"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 25 de Novembro de 2017
Faz hoje 42 anos… lembram-se?

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Não há dúvida… somos um Povo de lágrima fácil

 

   Comentários no Facebook

«Duarte Nuno Correia» - n'O Insurgente - Alguns poderão estar esquecidos, outros nunca terão ouvido, outros estarão equivocados e alguns terão escutado uma versão deturpada ou selectiva da coisa. Mas quando Jaime Neves e os restantes comandos impedem o golpe dos pára-quedistas de Tancos, impedem não apenas um golpe militar, mas o golpe militar da extrema-esquerda que visava garantir que Portugal passava de uma ditadura de direita para uma ditadura de esquerda, comunista e à boa moda soviética, isto assumindo que os arrufos entre estalinistas e maoístas se resolviam. Isto foi no dia 25 de Novembro de 1975. O 25 de Abril sem o 25 de Novembro teria sido uma mera mudança de cores de camisola. É, portanto, uma data tão alusiva à democracia como é o 25 de Abril, e, como tal, merece ser recordada, celebrada, felicitada, festejada. Um dos partidos que mais fez pela consolidação do 25 de Novembro foi precisamente o PS de Mário Soares. Que o Bloco de Esquerda, que mais não é do que a agremiação da UDP e do PSR, radicais que buscavam essa ditadura comunista, e o PCP, que, bom, é o PCP, não celebrem o 25 de Novembro parece-me coerente. Afinal, o sonho de uma ditadura comunista foi gorado. Que o PS alinhe no circo é que é absolutamente inaceitável. Uma vergonha.

«David Ribeiro» - O Mário Soares deve estar aos saltos no caixão.



Publicado por Tovi às 11:09
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Quinta-feira, 2 de Novembro de 2017
Uma injustiça histórica… até hoje

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(Arthur James Balfour, secretário britânico dos Negócios Estrangeiros entre 1916 e 1919 e autor da Declaração Balfour, de 2 de novembro de 2017 - Foto Wikimedia Commons)

É um dos documentos polémicos da História e faz 100 anos esta quinta-feira. Pela Declaração Balfour, os britânicos prometeram um “lar nacional” aos judeus num território que não era deles e onde os judeus eram minoritários. Hoje, os israelitas festejam; os palestinianos exigem a reparação dessa “injustiça histórica”.

   Expresso online de hoje, por Margarida Mota

 

  Comentários no Facebook

«Gonçalo Graça Moura» - Qual injustiça? Esqueces que pelo menos 30 anos antes o movimento sionista já investia nos territórios, tendo causado uma verdadeira revolução na agricultura e tendo feito com que zonas áridas fossem férteis e permitissem o estabelecimento de populações semi-nómadas, entre judeus e árabes... os "palestinos" são uma ficção pós guerra dos seis dias.

«David Ribeiro» - Mas há alguém, além dos senhores do poder israelita, que entenda que os palestinos não têm razão de existir?

«Gonçalo Graça Moura» - percebeste a coisa ao contrário, os "palestinos" é que acham que os israelitas não têm razão para existir... aliás foram criados para isso...



Publicado por Tovi às 11:22
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Domingo, 29 de Outubro de 2017
História recente da Catalunha

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(El fusilamiento de Lluis Companys en los fosos del castillo de Montjuic)

Nestes dias de forte tensão na Catalunha, após a declaração uniliteral da independência e a suspensão da autonomia da região pelo Senado espanhol, convém não esquecer que apesar de no século XIX ter sido severamente afectada pelas guerras napoleónicas e carlistas, a Catalunha representou desde essa altura a força industrial da Espanha, sendo a primeira a introduzir a industrialização através do vapor, com o têxtil a representar a força da indústria. O capital estrangeiro investiu na Catalunha e isso introduziu a siderurgia, além de outros novos elementos característicos da Revolução Industrial. Os primeiros bancos conseguiram grande impulso durante a chamada Febre do Ouro até à quebra dos mercados de 1866.
Durante a curta vida da Primeira República Espanhola (1873-1874) duas propostas de Estado foram debatidas em Madrid: A primeira delas via a Espanha como uma única nação, a segunda, apoiada pela Catalunha, pretendia um Estado federado. Após o golpe de estado monárquico de 1874 nasceu o movimento chamado em catalão "Renaixença", o início das reivindicações do catalanismo político. Com a proclamação da II República Espanhola, em 1931, reconheceu-se novamente a autonomia da Catalunha, tendo-se chegado a proclamar unilateralmente a República Catalã, mas esta proclamação não foi bem aceite pelo governo de Espanha, embora fosse uma proclamação federalista. Com a derrota dos Republicanos na Guerra Civil (1936-1939), a Catalunha perdeu novamente a sua autonomia, todas as instituições de autogoverno catalãs foram banidas, e sofreu uma importante e pesada repressão cultural e linguística (com a abolição e proibição do uso do catalão), por parte do Estado Nacionalista Espanhol, totalitário e de inspiração fascista. Em 15 de Outubro de 1940 o presidente catalão, Lluís Companys, foi fuzilado pelo regime fascista espanhol. Com a morte do ditador Francisco Franco (1975) e o fim da ditadura, a Catalunha foi a primeira comunidade a recuperar outra vez a sua autonomia, restaurando a Generalitat (exilada desde o fim da Guerra Civil em 1939) e adoptando um novo Estatuto de Autonomia em 1979.

Com uma história destas quem duvida que mais-dia-menos-dia a agora auto-proclamada República Catalana será uma realidade?

 

   14h00 de hoje

Milhares de pessoas manifestam-se em Barcelona contra a independência da Catalunha - Como sempre nestas coisas os números são díspares e feitos à vontade de cada um: polícia municipal diz serem cerca de 300 mil e a organização garante que são mais de um milhão. Mas não há dúvida que a Catalunha está completamente dividida e a marcação de eleições na comunidade autónoma para Dezembro só vai contribuir para o extremar das posições. Puigdemont e Rajoy arranjaram uma bonita encrenca… que não sabemos como irá acabar.



Publicado por Tovi às 12:14
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Quinta-feira, 24 de Agosto de 2017
24 de Agosto de 1820

Foi no dia de hoje... já lá vão uns anitos. 

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Há 196 anos, eclodia no Porto uma revolução que veio pôr um ponto final no Portugal medieval, fazendo entrar o país na modernidade. Às primeiras horas da manhã do dia 24 de agosto de 1820, o coronel Sebastião de Brito Cabreira reuniu as tropas revoltosas no campo de Santo Ovídio (atual praça da República). Após a realização de uma missa campal, a que assistiu com os soldados, mandou dar uma salva de artilharia de 21 tiros. Anunciava-se, assim, que começava um novo ciclo na história do país: Portugal entrava na modernidade, abraçando o regime liberal.

  Artigo completo de Manuel de Sousa, publicado hoje no Porto24




Sábado, 8 de Julho de 2017
Porto... terra de Liberdade #2

  Pedro Baptista, na sua página do Facebook

Bom Dia, Amigas e Amigos,
Há 185 anos, os liberais desembarcavam no Porto, precisamente nas praias a norte de Pampelido, dando força militar vitoriosa à corrente liberal dominante na cidade. Iniciar-se-ia o Cerco do Porto e a Guerra Civil, posto o que, com a vitória portuense, se formava o Portugal moderno. (A gravura pertence ao Arquivo Distrital do Porto).

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  CMP - Porto Cultura

Vários locais, edifícios, monumentos, templos e ruas integram a "Rota PORTO LIBERAL", lançada neste 8 de julho, data em que há 185 anos se deu o desembarque de Mindelo. Além da Câmara Municipal, a revisitação histórica pela geografia da cidade é promovida pela Venerável Irmandade de Nª Srª da Lapa, o Exército Português através do Museu Militar do Porto, a Direção Geral do Património Cultural, a Santa Casa da Misericórdia do Porto através do MMIPO - Museu e Igreja da Misericórdia do Porto e a Direção Regional de Cultura do Norte.



Publicado por Tovi às 10:19
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Sexta-feira, 7 de Julho de 2017
Porto... terra de Liberdade #1

   Pedro Baptista, na sua página do Facebook

Bom Dia, Amigas e Amigos!
Ao anoitecer de 7 de Julho de 1832, faz hoje 185 anos, tremeram as hostes absolutistas que dominavam a cidade do Porto: para seu grande espanto, a esquadra liberal estava à vista. Não contavam que D. Pedro IV e os seus estrategos decidissem o local do desembarque, tendo como critério primeiro o politico: o Porto era a cidade que, pela sua tradição e composição, dava mais garantias de apoio à causa liberal. A esquadra tentou desembarcar em Vila do Conde, mas as parlamentações com a guarnição militar correram mal, pelo que foi escolhido outro local “légoa e meia” mais a Sul… Mas isso é para amanhã, o dia do desembarque...
Para hoje, fiquemo-nos com o nº 1 da Crónica Constitucional do Porto, 11 de Julho de 1832, edição de 4ª feira:

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Noticia Official das operações do Exercito Libertador.
Porto 10 de Julho de 1832.
S. M. I. fez-se á vela, com o Comboio, que se achava surto na praia defronte de Ponta Delgada, no dia 27 de Junho, pelas 2 horas da tarde, e seguio viagem com o tempo mais favorável, até ao dia 7 de Julho, em que deo vista da Costa de Portugal, na altura de Villa do Conde; pelas 7 da tarde do mesmo dia, achava-se todo o Comboio nas agoas daquela costa (…)
No dia 8, pelas 9 horas da manhã, mandou o mesmo Augusto Senhor içar na Fragata Rainha de Portugal o pavilhão Real que foi saudado com uma salva de vinte e um tiros, pelas embarcações de guerra (…) S. M. I., havendo assim cumprido com o que o seu Coraçaõ dictava, ordenou que o Exercito desembarcasse no ponto que já se achava fixado, entre Villa do Conde e o Porto (…) Em consequência daquella ordem, pelas 2 horas e meia da tarde, as embarcações de guerra tomáraõ posição na praia de Mindelo, a meia distancia, pouco mais ou menos, daquelas duas povoações, e a menos de tiro de metralha da terra; e ás 3 horas começou o desembarque, sem opposiçaõ alguma; aparecendo apenas em reconhecimento poucas patrulhas de Cavallaria, que foraõ desalojadas por alguns tiros do Brigue Liberal.
A Guarniçaõ do Brigue de guerra Conde de Villa Flor foi a primeira que, saltando em terra, cravou a Bandeira da Senhora D. MARIA II (…)
S. M. I. desembarcou ás 6 horas da tarde, entre aclamações e enthusiasmo inexplicável da tropa, e bênçãos de inumerável concurso de habitantes, que de todas as aldêas próximas vinhão vêr e saudar, como eles mesmos diziaõ, o seu Libertador.



Publicado por Tovi às 15:03
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Quinta-feira, 29 de Junho de 2017
O Arco de Sant’Ana

O-Arco-de-Sant-Ana bbb.jpgNão me recordo do “Rapa Côdeas” (aka Gaspar da Costa), meu professor de Português no liceu Alexandre Herculano, alguma vez me ter mandado ler O Arco de Sant’Ana, mas embora soubesse vagamente qual o enredo deste romance de Almeida Garrett só agora, já sessentão, me deu para o ler e me deliciar com a evocação da vida social e política do burgo portuense, agitada pelos motins dos mesteirais, conduzidos pelo jovem Vasco e apoiados pelo rei D. Pedro, numa luta contra a oligarquia política, encarnada pelo bispo e seus acólitos, em especial Pêro Cão, cobrador de impostos.

E dei comigo a pensar que já está na hora – décimo sétimo ano do século XXI - de nos tornarmos todos MESTEIRAIS cá pela Cidade Invicta. Não estará?

 

  O Arco de Sant’Ana

Porto Editora
Depósito Legal: 321475/11
ISBN: 978-972-0-04980-3



Publicado por Tovi às 12:01
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Sábado, 4 de Fevereiro de 2017
O Porto sempre contra a Ditadura

...mesmo quando o nosso sangue corria pelas ruas da cidade.

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  Pedro Baptista no Facebook

Fez ontem 90 anos - 3 de Fevereiro de 1927 – que eclodiu no Porto a primeira tentativa de golpe militar contra a Ditadura que se tinha instaurado em 28 de Maio no ano anterior. Malgrado a grande mobilização militar e popular na cidade do Porto e o apoio de grande parte das unidades militares nortenhas, o levantamento acabou por falhar pela indisponibilidade das unidades da capital que parece, tal como em 31 de Janeiro de 1891, não terem gostado da iniciativa a Norte. Lisboa haveria de aderir ao levantamento militar apenas no dia 7, ou 8, quando o Porto, depois de ferozmente bombardeado durante toda a semana e com centenas de mortos, já tinha sido obrigado a render-se para poupar a vida dos seus soldados. Sarmento Pimentel, um dos revoltosos que só haveria de voltar ao país depois de 1974, chamou ao levantamento lisboeta do Largo do Rato, a Revolução do Remorso! Bem observado!



Publicado por Tovi às 08:30
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Sexta-feira, 7 de Outubro de 2016
Revolta dos Taberneiros

Ao ouvir falar de um possível novo imposto sobre o vinho, lembrei-me disto:

 

Revolta dos Taberneiros 1757 ab.jpgEm 1757 o Porto foi palco de duas revoltas populares contra a Companhia Geral de Agricultura e das Vinhas do Alto Douro, instituída em 1756 por Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal. O descontentamento motivado pela formação desta companhia monopolista não só se fez sentir entre os agentes ligados à produção e comercialização de vinho do Porto, nomeadamente os comerciantes ingleses e seus colaboradores, mas também entre os numerosos taberneiros, tanoeiros e pequenos armazenistas da cidade.
O primeiro e principal motim aconteceu na manhã do dia 23 de Fevereiro ao som dos sinos da Sé e da Misericórdia. Os amotinados, reunidos na Cordoaria e gritando palavras de ordem, avançaram até à casa do juiz do povo, sita no Largo de S. Domingos, que foi arrastado pela turba e conduzido numa cadeirinha por, alegadamente, se encontrar indisposto.
O numeroso e exaltado cortejo seguiu até à Rua Chã, ao encontro das residências do regedor das justiças, a quem foi exigida a extinção da Companhia, e do provedor Luís Beleza de Andrade. O escritório da Companhia, a habitação do seu provedor - de onde um criado disparou sobre os revoltosos - e as casas vizinhas de Manuel Barroso (secretário da Companhia) e de Custódio dos Santos (seu deputado) foram vandalizadas.
Depois destes episódios violentos os ânimos serenaram e pelas três da tarde a cidade já assistia à Procissão das Cinzas. Porém, esta afronta ao poder central estava longe de ser esquecida, pois, apesar da aparente passividade das autoridades, a notícia do motim chegara rapidamente a Lisboa através da relação enviada pelo Desembargador Bernardo Duarte de Figueiredo.
Cinco dias mais tarde, a 28 de Fevereiro, D. José I ordenou a João Pacheco Pereira de Vasconcelos que abrisse no Porto uma devassa. A 15 de Março, pouco depois da chegada do enviado régio, rebentou segundo motim.
Destes levantamentos populares resultou o apuramento de 462 suspeitos, 26 dos quais foram condenados à pena capital (21 homens e 5 mulheres), a ocupação militar da cidade por vários regimentos da Beira, do Minho e de Trás-os-Montes, a responsabilização dos portuenses pelo aboletamento das tropas, o lançamento de um imposto para pagar os soldos e munições de guerra, a mudança da vereação, a extinção da "Casa dos 24" e, ainda, a nomeação de João de Almada e Melo para Governador do Partido Militar do Porto.
No final, oito condenados conseguiram fugir, uma mulher escapou à forca por se encontrar grávida e os restantes 17 sentenciados à pena capital foram enforcados ou decapitados no dia 14 de Outubro de 1757. As suas cabeças foram colocadas nos patíbulos e os corpos, esquartejados, expostos no Largo de S. Domingos, nas ruas Chã e de Cimo de Vila e no terreiro de Miragaia.



Publicado por Tovi às 08:57
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Domingo, 26 de Junho de 2016
Batalha de São Mamede

Passaram na sexta-feira 888 anos sobre a data em que aconteceu a Batalha de São Mamede, momento tão bem recordado neste texto do meu amigo Pedro Baptista:

Batalha de São Mamede 24Jun1128 aa.jpg

Portugal tem hoje, dia de São João, o octingentésimo octogésimo oitavo aniversário da sua fundação, a entendê-la, como a nosso ver deve ser entendida, com a Batalha de São Mamede, ocorrida em Guimarães a 24 de Junho de 1128. Foi nesta ocorrência que Afonso Henriques rompeu definitivamente com o domínio galego sobre o Condado Portucalense, prendendo a mãe e todo o seu séquito galeguista. A partir daqui, com o apoio dos senhores do Entre Douro e Minho e alargando o seu domínio a todo o território até Coimbra, Afonso vai assinar “pela providência de Deus, príncipe de todo o Portugal". Esta aventura de um país independente tinha começado a e sua consecução, ao cabo destes 888 anos, tem contornos que, por vezes, parecem indicar ter sido um milagre. Com base nas noções de equilíbrio, simetria, infinitude e eternidade o 888 é um número mítico das numerologias que indica, no oriente, triplamente saúde e prosperidade. Assim seja, embora, sem mitos, não pareça nada.



Publicado por Tovi às 12:00
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Domingo, 20 de Dezembro de 2015
Transferência da soberania de Macau

Macau 20Dez1999 aa.jpg

Eram 17 horas e quatro minutos do dia 20 de Dezembro de 1999 e o Sol começava a pôr-se sob as águas do rio das Pérolas quando o general Rocha Vieira, depois de dar alguns passos na passadeira vermelha que atapetava o empedrado da calçada à portuguesa, olhou uma derradeira vez para a fachada do edifício e para a janela da sala que lhe serviu de gabinete nos últimos nove anos. O seu olhar deteve-se por alguns instantes no escudo português em pedra cravado no palácio e depois, com passo seguro e de cabeça levantada, mas sem nunca descolar a bandeira dobrada do peito, o governador entrou no carro com a sua mulher e partiu, por entre aplausos e alguns choros das centenas de pessoas que se aglomeravam no passeio.

 

Macau séc XVI ou XVII aa.jpg

Convém não esquecer que os portugueses estabeleceram-se ilegal e provisoriamente em Macau entre 1553 e 1554, sob o pretexto de secar a sua carga (Macau encontrava-se numa posição privilegiada das rotas comerciais portuguesas nas mares da China). Em 1557, as autoridades chinesas deram finalmente autorização para os portugueses se estabelecerem permanentemente em Macau, concedendo-lhes um considerável grau de autogovernação. Em troca, os portugueses foram obrigados a pagar aluguer anual (cerca de 500 taéis de prata) e certos impostos a estas autoridades, que defendiam que Macau continuava a ser parte integrante do Império Chinês. As autoridades chinesas tiveram desde sempre algum medo e desprezo pelos estrangeiros, passando a supervisionar atentamente os portugueses de Macau e a exercer, até meados do século XIX, uma grande influência na administração deste entreposto comercial.



Publicado por Tovi às 13:55
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Domingo, 21 de Junho de 2015
Hino da Maria da Fonte

Gosto deste hino... Letra de Paulo Midosie e música de Maestro Frondoni, aqui numa versão cantada por Vitorino.



Publicado por Tovi às 08:10
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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2015
Foi há 70 anos…

Auschwitz d.jpg

A 27 de Janeiro de 1945, as tropas soviéticas entravam no campo de concentração de Auschwitz.

Para assinalar um dia histórico, o Expresso disponibiliza online um texto publicado originalmente a 28 de Janeiro de 1995, onde alguns dos sobreviventes evocam o drama e se reflete sobre um episódio julgado impensável (ver aqui).



Publicado por Tovi às 10:22
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Domingo, 25 de Janeiro de 2015
Evezones – Guarda Presidencial Grega

Render da guarda em Atenas a.jpg

O dia de hoje é dedicado aos Helénicos… e lembrei-me que os Gê-Ene-Erres lá da Grécia - collants brancos, saiotes ao estilo de tutu de ballet e chancas com grandes pom-pons - têm um ar amaricado, não têm?...

E depois querem que lhes tenham respeito



Publicado por Tovi às 15:46
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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2014
Memórias (1º volume) de Pedro Baptista

Pedro Baptista apresentação Memórias vol1 e.jpg

Sexta-feira passada, ao fim da tarde, no Átrio dos Paços do Concelho, no Porto, estive presente no lançamento do 1º volume das MEMÓRIAS de Pedro Baptista. Foram oradores: Rui Moreira, Presidente da Câmara do Porto; José Manuel Cordeiro, Historiador; José Queirós, Jornalista; e José Sousa Ribeiro, Editor.

Queiram fazer o favor de não mandar bocas foleiras sobre a qualidade das fotos. As condições de luminosidade não eram as ideais para o meu LG-P970 (5.0 mega pixel) e o fotógrafo também não é de grande qualidade

Pedro Baptista Memórias vol 1 b.jpg



Publicado por Tovi às 08:34
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