"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 9 de Outubro de 2017
Descentralizar?... Deslocalizar?

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   Comentários no Facebook

«Pedro Bento» - Ministério da Economia / Ministério da Agricultura / Ministério da S. Social… Já não era nada mau.

«Serafim Guimarães» - Nenhum. O futuro é a Europa e por esses acho que vale a pena lutar. em Lisboa só há restos de uma capital de império falida. Neste momento a luta é pela EMA. Também ouvi dizer que a SEAT quer trazer una fabrica para Portugal. Temos que lutar para que seja no Norte.

«David Ribeiro» - Não me parece que seja essa a questão fundamental pela qual devemos lutar. Um organismo público, seja ele qual for, estar sediado em Lisboa, no Porto, na Rechousa ou em Alguidares de Baixo, é exactamente a mesma coisa no que concerne ao fim do poder hegemónico do Terreiro da Paço sobre o resto do País. Aquilo que devemos EXIGIR é que sejamos nós – gente eleita directamente pelos eleitores daqui - a gerir o que está na nossa Região. Estar no Porto um ministério qualquer a fazer leis e obras para todo o Portugal não tem qualquer interesse para o fim do centralismo.

«Cláudia Rocha» - Mas influi em termos de criação de emprego qualificado, ajuda a economia local e ajudaria a travar a desertificação de àreas do interior mais deprimidas.

«Maria Da Luz Costa» - Lamento, mas desta vez não concordo em absoluto, pela questão da criação de emprego, por exemplo. Claro que teríamos sempre que nos sujeitar às decisões da AR, mas com mais organismos no Norte haveria menor desigualdade em termos de emprego.

«João Pedro Maia» - Percebo... Mas também tem e deve ser uma luta... [Emoji wink]

«Serafim Guimarães» - O futuro do Norte é lutar para conseguir meios de produção de riqueza e emprego que não nus obriguem a olhar sequer para o que eles têm: um desenvolvimento inteligente, sustentável longe das influências políticas e corruptas dos corredores.

«Antero Braga» - País pequeno. Repartir as competências é obrigatório. A gestão da coisa mais próxima normalmente acerta porque conhece. Que dizer palavras de quem geriu de perto e de longe.

«David Ribeiro» - A Alemanha, por exemplo, está regionalizada e com excelentes resultados, sendo curioso que a maioria das suas regiões são, quer em superfície quer em população, mais pequenas que a Região Norte consignada na NUTS-II.

«Serafim Guimarães» - Gostaria, por exemplo, de ver um movimento apartidário indrpendente, do tipo "O meu partido é o Norte", cujo objectivo fosse captar investimento e fazer diplomacia económica pelo norte junto da UE e das empresas.

«Mario Ferreira Dos Reis» - O governo do Norte

«Serafim Guimarães» - Sem independência nem regionalização e muito menos Estado!

«Paulo Barros Vale» - Isso de descentralizar pela sedeação de organismos não tem qq efeito útil. Só há verdadeira descentralização com a Regionalização



Publicado por Tovi às 14:34
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Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017
O Zé de Baião não sabe o que diz… nem diz o que sabe

Aconteceu há dias na página do «Um novo norte para o Norte» no Facebook.

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   Comentários no Facebook

«David Ribeiro» - O Ze De Baião (aka José Pereira), mais uma vez, bateu à porta errada… Não é aqui, é trezentos quilómetros mais abaixo, numa cidade da margem direita do rio Tejo, onde uns governantes socialistas não conseguem (ou não querem) gerir convenientemente o país. Ou será que com a famosa “Descentralização” o António Costa vai passar essas competências para as câmaras municipais e o Zé já está a adiantar serviço?

«Rui Moreira» - Ze de Baião: pensei que nos livráramos das suas arengas. Pelos vistos vai continuar. E, por isso, abandono este grupo. Haja quem tenha paciência, homem.

«Albertino Amaral» - Ze De Baião, mas que grande volta você deu para que o Presidente Rui Moreira, que até fazia parte deste grupo e poderia falar consigo directamente, ensinando-lhe algo que você não sabe, ou nem sequer tem competência para perceber, desistisse de o aturar… Isto só quer dizer que você é "uma seca" pior do que aquela que o país está a atravessar de momento… O Zé é mesmo chato, tacanho e aborrecido... Pergunte lá ao seu "chefe de turma" como há-de continuar numa página de rede social, onde estava convencido que ia vender a banha toda, mas afinal enfiou novamente um grande "barrete" e agora não sabe como tirá-lo....! Lá teremos que ser nós a cuidar de si, pobre coitado, que ainda não percebeu nada, mas mesmo nada do que se passa no Porto... A propósito, esta semana falei com alguém que tem casa de férias as Baião, e que me disse que o Ze De Baião, é uma rica encomenda… Vou aprofundar melhor a consideração… Inté...

«David Ribeiro» - É pena que o Zé ainda não tenha percebido que os seus estapafúrdios textos há muito já não são aqui bem recebidos. O seu sofrimento precisa ser superado, e o único meio de superá-lo é suportando-o. Vá pela sombra… e volte quando a vida já lhe tiver ensinado a saber comportar-se com gente de bem.

«Jorge Veiga» - Lamento não ter o RM a dizer-nos algo de vez em quando, o que muito nos orgulhava (não conheço nenhum PC que o fizesse). Por isso acho que o Ze De Baião deveria pensar melhor o que diz e não dizer tudo o que pensa.

«Jose Riobom» - Estou mesmo chateado a sério... O Ze De Baião foi o grande culpado de nos privar da sã companhia do Presidente da Câmara do Porto neste grupo. Vou sentir saudades dos "ralhetes" e "recados" que de vez em quando por aqui me mandava.



Publicado por Tovi às 20:27
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Sábado, 30 de Setembro de 2017
Autárquicas no Porto – No Facebook

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   Comunicado da Administração do «Um novo norte para o Norte»

Durante toda esta campanha eleitoral todos nós, o administrador incluído, muitas vezes pensaram mais com o coração do que com a cabeça, mas na generalidade a coisa correu bem e todos, ma mesmo TODOS, tiveram a oportunidade de apresentarem as suas ideias. Os que tiveram de ser mandados de castigo para o recreio foram aqueles que não souberam ou não quiseram ser educados.

Hoje é DIA DE REFLEXÃO e teremos todos que ter atenção à Lei Eleitoral vigente que diz: “…no que respeita à proibição de fazer propaganda em véspera e dia da eleição, objeto da presente Informação, interessa referir que, publicamente, é proibido praticar ações ou desenvolver atividades de propaganda eleitoral por qualquer meio nesses dias, pelo que, tratando-se quer de cronologias pessoais quer de páginas do Facebook, elas não podem registar qualquer ação de propaganda praticada após as 00h00 da véspera da eleição”.

Amanhã vamos todos votar em consciência e, não se esqueçam, vamos votar em LIBERDADE, coisas que alguns de nós só souberam o que era depois dos anos negros do salazarismo.



Publicado por Tovi às 00:05
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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017
Visão de futuro… para o Porto

Publicado no Facebook, na página do grupo “Um novo norte para o Norte”, pelo meu amigo José Bandeira:

José Bandeira aa.jpg

1. Um Porto sem carros na baixa. Só faixas BUS e uma frota de táxis eléctricos autónomos. Uma cidade pedonal!

1.1. Parques de estacionamento na periferia com Shuttles permanentes para a baixa.

2. Uma cidade para jovens e sexalescentes. Hosteis-residência para criativos e casas para moradores séniores.

3. Baixa povoada de open-spaces para aluguer temporário.

4. Turismo de saúde sénior.

5. Uma cidade de cultura onde qualquer artista gostaria de viver.

6. Criação de uma empresa "municipal" de crowdfunding (sem impacto no orçamento municipal).



Publicado por Tovi às 23:56
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Sexta-feira, 28 de Julho de 2017
Isto é o nosso PORTO

Contado por quem tão bem o sabe fazer, o meu Amigo facebookiano Rodrigues Pereira.

 

   Turista na própria cidade

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Quis o acaso que tivesse que vir à Ribeira entregar uma papelada...
Esperei uns bons 20 minutos para aceder ao parque subterrâneo, fronteiro ao Palácio da Bolsa... Depois - e com o fôlego de gato escaldado, após quatro enormes lanços de escadas, sempre a subir, deslizei - vontade não me faltou que fora literalmente - até à frente ribeirinha.
E começou o meu estupor (de Barbosa du Bocage, entenda-se)...
O final de manhã estava claro como água de nascente e a brisa que subia pela rua de S. João parecia um túnel de ensaio de ventilação.
Arribado na beira-rio, depara-se-me um quadro de civilidade babeliana, entrecortada por sons do rio, de barcos que iam e vinham...
Na torreira do cais havia guarda-sóis e até uma latada recém-implantada, já com abundante sombra.
Cruzavam-se turistas com locais, sorrisos nos lábios.
Um grupo de quatro adolescentes, sentado num banco em frente ao rio, elaborava umas sanduíches com produtos adquiridos numa mercearia ao lado.
As esplanadas estavam cheias... Muitos turistas, mas muita gente a falar português de Portugal.
As fachadas renovadas luziam cores desgarradas e de algumas pressentia-se o cheiro a sabão azul, das roupas penduradas nos estendais...
Vagueei por ali um pouco e - como de costume e porque a fome apertava - estuguei o passo até à Adega São Nicolau. Esplanada cheia, regredi uns metros e aterrei no Terreiro Mar e Terra.
Do mesmo e velho Amigo Coelhinho (o Senhor Coelho - que o respeitinho é muito bonito - para quem não comparte charutos)...
Se havia polvo... É claro que havia... E que polvo! À Lagareiro, mas dócil à faca (podia ser colher) e com os complementos exigíveis, o pimento e a cebola no ponto, o ovo cozido e as magníficas azeitonas.
Pelo meio deste almoço solitário, agregaram-se grupos de estrangeiros, mas também famílias portuguesas, algumas tão locais que se levantavam no final da refeição e diziam "põe na conta”.
No silêncio repartido com alguns gritos estridentes de gaivotas, surgiu como que por encanto o som de uma viola.
E consegui ver (e ouvir) o Manuel de Falla a olhar para o Douro e a rever a sua Andaluzia da alma.
Tocado por um irmão brasileiro, que evoluiu suavemente para um chorinho e depois Genesis e Procol Harum e John Lenon...
Não vi "pés-descalços", nem caramelos, nem brigas, nem pedintes.
Vi um Porto que desconhecia, porque nunca me tinha dado para vir ao Coelhinho durante o dia...
E que vale a pena, lá isso vale !!!

MRP, 26 de Julho de 2017

PS - Dedicada ao meu "irmão" Rui Moreira



Publicado por Tovi às 08:30
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Sexta-feira, 14 de Julho de 2017
EMA na cidade do Porto?

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Agora estamos na mão da Comissão Europeia… vamos lá ver qual será a escolha.

 

  Comentários no Facebook

«Pedro Baptista» - Então o Porto, como se impunha, triunfou! Onde ficam então as votações dos deputados-palhacitos, todos, incluindo todos os eleitos pelo Porto de todos as secções da partidocracia centralista, a recomendar Lisboa? Onde ficam as palavras do primeiro-ministro de que a candidatura de Lisboa era assunto encerrado? Onde ficam as alarvidades costumadas do nº 2, Santos Silva, que diz que é do Porto, que dizia, mentindo ao país, que havia estudos que impunham a Lísbia a que há muito, como os outros, se vendeu? Onde ficam os silêncios cúmplices dos outros ministros que também dizem ser do Porto, embora só tenham como certificado o assento paroquial e civil? Claro, claro, sabemos muito bem porque ocorreu a cambalhota, sabemos muito bem que foi quando o governo centralista se convenceu a impossibilidade absoluta de ser a candidatura portuguesa a vencer, que abriu para o Porto e depois por aí optou fazendo o flique-flaque... Sabemos bem que se o Porto não for escolhido - que é o mais provável - dirão que foi por causa de ser o Porto. É quase impossível ganhar... Mas quase... é quase... Bem sabemos como o governo sustenta a proposta de Ser o Porto, dando o dito por não dito... Presente envenenado? É evidente! Mas tinha piada se conseguíssemos sobreviver ao veneno e vencer como é, aliás, nosso apanágio... E quanto aos deputadozecos de meia-tigela desta pseudo-democracia de manjedoura: será que vão votar uma moção a apoiar a candidatura do Porto? Aposto que não... Desta vez, sentem-se bem elucidados... E dizem que houve uma revolução há 43 anos e não foram só as moscas que mudaram!



Publicado por Tovi às 07:29
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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
Debate parlamentar sobre Estado da Nação

Atão?... Depois de toda a discussão de hoje lá por São Bento alguém me sabe dizer qual é o verdadeiro Estado da Nação? Cá para mim no fim destes debates parlamentares alguém (podia ser o Marcelo) devia fazer um resumo e dizer-nos quais as conclusões, que nisto de entender os políticos há muitos nabos como eu.

   E já agora... fiquem com esta notícia:
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   Comentários no Facebook

«Joaquim Figueiredo» - O estado da Nação resulta da percepção que cada um tem da melhoria ou não da sua vida. E também sentir se as pessoas andam ou não mais felizes. A minha vida melhorou e sinto que as pessoas andam mais felizes

«Manuel Carvalho» - “Debate do estado da nação conclui que a nação está”, por Renato Carreira – inÉpcia.

«David Ribeiro» - Dito assim até eu percebi, Manuel Carvalho [Emoji wink]



Publicado por Tovi às 23:45
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Sábado, 8 de Julho de 2017
Porto... terra de Liberdade #2

  Pedro Baptista, na sua página do Facebook

Bom Dia, Amigas e Amigos,
Há 185 anos, os liberais desembarcavam no Porto, precisamente nas praias a norte de Pampelido, dando força militar vitoriosa à corrente liberal dominante na cidade. Iniciar-se-ia o Cerco do Porto e a Guerra Civil, posto o que, com a vitória portuense, se formava o Portugal moderno. (A gravura pertence ao Arquivo Distrital do Porto).

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  CMP - Porto Cultura

Vários locais, edifícios, monumentos, templos e ruas integram a "Rota PORTO LIBERAL", lançada neste 8 de julho, data em que há 185 anos se deu o desembarque de Mindelo. Além da Câmara Municipal, a revisitação histórica pela geografia da cidade é promovida pela Venerável Irmandade de Nª Srª da Lapa, o Exército Português através do Museu Militar do Porto, a Direção Geral do Património Cultural, a Santa Casa da Misericórdia do Porto através do MMIPO - Museu e Igreja da Misericórdia do Porto e a Direção Regional de Cultura do Norte.



Publicado por Tovi às 10:19
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Sexta-feira, 7 de Julho de 2017
Porto... terra de Liberdade #1

   Pedro Baptista, na sua página do Facebook

Bom Dia, Amigas e Amigos!
Ao anoitecer de 7 de Julho de 1832, faz hoje 185 anos, tremeram as hostes absolutistas que dominavam a cidade do Porto: para seu grande espanto, a esquadra liberal estava à vista. Não contavam que D. Pedro IV e os seus estrategos decidissem o local do desembarque, tendo como critério primeiro o politico: o Porto era a cidade que, pela sua tradição e composição, dava mais garantias de apoio à causa liberal. A esquadra tentou desembarcar em Vila do Conde, mas as parlamentações com a guarnição militar correram mal, pelo que foi escolhido outro local “légoa e meia” mais a Sul… Mas isso é para amanhã, o dia do desembarque...
Para hoje, fiquemo-nos com o nº 1 da Crónica Constitucional do Porto, 11 de Julho de 1832, edição de 4ª feira:

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Noticia Official das operações do Exercito Libertador.
Porto 10 de Julho de 1832.
S. M. I. fez-se á vela, com o Comboio, que se achava surto na praia defronte de Ponta Delgada, no dia 27 de Junho, pelas 2 horas da tarde, e seguio viagem com o tempo mais favorável, até ao dia 7 de Julho, em que deo vista da Costa de Portugal, na altura de Villa do Conde; pelas 7 da tarde do mesmo dia, achava-se todo o Comboio nas agoas daquela costa (…)
No dia 8, pelas 9 horas da manhã, mandou o mesmo Augusto Senhor içar na Fragata Rainha de Portugal o pavilhão Real que foi saudado com uma salva de vinte e um tiros, pelas embarcações de guerra (…) S. M. I., havendo assim cumprido com o que o seu Coraçaõ dictava, ordenou que o Exercito desembarcasse no ponto que já se achava fixado, entre Villa do Conde e o Porto (…) Em consequência daquella ordem, pelas 2 horas e meia da tarde, as embarcações de guerra tomáraõ posição na praia de Mindelo, a meia distancia, pouco mais ou menos, daquelas duas povoações, e a menos de tiro de metralha da terra; e ás 3 horas começou o desembarque, sem opposiçaõ alguma; aparecendo apenas em reconhecimento poucas patrulhas de Cavallaria, que foraõ desalojadas por alguns tiros do Brigue Liberal.
A Guarniçaõ do Brigue de guerra Conde de Villa Flor foi a primeira que, saltando em terra, cravou a Bandeira da Senhora D. MARIA II (…)
S. M. I. desembarcou ás 6 horas da tarde, entre aclamações e enthusiasmo inexplicável da tropa, e bênçãos de inumerável concurso de habitantes, que de todas as aldêas próximas vinhão vêr e saudar, como eles mesmos diziaõ, o seu Libertador.



Publicado por Tovi às 15:03
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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017
Os Homens do Presidente

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No comment… sim, mas não vai faltar quem venha já aqui dizer cobras e lagartos.

 

   Comentários no Facebook

«João Cardoso» - Pelo menos sabemos quem são e quanto ganham. Aqui não há amigos do Presidente a trabalharem pro bono e depois serem recompensados com um tacho em qualquer empresa municipal.

«Joaquim Figueiredo» - Conheço o Dr Fernando Paulo. Excelente e dinâmica pessoa

«Manuel Carvalho» - Enquanto houver transparência, competência e amor pelo Porto, então estou tranquilo na minha escolha.

«Ze De Baião» - Cá vai uma cobra, porque os lagartos nunca serão dragões: Ninguém é super homem do Norte. Nenhum homem é superior a todas as forças políticas e à sociedade civil do Porto/Norte, como julga ou pretende fazer crer o presidente de Câmara do Porto. Ignorar todas as forças politicas e toda a sociedade civil em geral fica-lhe muito mal. Foram o conjunto de forças sociais e políticas que reabriram este processo e Rui Moreira julga-se agora o super homem que tudo conseguiu reabrir sozinho. Esse Porto de todos já não existe. Só existe mesmo o Porto de Rui Moreira. E a ser assim, é um Porto pouco ou nada inclusivo. O presidente Rui Moreira está a ter uma visão social e política muito curta ou pretenderá demonstrar a sua prepotência (ou fragilidade) sóciopolítica, ao impor uma decisão e nomeação pessoal que pretende levar à reunião de Câmara "para ratificação política", desconsiderando a proposta de criação de um grupo de trabalho representativo das forças vivas e capazes do Porto, tal como havia sido aprovado por unanimidade na última reunião. Rui Moreira aprovou uma proposta de trabalho e de participação mais alargada e agora impõe a sua prepotência pessoal só porque esta possibilidade foi reaberta pelos vereadores socialistas. Quando assim age um presidente, colocando em risco a qualidade e eficácia da candidatura, não está a defender o melhor possível a Cidade de todos, mas sim e só o seu ego pessoal. Rui Moreira afirma-se contra o centralismo, mas nem sequer consegue ver que o seu egocentrismo e a sua prepotência pode colocar em causa a vitória desta candiatura. A responsabilidade deste processo passa a ser integralmente de Rui Moreira. Se algo falhar a responsabilidade será exclusivamente sua. O PS e os socialistas do Porto devem continuar a fazer tudo para o sucesso desta candidatura, mas os portuenses devem tomar conhecimento do egocentrismo de Rui Moreira, que não consegue compreender que todas as forças políticas e a sociedade civil são de extrema importância.

«Albertino Amaral» - Se o Zé de Baião conhecesse pessoalmente a pessoa de quem tanto fala, e que pelos vistos tanto o incomoda, se consigo tivesse vivido profissionalmente e tivesse tido a possibilidade de observar o seu trabalho, a sua competência, a sua eficácia, a sua transparência, a sua seriedade e honestidade, talvez o Zé de Baião sentisse vergonha dessas atoardas que lança para o ar. Como eu compreendo o seu complexo de inferioridade…

«Mafalda Macedo Pinto» - Pode fazer um resumo José de Baião? A sua verborreia cansa me.

«Maria Helena Costa Ferreira» - Por conhecimento próprio faço minhas as palavras do Albertino Amaral!!! Claro que não ha super homens mas há - e o n/ Presidente é exemplo disso - gente muitíssimo competente, profissional e honesta!

«Ze De Baião» - Claro que há gente muito competente, profissional e honesta. Mas mau seria se não houvesse muitos outros e outras de igual e mesmo superior nível. Mas nenhum homem ou mulher faz tudo sozinho e muito menos faz tudo perfeito. Se assim pensam algo deve estar muito mal. Já agora, há falta de competência feminina a norte? Ou é tudo machista?

«Albertino Amaral» - Não seja ridículo........

«Mafalda Macedo Pinto» - E às vezes da me vontade de fazer lhe perguntas como? E os transexuais tb não contam? Eu nem vou responder a isto q até me faz náuseas

«Ze De Baião» - Cara Mafalda, até um transexual entende a discriminação de género e a história de discriminação da mulher na vida pública e política.

«David Ribeiro» - Pois é, Ze De Baião... a competência não se coaduna com as quotas de paridade.

«Ze De Baião» - Não acredito que não haja mulheres extremamente competentes a norte.

«Maria Manuel Reis» - Zé de Baião: analise os factos com mais imparcialidade... se na verdade, aquilo que escreve está de acordo com o que pensa, a meu ver está na página errada... É pena, que assim seja , pois os seus comentários por vezes são assertivos e a pluralidade de opiniões e bem vinda ...mas quando ultrapassa certos limites torna se extremamente desagradável…

«Ze De Baião» - Desagradável porquê? Não visamos um melhor norte para o norte? O norte nunca se fez com super homens ou super mulheres. Faz-se com todos nós. Com os portuenses e nortenhos em geral. Quem julgar que é superior a todas as forças vivas da sociedade ou até superior a todas as forças políticas, não está consciente de si próprio. Assisto a muita prepotência. A sociedade civil tem sempre mais força que o individualismo.

«Maria Manuel Reis» - Retirando "desagradável porquê? " subscrevo o seu comentário ..

«Manuel Carvalho» - E quando o indivíduo representa, não em gabinete, mas no terreno a vontade do Porto? Deixamos cair porque é um individuo? E ao contrário do que o Zé afirma, a história fez-se com super-homens e super-mulheres, tanto para o bem como para o mal. Recorde a história de Portugal e do mundo. A história não se faz com políticos mas com estadistas. A história faz-se quando a locomotiva sabe o trajecto e o destino, sem desvios, sem assaltos nem mudanças de linhas em obediência a quem quer mudar os destinos. Acabou por não entender mesmo o que se passou no Porto. E que se alastra a outras cidades. O mais doloroso para o regime instalado é que muitos fizeram e fazem da política carreira, mas na distância de um tempo histórico apenas vão perdurar aqueles que souberam ser Porto.



Publicado por Tovi às 09:16
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Domingo, 11 de Junho de 2017
Autárquicas no Porto – Testemunhos

Sobre a próxima eleição para a Presidência da Câmara Municipal do Porto escreveu Rodrigues Pereira na sua página do Facebook:

 

Rodrigues Pereira.jpgCaro(a)s Amigo(a)s,
Há muitos anos que deixei a militância política, até porque considero que as gerações mais novas devem ser trazidas a estes pleitos.
Os que me conhecem, sabem que fui militante (in illo tempore) do Partido Socialista (e Amigo de Mário Soares) e que tive o privilégio, também, de ser Amigo do contraponto portuense - conquanto que de outro Partido, in casu o PPD/PSD - de seu nome Miguel Veiga.
Foram ambos - cada qual à sua maneira - cidadãos que nunca se resignaram, que sempre estiveram despertos para a luta e que nunca - e sobretudo! - se acobardaram!
Vejo, por isso, com alguma tristeza - mas não menor surpresa - alguns comentários relativamente ao nosso actual Presidente da Câmara Municipal, Rui Moreira.
Devo também esclarecer que estive com esta candidatura desde a "hora zero", já lá vão quatro anos.
O tempo e o modo - obrigado, António Alçada Baptista - como esta recandidatura tem sido vilipendiada, trouxe-me - traz-me - de novo a terreiro essa militância que nos corre nas veias, que tem a ver com a reconfirmação do mérito, para além de todas as fronteiras políticas...
Se quiserem, traz-me um híbrido de palavras soltas - mas firmes! - entre o Eugénio de Andrade e o Manuel Alegre...
"Há um rio..." e "há sempre alguém que diz não!"
Pois aqui estou eu, nas margens do Douro, a dizer não à maledicência.
E, daqui, destas margens deste rio agreste, promoverei uma maré de apoio ao Rui Moreira.
Porque me estou a borrifar nas convenções, partidarites agudas, ou outras quaisquer maleitas que possam subvir...
MRP, 10 de Junho de 2017



Publicado por Tovi às 14:30
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Sábado, 10 de Junho de 2017
Dia de Portugal comemorado no Porto

Discurso de Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto, ontem, 9 de Junho, nas cerimónias que decorreram na Sé do Porto.

Sé.jpgSenhor Presidente da República
Senhor Presidente da Assembleia da República
Senhor Primeiro-Ministro
Senhor D. António Francisco dos Santos, Bispo do Porto, Excelência Reverendíssima,
Senhores Governantes,
Senhores membros do Corpo Diplomático,
Demais Autoridades Civis, Militares e Religiosas,
Minhas Senhoras e meus Senhores

Bem haja, Senhor Presidente, por ter decidido que, depois de Lisboa, era ao Porto que cabia a honra de acolher as celebrações do dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. E que estas celebrações se concluam, amanhã no Brasil, a nossa Pátria irmã.

Temos, minhas senhoras e meus senhores, a sorte e a ventura de viver num país diferente de muitos outros; um país que guardou incólumes as suas fronteiras, defendidas com sangue, suor e lágrimas; um país que permanece uno, que corresponde e se exprime num estado-nação, coisa rara e nada negligenciável nestes tempos de sobressalto em que vivemos.

Um país que, pese embora os desequilíbrios que nem sempre temos sabido compensar, ou as rivalidades que nem sempre conseguimos atenuar, vive bem com a sua geografia, com a sua língua e com a sua cultura. Um país, e chamemos-lhe pelo nome - Portugal - que tem sabido resistir à voracidade da história, que tem sido capaz de enfrentar todos os desafios.

Nunca faltaram ao português, como escreveu Cortesão, "grandes e nobres motivos para um orgulhoso conceito de Pátria (...) talvez porque a natureza foi com ele em extremo dadivosa dos seus bens".

Talvez por isso, mas também por cepa e inquietude, soubemos, antes de outros, partir à descoberta do Mundo. Por onde passámos, deixámos as nossas marcas. Com Camões, que hoje recordamos, guardámos o registo lírico dessa extraordinária epopeia.

Durante cinco séculos fomos porto de partida de uma irreplicável e improvável aventura pelas sete partidas do mundo. Soubemos, depois, em circunstâncias particularmente adversas, bolinar contra o vento da história e reintegrar todos, e foram tantos, que aqui voltaram, ao seu porto de abrigo. Uma história que está por assimilar, mas que representa um momento alto da nossa saga: o regresso ao abraço pátrio, sem ressentimentos, uma forma nobre de encerrarmos um longo e épico capítulo.

Deparámo-nos, então, com a realidade de uma velha e inculta metrópole, repartida entre um interior arcaico e uma capital desmesurada, perdido que fora o Império. O Porto foi então, e direi que continua a ser, o ponto justo de equilíbrio. Jaime Cortesão bem que avisara, alguns anos antes, que "graças ao Porto, o povo português teve coluna vertebral, e ainda hoje possui um ideal de cidadania". Coluna vertebral que é hoje, também, parte da indispensável coluna cerebral deste novo Portugal, ousado, inventivo, estudioso, sagaz e indómito.

Foi graças a esse ideal de cidadania e a essa coluna vertebral que não permitimos que o 25 de Abril fosse uma mera transição entre regimes autoritários, e se transformasse na manhã que a aurora anunciara.

É graças a essa coluna também cerebral, de que o Porto é parte plena, que hoje podemos olhar o futuro com confiança.

Depois, virámo-nos para a Europa, para o mais evidente e sempre adiado dos desígnios. Mais uma vez, o Porto e o Norte sofreram, com abnegação, o preço da escolha. Um preço que foi pago com a desindustrialização em sectores tradicionais, enquanto o investimento público se concentrava na capital e no velho sonho de fazer dela uma grande cidade mercantil. Sem lugar nessa mesa, o Porto porfiou.

Mesmo quando a crise nos bateu à porta, o Porto foi sempre o fiel da balança. Sem nunca esmorecer. Com boas contas, com a severidade do seu granito. Como disse Bénard da Costa, esta cidade foi sempre um país que respeita e se respeita. Uma cidade que, como Agustina dissera, "tem toda ela uma forma, uma alma de muralha”.

Cidade invicta, abnegada e empreendedora, não se intimidou quando os sinos voltaram a tocar a rebate. Fez, como sempre, das tripas coração. Em vez de se queixar, resistiu e empreendeu. Cidade de pergaminhos, que mais se pode exigir de uma cidade onde, como disse Torga, "Garrett pode nascer no calor do seu coração, António Nobre pode morar em paz dentro das suas portas, e se mesmo numa das suas cadeias pode ser escrito o Amor de Perdição".

Tudo isso, que pode ser útil e nos compraz, não nos satisfaz. Mas, muitas queixas que tenhamos e não calamos, nós os portuenses temos honra, como poucos ou nenhuns, em sermos portugueses. Temos o orgulho intacto, por sabermos que, nos tempos difíceis, nos momentos mais críticos, a Pátria apela ao nosso contributo; e nunca deixámos de corresponder, apesar de também sabermos que, no fim de cada crise, o papel do Porto volta, inevitavelmente, a ser esquecido.

Não faltará quem veja, neste discurso do Presidente da Câmara Municipal do Porto, algum bairrismo. Pois a esses responderei com as palavras de Sophia: "nasci no Porto, sei o nome das flores e das árvores e não escapo a um certo bairrismo."

Senhor Presidente, em vésperas da sua oportuna visita ao Brasil, fundado pelo nosso Dom Pedro, cujo coração guardamos na Lapa, não posso deixar de lhe dizer, em nome dos portuenses, que nós, que temos tanta e tanta honra em sermos portugueses, somos ainda assim, diferentes.

O que se diria se, em Londres, em Trafalgar Square se ao lado dos leões, estivesse numa coluna, não o invencível Nelson, mas Gandhi, que libertou a jóia da coroa britânica? Pois, em vésperas da sua viagem ao Brasil, Senhor Presidente, não posso deixar de recordar que nós, os portuenses, temos como símbolo o nosso D. Pedro.

D. Pedro de quem, como disse guardamos o coração, na Lapa e nas nossas Armas, em escudo de honra, no meio; D. Pedro que lutou pela nossa liberdade e que soube fundar o país irmão, com quem celebrámos a história e a língua, esse extraordinário património imaterial que ainda não soubemos explorar.

Senhor Presidente,
Termino com Eduardo Lourenço:
"O Porto é o barco que nunca partiu”

 

 

Sobrinho Simões, presidente das comemorações do 10 de Junho, durante a sua intervenção na cerimónia de hoje disse que os portugueses são um povo com características genético-culturais “sui generis”:

Não estou a sugerir que há genes portugueses, não há, o que os portugueses têm é uma mistura notável de genes com as mais variadas origens, se há algo único, ou quase único em nós, é essa mistura genética. Incorporou, ao longo de séculos, judeus e berberes vindos de Espanha e do Norte de África, porque se misturou com árabes, porque teve escravatura de povos da África subsariana no país e nas colónias com uma expressão e durante centenas de anos. E também porque fomos através do mar para tudo quanto era sítio na África, na Ásia e na América do Sul e de lá voltámos com filhos e, sobretudo, filhas. E, por esse motivo, se compreende que a população portuguesa tenha grandes percentagens de diversas linhagens genéticas, sobretudo de origem materna, afiançou, sublinhando que há diferenças regionais, mas o que impressiona é a consistência com que tem “muito mais” mistura de genes do que os seus vizinhos. O ponto que estou a procurar salientar é que a incorporação de genes foi acompanhada pela incorporação das respetivas culturas, criando uma sociedade de gentes muito variadas, tolerante em termos religiosos, avessa aos extremismos pseudo-identitários que irrompem um pouco por todo o lado. Deveríamos ser capazes de integrar gentes que se veem obrigadas a fugir de casa, comportando-se como uma comunidade inclusiva e solidária, uma comunidade que percebe o valor sociocultural, económico e até demográfico da integração dos migrantes. Somos uma das sociedades com menos filhos do mundo. Continuamos, infelizmente, demasiado individualistas e ainda não somos uma sociedade de contrato, lá chegaremos, espero.

 

  Comentários no Facebook

«Antonio Sousa Dias» - Dia de Portugal - O Professor Manuel Sobrinho Simões fez hoje um dos melhores discursos que se ouviram até hoje nas cerimónias comemorativas do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades. Não faço esta referência para menorizar o discurso do Presidente da República, ambos são professores catedráticos, mas de um lado temos uma tradição de rigor, alguém que fala quando é preciso, do outro temos uma cultura de selfies e nunca sabemos se vamos ouvir o comentador televisivo, o professor de direito, o político dos congressos do PSD ou o Presidente.
Quando se ouve Marcelo fica-se a rir, quando se ouve Sobrinho Simões fica-se a pensar, fica-se a pensar sobre quem somos, somo quem poderíamos ser e sobre o que queremos ser. Estava ouvindo Sobrinho Simões e a câmara ia mostrando os rostos, percebia-se a curiosidade por detrás do rosto de circunstância dos soldados, via-se o sorriso de Costa, a altivez de Assunção cristas e a cara de Pau de Marco António.
Mas enquanto ouvia Sobrinho Simões pensava sobre o fosso que existe entre o mundo das banalidades em que se transformou o debate político e o mundo de quem pensa com seriedade. Porque motivo não ouvimos mais vezes gente com a grandeza intelectual de Sobrinho Simões e passamos a vida a ouvir matracas falantes como Medina Carreira, José Gomes Ferreira, para não baixar o nível e passar aos que têm mais tempo de antena, como os anafados do João Guerra e Serrão e os paspalhos do Pina e do Ventura.
Que país é este onde os partidos da oposição tenham vir a ser governo procurando conflitos entre declarações de ministros e secretários de Estado? Dei o exemplo do que temo vindo assistir na luta partidária, mas poderia eleger os discursos de muitas personalidades de todos os quadrantes partidários, sindicais ou empresariais.
Interrogo-mo como é que um país tão grande gera tanta pequenez, mas pior do que isso, porque razão neste país são os mais pequenos a dominar? Porque é que o nosso país está condenado a não ultrapassar os horizontes eu lhe são impostos por tal gente, como se em fez das forças do universo por aqui imperasse uma das mais elementares regras da matemática, a do mínimo múltiplo comum?
PS: Alguém se lembra do que disse Marcelo Rebelo de Sousa?
(in O Jumento)



Publicado por Tovi às 08:04
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Quarta-feira, 7 de Junho de 2017
O dia-a-dia no «Um novo norte para o Norte»

Um novo norte para o Norte NOVO Abr2015.jpg

Quando alguém diz de nós que “gostaria de ter o seu talento e a sua tolerância para gerir como gere esta sua página…” não é só o nosso ego que fica ENORME… é também a certeza do dever cumprido.

O b r i g a d o ! . . .

 

   Comentários no Facebook

«Manuel Carvalho» - Pode contar comigo como sendo mais um nesse merecido elogio. Sei que não é nada fácil, mas também se o fosse o valor seria residual. Assim vale mais a pena. Cumprimentos

«Jota Caeiro» - e mais nada!, na mouche! é, decididamente, um comentário sensato! [Emoji wink]

«Jose Bandeira» - E mais não digo, venho aqui só para aplaudir e mandar um abraço. 👏👏



Publicado por Tovi às 21:06
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Sexta-feira, 26 de Maio de 2017
Fala quem sabe…

…e o Pedro Baptista sabe sempre muito bem o que diz. Neste texto, escrito num estilo muito próprio e publicado na sua página do Facebook, este meu Amigo, investigador em filosofia, romancista e ensaísta portuense, conta-nos uma versão perfeitamente credível do que se passou com Rui Moreira e a malta do PS-Porto.

 

14717064_1457223597621918_5453880867022574073_n.jpPara os anais de cada um, a verdade dos factos na saga política portuense: Manuel Pizarro, depois de ter sido obrigado por António Costa a romper com Rui Moreira, inventou outra narrativa mais conveniente para a sua pessoa, mormente numa entrevista ao Expresso, mas mente com todos os dentes... Pizarro, Presidente da Distrital PS-Porto, tal como Tiago, presidente da Concelhia do PS-Porto, estiveram reunidos com o presidente Rui Moreira, durante o fim da tarde que precedeu a noite em que o PS rompeu, procurando ganhar o número dois na lista camarária independente e outras posições, ao que o Presidente Rui Moreira não acedeu, porque não quis deixar que a sua candidatura independente o deixasse de ser e passasse a ser um embuste político manipulado pelo PS... Ora Pizarro acabou por sair do encontro aceitando explícita e alegremente ficar em quarto ou quinto lugar da lista, assim se mantendo durante parte da noite, conforme foi do conhecimento de António Costa que, de imediato, encetou contactos para um outro cabeça de lista para o PS, que teria de arranjar em poucas horas, para apresentar na Convenção autárquica do PS que se realizaria em Lisboa! É assim que Juca Magalhães é, pelo menos, um dos contactados por António Costa para cabeça de lista do PS, tendo recusado, sendo-lhe pedido em seguida, mas tarde demais, que não desvendasse a origem do contacto. Ora Costa, já noite bem adentro, por falta de alternativa e falta de tempo, teve mesmo de cair sobre Pizarro, obrigando-o a rejeitar o seu lugar na lista camarária de Rui Moreira e a ser cabeça de cartaz do PS-Porto. Desconheço os termos em que o obrigou. Mas certo, certinho, foi que Costa, para não apresentar na sua Convenção o buraco imenso de não ter candidato ao Porto, preferiu o buraco de ter um candidato pelo PS ao Porto, tão contrafeito quanto o seu maior desejo era apenas entrar na lista independente que agora vai a fazer a farsa de combater. Afinal o falhanço anunciado será de Pizarro e não de Costa e, para este, como sempre, aquele que se amanhe...



Publicado por Tovi às 07:36
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Quarta-feira, 24 de Maio de 2017
Como o tempo passa...

Um lindo texto que o meu amigo Albertino Amaral publicou há dias no Facebook, na página do grupo «Um novo norte para o Norte»:

 

Albertino Amaral aa.jpgNo passado ano de 2013, aquando das eleições autárquicas para a CMP, apareceu um senhor de nome Rui Moreira, que o portuense e não só, se habituou a conhecer, como comentarista desportivo de televisão que, vá-se lá saber porquê, por decisão, confiança e teimosia pessoal, achou ter competência suficiente, para se apresentar ao eleitorado, concorrendo assim com os chamados políticos profissionais, de onde se destacavam algumas figuras de nível nacional, dos chamados " invencíveis e inultrapassáveis " governantes.....
No caso concreto da Cidade do Porto, poucos eram aqueles cidadãos, que acreditariam que alguma vez, tal personagem fosse capaz de se impor, ou sequer mesmo, fazer alguma mossa a tais candidaturas concorrentes e, porque não dizê-lo, garantida e assumidamente, ganhadoras....
A questão é que se assistiu a um discurso e uma forma de estar, totalmente diferente, longe daquela "lenga-lenga " habitual a que o povo português está habituado há largos anos, e que advém de tempos remotos, muito antes mesmo, da maioria ter nascido.... Havia ali algo novo, algo marcadamente sincero, que deixava antever novas ideias, nova postura cívica, iniciativas que tocavam profundamente o comum, mais esquecido e necessitado cidadão.Também não se vislumbravam falsas e irrealizáveis promessas...!
Curiosamente o Portuense, farto dos saltimbancos do costume, resolveu como que " arriscar " num filho da terra, defensor acérrimo dos seus valores, conhecedor nato de todos os cantos da Cidade, e votou num novo movimento criado pelo próprio candidato, òbviamente que com a colaboração daqueles que lhe eram próximos e consigo compartilhavam dos mesmo princípios e opiniões.
Havia sem dúvida ali algo de diferente, de curioso e sobretudo de acreditável.... Vamos lá ver....e votou-se no Movimento, cujo nome estava intrinsecamente ligado à própria Cidade:
" O NOSSO PARTIDO É O PORTO ".....!
E ganhou...de tal maneira que os próprios derrotados se sentiram humilhados, envergonhados e sem qualquer hipótese de reacção.....A Cidade que vinha adquirindo os tons de preto e branco, estava naquela altura já na sua cor cinzenta, fruto dessa mistura... Começou a ganhar outro ânimo, outras cores, outra vida, outro ruído, um ar mais saudável, respirável, enfim, saiu dos cuidados intensivamente prejudiciais a que vinha sendo submetida...! O processo de transformação foi tão limpo, correcto, transparente e bem delineado, que ainda hoje há quem diga, que ninguém percebeu o que se passou no Porto...
Como tal, volvidos quatro anos, (parece que foi ontem), como foi possível que um tal burguês da Foz, como foi apelidado o eleito Presidente da Câmara, tenha conseguido tal milagre ?
O seu sucesso, pelos vistos funcionou de tal ordem, que era expectável que aparecessem os " abutres " do costume para colher os louros, pois então..! Afinal quem era o " gajo " ?
E se tal aconteceu de uma forma Independente, pese embora a colaboração de quem quis associar-se e de quem posteriormente se mostrou também receptivo a tal colaboração, a verdade é que nada disso se ficou a dever a qualquer partido político em particular, como vinha sendo habitual. Ora, tal iniciativa só vem demonstrar que é perfeitamente possível em Portugal, haverem movimentos de cidadãos independentes, capazes de gerir, governar e administrar o país.
Em minha opinião pessoal e sem ser modesta, se tal aconteceu em 2013 como que em jeito de: " seja o que Deus quiser ", porque razão não se eleva mais a fasquia a esse Movimento, concedendo-lhe uma posição ainda mais sólida nas próximas eleições, quiçá uma maioria confortável, por forma a que tal seja um exemplo, para se concluir que a força dos partidos está desgastada, descredibilizada, ultrapassada, etc. etc. etc.
Pela minha parte, e porque me identifico bem com pessoas capazes e responsáveis, nunca hesitarei em lhes reconhecer o mérito pela competência demonstrada. As grandes e bem sucedidas empresas, nunca são criadas à nascença, por equipas, onde cada um quer ficar no patamar mais alto da escadaria....!
Como nota final, gostaria só de deixar aqui uma pequena chamada de atenção. Este comentário é tão sòmente isso, um comentário pessoal, que se enquadra perfeitamente na minha linha de pensamento, não serve para debate, para crítica, para insultos, etc. etc. Concordam, concordam, não concordam, amigos na mesma, mas por favor não me assobiem, nem façam conjecturas precipitadas sobre as razões que me levaram a ter hoje este desabafo....Gosto de passar para o papel, o meu pensamento, só isso. Fiquem bem e dêem largas à vossa imaginação, pensando e meditando na vida real.....!



Publicado por Tovi às 09:36
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