"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 1 de Junho de 2017
Estamos em época pré-eleitoral de Autárquicas

Eleiçoes 01.jpgE fica já aqui dito que eu sou capaz do melhor como do pior, mas no pior, sou eu o melhor... ou seja, estão abertas as hostilidades 😇

E só para que vejam que o que me interessa são as PESSOAS e não a “partidarite” digo-vos que os meus apoios autárquicos vão para:

- No Porto o meu apoio vai para o ÚNICO independente que conheço: RUI MOREIRA.

- Em Matosinhos há demasiados falsos independentes… e eu não gosto de “FALSOS”.

- Em Gondomar e Vila Nova de Gaia parece-me que a coisa está bem entregue… e em equipa vencedora não se mexe.

- Em Valongo está TUDO mal… terá concerto?

- Em Vinhais conheço CARLOS ALMENDRA, o Homem que quer dar a volta aos tempos vergonhosos de gestão socialista… estou com ele nesta luta.

Nos outros “quintais” cá do Norte… ainda estou a estudar a matéria.

 

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«Jose Bandeira» - Valongo continua a ser um feudo de política caseira, cacique, sem objectivo para além de manter o status da mediocridade. Qualquer que seja o vencedor parece haver um perdedor garantido: o munícipe.

«Carlos Almendra» - Meu caro David Ribeiro! Obrigado pela tua solidariedade! A luta para darmos esperança e futuro à nossa Terra é sempre um valor maior que deve ser sublimado! Forte Abraço

«Jorge Miguel Pacheco» - Em Gaia estamos bem, muito bem, aliás




Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2017
Novas linhas do Metro do Porto a construir até 2021

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Sabe a pouco… mas parece que o dinheiro não dá para mais.

 

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«Jose A Medeiros Macedo» - Inclui a linha do Campo Alegre?

«Gonçalo Lavadinho» - Esta linha vai da casa da musica à praça da Galiza, depois hosp. de santo António e estação de São Bento. No campo alegre vai haver um corredor para o BUS com os semáforos sempre verdes para estes.

«Jose A Medeiros Macedo» - Mesmo assim, a meu ver, existe uma má opção política por parte do governo PS para com o Porto. [Emoji frown:(] É como cá no Faial, o PS sempre com obras incompletas, mas para outros locais há dinheiro: aeroporto de Lisboa entre outras obras ... [Emoji frown:(]. Nos locais onde parecem ter os votos assegurados, entenda-se Câmara do Porto, é o que se vê ... [Emoji frown] Bem, mas pelo menos passa na Praça da Galiza o que já não é mau ....

«Marco Monteiro» - Se a ideia é futuramente prolongar a linha rosa, S.Bento-Casa da Música pelo Carvalhido, Prelada, St Luzia até ao Padrão acho muito bem. Se não for acho desajustada a concepção desta linha.

«Eduardo Vítor Rodrigues» - Dia Feliz: a expansão da rede do Metro chega a Gaia, nesta primeira fase com a ligação de Santo Ovídio a Laborim, Conceição Fernandes, Hospital de Gaia e Vila d’Este. Um desígnio fundamental para a mobilidade no concelho. Este é um investimento marcante, inteligente e sustentável, a par da reconstrução do Hospital de Gaia, do alargamento da A1, da reconstrução de 3 escolas EB 2/3 ou da construção de raiz de 2 novos centros de saúde, entre muitos outros. Parabéns também ao Ministro Matos Fernandes e à sua equipa.

«Michael Seufert» - Das reuniões que tive, enquanto deputado, com a Administração da Metro do Porto algumas coisas eram constantes: a operação da empresa dentro da coroa urbana do Porto era lucrativa e bem lucrativa. E o eixo Casa da Música-Trindade operava sob alta pressão de passageiros (quem ande de Metro no Porto não precisa de grande capacidade de observação para perceber isso). Além disso foi sempre fácil de concluir que o enorme custo financeiro que a empresa suporta vem de más escolhas que levaram à destruição de capital da CP/Refer na operação sub-urbana, que beneficiou inaugurações e prejudicou os clientes (ou tentem perguntar a um reformado se sai mais bem servido em ir da Póvoa ao Porto sem casa-de-banho). O anúncio do novo traçado é por isso uma boa notícia e soma-se às razões aqui apresentadas no site da CMP a de que a nova linha servirá o novo Centro de Congressos do Palácio de Cristal que assim fica (francamente achava o projecto coxo nesse sentido) servido de Metro. Continuando a não haver Metro da VCI para poente, esta expansão é bem-vinda. Mas devo deixar uma palavra para a Trofa que continua injustiçada. É lamentável que depois de duas vezes inaugurada a linha da Trofa (curiosamente sempre em período pré-eleitoral e sempre por dirigentes socialistas), a Trofa não veja reposta a sua ligação ao Porto. Como candidato a deputado estive sempre em campanha na Trofa, nomeadamente no Muro, no largo da Estação, e pude ver ao vivo o que se tirou às populações. Vi outros prometer mundos e fundos e no CDS sempre explicámos - a custo eleitoral, proventura - que más escolhas no passado não poderiam ter resposta com más escolhas no presente. Expandir o Metro com base em estudos de tráfego e custo-benefício financeiro é de aplaudir e eu apoio. Mas mesmo que nunca mais se levem carris até à Trofa cabe, a meu ver, ao governo central que arrancou esses carris oferecer um serviço equivalente àquelas populações. Isso também é bom para o Porto e para o Metro do Porto.

«António Alves» - Não conheço o tal estudo que advoga uma linha entre Porto S. Bento e a Boavista. Nem tenho a certeza se é mesmo isso o que o estudo propõe. De qualquer maneira, é uma ideia, no actual estágio de desenvolvimento da rede, absurda. E espanta-me que na Câmara do Porto optem por esta ideia em vez de lançarem já o eixo do Campo Alegre à Foz. Mas transporte público nunca foi o forte deles. É mais parquímetros.

 

   P o r t o .

O Porto terá uma nova linha de Metro subterrânea no início da próxima década, ligando a estação da Casa da Música a São Bento, servindo zonas como a Praça da Galiza e o Hospital de Santo António. O custo total da obra é de 181 milhões de euros e receberá a cor Rosa (linha G). A esta obra junta-se a ligação da linha Amarela (D) a Vila d'Este, que custará 106 milhões de euros. A nova ligação do Porto prevê já a possibilidade de expansão para a concretização da linha circular.

Esta nova linha no Porto terá, para já, 2,746 km de extensão em via dupla, totalmente concebidos em túnel mineiro, e quatro novas estações, todas elas subterrâneas: Casa da Música, Galiza, Hospital de Santo António e S. Bento II. As estações Casa da Música e S. Bento são totalmente novas, integrando plenamente (através de túneis pedonais) com as actuais estações com os mesmos nomes.
A nova ligação terá um duplo efeito, permitindo descongestionar o corpo comum do Metro do Porto entre a Rotunda da Boavista e a Trindade, servindo novas zonas de forte pressão de trânsito automóvel, nomeadamente o eixo Praça da Galiza - Hospital de Santo António - Clérigos - São Bento.
Este investimento, que será feito pelo Governo ao abrigo de financiamento do plano Junker, é o possível com os 290 milhões de euros que o Ministério do Ambiente disponibilizou para as obras do Metro no Porto (estão destinados outros 210 milhões para o Metro de Lisboa). Foram estudados vários traçados, dentro e fora do Porto, em vários concelhos, tendo os estudos de procura estimada, face ao orçamento disponível, decidido pelas duas linhas referidas, no Porto e a extensão da linha de Vila Nova de Gaia.
No seu conjunto, estes investimentos vão gerar uma procura adicional na rede superior a 30 mil clientes/dia útil. Os estudos apontam para um acréscimo global de 12 milhões de clientes por ano (a somar aos actuais 58 milhões/ano), claramente cumprindo os critérios de sustentabilidade económica que a Metro do Porto definiu como factor essencial na análise a novos projectos de expansão e de investimento.
Em ambos os casos, atendendo aos estudos de procura efectuados, à consequente receita de bilhética que vão gerar e aos custos de operação previstos, a taxa de cobertura estimada para as novas linhas (rácio entre a receita e os custos operacionais totais da Metro do Porto, incluindo os custos de estrutura e excluindo amortizações, rendas do material circulante e gastos financeiros) ultrapassa os 100 por cento. Ou seja, a rentabilidade dos investimentos está assegurada, vindo contribuir para o equilíbrio operacional da Metro do Porto (actualmente e excluindo custos financeiros, a operação do sistema apresenta um saldo positivo - EBIDTA de 13,8 M€ em 2016).
Os estudos de procura estrutural que contribuíram para o processo de decisão foram encomendados pela Metro do Porto ao CITTA, Centro de Investigação do Território, Transportes e Ambiente, que reúne investigadores inseridos no Departamento de Engenharia Civil (DEC) da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), cuja actividade de investigação se centra nos domínios do Planeamento do Território, dos Transportes e do Ambiente. A equipa de investigação do CITTA é estruturada em cinco subgrupos, dedicados a temas específicos: Planeamento e Avaliação Ambiental; Planeamento Urbano e Arquitectónico; Planeamento de Transportes e Logística; Análise de Tráfego; Gestão e Sistemas de Transporte.
A Metro do Porto desenvolverá agora os projectos de execução de cada uma das linhas, que serão depois sujeitos a estudos de impacto ambiental. Prevê-se que o concurso público para a construção das novas linhas possa ser lançado no final do primeiro semestre de 2018, iniciando-se a obra em 2019. A duração prevista para a construção das duas novas linhas, que decorrerá parcialmente em simultâneo, é de três anos.



Publicado por Tovi às 08:15
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Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2017
Ecopista na Ponte Maria Pia

É fundamental salvar esta histórica ponte.

Ponte Maria Pia Dez2016.jpg

  JPN - 21Dez2016

A Direção Municipal de Urbanismo da Câmara do Porto está a finalizar um estudo que tem em vista a construção de uma ecopista sobre o tabuleiro da Ponte Maria Pia, inativa desde 1991, numa ligação entre Vila Nova de Gaia e a Estação de Campanhã. Além deste troço, de aproximadamente um quilómetro, está também prevista a reabilitação do ramal que fazia a ligação entre a Estação de Campanhã e a Alfândega do Porto, o qual tem um extensão de aproximadamente 3,9 quilómetros. Os técnicos camarários querem ainda estender a ecopista a oeste, numa ligação entre a Estação de Campanhã e o Parque Oriental da cidade, numa distância a rondar os dois quilómetros. Trata-se de “um projeto partilhado com a Câmara de Gaia”, de acordo com o vereador do Urbanismo Manuel Correia Fernandes, que explicou o projecto,juntamente com o diretor municipal do Urbanismo, José Duarte. O estudo prévio deve ficar pronto na Primavera do próximo ano. As câmaras municipais têm depois de negociar com a Infraestruturas de Portugal, proprietária da ponte, a concessão de utilização. Uma vez que a Ponte Maria Pia está classificada como monumento nacional desde 1982, vai ser ainda preciso o aval da Direção Geral do Património Cultural. Os responsáveis autárquicos mostram-se otimistas, uma vez que, asseguram, as entidades que têm uma palavra a dizer no processo têm sido envolvidas. Por outra parte, frisa José Duarte, “a intervenção que está prevista na Ponte D. Maria é absolutamente minimalista. Deverá ser feito um tabuleiro em madeira em cima do existente e lateralmente haverá uma proteção para que as pessoas não passem, ou não tentem passar, ao espaço marginal da linha férrea, será em vidro ou grade muito leve de modo que de fora ninguém se possa aperceber que houve uma intervenção na ponte para que ela passasse a ser pedonal”. O projeto está orçado em 5,5 milhões de euros, sendo uma fatia considerável destinada a meios mecânicos nos quais residirá a grande inovação deste projeto.
A ecopista em estudo pela CMP tem dois troços distintos. Um é aquele que liga Vila Nova de Gaia a Porto-Campanhã. Um troço até 1991 integrado na Linha do Norte que foi desativado quando a operação na Ponte Maria Pia passou para a Ponte de São João. O segundo troço, tem início em Campanhã e segue, pela escarpa e pelo interior da terra, até à Alfândega. Passa abaixo da Ponte Dona Maria – é neste ponto que a câmara pretende ligá-los – segue pelas Fontaínhas, Guindais, Ribeira e vai desembocar no atual parque de estacionamento da Alfândega. Essa linha esteve aberta entre 1888 e 1989. Tem cerca de 3,9 quilómetros de comprimento e três túneis. O mais extenso deles tem mais de um quilómetro e encontra-se no final do percurso, a chegar à Alfândega. A linha serviu exclusivamente para o transporte de mercadorias mas perdeu relevo com a abertura do Porto de Leixões (para onde a linha prossegue a partir de Campanhã).

 

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«Jose Riobom» - Acho que sim... já a atravessei dezenas de vezes.... e sempre achei um local excelente para a pratica de buggie jumping... ou suicidio... [Emoji wink;-)]

«Ricardo Monteiro» - Já não era sem tempo... É um crime uma ponte tão bela estar inutilizada à 25 (!?!) anos!!!

«Paul F. Summers» - Sim já devia estar feito mas em termos de mobilidade suave as escadas rolantes não são a melhor forma, a não ser que sejam especiais, pois não permitem a utilização por Cadeiras de Rodas !

«Ricardo Monteiro» - E utilizar todo o ramal ferroviário q está desativado e q têm umas vistas fantásticas sobre o rio Douro!!!

«Paul F. Summers» - Qto à reativação dos elevadores da arrábida é uma excelente iniciativa e seria melhor ainda se inserida num Caminho de Santiago, o que eu chamo da Praia, que depois seguisse pelo parque da Pasteleira, ou foz, e utilizasse as estruturas pouco utilizadas dos Socorros a Náufragos (já agora q se relacionasse com o observatório de aves da apdl), ali ao Cálem, apoio da Pousada da Juventude, estrututras não utilizadas do lago do parque da pasteleira e seguisse por serralves para o parque da cidade, utilizando mais estruturas e aí seguisse para matosinhos. É claro que isto necessitaria toda uma adequação e projecto da cidade na marcação e capacitação dos caminhos de santiago no Porto ! !

«Jovita Fonseca» - Um projecto com interesse para a Cidade...Uma paisagem lindíssima! É sempre uma mais valia, mas exigirá muita despesa e tudo tem que ser equacionado, porque o Porto tem muito para reabilitar...com objectivo de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

«Jorge Silva» - O que se está a tentar fazer aqui, é deslocar algum do turismo do centro histórico Aliados - Ribeira, para a parte oriental da cidade, para descongestionar o centro e promover a reabilitação zona Campanhã, como se já está a fazer no reabilitação do edificío do antigo matadouro

«António Conceição» - Sempre defendi (e defendo) o projecto de transferir a ponte D. Maria para o centro da cidade, remontando-a nos terrenos da antiga fábrica aurifícia, na rua dos Bragas. Ouvi dizer custaria seis milhões de euros. Não me parece excessivo. É arrojado e chocante, mas criativo. Uma ponte a ligar duas margens de um rio, milhares de cidades têm. Uma ponte no centro da cidade sem ligar nada, só o Porto teria.

«Paul F. Summers» - Desinserir a ponte do seu contexto orginal, histórico, geográfico e funcional e tratá-la como uma grande escultura e objecto museográfico não me parece do mais adequado, acho q só numa situação extrema ! Acho que se honra muito mais a ponte no seu contexto criando espaço público, alargando o centro histórico em termos de fluxo e dando-lhe uma função. Acho excelente a ideia de reutilizar as vias férreas como está pensado e como se faz. Tratar a ponte como objecto decorativo urbano e chamariz, para lhe dizer a verdade, acho um pouco kitsch António Conceição !

«António Conceição» - E é kitsch. Como a Torre Eiffel, em Paris, também o é. Um farol descontextualizado que muitos, e bem, queriam ver desmontado depois da exposição universal.

«Paul F. Summers» - Sim é verdade, originalmente há certas coisas que se estranham e que depois se entranham. São reações automáticas e primárias e a adaptação humana é muito versátil ! Mas mesmo assim acho que podendo manter a função dentro do espírito original é mais correcto ! Não acha ?

«David Ribeiro» - “…originalmente há certas coisas que se estranham e que depois se entranham” – Lembram-se do barulho que houve com o Cubo da Ribeira?... Vão lá agora tirá-lo e verão que até cai o Carmo e a Trindade.

«António Conceição» - Em rigor, Paul F. Summers, nem eu tenho a certeza de apreciar a solução que propus (isto é, que apoiei. Não sou o seu autor). Mas acho que vale a pena discutir tudo de forma ampla e aberta, sem nos limitarmos às soluções mais evidentes.

«Paul F. Summers» - Na verdade essa solução nem seria muito original pois sendo uma ponte Eiffel e o mesmo tipo de engenharia seria demasiado cópia a Paris. Agora qto a discutir qto mais melhor pois abre-se caminho a boas soluções e à participação de que somos deficitários e é algo que faz falta e sentido promover. O Cubo até deu nome à Praça embora ainda o ache pouco harmonioso com a envolvente, mas como dizem Nuestros Hermanos (ou serão primos?), "Para gustos, colores !"



Publicado por Tovi às 09:25
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Quarta-feira, 1 de Junho de 2016
Há quem não se venda por um prato de lentilhas

JN 1Jun2016 ab.jpg

Os autarcas de Porto, Gaia, Gondomar e Matosinhos recusaram assinar  o contrato sobre os fundos europeus porque, a 24 horas da cerimónia, foram surpreendidos por um novo mapa enviado pela Comissão de Coordenação de Desenvolvimento do Norte (CCDR-N), onde se reduz as verbas que acertaram com os governantes para o pacote suplementar de 20 milhões de euros, agora alargado a outros municípios.

 

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«Albertino Amaral» >> Nem por um prato de Tripas à Moda do Porto, ou uma Francesinha, quanto mais lentilhas...



Publicado por Tovi às 14:36
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Sábado, 19 de Março de 2016
Marco António e os negócios da Câmara de Gaia

Inveja… Só pode ser inveja… Há quem não possa ver ninguém com uma camisa lavada 
Marco António Costa 19Mar2016.jpg

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«Raul Vaz Osorio» >> Especialmente se tiver botões de punho!

«Jorge Veiga» >> ...de ouro!

«Maria Da Luz Ferreira» >> Acho muito bem!!

«Manuel Verissimo» >> OUTRO IGUAL AO GRUPO DE SOCRATES E Cª.

«Quim Gonçalves» >> Este ! Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

«Jorge Oliveira E Sousa» >> Acho muito bem que o grande amigo e protegido de Luis Filipe Meneses com tantos "rabos de palha" que só desprestigiam o PSD seja com outros que o também mereçam, devidamente investigados. Quem não deve não teme...



Publicado por Tovi às 18:35
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Sexta-feira, 26 de Junho de 2015
“Taxi-boat” – Um projecto para o Rio Douro

Taxi Boat 03.jpg

Há uns dias e a propósito de um notícia do “Porto24” sobre a Câmara de Vila Nova de Gaia já ter o aval da APDL para avançar com “vaporettos” a ligar as ribeiras de Porto e Gaia, retomei uma ideia minha já antiga e que consiste na implementação no rio Douro de “táxi-boat” idênticos aos indicados nas imagens. Estes barcos poderiam fazer um tipo de serviço que fazem no Adriático e que seria irem a Leixões buscar os clientes aos Navios de Cruzeiro e transportá-los para a Ribeira. Os navios de cruzeiro transportam muita gente mas estão muito pouco tempo nos portos (a esmagadora maioria deles atraca em Leixões pela manhã muito cedo e levantam âncora ao fim da tarde) pelo que os turistas não podem fazer grandes viagens (tipo ir ao Douro de comboio) e o que interessa é percursos curtos mas interessantes. No caso destes "taxi boat" os turistas chegavam rapidamente à Ribeira, poderiam visitar as caves de Vinho do Porto, almoçar nos muitos restaurantes da zona, visitar monumentos históricos da Invicta e regressar calmamente ao navio.

 Características técnicas

Tipo - SEA-BEE V8 INBOARD ENGINE

Comprimento - 9,00 m

Largura - 3,30 m

Capacidade – 12 pessoas

Velocidade máxima – 33 milhas/hora

Velocidade de cruzeiro - 25 milhas/hora

Equipamento - GPS, VHF, BIMINI TOP, RESCUE EQ




Sexta-feira, 5 de Junho de 2015
O turista do destino Porto-Gaia em 2014

Turista do destino Porto Gaia Jun2015.jpg

Para bem se preparar o futuro há que ter noção correta do presente e por isso este gráfico publicado pelo JN sobre o perfil do turista do destino Porto-Gaia em 2014 é muito interessante.

Fonte: Análise do perfil do turista, da Divisão Municipal de Turismo da Câmara de Gaia e INE / Turismo de Portugal.

Idade: 9% entre 15 e 24 anos; 37% de 25 a 45 anos; 43% de 46 a 65 anos; 11% mais de 65 anos.

Como viaja: 73% casal; 20% em grupo; 7% sozinho.

Chegada ao destino: 32% de automóvel; 29% avião low cost; 20% avião carreira regular; 19% outra (autocaravana, comboio, autocarro).

Destino Porto-Gaia: 52% principal; 22% secundário; 26% em escala.

Imagem da cidade: 28% antiga / histórica; 19% agradável / encantadora; 17% bonita; 16% cultural; 20% outra (segura, limpa, calma, moderna).

Motivação da visita: 46% turismo cultural / património; 25% vinho do Porto; 14% sol / praia; 15% outra.

 

5.400.600 dormidas em hotéis e noutros alojamentos no Norte em 2014 (11,7% do total do país) – 2.607.300 portugueses e 2.793.300 estrangeiros. Estes últimos são de: Espanha 648.800; França 424.700; Brasil 290.400; Alemanha 221.800; Reino Unido 162.600; Itália 131.800; Holanda 97.500; EUA 93.700; Bélgica 86.700; Escandinávia 62.800.

Aspectos positivos: 19% património arquitectónico; 17% hospitalidade; 17% gastronomia e vinhos; 14% paisagem; 13% rio Douro; 11% clima; 9% preços.

Aspectos negativos: 25% trânsito e estacionamento; 24% património degradado; 15% mendicidade; 14% sinalização; 11% higiene e limpeza; 11% ruído.

 

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«Pica Miolos» >> Ontem no JN vinha uma interessante reportagem. Em termos de transito, acho um bocadinho abusador os autocarros de turistas pararem horas em determinados sitios enquanto esperam pelos turistas que foram visitar a Lello ou outra coisa qualquer. Já agora, de quem é a responsabilidade pelo mau estado do piso na faixa do BUS em frente à igreja do Carmo? Há anos que tal situação se verifica e ouvir as suspensões dos autocarros bater, é uma dor de alma!!!

«Alexandre Abreu» >> A primeira reclamação do turista, carros a mais. Espero que Rui Moreira peça ao JN os perfis de facebook e os coloque todos na linha. Isto é claramente uma cabala anti Norte.

«David Ribeiro» >> Sem desvalorizar o facto de 25% dos turistas que nos visitam apontarem como aspecto negativo o trânsito e o estacionamento, não podemos esquecer que 32% deles nos chegam de automóvel (nesta percentagem não estão incluídos os que vêm de autocaravana).

«Alexandre Abreu» >> Pois David, mas o problema do transito afecta sobretudo a economia real, medido em desperdicio de tempo e retira qualidade de vida a quem cá mora com os problemas de saude inerentes, conhecidos, medidos, incontestáveis... Claro que somos os ultimos a ter em linha de conta, os moradores, os peões, os pequenos comerciantes. No entanto até a este sector que dizem "de vital importancia" retira valor. Mas faz sentido com uma ideia cidade-parque temático low cost que vai ficando evidente. E faz sentido que eu ache populista ainda se medir Saude em numero de Urgencias e Centros de Saude sempre avidamente prescrevendo todo e qualquer medicamento para tratar o que ninguem trata a montante e depois gritar Turismo é fixe. Turismo pode ser fixe, se sustentável. E sobretudo se as pessoas e os turistas puderem visitar um sitio onde há planeamento, visão de futuro. Temos uma terra com inegável historia e virtudes mas também defeitos enormes mas infelizmente o que tem sido feito, tem sido uma sapateirada e começa a feder. Sabiam que a unica queixa contra o Porto na UNESCO foi interposta por um turista francês? Gente de bem certamente, mas foi antes da malta das low cost. Nada contra a titulo pessoal, mas comparticipar e cofinanciar malta que resumidamente, compra alcool no supermercado e bujigangas na gift shop, passeia, dorme e come por tuta e meia "num Pais com o encanto Europeu e preços de Leste"... quem me dera.



Publicado por Tovi às 08:46
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2015
Motonáutica no rio Douro

Motonautica no Douro Ago2015.jpg

Espetáculo!...

 

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«José Camilo» >> Lindo o nosso F1.

«Carlinhos da Sé» >> Finalmente...

«Jorge Veiga» >> Um Foguete Azul-e-Branco!!!

«Carlos Monteiro» >> Esperemos que nao seja so por um ano ou dois...

«José Camilo» >> Nestas coisas os resultados e a guita têm uma importância enorme. Mesmo que dure um ano é sempre bom, porque o Douro é bonito e chama gente, quuando não há eventos quanto mais quando há.

«Raul Vaz Osorio» >> Sabem o que vai acontecer? 1 ano para começar, outro para consolidar e ao terceiro o governo dá uma mãozinha para mudar a coisa para Lisboa. Essa edição é um fiasco e nunca mais se fala nisto.

«Jorge Veiga» >> onde é que eu já vi isso, Raul Vaz Osorio?

«Joaquim Leal» >> Raul Vaz Osorio... Lembrei-me dos azeitonas - Anda Comigo ver os Aviões

«Jorge Veiga» >> aviões era dantes. Agora é mais pró barco!!

«David Ribeiro» Os espetáculos do "Red Bull Air Race" no rio Douro, entre o Porto e Gaia, foram considerados por toda a gente, quer em termos nacionais como internacionais, um dos maiores eventos de um só dia organizados em Portugal.

«Raul Vaz Osorio» >> E em Lisboa obviamente foi uma merda e morreu. A estes vai acontecer exactamente o mesmo.

«Albertino Amaral» >> Para os que ficaram muito " tristes " com a ausência do Circuito da Boavista, talvez seja o momento de enfiarem o capacete, por esta alternativa... Parabéns pela iniciativa...



Publicado por Tovi às 13:20
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Sexta-feira, 7 de Junho de 2013
Próximas autárquicas em Vila Nova de Gaia

(Fonte: Eurosondagem / JN)

Fui colega no liceu de José Guilherme Aguiar na década de sessenta do século passado e lá nos vamos encontrando de vez em quando em jantares da Associação dos Antigos Alunos do Liceu Alexandre Herculano. Tenho por ele um grande apreço, considerando-o um Homem de bem e um exímio lutador pelas suas convicções.


«Joaquim Leal» no Facebook >> Coitado do CAA... (^^^)



Publicado por Tovi às 07:30
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Sábado, 22 de Outubro de 2011
Churchill’s inaugura Centro de Visitas

Tenho que lá passar um dia destes.

 Centro de Visitas em Gaia

{#emotions_dlg.meeting} [Rita Gonçalves in Hipersuper] - Os vinhos do Porto e do Douro têm uma “nova casa” em Vila Nova de Gaia. Trata-se do Centro de Visitas Churchill’s inaugurado recentemente e que pretende dar a conhecer melhor os vinhos da região duriense. Localizado na sede da Churchill’s, em Vila Nova de Gaia, o novo Centro de Visitas apresenta uma área de 350 metros quadrados, num investimento de 400 mil euros. Com um horário de visitas entre as 10h e as 19h, disponibiliza diversas opções de provas. Criado para colmatar a falta de um espaço específico para recepção, o Centro de Visitas Churchill’s tem como principal objectivo, além de aumentar a visibilidade da marca e dos produtos, abrir as portas ao público em geral e criar uma relação de proximidade com a comunidade. Segundo Maria Emilia Campos, directora da empresa, a filosofia da Churchill’s para este novo Centro de Visitas assenta num lema diferenciador: “Beber um cálice de Porto requer, sobretudo, bem-estar”. Assim, o espaço prima pela “elegância, o glamour e o requinte”.


«Pataxó Lima» in Facebook >> Ah, vc ainda não esteve por lá, poderoso David...???!! Hummmmmmm... Sei não, mas, vc nem precisa de detector de glamour e elegância... Eu tenho certeza... HAHAHAHA!!



Publicado por Tovi às 12:35
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Terça-feira, 26 de Julho de 2011
Porto / Gaia / Matosinhos, numa só Cidade!

Eu sei que isto vai contra as ideias conservadoras e bairristas de muitos portuenses, gaienses e matosinhenses... Mas o texto de Augusto Küttner de Magalhães, publicado na passada semana no blog a Baixa do PORTO, é o futuro, não tenham dúvidas.

{#emotions_dlg.meeting} "Porto / Gaia / Matosinhos, numa só Cidade

A ordem seria aleatória, mas se se começar a pensar que o grande continua a ser o que vai dar, e uma vez que todos já entendemos que temos juntas de freguesia de pequeníssima escala, que vão ter que desaparecer, e temos também bastantes cidades que com o passar dos anos ficaram a ser pequenas num mundo global, seria de unir Gaia, Porto e Matosinhos. Mas temos e vivemos com tantos bairrismos e com tantos a adorar ter o "seu/nosso quintal", ser chefe, ficar fechado sobre si mesmo, logo cortar, ou melhor unificar, freguesias e cidades vai ser obra, que ao que parece ninguém quer começar quando tem hipótese de o fazer, só se quer quando se "está de fora"!

Muitas pessoas com muitas competências têm vindo e bem a defender a união numa só cidade do Porto e Gaia. Se começarmos a pensar em unir também Matosinhos, ou seja, as três cidades que estão separadas pelo Douro, que hoje já tem bastantes pontes a uni-las - se bem que ainda não as suficientes, e como nos tempos próximos mais não serão feitas - haverá que "unir" o que hoje é conseguível - e tão necessário - e do outro lado a única "coisa" que divide é a Circunvalação. E até nesta junto ao mar já se pensou em unificar pelo Parque da Cidade, talvez seja de agrupar e logo que possível as três referidas cidades, numa única. Como é evidente, ficar-se-ia por aqui, e não se imaginaria sequer unir o Norte numa só cidade! Nem tanto!

E temos de notar que o Porto, apesar da sua centralidade e de ter muito de bom entre portas, perdeu nos últimos anos muitas pessoas para as periferias, ou seja vive menos gente no Porto, logo em população o Porto já não é a segunda cidade do País. E se sem melindres fosse possível pensar que Gaia, com todas as suas potencialidades, se juntasse ao Porto, que ainda é, esta, a segunda cidade do País - em capacidade produtiva, em Cultura, em Investigação, em prestígio - e Matosinhos também fizesse parte efectiva do mesmo espaço, com algumas características só suas e até com o porto de Leixões, talvez todos viéssemos a muito beneficiar. Claro que se colocam várias questões. Que nome? Quem ficará a presidir? Quantas freguesias se manterão? E muitas mais perguntas na cabeça de muitos irão surgir, até o futuro nome, que como é evidente, não deverá ser só Porto, só Gaia, ou só Matosinhos.

Mas não se perca demasiado tempo com os pormenores, com o acessório  e consigamos dar o exemplo de unidade no Norte neste conjunto de cidades, que ainda vivem de costas e que se se juntarem serão a certeza de uma alteração de pensamento, de existência, de vivência que não só no Norte, mas em todo o País e até nesta Europa, esta tão "agarrada" a vícios antigos, e com tão pouca habilidade e ainda menos vontade de se unir, de ser de facto um bloco que possa ficar ao nível dos EUA, da Rússia, da China, da Índia, do Canadá, do Brasil. Sejamos nós, Gaia, Matosinhos e Porto, a dar o primeiro passo, a ser o exemplo. Já!


«Paulo Pereira» in Facebook >> Eu diria mais, um Norte com Autonomia politica e fiscal. Nós pagamos as nossas contas, Lisboa que pague as deles!!

«Zé Zen» in Facebook >> Estamos em sintonia. Numa época em que a força se faz com alianças, penso que o Sr; Magalhães tem razão. Quanto às ideias de autonomia politica e fiscal, é não querer conhecer a història e organica do paìs. Hà regionalismo que correm o risco de nivelarem por baixo. Podem existir excepções.

«Paulo Pereira» in Facebook >> O maior risco que o país e o Norte correm é o deixar andar, neste caminho de empobrecimento que já dura há demasiado tempo. O Norte não tem de pagar os excessos da capital, que vive à custa das regiões exportadoras como é o Norte e o Centro.

«Zé Zen» in Facebook >> Em Portugal  governo e parlamento são nacionais. Os deputados são deputados da republica e não deputados de bairro. A sociedade portuguesa é Solidària de Norte a Sul, seja para o bem ou para o mal. As regiões "ricas" de hoje, podem ser as menos ricas amanhã. A vida dos povos dà muitas voltas, e não é por isso que por dà cà aquela volta se vira o bico ao prego. A Unidade e a independência do paìs não foi feita com calculadoras digitais. A soberania, lingua e cultura dos povos é mais que politica de bairro ou de contabilista. Viva Portugal Uno e Solidàrio de Norte a Sul.

«Paulo Pereira» in Facebook >> A capital não tem sido nada solidária com o Norte desde há várias décadas. Porque é que o Norte tem de ser solidário com o Sul? O Norte  é a região mais pobre mas que mais exporta, porque a maioria do investimento e da despesa pública são apenas concentrados nessa pequena parcela do país que é a região de Lisboa? O Norte deve exigir a sua Autonomia politica e fiscal, para que não sustentemos a incompetência e os desvarios despesistas da capital.

«Zé Zen» in Facebook >> Caro amigo, permita-me trata-lo assim, o problema de màs politicas não està no facto de o governo estar sediado em lisboa ou Freixo de Espada à Cinta. O problema està talvez em termos maos politicos ou escolha de màs politicas. Podemos dizer tudo o que nos apetecer mas, eles (os politicos) são os politicos que temos, são a "prata da casa", tal como nòs procuram uns melhor que outros fazer o que sabem e podem em consciência. Alguns deles vêm do Porto outros de outras terras mas, todos eles foram eleitos por quem teve tomates para ir votar. Podemos não gostar deles mas, um paìs sem politicos é como um jardim sem flores.

«Paulo Pereira» in Facebook >> O que eu e outros propomos é uma mudança radical no regime politico, porque este regime já vimos que está moribundo e arrasta o país para a pobreza e para o desemprego! Autonomia politica e fiscal para cada região, assim cada um assume as suas responsabilidades e não andamos nós a pagar para os outros gastarem. Queremos o que é nosso, pois já nos basta a divida monstruosa que vários governos incompetentes acumularam.

«Zé Zen» in Facebook >> Hà paìses com muita història em autonomia e regiões e, estão tão entalados como os demais. A història, organização e defesa  de uma sociedade não se faz com imediatismos.

«Paulo Pereira» in Facebook >> Querer a autonomia para o Norte ao fim de 35 anos de autonomias na Madeira e nos Açores é imediatismo? Vamos continuar a ter o regime mais centralista e incompetente da Europa só para não sermos imediatistas?

«David Ribeiro» in Facebook >>  Estes meus dois amigos (Zé Zen e Paulo Pereira) estão divergentes no que toca à Regionalização, mas são dois grandes Portugueses e Democratas, isso vos posso garantir.

«Zé Zen» in Facebook >> Não duvido um sò instante das boas intenções do amigo Paulo Pereira, mas permito-me o luxo de democràticamente discordar da forma.




Quarta-feira, 6 de Julho de 2011
A Symington está bem e recomenda-se

O grupo Symington Family Estates facturou perto de 85 milhões de euros no ano de 2010, é um dos mais importantes produtores de Vinho do Porto com as marcas Graham’s, Cockburn’s (comprada aos norte-americanos da Beam Global Spirits & Wine no ano passado), Warre’s, Dow’s, Smith Woodhouse, Quinta do Vesuvio, Martinez, Gould Campbell e Quarles Harrise, emprega 400 pessoas, possui 25 quintas no Região Duriense (940 hectares na totalidade) e em plena crise continuam a investir. No Douro vão replantar vinhas, compraram à Real Companhia Velha a Quinta do Corval (a integrar na Quinta do Bonfim) e aí vão criar um centro de visitas e uma nova e moderna adega. Em Vila Nova de Gaia vão investir 2 milhões de euros numa nova sala de provas só para “vintages”, num restaurante, numa loja de vinhos e num museu. Toda a gente diz que os negócios estão difíceis, mas os membros da família Symington que trabalham no grupo, descendentes de Andrew James Symington e Beatrice Atkinson (casados na cidade do Porto em 1891), continuam a apostar no VINHO DO PORTO, o néctar dos deuses.



Publicado por Tovi às 23:04
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Domingo, 29 de Maio de 2011
PDA nas praias de Gaia

Hoje de manhã, elementos do Movimento Partido do Norte, concorrentes ao Círculo Eleitoral do Porto nas listas do Partido Democrático do Atlântico (PDA), em campanha nas praias de Gaia.


«Joaquim Leal» in Facebook >> Admiro-vos a paciência. Só por gosto...

«David Ribeiro» in Facebook >> ...não só por gosto, mas também por imperativo de consciência.

«Joaquim Leal» in Facebook >> Como é que tem decorrido a aceitação dos eleitores?

«David Ribeiro» in Facebook >> Muito boa... quando dizemos que somos "pelo Norte" a aceitação é imediata.

«Fernando António Fraga Pimentel» in Facebook >> David, concordo com o Quim. Contudo ainda acrescento que quando se defende uma causa como o meu amigo faz, chegámos aos limites!!!




Segunda-feira, 3 de Maio de 2010
Portagens nas auto-estradas SCUT #4

   O Partido Socialista vai pagar muito caro o que está a fazer às gentes do Grande Porto.

 [jn.sapo.pt] - Os moradores de Gaia que utilizem a A29 e a A44 terão de pagar 50 cêntimos de portagem por cada viagem. O Ministério das Obras Públicas confirmou ao vice-presidente da Câmara Municipal gaiense, Marco António Costa, que as auto-estradas serão portajadas a partir de Julho.


«Manuela Vieira» in Facebook >> Não gosto!

«David Ribeiro» in Facebook >> Pois é, caríssima Manuela... É difícil de entender porque é que só as SCUT que saem do Porto é que vão pagar portagens.

«Carla Teixeira» in Facebook >> Há muitos anos que Valongo era o único concelho da Área Metropolitana do Porto sujeito a portagens (A4, depois do nó de Ermesinde). Não importa tanto saber se a imposição de portagens nas SCUT é positiva ou não, mas se agora é injusto para Gaia, é bom lembrar que já o era há muito tempo para Valongo. Eu, que nem sou de um concelho nem de outro, e que obviamente prefiro utilizar a A29 e a A25 como até aqui o tenho feito, sem pagar nada, não deixo de pensar que as auto-estradas e vias rápidas trazem algumas vantagens, mas trazem também muitas injustiças.

«Marília Pires» in Facebook >> Pois é eu vou para Braga todos os dias, e também pago. Não é scut mas é Auto-estrada. Mas que vai dar ao mesmo.

«CarlaTeixeira» in Facebook >> Exacto. Todos os utilizadores de auto-estradas pagam para irem para onde querem, e depois há alguns troços que não. Não deixa de ser injusto! Claro que me sabe muito bem ir do Porto a Viseu, por exemplo, sem pagar um tostão de portagens (são mais de 100km que, via A29 e A25, ficam a custo zero), mas já quando quero ir para Torres Vedras, que acontece todas as semanas, vou por estradas nacionais, no que resulta uma viagem de mais de quatro horas, quando por auto-estradas seria de apenas três. Durante cinco anos fui para Braga todos os dias, e também pagava ou optava pela EN14. É óbvio que a EN1 não é alternativa à A29. Claro que não. Mas por esse país fora há muitas auto-estradas que não têm alternativas e que são portajadas...

«Ricardo Moreira» in Facebook >> Já acusei quem votou no eng. Socrates. agora que a oposição enveredou pelo mesmo caminho, das duas uma: Ou são os 2 uns grandes filhos da mãe, ou é mesmo necessário...

«JoaquimLeal» in Facebook >> Utulizador=Pagador e "mai" nada! Bem-vindo às lides meu querido amigo, isto sem a tua sabedoria é como um jardim sem flores. ;D

«Ricardo Moreira» in Facebook >> E quem anda a gasoil ou zargolina já paga pouco não é!? O utilizador já está bem lixado há muito tempo e agora, ainda mais! Está cada vez melhor para os parasitas!!

«Joaquim Leal» in Facebook >> Somos xulados de uma forma ou de outra. O Trócaste não brinca em erviço. ;)

«Ricardo Moreira» in Facebook >> Então concordas ou não que já pagamos o suficiente cada vez que pegamos no carro!? Independentemente de ser numa municipal qualquer ou na A1? (A1 é a autoestrada de Lisboa ao Porto! Se calhar não conheces... he he he...)

«Joaquim Leal» in Facebook >> Não conheço a realidade do norte e por isso poupo-me nas considerações. Agora se vêm com ideias do género aqui para o Algarve, são corridos à vassourada. A única alternativa é a EN 125, considerada das mais mortíferas do País. Diziam que faziam obras e ainda não vi por lá nenhuma picareta. ;

«Ricardo Moreira» in Facebook >> Não deves portanto conhecer a N109, a N13, a N14 ou a N1, entre outras... a mais identica à 125 será a 109... As outras sao piores. mais população, mais cruzamentos, mais semaforos... vale a pena experimentar quem tiver duvidas! Para depois opinar...

«Joaquim Leal» in Facebook >> Olha, não faço mesmo ideia. Imagina tu que em tempos a propósito deste assunto e na troca de argumentos com o David Ribeiro, julguei que a A3 que me levou do Porto a Famalicão, se tratava de uma via litoral. Comigo só mesmo com um mapa em frente das vistas. ;)

«Vitor Silva» in Facebook >> a minha teoria é que se é para manter injustiças (uns pagarem auto-estradas e outros não) então que deixem as coisas como estão. senão ponham todos a pagar. agora escolher através de critérios duvidosos só as scuts do norte para serem portajadas é que já me parece um insulto


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Publicado por Tovi às 19:26
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Domingo, 28 de Fevereiro de 2010
A cheia do Douro de 1909

As gentes das ribeiras do Porto e Gaia sabem bem o que são as cheias do Douro. Vejam aqui o relato da tragédia de 1909.

 [A cheia do Douro de 1909] - (...) Às primeiras horas do dia 23, o rio galgava o Muro dos Bacalhoeiros, no Porto. O pânico estava instalado entre os moradores das duas margens do Douro. A força das águas arrastou tudo, a Foz parecia um cemitério de restos de embarcações. Ao meio-dia, com a preia-mar, o nível do rio estava a cerca de 80 centímetros do tabuleiro inferior da ponte Luís I. È programada a demolição deste com explosivos. Está batido em um metro o recorde das cheias de 1860. (...)


«Tania Teixeira» in Facebook ► É BEM VERDADE! Tenho familia da Ribeira que tem memorias bem marcadas das cheias, principalmente da tragédia.


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Publicado por Tovi às 19:19
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