"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2015
Marcelo à frente nas sondagens

Sondagem Católica 11Dez2015 aa.jpg

As intenções de voto recolhidas no fim-de-semana passado pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (CESOP) da Universidade Católica dão uma clara vantagem ao candidato Marcelo Rebelo de Sousa (62%) nas próximas eleições Presidenciais, ficando a grande distância Sampaio da Nóvoa (15%) e Maria de Belém (14%). Os outros candidatos não têm valores relevantes: Marisa Matias 3%, Edgar Silva 3%, Henrique Neto 1% e Paulo Morais 1%.

 

  Evolução das últimas sondagens conhecidas

Sondagens 11Dez2015 graf.jpg

 

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«Jose Bandeira» >> Ao ler estas notícias assola-me uma irreprimível vontade de atirar com a toalha ao chão. Como é possível que homens de coragem como Henrique Neto e Paulo de Morais somente recolham 1% de intenções de voto quando é por todos conhecida a sua posição de combate à máfia instalada no poder, enquanto se perspectiva uma vitória à primeira volta de um dos arautos do sistema podre que nos destrói a cada dia que passa? Estamos a falar de VOTO NOMINAL! Aqui não há desculpas de programas sem responsáveis: nestas eleições vota-se NA PESSOA! Não, não me venham com tretas, este país é maioritariamente composto por vermes rastejantes que agradecem a quem os pisa. Não vale a pena ter pena de seres cujo objectivo é somente ser dignos de pena. Não vou mais desgastar-me: têm o que merecem!

«David Ribeiro» >> Ainda há muita gente que não sabe, por exemplo, quem é Henrique Neto ou Paulo de Morais. Vota-se no mediatismo... e quem é engraçado cai em graça.

«Jose Bandeira» >> Consegue ouvir o meu urro de raiva?

«Antonio Pinto Caldeira» >> As sondagens hoje apresentam-se como instrumentos de manipulação política. Não me admira que neste caso concreto até estejam próximas da realidade, basta que atentemos à exposição mediática que tem Marcelo em comparação com os demais candidatos, por outro lado num país que confunde opção política com a popularidade alcançada nos reality shows tudo é possível. A nossa realidade faz-me lembrar um filme de Claude Lelouch, "les uns et les autres". Entre os dois existe um mundo estéril, uma terra queimada de ideias e princípios...

«Jose Bandeira» >> E ainda existe o limbo dos que procuram entender uns e outros.

«Judite Lina Sequeira» >> O populismo em força.

«Jose Bandeira» >> O rótulo "populismo" serve a muito tipo de produto. Vivemos numa sociedade muito complexa, onde o cidadão é bombardeado por informação contraditória, tem uma enorme carência de formação e está condenado a decidir em quem acreditar. Quantos mais anos vive mais dúvidas tem sobre onde está a razão, ou mesmo se esse conceito existe. Frequentemente, a palavra "populismo" é usada pelos políticos para carimbar promessas de outros que eles sabem não ser capazes de cumprir. Então chamam-lhes "populistas" e, com esse anátema, encerram uma discussão incómoda. Não gosto da palavra "populismo"; soa a insulto, a menosprezo pela capacidade de análise dos outros. E quem somos nós para nos assumirmos como donos da verdade? Só um esclarecimento: eu próprio me incluo no conceito de "cidadão" a que me referi acima.



Publicado por Tovi às 10:17
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