"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Domingo, 6 de Agosto de 2017
Bombardeamentos atómicos a Hiroshima e Nagasaki

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Estamos no septuagésimo segundo aniversário dos bombardeamentos atómicos a Hiroshima (6Ago1945) e a Nagasaki (9Ago1945), actos bélicos que mataram de 100 mil a 200 mil pessoas em questão de minutos, além de muitas outras dezenas de milhares que morreram como resultado da radiação nuclear nas semanas, meses e anos seguintes. Mas eu, cidadão “ocidental” nado e criado no pós-guerra, educado numa filosofia de Paz e harmonia entre os Povos, não posso no entanto esquecer os crimes de guerra praticados pelo Império do Japão durante a Guerra do Pacífico, um dos teatros de operações da Segunda Guerra Mundial no Sudeste Asiático, na qual o exército japonês matou milhões de não-combatentes, incluindo prisioneiros de guerra, de várias nações. A Sanko Sakusen ("Política dos Três Tudo") na qual os japoneses adoptaram uma táctica de terra queimada na China e que se resumia em "Mate Tudo, Queime Tudo e Saque Tudo", política iniciada em 1940 por Ryūkichi Tanaka (9Jul1893 – 24Nov1972) e implementada na sua totalidade em 1942 no norte do território chinês pelo general Yasuji Okamura (15Mai1884 – 2Set1966), são disso exemplo, que de acordo com o historiador Mitsuyoshi Himeta resultou na morte de "mais de 2,7 milhões" de civis chineses.



Publicado por Tovi às 14:42
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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2015
Bombardeamento Atómico a Hiroshima

hiroshima-ground-zero.jpg

Na próxima madrugada, quando forem 00h15 em Lisboa (08h45 no Japão) assinala-se o 70º aniversário do bombardeamento atómico a Hiroshima. Nesse dia 6 de Agosto de 1945 um bombardeiro americano B-29, o “Enola Gay”, lançou uma bomba atómica de urânio (baptizada “Little boy”) sobre esta cidade japonesa da costa do Mar Interior, provocando a morte imediata de cerca de 80 mil pessoas (30% dos seus residentes) e destruindo completamente 69% das construções da cidade. No final desse ano de 1945 os ferimentos e a radiação já tinham causado mais de 140 mil vítimas.

 

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«Pica Miolos» >> Azarito... Tivessem tido juízo em Dez de 41 e nada disto se teria passado!

«Antonio Cardoso» >> Entretanto a cidade renasceu das cinzas - Em Hiroshima, Julho de 2013

Hiroshima Jul2013 AntCardoso c.jpg

«Pedro Baptista» >> O que se vai assinalar é a derrota dos fascistas japoneses depois de fazerem na China e na Coreia aos habitantes bem pior do que os nazis alemães fizeram aos comunistas, socialdemocratas, judeus, negros, ciganos, eslavos de todos os países, na Europa... Hiroxima, tal como Dresden, era desnecessário mas foi o resultado da política imperial dos bandidos japoneses e alemães... Quem sofreu foi o seu povo que, porém, quando os governos se lançaram nas ofensivas criminosas, nunca se notabilizou por sinais de oposição às ditaduras, antes pelo contrário... C' est comme ça...

«Pica Miolos» >> E Filipinas!

«David Ribeiro» >> Este conflito da Guerra do Pacífico, cujo teatro de operações se desenrolou durante a Segunda Guerra Mundial no Sudeste e Sudoeste da Ásia, provocou do lado dos Aliados (EUA, China e outros) 4 milhões de militares e 17 milhões de civis mortos, sendo que do lado do Império Nipónico os números são 2 milhões de militares e 960 mil civis. Só na China foram cerca de 7,5 milhões de civis que morreram durante a ocupação japonesa, quando o Exército Imperial usou vários tipos de armas biológicas.

«Jose Riobom» >> Hoje quer uns quer outros, Alemães e Japoneses parece-me quererem trilhar caminhos muito próximos do passado... memória curta... muito curta...!

«Pica Miolos» >> José Riobom, esses afirmações são próprias de quem tem efectivamente a memória curta. Já experimentou falar com alemães acerca da WWII? É que os alemães não têm a memória curta e só eles sabem o quanto sofreram com a guerra e com o pós-guerra! Patético!

«David Ribeiro» >> Tenho dificuldade em entender como é que os japoneses dos dias de hoje ainda conseguem ter como “Sua Majestade Imperial” o filho de Hirohito, pois embora saibamos que no fim da guerra este tenha dito que estava arrependido do que os seus generais fizeram, ficou na história que realmente nunca exerceu objecção nenhuma. Se os americanos tivessem permitido a entrada dos chineses no território nipónico após o fim da Segunda Guerra Mundial, era capaz de não terem ficado muitos japoneses para contar como foi.

«Pica Miolos» >> Questionar o imperador no Japão é o equivalente a questionar Jesus Cristo no Portugal católico... Divindades, não se discutem!

«David Ribeiro» >> Sim, eu sei, Pica Miolos... mas continuo a ter dificuldade em entender.

«Jose Riobom» >> ...coitados alemães …e japoneses ...vitimas? sofredores?

«Cândido Correia» >> Fiz um estudo sobre a reabilitação das cidades e desse grande urbanista oriental... Kenzo!!



Publicado por Tovi às 09:45
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