"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2018
Protestos de rua no Irão

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No Irão as coisas estão a mudar… mas ainda não sabemos se estamos perante mais uma 'Primavera Árabe” ou se os violentos protestos de rua nesta República Islâmica são “manipulados” pelo presidente Hassan Rouhani, que afirma terem os cidadãos direito e até razão para protestar, lamentando porém que os manifestantes estejam a ser incitados por agentes externos, nomeadamente dos EUA e da Arábia Saudita. Seja qual for a razão e os motivos do descontentamento popular a verdade é qu...e os problemas estruturais da economia do país estão ligados a uma profunda corrupção, que, ao que tudo leva a crer, Hassan Rouhani pretende erradicar. Na rua os manifestantes gritam palavras de ordem como "morte ao ditador" e "morte a Rouhani", típicas dos levantamentos populares - classe operária e juventude - as camadas populacionais que mais sentem a vulnerabilidade e incerteza financeiras. Veremos o que o futuro próximo nos trará, mas os acontecimentos do dia-a-dia no Irão não auguram nada de bom.



Publicado por Tovi às 11:36
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Terça-feira, 2 de Janeiro de 2018
Previsão astrológica para 2018

Fui à bruxa de São Miguel O Anjo… e foi isto que ela me disse sobre o que trará 2018 a algumas figuras da política mundial.
Mas ela também me disse que tudo isto é um “suponhamos” e com a intenção única de divertir os meus Amigos.

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Ashraf Ghani (Touro) - A melhor notícia do ano para os taurinos é a aproximação do planeta Júpiter, que aconteceu em outubro de 2017 e permanecerá até novembro de 2018. Nessa conexão, os nascidos sob esse signo, entre os quais está o presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, têm todas as oportunidades para resolver problemas que permanecem já durante muito tempo. No entanto, para o ano que já começou é aconselhável que os taurinos prestem mais atenção àqueles que chamam de "seus amigos" — nem toda amizade possui interesses mútuos e dá frutos para ambas as partes.

Donald Trump (Gémeos) - Para o presidente dos EUA Donald Trump, a segurança será a maior preocupação em 2018. Portanto, é vital estabelecer relações amigáveis com seus vizinhos — isso ajudará a minimizar os riscos. Aqueles que nascem sob a influência deste signo terão muitas ideias e projectos no ano que começou. Entretanto, os astros aconselham a todos de Gémeos a ler melhor sobre o assunto em questão para saber ao certo onde aplicá-lo. Resta esperar que este aviso não esteja ligado com a Estratégia de Segurança Nacional autorizada pelo presidente no fim do ano passado.

Angela Merkel (Caranguejo) - Para este novo ano é previsto que os caranguejos, inclusive para a chanceler da Alemanha, tenham a falsa impressão de fazer esforços inúteis, mas é necessário ter paciência. Os resultados virão na hora certa e de maneira inesperada. Os astrólogos aconselham aos representantes desse signo sentimental, que estão passando por algumas pressões no trabalho, a evitar o stresse e dedicar mais tempo à saúde e vida pessoal. O início do ano surgirá com sinais de que é vital mudar algo na vida. Assim, é possível que Angela Merkel consiga encontrar outra ocupação mais favorável, do que se tornar chanceler alemã pela quarta vez.

Bashar Assad (Virgem) - A posição adequada dos planetas em 2018 ajudará os virginianos a superar a crise prolongada e controlar seus instintos impulsivos que, às vezes, vêm à tona. Os Virgens devem dar mais preferência à vida social e buscar um sentido maior para a vida. Agora o perigo ficou para trás, pois os terroristas foram expulsos do país. No entanto, a Síria não foi mencionada na Estratégia de Segurança Nacional dos EUA. Talvez, o ano de 2018 trará finalmente a mudança tão esperada já há muito tempo.Mas as estrelas avisam aos virginianos que mesmo com a chegada do novo ano, nem todos os problemas serão resolvidos e lembram o presidente sírio, que as tropas norte-americanas permanecem no país até o momento.

Vladimir Putin (Balança) - O alinhamento dos planetas promete aos representantes da balança — prosperidade financeira e progresso. Recentemente tornou-se conhecido que Vladimir Putin pretende concorrer à presidência da Rússia nas próximas eleições. Segundo acredita o porta-voz do presidente e experiente político, Dmitry Peskov, apesar de haver muitos candidatos à altura que concorrerão à presidência do país, "nenhum deles chegou perto de desafiar o poder do libriano Vladimir Putin para as eleições presidenciais em março de 2018". Contudo, sob a influência do planeta Vénus, é previsto um ligeiro desequilíbrio quanto à aproximação de duas loiras russas que também decidiram se candidatar. Qualquer que seja o resultado, resta apenas desejar boa sorte a Vladimir Putin.

Emmanuel Macron (Sagitário) - O fim do ano passado tornou-se muito favorável para alguns representantes deste signo. Entre eles, encontra-se Emmanuel Macron, que conseguiu ganhar as eleições presidenciais em 2017 e se tornar o presidente da França. Essa nova etapa também será favorável para viagens. É claro que há relações que devem ser melhoradas ou estabelecidas, apesar dos vários obstáculos que constroem as vizinhanças. Não obstante, o ano novo sem dúvidas trará novos desafios para os sagitarianos. Portanto, o "protestador da França" deve fazer o possível para defender sua pátria e povo de várias ameaças, especialmente daquelas com armas e que fogem do Oriente Médio para a Europa.

Kim Jong-un (Capricórnio) - O ano que passou foi intenso para os representantes deste signo zodiacal, especialmente para o líder norte-coreano Kim Jong-un, que tornou seu país muito popular graças a seus programas nucleares e de mísseis que ameaçam o mundo inteiro. No fim do ano passado, seu último avanço foi o lançamento de um novo míssil Hwasong-15 que voou 4475 km. Assim, para que neste ano Kim Jong-un realmente possa cumprir suas promessas de atingir a costa oriental dos EUA, Kim deve manter os esforços e mudar as estratégias, lançando o míssil balístico intercontinental de modo horizontal a uma distância de 11.000 km. Por outro lado, os astros predizem que os próximos 12 meses devem ser destinados para estabelecer boas relações com vizinhos longínquos e, até mesmo, adversários. Então, ainda não é tarde para buscar diálogo e paz com os EUA. O futuro é muito incerto e é difícil saber exactamente o que acontecerá.

João Lourenço (Peixes) - O horóscopo de 2018 incentiva os Peixes, entre os quais se encontra o recém-eleito presidente de Angola, João Lourenço, a manter os olhos abertos, especialmente durante a primavera. As possibilidades que pensava que nunca mais voltariam, irão aparecer. Assim, as estrelas o aconselham a continuar seguindo o mesmo caminho que foi escolhido há alguns meses. Além disso, os piscianos não devem esquecer sobre suas responsabilidades e concentrar-se no trabalho. Tudo promete correr perfeitamente bem, se a disposição for optimista.



Publicado por Tovi às 10:28
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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2017
Lá vem nova Intifada

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6Dez2017 - O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos reconhecem Jerusalém como a capital do Estado de Israel e que o processo de mudança da embaixada de Telavive para a cidade vai começar a ser preparado de imediato.

O líder do movimento palestiniano Hamas, Ismail Haniyeh, como era mais que previsível já apelou à realização de uma nova Intifada na sequência de mais uma Trumpada, sendo esta atitude de Donald Trump ainda de consequências inimagináveis para a região do Médio Oriente.

 

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«Gonçalo Graça Moura» - Finalmente um presidente com eles no sitio para fazer o que todos prometeram há décadas mas nenhum fez! E aproveita a aproximação da A. Saudita a Israel para o fazer... é raposa velha e está certo!

«David Ribeiro» - O conflito entre Hamas e Israel estava "adormecido" mas poderá ser agora reactivado e "matar" uma paz que se adivinhava. O problema da zona tinha deixado de ser os palestinianos e estava nas lutas entre sunitas e xiitas, mas poderá ser tudo alterado... e para pior.

«Gonçalo Graça Moura» - Adormecido? Ainda há dois dias foi morto mais um israelita num ataque com faca... o que não é é relatado pela nossa imprensa porque não dá para demonizar Israel.

«Gonçalo Folhadela Moreira» - Obviamente que lhe falta a melhor das qualidades, que, quando verdadeiramente tida, inclui quase todas as outras ... a sabedoria ...

«Gonçalo Graça Moura» - Compensa por cumprir o programa para que foi eleito.



Publicado por Tovi às 10:02
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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017
Cães que muito ladram não mordem

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Apesar da Coreia do Norte ter lançado um novo míssil balístico intercontinental na última semana, com uma altitude do voo no ponto máximo de 4.475 quilómetros e 950 quilómetros de faixa de voo, durando 53 minutos e que caiu na zona económica exclusiva do Japão a 250 km da cidade de Aomori, os riscos de uma guerra de facto ainda são pequenos, mesmo com todas as retóricas de Kim Jong-un e Donald Trump. Eu ainda não acreditar que o regime de Pyongyang já possua tecnologia suficiente para equipar um míssil com uma ogiva nuclear, mesmo de tamanho reduzido, mas seguramente o armamento norte-coreano já representa uma ameaça real para a Coreia do Sul e para o Japão. Mais uma vez o presidente chinês Xi Jinping tem a faca e o queijo na mão, pois como todos bem sabemos a Coreia do Norte continua altamente dependente do petróleo fornecido pela China.



Publicado por Tovi às 14:30
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Domingo, 3 de Dezembro de 2017
Míssil norte-coreano Hwasong-15

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No passado mês de Novembro a Coreia do Norte efectuou o lançamento de um míssil balístico Hwasong-15, projéctil que demonstrou capacidades impressionantes em comparação com seu antecessor, o Hwasong-14, considerando os especialistas que o alcance máximo do míssil recém-elaborado se situa entre 10.500 e 13.000 kms, uma ameaça não só para os países do leste asiático mas também para uma grande parte do território dos EUA. Analisando com cuidado as imagens e os comunicados oficiais do regime de Kim Jong-un vê-se que o camião de 18 rodas que transporta o míssil parece ser de fabrico nacional, o que demonstra que o país conseguiu autonomia na produção dessas máquinas sofisticadas. Os anteriores veículos eram de oito eixos - WS-52100 - adquiridos à China para uso industrial. Porém em 2012, uma vez que os WS-52100 apareceram no desfile militar em Pyongyang como plataformas móveis, o governo de Pequim cessou as exportações desses veículos à Coreia do Norte. É também de tecnologia mais sofisticada o sistema de propulsão deste novo míssil, dotado de asas e motores auxiliares, com dois estágios e medindo de 20 a 22 metros de comprimento e um ou dois metros de diâmetro, sendo seguramente capaz de levar uma ogiva nuclear superpesada. As imagens divulgadas do lançamento do míssil comprovam que o motor possui duas câmaras de combustão e carece de mecanismos auxiliares para mudar de direcção, o que representa um nível muito avançado de tecnologia.

 

Começam amanhã e duram até ao dia 8 de Dezembro os «Vigilant Ace», exercícios conjuntos de Washington e Seul, que contarão com a participação de mais de 1.200 militares dos EUA, 230 aviões, incluindo caças F-22 Raptor e F-35. A diplomacia norte-coreana já qualificou esta demonstração de força como um "prelúdio para a guerra nuclear".
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Publicado por Tovi às 14:56
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Quinta-feira, 7 de Setembro de 2017
Furacões nas Caraíbas

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Ainda o furacão Irma anda a fazer grandes estragos pelas Caraíbas e já dois outros – Katia e Jose - se estão a formar naquela zona, com as previsões a dizerem que o furacão Katia deverá permanecer a sul do Golfo do México enquanto o furacão Jose tem rota prevista também para as Caraíbas.

 

  09h00 de hoje

O furacão Irma atingiu as Caraíbas, deixando a ilha de Barbuda "totalmente devastada" e 95% da parte francesa de Saint-Martin, nas Antilhas Pequenas, destruída, segundo informações oficiais divulgadas na noite de quarta-feira. O número de vítimas mortais devido à passagem do Irma, o mais poderoso furacão atlântico numa década, elevou-se esta quinta-feira a 10, depois da morte de uma pessoa na ilha de Anguilla, nordeste das Caraíbas, informaram as autoridades. A morte nesta ilha, território britânico com cerca de 15.000 habitantes, junta-se às oito registadas nos territórios ultramarinos franceses de St. Martin e São Bartolomeu e a uma outra, de uma criança de dois anos, em Barbuda. O Irma é, segundo o instituto meteorológico Météo France, o mais longo furacão de categoria 5 na escala de Saffir-Simpson alguma vez registado no mundo, com ventos de 298 Km/hora, há mais de 33 horas.



Publicado por Tovi às 14:52
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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017
Será que há “sealy season” na Coreia do Norte?

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Espero bem que as declarações muito duras de Kim Jong-un e de Donald Trump não sejam senão efeitos da “sealy season” da península coreana. O líder da Coreia do Norte fala em "acções físicas" contra os Estados Unidos e o inquilino da Casa Branca responde com ameaças de "fogo e fúria" sem precedentes. Tudo isto é capaz de dar “trolha”, mas não deverá chegar a um conflito nuclear, até porque quer a Rússia quer a China nunca permitirão que isso aconteça.

 

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«João Greno Brògueira»Ainda hoje ouvi na CGTN que é a TV oficial da China que nunca poderiam ficar neutrais porque a Coreia do Norte fica muito perto de algumas províncias Chinesas e o efeitos duma guerra nuclear seriam muito nefastos. Mas entretanto já anunciaram a suspensão das importações de carvão e minério de ferro da Coreia do Norte.



Publicado por Tovi às 16:41
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Terça-feira, 25 de Abril de 2017
Tensão na Península Coreana

“Cão que ladra não morde”, é o que se diz… mas também é verdade que “cuidados e caldos de galinha, nunca fizeram mal a ninguém”.

 

  Expresso online - 24Abr2017 às 12h15

Coreia do Norte ameaça “varrer a América da face da Terra”

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Um site oficial norte-coreano advertiu os Estados Unidos de que serão "varridos da face da Terra" se desencadearem uma guerra na península, no último episódio da troca de ameaças que alimenta as tensões na região. No sábado, o vice-presidente norte-americano, Mike Pence, anunciou que o porta-aviões Carl Vinson chega "dentro de alguns dias" ao mar do Japão, quando são insistentes os rumores sobre um possível sexto ensaio nuclear norte-coreano. (…/…) Numa série de editoriais, o jornal Rodong Sinmun, porta-voz do partido único no poder, explica que as forças norte-coreanas não estão impressionadas com a chegada iminente do porta-aviões norte-americano que constitui "uma chantagem militar sem disfarces". As forças norte-coreanas estão prontas para "afundar o porta-aviões nuclear norte-americano com um único ataque", escreveu o jornal no domingo. O site de propaganda Uriminzokkiri considera que o envio do Carl Vinson é uma declaração de guerra. "É a prova de que uma invasão da Coreia do Norte fica mais próxima todos os dias", referiu. (…/…) Em caso de ataque à Coreia do Norte, "o mundo verá como os porta-aviões inconscientes de Washington são reduzidos a pedaços de aço e naufragam e como um país chamado América é varrido da face da Terra", adianta.



Publicado por Tovi às 08:46
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Sexta-feira, 14 de Abril de 2017
A mãe de todas as bombas

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Não há dúvida que a guerra no Afeganistão está difícil e para durar. Mais de quinze anos depois dos EUA terem invadido aquele país - 7 de Outubro de 2001 – os americanos continuam a bombardeá-lo e agora até com a GBU-43 / MOAB (Massive Ordenance Air Blast), a mais potente e mortífera arma não nuclear, com o peso de 9,5 toneladas, das quais 8.165 quilos são de tritonal (uma mistura de TNT e pó de alumino) e que consegue uma explosão com um diâmetro de 1,4 quilómetros.
Será tudo isto unicamente mais uma “Trumpalhada” procurando obscuros resultados políticos?... Ainda estamos no princípio da administração Donald Trump, mas já temos muita coisa para reflectir.




Sexta-feira, 7 de Abril de 2017
A coisa está a ficar quente... está quase a escaldar

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Olha que dois: Donald Trump e Bashar al Assad. Venha o diabo e escolha.

As minhas fontes no Kremlin (sim... eu tenho amigos bem colocados em Moscovo) são da opinião que com este ataque à base aérea de Shayrat, executado com cerca de 50 mísseis Tomahawk a partir de navios operando no Mar Mediterrâneo, o presidente americano Donald Trump apoiou de facto o Daesh, pois era daqui que saiam as missões contra os terroristas.

 

  Base aérea de Shayrat na Síria

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Declaração do Estado-Maior das Forças Armadas da Síria: "Foi levada a cabo uma agressão contra uma das nossas bases militares. O ataque de mísseis provocou a morte de seis pessoas, outras foram feridas, foi causado um dano material significativo".

 

  Ataque de mísseis Tomahawk norte-americanos

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Os Estados Unidos lançaram pelo menos 59 mísseis de cruzeiro na noite desta quinta-feira contra um aeródromo sírio próximo da cidade de Homs. O ataque foi uma resposta de Trump às denúncias de uso de armas químicas pelo governo sírio, responsável pela morte de 100 pessoas na terça-feira.

 

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«Pedro Baptista» - EUA, depois dos seus terroristas derrotados, segue o caminho da guerra. É o que vamos ter, não tarda, em que dimensão veremos, mas é fácil desencadear a guerra, difícil é controlar-lhe a dimensão... EUA não se conformam com marginalização na Síria, depois da derrota dos terroristas por si manipulados, e insistem em ocupar território... Põem também mais uma vez em causa a paz mundial. Não é a nova política de Trump: é a política de sempre dos EUA...

«Jorge De Freitas Monteiro» - Trump, o suposto ditador que por entre decisões judiciais desfavoráveis, oposição da administração, da Câmara dos Representantes e do Senado e a sua própria incompetência, mal consegue governar, lançou um ataque de algumas dezenas de mísseis sobre um aeródromo militar. Confirmação de que é um irresponsável e um perigo para a paz? Não. O ataque foi o "bom" ataque: já tinha sido sugerido pela Clinton e recebeu o apoio entusiástico dos falcões do establishment americano, Republicanos e Democratas sem distinção. Ao mesmo tempo caem pela base as teses conspiracionistas de que seria uma marioneta do Putin e um amigalhaço do Assad. Tudo isto a ler em conjunto com o afastamento da bête noire dos liberais, Bannon, do Conselho Nacional de Segurança e com os rumores do seu afastamento da Casa Branca nos próximos dias. Bannon e o seu grupo opõem-se desde sempre ao intervencionismo militar neo conservador. Falta agora abandonar também a agenda anti globalização para se realizar a normalização defendida pelo Wall Street Journal num artigo publicado há algumas semanas: Trump poderia ter uma presidência tranquila se se deixasse de originalidades e se se apoiasse no mainstream do Partido Republicano. Entretanto os trumpistas de primeira hora, os true belivers, condenam violentamente o ataque e sentem-se traídos; a esquerda americana ou apoia ou fica calada, como calada ficou durante oito anos em relação aos milhares de bombardeamentos por drones, muitas vezes em zonas urbanas, ordenados pelo Obama. Na Europa pela primeira vez há um apoio generalizado dos governos e da UE ao Trump, salvo da esquerda bem pensante que, depois de ter berrado que vem aí o lobo fascista e de ter ignorado os drones do Obama, continua a não perceber nada do que se passa. Para animar o fim de tarde mais um atentado low cost, desta vez em Estocolmo. Vivemos tempos interessantes. O que, segundo um provérbio chinês, é uma maldição.

«Maria Helena Guimarães» - estamos aqui estamos em guerra nuclear. o Trump é um estafermo

«Ricardo Castro Ribeiro» - Isto é tudo treta. É tudo para disfarçar as "ligações perigosas" à Rússia. Assim ninguém fala disso

«David Ribeiro» - Não sei porquê isto faz-me recordar o que foi a procura das inexistentes armas de destruição maciça no Iraque.

«Ricardo Castro Ribeiro» - Ora agora disseste tudo David. Isto para mim é combinado com o Putin (e com o Hassad) para acabar com a investigação que está em curso. Não entendo é porque não há um só jornalista que coloque essa possibilidade. E falta saber quem bombardeou com o tal de gaz ...

«Jota Caeiro» - não faz sentido numa guerra aberta, numa 'guerra total' como esta da Síria, que a morte de umas poucas dezenas de civis originem uma tal confusão. ninguém nunca poderá saber se o gás venenoso não foi lançado por um tomawank.ao Trump não bastaria parecê-lo, não soubessemos nós quem é o filho da puta!

«Ricardo Castro Ribeiro» - Para mim é algo meticulosamente estudado para encobrimento dos acordos e ligações. Agora se foi um aproveitamento de situação ou uma trama totalmente realizada por ele não sei nem nunca se vai saber.

«David Ribeiro» - Há informações mais ou menos fidedignas que garantem ter o Daesh e a Frente al-Nusra atacado as posições do exército sírio na rodovia Homs-Furklus-Palmira logo depois do ataque aéreo dos EUA à base de Shayrat. Será coincidência?... ou afinal os rebeldes ainda mexem?… e ainda não se sabe muito bem quem ajuda quem nesta guerra da Síria e quanto tempo ainda irá durar.

«Jose Bandeira»Durará, na Síria ou noutro local qualquer, enquanto as fábricas de armamento estiverem a produzir. Não creio que neste momento seja o petróleo a principal motivação: a cotação do crude demonstra-o.



Publicado por Tovi às 09:01
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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2017
As “Trumpalhadas” do novo Presidente dos EUA

Eu cá não morro de amores pelas “Trumpalhadas” do novo Presidente dos EUA, mas… (Reflexão sobre um texto do Embaixador Francisco Seixas da Costa publicado há dias no Facebook).

 

13882540_10208311577525430_5940539911636181057_n.j- Assistimos a gente que detesta o liberalismo, e o tem por jurado inimigo, a clamar contra o "ataque à ordem liberal" que Trump empreendeu.
- As críticas do presidente americano à NATO provocaram uma curiosa onda de comoção em muitos que sempre acharam que a organização era uma estrutura intrusiva e agressiva. Agora não: parece que está toda a gente num imenso "clube de amigos" da NATO.
- Emocionante foi ver pessoas que passaram anos a sublinhar os malefícios da globalização verdadeiramente indignados contra a rejeição dos tratados comerciais multilaterais. Afinal, o livre-cambismo tinha por cá muitos fiéis que se mantinham "na clandestinidade".
- Há também os neo-europeístas convertidos à pressa. Gente que vinha a achar que o euro era um projeto condenado, que a Europa comunitária era a fonte de todos os males, escandaliza-se com o apoio de Trump ao Brexit e as suas profecias negativas sobre a moeda única.

 

Pois é… Há muitas e boas razões para se não gostar do novo presidente americano, mas convém ser-se sério, não vale tudo.



Publicado por Tovi às 09:45
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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2017
EUA sai do Acordo de Parceria Transpacífico

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Donald Trump assinou ontem, segunda-feira, 23 de Janeiro, uma ordem executiva formalizando a retirada dos EUA do Acordo de Parceria Transpacífico (TTP - Trans-Pacific Partnership), que pretendia promover o crescimento económico, apoiar a criação e manutenção de postos de trabalho, reforçar a inovação, a produtividade e a competitividade, elevar os padrões de vida, reduzir a pobreza e promover a transparência, a boa governança e protecção ambiental em doze países banhados pelo Oceano Pacífico.
Isto vai aquecer… E a China vai rir-se muito, não há dúvida.

 

Só agora começo a conhecer o histórico dos colaboradores directos da nova administração Trump e cada um é melhor que o outro… que grande cambada se reuniu à volta do novo inquilino da Casa Branca.

Conselheiros da Casa Branca: Mike Pence - Vice-presidente; Steve Bannon - Conselheiro Sénior; Reince Priebus - Chefe de Gabinete da Casa Branca; Jared Kushner - Conselheiro Sénior do Presidente; Sean Spicer - Secretário de Imprensa; Mike Flynn - Conselheiro de Segurança Nacional; Kellyanne Conway – Consultora.

Administração Trump: Rex Tillerson - Secretário de Estado; Steven Mnuchin - Secretário do Tesouro; James Mattis - Secretário da defesa; Sonny Perdue - Secretário da Agricultura; Jeff Sessions - Procurador-Geral; Tom Price - Secretário da Saúde e Serviços Sociais; Ben Carson - Secretário da Habitação e Desenvolvimento Urbano; Elaine Chao - Secretária dos Transportes; David Shulkin - Secretário dos Assuntos dos Veteranos; Ryan Zinke - Secretário do Interior; Betsy DeVos - Secretária da Educação; Rick Perry - Secretário da Energia; Andrew F. Puzder - Secretário do Trabalho; Scott Pruitt - Administrador da Agência de Protecção Ambiental; Mick Mulvaney - Director do Gabinete de Gestão e Orçamento; Wilbur Ross - Secretário do Comércio; Nikki Haley - Embaixadora dos EUA nas Nações Unidas; Robert Lighthizer - Representante do Comércio; Linda McMahon - Administração de Pequenas Empresas; John F. Kelly - Secretário da Segurança interna.

Ver aqui quem é quem na Administração Trump 



Publicado por Tovi às 08:58
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016
O legado de Barack Obama

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Obama foi um presidente simpático, o primeiro negro a viver na Casa Branca por direito inequívoco do voto dos eleitores norte-americanos e até recebeu o Prémio Nobel da Paz por "enormes esforços em fortalecer a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos". Mas nem sempre correspondeu às expectativas e o seu sucessor vai ter muita coisa para resolver, entre as quais estão as relações profundamente deterioradas com a Rússia, bem como os conflitos militares que directamente ou indirectamente apoiou por todo mundo. A luta contra o Estado Islâmico e outros grupos terrorista similares vai ser um dos grandes desafios para Donald Trump como novo presidente dos Estados Unidos da América, mas também não nos podemos esquecer que há ainda a crise síria, que cada vez mais se tem vindo a transformar em confrontos diplomáticos entre Moscovo e Washington.

 

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«Jose Riobom» >> Washigton será o paraíso dos falcões.....

«Rui Pedro Pena» >> Se o que aqui está escrito é o "legado de Obama", eu sou o Cristiano Ronaldo... hihihihi: "simpático", "o primeiro negro a viver na casa branca"? E o acordo pelo clima? E a saúde para os pobres? E a aproximação a Cuba? E as ZERO invasões dos EUA na sua presidência? E tornar os EUA não dependente do petróleo, logo, independente (de facto) dos países produtores de petróleo?... e muito mais... (Voltaremos, em breve, a ver invasões por parte dos EUA, novamente: artigos de opinião a "levantar questões" sobre "estranhas amizades dos EUA com Arábias Sauditas" ... voltaremos a ver os EUA a rasgar o acordo do clima e, pior que tudo, veremos o que vai acontecer de facto à economia americana...)

«David Ribeiro» >> Por mais coisas que tenha feito bem, e fez várias, continuo a dizer que, principalmente a nível internacional, nem sempre correspondeu às expectativas. Se o novo presidente vai ser melhor?... Duvido, mas esperemos para ver.

«Rui Pedro Pena» >> A nível internacional, o que havia para fazer e que não fez, foi uma guerra com o DAESH... Mas esteve desde o primeiro dia condicionado pelo Prémio Nobel... que honrou até ao seu limite. Poucos presidentes dos EUA fizeram ou farão o que o Obama fez... O post do David Ribeiro revela um "sentimento vago" e não uma opinião fundamentada... Que expetativas havia a nível internacional que ele não realizou? (Contribuir de facto para um acordo pelo clima? Não ser um homem de Guerra, que na minha memória de 44 anos, não há outro presidente dos EUA que não tenha iniciado uma guerra? Não fazer frente a Putin? - ele divergiu de Putin, as relações degradaram-se por porque o Putin manda matar civis na Síria... o Putin abateu um avião civil na Ucrânia... Estávamos à beira de uma guerra, mas seguros por Obama ... Agora, como vai ser? (esta é a minha grande dúvida para os próximos 4 anos... será que Putin e Trump se vão dar assim tão bem? Será?... Será que Trump vai concordar com o abate de civis e crianças na Síria? Como é que nós, europeus, vamos lidar com isso? Como é que a população americana vai lidar com isso? E, se acontecer o contrário, e afinal o Trump não se dar assim tão bem com o Putin? Imagina o que pode acontecer????? Em 2017, infelizmente (mas até espero estar enganado)--- em 2017, verá o que é esse "sentimento vago" que aqui expressou...

«Carlos Vale Pereira» >> Infelizmente no melhor pano cai a nódoa a fazer fé nas notícias de última hora: é inaceitável que o casal Obama se tenha recusado a tirar uma foto com os futuros inquilinos da Casa Branca, esquecendo assim que o lugar que ocupam transcende a sua individualidade. Humildade democrática precisa-se em todo o mundo urgentemente. Declaro que apoiei a eleição do candidato "menos mau" Hillary Clinton.

«Rui Pedro Pena» >> A história vai encarregar-se de explicar isto... o seu juízo é precipitado...

«Carlos Vale Pereira» >> Será? Esperemos para ver. Acho que é a única posição a tomar agora e não lançar gasolina para onde há brasas...



Publicado por Tovi às 10:01
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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2016
Trump é o 45º Presidente dos EUA

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«Jose Bandeira» >> Um mundo cada vez mais imprevisível. Trump vs Putin na política internacional: mistura explosiva!

«David Ribeiro» >> Não é só em Portugal que os políticos de carreira têm que de uma vez por todas se convencerem que estamos fartos deles… e cada vez mais preferimos o “desconhecido” a votar em quem já não acreditamos.

«Mario Ferreira Dos Reis» >> Têm andado a decidir contra o Povo, com a ignomínia de que há assuntos maiores que o povo não percebe, a globalização, a abertura dos mercados, a imigração, os acordos estratégicos, as intervenções militares, ... e por aí adiante! Trump e o Brexit são a democracia a funcionar e nem só idiotas votaram para que isto acontecesse. Quando os políticos fogem do que o dia a dia das pessoas quer, temos estes gritos de desespero. Sim estamos aqui e ninguém nos ouve! Chamem populista ao apelo do povo, governar contra a vontade da maioria dá nisto e em França, ou eu me engane muito vamos ter Le Pen... Aqui tivemos geringonça e não foi por acaso. A população em geral reage a quem não governa por eles, eu e as pessoas em geral estão fartas que dê tudo errado e 1% governe e governe-se, um mundo de párias e interesses. De ideologias em livro e Bancos falidos, de centrões estáveis. Está visto que o grande dogma da estabilidade foi superado. O Povo quer é a vida dele perdida e se não grita de uma maneira grita de outra contra o estabelecido e intelectualmente prometido como correcto. O povo não governa para o futuro, quer tudo agora e não tem medo de saltar no escuro quando passaram anos a decidir ao lado.

«Pedro Baptista» >> Certas pessoas, em lugar de andarem apavoradas a bramarem e brandirem os fantasmas da volta da extrema-direita e dos populismos, ou de insultarem os eleitores quando não votam da forma que eles gostariam, deveriam era de deixar de ser colaboracionistas e lutarem nos seus países para se efetuarem as reformas necessárias para acabar com as situações que são aproveitadas pelos ditos energúmenos mesmo quando ainda só têm forma de fantasmas. Se há onda populista a poder ou não favorecer a extrema-direita é porque há espaço social e político para isso e esse constituiu-se pela corrupção, pelos privilégios políticos, pela extorsão dos cidadãos, pela fossilização do sistema político numa democracia de forma e ditadura de facto, pelo mal-estar social, em suma, pelo capitalismo burocrático, ou seja aliança entre os grandes ladrões da finança com os detentores do sistema político que, funcionando institucionalmente, está muito longe, por falta de cultura democrática, de funcionar de forma a que os cidadãos sintam a república como sua casa. Não sejam hipócritas! Se não querem o populismo nem a extrema-direita não lhes dêem o espaço, parem de usufruir da situação atual e de derramar lágrimas de crocodilo, trabalhem para as reformas necessárias como sabem bem, há muito, que deveriam fazer. Claro que temos poucas ilusões: sabemos que se a coisa for para as noites negras dos fascismos, boa parte dos que andam agora a alimentar-se do sistema, serão os primeiros a acotovelarem-se nas segundas filas dos novos poderes, senão mesmo nas primeiras... Foi sempre assim...

«David Ribeiro» >> Também eu não acreditava que Donald Trump ganhasse as eleições presidenciais nos EUA, mas a verdade é que Hillary Clinton continuava a representar a “partidarite” de que todos estamos fartos e quem aparece a “partir a loiça toda” ganha o voto. Sendo certo que nem sempre as promessas eleitorais dos presidenciáveis viram decisões governamentais, até pode ser que o novo inquilino da Casa Branca venha dar um novo ar fresco à política internacional, sabendo no entanto todos nós que alterações estratégicas requerem tempo, pelo que não devemos esperar para já grandes mudanças na presença americana no Médio Oriente e no Pacífico.

«Arnaldo Andrade» >> Enquanto isso, nós por cá, continuamos na mesma, a abstenção vai continuar a existir porque o povo está farto dos partidos e políticos... porque estes não querem mudar a constituição, porque será?



Publicado por Tovi às 09:15
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2016
Trump ou Clinton?... Amanhã saberemos

EUA eleições 8Nov2016.jpg



Publicado por Tovi às 10:43
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