"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 14 de Julho de 2017
EMA na cidade do Porto?

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Agora estamos na mão da Comissão Europeia… vamos lá ver qual será a escolha.

 

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«Pedro Baptista» - Então o Porto, como se impunha, triunfou! Onde ficam então as votações dos deputados-palhacitos, todos, incluindo todos os eleitos pelo Porto de todos as secções da partidocracia centralista, a recomendar Lisboa? Onde ficam as palavras do primeiro-ministro de que a candidatura de Lisboa era assunto encerrado? Onde ficam as alarvidades costumadas do nº 2, Santos Silva, que diz que é do Porto, que dizia, mentindo ao país, que havia estudos que impunham a Lísbia a que há muito, como os outros, se vendeu? Onde ficam os silêncios cúmplices dos outros ministros que também dizem ser do Porto, embora só tenham como certificado o assento paroquial e civil? Claro, claro, sabemos muito bem porque ocorreu a cambalhota, sabemos muito bem que foi quando o governo centralista se convenceu a impossibilidade absoluta de ser a candidatura portuguesa a vencer, que abriu para o Porto e depois por aí optou fazendo o flique-flaque... Sabemos bem que se o Porto não for escolhido - que é o mais provável - dirão que foi por causa de ser o Porto. É quase impossível ganhar... Mas quase... é quase... Bem sabemos como o governo sustenta a proposta de Ser o Porto, dando o dito por não dito... Presente envenenado? É evidente! Mas tinha piada se conseguíssemos sobreviver ao veneno e vencer como é, aliás, nosso apanágio... E quanto aos deputadozecos de meia-tigela desta pseudo-democracia de manjedoura: será que vão votar uma moção a apoiar a candidatura do Porto? Aposto que não... Desta vez, sentem-se bem elucidados... E dizem que houve uma revolução há 43 anos e não foram só as moscas que mudaram!



Publicado por Tovi às 07:29
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Quinta-feira, 13 de Julho de 2017
Ana Lehmann, nova Secretária de Estado da Indústria

Ana Lehmann aa.jpg

Ana Teresa Lehmann, economista e professora associada da Faculdade de Economia do Porto, actualmente presidente da InvestPorto, vai ser a nova secretária de Estado da Indústria substituindo João Vasconcelos. Tenho confiança nesta "mulher do Norte" que, seguramente, não irá trair nem a nossa Região nem a Cidade Invicta.



Publicado por Tovi às 14:48
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Sexta-feira, 24 de Março de 2017
Descentralização de Competências para as Autarquias

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Na proposta de lei da descentralização de competências para as autarquias, aprovada em Conselho de Ministros no passado mês de Fevereiro, o Governo propõe a transferência de novas competências para os órgãos municipais nos seguintes domínios:

Educação
Participar no planeamento, gestão e investimento nos estabelecimentos públicos de educação e de ensino integrados na rede pública dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, secundário, incluindo o profissional.

Na rede pública de educação pré-escolar e de ensino básico e secundário, assegurar as refeições escolares e gestão dos refeitórios, apoiar beneficiários da ação social escolar e recrutar e gerir o pessoal não docente.
Garantir o alojamento aos alunos do ensino básico e secundário, como alternativa ao transporte escolar e participar na organização da segurança escolar, com respeito pelos órgãos das escolas.

Ação social
Assegurar o serviço de atendimento e de acompanhamento social, elaborar as Cartas Sociais Municipais, incluindo o mapeamento de respostas existentes ao nível dos equipamentos sociais, em articulação com as prioridades definidas a nível nacional e regional.

Concretizar atividades de animação e apoio à família para as crianças que frequentam o ensino pré-escolar, elaborar relatórios de diagnóstico técnico e de atribuição de prestações pecuniárias de caráter eventual em situações de carência económica e de risco social, celebrar e acompanhar os contratos de inserção dos beneficiários do rendimento social de inserção.
Desenvolver programas nas áreas de conforto habitacional para pessoas idosas, em articulação com entidades públicas ou instituições particulares de solidariedade social.

Saúde
Participar no planeamento, na gestão e na realização de investimentos relativos a novas unidades de prestação de cuidados de saúde primários, nomeadamente na sua construção, equipamento e manutenção.

Gerir os trabalhadores, inseridos na carreira de assistentes operacionais, das unidades funcionais dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) que integram o Serviço Nacional de Saúde.
Participar nos programas de promoção de saúde pública, comunitária e vida saudável e de envelhecimento ativo.

Proteção Civil
Aprovar os planos municipais de emergência de Proteção Civil, apoiar equipas de intervenção permanente das associações de bombeiros voluntários.

Participar na gestão dos sistemas de videovigilância e de vigilância móvel no âmbito da defesa da floresta contra incêndios e assegurar o funcionamento do centro de coordenação operacional municipal.

Cultura
Gerir, valorizar e conservar património cultural que, sendo classificado, se considere de âmbito local, assim como os museus que não sejam nacionais.

Autorizar e fiscalizar espetáculos de natureza artística e conceder autorização para a realização de espetáculos tauromáquicos.

Património
Gerir o património imobiliário público sem utilização, afeto à administração direta e indireta do Estado ou a entidades integradas no setor empresarial do Estado, incluindo partes de edifícios.

Proceder à avaliação e reavaliação de imóveis, mediante condições a definir por decreto-lei.
Exercer competências atualmente detidas pelos serviços de finanças, nomeadamente na iniciativa para avaliação, designação de peritos avaliadores e decisão de reclamações, mediante alteração legislativa, no prazo de 180 dias, ao código do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).

Habitação
Gestão de programas de apoio ao arrendamento urbano e à reabilitação urbana.

Titularidade e gestão dos bens imóveis, destinados a habitação social, que integram o parque habitacional da administração direta e indireta do Estado, com exceção de casas de função em utilização.

Áreas portuário-marítimas
Gestão de áreas afetas à atividade da náutica de recreio e os bens imóveis aí integrados, bem como os bens móveis afetos, abrangendo as atualmente incluídas nas autoridades portuárias.

Gerir as áreas dos portos de pesca secundários e os bens imóveis aí integrados, bem como os bens móveis afetos, abrangendo as atualmente incluídas nas autoridades portuárias.
Gestão de áreas sob jurisdição dos portos sem utilização portuária reconhecida ou exclusiva, bem como áreas urbanas de desenvolvimento turístico e económico não afetas à atividade portuária.
Concessionar, autorizar, licenciar e fiscalizar atividades realizadas nas instalações abrangidas neste domínio.

Praias marítimas, fluviais e lacustres
Proceder à limpeza e recolha de resíduos urbanos.

Manter, conservar e gerir infraestruturas de saneamento básico, de abastecimento de água, energia e comunicações de emergência, de equipamentos e apoios de praia, de equipamentos de apoio à circulação pedonal e rodoviária, incluindo estacionamentos.
Assegurar a assistência a banhistas, sem prejuízo da definição técnica das condições de segurança, salvamento e assistência a definir pela entidade competente.
Concessionar, licenciar e autorizar infraestruturas, equipamentos, apoios de praia ou similares nas zonas balneares, cobrar taxas devidas e instaurar contraordenações e aplicar coimas.

Cadastro rústico e gestão florestal
Coordenar as operações de elaboração e recolha de informação cadastral.

Participar no ordenamento, gestão e intervenção de âmbito florestal.

Transportes e vias de comunicação
Gestão de todas as estradas nos perímetros urbanos e dos equipamentos e infraestruturas, salvo os troços explorados em regime de concessão ou subconcessão, sem prejuízo das competências das entidades intermunicipais.

Licenciamento do transporte regular fluvial ou marítimo ou em outras vias navegáveis de passageiros.

Estruturas de atendimento ao cidadão
Instituir e gerir os Gabinetes de Apoio aos Emigrantes, em articulação com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e com a rede nacional de Lojas do Cidadão.

Instalar novas Lojas do Cidadão, cabendo-lhes posteriormente a sua gestão, bem como de Espaços do Cidadão, em articulação com a rede nacional.
Instituir e gerir os Centros Locais de Apoio e Integração de Migrantes.

Policiamento de proximidade
Participar, em articulação com as forças de segurança, na definição, de nível estratégico, do modelo de policiamento de proximidade a concretizar.

Saúde animal
Exercer os poderes de autoridade nas áreas de produção, proteção e a saúde animal, e gerir a detenção e o controlo da população dos animais de companhia.

Segurança alimentar
Exercício de poderes de controlo e de autoridade na área da segurança alimentar, sem prejuízo das competências dos órgãos de polícia criminal.

Segurança contra incêndios
Apreciar projetos e medidas de autoproteção, realizar vistorias e inspeções a edifícios classificados na primeira categoria de risco no âmbito do regime jurídico da segurança contra incêndios, com técnicos municipais credenciados pela entidade competente.

Estacionamento público
Regular, fiscalizar, instruir e decidir os procedimentos contraordenacionais rodoviários em matéria de estacionamento nas vias e espaços públicos dentro das localidades, além dos destinados a parques ou zonas de estacionamento.

Modalidades afins de jogos de fortuna e azar
Autorizar a exploração das modalidades afins de jogos de fortuna ou azar e outras formas de jogo, com exceção dos jogos sociais e apostas desportivas à cota de base territorial.

Delegação de competências nos órgãos das freguesias
Através de contrato interadministrativo, delegar competências nos órgãos das freguesias em todos os domínios dos interesses próprios das populações das freguesias.

A delegação de competências entre os municípios e as freguesias não pode determinar um aumento da despesa pública global prevista no ano da concretização e abarca todo o mandato autárquico. 

Competências de entidades intermunicipais
Exercício de novas competências de âmbito intermunicipal, dependentes de prévio acordo dos municípios que as integram.

Planeamento intermunicipal da rede de transporte escolar e da oferta educativa de nível supramunicipal de acordo com os critérios definidos pelos departamentos governamentais.
Planeamento de respostas e equipamentos sociais ao nível supraconcelhio, exercendo as competências das plataformas supraconcelhias, e elaboração de Cartas Sociais Supramunicipais.
Participar na definição da rede de unidades de cuidados de saúde primários e de unidades de cuidados continuados de âmbito intermunicipal.
Emitir parecer sobre acordos em matéria de cuidados de saúde primários e de cuidados continuados, presidir ao conselho consultivo das unidades de saúde do setor público administrativo ou entidades públicas empresariais.
Participar na definição da rede dos quartéis de bombeiros voluntários, elaborar propostas para a definição da rede de julgados de paz e participar em projetos de combate à violência doméstica, apoio às vítimas de crimes e reinserção social de delinquentes.
Desenvolvimento da promoção turística interna sub-regional, participação na gestão dos portos de âmbito regional, gestão de projetos financiados com fundos europeus e participação na gestão das áreas protegidas.

Novas competências próprias das freguesias
Instalar e gerir os Espaços do Cidadão, em articulação com a rede nacional de Lojas do Cidadão e com os municípios, gestão e manutenção de espaços verdes, limpeza das vias e espaços públicos e reparação e substituição do mobiliário urbano instalado no espaço público, com exceção daquele que seja objeto de concessão.

Gestão e manutenção corrente de feiras e mercados, "realização de pequenas reparações nos estabelecimentos de educação pré-escolar e do primeiro ciclo do ensino básico", e autorização da "atividade de exploração de máquinas de diversão".
Autorizar a "colocação de recintos improvisados", a "realização de espetáculos desportivos e divertimentos na via pública, jardins e outros lugares públicos ao ar livre", na sua área de jurisdição, "acampamentos ocasionais" e "fogueiras, queimadas, lançamento e queima de artigos pirotécnicos".



Publicado por Tovi às 09:53
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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2017
Centeno vs Domingues – “histórias” da CGD

Então é assim… o que eu penso sobre esta “telenovela”:

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Centeno não me parece um mau Ministro das Finanças… Centeno até tem chegado a valores interessantes no que á política nacional diz respeito… Mas Centeno não sabe lidar com “os outros”, sejam eles oposição ou os simples e anónimos cidadãos, a quem já não restam grandes dúvidas do que aconteceu na mais recente “telenovela” da CGD. E ser sério não chega a um membro do Governo… é necessário parecê-lo. E uma outra coisa é certa: António Domingues não é "tolinho".

Já agora: Marcelo Rebelo de Sousa, ao que parece muito bem informado de tudo o que se passou, assumiu uma atitude “de Estado” o que para mim só lhe fica bem. Esperemos que no futuro e em todos as “telenovelas” que venham a aparecer, a atitude do Presidente da República seja sempre em favor do maior interesse Nacional.



Publicado por Tovi às 08:46
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Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2016
Feira de Gado

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Houve um que por fazer uns corninhos foi para o olho da rua 

 

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«João Simões»Parece que é mais outro assunto encerrado - Parceiros sociais dão por encerrado assunto "feira de gado" - Em declarações à TSF, o ministro dos Negócios Estrangeiros admitiu que se excedeu nas palavras e pediu desculpa aos parceiros socais.

«David Ribeiro» - Posso concluir do seu comentário, João Simões, que não repudia a afirmação do Ministro dos Negócios Estrangeiros quanto ao assunto “feira de gado”?

«José Alberto Rio Fernandes»Em geral não associamos a feira de gado a longa negociação, um "marralhar" e larga discussão até ao acordo final? E então? Indignação porquê? Porque apetece? Ou não se pode usar a palavra gado sem que se pense que se está a comparar pessoas a vacas? Mas, estava e negociar-se pessoas na Concertação Social? Por isso se acha grave comparar a gado, é isso? De qualquer forma, por certo a pensar em mentes mais sensíveis o Ministro Augusto Santos Silva pediu desculpa.

«David Ribeiro»E não fará parte da política árduas negociações?... Por isso é para mim estranha esta comparação às feiras de gado.

«José Alberto Rio Fernandes»Temos direito a achar estranho, mas não deveríamos antes de mais achar estranho que jornalistas transcrevessem frases privadas? De resto, insisto que não há qualquer comparação na frase entre parceiros sociais e gado, porque nas feiras de gado não se negoceia com bois ou vacas. Mas, mesmo os mais melindrados, não aceitam as desculpas? Os parceiros sociais já o fizeram!...

«Maria Helena Guimarães» - Se me permitem um comentário, há uma diferença abismal entre uma brincadeira num jantar privado de um partido e os corninhos na Assembleia Nacional, ou não haverá????

«David Ribeiro» - Seguramente que há diferenças, mas ambas a colocar muito mal os seus autores. E há também o facto do outro, o dos corninhos, nunca ter pedido desculpa ao que me lembro.

«Pedro Baptista» - Mas isto é precisamente o que o Santos Silva pensa das pessoas... O Santos Silva e os outros (e os outros são mais do que as pessoas posso imaginar), diga-se de passagem. Ele acha, como acham todos, que os cidadãos são esterco para serem manipulados, nada mais: esta é a dimensão da pretensa democracia que se quer o superior modelo da inteligência e da moralidade dos direitos humanos, mas que, na verdade, não passava de uma ditadura de gangues. Este governo, como os anteriores, são isto: uns bandidozecos de meia-tigela a viverem e divertirem-se na arte de enganar os cidadãos, estudando para isso, com profundidade, até sociológica, as suas fraquezas psicológicas... Como é que depois de tanta alarvice, este tipo não é demitido? Mas os portugueses, sobre isto, nada dizem... Parece que acham normal que os governantes os entendam mesmo como bestas... Mau, mau é mesmo se um ministro oferecer um par de estalos a um gajo que talvez os merecesse... Ou talvez dizer coisas como estas... - Santos Silva pede desculpa por comparar concertação social a ‘uma feira de gado’

«Rodrigo Sousa Castro» - Tão certinho em público e tão desastrado em privado...



Publicado por Tovi às 08:01
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Quarta-feira, 14 de Setembro de 2016
Atão como é?...

Rui Moreira 113et2016.jpg

Não me digam que a Gerigonça não é gente de bem e faz-se esquecida do que prometeu

 

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«António Magalhães» >> O Governo que os vá buscar à "festa" da Parque Escolar...

«António Sousa» >> Venham mais foguetes!......

«João Cerqueira» >> Em 2012 o Anterior Governo pagou CM Lisboa 286 Milhões pelos terrenos do aeroporto, Divida dos anos 60 que nem Governos Socialistas pagaram. E que deram muito jeito ao Costa. (As diferenças ideológicas) - Estado paga hoje terrenos do aeroporto a Lisboa  

«Jovita Fonseca» >> Isto é que é boa gestão! Tanta "mistura" ...mas sempre a saír beneficiada a gente de Lisboa! Temos de ficar independentes dessa gente do governo central...E aqui nada de partidos, nada de oportunistas!

«Tiago Vasquez» >> Nós continuamos a deixar!

«António Sousa» >> O Rui sempre teve azar com escuros!....

«Jorge Veiga» >> "Palavra dada é palavra.... esquecida!"

«Nuno Santos» >> a notícia (pelo menos o título) é um tudo nada sensacionalista. Não é o que está dito nem sequer o que está escrito



Publicado por Tovi às 09:53
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Terça-feira, 6 de Setembro de 2016
Novo congelamento das rendas?

Às vezes a Geringonça parece que nem as pensa... Haja paciência

Lei das Rendas Rui Moeira 5Set2016.jpg

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«José Camilo» >> Rui Moreira, por si só, impedirá tamanhos ataques. Se pudesse contar com as restantes autarquias contra mais este banditismo seria óptimo.

«Jorge Veiga» >> populismo disparatado!

«Vanda Salvador» >> Se o governo quer fazer "caridade" congelando as rendas relativas a idosos, pessoas com dificiência, acho muito bem que o faça, mas é ele, governo, e não o proprietários. Por acaso o governo perguntou aos senhorios se queriam fazer caridade? Mais uma vez procuram o populismo, mas à custa de quem também muitas vezes precisa. Muitas rendas são tão baixas, que nem dão para cobrir as despesas do Imi. BASTA de mentiras!

«Raul Vaz Osorio» >> O governo tem apenas 2 objectivos: a) aguentar-se satisfazendo simultaneamente os seus apoiantes de esquerda e a Europa de direita. b) Angariar dinheiro para cumprir a). É uma óbvia quadratura do circulo



Publicado por Tovi às 09:27
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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2016
Reconhecimento do Cão do Barrocal Algarvio

Cão do Barrocal Algarvio DGV Fev2016.jpg

O Governo Português, através da Direção Geral de Alimentação e Veterinária, reconheceu o Cão do Barrocal Algarvio como Raça Autóctone Portuguesa.



Publicado por Tovi às 12:18
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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2015
Principais promessas do novo Governo

Só é pena que nas principais promessas do Governo de António Costa que hoje toma posse não haja nada sobre a Regionalização.

 António Costa promessas do novo governo.jpg

 

Função Pública - O PS comprometeu-se a proceder a uma reversão dos cortes salariais aplicados aos funcionários públicos desde 2011 de forma "mais rápida", ocorrendo o fim dos cortes salariais e a reposição integral dos salários da função pública já no próximo ano. Esta reposição será feita "de forma gradual", estando os termos da medida especificados: "25% no primeiro trimestre; 50% no segundo; 75% no terceiro; 100% no quarto".

Sobretaxa de IRS - António Costa pretende fazer uma "correção ao enorme aumento de impostos sobre as famílias" e, para isso, compromete-se a extinguir a sobretaxa em sede de IRS "entre 2016 e 2017".

Aumento do salário mínimo nacional - O novo Executivo pretende aumentar o salário mínimo nacional gradualmente para que atinja os 600 euros em 2019, adiantando que vai propor "em sede de concertação social" uma trajetória que permita cumprir este objetivo, que começará com 530 euros em 2016, 557 euros em 2017 e 580 euros em 2018, antes de chegar aos 600 euros em 2019.

Pensões - O PS promete o "aumento anual das pensões" já a partir de janeiro, uma medida que pretende implementar através da reposição da norma da Lei n.º53-¬B/2006, relativa à atualização das pensões. Esta norma estava suspensa desde 2010 e a sua reposição permite "pôr fim a um regime de radical incerteza na evolução dos rendimentos dos pensionistas". O descongelamento das pensões era uma das principais exigências do Bloco de Esquerda e a medida acabou por constar do programa do Governo do PS.

Taxa Social Única - O PS defendeu uma redução da TSU paga pelos trabalhadores com salários inferiores a 600 euros em quatro pontos percentuais até 2018 e remete para concertação social o aumento da TSU paga pelas empresas com elevados níveis de precariedade.

Complemento Salarial Anual - O PS prometeu criar uma nova prestação social, o Complemento Salarial Anual, que visa "proteger o rendimento dos trabalhadores que, em virtude de baixos salários e de uma elevada rotação do emprego, ao longo do ano não auferem rendimentos que os coloquem acima da linha da pobreza". Esta medida já constava do programa eleitoral dos socialistas, que explicava que este complemento funcionaria como um "crédito fiscal ("imposto negativo"), aplicável a todos os que durante um ano declarem rendimentos do trabalho à Segurança Social".

IRC - No âmbito do IRC, o PS pretende alargar o sistema de estímulos fiscais às PME e criar um sistema de incentivos a instalação de empresas e ao aumento da produção nos territórios fronteiriços, "através de um benefício fiscal, em IRC, modulado pela distribuição regional do emprego". Além disso, os socialistas também recuperaram uma das propostas que não conseguiram introduzir aquando da reforma do IRC e prometem agora reverter o atual regime de dupla tributação internacional (o chamado 'participation exemption'), fazendo com que, para que as empresas deixem de pagar IRC sobre os dividendos e mais-valias recebidos, o sócio que as recebe tenha de deter uma participação de pelo menos 10% (e não de 5% como acontece atualmente). Também o prazo para o reporte de prejuízos será reduzido dos 12 para os cinco anos.

IVA na restauração - O PS comprometeu-se a reduzir o IVA da restauração para os 13%, uma medida que é apresentada no programa governativo com o objetivo de promover o emprego.

Cláusula de salvaguarda do IMI - O PS vai reintroduzir uma cláusula de salvaguarda do IMI para limitar a 75 euros anuais os aumentos do imposto a pagar decorrentes de reavaliação do imóvel, e pretende ponderar a introdução de progressividade neste imposto municipal. O partido de António Costa compromete-se com a "introdução de uma cláusula de salvaguarda que limite a 75 euros por ano os aumentos de IMI [Imposto sobre Imóveis] em reavaliação do imóvel, que seja habitação própria permanente, de baixo valor", uma medida que não constava do programa eleitoral dos socialistas.

Reposição de feriados - O PS compromete-se a repor em 2016 os quatro feriados que foram eliminados pelo anterior executivo, esclarecendo que esta reposição será feita em duas fases: primeiro os civis e depois, e após negociação com as entidades competentes, os religiosos.

Privatizações - O PS mantém a intenção de manter "a titularidade sobre a maioria do capital social da TAP", que entretanto está nas mãos do consórcio Gateway, dos empresários Humberto Pedrosa e David Neeleman. Os socialistas defendem também o reforço das competências das autarquias locais e apontam para a anulação das concessões e privatizações em curso nos transportes coletivos de Lisboa e Porto. Além disso, preveem ainda a reversão da fusão dos sistemas de captação de água em alta e travar a privatização da Empresa Geral do Fomento (EGF), gestora do tratamento de resíduos sólidos.

 

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«António Magalhães» >> Calma, pois o Zé de baião vai já mandar um fax...

«David Ribeiro» >> O Zé De Baião ainda não conseguiu engolir o sapo da nomeação para Secretário de Estado das Comunidades do seu conterrâneo José Luís Carneiro [smile emoticon]

«Zé De Baião» >> David Ribeiro Não me desagrada nada a nomeação do José Luís para Secretário das Comunidades (bem pelo contrário), apesar de que, como referi, essa pasta ou a das Autarquias Locais estaria bem entregue. Contudo, a minha opinião já foi bem clara e tornada pública, sendo que não gosto de ver dirigentes socialistas a afirmar publicamente que uns representam a promiscuidade entre a política e os negócios e que outros é que são as santidades, quando são os primeiros a fazer birra para estar na mesma linha. Afinal de contas A. Costa e estes Ministros e Secretários de Estado representam a promiscuidade entre política e negócios ou não? Gostava que o José Luís Carneiro esclarecesse quem injustamente atacaram, já que foi essa a linha de ataque que encetaram face a quem apoiava, desde o primeiro dia, a liderança de A. Costa. Mas sigamos em frente. Eu é que não sou de deixar por dizer o que penso.

«António Lopes» >> PS, BE e PCP não vão ser eles a tomar iniciativa de. Se não houver por parte da sociedade civil uma mobilização para que isso aconteça a ideia não terá pernas para andar. Um abraço

«Gonçalo Graça Moura» >> Mas não te preocupes que as novas taxas e taxinhas devem estar a aparecer...

«Pedro Simões» >> Aumentar a despesa e baixar impostos mas baixando o defice estrutural e o peso das despesas face ao PIB. Manter o defice tao alto quanto possivel, reverter privatizacoes, assumir os encargos do papel comercial do BES, mas baixando a divida publica. Em resumo, acabar com a austeridade e manter o rigor... ou será ao contrario? Quanto as promessas de deixar governar o partido com mais deputados, nao fazer maiorias negativas ou apenas governar com acordos solidos... já vai tarde. Mas pelo menos ja esta a acabar com a austeridade para os socialistas... e com jeitinho ate vai avante com as alteracoes que propos para impedir "perseguicoes judiciais" de cariz politico a ex-governantes... E os jornalistas que receberam sms ou "carolos" que se cuidem, que isto nao é uma democracia. Quer dizer, é, mas so para os 122 que se esqueceram que tem voto representativo, mas nao directo...

«António Lopes» >> Pedro Simões - O anterior Governo PSD/PP era prosaico nessa situação, isto é, o facto de fazer promessas antes das eleições e depois mudar completamente de discurso - As promessas de Pedro Passos Coelho

«Tiago Vasquez» >> O amigo Costa veio tantas vezes ao Porto, visitar o amigo Rio. Eram conferencias, debates era tudo, e sempre saíamos da sala contentes por saber que o Norte e a Regionalização, reorganização etc ia acontecer.. Claro que não e claro que com estes partidos isso nunca vai acontecer



Publicado por Tovi às 10:22
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Terça-feira, 24 de Novembro de 2015
António Costa foi indigitado Primeiro-Ministro

Cavaco Silva vs António Costa 24Nov2015 aa.jpg

Agora queremos saber quem vão ser os ministros... e depois vamos acompanhar com interesse a discussão do Programa do Governo.

 

  Os nomes do Governo de António Costa

O rol completo dos nomes do próximo Governo já está em Belém. Na lista que o primeiro-ministro indigitado disse (e cumpriu) estar em condições de apresentar “imediatamente” ao Presidente da República constam:

Mário Centeno na pasta das Finanças, devendo levar consigo para a secretaria de Estado das Finanças ou do Orçamento Ricardo Felix Mourinho - que nos últimos tempos tem surgido como seu braço-direito.

Manuel Caldeira Cabral, o académico da Universidade do Minho que também integrou o grupo de economistas que redigiu o cenário macroeconómico (e encabeçou a lista de deputados por Braga), na pasta da Economia.

Augusto Santos Silva nos Negócios Estrangeiros. O professor na Faculdade de Economia da Universidade do Porto já ocupou várias pastas nos Governos socialistas: a Educação e a Cultura, com António Guterres; os Assuntos Parlamentares e a Defesa com José Sócrates.

A Justiça será entregue Francisca Van Dunem.

Pedro Marques (antigo secretário de Estado da Segurança Social com Vieira da Silva) é o titular do Ministério do Planeamento e Infraestruturas (nova designação para as Obras Públicas).

Maria Manuel Leitão Marques terá a tutela da Presidência e da Modernização Administrativa - levando consigo, para esta última, como secretária de Estado, Graça Fonseca. Ambas são colaboradoras de sempre de António Costa.

Não haverá ministro dos Assuntos Parlamentares - Carlos César será um “super” líder parlamentar. A ligação institucional entre o Palácio de São Bento e a residência oficial do primeiro-ministro caberá ao secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos.

Vieira da Silva volta à Segurança Social, Capoulas Santos à Agricultura e Adalberto Fernandes será ministro da Saúde. Tiago Brandão Rodrigues, investigador bioquímico, cabeça de lista por Viana de Castelo, ocupa a pasta da Educação. Manuel Heitor, professor catedrático do Técnico, antigo secretário de Estado de Mariano Gago, fica com a Inovação, Ciência e Ensino Superior.

O Ambiente (renomeado Ministério do Ambiente e Mobilidade) será entregue a João Matos Fernandes, que ocupava até aqui a presidência das Águas do Porto.

Para a Cultura, Costa convidou João Soares.

Constança Urbano de Sousa será ministra da Administração Interna. Eduardo Cabrita fica como ministro adjunto. A Defesa foi entregue a Azeredo Lopes, que liderou a ERC.

Ana Paula Vitorino será ministra do Mar, Miguel Prata Roque secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros e Mariana Vieira da Silva secretária de Estado Adjunta do primeiro-ministro. Margarida Marques será secretária de Estado dos Assuntos Europeus - Costa desistiu de criar um ministério com esta designação.

 

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«Diogo Quental» >> Fico contente com a Francisca Van Dunem na Justiça e João Soares na Cultura. Receio Centeno, que me parece precisar de maturar, e Santos Silva (que é, na prática, ter o Sócrates no governo).

«António Magalhães» >> Difícil compreender como é que se aceita uma antiga responsável pelos transportes que garantiu o não encerramento de várias linhas de caminho de ferro para ministra do Mar... E as linhas foram a do Tua, do Corgo e do Tâmega! à atenção do PCP e BE!

«David Ribeiro» >> Dos membros do grupo «Um novo norte para o Norte» já há um que vai para ministro… e é para a Defesa. Lá vai ficar o Presidente da Câmara do Porto sem Chefe de Gabinete [smile emoticon]. Em nome de todos os membros deste grupo desejo as maiores felicidades a José Alberto Azeredo Lopes nestas suas novas funções.

Resposta de Azeredo Lopes

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«Manuel Almeida» >> Não há problema. É por pouco tempo.

«David Ribeiro» >> Para quem não sabe o agora Ministro da Defesa – José Alberto Azeredo Lopes – é um grande Boavisteiro, doutorado em Relações Internacionais, professor da Escola de Direito da Universidade Católica do Porto e ocupou até agora o lugar de Chefe de Gabinete de Rui Moreira na autarquia portuense.

«Pedro Simões» >> 17 ministros? De facto ja acabou a austeridade para eles...

«David Ribeiro» >> Francisca Van Dunem na Justiça é capaz de ser uma má notícia para muita gente em Portugal e em Luanda… e ainda bem [wink emoticon]. 

«António Magalhães» >> E sobre a vice-presidente da Assembleia Municipal do Porto, não há nenhuma apreciação do nosso amigo David Ribeiro?

«David Ribeiro» >> Confesso que não sei das capacidades de Ana Paula Vitorino para as coisas do Mar… onde há tanto a fazer de importante e urgente.



Publicado por Tovi às 12:23
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2015
Calvão da Silva – cromo do XX Governo Constitucional

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O ministro da Administração Interna é um dos grandes cromos da caderneta deste novo Governo de Passos Coelho, para mal dos nossos pecados. Não bastava Calvão da Silva num passado recente ter emitido um parecer jurídico em que afirmava terem sido os 14 milhões de euros que o construtor José Guilherme deu a Ricardo Salgado um presente dado “ao amigo de longa data” que não punha de forma alguma em causa a “gestão sã e prudente” do BES, e de perante a calamidade que se abateu sobre Albufeira no passado fim-de-semana ter lamentado a "fúria demoníaca da Natureza" e assinalado que o homem que perdeu a vida "entregou-se a Deus e Deus com certeza que lhe reserva um lugar adequado", veio agora dar ordens para que as forças da GNR e PSP lhe preparem uma cerimónia oficial de boas vindas e que tem que ser ainda esta semana, antes do governo cair. Este cromo está a candidatar-se a ser o carimbado da caderneta.

 

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«Hugo Miguel» >> Caro David Ribeiro a quantidade de ódio ou inveja que observo nas suas palavras é acima da média. Fique sabendo que a parangona ilustrada do "quer cerimónia de boas-vindas" é um título que um jornalista escolheu. O que vejo aqui é um ministro que quer conhecer as bases e para isso organiza, e bem, uma visita às tropas. Onde está o mal disso? Antes de chamar pedante a quem quer que seja aconselho-o vivamente a olhar-se. Acredite que tenho-me contido muito com tanto disparate que aqui vejo. O ministro, como nortenho que sou e católico, não me envergonhou. A autenticidade conquistou-me. Acusam os políticos de serem de plástico e depois criticam-nos quando são autênticos. Sinceramente!

«David Ribeiro» >> Não tenho ódio nem inveja do ministro da Administração Interna, mas que é um dos grandes cromos da caderneta deste novo Governo de Passos Coelho não há dúvida, para mal dos nossos pecados.

«Antonio Camoes» >> Parolo provinciano

«Raul Vaz Osorio» >> Hugo Miguel, dê as voltas que quiser dar, um ministro a prazo que tem a pressa de fazer cerimónias de boas vindas neste contexto, é claramente pedante ou tonto. Qualquer pessoa de bom senso que não quisesse só aparecer, guardaria tais preparos para depois de perceber se vai ficar.

«Hugo Miguel» >> Caro Raul et vai para lá o ministro... recebe umas croas valentes e fica sentado a ler revistas sobre automóveis. Ng vai fazer visitas de boas vindas. Vai conhecer as tropas. Se trabalhar é ser pedante está tudo dito sobre o teor dos comentários que aqui leio ou dos gostos entusiásticos ao disparate. Caro David, já que percebe tanto de pareceres jurídicos e de Direito pode dizer-me onde fez a licenciatura, o mestrado e o doutoramento em Direito?

«David Ribeiro» >> Não tenho licenciatura em Direito mas o que estudei dá para perceber o que li sobre o parecer elaborado por Calvão da Silva sobre as "luvas" oferecidas por um construtor ao "Dono disto Tudo". E não foi só agora que li o que este senhor escreveu.

«Jorge Baldinho» >> Chamar provinciano ao ministro, não me parece nenhum insulto. Por mim, os Ministros poderiam ser todos oriundos da província. Um dos nossos últimos grandes Ministros até era de Santa Comba Dão. O que os jornalistas chamam de cerimónia de boas vindas, para mim, mais não é do que o cumprir de funções do Ministro da Administração Interna. Se tutela a GNR e a PSP, acho muito bem que se apresente e fique a conhecer as respectivas estruturas. Atacar o Ministro por ter chamado a atenção para a necessidade de ter seguro contra intempéries, sobretudo em zonas onde costumam ocorrer, também acho normal. O fenómeno que agora aconteceu em Albufeira, já tinha ocorrido em 2008 e a autarquia nada fez para evitar que se repetisse - engraçado é que ninguém ataca a Câmara que nada fez e todos atacam o Ministro da Administração Interna recém-chegado como se fosse ele o culpado. Portanto, qualquer pessoa minimamente avisada teria pelo menos tentado fazer um seguro. Aconselhar quem ainda não o fez, é um bom conselho. Quanto ao facto de o Ministro ter nascido em Montalegre e ter necessitado de ir para o Seminário para conseguir prosseguir os seus estudos, para mim, só abona a seu favor... Se fosse filho de alguém instalado no poder, com certeza que teria ido logo para um Colégio Privado com propinas principescas e acesso garantido à Universidade. Gostei da simplicidade, honestidade e humildade do Ministro. Houvesse muitos assim. Quanto ao parecer que o Ministro fez, enquanto professor de direito, num processo em que é arguido o Ricardo Salgado, entendo-o perfeitamente. Estava a fazer o seu trabalho, aquele para o qual com certeza foi pago e que lhe competia fazer. Ou será que o Sr Ricardo Salgado, O Sr Sócrates Pinto de Sousa e outros quejandos não terão direito a quem os defenda, sejam advogados, peritos ou professores de direito?

«Hugo Miguel» >> Jorge Baldinho comentários pertinentes, inteligentes, equilibrados e justos. Subscrevo.

«António Magalhães» >> Enquanto membro do corpo das SS, qualquer guarda de Auschwitz apenas fazia o seu trabalho. Também Adolf Eichmann (seguindo a cartilha de quem nada mais tem a alegar em sua defesa senão ser apenas um mero funcionário administrativo e até com com um trabalho burocrático sem valor acrescentado) o proclamou em Tribunal, o que não impediu que acabasse pendurado na ponta de uma corda! Quanto às declarações em Albufeira, nem o monsieur de La Palice teria dito melhor! Neste caso, e atendendo à sua escola em Singeverga, talvez seja mais apropriado actualizar o seu status para Monsenhor de La Palice...

«Maria Helena Costa Ferreira» >> declarações sem comentários possíveis!!!!

«António Magalhães» >> Uma questão que qualquer professor de direito deveria saber é que para acusar alguém, precisa de apresentar provas. Assim sendo, que provas é que o douto ministro tem em como os estragos em Albufeira foram obra de Deus? Eu, se fosse Deus, processava-o!

«Jorge Baldinho» >> Até os guardas do corpo da SS em Auschwitz e o Adolf Heichmann tiveram, em Nuremberga, advogados de defesa.

«Mario Reis» >> Eu sempre disse que o problema do centralismo Português não é Lisboa nem os Lisboetas... mas estes fidalgos das berças, habituados a todas as regalias e deferências da terrinha que os pariu que se alisbonam e levam com eles um sistema social caduco que nunca evoluiu, cheio de deferências antiquadas e caducas. Cresceram naqueles pequenos círculos de troca de favores, cheios de empregados baratos para tudo e transpõem para a governação as teorias do adro da igreja ...

«Gonçalo Graça Moura» >> se o ministro tivesse citado Maomé estava tudo caladinho... é chato um estado laico ter um ministro com um passado religioso, mas se isso for um factor de exclusão só estranho não ver o David Ribeiro a rasgar as vestes de ódio quanto ao candidato do PCP a presidente... o ministro só foi pré-seminarista e o Edgar Silva foi padre de facto... e quanto a Albufeira, já alguém se deu ao trabalho de ver o que é o "Act of God" em termos jurídicos internacionais para efeitos de seguro? fui ali ao lado "roubar": Acts of God: An event that directly and exclusively results from the occurrence of natural causes that could not have been prevented by the exercise of foresight or caution; an inevitable accident. Courts have recognized various events as acts of God—tornadoes, earthquakes, death, extraordinarily high tides, violent winds, and floods. Many insurance policies for property damage exclude from their protection damage caused by acts of God.

«David Ribeiro» >> Já não me dou ao trabalho de rasgar vestes por candidatos comunistas a inquilinos do Palácio de Belém… sejam ex-padres, ou daqueles que comem criancinhas ao pequeno-almoço :-)

«António Magalhães» >> É isso tudo e deixar queimar o refogado... wink emoticon

«Mario Reis» >> Esta tudo dito! foi um acto de Deus que pôs os corruptos do Município de Albufeira a contratar a impermeabilização de um leito de cheias para possibilitar outro acto de Deus que foram as cheias que permitisse que um Ministro que o é por um acto de Deus, pois por outra razão mais objectiva não vejo, vir a invocar em vão Deus numa acção de reconhecimento de um Acto de Deus! Ai Deus tira-me deste mundo que em que te fizeram há imagem deles e leva-me para um mundo onde nós somos há tua imagem.

«Gonçalo Graça Moura» >> o Acto de Deus não tem nada a ver com deus ou com que raio for que não seja a natureza... o facto de terem construído em cima de linhas de água e encanado uma ribeira é, na minha opinião, mais um dos actos criminosos feitos neste país que vão ficar sem castigo...

«Mario Reis» >> Fico mais descansado então que isto não tenha a nada a ver com ele Deus, pois já estava a ficar preocupado com tanta deusdice ! É os americanos para não O invocarem em vão dizem gosh (ou my gosh!), portanto este conceito de seguradoras qualquer dia vai-se chamar um Act of Gosh... com tanta beatice que nos envolve nos dias de hoje!

«Gonçalo Graça Moura» >> há jurisprudência sobre o assunto, houve até quem tivesse posto Deus em tribunal (até fizeram um filme sobre isso)... e não, não foi na América, mas na Austrália... provincianismos que a mim não me chocam, até porque sou ateu...

«Mario Reis» >> Eu sou agnóstico nem consigo afirmar que existe nem que não existe... na certeza porem que não existe o Deus inventado pelos homens! A existir será outro que está-se a marimbar para o que acontece ou não acontece com os humanos individualmente ou como um todo... e se somos há sua imagem comprova porque a maior parte só pensa nele mesmo e é ganancioso e está a marimbar-se completamente para com os outros e a humanidade.



Publicado por Tovi às 10:32
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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2015
Cavaco indigitou Passos Coelho

Cavaco Silva ac.jpg

E pronto!... Já temos Primeiro-Ministro, o que não quer dizer que tenhamos Governo estável e duradouro. Agora está tudo na mão dos 230 deputados da Nação. Mas também vai ser interessante saber a constituição deste novo elenco governativo de Passos Coelho e quais serão as linhas mestras do programa que irá apresentar à Assembleia da República.

 

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«Diogo Quental» >> Agora que já hà PM indigitado, vai haver alguma consequência política pela derrota escandalosa do AC? É que se não houver, alguém mais maldoso até poderia pensar que toda esta alucinação apenas serviu para desresponsabilizar o próprio...

«David Ribeiro» >> A procissão ainda vai no adro, pois foi assim que o Cavaco quis. Tanto quanto me parece este agora indigitado governo de Passos Coelho tem os dias contados e ainda vai ser António Costa a rir-se desta ((legítima) decisão do Presidente da República. Mas a forma mesquinha como Cavaco Silva no seu discurso tratou a esquerda parlamentar foi indigna de um mais alto magistrado da Nação.

«Diogo Quental» >> O PR esteve ao nível do comportamento da esquerda parlamentar. Tecnicamente mal, tacticamente já não sei. Acho que se tentou pôr em causa a democracia, pelo que talvez seja direito do PR endurecer o discurso.

«Miguel C Reis» >> A indigitação de Passos Coelho como primeiro-ministro não foi propriamente uma surpresa. Seria difícil que Cavaco Silva não testasse a remota hipótese de um governo da coligação passar na Assembleia da República, tanto mais quanto a PaF foi a força mais votada nas eleições. O que surpreendeu no discurso que ontem à noite Cavaco fez aos portugueses é fazer acompanhar a sua decisão de um autêntico apelo à rebelião dos parlamentares PS, lembrando enfaticamente que “é aos deputados que cabe decidir, em consciência e tendo em conta os superiores interesses de Portugal”. Numa intervenção profundamente ideológica e com momentos alarmistas, como quando invoca a quebra de confiança dos credores e dos mercados caso seja nomeado um Governo de esquerda, Cavaco acaba por deixar no ar um cenário de recusa de uma solução liderada por António Costa, ainda que ela resulte de uma maioria sufragada no Parlamento. Um cenário muito complicado e contraditório com o poder dos deputados que antes invocara.

«João Simões» >> Coitado do cavaco e da Maria. O cavaco fez um discurso de líder do PSD. Esqueceu se dos portugueses que votaram numa solução de esquerda e deram um cartão vermelho ao PAF. A decisão de indigitar passos não foi surpresa. O discurso radical é que foi uma lástima. Atirou 20pc do eleitorado para a clandestinidade.

«David Ribeiro» >> O Cavaco não previu esta hipótese?... Era por demais evidente e, no meu entender, o discurso de ontem do Presidente da República – apelo velado a uma cisão na bancada parlamentar do PS - só veio criar mais consenso em toda a esquerda parlamentar contra o agora indigitado governo de Passos Coelho.

PS moçao de rejeição 23Out2015.jpg



Publicado por Tovi às 07:45
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Quarta-feira, 12 de Agosto de 2015
Produção Industrial em Portugal

Produção industrial em Portugal 12Ago2015.jpg

Então como é?... Ia jurar que tinha ouvido os senhores do governo dizer que estávamos a melhorar.

 Notícia do "Jornal de Negócios online"



Publicado por Tovi às 16:44
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Quinta-feira, 16 de Julho de 2015
Acordo do Porto

 Acordo do Porto 15Jul2015 b.jpg

  Jornal Público

É uma espécie de reset entre a Câmara do Porto e o Estado, como definia, na tarde desta quarta-feira, um responsável da autarquia. No acordo anunciado nos Paços do Concelho, e a que o presidente da câmara, Rui Moreira, chamou “Acordo do Porto”, o município e o Estado põem fim a uma série de contenciosos entre ambos, que se arrastavam há anos. Tudo a troco de cerca de 40 milhões de euros, que incluem os cinco milhões de euros com que o Governo se comprometera a financiar a Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) ao longo de cinco anos. A câmara vai avançar com a construção do interface de Campanhã, que será pago pelo município.

 

 Pontos principais do “Acordo do Porto”

A Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) vai passar a ser detida em 100% pelo município sem perder o financiamento do Governo nos próximos cinco anos.

O Terminal Intermodal de Campanhã avança no imediato a cargo da autarquia. Os terrenos da REFER onde a Câmara vai construir o terminal, prometido em 2003 pelo governo de Durão Barroso e orçado, na altura, entre sete a oito milhões de euros, passam para a autarquia a custo zero.

A Câmara Municipal do Porto é indemnizada por ter cedido terrenos para a construção do Aeroporto.

Foram concluídos diferendos relativos à Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP), à Metro do Porto (a negociação põe fim à divergência sobre uma dívida, devido às obras no troço poente da avenida da Boavista) e à Ponte do Infante (o acordo liberta a autarquia do valor que o Estado pretendia que esta pagasse pela manutenção da travessia).



Publicado por Tovi às 08:43
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Sexta-feira, 1 de Maio de 2015
Greve na TAP

TAP a.jpg

Neste Primeiro de Maio o facto social e político mais relevante em Portugal é o início de uma greve de dez dias dos pilotos da TAP. O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) exige para os 985 pilotos da companhia aérea portuguesa uma participação no capital da empresa, na sequência de um acordo assinado em 1999, e ainda diuturnidades (subsídios de antiguidade) suspensas desde 2011. O Governo de Passos Coelho e Fernando Pinto, presidente executivo da transportadora, negam que isto alguma vez tenha sido acordado. O Grupo TAP tem uma dívida de 1.062 milhões de euros, capitais negativos em 512 milhões e as suas receitas na Venezuela estão retidas à espera de decisões judiciais. O panorama é negro e já todos dão a entender que o fim não será risonho, nem para os trabalhadores em particular, nem para os portugueses em geral. E depois de uns anos de relativo desafogo financeiro lá temos de novo a TAP com as calças nas mãos e à mercê do destino… é que já nem sabemos se alguém a quererá comprar nem que seja ao desbarato.

 

  JN online 1Mai2015 09h25

A TAP cancelou 21 voos até às 8.00 da manhã, na sequência da greve dos pilotos, sendo que destes 21, seis tinham sido cancelados na véspera. Segundo Carina Correia, porta-voz da Transportadora Aérea Portuguesa, foram realizados 52 voos, número que abrange os serviços mínimos e os regressos a Portugal - também incluídos nos serviços mínimos, sem especificar o número de ligações cumpridas fora deste contexto. (...) No Porto, foram cancelados quatro voos (Roma, Lisboa, Madrid e Rio de Janeiro). O ambiente no aeroporto de Francisco Sá Carneiro era tranquilo, mas o balcão da TAP já registava alguma afluência de passageiros que pediam informações.

 

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«Fernando Duarte» >> a partir de um certo montante de ordenado mensal, o direito à greve devia deixar de existir

«António Vidal» >> Direito á greve é inalianável. Podem é não ser justas. Pode ou não haver bom senso. Pode ou não haver qualquer ligação com a relação de trabalho, e aí os trabalhadores passam a abutres.

«João Thiago Rocha Ferreira» >> Tenho vôos marcados para Itália a 7 de Maio e é quase certo que será cancelado por causa desta greve, o que trará más consequências para mim e para mais 80 pessoas que iam receber formação minha. O meu vôo para Oslo a 15 de Maio já sofreu mudanças de horários pelo que já tive de mudar de planos. Sou mais que a favor do direito à greve. Mas não pode existir DEZ dias de greve, deve sim haver uma limitação porque nenhum trabalhador fica DEZ dias a protestar algo. Logo, não é de todo alienado porque um trabalhador que proteste 3 dias já se fez ouvir. Por isso, esta greve é inaceitável, é inconcebível, e absolutamente estúpida porque as consequências da mesma acabará em despedimentos.

«David Ribeiro» >> O mais grave nisto tudo é que há muito se deveria ter pensado seriamente no futuro da TAP e nada se fez, ou o que se fez foi asneira. A compra da Varig Manutenção foi um erro que se está a pagar muito caro e que consumiu todo o lucro que se tinha conseguido nos últimos anos.

«João Thiago Rocha Ferreira» >> É a pensar no futuro que se optou por esta via, concorde-se ou discorde-se. Mas temo que seja o próprio Sindicato dos Pilotos a marimbar-se pelo futuro da companhia.

«David Ribeiro» >> Vou mais longe nas minhas congeminações: Terá razão de existir uma companhia de aviação desta dimensão num país como o nosso? Se sim, teremos dinheiro para a sustentar?

«João Thiago Rocha Ferreira» >> O intuito da privatização responde à pergunta

«David Ribeiro» >> Sim, claro... Mas haverá quem esteja interessado em comprar uma TAP como a que conhecemos?... É que se é para transformar esta numa outra qualquer também podiamos ser nós (o Estado) a fazer isso.

«Joaquim Leal» >> Fernando Duarte, para ser sincero até não acho abusivo os ordenados dos pilotos para a habilitação e responsabilidade que têm. Lá fora, por exemplo na Qatar ou na Emirates é multiplicado por 3 ou 4, com regalias que aqui não dispõem, por exemplo casa, infantário para os filhos ou seguro de saúde tudo á borla. O que eu critico e acho mesmo é haver governantes no meu país que teçam este tipo de considerações – “Um piloto da TAP ganha mais do que um general, diz o ministro da Defesa” ...Eu preciso de um general para quê?

«David Ribeiro» >> Um general ainda vá que não vá... agora tantos é que não são seguramente precisos.

«Fernando Duarte» >> vocês não vêm que é uma armadilha ( na qual os pilotos caíram como patinhos estúpidos que são ) destinada a falir a TAP para que outra companhia compre a privatização por tuta e meia

«Joaquim Leal» >> O que está certamente na base desta greve é o interesse dos pilotos em quererem ser proprietários de parte da companhia perante a inevitabilidade da sua venda/privatização como é desejo do governo. Olha que na Carris, Metro e CP os motoristas e maquinistas se lembram da mesma coisa? Há pouco ouvia o comandante Ângelo Felgueiras, julgo que líder do sindicato dos pilotos na década de 90. Dizia ele mais ou menos isto: Em 1999 quando se celebrou o acordo de empresa previa-se 10 a 20% de participação dos pilotos no negócio do tráfego aéreo num tempo que era de vacas gordas. Agora exige-se a mesma participação sobre "nada" e com a ajuda desta paralização, "nada" vale "nada".

«Tiago Vasquez» >> A TAP a fechar iria prejudicar Lisboa, porque no Porto vivemos bem sem ela. Infelizmente.

«David Ribeiro» >> Ainda há momentos ouvi numa TV qualquer que o aeroporto de Faro não se estava a ressentir do cancelamento de voos da TAP... Podera, já poucos viajam para o Algarve nesta companhia.

«Jorge Veiga» >> Sempre em greve é um direito inalianável? E os passageiros que pagaram as viagens? E os portugueses que têm de pagar os prejuízos que a TAP vai acumulando, por esta e outras razões? Como é que se pode exigir ficar com 10 a 20% das acções da empresa só para a classe profissional dos pilotos? Os Pilotos são pessoas altamente qualificados e deixam-se cair em armadilhas? Estamos a falar de putos com a 4ª classe? Tenho visto esta gente dos transportes, quando não são uns são outros a fazer greves atrás de greves. Palhaçada que vai acabar dentro de uns meses.

«Tiago Vasquez» >> E no Porto mais de metade não é TAP ou TAL

«Joaquim Leal» >> Não me devo enganar muito mas voos TAP para Faro só os de e para Lisboa. Dois por dia, tudo o resto é estrangeirada.

«Emanuel Pedro» >> lixo tóxico fácil fecha a porta...

«Jorge Oliveira E Sousa» >> Se fosse médico não tratava um piloto grevista, se fosse padre não fazia o seu enterro, se fosse gasolineiro não lhes vendia gasolina, se fosse padeiro não tinha pão e assim por diante. É preciso de uma vez por todas colocar os pilotos no seu lugar. Não tenhamos medo deles. Rua... que vão voar para a Colombia onde devem ainda ganhar mais. Vivem quase todos na zona de Lisboa/Cascais. É preciso faze-los sentir a sua irresponsabilidade. E como estão quase todos juntos será mais fácil faze-los sentir o que custa ser indesejado nesta altura.

«Joaquim Magalhaes» >> Estava eu almocar e li no rodape num canal de televisao que um sindicalista da TAP ganhou 175 mil euros para originar esta greve, e aquilo que eu digo a muitos anos, pra estes sujeitos o Pais quanto pior melhor

«Joaquim Leal» >> Vou ser mais preciso: Esse senhor é comandante da TAP e enquanto tal tem por nome Lino Silva. Nas horas vagas é economista e andava a assessorar o sindicato dos pilotos desde 1999 como Paulo Rodrigues. Duas identidades para a mesma pessoa. Nunca dá a cara, recusa entrevistas e segundo os pilotos, utiliza uma linguagem económica e financeira que ninguém o percebe. Pelo menos entre 2007 e 2009 recebeu do sindicato a módica quantia de 1.176.450 "aéreos". Agora o melhor: Mesmo já desvinculado das obrigações de "part-time" continuou a receber do sindicato 250 euros á hora nos últimos dois anos o que totalizará os tais 170 mil euros referidos embora de forma "inexacta" pelo Joaquim Magalhaes. Noticia da RTP que revi para aqui vir comentar. Eu sei, sou muito invejoso.

«Joaquim Magalhaes» >> Amigo Joaquim Leal, peco desculpa se aquilo que disse nao foi totalmente correcto pois tava almocar e a passar no rodape da TV

«Joaquim Leal» >> Ora essa, "só" lhe acrescentou 5 mil aéreos o que me parece injusto ah ah ah

«Jorge Baldinho» >> Quando os trabalhadores de uma empresa pública fazem greve, estão a prejudicar todos nós, seus verdadeiros accionistas, enquanto contribuintes para o estado. A greve é pois contra os contribuintes portugueses, pois são esses que sustentam o estado que sustenta a TAP... Ou seja, eu não quero que os impostos que pago sejam para aumentar salários a pilotos, nem quero que 1/5 de uma empresa que existe à custa dos nossos impostos seja entregue a 958 pilotos... Por alma de quem?????




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