"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 14 de Outubro de 2017
Entrevista de Sócrates à RTP

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Após ter sido conhecido esta semana o despacho de acusação do Ministério Público aos indiciados do Processo Marquês, o ex-primeiro-ministro José Sócrates foi ontem à RTP dizer que é inocente e tudo de que o acusam é uma mentira. Mas o mais hilariante da entrevista foi o seu final, quando o jornalista Vítor Gonçalves perguntou como é que Sócrates paga actualmente as suas contas. "O que tem a ver com isso?", respondeu o antigo primeiro-ministro. Pressionado a responder, afirmou que a questão era "uma afronta" e que era "indigna", mas acabou por dizer que vive com a pensão de deputado. Sejamos sérios e façamos contas... que isto não é brincadeira nenhuma. Alguém consegue admitir que uma simples pensão de deputado dá para a vida que Sócrates faz hoje em dia, incluindo os mais que previsíveis e sumptuosos honorários dos seus actuais advogados?... Diz ele que não tem mais rendimentos mas eu ainda sei fazer contas.



Publicado por Tovi às 09:41
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Quarta-feira, 11 de Outubro de 2017
Processo Marquês… agora é que vai ser

Sócrates 11Out2017 aa.jpg

Que os tribunais façam JUSTIÇA... e eu que cá esteja para os ver ir para a cadeia.

 

   Quem são os 28 acusados da Operação Marquês

José Sócrates - Terá sido subornado por três motivos diferentes, que se foram acumulando na investigação judicial. Para o Ministério Público, houve 17,5 milhões de euros pagos pelo saco azul do GES para, nos bastidores, o então primeiro-ministro garantir, através da CGD, o chumbo da OPA da Sonae sobre a Portugal Telecom (PT), em 2007 levando à separação da PT Multimédia, com 165 milhões de euros de encaixe para a família Espírito Santo; e para forçar, em 2010, o negócio simultâneo da venda da Vivo e da compra da Oi por parte da PT, a maior operação financeira realizada em Portugal, que levou à distribuição de 1,5 mil milhões de euros em dividendos pelos acionistas, com mais de 100 milhões recebidos em 2011 pelo GES. A manutenção do controlo da PT por parte de Salgado permitiu, por outro lado, usar a tesouraria da operadora para financiar o seu grupo, culminando em 900 milhões de euros aplicados em papel comercial da ESI. Sócrates é suspeito ainda de ter beneficiado o Grupo Lena na obtenção de contratos públicos de obras de construção, pelo qual terá recebido mais de três milhões de euros. E ainda terá intervindo no PROTAL, no Algarve, para beneficiar o resort de luxo Vale do Lobo, de que o empresário Hélder Bataglia é um dos acionistas. Acusado de três crimes de corrupção de titular de cargo político, 16 de branqueamento de capitais, 9 de falsificação de documentos e três de fraude fiscal qualificada.
Carlos Santos Silva - É considerado não só o testa de ferro de Sócrates, através de quem o dinheiro resultante de subornos circularam, como é suspeito de ser o seu cúmplice em atos de corrupção que envolveram o Grupo Lena, com o qual o empresário trabalhava de forma estreita. Acusado de crime de corrupção ativa, 1 de corrupção passiva, 17 crimes de branqueamento de capitais, 10 de falsificação de documentos, 1 de fraude fiscal e 3 de fraude fiscal qualificada.
Ricardo Salgado - Foi constituído arguido a 18 de janeiro. Tornou-se o corruptor mais importante do caso, pelo valor dos subornos envolvidos, que o Ministério Público estima terem atingido 17,4 milhões de euros, e pela contrapartida alegadamente obtida: o controlo da Portugal Telecom e os ganhos substanciais com a maior operação financeira de sempre no país. Acusado de 1 crime de corrupção ativa de titular de cargo político, 2 de corrupção ativa, 9 de branqueamento de capitais, 3 de abuso de confiança, 3 de falsificação de documentos e outros 3 de fraude fiscal qualificada.
Joaquim Barroca - É suspeito de corromper o ex-primeiro-ministro a favor dos interesses do Grupo Lena, de que é um dos donos, e também deixou que usassem a sua conta para fazer passar 14 milhões de euros. Acusado de 1 crime de corrupção ativa de titular de cargo político, 1 de corrupção ativa, 7 de branqueamento de capitais, 3 de falsificação de documentos e 2 de fraude fiscal qualificada.
Luís Marques - Arquiteto, durante 18 meses terá recebido 90 mil euros do Grupo Lena - o correspondente a uma avença mensal de 5000 euros - pagos por uma empresa controlada pelo Grupo Lena, a Lena Management & Investments (LMI), quando era ao mesmo tempo responsável do lado do Estado pela avaliação de propostas e por dar apoio técnico ao júri do concurso da concessão de parceria público-privada (PPP) para o troço Poceirão-Caia - O arguido esteve na RAVE, Rede Ferroviária de Alta Velocidade, S.A., a empresa pública criada para desenvolver os estudos e preparar as decisões sobre o TGV, entre 2004 e 2011, continuando a exercer as mesmas funções depois na REFER, a empresa pública onde a RAVE foi integrada, enquanto era avaliador das propostas do TGV, que a empresa de Leiria queria conquistar. Acusado de 1 crime de corrupção passiva e 1 de branqueamento de capitais.
José Luís Ribeiro dos Santos - Engenheiro civil, que chegou a ser governador civil de Santarém e deputado pelo PSD, foi administrador da RAVE entre 2004 e 2005, sendo ele o responsável por levar Luís Marques para a empresa pública. Depois, o ex-deputado do PSD foi trabalhar para o Grupo Lena, criando juntamente com Joaquim Barroca Rodrigues e António Barroca Rodrigues (irmãos e ambos donos do conglomerado) a LMI em março de 2007. Tornou-se administrador e sócio minoritário (com 20%), com uma posição igual a Carlos Santos Silva. Acusado de 1 crime de corrupção ativa e 1 de branqueamento de capitais.
Zeinal Bava - Ex-administrador da PT, foi constituído arguido em fevereiro de 2017. Suspeita-se que terá sido instrumentalizado pelo banqueiro Ricardo Salgado, para ajudar o BES a ganhar centenas de milhões de euros entre 2006 e 2012, a troco do pagamento total de €25,2 milhões através da Espírito Santo Enterprises. O MP acredita que se trata de 'luvas'. Acusado de 1 crime de corrupção passiva, 1 de branqueamento de capitais, 1 de falsificação de documento e 2 de fraude fiscal qualificada.
Henrique Granadeiro - Foi constituído arguido na mesma altura que Zeinal, e pelas mesmas suspeitas. O antigo administrador da PT recebeu entre 2007 e 2012 cerca de €24,5 milhões também através do saco azul do BES. Acusado de 1 crime de corrupção passiva, 2 de branqueamento de capitais, 1 de peculato, 1 de abuso de confiança e 3 de fraude fiscal qualificada.
Armando Vara - Recebeu um milhão de euros em 2008 através de uma conta em nome de uma companhia offshore, a Vama Holding. O Ministério Público suspeita que interferiu na aprovação de mais de 200 milhões de euros de financiamento da CGD ao resort Vale do Lobo, de que Hélder Bataglia e Diogo Gaspar Ferreira são acionistas. Vara era na altura administrador da CGD. É possível que no fim as suspeitas se estendam ao papel que teve no chumbo da OPA da Sonae à PT. Acusado de 1 crime de corrupção passiva de titular de cargo político, 2 de branqueamento de capitais e 2 de fraude fiscal qualificada.
Bárbara Vara - Era o nome da filha de Armando Vara que constava como beneficiária da conta bancária na UBS intitulada por uma companhia offshore, a Vama Holdings, através da qual Vara recebeu um milhão de euros com origem em Joaquim Barroca. Por causa disso foi considerada cúmplice do pai. Acusada de 2 crimes de branqueamento de capitais.
Rui Horta e Costa - Ex-administrador dos CTT, adquiriu o empreendimento de Vale do Lobo, no Algarve, juntamente com o irmão Luís Horta e Costa e três investidores - Bataglia, Ferreira Neto e Gaspar Ferreira (todos arguidos), graças ao financiamento de 230 milhões de euros da CGD de Armando Vara. Acusado de 1 crime de corrupção ativa de titular de cargo político, 1 de branqueamento de capitais e 2 de fraude fiscal qualificada.
José Diogo Gaspar Ferreira - Acionista e CEO do resort Vale do Lobo, no Algarve. Terá canalizado dois milhões de euros que um holandês comprador de uma casa no resort diz ter transferido para uma conta cujo número foi-lhe dado por Gaspar Ferreira. A conta era de Joaquim Barroca. Acusado de 1 crime de corrupção ativa de titular de cargo político, 2 de branqueamento de capitais e 3 de fraude fiscal qualificada.
José Paulo Pinto de Sousa - Empresário e primo de José Sócrates, terá aceitado funcionar como testa de ferro do ex-primeiro-ministro, deixando-o usar as suas contas bancárias para fazer chegar a Carlos Santos Silva (outro testa de ferro) pelo menos 5,5 milhões de euros que recebeu do empresário luso-angolano Helder Bataglia. Acusado de 2 crimes de branqueamento de capitais.
Hélder Bataglia - O empresário luso-angolano é acusado de corromper Sócrates por causa do resort Vale do Lobo, do qual é acionista, sendo que a única coisa que assumiu foi que, a pedido de Salgado, passou 12 milhões de euros a Carlos Santos Silva. Acusado de 5 crimes de branqueamento de capitais, 2 de falsificação de documento, 1 de abuso de confiança e 2 de fraude fiscal qualificada.
Gonçalo Trindade Ferreira - Era o advogado de negócios de Carlos Santos Silva. Participou em entregas de dinheiro vivo para Sócrates e tratou de executar a compra, em representação do seu patrão, das três casas da mãe do ex-primeiro-ministro, tentando providenciar um fundo imobiliário fechado para gerir esses imóveis. Acusado de 3 crimes de branqueamentos de capitais e 1 de falsificação de documento.
Inês Pontes do Rosário - A companheira e mãe da filha de Carlos Santos Silva é considerada cúmplice na forma como às vezes substituía o empresário nas entregas de dinheiro, que fazia através do motorista do ex-primeiro-ministro, além de estar implicada no pagamento de despesas de viagens ou na compra por atacado de um livro escrito por Sócrates, "A Confiança no Mundo". Acusada de um crime de branqueamento de capitais.
João Perna - Era o motorista de Sócrates. Servia de correio para entregar envelopes de dinheiro ao ex-primeiro-ministro vindos de Carlos Santos Silva e também deixou usar a sua conta bancária. Acusado de 1 crime de branqueamento de capitais e 1 crime de detenção de arma proibida, encontrada durante as buscas a sua casa
Sofia Fava - A ex-mulher e mãe dos dois filhos de Sócrates passou à qualidade de arguida em abril do ano passado. Em causa está o facto de beneficiar do dinheiro pretensamente corrupto, com dezenas de milhares de euros em despesas pagas por Santos Silva, um contrato de trabalho com uma empresa do amigo do ex-primeiro-ministro e a sua assinatura como fiador para o financiamento de 760 mil euros na compra de uma herdade no Alentejo. Acusada de 1 crime de branqueamento de capitais e 1 de falsificação de documento.
Rui Mão de Ferro - Este economista e colaborador próximo de Carlos Santos Silva nas suas empresas, onde assume o cargo de administrador, foi constituído arguido pelo facto de o Ministério Público considerar que participou no esquema de branqueamento de capitais. A investigação acredita que ajudou a destruir provas documentais. Acusado de 1 crimes de branqueamento de capitais e 4 de falsificação de documento.

Empresas arguidas
LENA ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES SA: 2 crimes de corrupção ativa, 3 de branqueamento de capitais e 2 de fraude fiscal qualificada.

LENA ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO SGPS: 2 de corrupção ativa e 1 de branqueamento de capitais.
LENA SGPS: 2 de corrupção ativa e 1 de branqueamento de capitais.
XLM-SOCIEDADE DE ESTUDOS E PROJETOS LDA: 3 crimes de branqueamento de capitais e 2 de fraude fiscal qualificada.
RMF-CONSULTING, GESTÃO E CONSULTORIA ESTRATÉGICA: 1 crime de branqueamento de capitais.
XMI-MANAGEMENT & INVESTMENTS SA: 1 crime de corrupção ativa e 1 de branqueamento de capitais.
OCEANO CLUBE - EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS DO ALGARVE SA: 3 crimes de fraude fiscal qualificada.
VALE DO LOBO RESORT TURÍSTICO DE LUXO SA: 3 crimes de fraude fiscal qualificada.
PEPELAN - CONSULTORIA E GESTÃO SA: 1 crime de fraude fiscal qualificada e 1 de branqueamento de capitais.



Publicado por Tovi às 14:12
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Segunda-feira, 18 de Setembro de 2017
Direito à Liberdade de Expressão

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Aqui fica, para memória futura, a parte substantiva do Acórdão da Relação (duas últimas páginas) em que o meu amigo Celestino Neves viu feita Justiça ao ser totalmente ilibado do acto persecutório da Autarquia de Valongo, que supostamente deveria ser garante das mais amplas liberdades democráticas.

A Liberdade venceu, estamos todos de parabéns



Publicado por Tovi às 21:42
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Segunda-feira, 10 de Julho de 2017
Três Secretários de Estado demitiram-se

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Só agora?...

 


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Publicado por Tovi às 00:05
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Terça-feira, 20 de Junho de 2017
Hermínio Loureiro foi detido

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A Polícia Judiciária do Norte anunciou ontem que, no âmbito da operação "Ajuste Secreto", deteve sete pessoas, entre elas o actual presidente da Câmara de Oliveira de Azeméis e um seu funcionário, bem como alguns empresários e ainda Hermínio Loureiro, ex-autarca e vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol, por suspeitas de crimes de corrupção activa e passiva, prevaricação, peculato e tráfico de influência, numa investigação que dura há um ano e que envolveu 31 buscas, designadamente a cinco câmaras municipais e cinco clubes locais de futebol. Devagar, devagarinho, eles lá vão indo dentro.



Publicado por Tovi às 08:17
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Terça-feira, 6 de Junho de 2017
Corrupção na EDP e REN

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Vi hoje na tv as explicações de António Mexia sobre as suspeitas de corrupção na EDP e REN… e este gestor várias vezes disse que só agiu no interesse dos accionistas, pelo que estou em crer estar na altura de se constituírem também arguidos todos os detentores de acções destas duas empresas.

 

  Comentários no Facebook

«Joaquim Figueiredo» - Sou accionista e não tenho nada a ver com isso...

«Antonio Cardoso» - Comentário enviesado, deturpado, e que em nada abona quem o escreve...

«David Ribeiro» - Tenho a certeza que o Amigo Antonio Cardoso me entendeu perfeitamente. [Emoji smile:-)]

«Antonio Cardoso» - Caro David Ribeiro, agiu e age na defesa do bom nome da EDP, da companhia, dos seus trabalhadores e Accionistas assim como obviamente dos consumidores e fornecedores!!!! E interesses de Portugal!!!!

«Carla Afonso Leitão» - Subscrevo na íntegra o seu texto, caro David Ribeiro. Obviamente.

«Jovita Fonseca» - Um nojo... agora que as acções baixaram, chorem um bocadinho! Inadmissível terem entregue a EDP a esses tipos que se governam à nossa custa...

«Ricardo Nuno» - ele esta certo ! agiu de maneira a maximizar o retorno dos acionistas e indirectamente o seu pq parte do seu rendimento deriva disso. Ate aí nada a apontar. Temos é de verificar se agiu eticamente e legalmente bem na maximização desse lucro.

«David Ribeiro» - O que está em causa neste processo agora desencadeado pelo Ministério Público é uma eventual adulteração falaciosa dos relatórios enviados pela EDP ao Estado tendo em vista receber valores superiores aos devidos nas rendas estipuladas por lei. E sobre isto António Mexia, na conferência de imprensa de hoje, disse NADA.

«Antonio Cardoso» - A alteração dos CAE em CMECS resultou numa diminuição das receitas e não o contrário. A Central da Tapada do Outeiro e a do Pêgo não alteraram os CAE'S. A repetição de uma mentira várias vezes era uma técnica usada por Goebbels e muito usada aqui pelos vistos ...

«David Ribeiro» - Eu estou unicamente a referir-me à acusação que levou Mexia a ser constituído arguido e a Justiça dirá quem tem razão... mas a verdade é que Mexia não quis hoje falar sobre este assunto.

«Vasquez da Gama»Alguém tem duvidas que a EDP é uma empresa corrupta, abusadora, sem grande moral? Defende accionistas? Depois do exemplo da PT, ainda confiamos nestes gestores? Eu vivi 10 anos fora de Portugal e pagava muito menos, uma barbaridade menos, de eletricidade e gás, mesmo tendo aquecimento central e aquecedores elétricos ligados por diversas casas onde morei. Vejo empresários a queixarem-se do mesmo. Temos barragens por todo o Norte e a Sede da dita empresa e onde realmente se ganha dinheiro é em Lisboa! Porque não terá a EDP com sede perto da produção?

 

  ÚLTIMA HORA

Mais três arguidos na investigação à EDP e REN

Rui Cartaxo, Pedro Resende e Jorge Machado foram hoje constituídos arguidos no caso que investiga as rendas e os contratos entre o Estado e as energéticas nacionais.
Rui Cartaxo, foi presidente da REN e é o atual presidente do conselho de administração do Novo Banco. Pedro Resende foi vogal da administração da EDP e Jorge Machado foi conselheiro da administração da energética.
Os três foram chamados esta tarde à Polícia Judiciária, onde foram constituídos arguidos por corrupção e participação económica em negócio.



Publicado por Tovi às 12:36
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Quinta-feira, 25 de Maio de 2017
Oliveira e Costa levou com 14 anos

oliveira costa.pngFoi ontem conhecida a sentença judicial da "maior burla da história da Justiça portuguesa julgada até ao momento" e que condenou um total de 12 arguidos, entre os quais Oliveira e Costa, antigo presidente do Banco Português de Negócios (BPN)­, condenado a 14 anos de prisão, pela prática dos crimes de falsificação de documentos, fraude fiscal qualificada, burla qualificada e branqueamento de capitais. É provável que haja recursos, mas a mim já me dá um enorme gozo o facto de não só irem todos gastar umas valentes pipas de dinheiro com os seus advogados como os seus nomes ficarão para sempre “queimados” na praça pública.



Publicado por Tovi às 07:07
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Segunda-feira, 22 de Maio de 2017
"Belino Foundation"... Gosto do nome

21887607_770x433_acf_cropped_770x433_acf_cropped.jNo infindável Processo Marquês sempre se falou de dinheiro na Suíça, mas agora veio á luz do dia todo o esquema engendrado por Carlos Santos Silva, amigo e “grande benemérito” de José Sócrates, juntamente com o primo do ex-primeiro-ministro português, José Paulo Pinto de Sousa, com a finalidade de camuflar as contas onde caía dinheiro, de origem mais do que duvidosa, para usufruto de Sócrates. Este esquema complexo assentava numa fundação – a Belino Foundation – criada pelos “testas de ferro” com a ajuda de Michel Canals, um gestor de contas na UBS já conhecido da justiça portuguesa pelas aldrabices feitas no âmbito da Operação Monte Branco. Segundo dizem nos estatutos da fundação está escrito que caso Santos Silva morresse quem herdaria aquele dinheiro era a família de Sócrates. Os advogados João Araújo e Pedro Delille já vieram desmentir que Sócrates tenha algo a ver com isto, mas o tempo dirá se o que agora o Observador e jornal Sol nos relataram é ou não verdade.



Publicado por Tovi às 08:09
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Quinta-feira, 18 de Maio de 2017
Não pode valer tudo em campanhas eleitorais

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Em resposta a esta notícia do jornal Público, comunicou hoje de manhã a Câmara Municipal do Porto:

  Comunicado da C M Porto

Em defesa do seu bom nome e do bom nome dos seus funcionários, que agiram com todo o zelo e escrúpulo, a Câmara do Porto decidiu entregar no Ministério Público uma queixa-crime contra o jornal Púbico e contra os autores que hoje assinam um conjunto de artigos jornalísticos e de opinião naquele diário. O jornal Público foi, sobre a matéria em causa, informado por escrito pela Direção dos Serviços Jurídicos desta autarquia, pelo que não podia ter informado os seus leitores da forma que o fez, faltando à verdade. Entre um conjunto de importantes imprecisões contidas nas peças, é particularmente grave e difamatória a afirmação de que "a informação ficou fechada nos gabinetes", estando o Público informado de que tal não é verdade.

 

    A notícia de hoje no Público…
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   …e o Editorial de Amílcar Correia
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   COMUNICADO DO MOVIMENTO INDEPENDENTE RUI MOREIRA: Porto, o Nosso Partido

Na sequência da publicação de um conjunto de artigos na edição de hoje do jornal Público, o Movimento Independente que suportou a candidatura de Rui Moreira à Câmara do Porto, decidiu emitir a seguinte nota:
A história que o Público de hoje conta e elabora no seu editorial fundamenta-se em pressupostos errados, graves e porventura difamatórios.

Conta-se em poucas palavras: durante 16 anos e ao longo dos três mandatos camarários anteriores, a Câmara do Porto não deu conta da existência de um duplo registo de um terreno, dando como certo que a propriedade não era sua em várias instâncias. Nesses 16 anos, apreciou vários processos urbanísticos e litigou sobre o terreno em causa, no assunto conhecido como “Selminho", sem nunca ter alegado a sua propriedade ou indagado sobre qualquer registo.
Mas, agora, na vigência do actual mandato, os funcionários camarários, actuando como lhes compete, terão identificado um erro, o que aconteceu há meio ano, e desde então terão decorrido várias diligências no sentido de salvaguardar os interesses patrimoniais da câmara. Fizeram-no, naturalmente, sem nenhuma interferência do presidente.
De tudo o que sobre a matéria é do conhecimento público, o presidente da Câmara não pode ter sido beneficiado em nada nem ter agido em causa própria a seu favor. Pela simples razão, de que de nada beneficiou.
A sua família comprou, há 16 anos, um terreno que tinha capacidade construtiva e hoje não tem. E Rui Moreira nunca usou a sua posição para reverter a situação, tanto mais que, repita-se, está prejudicado e não beneficiado. E será mais prejudicado se, porventura, ficar comprovado que o terreno é, afinal, propriedade do município.
Se assim for, quem sairá prejudicado pelas ações tomadas no presente mandato pelos serviços camarários? A empresa da família de Rui Moreira e mais ninguém.
Como se pode então questionar a atuação do presidente da Câmara, como fez o Público?
Recentemente, o jornal Expresso explicou como um partido que sustenta uma candidatura às eleições autárquicas está a desenvolver a sua “campanha suja”. Esta notícia nunca foi desmentida.
Depois de páginas de internet e emails anónimos, a campanha chegou hoje à primeira página do jornal Público. Agora com assinatura.
Bem sabemos que a campanha eleitoral, para alguns dos adversários do presidente da Câmara, não é fácil. Bem percebemos que esse adversários, bem identificados, não pretendem discutir a cidade. Resta-lhes a lama, a difamação e a insídia que visa atingir o bom nome e a honra de Rui Moreira. Não conseguirão fazê-lo.
Grupo de Cidadãos Independente Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido



Publicado por Tovi às 09:41
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Segunda-feira, 10 de Abril de 2017
Um amigão... o Carlos Santos Silva

carlos santos silva.jpg

Sabiam disto?...

"Contas bancárias previam que, se Carlos Santos Silva morresse, 80% do dinheiro seria entregue a José Paulo Pinto de Sousa, primo do ex-primeiro-ministro."

Isto é que é ser amigo, caramba



Publicado por Tovi às 09:25
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Domingo, 26 de Março de 2017
Relações tensas entre Angola e Portugal

0917580dc-c0d1-4763-b06b-ca9186beb549-r-NjQweDM0MwSó conheci “in loco” a República Popular de Angola já estava no poder o José Eduardo dos Santos, pois a verdade é que só cheguei a Luanda, para lá trabalhar durante dois anos, pouco tempo antes do 2º Congresso do MPLA, durante o qual “foi analisada a situação política, económica e social do país vivida nos últimos 10 anos de independência”, tendo os congressistas chegado à conclusão “da necessidade do partido elevar a formação política e ideológica dos seus membros e melhorar a capacidade de direcção dos seus quadros”. E nós portugueses, quarenta e um anos depois da independência da Angola, continuamos a ser tratados pelas elites angolanas como se ainda fossemos os “colonizadores”, esquecendo-se aquela gente que é por cá e com a ajuda de alguns (muitos) corruptos “tugas” que eles conseguem não só lavar o dinheiro sujo que ganham à custa do pobre Povo angolano mas também passearem todo a sua opulência pelos locais mais caros cá do sítio. Nesta altura há uma tensão entre os dois Estados, motivada pelo facto do Ministério Público de Portugal ter iniciado um processo judicial contra o actual vice-presidente da Angola, Manuel Domingos Vicente, acusando-o de "corrupção activa, branqueamento de capitais e falsificação de documentos" na época em que foi presidente da Sonangol, empresa angolana do ramo petrolífero. Que se faça Justiça… que ao contrário do que muitos dizem, este jardim-à-beira-mar–plantado ainda é um Estado de Direito.



Publicado por Tovi às 17:06
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Sábado, 25 de Março de 2017
Banho de Sangue em Barcelos

Bolas!... Isto anda mal cá pelo Norte.

Quem tem gente desta para que é que precisa de jihadistas?

   JN – 24Mar2017 ás 21h38

1PBV5LWX.jpgO autor confesso de quatro pessoas em S. Veríssimo, Barcelos, entre as quais uma grávida, está indiciado por quatro crimes de homicídio qualificado e de um crime de aborto. Segundo fonte da Polícia Judiciária, o detido será ouvido na manhã de sábado no Tribunal de Braga para primeiro interrogatório judicial e aplicação das respetivas medidas de coação. Adelino Briote, de 62 anos, entregou-se às autoridades depois de ter esfaqueado todas as vítimas no pescoço. As vítimas são um casal de 84 anos (ele) e 80 (ela), uma mulher de 62 anos e outra mulher de 37 anos, grávida de sete meses. "Neste caso, como a gravidez era visível, além de que o alegado agressor era vizinho da vítima e como tal saberia perfeitamente do seu estado, penso que em causa estarão um crime de homicídio e um crime de aborto", referiu a fonte da PJ. O quádruplo homicida já teria prometido vingar-se dos vizinhos que testemunharam contra ele ou que se recusaram a depor em seu abono num processo em que foi condenado por violência doméstica. "Já tinha ameaçado que se vingaria", disse o presidente da Junta de Freguesia de S. Veríssimo, João Abreu, aos jornalistas. As agressões à filha e à sogra, com um ferro, registaram-se em março de 2015. Por esse processo, o homem foi condenado numa pena de prisão de três anos e dois meses, suspensa na sua execução, ficando em liberdade. Desde então, e segundo vários testemunhos recolhidos no local do quádruplo homicídio, o homem ameaçou vingar-se quer de quem se recusou a testemunhar em seu abono, quer de quem foi a tribunal dar conta de que presenciou as agressões. O comandante do destacamento da GNR de Barcelos disse que o homem já confessou os crimes. O caso passou, entretanto, para a alçada da Polícia Judiciária (PJ).

   Expresso – 25Mar2017 ás 13h52

O suspeito do quádruplo homicídio em São Veríssimo, Barcelos, vai ficar em prisão preventiva. Este sábado, o homem foi presente ao juiz no Tribunal de Braga. Apesar de já ter confessado a autoria do massacre, agora optou por não responder a qualquer pergunta. Está indiciado por quatro crimes de homicídio.

 

Isto será uma virose que anda aí?...

[Correio da Manhã – 25Mar2017 às 16h27] - Um homem com 50 anos assassinou a mulher à facada, este sábado, em Esmoriz, Ovar. A vítima tinha 51 anos e foi morta num quadro de violência doméstica. Homicida chamou os bombeiros e já foi detido pelas autoridades. O comandante dos bombeiros de Esmoriz, Artur Ferreira, acrescentou que a vítima apresentava "ferimentos nas costas e no abdómen" que levam a crer que a agressão foi feita com uma faca. Depois de cometer o crime, o homicida terá chamado os bombeiros, que, por sua vez, alertaram as autoridades. Os bombeiros ainda tentaram fazer manobras de reanimação, mas a vítima acabou por falecer. O homem entregou-se voluntariamente às autoridades e foi, no entretanto, detido.



Publicado por Tovi às 07:22
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Quinta-feira, 16 de Março de 2017
CGD foi utilizada, politicamente, para fazer fretes

Escreveu Rui Moreira no Facebook... com a frontalidade a que já nos habituou:

 

rui moreira.jpg  Caixa Geral de Depósitos
Disse-o no "Bloco Central" da TSF, repito-o agora, a CGD foi utilizada, politicamente, para fazer fretes.
Hoje digo mais, num cenário em que se irão encerrar balcões, promover despedimentos, reduzir o Banco de nós todos a uma caríssima irrelevância: a CGD é o condicionamento industrial do regime.
Creio que todos nós deveríamos ter direito a saber:
1/ quais foram as operações de crédito que resultaram em perdas e incumprimentos superiores a €10M.
2/ quem foram os beneficiários que fizeram "default".
3/ quem fez a avaliacão do risco de crédito.
4/ quais os relatórios técnicos de suporte.
Aos meus amigos, de direita e de esquerda, direi apenas, e respectivamente, que quero perceber de que forma estes critérios alteraram o princípio da sã concorrência que é a essência da economia de mercado, e quero combater o populismo que resultará de uma política de avestruz.
Sim, nós temos o direito de saber. Porque vamos pagar.
A existência de um banco público exige que ele esteja sujeito a escrutínio. O banco, quem o administra, quem avalia o risco na concessão de crédito, quem dele beneficia. E não me venham, por favor, invocar questões de sigílo. Afinal, qualquer contribuinte sujeita-se, hoje, a um severo escrutínio. Porque devemos, então, aceitar que quem não cumpre, e quem os ajudou, escape a idêntico escrutínio?
Se o fisco publica a lista dos incumpridores, não se entende que o mesmo não seja feito neste caso.



Publicado por Tovi às 08:37
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Quarta-feira, 15 de Março de 2017
O "electricista" do Processo Marquês

imv-0-328-345-carlos-santos-silva-7e20.jpgJá se sabe (sabe-se sempre tudo... graças ao segredo de justiça) que na passada sexta-feira o Ministério Público confrontou Carlos Santos Silva com o depoimento de Hélder Bataglia e com elementos relativos a movimentações financeiras, no período entre 2006 e 2011, na expectativa de que o empresário ajudasse a esclarecer as verdadeiras motivações dos pagamentos. Mas o amigo de Sócrates escusou-se a detalhar os negócios por detrás das transferências financeiras para as suas contas pessoais. Carlos Santos Silva é, assim, o arguido do Processo Marquês com mais crimes imputados na acusação do Ministério Público, já que é o rosto principal das contas bancárias investigadas. Ainda vai ser o “electricista” deste processo judicial, olhem para o que vos digo.

 

Soube-se hoje que os procuradores do Processo Marquês pediram mais sessenta dias para deduzirem acusação a José Sócrates e a todos os outros arguidos. Temos que concordar que já é um exagero o tempo em que andamos nesta “telenovela”, independentemente de desejarmos que se apure toda a verdade e se condene quem a Justiça entender condenar.

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«Adao Fernando Batista Bastos»E a senhora Procuradora Geral vai sentir-se mal! Foi ela que marcou o actual prazo como definitivo... e agora? O que quer que decida vai dar polémica. Por outro lado: os senhores procuradores meteram-se numa alhada. Embrulharam-se em processos e investigações e mais investigações para as quais eventualmente não têm nem meios técnicos nem competências para analisar. Assim nem a verdade nem a justiça ficam salvaguardadas. Muito mau.

«Carlinhos da Sé» - Até tive pena da procuradora, ela que era toda aberta para a comunicação social pareceu-me um nadinha agastada...

«Carlos Miguel Sousa» - Por mim podem-lhes dar mais 2 anos, desde que engavetem o Sócrates, o Salgado e Cª, por mim fiquem à vontade...

«José Alberto Pinto Carvalho» - Já percebi por que se chamam “Procuradores”… a função deles é procurar, agora, encontrar, é que parece ser com outro departamento!

 

No estado a que este Processo Marquês chegou não vejo qual será o espanto pela PGR vir a conceder mais um prolongamento de prazo para acusação. O arquivamento do inquérito ao fim deste tempo todo era seguramente um escândalo muito maior. Até parece que estou a ver o que se diria: "Estão todos feitos!" -/- "Só quem rouba um pão é que é condenado!" -/- "Os Xuxas são sempre protegidos!" -/- e sei eu lá que mais.



Publicado por Tovi às 10:12
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Sexta-feira, 10 de Março de 2017
Vai haver acusação?

800.jpgEm vésperas de ter de ser encerrada (terá de ser?...) a investigação da “Operação Marquês” a telenovela ainda está ao rubro e o importante é saber se o Ministério Público nos irá conseguir contar a história toda ou se cada um de nós irá ficar com a “sua” versão dos acontecimentos. E para já fiquemos com algumas das coisas importantes a reter disto tudo… que o resto é conversa.
Entre Janeiro e Abril de 2008 um holandês de nome Jeroen van Dooren tinha feito três transferências bancárias no valor total de dois milhões de euros para Joaquim Barroca, um dos donos do Grupo Lena. Esses dois milhões tinham saído depois da conta de Barroca em datas não muito distantes: um milhão em Fevereiro de 2008 para uma offshore de Carlos Santos Silva, outro milhão em Junho para Vama Holding, a offshore de Armando Vara.
A 5 de Janeiro de 2017, Hélder Bataglia contou o seguinte ao Ministério Público: Algures entre 2007 e 2008, numa data que disse não se recordar com precisão, Ricardo Salgado chamou-o para lhe pedir um favor. Queria usar uma das contas do luso-angolano na UBS para fazer chegar 12 milhões de euros a Carlos Santos Silva. Bataglia concordou, pedindo em troca que o banqueiro acrescentasse um extra de três milhões como prémio para si próprio por ter obtido anos antes a licença bancária para o BES Angola. E assim chegou-se a 15 milhões de euros.

 

A procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, garantiu que a acusação a José Sócrates, no âmbito da Operação Marquês, terá de estar finalizada até dia 17 de Março. O processo conta já com 100 volumes e mais de 40 mil páginas.

 

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«Eduardo Vasques de Carvalho» - O Ricardo Salgado fez ontem um aviso à navegação que pode ser um grande recado.... “Vamos aguardar, a verdade virá ao de cima e então veremos certamente quem são os verdadeiros responsáveis pelo que aconteceu ao BES.”



Publicado por Tovi às 10:36
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