"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 26 de Maio de 2017
Fala quem sabe…

…e o Pedro Baptista sabe sempre muito bem o que diz. Neste texto, escrito num estilo muito próprio e publicado na sua página do Facebook, este meu Amigo, investigador em filosofia, romancista e ensaísta portuense, conta-nos uma versão perfeitamente credível do que se passou com Rui Moreira e a malta do PS-Porto.

 

14717064_1457223597621918_5453880867022574073_n.jpPara os anais de cada um, a verdade dos factos na saga política portuense: Manuel Pizarro, depois de ter sido obrigado por António Costa a romper com Rui Moreira, inventou outra narrativa mais conveniente para a sua pessoa, mormente numa entrevista ao Expresso, mas mente com todos os dentes... Pizarro, Presidente da Distrital PS-Porto, tal como Tiago, presidente da Concelhia do PS-Porto, estiveram reunidos com o presidente Rui Moreira, durante o fim da tarde que precedeu a noite em que o PS rompeu, procurando ganhar o número dois na lista camarária independente e outras posições, ao que o Presidente Rui Moreira não acedeu, porque não quis deixar que a sua candidatura independente o deixasse de ser e passasse a ser um embuste político manipulado pelo PS... Ora Pizarro acabou por sair do encontro aceitando explícita e alegremente ficar em quarto ou quinto lugar da lista, assim se mantendo durante parte da noite, conforme foi do conhecimento de António Costa que, de imediato, encetou contactos para um outro cabeça de lista para o PS, que teria de arranjar em poucas horas, para apresentar na Convenção autárquica do PS que se realizaria em Lisboa! É assim que Juca Magalhães é, pelo menos, um dos contactados por António Costa para cabeça de lista do PS, tendo recusado, sendo-lhe pedido em seguida, mas tarde demais, que não desvendasse a origem do contacto. Ora Costa, já noite bem adentro, por falta de alternativa e falta de tempo, teve mesmo de cair sobre Pizarro, obrigando-o a rejeitar o seu lugar na lista camarária de Rui Moreira e a ser cabeça de cartaz do PS-Porto. Desconheço os termos em que o obrigou. Mas certo, certinho, foi que Costa, para não apresentar na sua Convenção o buraco imenso de não ter candidato ao Porto, preferiu o buraco de ter um candidato pelo PS ao Porto, tão contrafeito quanto o seu maior desejo era apenas entrar na lista independente que agora vai a fazer a farsa de combater. Afinal o falhanço anunciado será de Pizarro e não de Costa e, para este, como sempre, aquele que se amanhe...



Publicado por Tovi às 07:36
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Quarta-feira, 24 de Maio de 2017
Como o tempo passa...

Um lindo texto que o meu amigo Albertino Amaral publicou há dias no Facebook, na página do grupo «Um novo norte para o Norte»:

 

Albertino Amaral aa.jpgNo passado ano de 2013, aquando das eleições autárquicas para a CMP, apareceu um senhor de nome Rui Moreira, que o portuense e não só, se habituou a conhecer, como comentarista desportivo de televisão que, vá-se lá saber porquê, por decisão, confiança e teimosia pessoal, achou ter competência suficiente, para se apresentar ao eleitorado, concorrendo assim com os chamados políticos profissionais, de onde se destacavam algumas figuras de nível nacional, dos chamados " invencíveis e inultrapassáveis " governantes.....
No caso concreto da Cidade do Porto, poucos eram aqueles cidadãos, que acreditariam que alguma vez, tal personagem fosse capaz de se impor, ou sequer mesmo, fazer alguma mossa a tais candidaturas concorrentes e, porque não dizê-lo, garantida e assumidamente, ganhadoras....
A questão é que se assistiu a um discurso e uma forma de estar, totalmente diferente, longe daquela "lenga-lenga " habitual a que o povo português está habituado há largos anos, e que advém de tempos remotos, muito antes mesmo, da maioria ter nascido.... Havia ali algo novo, algo marcadamente sincero, que deixava antever novas ideias, nova postura cívica, iniciativas que tocavam profundamente o comum, mais esquecido e necessitado cidadão.Também não se vislumbravam falsas e irrealizáveis promessas...!
Curiosamente o Portuense, farto dos saltimbancos do costume, resolveu como que " arriscar " num filho da terra, defensor acérrimo dos seus valores, conhecedor nato de todos os cantos da Cidade, e votou num novo movimento criado pelo próprio candidato, òbviamente que com a colaboração daqueles que lhe eram próximos e consigo compartilhavam dos mesmo princípios e opiniões.
Havia sem dúvida ali algo de diferente, de curioso e sobretudo de acreditável.... Vamos lá ver....e votou-se no Movimento, cujo nome estava intrinsecamente ligado à própria Cidade:
" O NOSSO PARTIDO É O PORTO ".....!
E ganhou...de tal maneira que os próprios derrotados se sentiram humilhados, envergonhados e sem qualquer hipótese de reacção.....A Cidade que vinha adquirindo os tons de preto e branco, estava naquela altura já na sua cor cinzenta, fruto dessa mistura... Começou a ganhar outro ânimo, outras cores, outra vida, outro ruído, um ar mais saudável, respirável, enfim, saiu dos cuidados intensivamente prejudiciais a que vinha sendo submetida...! O processo de transformação foi tão limpo, correcto, transparente e bem delineado, que ainda hoje há quem diga, que ninguém percebeu o que se passou no Porto...
Como tal, volvidos quatro anos, (parece que foi ontem), como foi possível que um tal burguês da Foz, como foi apelidado o eleito Presidente da Câmara, tenha conseguido tal milagre ?
O seu sucesso, pelos vistos funcionou de tal ordem, que era expectável que aparecessem os " abutres " do costume para colher os louros, pois então..! Afinal quem era o " gajo " ?
E se tal aconteceu de uma forma Independente, pese embora a colaboração de quem quis associar-se e de quem posteriormente se mostrou também receptivo a tal colaboração, a verdade é que nada disso se ficou a dever a qualquer partido político em particular, como vinha sendo habitual. Ora, tal iniciativa só vem demonstrar que é perfeitamente possível em Portugal, haverem movimentos de cidadãos independentes, capazes de gerir, governar e administrar o país.
Em minha opinião pessoal e sem ser modesta, se tal aconteceu em 2013 como que em jeito de: " seja o que Deus quiser ", porque razão não se eleva mais a fasquia a esse Movimento, concedendo-lhe uma posição ainda mais sólida nas próximas eleições, quiçá uma maioria confortável, por forma a que tal seja um exemplo, para se concluir que a força dos partidos está desgastada, descredibilizada, ultrapassada, etc. etc. etc.
Pela minha parte, e porque me identifico bem com pessoas capazes e responsáveis, nunca hesitarei em lhes reconhecer o mérito pela competência demonstrada. As grandes e bem sucedidas empresas, nunca são criadas à nascença, por equipas, onde cada um quer ficar no patamar mais alto da escadaria....!
Como nota final, gostaria só de deixar aqui uma pequena chamada de atenção. Este comentário é tão sòmente isso, um comentário pessoal, que se enquadra perfeitamente na minha linha de pensamento, não serve para debate, para crítica, para insultos, etc. etc. Concordam, concordam, não concordam, amigos na mesma, mas por favor não me assobiem, nem façam conjecturas precipitadas sobre as razões que me levaram a ter hoje este desabafo....Gosto de passar para o papel, o meu pensamento, só isso. Fiquem bem e dêem largas à vossa imaginação, pensando e meditando na vida real.....!



Publicado por Tovi às 09:36
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Terça-feira, 11 de Abril de 2017
Eurodeputado socialista Manuel dos Santos

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   Comentando esta notícia, disse hoje Rui Moreira:

O jornal i e o Sol online, baseando-se numa declaração de um quase desconhecido eurodeputado do PS, sem procurar ouvir os visados e violando, por isso, as mais básicas regras do jornalismo, prestou hoje um serviço político aos meus adversários. A mentira, a insídia, o insulto e a lama parecem fazer parte de uma campanha eleitoral que, para mim, nem começou. A seu tempo, apresentarei a minha lista à Câmara Municipal do Porto. Se Deus quiser, cumprirei o meu mandato até ao último dia. E essas serão realidades que chocarão de frente com as verdades alternativas que vão sendo construídas pelos que têm sede de poder e, como se tem visto, norteiam as suas vidas pela mentira. Estão, felizmente, todos identificados. Mesmo os anónimos.

 

  Comentários no Facebook

«Tiago Barbosa Ribeiro» - Tenho o máximo respeito por todos os eleitos socialistas, incluindo - por dever - aqueles que não respeitam o seu mandato e envergonham o partido pelo qual foram eleitos. Por isso e por higiene política, abstenho-me de efectuar comentários sobre alguns disparates que ciclicamente envolvem quase sempre as mesmas personagens, mas abro hoje uma excepção pela reincidência e pela dimensão do disparate. Na ausência de outra actividade relevante conhecida, e nos intervalos de entrevistas em que já dirigiu impropérios a mim e a outros dirigentes, o eurodeputado socialista Manuel dos Santos decidiu fazer prova de vida a propósito do Porto em termos que, ao desqualificá-lo, qualificam-no bem. Fê-lo mentindo. Repito: mentindo. Não é novidade que Manuel dos Santos faça o jogo dos adversários socialistas: é um feroz adversário do Governo socialista de António Costa, é um feroz adversário da reunificação dos socialistas em Matosinhos e é um feroz adversário dos socialistas portuenses, como seria em sentido inverso caso as opções em cada momento fossem outras. A sua ideia de Partido Socialista é ele próprio. Simplesmente confunde legítimas divergências políticas com uma política daninha, baseada na intriga, na mentira e na insídia. Os socialistas conhecem-no bem (incluindo quem o convidou para esta última eleição ao PE?) e por isso é delicioso ver Manuel dos Santos a falar de mercearias eleitorais, mas errou o alvo no caso do Porto. Ele representa bem tudo aquilo que levou à degradação da nossa vida partidária: a anunciação de valores socialistas para fazer o jogo da direita, a mentira, a pequena intriga, a pior partidarite, a plantação de notícias falsas. Percebo que para quem viveu toda a vida assim seja difícil conceber que no Porto estejamos a concretizar uma visão de cidade na qual os socialistas participam e na qual se orgulham, sem que para isso tenhamos de andar na traficância de lugares. Mas é mesmo assim. Aquilo que Manuel dos Santos fala é outra coisa: é a medida da sua participação na vida partidária. Os socialistas do Porto, coisa que Manuel dos Santos não é, sabem bem o percurso que temos percorrido, as dezenas de reuniões e plenários abertos, as comissões políticas regulares e participadas, a serenidade, o diálogo, o envolvimento e a participação. Por outro lado, falo com regularidade com o Presidente da Câmara e existe respeito, amizade e lealdade. Todos os órgãos, incluindo obviamente o Secretário-Geral, acompanham o processo do Porto mas não participam nele nem devem participar. O desvario das acusações que são hoje dirigidas ao Presidente da Câmara e ao PS representam um serviço aos nossos adversários. Ele fica registado mesmo que quem o faça não seja digno de especial registo. Quanto ao resto, continuaremos a trabalhar e não mais falarei sobre este caso. O PS e o Porto não demasiado grandes para que percamos tempo com tão pequenas personagens.

«Carlos Lacerda» - O jornal I é um nojo e o Dr. Moreira aproveita para fazer o papel de vítima, como convém. Nada de novo. O que me intriga é aquela frase: "Estão, felizmente, todos identificados. Mesmo os anónimos". Estará o tempo a andar para trás?

«David Ribeiro» - É que não tenha dúvidas, estão mesmo todos identificados.

«Rui Moreira» - Carlos Lacerda: não me sinto vítima nem me faço de tal. Acho que o senhor faria o mesmo que eu faço em circunstâncias análogas. Ou estarei enganado? Não sei se o jornal I é um nojo. Essa não é a questão. O tempo não volta para trás, acredite.

«David Ribeiro» - Se Manuel dos Santos em vez de andar a mandar bocas foleiras fosse mas é trabalhar a sério no Parlamento Europeu na comissão de que é membro - Comissão de Inquérito aos Panamá Papers (combate à fraude e evasão fiscal) – é que ele fazia bem e era útil à humanidade.

 

   Socialistas Portugueses no Parlamento Europeu – 5Jul2016

Manuel dos Santos é o novo eurodeputado do Partido Socialista, substituindo no lugar Elisa Ferreira que foi nomeada para o Conselho de Administração do Banco de Portugal.
Economista de profissão, Manuel dos Santos foi deputado à Assembleia da República em 6 legislaturas diferentes (a primeira em 1980) e já tinha sido, por duas vezes, deputado ao Parlamento Europeu, de 2001 a 2004 e de 2004 a 2009. Membro das Comissões de Assuntos Constitucionais, Orçamentos e Assuntos Económicos e Monetários, destaca-se o facto de ter sido vice-presidente do Parlamento Europeu de abril de 2005 a julho de 2009.
Manuel dos Santos inicia este mandato como membro das Comissões de Desenvolvimento, do Mercado Interno e Proteção dos Consumidores e da Comissão de Inquérito aos Panamá Papers (combate à fraude e evasão fiscal). Integra também as delegações à Assembleia Parlamentar Euro-Latino-Americana, à Comissão Parlamentar Mista UE-Chile e à Comissão Parlamentar de Cooperação UE-Rússia.



Publicado por Tovi às 18:03
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Segunda-feira, 20 de Março de 2017
A verdadeira reforma de Estado

Andei a dar uma voltinha pelos vários grupos facebookianos onde a temática da Descentralização e Regionalização é primordial e, infelizmente, nem uma palavrinha por lá consegui ver, seja a dizer bem ou a dizer mal desta "verdadeira reforma de Estado", como lhe chamou o ministro Adjunto Eduardo Cabrita. E os “militantes” dos partidos, sejam os da Geringonça ou os da oposição, também não dizem nada… estarão à espera de ver o que irão dizer as “mais altas instâncias partidárias” para depois virem aplaudir e abanar as bandeirinhas?... Começo a convencer-me que temos o que merecemos.

 

  JN - 16Mar2017

image.jpgGoverno disponível para discutir descentralização com oposição

O Governo assumiu disponibilidade para discutir as propostas de descentralização da Esquerda e da Direita. Contudo, no Parlamento, o ministro Adjunto Eduardo Cabrita avisou que não se pode "adiar mais" aquela que é uma "verdadeira reforma de Estado".
Segundo Eduardo Cabrita, a proposta do Governo para a descentralização de competências para as autarquias "surge após um ano de trabalho intenso, envolvendo todas as áreas de governação" e não se trata de "uma estratégia, nem desresponsabilização nem de privatização das funções do Estado".
"Foi um ano trabalho intenso com associações representativas quer dos municípios, quer das freguesias, que permitiu criar um contrato de confiança", disse o governante, no debate de iniciativas de todos os partidos sobre novas competências das autarquias locais, sublinhando a abertura "para discutir qual a melhor estratégia de descentralização".
Mas, à exceção da disponibilidade concreta mostrada em relação às propostas do PCP, o ministro Adjunto nada disse em relação à intenção do PSD, anunciada pela deputada do Berta Cabral, para a "constituição de uma Comissão Parlamentar Eventual, para em 90 dias, tratar do processo de descentralização de competências nos municípios, nas freguesias e nas entidades intermunicipais".
No final do debate, foi anunciado pela mesa do Parlamento a votação já amanhã [sexta-feira] do projeto de resolução do PSD para a criação da comissão parlamentar. Contudo, a socialista Susana Amador já tinha referido durante o debate que o PS não vê "necessidade de criação de uma outra comissão". "Temos uma Comissão própria para esse efeito [Comissão de Poder Local]", defendeu.
Pouco antes deste debate ter começado, o líder parlamentar do PS, Carlos César, assumiu a intenção de a bancada socialista viabilizar todos os projetos para que possam ser discutidos na especialidade [Comissão Parlamentar do Poder Local].

Visões distintas à Esquerda e à Direita
Eduardo Cabrita deixou sem resposta o deputado do BE Pedro Soares, que questionou o Governo pelo facto de se avançar com um processo de descentralização quando "era muito importante que tivesse sido dada a voz às freguesias que não se sentem confortáveis com a agregação".

O bloquista criticou ainda os socialistas por se terem "enredado a criar umas entidades atípicas", ao reforçar o poder das entidades supramunicipais "não eleitas democraticamente".
O PSD, pela voz de Emília Santos, mostrou receio pela extinção dos "Contratos Interadministrativos de Educação [criados pelo Governo PSD/CDS, em 2015]", com o plano de descentralização do Executivo PS. Mas Eduardo Cabrita assumiu que o Governo analisou "mais de uma centena de contratos" referidos. "Não queremos acabar com competências, queremos avaliá-las e ir mais à frente", argumentou o ministro.
Já o PCP alertou que "os processos de transferências de competências que temos tido no nosso pais não têm sido positivos".
"Até diria que a avaliação é bastante negativa. O que se tem verificado é uma transferência de encargos sem respetivos meios. Assim foi com escolas de primeiro ciclo, com os Contratos de Execução, em 2008, ou os Contratos Interadministrativos, do PSD, em 2015. Não é um bom exemplo", admitiu a comunista Paula Santos, que apelou a que as novas competências sejam acompanhadas por mais "receitas próprias" das autarquias e a participação "nas receitas do Estado".
"A descentralização não pode corresponder à desresponsabilização do Governo. Não pode por em causa as funções constitucionais do Estado. Não é admissível que passem a existir 308 políticas de educação ou saúde", explicou.
Do lado do CDS, Álvaro Castello Branco disse que "muitas das competências que [os socialistas] pretendem descentralizar nem foram discutidas" com as autarquias locais. "O Governo não lhes apresentou documentação do que está aqui a ser discutido", acusou o centrista.



Publicado por Tovi às 08:02
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Quinta-feira, 16 de Março de 2017
CGD foi utilizada, politicamente, para fazer fretes

Escreveu Rui Moreira no Facebook... com a frontalidade a que já nos habituou:

 

rui moreira.jpg  Caixa Geral de Depósitos
Disse-o no "Bloco Central" da TSF, repito-o agora, a CGD foi utilizada, politicamente, para fazer fretes.
Hoje digo mais, num cenário em que se irão encerrar balcões, promover despedimentos, reduzir o Banco de nós todos a uma caríssima irrelevância: a CGD é o condicionamento industrial do regime.
Creio que todos nós deveríamos ter direito a saber:
1/ quais foram as operações de crédito que resultaram em perdas e incumprimentos superiores a €10M.
2/ quem foram os beneficiários que fizeram "default".
3/ quem fez a avaliacão do risco de crédito.
4/ quais os relatórios técnicos de suporte.
Aos meus amigos, de direita e de esquerda, direi apenas, e respectivamente, que quero perceber de que forma estes critérios alteraram o princípio da sã concorrência que é a essência da economia de mercado, e quero combater o populismo que resultará de uma política de avestruz.
Sim, nós temos o direito de saber. Porque vamos pagar.
A existência de um banco público exige que ele esteja sujeito a escrutínio. O banco, quem o administra, quem avalia o risco na concessão de crédito, quem dele beneficia. E não me venham, por favor, invocar questões de sigílo. Afinal, qualquer contribuinte sujeita-se, hoje, a um severo escrutínio. Porque devemos, então, aceitar que quem não cumpre, e quem os ajudou, escape a idêntico escrutínio?
Se o fisco publica a lista dos incumpridores, não se entende que o mesmo não seja feito neste caso.



Publicado por Tovi às 08:37
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Domingo, 12 de Março de 2017
Predador sexual no Facebook

onlinepredatorshirt.jpgDurante toda a semana passada viveram-se momentos de ansiedade com o desaparecimento de uma adolescente de 13 anos, residente numa aldeia de Ponte de Lima, que terá apanhado o transporte escolar na manhã de 3 de Março para ir para as aulas, mas não aparecendo na escola, pois terá seguido num autocarro com destino a Braga. As buscas para encontrar a adolescente foram alargadas a Aveiro, distrito que foi identificado através do pedido de localização celular efetuado pela GNR de Viana do Castelo. Nesta última sexta-feira a Polícia Judiciária resgatava a jovem numa casa de Vagos e prendia um indivíduo de 24 anos com "um perfil típico de um predador sexual através da internet e das redes sociais", como disse Gil Carvalho, director da PJ de Braga, estando o detido já "identificado em meia dúzia" de outras situações análogas. Presente ao Tribunal de Viana do Castelo, para primeiro interrogatório judicial que se prolongou durante quase cinco horas, foi-lhe decretada prisão preventiva, como medida de coacção.

Mais do que nunca os pais e encarregados de educação deverão estar muito atentos à navegação dos filhos na Internet, aos “sites” a que eles acedem e às pessoas com quem comunicam nas redes sociais. E a escola deverá com insistência alertar os jovens para todos estes perigos, tendo em conta que a iliteracia de alguns pais não lhes dá a noção exacta desta realidade.



Publicado por Tovi às 09:21
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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2017
A quererem ganhar na secretaria

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A notícia é de 23 Junho 2016... mas o excelente texto do Pedro Baptista é de agora, fresquinho que nem uma alface.

 

    Pedro Baptista no Facebook

O primeiro capítulo de um Embuste chamado Presidente do PS/Porto! Isto foi em Junho de 2016. O PS apresentou agora uma proposta de alteração que não altera abso...lutamente nada. Para a recolha de assinaturas a lista tem de ser apresentada completa, ou seja sem alteração da lei. A alteração-farsa é que um terço dos seus titulares da lista podem ser alterados posteriormente. Um embuste para os cidadãos, num embuste do PS às candidaturas independentes, que os partidos que estão no parlamento querem impedir de concorrer em condições de igualdade. Sim, eles já perceberam que só com recurso a golpes sujos e a truques de ditadura se podem aguentar nos lugares onde os cidadãos não os querem mais...

 

   JN em 23Jun2016

Presidente do PS/Porto assegura que legislação será revista antes das autárquicas de 2017. Revisão é uma reivindicação dos autarcas independentes.
O PS vai apresentar uma proposta de revisão da lei eleitoral dos órgãos das autarquias locais até ao final do ano, no sentido de "facilitar a burocracia" às candidaturas dos movimentos de cidadãos independentes já em 2017. Essa alteração é uma reivindicação dos autarcas independentes e pode condicionar a recandidatura de Rui Moreira à Câmara Municipal do Porto, como avançou o JN.
A garantia de que existirá uma proposta por parte dos socialistas foi dada esta quarta-feira, ao JN, por Manuel Pizarro, presidente da Federação Distrital do PS/Porto. "A alteração da lei é um teste à seriedade dos partidos políticos que dizem defender a participação dos cidadãos independentes na vida política. Não alterar a lei seria um dramático sinal de hipocrisia. O PS será o primeiro partido a fazer questão de promover a alteração daquilo que é uma precisão legal", assegura o ex-dirigente socialista e vereador no Executivo camarário do Porto.



Publicado por Tovi às 08:30
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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2017
Que destino dar ao Edifício Transparente? - #02

 Jardim suspenso Tropical

  Mario Ferreira Dos Reis em 17Fev2017

Quando da apresentacao do edificio por Solá-Morales percebi a ideia e achei algo estranho ser só um sítio de passagem.... não ficava nenhuma proposta inerente de uso, nao se percebia a sua utilidade e durante um tempo assim ficou como algo inacabado e sem cabimento. Depois foi emendado e ficou uma especie de centro comercial esquesito. Eu oferecia o edificio ao Jardim Botanico e retirava a emenda bem como as lojas do mesmo e restabelecia a ideia orginal melhorando-a montava uma super estufa de estudo sobre especies vegetais do litoral.... no piso inferior mantinha o que está um misto de lojas de desporto radicais e cafés. Independentemente do edificio ser ou nao ser deixava ficar acho que temos muito mais na cidade para implodir primeiro. Dallas, Centro Comercial Stop, Tambem um centro de estudo botanico poderia enriquecer a cidade mesmo que a manutencao ficasse a cargo da CMP poderiamos retirar o lucro desse estudo pois ha muita coisa sobre manutenção de dunas e controlo de plantas invasoras. Uma estaçao e museu metereológico no ultimo piso poderia ser interessante. Como está, para mim é que nao faz sentido nenhum a nao ser ir esporadicamente a Cufra.

Vamos la juntar forças e fazer crescer a ideia... até 2024 ha muito tempo para a organizar com pés e cabeça. Um jardim suspenso Tropical com chuva e tudo

Jardim Tropical de Atocha (Madrid)

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  Children's Museum

  Pedro Simões em 17Fev2017

Transformá-lo num "children's museum", algo que tanta falta faz à cidade. Um espaço COBERTO destinado à diversão e educação das crianças, como é muito comum haver noutros países, nomeadamente nos EUA. Gratuito ou com preço simbólico.

Faz muita falta... no Porto quando chove, como tirar as crianças de casa para gastarem a energia? O sea life, o planetário, é giro, mas o preço é alto, mas não dá para ir o tempo todo, e faltam alternativas que não sejam os malfadados shoppings...

Por uns pisos com baloiços e brincadeiras, outros com experiências científicas, e ajustar os pisos a idades diferentes...

Aqui vai uma foto. Deveria ser um piso brincadeiras, um de arte, um de ciência e um de cultura ou história natural. Este até é parecido...
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Publicado por Tovi às 08:15
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Sábado, 18 de Fevereiro de 2017
Que destino dar ao Edifício Transparente? - #01

Como não houve qualquer proposta para a compra do Edifício Transparente na hasta pública realizada na manhã da última quinta-feira, na Câmara do Porto, e como deitar abaixo é solução demasiado corriqueira para este edifício projectado pelo arquitecto catalão Solà-Morales e posteriormente requalificado pelo arquitecto português Carlos Prata, obra que tanto dinheirinho nos custou, lancei na página do «Um novo norte para o Norte», no Facebook, o repto para quem quiser apresentar propostas para dar um destino válido e conveniente a este mamarracho. Espero que não se esqueçam que há vários condicionalismos legais a cumprir, incluindo o Plano Director Municipal. Prometo que farei seguir todas as sugestões para quem de direito.

 

 
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O Edifício Transparente é constituído por 4 pisos. O Piso PRAIA dá acesso à praia e tem uma área de 1278 m2, contando com restaurantes, uma gelataria e um bar-discoteca. O Piso RUA, com cerca de 775 m2, é constituído por lojas de desporto, acessórios e lazer. O Piso BOX-IN-THE-BOX, com 862 m2, apresenta um dos seus espaços mais característicos, destinado a cultura e entretenimento. Por fim, com acesso directo ao Parque da Cidade, o Piso PARQUE tem 1043 m2 e conta com três restaurantes temáticos e um bar.



Publicado por Tovi às 09:30
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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2017
É mesmo… é uma semidescentralização

Eu cá quero é a Regionalização... e ontem já era tarde.

 

  Rui Moreira in Correio da Manhã

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A semidescentralização - O Estado propõe-se delegar competências administrativas mas não partilha decisões políticas.

O Governo apresentou uma proposta de descentralização de competências. Só pela vontade política, António Costa andou bem. O Primeiro-Ministro foi autarca e sabe o que isso representa para o País e para o poder local, onde incluo o Município de Lisboa, também ele vítima do centralismo burocrático. Contudo, este impulso, que registo como genuíno, é insuficiente.
Segundo o documento, o Estado propõe-se descentralizar competências em áreas como a Educação. Mas, na verdade, transfere pouco mais do que obrigações. Mesmo que bem acompanhadas pelo envelope financeiro – e veremos se assim é –, o que está proposto é transferir para a esfera municipal tudo aquilo que poderia chamar de "hotelaria". Ou seja, delega competências administrativas mas não partilha decisões políticas.
No caso da Educação, propõe-se que as autarquias, à semelhança do que já acontece na pré-primária e no ensino básico, construam edifícios, os mantenham e limpem, sirvam refeições e forneçam transporte. Sendo evidente que uma autarquia poderá fazer melhor estes serviços, isso não resolve qualquer problema estrutural. Na verdade, pode até criar novos entraves ao desenvolvimento local e regional, se não forem simultaneamente transferidos os recursos financeiros e humanos correspondentes. Sem esses, não será possível suportar novas tarefas e, simultaneamente, manter o nível de serviço público e investimento noutras áreas.
Note-se que não me refiro ao aumento de recursos humanos via novas contratações, mas apenas da sua transferência do Estado para o domínio municipal, sem penalização orçamental e financeira para as autarquias, flexibilizando os absurdos mapas de pessoal determinados com critérios incompreensíveis. Mas a peça mais importante deste puzzle, que é complexo, é a das competências políticas. Porque sem capacidade para intervir na programação curricular e na colocação de professores, a descentralização será sempre pouco mais do que um alijar de responsabilidades. A definição curricular e o mapa docente, não podendo ser competências exclusivas das autarquias, devem poder contar com a contribuição local e estarem também descentralizadas. A não ser assim, o Estado estará a abdicar de competências administrativas, mas não se avançará em matéria de Educação.

 

  Comentários no Facebook

«Pedro Baptista» - O país não precisa de descentralizações que não sejam mais do que o alijar de responsabilidades por parte do centralismo, nas matérias que não rendam para o poder central e, pelo contrário, se lhes afiguram difíceis, porque dão trabalho. O país precisa sim, há mais de um século, é de regionalização, criando polos de planeamento, coordenação administrativa e desenvolvimento, bem como dinâmicas regionais capazes de promoverem a economia nacional e criarem riqueza para todo o país. O PS apresentou-se em 1995 às eleições como o campeão da regionalização mas depois, através de António Guterres, em 1997, negociou secretamente com Marcelo Rebelo de Sousa, o boicote da regionalização em revisão constitucional a troco da viabilização do governo: foi assim que foi inventado o referendo de bloqueio à regionalização. Costa era ministro de Guterres e conhece muito bem a história. E já sabia, na altura, que a poeira que os inimigos do desenvolvimento nacional lançavam para evitar a regionalização que lhes tiraria a posição dominante só por serem capital, se chamava descentralização... Que claro nem é descentralização nenhuma, como mostrou ontem, Rui Moreira em artigo no CM. Apenas entrada dos trabalhos de hotelaria, disse ele, e bem. Não, obrigado!

«Antero Filgueiras» - Muito cuidado com o que está em marcha: uma colossal transferência de poderes para entidades - CCDR - que não estão sujeitas a escrutínio universal e que são "pasto" de gente, cuja honestidade nunca foi a mais apreciável: gente que usa o serviço público para negócios privados.



Publicado por Tovi às 09:48
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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2017
As “Trumpalhadas” do novo Presidente dos EUA

Eu cá não morro de amores pelas “Trumpalhadas” do novo Presidente dos EUA, mas… (Reflexão sobre um texto do Embaixador Francisco Seixas da Costa publicado há dias no Facebook).

 

13882540_10208311577525430_5940539911636181057_n.j- Assistimos a gente que detesta o liberalismo, e o tem por jurado inimigo, a clamar contra o "ataque à ordem liberal" que Trump empreendeu.
- As críticas do presidente americano à NATO provocaram uma curiosa onda de comoção em muitos que sempre acharam que a organização era uma estrutura intrusiva e agressiva. Agora não: parece que está toda a gente num imenso "clube de amigos" da NATO.
- Emocionante foi ver pessoas que passaram anos a sublinhar os malefícios da globalização verdadeiramente indignados contra a rejeição dos tratados comerciais multilaterais. Afinal, o livre-cambismo tinha por cá muitos fiéis que se mantinham "na clandestinidade".
- Há também os neo-europeístas convertidos à pressa. Gente que vinha a achar que o euro era um projeto condenado, que a Europa comunitária era a fonte de todos os males, escandaliza-se com o apoio de Trump ao Brexit e as suas profecias negativas sobre a moeda única.

 

Pois é… Há muitas e boas razões para se não gostar do novo presidente americano, mas convém ser-se sério, não vale tudo.



Publicado por Tovi às 09:45
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Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2017
Joana Vasconcelos no Largo Moinho de Vento

Joana Vasconcelos no Largo Moinho de Vento Jan2017

Está bonito, sem dúvida… e até já perdoei a esta nossa artista plástica aquela “coisa” feita com imaculados pensos higiénicos (tampões)

 

  24Jan2017

Maior obra pública de Joana Vasconcelos está desde ontem no Porto

A maior obra de arte pública até hoje realizada pela artista plástica Joana Vasconcelos fica no Porto e está, desde esta segunda-feira, à vista de todos na Praça Guilherme Gomes Fernandes. O mural com cerca de 20 metros de comprimento, cobre a fachada lateral do Steak'n Shake, o terceiro e maior restaurante da cadeia americana em Portugal, que ontem foi inaugurado no Porto. A abertura oficial do espaço, situado no número 67 da Praça Guilherme Gomes Fernandes, contou com a presença de várias personalidades da cidade, incluindo o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira. O autarca elogiou a obra de Joana Vasconcelos, reiterando que "a arte pública não tem que ser exclusivamente financiada pela Câmara Municipal, podendo e devendo ser também financiada por privados". Rui Moreira destacou ainda o "cuidado projeto de recuperação de mais um edifício histórico na Baixa do Porto", após um investimento de 1,1 milhões de euros que criará 100 empregos. "É a economia privada a funcionar", frisou. O edifício com três pisos distingue-se não só pela fachada, mas também pelo interior, já que apresenta algumas diferenças face ao padrão das lojas Steak'n Shake. O restaurante do Porto representa o maior investimento até à data da cadeia em Portugal. A Steak 'n Shake foi fundada nos E.U.A. em 1934, por Gus Belt e é famosa por servir a combinação mais americana de sempre: steakburgers e milkshakes.

 

  Comentários no Facebook

«Verónica Veiga de Faria» - Está muito bonito! Bem disposto, leve, alegre. Gostei muito!

«Gonçalo Lavadinho» - Uma vez tinha de acertar.

«Jovita Fonseca» - Está bonito este mural...Mas há muito nela com que não me identifico! Aquela entrada do Museu do Futebol Clube do Porto faz-me lembrar um arraial minhoto...

«Miguel Banzai» - Alguma coisa contra o arraial minhoto? [Emoji wink;)]

«Jovita Fonseca» - Nada ...contra o arraial minhoto! Só defendo "cada coisa no respectivo lugar"...

«Jota Caeiro» - detesto a fulana. há tantos miúdos grafiteiros pelo Porto e com tanto talento. nem vou fazer outros

«Maria Helena Guimarães» - Não gosto da Joana. Ponto. Mas há quem pague.

«Jota Caeiro» - o Cavaco por exemplo. e com o dinheiro de nós todos! [Emoji smile:)]

«Maria Helena Guimarães» - E estes agora do restaurante

«Jota Caeiro» - pois... questões de dinheiros mais que da questão do gosto: há imensa gente a falar disto! (até nós! [Emoji grin:D] )

«Maria Helena Guimarães» - Jota Caeiro, pois. Mas o mural até ficou alegre, muito Santuinho.

«Karla Afonso» - Ora, vivam! Como é que eu hei-de falar da pessoa, sem falar da obra, melhor, falando da obra, interessa-me o processo e o modo como o indivíduo de posiciona no processo criativo e, claro está, se eu fico indiferente, ou "sem ar", aterrada perante a belo, ou o grotesco postos na generosidade plástica. Reconheço-lhe duas obras, O Sapato e A Noiva. Resgata objectos da banalidade, transpõe-os para a monumentalidade numa ode ao feminino, depois disto tem-me sido… nada. A Joana tem um problema comigo, ou eu tenho um problema com a Joana. Tive três mestres, António Quadros, professor, poeta e pintor e Alberto Carneiro, professor e escultor e Vítor Silva, professor e pintor, logo, tenho fermentados o ver e o sentir com precedentes que estão entre a atitude cirúrgica de Piet Mondrian e o desmazelo animalesco do Paul Jackson Pollock, entre a abstracção vertiginosa em funil de Vieira da Silva e a figuração grotesca e provocatória de Paula Rego, entre a solidão impiedosa das esculturas de Alberto Giacometti e o fantástico mundo de Rosa Ramalho (descoberta pelo António Quadros) e… entre tantos, o Vhills e muitos “Vhills” excelentes na Street Art, mais precisamente. Olhando a imagem do post, assim de repente, pus-me a pensar nuns cadernos que vi numa estação de serviço para pintar (está na moda), não comprei porque tenho mais onde gastar dinheiro e fico irritada (problema meu) com o facto de pensar que poderia estar presa aos limites de uma matriz, ainda assim, reconheço a qualidade de composição no que vi. Ora, o que vejo acima é um exercício sem nexo de bonecada, seriamente, não adianta um caroço, ora na composição em si, ora na composição em diálogo com outra existente, alçado, ora no equilíbrio no peso, contraste, dinâmica… na mensagem (se é que ela tería de acontecer) NADA. Na verdade, sinto-me uma idiota a escrever tanto sobre algo banal, mas a banalidade, se não a pegarmos pela orelha, ganha ímpetos de grandeza e, francamente, há que a pôr no devido lugar, não, não me é indiferente, confesso que me irrita.

«David Ribeiro» - Se tudo que a irrita lhe provoca dissertações destas, minha querida Karla Afonso (a minha idade já me permite tratar todas as mulheres por “queridas”), venha daí muito que a irrite [Emoji smile:-)]

«Karla Afonso» - Valha-me Deus! Li e irritei-me comigo mesma... tadinha da Joaninha! Deve ser do tempo [Emoji unsure:/] ...está explicado, ainda não tinha tomado café. Coisa simples! ahahahahaa, mil perdões, David Ribeiro, só para lhe dizer que admito que a perdoe pelo lado que mais gosto dela. [Emoji smile:)] Bom dia e bibó nuorte!



Publicado por Tovi às 09:23
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Sábado, 12 de Novembro de 2016
Ideia para um Spot Publicitário

José António Salcedo 15Out2016.jpg



Publicado por Tovi às 07:56
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Domingo, 30 de Outubro de 2016
3º aniversário do «Um novo norte para o Norte»

Aniversário terceiro 30Out2016.jpg

Em 30 de Outubro de 2013 criei no Facebook um grupo aberto intitulado «Um novo norte para o Norte», grupo que já hoje tem 2.540 membros e que continua a ser um excelente local de salutar discussão sobre o Norte ou Região do Norte, uma região ou unidade territorial para fins estatísticos de nível II (NUTS II), de Portugal, que compreende os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real e Bragança, e uma parte do extremo norte dos distritos de Aveiro (Municípios de Arouca, Espinho, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira, São João da Madeira e Vale de Cambra), Viseu (Municípios de Lamego, Moimenta da Beira, Penedono, São João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço, Tarouca e Resende) e Guarda (Município de Vila Nova de Foz Côa). Limita a norte e a leste com Espanha (Galiza e Castela e Leão, nomeadamente), a sul com a Região Centro e a oeste com o Oceano Atlântico. Tem uma área de 21.278 km² (24% do Continente) e uma população de 3.689.682 habitantes (Censos de 2011), correspondendo a 37% do Continente e a 35% de Portugal.



Publicado por Tovi às 14:30
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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2016
Encontrada criança desaparecida em Ourém

Na manhã de ontem tivemos a boa notícia do aparecimento da criança de dois anos desaparecida há cerca de 25 horas em Ourém… mas ainda há muito por saber e a PJ continua em averiguações.

 

  25Out2016 - Guarda Nacional Republicana
GNR Ourém 25Out2016.jpg

É com enorme satisfação que partilhamos o momento em que encontrámos o Martim!

O Martim foi localizado esta manhã, pelas 10:00 horas, por militares da GNR, na sequência das ações de busca que estavam a ser realizadas desde o dia de ontem. O Martim está bem de saúde e de regresso à sua família.



Publicado por Tovi às 09:35
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