"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 11 de Julho de 2017
Mossul libertada

mosul1.jpg

O domínio do autoproclamado Estado Islâmico sobre a cidade iraquiana de Mossul acabou, após uma luta intensa iniciada em outubro do ano passado pelas tropas regulares iraquianas, apoiadas por milícias e pelo exército curdo, contra os jihadista Daesh que ocupavam várias áreas do norte do Iraque desde o verão de 2014.



Publicado por Tovi às 08:23
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Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2017
Resposta do Iraque ao ultimato do MNE

Embaixada Iraque em Lisboa.jpg

No seguimento das agressões a um jovem em Ponte de Sor perpetuadas pelos dois filhos do embaixador iraquiano em Lisboa ficou hoje a saber-se pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, que as dúvidas suscitadas pela diplomacia de Bagdade sobre o caso foram enviadas à Procuradoria-Geral da República para esta, se entender pertinente, facultar eventuais elementos adicionais que permitam ao Governo deliberar sobre este caso tendo em conta o estipulado na Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas. É o que se chama dizer “nin” às perguntas dos portugueses sobre este caso.

Os filhos do Embaixador do Iraque em Portugal (24Ago2016)

Não há nada que o dinheiro não compre... (3Set2016)



Publicado por Tovi às 10:34
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Sábado, 31 de Dezembro de 2016
As Guerras de 2016

Este ano que agora acaba foi fértil em conflitos armados, sendo os do Médio Oriente e da Ásia aqueles que directamente ou indirectamente mais afectaram a “nossa” Europa.

Ora vejamos:

Maa aa.jpg

SÍRIA - As forças governamentais sírias desde o início deste ano de 2016 que avançaram de forma determinada contra os “rebeldes” acantonados em Aleppo e Palmira, a pérola do deserto sírio, região tomada desde 2014 pelo Daesh e Frente al-Nusra. O exército sírio anunciou em Maio a libertação oficial de Palmira, mas as forças do Daesh conseguiram mais uma vez entrar na cidade e ocuparam alguns bairros e a parte histórica da cidade. Ainda hoje se combate na zona. Ontem, 29 de Dezembro, o governo de Bashar al-Assad e a oposição síria concluíram um acordo de cessar-fogo mostrando-se dispostos a iniciar negociações de paz. A situação em Aleppo, capturada pelos rebeldes em 2012, agravou-se no fim no ano em curso. Entretanto, graças a uma ofensiva intensa das tropas governamentais sírias e ao apoio da Força Aérea russa, depois de três meses de combates violentos a cidade foi libertada. Segundo os últimos dados, da cidade já foram evacuadas mais de 37 mil pessoas.

IRAQUE - O Iraque iniciou o ano de 2016 dominado pelo terrorismo. Execuções públicas de civis pelo Daesh e ataques suicidas nas ruas de cidades iraquianas era uma coisa habitual. Mais de 90 mil quilómetros quadrados do território iraquiano estava sob o controle do Daesh. Em Fevereiro, o primeiro-ministro do Iraque, Haider Al-Abadi, declarou que o exército iraquiano iria fazer os possíveis para que 2016 fosse o último ano do Daesh no país. É evidente que a luta contra o terrorismo no Iraque ainda está longe do fim, mas as tropas governamentais e milícias curdas conseguiram avanços significativos durante o ano. No fim de Junho foi libertada a cidade de Fallujah, que fica a 53 km a oeste de Bagdad e que era controlada pelo Daesh desde 2014. A principal operação realizada no Iraque neste ano é a libertação da cidade de Mossul, tomada pelo Daesh em 2014. A ofensiva foi iniciada em 16 de Outubro. O maior obstáculo à libertação da cidade é o facto de que o Daesh usa os residentes de Mossul como escudo humano. Já passaram mais de dois meses desde o início da operação e as forças iraquianas já controlam a maior parte da cidade. Em recentes declarações o ministro das Relações Exteriores iraquiano, Ibrahim Al-Jaafari, disse que o Iraque não tem pressa de libertar Mossul porque o seu objectivo não é somente expulsar os terroristas da cidade, mas salvar as vidas dos civis, que podem sofrer durante a intensa ofensiva. O primeiro-ministro iraquiano prometeu que o Iraque derrotará o Daesh nos próximos três meses.

IÉMEN - O Iémen já há dois anos que está dominado pelo conflito entre rebeldes-houthis do movimento xiita Ansar Allah e parte do exército leal ao ex-presidente iemenita Ali Abdullah Saleh, de um lado, e as forças governamentais e milícia leal ao presidente iemenita Abd Rabbuh Mansur Al-Hadi, de outro. O governo recebe apoio aéreo da coligação liderada pela Arábia Saudita. Em resposta a isto, os houthis têm intensificado os combates nas várias regiões do reino. O ano de 2016 começou para o Iémen com o fim do cessar-fogo. Em Fevereiro, a ONU disse que no país existe uma situação de catástrofe humanitária, que se agravou pelo facto de as partes beligerantes criarem obstáculos ao fornecimento de ajuda humanitária para a população civil do país. Ao mesmo tempo, foram prolongadas as sanções internacionais contra os líderes de partes que se enfrentam no país, inclusive o embargo de armas. Em Março soube-se do início das negociações secretas entre houthis e representantes sauditas. Um novo cessar-fogo foi acordado a 11 de Abril. Entretanto, as tréguas no Iémen não duram muito porque as partes as violam constantemente e recomeçaram as hostilidades. A ONU declarou repetidamente que as forças da coligação liderada pela Arábia Saudita são responsáveis pela maioria dos casos de morte de civis em resultado de ataques aéreos. Em Junho, as partes beligerantes realizaram a maior troca de prisioneiros. Em Outubro, um ataque aéreo contra um edifício em Sanaa, onde se realizava uma cerimónia fúnebre, teve grande ressonância internacional. Em resultado do ataque foram mortas mais de 200 pessoas, cerca de 500 ficaram feridas. Mais uma tentativa de cessar-fogo foi anunciada em Novembro, mas fracassou três dias depois. No fim deste mês de Dezembro, as autoridades iemenitas concordaram com o plano de paz proposto pela ONU. Segundo este plano, os houthis devem abandonar as posições tomadas e deixar as armas, após o que o processo político pode iniciar-se.

AFEGANISTÃO - O ano de 2016, como sempre, foi marcado no Afeganistão por uma série de atentados organizados pelo grupo radical Talibã. O grupo terrorista Daesh espalhou-se para os países da Ásia Central, embora a sua influência não tivesse atingido um nível que criasse uma ameaça real. As forças de segurança do Afeganistão começaram uma luta independente contra os talibãs e militantes do Daesh. Os confrontos continuaram por todo o ano. Entretanto, as autoridades afegãs fizeram tentativas de regularizar o conflito por meio de negociações. Em Abril tornou-se público que se iniciaram negociações entre talibãs e autoridades afegãs, mas que ainda não levaram a quaisquer resultados. Ao mesmo tempo, foi morto o líder do Talibã Akhtar Mansour, o seu lugar passou a ser ocupado por Mullah Haibatullah Akhunzada. Em Julho, um grande atentado sacudiu a capital afegã, atingindo uma manifestação pacífica contra um projecto de linhas eléctricas, tendo morrido mais de 80 pessoas. O Daesh assumiu a responsabilidade. O grupo terrorista também conseguiu lançar uma grande ofensiva contra a parte central do Afeganistão em Outubro. A situação até hoje permanece tensa.



Publicado por Tovi às 09:23
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Quinta-feira, 3 de Novembro de 2016
A “técnica” dos escudos humanos

Mossul escudos humanos 1Nov2016.jpg

O chefe do Estado-Maior russo, Valery Gerasimov, anunciou para o próximo dia 4 de Novembro mais uma “pausa humanitária” nos violentos combates que têm vindo a acontecer na cidade síria de Aleppo, “para evitar o surgimento insensato de vítimas”. Mas já em 20 de Outubro uma pausa humanitária tinha sido declarada pela Rússia para garantir a segurança durante a evacuação dos civis da zona leste desta martirizada cidade. Oito corredores foram criados especialmente para a acção, tendo no entanto o grupo terrorista Frente al-Nusra, actualmente conhecido como Jaish al-Fatah, atacado os civis que tentavam deixar a cidade, impossibilitando, assim, a saída dos mesmos.
No Iraque o mesmo está a acontecer na região de Mossul, havendo relatos que afirmam estar o grupo jihadista Estado Islâmico a tentar transportar milhares de civis de uma região do sul de Mossul para o centro da cidade, a fim de serem usados como escudos humanos na batalha contra o exército iraquiano, que está a avançar sobre Mossul e abriu nas últimas horas vias de acesso estratégicos para libertar a cidade bastião do Estado Islâmico.
Não nos devemos esquecer que o sequestro de civis num conflito armado é um crime de guerra.

 

Aleppo é a maior cidade da Síria, capital da província homónima que se estende em torno da cidade, cobrindo uma área de 18.482 quilómetros quadrados e abrangendo uma população de mais de 5 milhões de habitantes (estimativa de 2008), o que faz dela a maior província da Síria em termos de população.

Mossul é a terceira maior cidade do Iraque, depois de Bagdad e de Baçorá. Está localizada no norte do Iraque e é a capital da Província de Ninawa, a cerca de 400 km a noroeste de Bagdad. A cidade original fica na margem oeste do rio Tigre, oposta à antiga cidade assíria de Naīnuwa, na margem oriental, mas a área metropolitana já cresceu a ponto de abranger áreas significativas em ambas as margens, com cinco pontes ligando os dois lados. A maioria de sua população (cerca de um milhão e oitocentos mil habitantes) é árabe (assírios, arménios, turcomanos e minorias curdas).



Publicado por Tovi às 09:02
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2016
A batalha pela libertação de Mossul

Mossul Out2016.jpgCom os russos a consolidarem cada vez mais a sua posição no apoio a Bashar al-Assad na guerra civil da Síria, não é de admirar que os EUA tenham musculado cada vez mais a luta no Iraque contra o Estado Islâmico, consubstanciada em ofensivas com meios aéreos consideráveis e forças especiais para a chamada guerra não-convencional. Nas operações estratégicas para a conquista de Mossul, que teoricamente estão a cargo do governo iraquiano, participam, além do exército “desbaathificado” e, portanto, dominado por milícias xiitas, os sempre presentes combatentes curdos e grupos de “voluntários” armados e treinados pelo Irão, numa salgalhada de obediências políticas diversas e tradicionalmente inimigas, o que diz bem da situação em que se encontra aquela região. A ofensiva em curso para a conquista de Mossul, terceira maior cidade do Iraque, vai certamente desencadear a fuga de grande parte dos cerca de milhão e meio de habitantes, além de ser mais do que provável a sabotagem pelo EI em retirada das vária pontes sobre o rio Tigre e dos sistemas de electricidade e abastecimento de água, criando uma catástrofe humanitária de proporções inimagináveis. Será que a “coligação” iraco-americana conseguirá policiar a região após a sua conquista?... E o DAESH, ao ver-se derrotado em Mossul, aceitará ser privado de território e pôr fim à ilusão utópica do califado?... Não será que tudo isto irá aumentar as acções terroristas por esta Europa fora?... As coisas não estão fáceis e a culpa é toda nossa que andamos durante demasiado tempo a assobiar para o lado e a ignorar os grupos jihadistas que viviam ao nosso lado.

 

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«Rogerio Silvestre» >> faz lembrar: "se tens pau pega lá no teu...." todos criaram o problema e ninguém resolve, mas o orgulho, esse é o ultimo a morrer… tudo o o rsto é colateral e coisa da ONU, com sede duvidosa

«Conceição Oliveira» >> Não tenho a pretensão de saber discutir estes conflitos que fazem o mundo viver uma instabilidade sem igual... além de tanto sofrimento a milhões de pessoas!...Apesar da minha ignorância no assunto penso que tudo isto é um embróglio de interesses e fanatismo sem igual?!... Será que os todos poderosos do mundo não têm capacidade de pensarem nas atrocidades que cometem diáriamente contra o ser humano?!...

«Vanda Salvador» >> É uma situação dramática, para o nosso mundo. O mais triste é que sempre nestes conflitos, aliás foi sempre asim ao longo da História, o que prevalece são os interesses económicos.



Publicado por Tovi às 10:15
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Sábado, 3 de Setembro de 2016
Não há nada que o dinheiro não compre...

...é o que dizem

Ponte de Sor 2Set2016 aa.jpg

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«Luiz da Cunha» >> Meu caro David, entre passar anos a lutar contra moinhos de vento e chegar ao fim e perder a causa para os ricos e poderosos, parece-me sensato e nada reprovável, um acordo monetário... sempre não perdem tudo !!!

«David Ribeiro» >> Sim, concordo... Mas a Justiça não é só "toma lá dinheiro".

«Luiz da Cunha» >> Mas... família simples contra Embaixador, que esperas???

«Jose Bandeira» >> Gosto de pragmatismo: o que pode fazer uma pacata família de Ponte de Sôr contra a comunidade diplomática? Pelo menos que tirem proveito financeiro para ajudar o rapaz a construir a sua vida após este traumático acontecimento.

«David Ribeiro» >> Ok... Mas o Ministério Público que reclame por Justiça, é o mínimo que desejo.

«Luiz da Cunha» >> Estamos em Portugal... esqueceste?

«Mario Pinheiro» >> Não estará o I a colaborar na estratégia iraquiana? Infelizmente a imprensa presta-se a estes papeis. Como diz o David o dinheiro governa quase tudo e todos.

«Isabel Gentil Quina» >> Aceitem porque justiça não vai haver :(((

«Joana Lbird» >> Gonçalves Mas isto não é um crime publico??? Obde anda o Mp neste caso????

«Ilidio Graça» >> Eu aceitava o dinheiro e com esse mesmo dinheiro contratava uns "bons rapazes" que terminassem com a raça da escumalha que feriu o meu filho.

«Jose Riobom» >> 1.o Quem tem cú tem medo.A guerra neste caso estava perdida à partida. Nunca percebi quem começou o quê....a família está a lidar com gente muito poderosa além de gente muito perigosa também. 2.o Quase aposto que as indemnizaçőes serão generosas, incluirão tratamentos médicos altamente especializados. 3.o O Ministério Público por força dos envolvidos usará tratamento de V.Exa. Excelentíssima por indicações superiores que nunca ninguém saberá quem é. 4.o Também como se trata tudo de bons rapazes..daqui por uns tempos certamente andarão por aí todos como bons amigos a beber uns canecos e a fumar umas ganzas..

«Jose Bandeira» >> Sejamos pragmáticos!

«Carvalho de Azevedo» >> QUE VERGONHA!...

«Francisco Cunha Coutinho» >> Lembro apenas os Vários PORTUGUESES que estão presos por uma violência muito menor...

«Isabel Gentil Quina» >> Portugueses !!!!

«Francisco Cunha Coutinho» >> Mas... É o mesmo ministério público que acusou e condenou CENTENAS de PORTUGUESES que estão PRESOS por Violência.. tal como deve ser? ? ?

«David Ribeiro» >> Vai começar agora a exploração mediática dos acontecimentos trágicos que aconteceram ao jovem Ruben Cavaco. Vai ser toda a gente entrevistada: A mãe, o advogado, os vizinhos, o merceeiro, o padeiro,… E lá vão todos dizer mais do que aquilo que deviam dizer. Depois queixam-se que a Justiça foi madrasta.

Ponte de Sor 3Set2016 aa.jpg

«Jorge Saraiva» >> o assunto parece-me estar a largar a área dos princípios e estar a entrar na área do negócio

«Ana Alyia» >> Eu nem sei porque diabo existem policias e tribunais neste país se a TVI se encarrega de fazer toda a investigação e respetivo julgamento. É que já não há pachorra para tanta TVI

«Henrique Camões» >> Eu gostava perguntar à mãe, onde estava ela naquele dia (e nos anteriores) quando um filho daquela idade anda à rédea solta alta horas da madrugada.

«Rui Moreira» >> 5 algarismos redondos e iraquianos para resolver tudo



Publicado por Tovi às 07:57
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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2016
Cautela e caldos de galinha...

tanques-do-exercito-da-turquia-na-fronteira-com-a-

Nos últimos dias “fontes geralmente bem informadas” dão conta de alguma actividade indicadora de um clima de pré-guerra na Europa. Podem ser só ameaças, mas carros de combate turcos entraram em território sírio e o governo alemão aconselhou os seus cidadãos a armazenarem comida e água. Damasco já condenou a operação militar turca, por a considerar uma “flagrante violação da soberania”, restando saber que atitude irá tomar Putin, um velho aliado de Bashar al-Assad. Por outro lado Washington incitou os curdos a atacarem o exército sírio. Neste verão as relações entre a Turquia e a União Europeia foi sempre tensa e aumentou ainda mais após a falhada tentativa de golpe que o presidente Erdogan considerou ter sido promovida pelo clérigo de 75 anos, Fethullah Gulen, que vive em exílio auto-imposto nos EUA. Já em Junho a Turquia retirou o seu embaixador da Alemanha após o Bundestag (parlamento alemão) aprovar uma resolução que reconhece o genocídio arménio. As autoridades turcas também proibiram uma delegação parlamentar alemã de visitar a base aérea da NATO em Incirlik. Em represália o Governo de Angela Merkel pretende mudar o seu contingente militar desta base para outras na Jordânia e Chipre, mas esta reafectação das aeronaves Tornado a outros locais iria interromper os voos de reconhecimento sobre a Síria e o Iraque pelo menos durante dois meses. Não há dúvida que as coisas estão a aquecer… mas pode ser que não seja nada, apesar de cautela e caldos de galinha nunca terem feito mal a ninguém, como diz o Povo.

 

  Comunicado do Ministro da Defesa Russo

Exército 25Ago2016.jpg"Hoje [Quinta-feira, 25 de Agosto], de acordo com a ordem do comandante supremo das Forças Armadas, foi iniciado um novo controle repentino. As Forças do Distrito do Sul, uma parte das Forças dos Distritos Oeste e Central, a Frota do Norte, o Comando Geral da Força Aeroespacial e o Comando das forças aerotransportadas foram postos em estado de alerta máximo a partir das 07:00 horas, horário de Moscovo", declarou o ministro da Defesa russo, general do Exército Sergei Shoigu.



Publicado por Tovi às 08:16
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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2016
Os filhos do Embaixador do Iraque em Portugal

Os filhos do Embaixador do Iraque em Portugal aa.j

Os trágicos acontecimentos de Ponte de Sor ainda não estão convenientemente explicados aos portugueses e não querendo de forma alguma branquear a atitude dos jovens iraquianos a verdade é que já tarda uma posição do Ministério Público. Lá vamos mais uma vez ter que esperar... o que permite todas as "bocas" e que não é de forma alguma salutar.

 

  Cronologia dos acontecimentos

17 agosto - Ruben Cavaco, um jovem de 15 anos, sofreu múltiplas fraturas, escoriações e perda de conhecimento ao ser agredido numa rixa em Ponte de Sor, alegadamente por dois rapazes, de 17 anos. O alerta foi dado às 3h55, após ter sido encontrado inanimado por trabalhadores do município que recolhiam o lixo. Foi assistido no centro de Saúde de Ponte de Sor e transferido de helicóptero para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Os dois suspeitos ficaram à guarda da GNR até à chegada da PJ, que está a investigar este caso.

18 agosto - Foi divulgado na comunicação social que os dois alegados agressores são filhos do embaixador do Iraque e têm imunidade diplomática. O Hospital de Santa Maria alegou que não pode prestar informações sobre estado clínico de Ruben Cavaco por se tratar de um menor, sabendo-se apenas que o seu estado é grave. O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) informou que "eventuais diligências diplomáticas poderão ser consideradas" no caso dos dois filhos do embaixador do Iraque em Portugal suspeitos da agressão. A G Air Training Centre, escola de aviação sediada no aeródromo de Ponte de Sor, onde estava inscrito um dos filhos do embaixador iraquiano, iniciou o processo de expulsão do aluno, "repudiando totalmente" o ocorrido tendo considerado as ações do aluno "intoleráveis".

19 agosto - O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, manifestou-se "preocupado e chocado" com o caso da agressão em Ponte de Sor, tendo contactado o Hospital de Santa Maria, onde o jovem se encontra internado. Informações na comunicação social indicam que Ruben Cavaco está em coma induzido. A Procuradoria-Geral da República (PGR) indicou à Lusa que já iniciou uma investigação.

20 agosto - O Ministério dos Negócios Estrangeiros esclareceu que as autoridades judiciárias não lhe solicitaram qualquer diligência no caso da agressão ao jovem de Ponte de Sor, mas, caso seja feita, desenvolverá as ações "necessárias e adequadas".

21 agosto - O Ministério dos Negócios Estrangeiros disse que Portugal pode pedir o levantamento da imunidade diplomática dos suspeitos do espancamento de Ruben Cavaco, se isso for necessário para fazer justiça, noticiou o jornal Público, citando o ministro Augusto Santos Silva. O ministro, que considerou o caso "gravíssimo", declarou ao jornal não saber se os dois filhos do embaixador iraquiano já deixaram o país, depois de o Correio da Manhã ter noticiado que a PJ admitia que os suspeitos pudessem ter saído de Portugal. O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Iraque anunciou que está a acompanhar o caso, com "preocupação".

22 agosto - O embaixador do Iraque em Portugal, Saad Mohammed M.Ali, foi recebido pelo embaixador-chefe do Protocolo de Estado, António Almeida Lima, que, no MNE, tem as competências relativas às imunidades diplomáticas. O MNE reiterou não ter recebido qualquer pedido das autoridades judiciárias relacionado com a agressão em Ponte de Sor. A Embaixada do Iraque em Portugal alegou, num comunicado em árabe, que os filhos gémeos do embaixador Saad Mohammed M.Ali agiram em legítima defesa, depois de terem sido "severamente espancados" e "insultados por seis pessoas" por serem "árabes e muçulmanos". A embaixada garantiu que os jovens se deslocaram à esquadra de Ponte de Sor, onde apresentaram queixas e prestaram declarações. Em declarações ao Jornal da Noite da SIC, o ministro Augusto Santos Silva admitiu pedir ao Iraque que renuncie à imunidade diplomática dos filhos do embaixador iraquiano em Portugal se essa diligência for solicitada pela justiça. Acrescentou que durante o encontro no MNE em que esteve o embaixador do Iraque, este entregou ao Governo português outra versão dos factos ocorridos em Ponte de Sor, que foram reencaminhados para o Ministério Público. Os filhos gémeos do embaixador iraquiano, em entrevista à SIC, manifestaram-se disponíveis para colaborar com a polícia e negaram que tivesse invocado imunidade diplomática, assegurando que permanecerão em Portugal até à resolução do caso.

23 agosto - O embaixador do Iraque em Lisboa foi convocado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros em Bagdade para consultas sobre o incidente de Ponte de Sor que envolveu os seus dois filhos gémeos. O oficial de Relações Públicas do Comando Territorial de Portalegre da GNR revelou que os dois jovens iraquianos suspeitos da agressão não foram identificados pelas autoridades a conduzir qualquer viatura, nem no local foi detetado qualquer carro que lhes pertencesse. Ruben Cavaco, que estava em coma induzido, saiu, durante a manhã, dos cuidados intensivos do Hospital de Santa Maria e, segundo o seu advogado, Santana-Maia Leonardo, será agora submetido a uma "avaliação neurológica". A PGR esclareceu que não deu entrada no MP qualquer queixa formal do embaixador iraquiano em Portugal relativamente às agressões verificadas em Ponte de Sor. O advogado de Ruben Cavaco disse à Lusa já ter pedido a consulta do processo e manifestou intenção de colaborar com o MP. Precisou que o caso está no Tribunal de Ponte de Sor, mas que, dada a gravidade dos factos, o processo poderá transitar para o Tribunal de Portalegre. O padrasto do jovem agredido por dois iraquianos admitiu hoje à agência Lusa que pode haver uma “terceira pessoa” envolvida na agressão, que terá sido “já interrogada” pelas autoridades. “Há quem diga que estava um a gravar tudo [agressão], porque eles são três. Sei que já foi interrogado e ouvi dizer que já esteve na Polícia Judiciária (PJ), agora quem é não sei”, disse Marco Silva.



Publicado por Tovi às 08:48
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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2015
Financiadores do Estado Islâmico

Cartoon do jordano Osama Hajjaj.png

(Imagem: Cartoon do jordano Osama Hajjaj)

Ainda no rescaldo dos trágicos acontecimentos de Paris resolvi fazer uma pequena busca na NET sobre os “financiadores do Estado Islâmico” e encontrei este texto da iraquiana «Al Alam International News Channel» datado de Agosto de 2014:

 

  US says Kuwait is one of ISIL terrorist group funders

The US Treasury Department says Kuwait was being used to funnel large amounts of money to ISIL in Iraq and Syria. The United States says Kuwait is one of the financier of the so-called Islamic State of Iraq and the Levant terrorist group which has been active in Syria and Iraq. The Treasury Department asserted that Kuwait was being used to funnel large amounts of money to ISIL in Iraq and Syria. Treasury identified three financiers from the Persian Gulf Cooperation Council.

“We and our international partners, including the Kuwaiti government, need to act more urgently and effectively to disrupt these terrorist financing efforts,” Treasury Undersecretary David Cohen said on Wednesday.

Saudi Arabia has been blamed by the Syrian and Iraq government to be the biggest funder of ISIL. Qatar is also said to be a funder of the terrorist group, but not as large as Riyadh.

This marked the second US determination that Kuwait, which contains a major American military presence, was being used to fund the extremism in Syria, the World Tribune wrote in a report.

Officials said Al Qaeda-aligned financiers were appealing for funds over the Internet and other forums.

The latest ISIL financiers were identified as Shafi Al Ajmi and Hajaj al Ajmi, both based in Kuwait and linked to Al Qaeda’s Nusra Front for the Defense of Levant. Abdul Rahman Al Anizi was termed a financier for ISIL.

“Through fundraising appeals on social media and the use of financial networks, Shafi Al Ajmi, Hajaj Al Ajmi, and Al Anizi have been funding the terrorists fighting in Syria and Iraq,” Cohen said.

Treasury said Al Ajmi was one of the most active fundraisers for Nusra. He was also said to have acknowledged that he procured and smuggled weapons for Nusra, a rival of ISIL. Al Ajmi was accused of delivering money to Nusra in Syria.

“He [Al Ajmi] agreed to provide financial support to ANF in exchange for installing Kuwaitis in ANF leadership positions,” Treasury said. “In early January 2014, he offered ANF money to lead a battlefield campaign in Homs, Syria.”

Treasury said Al Anizi worked for ISIL since 2008 and transferred funds from Kuwait to Syria. He was also said to have sent foreign militants from Syria to Iraq as well as from Kuwait to Afghanistan.

“[He] was involved in extremist facilitation activities with Iran-based Al Qaeda facilitators, including the movement of extremists to Afghanistan via Iran,” Treasury said.

 

  Comentários no Facebook

«Gianpiero Zignoni» >> Muito sério...

«Ana Alyia» >> Se continuar a pesquisar, David Ribeiro, concluirá que muitos mais países (incluindo a França) sao financiadores de paises islamicos de onde saem terroristas...

«Albertino Amaral» >> Os contornos desta situação, serão certamente um dia bem explicados…

«Jose Pinto Pais» >> Bom, vamos lá a ver uma coisa. Todas as guerras (Tou a falar de guerras e não de ataques terroristas) teem de ser financiadas, não há dúvidas sobre isso, que há sempre gente (países) que ganham com isso, não há dúvidas, podem uns por uns motivos não vender, mas outros aproveitam a oportunidade e vendem. Ponto final parágrafo. Agora o k eu discuto e o sentido da guerra, o objectivo, esse preocupa-me

«David Ribeiro» >> Sequem-lhes as fontes de financiamento e verão que não há ideologia jihadista que resista.



Publicado por Tovi às 08:08
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Domingo, 6 de Setembro de 2015
Lembram-se?...

Cimeira das Lages Mar2003.jpg

Foram estes – Blair, Aznar, Bush e Barroso - que em Março de 2003, na Base das Lages nos Açores, declararam guerra ao Iraque, com base numas supostas e nunca encontradas “armas de destruição maciça” e cujos danos colaterais estamos agora a sofrer em grande escala com a crise dos migrantes/refugiados do Mediterrâneo. Convém não esquecer… é que eles e os seus amigos ainda mexem.



Publicado por Tovi às 08:40
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Sábado, 22 de Agosto de 2015
Não são migrantes... são Refugiados

Migrantes vs Refugiados Ago2015.jpg

Sim!... Sem dúvida que é mais correcto chamar-lhes Refugiados do que continuarmos a considerar como migrantes esta gente da Síria, Afeganistão, Iraque, Líbia, Eritreia e Somália que todos os dias arriscam a vida no Mediterrâneo para poderem fugir da barbárie.

 

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«António Lopes» >> Será que não se podia absorver estes seres-humanos? O Interior de Portugal está despovoado, ausente de massa crítica, uma das formas de o repovoar poderia ser com estes refugiados!

«David Ribeiro» >> Convém não esquecer que por definição REFUGIADO é toda a pessoa que, em razão de fundados temores de perseguição devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política, encontra-se fora de seu país de origem e que, por causa dos ditos temores, não pode ou não quer regressar ao mesmo, ou que devido a grave e generalizada violação de direitos humanos, é obrigado a deixar seu país de nacionalidade para buscar refúgio em outro país.

«Mario Reis» >> Antonio seria lindo fazer isso se tivessemos capacidade, Economica; Sociologica; Voluntariado; etc,etc x n.... Que senao seria espalhar covas da moura pelo pais.

«Joaquim Leal» >> Óh António Lopes, com todo o respeito pelo amigo mas acho que povoar o interior abandonado seria mais eficaz fazendo filhos e que o estado passe em ali investir, sobretudo não retirando serviços essenciais às populações locais. Para fazer um acampamento qualquer sítio dá, até no litoral. Depois esse pormenor da falta de "massa critica" é o que não deve faltar a muitos dos refugiados. wink emoticon

«Mario Reis» >> Eu estou disponível para fazer filhos... encontrem-me fêmeas em ciclo produtivo e pelo menos tento! Pois ter filhos não é assim tão simples...

«Joaquim Leal» >> O Mario Reis quer tudo dado e arregaçado eh eh eh grin emoticon

«David Ribeiro» >> As últimas notícias [Lusa – 18h48 de 22Ago] dizem-nos que várias centenas de refugiados da guerra na Síria romperam este sábado as linhas policiais macedónias na fronteira com a Grécia, tendo obrigado as autoridades deste país balcânico a usarem granadas de ruído para conter aqueles que desejam atravessar a Macedónia, Sérvia e Hungria para chegar ao norte da Europa.

«Joaquim Leal» >> Vi na televisão, foi lindo o que se viu...

«José Costa Pinto» >> Interessante que estes refugiados, a 'fugir à barbarie', como diz o David Ribeiro, não se instalem nos países contíguos, como fazem os refugiados 'clássicos'. Não, querem ir para o norte da Europa, para a Grã-Bretanha ou até para os EUA e Canadá.

«Joaquim Leal» >> Isto vai ser sempre em crescendo. Só acaba quando os países de origem ficarem vazios de pessoas e apenas lá ficarem os criminosos.

«David Ribeiro» >> Estas criaturas que fogem da guerra, ao contrário de muitos que conhecemos num passado recente, não querem viver em campos de refugiados, mas sim trabalhar para sustentar a família e não criarem problemas a povos que já os têm que chegue.

«Joaquim Leal» >> Não me parece que seja apenas pela guerra, a europa é muito atractiva. Os problemas são apenas o fulminante mas estou a calcular que o velho continente vai começar a adornar.

«David Ribeiro» >> Não é pela guerra?... Fazes a mínima ideia, Joaquim Leal, do que será viver nos dias de hoje na Síria?... Estes ainda são aqueles que conseguem ter algum dinheiro para pagarem a travessia, os outros morrem como tordos.

«José Costa Pinto» >> David Ribeiro, você agora fez-me sorrir. E olhe que os tempos não estão para risadas.

«Joaquim Leal» >> Óh amigo David, essa ideia de que são todos Sírios, vai com calma... tongue emoticon

«David Ribeiro» >> Sírios, Líbios, Afegãos, Iraquianos, Eritreus, Somalis... a diferença é mínima.

«Joaquim Leal» >> Eu sei que o mediterrâneo é longo. Preocupo-me é quando chegar a altura em que tenha que ser eu, os meus e os vossos, a ter que atravessar o atlântico. Só temos duas alternativas recomendáveis, EUA ou Austrália. Muito longe mas quero aqui deixar claro que lamento a situação dos refugiados.

«David Ribeiro» >> Não tem comparação, como é evidente, mas os portugueses que já tiveram que fazer as malas e abandonar as suas casas para fugirem á guerra fratricida que se adivinhava nos territórios das antigas colónias, saberão bem o que isto é.

«Joaquim Leal» >> Correcto, uma vez acho que chega. Duas é demais wink emoticon. Nestes últimos dias tenho lido por aqui mentes brilhantes, daquelas que só podem ser das franjas da esquerda ao considerar que Portugal pode estar perante um "oportunidade de ouro" para repovoar o seu interior abandonado. Prefiro que tragam para cá o Saara. tongue emoticon

«David Ribeiro» >> É fundamental que nos deixemos de políticas mais ou menos envergonhadas e a lembrarem atitudes racistas e xenófobas para com todos aqueles que nos aparecem nas praias do Mediterrâneo e tomar medidas como as que foram já preconizadas pelo Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH): Colocar em prática uma operação de busca e salvamento robusta, proactiva e com bons recursos, levada a cabo por Estados, urgentemente e sem esperas, com uma capacidade semelhante à “Mare Nostrum” (nome dado à operação de resgate no Mediterrâneo da marinha Italiana) e com uma missão clara de salvar vidas; Criar canais suficientes para uma migração segura e regular, incluindo para trabalhadores migrantes com baixas qualificações e indivíduos com necessidade de reunificação familiar e ainda acesso a protecção quando necessário, são alternativas seguras a recorrer a contrabandistas; Fazer compromissos firmes para receber números significativamente grandes de refugiados alocando-os pelos países da UE, para complementar as quotas atuais e numa escala que tenha um impacto real, acompanhado de outros meios legais que levem os refugiados a alcançarem a segurança; Reforçar o apoio aos países que receberam o maior número de chegadas (Itália, Malta e Grécia) e distribuir a responsabilidade de forma mais equitativa em toda a União Europeia para salvar vidas e proteger todos os que necessitam.



Publicado por Tovi às 21:08
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Segunda-feira, 25 de Maio de 2015
O avanço do Estado Islâmico

EUA e Estado Islâmico Síria e Iraque Mai2015 a.j

Calma que os Yankees vão resolver a coisa… Vão armar até aos dentes um grupo qualquer que se disponha a fazer a guerra aos gajos do Estado Islâmico, que curiosamente os States já tinham armado para derrubar Bashar al-Assad, e mais mortes menos mortes, mais arte desaparecida ou menos arte roubada, a industria do material bélico continua a facturar. E também há uns quantos a ganhar dinheirinho à custa dos desgraçados dos refugiados… mas isso são outras contas que ninguém quer fazer.

 

 Comentários no Facbook

«Carlinhos da Sé» >> A coisa vai mudar não demora muito, o "Estado Islâmico" ousa fazer atentados na Arábia Saudita!



Publicado por Tovi às 08:08
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Quarta-feira, 20 de Maio de 2015
EUA arma tribos iraquianas

EUA e Estado Islâmico no Iraque 20Mai2015.jpg

Agora os Yankees vão armar tribos iraquianas para combaterem a malta do Estado Islâmico… que em tempos tinha sido armada pelos States para combaterem o ditador sírio. Depois não se queixem que não os conseguem controlar e que estamos todos cada vez mais vulneráveis ao fanatismo jihadistas.

 

  Comentários no Facebook

«Carlos Wehdorn» >> a malta do armamento é que ainda não parou de facturar




Terça-feira, 4 de Novembro de 2014
Curdos Iraquianos chegaram a Kobane

Kobane chegam curdos iraquianos Nov2014.jpg

Estes Curdos Iraquianos não são pera doce... Está armada uma confusão enorme naquela zona e não vai ser fácil conseguir-se uma paz minimamente duradoira

 

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«Carlinhos da Sé» >> Jipes mercedes, huuuuummm...

«David Ribeiro» >> Para serem utilizados como viaturas de combate, têm que ser veículos fiáveis. Em todos os conflitos este tipo de viaturas ou são Mercedes ou Toyota.

«Carlinhos da Sé» >> Se tivessem de ir em carrinhos de linhas não havia guerra...



Publicado por Tovi às 20:32
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Sábado, 21 de Junho de 2014
EIIL - Estado Islâmico do Iraque e do Levante

Os actuais confrontos bélicos no Iraque entre jihadistas do EIIL (Estado Islâmico do Iraque e do Levante) e forças governamentais não são mais do que a continuação (ou alargamento de influência) daqueles que se verificam na Síria vai já para mais de três anos, tendo como intenção criar nestes dois países um Estado islâmico. E embora os Estados Unidos da América já se tenham disponibilizado para fazer ataques aéreos cirúrgicos aos rebeldes islâmicos no Iraque, tudo leva a crer que esta guerra está para durar e com consequências imprevisíveis.


«António Alves» no Facebook >> os americanos no Iraque vão bombardear os jihadistas; na Síria bombardeiam o governo e apoiam os jihadistas. vai lá a gente perceber isto...

«David Ribeiro» no Facebook >> Pois é!... E até já ouvi dizer que os jihadistas vendem ao governo sírio o petróleo refinado nas instalações que já controlam naquele país.

«Albertino Amaral» no Facebook >> Os americanos sempre tiveram esta tendência para cirurgiões, só que às vezes enganam-se nos orgãos...



Publicado por Tovi às 09:48
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