branco 2006 – 3,99€; Dona Ermelinda Touriga Nacional 2004 – 8,90€; Dona Ermelinda Tinto DOC 2005 – 2,99€; Quinta da Bacalhôa Tinto 2004 – 14,90€; Colecção Privada DSF Touriga Nacional 2003 – 11,90€.

Dão
Grilos Tinto 2005 – 2,79€; Cabriz Branco Colheita Seleccionada 2006 – 2,79€; Cabriz Tinto Colheita Seleccionada 2005 – 2,89€; Casa de Santar Tinto 2004 – 4,90€; Cabriz Tinto Reserva 2004 – 7,90€; Borges Dão Tinto Reserva 2003 – 12,90€; Quinta dos Carvalhais Colheita 2002 – 8,90€; Quinta dos Carvalhais Touriga Nacional 2000 – 13,90€.

Vinho Verde
Muralhas de Monção Branco 2006 – 3,49€; Quinta da Aveleda Branco 2006 – 3,59€; Alvarinho Deu-la-Deu Branco 2006 – 5,80€; Alvarinho Portal do Fidalgo Branco 2006 – 5,90€; Alvarinho Dona Paterna Branco 2006 – 7,80€.

Beiras e Bairrada
Castelo Rodrigo Tinto Colheita Seleccionada 2003 – 3,49€; Castelo Rodrigo Touriga Nacional DOC 2004 – 5,90€; Quinta do Cardo Tinto Colheita Seleccionada 2003 – 3,98€
Luis Pato Tinto 2004 – 4,98€; Quinta da Corga Tinto Reserva 2004 – 9,90€.

Estremadura
DFJ Alvarinho & Chardonnay 2004 – 4,99€; DFJ Caladoc & Alicante Bouschet 2001 – 5,90€; DFJ Tinta Roriz & Merlot 2004 – 5,90€; Morgado de Stª. Catherina Branco 2005 – 7,80€.

Ribatejo
Quinta da Lagoalva Tinto Reserva 2005 – 5,90€; Quinta da Lagoalva de Cima Branco 2006 – 5,70€; Fiúza Cabernet Sauvignon Rosé 2006 – 3,99€; Quinta do Falcão Tinto Reserva 2004 – 6,90€; Falcoaria Tinto 2004 – 7,90€.

Licorosos
Moscatel de Favaios – 3,79€; Moscatel de Setúbal J.P. DOC – 4,29€; Moscatel de Setúbal JMF 2001 – 4,79€; Moscatel de Setúbal Bacalhôa DOC – 11,90€; Moscatel Medalha de Campeão – 6,90€; Vinho Licoroso Quinta do Boição Arinto 2003 – 9,50€.

Espumantes
Espumante Raposeira Reserva (Bruto/Meio seco/Doce) – 4,98€; Espumante Luís Pato Bruto 2005 – 5,80€; Espumante João Pires 2005 – 6,90€; Espumante Murganheira Reserva Tinto Bruto – 8,90€; Espumante Vértice Reserva Bruto 2004 – 8,90€; Espumante Herdade do Esporão Bruto – 12,50€.

Vinho do Porto
Porto Westport (tawny/ruby/white) – 4,29€; Porto Ferreira (tawny/ruby) – 5,79€; Porto Ramos Pinto Lágrima – 7,90€; Porto Velhotes Reserva – 8,90€; Porto Ramos Pinto Collector – 9,90€; Porto Quinta do Crasto LBV 2001 – 9,90€; Porto Quinta do Noval 10 Anos – 17,90€; Porto Ferreira Dona Antónia reserva – 10,90€; Porto Rozés White Reserve – 11,90€; Porto Ferreira Quinta do Porto 10 Anos – 19,90€; Porto Cruz Vintage 1989 – 14,90€; Porto Borges Vintage 2004 – 32,90€.



Publicado por Tovi às 08:55
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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2007
Museu Grão Vasco / Sé Catedral - Viseu
Continuando a Festa da Vindima deixamos agora a Região Demarcada do Douro e rumamos a sul em direcção às Beiras e à Região do Vinho do Dão. Optamos por estradas secundárias, saindo de São João da Pesqueira, passando por Penedouro - Bolas!... Lá me enganei outras vez… Não é Penedouro, é Penedono!... Voltemos ao princípio - Optamos por estradas secundárias, saindo de São João da Pesqueira, passando por Penedono, Sernancelhe, Aguiar da Beira, Sátão e chegando a Viseu, onde era obrigatório visitar o Museu Grão Vasco e a Sé Catedral de Viseu.
 
  
O Museu Grão Vasco, considerado Monumento Nacional, é um excelente espelho da importância cultural e patrimonial de Viseu. Instalado no antigo Paço Episcopal, edifício do século XVI adossado à Sé, que foi Paço dos Bispos de Viseu e Colégio-Seminário Conciliar, o museu foi inaugurado em 1918. O seu principal núcleo é composto pelas obras do lendário Grão Vasco (ou Vasco Fernandes, n. 1540), mestre natural de Viseu que muito marcou a pintura portuguesa quinhentista de carácter erudito, influenciada pelo renascimento italiano. Existe também um importante núcleo de pintura dos séculos XIX e XX, onde se destacam Columbano, Silva Porto, Malhoa, Dórdio Gomes e Alfredo Keil, entre outros. Destaque ainda para os exemplares de escultura, cerâmica, tecidos e mobiliário. Entre 2001 e 2003, o museu foi objecto de um extenso plano de recuperação e intervenção, tendo reaberto ao público em 2004, profundamente reformado. (in “LIFECOOLER – O Guia da Boa Vida”)
 
A Sé Catedral de Viseu é um edifício gótico, fortificado dos séculos XIII-XIV. Na frontaria encontram-se as imagens de São Marcos e São Lucas, São João e São Mateus, São Teotónio e ao alto Nossa Senhora da Assunção. A capela-mor apresenta o grandioso retábulo e o cadeiral do coro, de salientar a imagem da padroeira, Nossa Senhora do Altar-Mor em grande destaque. O novo altar, projecto do arquitecto Luís Cunha, concede à Sé de Viseu um ar contemporâneo. A sacristia, construída em 1574, possui tecto de madeira apainelada e está decorado com pinturas a têmpera, semelhantes às existentes na capela-mor. As paredes encontram-se forradas a azulejo de padrão do século XVII. Já a capela de Dom João Vicente (Bispo de Viseu - 1446/1463) é um dos locais mais interessantes do ponto de vista arquitectónico da Catedral, utilizando ornatos de linhas rectas e entrelaçados. O Claustro da Sé foi erguido entre 1528 e 1534 graças a Dom Miguel da Silva. (in “LIFECOOLER – O Guia da Boa Vida”)



Domingo, 16 de Setembro de 2007
Vinhos portugueses em Bruxelas

«Reboredo» ⇒ Para o comentário do meu caro amigo Tovi:

Promotions du mois de Septembre chez Alambique
Quinta dos Eirados rouge 2004 - 4.50 € au lieu de 5.25 €
Quinta de Cabriz blanc 2004 - 5.25 € au lieu de 6.00 €
Morgado da Canita rouge 2004 - 5.80 € au lieu de 6.25 €
H. dos Machados rosé 2006 - 6.60 € au lieu de 7.00 €
Quinta da Peça reserva rouge 2000 - 6.50 € au lieu de 7.00 €
D'arada rouge 2003 - 6.50 € au lieu de 7.75 €
Mousseux Torre de Menagem brut 2004 - 8.50 € au lieu de 9.75 €
Porto Solene Ruby reserve/Tawny reserve - 20.00 € au lieu de 22.25 €

Um abraço,

Ora muito bem!... Se bem compreendi esse tal “Alambique” é uma das mais prestigiadas lojas de vinhos portugueses aí pela cidade de Bruxelas, não é verdade?... Pois então vamos lá ver o que sei, ou que fui saber, sobre os vinhos referenciados:

Seta Quinta dos Eirados rouge 2004 – Não conheço este vinho… Sei que é uma das marcas da Quinta de Santa Eufémia, onde há mais de cem anos se produzem vinhos de qualidade e um Velho Senhor, dono dos melhores aromas e sabores inesquecíveis – O Vinho do Porto.

Seta Quinta de Cabriz blanc 2004 – Conheço bem os vinhos da Quinta de Cabriz (Dão Sul - Soc. Vitivinícola SA), cujo complexo vinícola está localizado em Carregal do Sal. Os melhores vinhos desta marca que bebi nos últimos tempos foram: Quinta de Cabriz Colheita Seleccionada Tinto 2004 (Alfrocheiro, Tinta Roriz e Touriga Nacional - 13% de álcool), Quinta de Cabriz Colheita Seleccionada Branco 2006 (Malvasia-Fina, Encruzado, Cerceal-Branco e Bical - 12,5% de álcool – 3,19€/75cl) e Quinta de Cabriz Rosé 2006 (Touriga Nacional e Alfrocheiro - 12% de álcool – 3,79€/75cl).

Seta Morgado da Canita rouge 2004 – João Barbosa em Março deste ano, escreveu no “João à Mesa” sobre este vinho regional alentejano da Casa Agrícola Santos Jorge SA: Este não é, claramente um grande tinto nem um tinto de excelência; É um tinto que não envergonha, que vai para o mercado a preço cordato; É um dos chamados vinhos de combate, daqueles que vencem pela relação entre a qualidade e o preço, que têm de se apresentar em meias garrafas; Devo dizer que no padrão da gama é dos melhores que tenho tragado; É honesto.

Seta H. dos Machados rosé 2006 – A Herdade dos Machados pertence à Casa Agrícola Santos Jorge SA, em Moura no Alentejo. Um dos seus vinhos mais cotados é o Santos Jorge Herdade dos Machados Antão Vaz 2003, segundo os críticos um dos melhores monocasta Antão Vaz dos últimos anos.

 

Seta Quinta da Peça reserva rouge 2000 – Deste vinho só provei o da colheita de 2004, um vinho feito pelo enólogo Anselmo Mendes com uvas seleccionadas das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca.

Seta D'arada rouge 2003 – Será um vinho da empresa exportadora Sociedade Agrícola Quinta da Margem de Arada Lda em Olhalvo, na Estremadura?...

Seta Mousseux Torre de Menagem brut 2004 – Grande espumante de vinho verde este Torre de Menagem pertencente à sub-região de Monção, feito com 95% da casta Alvarinho e 5% de Trajadura. Muito aromático e frutado é sem sombra de dúvida um espumante a fazer concorrência aos da Bairrada e mesmo aos da zona de Távora-Varosa.

Seta Porto Solene Ruby reserve / Tawny reserve – A marca Porto Solene da casa Wine Cluster Co, em parceria com a empresa Manoel D. Poças Júnior, é uma forte aposta em novos mercados, com predominância em camadas jovens. O design das garrafas é alternativo ao clássico e os vinhos são produto exclusivo, com edição limitada e numerada, provenientes de lotes de excelente qualidade, estagiados em madeira e criteriosamente seleccionados.



Publicado por Tovi às 10:09
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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007
Quinta dos Grilos

«Reboredo»Caríssimo Tovi, os teus préstimos para a minha "ignorância" sobre este néctar: GRILOS - DÃO - 2005 - 13% de teor alcoólico - Soc. agric. do casal Tonda - Tondela. Antecipadamente grato pela inf.. Até lá um abraço,
«XôZé»Lá vêm outra vez os Chokapics, mais os Keloggs... Endemoniado

Prontos!... Lá vou eu ter que ir saber o que é esse tal Grilos!... Piscando
Mas é assim que se faz o Saber - Ter conhecimento, ciência, informação ou notícia de… – aquilo de que vos vou tentar dar conhecimento.
Legal

Pois é… Eu ainda não bebi esse Quinta dos Grilos Dão 2005 da Sociedade Agrícola do Casal Tonda em Tondela, mas se estiver ao nível do da colheita de 2004, é sem dúvida um bom vinho.

Vejamos o que disse o «frexou» do “Vinho da Casa” sobre o Quinta dos Grilos Tinto 2004 - Isto é um achado! (…) este 2004 é mesmo apetecível prová-lo e bebe-lo e prová-lo e bebe-lo e continuar a provar! É um vinho tinto do Dão, com uma produção limitada, mas que se encontra à venda no Pingo Doce, Continente e por aí… Tem uma boa concentração com um vermelho escuro muito vivo mostrando que o vinho é jovem. Apresenta logo uns aromas florais e frescos, fruta madura, ameixas pretas, amoras, mas também uns aromas mais quentes provenientes do estágio em madeira, nozes parece-me... Na boca, muito elegante e ligeiramente doce, com o estilo típico do dão, terminando com um bom final... com uma acidez adequada, apenas ligeiramente áspero ainda (adstringente), o que com uns meses em garrafa passará suponho.


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Publicado por Tovi às 19:01
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Domingo, 26 de Agosto de 2007
Colheita 2007 (III)

E todos os dias aparecem novas previsões para a vindima deste ano para Portugal, o 5º produtor da União Europeia, e que em 2006 foi o oitavo país com a maior área de vinha e o oitavo maior exportador.

Seta O Instituto Nacional de Estatística (INE) aponta para uma produção de 580 milhões de litros, traduzindo uma diminuição de 23% em relação à campanha do ano anterior.

Seta Segundo o Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) será a pior colheita dos últimos nove anos.

Seta O Vinho Verde terá uma queda de 30%; No Douro, a perda será de 18%; Em Trás-os-Montes atingirá os 50%; No Dão o decréscimo será de 40% e na Bairrada o recuo estará entre 25 e 30%; O Ribatejo deverá ser pouco penalizado, antevendo-se uma diminuição entre 5 e 10%; Mais a Sul, as quedas serão também relevantes no Alentejo (-30%), na Estremadura (-20%) e nas Terras do Sado (-15%).

Seta Mas não é tudo mau… Uma colheita em menor escala pode ser uma oportunidade para o escoamento de stocks e permitir assim aos produtores a oportunidade para subirem o preço dos vinhos em cerca de 10%.

«Ricardo» / "NovaCrítica-vinho"Isto da eventual subida de preço faz um pouco lembrar a gasolina. Um furação na Venezuela e o preço sobe, o consumo aumenta na China pois torna a subir, um acidente em qualquer país productor, pois claro que tem de haver compensação. O Bin Laden peidou Surprised e é evidente que tem de haver correção no preço do crude Very Happy...

E sob que condições é que o preço desce?

«apcperes» / "NovaCrítica-vinho"Não desce, apenas podemos esperar que o mercado se mantenha...

«frexou» / "NovaCrítica-vinho"Embora se repita por vezes esta pergunta, parece-me inevitável. O que acham desta chuvada que passou por portugal para a maturação das uvinhas?

«Tovi» / "NovaCrítica-vinho"Uma chatice!... Quando hoje ao fim da manhã tive que ir varrer o jardim, foi uma dor de cabeça… É que as folhas molhadas agarradas ao cimento, dão cá uma trabalheira a varrer… Wink

Ó «frexou», desculpe lá este meu reparo, mas Portugal deve-se sempre escrever com letra maiúscula. Evil or Very Mad



Publicado por Tovi às 17:50
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