"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 1 de Julho de 2016
Um novo norte para o Norte

mapa_norte.jpg

Para o bem e para o mal, para o melhor e para o pior, nas virtudes e nos defeitos, nas vitórias e nas derrotas, foi no «Movimento Pró-Partido do Norte» (MPN) que iniciei a minha luta pela REGIONALIZAÇÃO. E não estará na hora de se voltar a pensar num movimento que agregue todos aqueles que lutam pela REGIÃO NORTE ?

 

  Comentários no Facebook

«Isabel Barbosa» >> Força

«Mario Reis» >> eu participo, eu apoio, eu quero, e amanhã já é muito tarde!

«Mié Mendes Moreira» >> Vamos a isso!

«Raul Vaz Osorio» >> Está sempre a tempo, sim [Emoji smile:)]

«Jose Bandeira» >> Eu estou totalmente de acordo, mas com reuniões presenciais entre interessados. O Facebook pode servir para convocar, nunca para discutir. Comecemos pois por encontrar um ponto de encontro onde se possa falar à vontade. Uma sugestão: Fenianos.

«Jorge Veiga» >> Concordo. Dentro das minhas possibilidades ajudarei.

«Tiago Vasquez» >> Obviamente disponível!

«António Lopes» >> Ontem era tarde. Vivemos tempos de mudança. A Europa ameaça ruir mas sem ela, os Nacionalismos abafam qualquer pretensão das Regiões de possuirem mais autonomia. Já disse e volto a repetir, estarei aqui!!

«André Martins» >> Meus senhores, já é mais do que tempo para se fazer alguma coisa, colocar a discussão aqui não nos vai levar longe, pode ajudar a passar a mensagem, sou a favor de reuniões. Como já foi dito por outras pessoas, estou pronto a ajudar no que for preciso.

«David Ribeiro» >> Muito bem!... Mas para já vamos “amadurecendo“ a ideia por aqui… depois, com mais gente no processo, avançaremos para reuniões presenciais. E não se esqueçam que este MOVIMENTO terá que ser obrigatoriamente transversal a qualquer ideologia política, pois a REGIONALIZAÇÃO não pode nem deve ficar cativa de qualquer partido político, seja ele de esquerda, de direita, do centro ou de outra coisa qualquer. Concordam?

«Raul Vaz Osorio» >> Inteiramente

«Francisco Cunha Coutinho» >> Absolutamente de acordo… e conforme o que eu próprio afirmo na Minha Pagina "Pela Região Autónoma do Norte" (que prontamente Encaminharei para esta) com um AVISO do Motivo, de forma a atingir um Nosso Objectivo COMUM. Bem Hajam.

«João Thiago» >> Apoio a ideia! No que puder ajudar, estarei convosco!

«Verónica Veiga de Faria» >> Podem contar comigo. Está mais que na altura de agir.

«Jose Bandeira» Todo o processo necessita de um coordenador. Contamos consigo, David Ribeiro?

«David Ribeiro» Poderei fazer o que for necessario até se encontrar quem tenha melhor perfil para o que se deseja no projeto.

«António Lopes» >> Basta um encontro para a malta se encontrar e a partir daí, logo se vê [Emoji smile:)]

«António Ribeiro» >> FORÇA:

«Jose Bandeira» >> Vamos convocar o primeiro encontro amigo David Ribeiro. Vai quem quiser, vai quem puder, mas alguém irá e isso será o primeiro passo. Se necessitar posso tratar do local. Nota importante: acho bem que sejamos bem claros na assumpção de que isto será um movimento de cidadãos para cidadãos e que seremos nós próprios a assumir todo o ónus. Por exemplo, se for necessário alugar uma sala esse aluguer deverá ser pago pelos presentes.

«David Ribeiro» >> Acho que vamos todos aproveitar a disponibilidade do nosso companheiro Jose Bandeira para tratar do local onde se realizará o primeiro encontro deste futuro «Movimento para um novo norte para o Norte» (o nome será este ou outro qualquer que se venha a encontrar). Penso, mas vocês dirão de vossa justiça, que a segunda quinzena de Julho seria uma boa altura e até lá iriamos todos empenhar-nos na divulgação do evento.

 

 E assim nasceu O Norte em Movimento.

A primeira Reunião de Trabalho será aberta a todos os cidadão que se identifiquem com os princípios defendidos na página do grupo «O Norte em Movimento» e terá lugar no Sábado, 23 de Julho, das 14h30 às 18h30, no Clube Fenianos Portuenses (Rua Clube dos Fenianos, 29, 4000-172 Porto).

O Norte em Movimento aa.jpg



Publicado por Tovi às 08:57
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Terça-feira, 1 de Outubro de 2013
O fim do Movimento Partido do Norte

{#emotions_dlg.star} Transcrito da página do Movimento Partido do Norte

Caros companheiros,
O período que se seguiu ao abandono do MPN pelo Prof. Pedro Baptista, por email de despedida enviado em Abril de 2012 a todos os membros da comissão coordenadora, após se ter verificado difícil constitui-lo para a sua própria candidatura a eleições, foi marcado por um conjunto de reuniões com vários movimentos regionalistas e refundadores de hipotéticas novas ordens sociais e acção política, da Galiza, Algarve e Centro de Portugal, terminando numa reunião-plenário de tentativa de agregação sobre a égide do IDP – Instituto da Democracia Portuguesa, tendo-se revelado possível apenas a concretização de Partido Português das Regiões, opção alternativa ao nome de Partido do Norte, tal como constantes das 5.000 assinaturas entretanto recolhidas, processo para o qual também estavam a contribuir um Movimento na Galiza e outro no Algarve.
Esta ideia de trabalhar em concertação e colaboração com outros já tinha sido marcante na fase de cooperação com o PDA – Partido Democrático do Atlântico, projecto do qual fui proponente e parte negociadora.
Como se sabe, a opção pelo nome de Partido do Norte tem entraves constitucionais não ultrapassáveis nos meses que se colocavam para as eleições.
Este processo foi interrompido pela não devolução por Pedro Baptista de cerca de 4.500 assinaturas que estariam na sua posse, e para não defraudar as expectativas de quem em nós confiou. Este facto inviabilizou a constituição do Partido Português das Regiões para candidaturas a eleições autárquicas, para as quais havia contactos para cerca de uma dezena de concelhos.
A opção que se colocou ao MPN foi de concorrer à Câmara do Porto individualmente, recolhendo 4.000 assinaturas para o efeito, em coligação ou apoiando outro candidato. Esses contactos foram estabelecidos com 2 pessoas que não aceitaram este desafio. Nenhum outro nome foi consensual. Surgiu o convite expresso do Partido Socialista para o MPN concorrer em nome próprio e autónomo, o que dadas as reacções violentas que desencadeou de ex-membros, se decidiu não concretizar.
A ideia inicial era privilegiar uma exposição da causa da regionalização em detrimento dos princípios de constante oposição e confronto e que tantas pessoas válidas afastou.
Para mim, foi evidente nessa data um grande desencontro de perspectivas de vida e ideológicas entre os vários aderentes de movimento, fazendo-me mesmo duvidar da possibilidade de sucesso de partidos que se cimentem apenas nas oposições e percebendo, que no dia em que se pretendam afirmar pela positiva, as diferenças surgem.
Por isso é óbvio que a decisão de abandonar o MPN foi tomada nesse preciso momento, pela verificação da minha incapacidade de o liderar em conformidade com a forma como vejo a vida. Como escuteiro, forma como fui muitas vezes presenteado pelo anterior presidente.
Portanto, vou continuar o meu percurso de escuteiro, de alguém que se preocupa sobretudo com o sofrimento dos mais frágeis, as tais coisas sociais, muito pouco belicistas como se parece exigir a alguns valentões do "Norte".
Esta decisão de terminarmos foi hoje falada entre os membros da Direcção.
Claro que vou continuar na vida política, tentando-me disciplinar para não perder tanto tempo com o não essencial, com o apoio que agora tenho, e por quem vou concentrar todas as minhas energias e capacidades.
Para quem entender continuar, o processo de recolha das assinaturas, este só exige mais 2 mil.
Pelo Norte e por Portugal. No dia em que perceberemos que o Norte se construirá pelo desenvolvimento de projectos concretos, com os ganhos reais desta Região e para o todo nacional, o processo de regionalização será acelerado.
José Carlos Ferraz Alves


«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> R.I.P.

«José Costa Pinto» no Facebook >> Não entendo por que razão não existe um movimento de independência do Norte. Para mim, faria mais sentido. A regionalização é uma aberração conceptual.

«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> Eu já há muito que defendo a independência do Norte, embora não como primeira escolha, apenas como alternativa única à permanente recusa do reconhecimento de uma autonomia real e efectiva.

«José Costa Pinto» no Facebook >> E, no entanto, a secção política é "inconstitucional". :-/

«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> Mais uma das coisas a mudar na Constituição ;) Na verdade, pouco importa pois no momento em que haja uma vontade da maioria dos nortenhos em obter a independência, se não houver evolução, haverá revolução.

«Paulino Coelho» no Facebook >> Fui um dos que deu tudo pelo MPN... Depois disto nada mais tenho tenho a dizer, parabens a todos que comigo abraçaram este projecto... Bem hajam os que acreditam no futuro. Abraço amigo.

«Carlos Miguel Sousa» no Facebook >> Lamento. Embora seja totalmente contra qualquer tipo de fraccionismos que coloquem em causa a unidade nacional, entendo muitas das razões que o Norte apresenta face ao centralismo de poder em Lisboa. Algo totalmente injustificado face aos meios de transporte e comunicação que hoje dispomos, entre outros desequilíbrios prementes.

«Marco Monteiro» no Facebook >> Envolvi-me desde o primeiro dia no sonho MPN pensando que era fácil unir o povo do norte num denominador comum mas logo na primeira reunião em Guimarães percebi que eram mais as divergências do que as convergências. Guerras de personalidade, idealidade e mesmo, eventualmente, questões pessoais sobrepuseram-se à essência da nossa missão que articulada com um povo submisso à tacanhez que vive numa negligência de cidadania atroz só podia resultar num tremendo insucesso. Não fomos capazes de nos unir e com isso perdemos a capacidade de resistir a todo tipos de ataques que sabíamos que iam acontecer e que nos levaram a melhor. Uma oportunidade falhada não fecha portas, pelo MPN passaram pessoas de muita competência técnica, política e pessoal e o norte contará com elas quando outros movimentos surgirem… o norte precisa de todos nós, precisa de estar unido e quando isso acontecer seremos capazes de transformar esta região naquilo que ela merece.

«Pedro Baptista» no Facebook >> Este José Ferraz Alves está a mentir e a comportar-se como um psicopata, em virtude da imensa vaidade que une à imensa incompetência e ao imenso oportunismo pessoal. As pessoas conhecem-no. E conhecem-me. É evidente que a história das assinaturas é uma falsidade como muitas outras que são afirmadas. Poderia contar a história toda. Todavia, procurei sempre proteger os bons amigos que tinha no MPN, mesmo com o silêncio que fiz quando me demiti, assumindo a minha responsabilidade, depois de propor a extinção do Movimento, face à arrasadora derrota eleitoral de 2011.  Vou continuar assim. Quando discutimos com biltres descemos ao nível deles. As pessoas sabem o que se passou com este pobre diabo que se pôs à venda, sem sequer à venda ser capaz de se pôr. Não é preciso explicar mais.



Publicado por Tovi às 12:45
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Sábado, 10 de Agosto de 2013
O ruído do silêncio é ensurdecedor

Em 9 de Maio do corrente ano três membros da direcção do MPN – Nuno Moreira, Alexandre Ferreira e António Alves – concordam com a proposta do Presidente José Carlos Ferraz Alves em que este diz: “O MPN – Movimento Pró-Partido do Norte irá concorrer, nas próximas eleições autárquicas, à Assembleia Municipal do Porto. O MPN integrará as listas de candidatos do projecto do PS, liderado por Manuel Pizarro, para o Porto. Será assim possível ao MPN, pela primeira vez, ser eleito e ter a sua voz em Órgãos Institucionais Político-Administrativos. (…)”.

Logo no mesmo dia eu insurgi-me publicamente contra esta tomada de posição da Direcção do MPN, pois na última assembleia geral do Movimento tinha sido mandatada a comissão executiva para estabelecer os contactos com os partidos para eventuais coligações nas eleições autárquicas no Porto, mas essa deliberação teria de ser obrigatoriamente ratificada por uma nova assembleia geral, o que nunca aconteceu.

Uns dias mais tarde, mais precisamente a 17 de Maio, Ferraz Alves diz a um jornalista do Semanário Grande Porto que o apoio a Pizarro não foi aprovado em assembleia geral, não só pelo facto de ter sido necessário “tomar uma decisão célere” e “porque também não houve condições para reunir devido à falta de sede do movimento”. Ainda nestas declarações ao GP foi dito por Ferraz Alves que o acordo com os socialistas previa a inclusão de três representantes do movimento na lista que vai concorrer à Assembleia Municipal do Porto, sendo que apenas um ficaria colocado em lugar elegível, o que Pizarro negou posteriormente, alegando que não havia promessas de lugares em troca de apoios.

Ontem, 9 de Agosto de 2013, conheceu-se a composição da lista do PS-Porto para a Assembleia Municipal e ficamos todos a saber que Ferraz Alves aparece em 17º lugar e que mais nenhum membro do MPN está nesta lista, nem sequer nos suplentes.

Não sei, mas gostava de saber, quem foi que quebrou o acordo ou porque é que o acordo não foi feito, mas que Pizarro (PS-Porto) e Ferraz Alves (MPN) ficaram mal na fotografia, lá isso é verdade.


«Valdemar Morais» no Facebook >> PREVISÍVEL.

«Pedro Boa-Nova» no Facebook >> Ai as cores e a vontade de crescer... Eu também tenho côr, mas não deixo de lhes dar nas orelhas só porque são do partido com o qual simpatizo. E depois antigos carrascos do nosso querido País voltam de estudos e já voltam a ser os maiores... que vontadinha de crescer!!! É o que transparece neste acordo do MPN - será que é do MPN? Por isso e outrs razões me afastei - mas é pena!

«Pedro Baptista» no Facebook >> Claro, só quem nãp conhecer o Pizarro! Deram-lhe o 17ª quando elegerão, 7, 8, ou 9 no máximo. Só que a ambição cega este José Ferraz, em quem confiei e fui eu próprio que propuz para Secretário Geral do MPN, quando entendi que deveria tirar conclusões pessoais da derrota eleitoral , uma vez que os companheiros estavam a reagir negativamente a que todos tirássemos conclusões, dissolvendo o MPN através de uma reunião geral da Coordenadora. E assim me demiti, ficando com uma esperança, embora muito ténue, que já que queriam continuar o fizessem com sucesso. Desilusão total, foi de cavalo para burro. O Senhor Ferraz, num movimento que surge na crítica à partidocracia, comporta-se como os piores dos partidos. E reduzidos a meia-dúzia, foram nas costas dos outros muitos poucos, grande parte dos quais já apoiantes de Rui Moreira desde que este se candidatasse (como era natural num partido que chegou a pensar convidá-lo para seu presidente) com a corda ao pescoço bater à porta do socratino Pizarro, contra cujo centralismo o MPN se tinha constituído, mndigar um lugarejo na Assembleia municipal. Nesta altura já o MPN está reduzidos a três pessoas, mais ou menos lunáticas ou então aldrabões, que se dizem um movimento que são três, não tem registo legal por caducidade, não tem atividade, não tem reuniões regulamentares, nem tem sede tendo antes deixado ao Senhorio, um solicito apoiante que tinha cedido com uma renda baratinha, um vergonhoso Calote, tanto mais grave quanto te trata nesse tal "presidente" do nada, de um empregado bancário. É uma peça destas que o PS tem na lista da AM a 17. Claro que o Pizarro, depois de aldrabar com o apoio de um movimento fantasma, fartou-se de rir, porque nos tempos que correm já não há nabos assim. E espero não voltar a falar mais deste assunto que me entristece ou não tenho eu dado, conjuntamente com o João Anacoreta Correia, que comigo fundou o MPN, o couro e o cabelo pelo seu sucesso, rodeado por um naipe de companheiros quase todos do melhor, mas que não tivemos apoios onde devíamos ter tido.

«António Alves» no Facebook >> Caro David Ribeiro eu compreendo-lhe a euforia mas não se apresse porque a última palavra ainda não foi dita. Mas grave mesmo é o comportamento de alguns elementos e ex-elementos do MPN correndo atrás de um prato de lentilhas (7º lugar na lista da AM), ou suportando um senhorito que acha que o Porto é um partido e não passa da candidatura do actual edil do Porto que como todos nós sabemos é um "regionalista" dos sete costados. É uma candidatura redutora,Fac que não alcança absolutamente nada para além da Circunvalação, que só desprestigiará ainda mais o Porto no resto das populações nortenhas. O Porto perdeu a oportunidade de liderança do Norte permitindo e regozijando-se com a introdução de um comboio directo com a Galiza que interrompeu a ligação secular do Minho com aquele território irmão. Não se ouviu uma única palavra de protesto por parte do candidato que apoia e, pelo contrário, vimos o patrono dessa candidatura regozijar-se com a situação. Para bem do Norte e dos seus anseios espero que tal candidatura saia derrotada. Não passa dum acto de desespero dos actuais tenentes dos negócios em volta da Câmara com medo de os perderem para o "staff" do Menezes. Pena que pessoas que se dizem "regionalistas" não sejam capazes de ver algo tão óbvio. Abraço ;-)

«David Ribeiro» no Facebook >> Aguardo com curiosidade essa "última palavra que ainda não foi dita", caro António Alves.

«António Alves» no Facebook >> E já agora se quer saber dos negócios que falo, cá ficam alguns. Mas há mais. Estes são apenas aqueles em volta das corridinhas - A ver: BASE - Pesquisa de Contratos

«David Ribeiro» no Facebook >> Este assunto das "corridinhas" é importante mas não é esse o tema agora e aqui em discussão. Terei muito gosto em dar-lhe a minha opinião sobre esta matéria, caro António Alves, mas será forçosamente noutro local e hora.

«António Alves» no Facebook >> claro que é o tema em discussão: quem tem dirigido esses negócios estão todos nas listas do seu candidato.

«David Ribeiro» no Facebook >> Mas o que aqui está a discutir-se não são "quem tem dirigido esses negócios" e que segundo a sua opinião "estão todos nas listas" do meu  candidato. O que aqui chamei à discussão foi a "cambalhota" que Pizarro deu no compromisso que tinha com o MPN. E sobre isto vocês ainda não me conseguiram dar uma única justificação, nem que fosse uma justificação esfarrapada. Estou em crer que nada de concreto existia e/ou isto foi tudo uma invenção de quem queria ir para as listas do PS-Porto.

«António Alves» no Facebook >> Caro David compreenderá que se houver explicaçòes a dar elas serão dadas oficialmente e, por razões óbvias, nunca a si. Tenha paciência e espere pelo tempo próprio. O MPN nunca esteve melhor que hoje: os carreiristas, os arrivistas e os oportunistas de personalidade autocrática já sairam todos. O caminho correcto começa agora. :-)

«David Ribeiro» no Facebook >> Gostei da sua resposta, António... embora tenha ficado na dúvida em que categoria me engloba:  os carreiristas, os arrivistas ou os oportunistas de personalidade autocrática :-)

«António Alves» no Facebook >> O amigo já saiu do mpn?

«David Ribeiro» no Facebook >> Da forma como vocês me têm tratado, até parece que sim. Desde que pedi a suspensão do meu mandato que nunca mais soube nada do MPN.

«António Alves» no Facebook >> Se está suspenso e a apoiar uma candidatura não apoiada pelo mpn é natural que assim seja.

«David Ribeiro» no Facebook >> Não entendo muito bem isso, mas aceito que assim queiram que seja. E os outros simpatizantes, sabem como vai indo o Movimento? Tenho falado com alguns e nada sabem.

«António Alves» no Facebook >> Não temos obviamente  escondido nada. Sempre que há algo relevante colocamos online.



Publicado por Tovi às 08:23
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Quarta-feira, 5 de Junho de 2013
Faz hoje dois anos...

...e não era esta pouca vergonha de (des)Governo que os portugueses esperavam.


«António Campos Leal» no Facebook >> Não era porque são burros.

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> Eu esperava.

«David Ribeiro» no Facebook >> E nessas Legislativas ninguém acreditou em nós (PDA/MPN), não foi amigo Jorge?

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> Exacto caro David Ribeiro. Ninguem acreditou nem ninguem se aproximou ou apoiou, mesmo discretamente. Refiro-me obviamente aos notaveis todos que dizem agora que o partido deles é o Porto, não a si.

«Joaquim Leal» no Facebook >> A mim não me enganam mais pqp mas também não contem que vou a correr para os braços do pêiesse :P

«Carlos Mimoso» no Facebook >> Esqueceram a periferia, os concelhos do Norte, concentraram demasiado a ideia nos "Notáveis", isso cheira a nada. A ideia é genial, mas foi mal explorada.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Tanto trabalho de "campo" e esforço dispendido para um ou dois "o"  venderem ao pêiesse...

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> Não deixa de ser curioso que, depois de tanto desinteresse, a herança seja tão disputada.



Publicado por Tovi às 12:55
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Domingo, 26 de Maio de 2013
Muito obrigado aos Regionalistas do Norte

Grande Porto de 17Maio

A “guerra” que despoletei ao vir a público indignar-me com o Comunicado da Direcção do Movimento Partido do Norte (MPN) em que era dado a conhecer que este movimento ia integrar as listas de Manuel Pizarro, o candidato do PS à autarquia portuense, deu não só para eu conhecer quem está de acordo comigo e quem não está, como também para saber que ainda há muitos regionalistas dispostos a lutar pelo Norte. A todos aqueles que me telefonaram, enviaram SMS e mensagens privadas ou de qualquer outra forma me apoiaram nesta luta, o meu muito obrigado e aqui fica a promessa que poderão contar comigo para, quando o entenderem, voltarmos à rua levantando a bandeira da Regionalização.


«Augusta Barreira» no Facebook >>  David, já no decurso da apresentação de candidaturas às Câmaras, o Presidente da Federação do PS Porto, voltou a falar que não está de lado a regionalização. Continuamos a ser defensores dessa regionalização.

«Zé Zen» no Facebook >> Ora, nem mais.

«Renato Pereira Oliveira» no Facebook >> Os Partidos instalados não estão nada interessados na Regionalização! É urgente criar novas vagas de fundo para que este projecto do Partido do Norte continue para bem da cidade do Porto e da Região Norte!

«Emanuel Santos» no Facebook >> Foi mais um movimento criado para enganar todos quantos acreditaram neles em especial aqueles que os acompanharam nas recolhas das assinaturas. É uma vergonha...mas é o que temos… até um dia. Avance!

«Fernando Kosta» no Facebook >> O que o Amigo Renato Oliveira escreve diz tudo: "os partidos instalados NÃO ESTÃO INTERESSADOS NA REGIONALIZAÇÃO". Mais nada. A colagem NÃO SUFRAGADA do FA em nome do MPN foi um assalto inqualificável e um profundo golpe na credebilidade do Movimento. Espera-se urgentemente a convocação de uma assembleia para clarificar esta vergonha!

«Renato Pereira Oliveira» no Facebook >> Subscrevo tudo o que o Fernando escreveu! Juntamente com a convocação urgente de uma assembleia, precisamos de verdadeiros lideres com quem o Movimento e a Região possam contar!

«Renato Pereira Oliveira» no Facebook >> David estou pronto para a luta, na rua ou onde for necessário!

«Ana Silva» no Facebook >> Pois David, afinal parece que o que me escreveu em mensagem privada não foi de todo verdadeiro! O David continua a querer uma guerra sem sentido! O que tenho a dizer é o seguinte: o MPN se existe neste momento é graças ao Zé Carlos! Ele foi convidado em nome individual, mas quis levar para a frente o MPN e as suas convicções no que respeita à Regionalização! Vocês não entendem que ele é quem é solicitado para vários eventos em defesa do Norte e não o MPN! O mérito e luta são dele! Já lhe disse em privado e digo-lhe publicamente que muitas vezes fico em casa sozinha com uma bebé de 2 meses, porque o pai anda a tentar levar a defesa do Norte para a frente, e no fim é alvo de insultos! CHEGA David, e chega a todos os que falam mal, mas qiue nada fazem pelo Norte, MPN ou o que quer que seja!É sempre bom saber os "amigos" que tem!

«David Ribeiro» no Facebook >> A pessoa de José Carlos Ferraz Alves e a sua dedicação ao Regionalismo não estão em causa. Para mim só está em causa a sua atitude de ter "levado" o MPN para a candidatura de Manuel Pizarro / PS-Porto sem a "autorização" da Assembleia Geral do movimento.

«Ana Silva» no Facebook >> David, nao "é so isso"! Aqui estao a ser suscitados comentarios que referem o Jose Carlos como uma pessoa de má fé, oportunista! Nao posso aceitar estes comentarios maldosos sem reagir, entende? Ja agora, o David deixe uma sugestao alternativa a esta que o MPN está a seguir, com a finalidade de defender a Regionalizaçao e fazer renascer o MPN!

«Emanuel Santos» no Facebook >> Se assim é, é um aproveitamento total e de interesse próprio. Não falo de ninguém em particular. Sempre achei que o MPN era uma força nova no NORTE mas algo deve falar mais alto. Quem dá a cara por algo não se pode aliar a quem pensa diferente daquilo em que acredita, pois assim não colhe os frutos que semeia.

«Ana Silva» no Facebook >> Optimo! Entao o Emanuel Santos deve ser um dos que mais trabalhou e irá trabalhar pelo MPN, dando assim o exemplo! Parabens!

«Emanuel Santos» no Facebook >> Com todo o respeito que tenho pela Senhora, apenas me sinto enganado. Como cidadão que apenas contribuiu com uma simples assinatura e algum acompanhamento na recolha das mesmas, para a criação do movimento, tenho o direito de não concordar com as atitudes de quem dá a cara pelo mesmo. Para mim, o movimento está morto e enterrado.

«Ana Silva» no Facebook >> Entao saiba que a sua assinatura e de todos os outros estao retidas pelo anterior presidente, antes de começar a julgar o que nao sabe! Nao queria estar a meter-me nisto, mas nao posso ficar indiferente a esta injustiça nem a estes insultos!

«Emanuel Santos» no Facebook >> Vai desculpar. Mas as minhas palavras não insultaram ninguém. A senhora, mais uma vez com todo o respeito, deve estar obcecada com algo que sinceramente não estou interessado em saber. Fomos todos enganados é a conclusão a que se chega. Uma boa noite.

«Ana Silva» no Facebook >> Nao estou obcecada, estou irada por serem injustos com o meu marido! Boa noite tambem para si!

«Renato Pereira Oliveira» no Facebook >> Penso que todos nós procuramos o melhor para a cidade e para a região! Discutir quem tem a culpa é um conversa estéril, neste momento! Aprecio todos que trabalharam e trabalham em prol da região Norte! Fui dos que, durante muitas tardes, na baixa do Porto e no Estádio do Dragão ajudou a recolher assinaturas! E estou disposto a fazer muito mais, porque a minha cidadania é activa neste processo e quero ter um Partido (Norte) que defenda as nossas convicções regionalistas e não só!



Publicado por Tovi às 18:20
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Sexta-feira, 17 de Maio de 2013
Regionalistas em pé de guerra

Na primeira página do Semanário Grande Porto de hoje (17Mai2013 - Ano III - Edição nº 203):

{#emotions_dlg.star} Eleições autárquicas aprofundam divisões entre regionalistas 

Integrantes do Movimento Partido do Norte estão em lados opostos da barricada. Em causa a presença de Ferraz Alves na Comissão de Honra da candidatura socialista ao Porto. (notícia completa na página 10)


«Fernando Ferraz Alves» no Facebook >> só o meu irmão é que é "a notícia" ... :D

«Ana Silva» no Facebook >> É Fernando, o teu irmao de facto é tao importante, que esta malta começa logo cedo a falar nele! Isto já nem tem história! Julgam que tem todos mau caracter! Enfim... obrigada pelo tempo de antena que lhe estao dar!

«Zé Zen» no Facebook >> Pode um ativista do MPN, apoiar uma candidatura independentemente do partido em causa, ou não? Como desconheço os estatutos, fico na duvida do sim e do não. :/

«Sérgio Ribeiro» no Facebook >> O MPN foi um projecto que ficou na gaveta. Por isso cada um apoia quem quer e, estão até este momento divididos entre o PS e a candidatura "independente" mas que os ilegais do mp discutem forte entre eles é verdade. Insultam-se reciprocamente com "respeito".


«David Ribeiro» no Facebook >> Pontos mais importantes do trabalho jornalístico de João Queiroz, publicado no semanário Grande Porto de hoje (17Mai2013 – Ano III Edição nº 203) , com o título “Eleições autárquicas colocam regionalistas em pé de guerra”:

{#emotions_dlg.chat} O ex-deputado do PS à Assembleia da República, Pedro Baptista, um dos rostos que esteve na génese da criação do movimento, não se conforma com o facto do líder do MPN, José Ferraz Alves, integrar a Comissão de Honra da candidatura de Pizarro. “É uma vergonha que o faça alardeando-se como presidente do MPN. Segundo me dizem, os que lutaram pela causa e me têm contactado, indignados e revoltados, ninguém lhe deu nenhum mandato para isso”, afirma o fundador do movimento, para quem é o candidato do PS quem “fica pior na fotografia, porque lhe deu a cheirar um lugar na Assembleia Municipal, com a condição de aparecer como representante do MPN”.

{#emotions_dlg.chat} David Ribeiro integrava a direcção do movimento até há cerca de mês e meio, altura em que suspendeu o mandato por “discordar da posição tomada quanto às autárquicas e para estar ao lado da candidatura de Rui Moreira”, que também é apoiado por Pedro Baptista. E lembra que “a última assembleia geral mandatou a comissão executiva para estabelecer os contactos com os partidos para eventuais coligações, mas que teriam depois de ser ratificadas por uma nova assembleia geral”, o que não aconteceu.

{#emotions_dlg.chat} Contactado pelo GRANDE PORTO, Ferraz Alves confirma que o apoio a Pizarro não foi aprovado em assembleia geral, não só pelo facto de ter sido necessário “tomar uma decisão célere”, e “porque também não houve condições para reunir devido à falta de sede do movimento”. Mas recorda que a Comissão Executiva, que foi mandatada para concorrer às próximas eleições, decidiu por unanimidade apoiar Pizarro, de quem partiu o convite ao líder do MPN para integrar a sua Comissão de Honra. “Fui convidado pessoalmente pelo mérito do meu trabalho e pediram-me para tomar a opção de ir sozinho ou ir em representação do movimento. E eu considerei que eta seria uma boa forma de o promover, porque nos revemos nas propostas e na posição do candidato quanto à Regionalização”, acrescenta o líder do MPN, que admite que o apoio a Rui Moreira chegou a ser equacionado, mas mereceu “uma forte oposição por parte dos seus membros por ter uma estratégia muito elitista em relação ao Porto e ao Norte do país”.

{#emotions_dlg.chat} De acordo com Ferraz Alves, o acordo com os socialistas prevê a inclusão de três representantes do movimento na lista que vai concorrer à Assembleia Municipal do Porto, sendo que apenas um ficará colocado em lugar elegível. Ao GP, Pizarro nega, porém, que haja promessas de lugares em troca de apoios.

 

«Pedro Baptista» no Facebook >> A mais divertida é a última linha da notícia. O Pizarro nega-lhes os lugares que lhe prometeu. O trabalhinho de enganar meia-dúzia de pessoas, se tanto, está feito, iam agora dar-lhe os lugares para quê? Só se o Pizarro não fosse quem nós sabemos que é. Mestre no de que pior tem a política! Uma vergonha esta experiência, que terminou há muito, ter acabado com a comissão liquidatária (Dois?, Três?, Um?) a ver se arranja um tachinho que o mariola que lhe deu a cheirar e agora NEGA. Enfim, em tanta tristeza, tanta estupidez, ainda dá para rir. Quando os NORTENHOS QUISEREM há-de haver um Partido do Norte, ou semelhante, e nós estaremos lá... Um bom passo em frente, JÁ, será a vitória independente de RUI MOREIRA!

«Ana Silva» no Facebook >> "...o movimento do doutor Pedro Baptista, de ruptura e de guerra com todos, morreu." Felizmente morreu, pois o de Ferraz Alves nao entra guerras, nem falta ao respeito a ninguem! O MPN de Ferraz Alves nao se vende aos burgueses que conquistam votos na troca de favores. A ler na pagina seguinte:" Rui Rio e Rui Moreira: tao amigos que os antigos inimigos se tornaram". Rui Moreira, o "independente" dependente dos amigos de Rui Rio. Lamentavel e vergonhosa toda esta polemica, David Ribeiro!

«David Ribeiro» no Facebook >> Quanto a "não falta ao respeito a ninguém" eu tenho muitas dúvidas, mas não é aqui o local para se falar disso, até porque eu gosto de debater ideias e não pessoas. E já agora fica aqui dito que tenho muito apreço e consideração pessoal por José Ferraz Alves, apesar de não concordar com a posição que tomou em relação às próximas autárquicas enquanto líder do MPN.

«Ana Silva» no Facebook >> Apreço?! O David sabe perfeitamente que o José Carlos nao falta ao respeito a ninguem, e erradamente pensa mais nos outros que nele! Isto é uma traiçao lamentavel que eu, Ana Santos Silva, jamais esquecerei!

«David Ribeiro» no Facebook >> Pois!... A este seu último post vou responder-lhe por mensagem privada.


«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} Já agora, e sem qualquer tipo de bajulação ao autor, gostaria de salientar a imparcialidade e rigor do trabalho que o jornalista João Queiroz publicou no semanário Grande Porto de hoje (17Mai2013 – Ano III Edição nº 203), com o título “Eleições autárquicas colocam regionalistas em pé de guerra”. Isto sim, isto é fazer JORNALISMO.



Publicado por Tovi às 08:26
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Terça-feira, 14 de Maio de 2013
Comissão de Honra de Manuel Pizarro

Chegou-me hoje às mãos esta imagem da Comissão de Honra de Manuel Pizarro, Candidato à Câmara do Porto pelo PS e sobre ela quero fazer o seguinte comentário:

Faz parte desta Comissão de Honra o Dr. José Carlos Ferraz Alves, pessoa que muito estimo e a quem me habituei a reconhecer como um defensor da Regionalização e do Norte. No entanto e na minha humilde opinião, Ferraz Alves na campanha do PS à autarquia portuense não devia invocar a qualidade de Presidente do Movimento Partido do Norte, pois este movimento cívico nunca colocou à votação dos seus militantes esta “coligação” com o Partido Socialista para as Autárquicas’13, quando na última Assembleia Geral do MPN tinha sido aprovado que qualquer eventual associação a partidos políticos para as próximas eleições deveria ser aprovada pelos militantes em nova AG.


«Guilherme Lickfold» no Facebook >> Já deve haver uma grande comunidade chinesa com direito a votar nas autárquicas no Porto.

«Emanuel Santos» no Facebook >> Não se admire. É mais do mesmo!!!

«Fernando Kosta» no Facebook >> Nem mais; ou se trata de uma colagem abusiva (e não surpreendente) do PS ou então o JCFA, não sendo mandatado, com esta atitude  não honra o seu passado e muito menos o Movimento e todos aqueles que de alguma forma, num ou noutro momento, ajudaram o MPN a dar os seus primeiros passos...



Publicado por Tovi às 13:00
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Segunda-feira, 13 de Maio de 2013
Comunicado do MPN sobre Autárquicas'13 - #2

{#emotions_dlg.chat} Mais alguns comentários ao post colocado neste meu blog na passada sexta-feira:

 

«Pedro Baptista» no Facebook >> Mas qual forma privada, Alexandre! Tu e o Ferraz, que nada representais porque sois apenas duas ou três pessoas que não dirigis ninguém nem tendes mais ninguém convosco, em vez de assumirem a extinção do movimento que é um facto legal por caducidade, vieram tomar uma POSIÇÃO PUBLICA que envergonha todos os que fundaram esse movimento  deram tudo por ele. Como é que vens agora falar de conversa privada? Quiserem porventura alguma conversa privada antes de se passarem para o INIMIGO? Como vens agora armar-te em vítima. Quem faz a porcaria é o Ferraz e tu. E a troco de quê, que também te ofendeu tanto? A troco duns lugarzecos miseráveis, na bancada do inimigo, repito, porque o MPN surgiu contra o PS do Pizarro e do Sócrates, que é a esse que V. ESTÃO A VENDER O NOME QUE NÃO VOS PERTENCE E COMO PASSADO DEVIAM RESPEITAR. De resto se tiverdes um lugarzeco na bancada do inimigo, já será demais, porque se bem conheço o bicho, e conheço, quando for da entrega das listas ides ( se fordes) nos lugares inelegíveis e ele dirá para o lado que Roma não paga a traidores. Até é lógico. Quem representais vós?Dois ou três? Representais a vós e nada mais, tendes os vossos e nada mais. Agora querias conversa privada depois de teres feito a sujeira pública? As pessoas vão ser esclarecidas de quem sois! Dois simples falsários, armados em inovadores políticos e que se comportam como a pior escória da política. Porque se queriam ir para o PS, fossem, mas não levassem para venda ao inimigo A BANDEIRA QUE NÃO VOS PERTENCE, porque vós não tivestes o apoio de ninguém para fazer isto. Vos sois uns falsários e uns usurpadores. Felizmente este tiro vai-vos sair pela culatra e ao vigarista Pizarro também, porque agora que vós começastes a difundir esta pouca-vergonha, vão-se saber todas as verdades sobre a vossa realidade, de não passardes de uma mentira política, que nem associação nem movimento nem MPN sois! Não tendes qualquer documento que o ateste! Alexandre, é verdade que tu dás a cara agora, porque o outro, o Presidente dele mesmo, nem isso, e isto para mim, ver-te nesta situação, é o espanto dos espantos, nunca me passou pela cabeça que uma pessoa como tu, caísse nisto. Ainda poderias ter vergonha na cara e arrepiar caminho mas temo que já seja tarde. Conseguiram acabar com isto da pior maneira, no lixo. Não é a primeira, nem a segunda vez, na minha vida, que tenho este tipo de dolorosas constatações.

«Alexandre Ferreira» no Facebook >> Bem Pedro, antes demais continuo a ver que cais no insulto pessoal. Falsários, usurpadores? Com que direito, tendo abandonado  o barco (decisão pessoal respeitável) vens agora insultar a opção da Direcção, não de um ou de dois, mas da Direcção perante um acto eleitoral? É com muita desilusão e um certo asco que vejo este tipo de ataques públicos à minha pessoa e a aos meus companheiros por tentarem levar o MPN para a frente. Pedro, podes discordar ,mas não admito nem a ti nem a ninguém essas acusações soezes e ignóbéis. Não tentes espelhar nos outros os teus princípios que para ser sincero, os pensava diferentes depois de tanto tempo juntos.  Quanto ao MPN,foi criado para dar a voz  ao Norte e defender activamente a Região e não contra o PS, nem contra o PSD e muito menos foi criado para resolver os  teus passados políticos e por revanchismo pessoal. Ainda mais triste é pensares difundires  o MPN como um projecto pessoal teu, ignorando e desprezando todos aqueles que desde a fundação se esforçaram ao máximo para levar o projecto para a frente e que ao contrário de ti, neste momento ainda têm legitimidade para falar pelo  MPN pois não o abandonaram. Quanto aos lugares, Roma não te pagou?

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> Como dizia o meu avô: com malucos nem pra missa!

«Sérgio Ribeiro» no Facebook >> David Ribeiro, escreveu:  "Em minha opinião esta importante tomada de posição política do MPN deveria ter sido posta à discussão dos militantes e posteriormente votada em Assembleia Geral. Não nos podemos esquecer que o Movimento Partido do Norte diz no seu Manifesto: “(…) o Partido do Norte pugna, na ordem interna, por ser um partido inovador, em que se note o peso dos cidadãos e que, com esse auxílio, seja assegurado o funcionamento democrático interno, impedindo o partido de cair na mão de aparachiques ou nomenclaturas, que transformam o procedimento democrático interno em meras fachadas onde singram os pequenos ditadores e as clientelas mesquinhas, fossilizando o partido”. Eu, não sei se o mpn filho da barriga alugada do pda foi registado no TC? Acresce a isto a a proibição de partidos regionais nos termos do 4º do art. 51, da CRP. Mas importa também cumprir o preceituado nos Artigos 10°., Y°. e 58°.  do projeto de estatutos do mpn. Mas se se tiver em conta o que escreveu Pedro Bapista em 18 de Novembro de 2010, "Considero imprescindível e mais urgente do que nunca, que os nortenhos, desde as elites até ao povo em geral, em particular a juventude, se constituam em Partido político, para retirar os votos que têm sido dados a quem só tem prejudicado o Norte e os entregar a uma força política que tenha como objectivo primordial defender a região e elevá-la ao lugar que os seus quase 4 milhões de habitantes merece e exige, sendo esse partido o PARTIDO DO NORTE. Por isso e para que não haja qualquer equívoco público sobre o meu empenho e participação no MPN e na criação do tão necessário PARTIDO do NORTE, declaro ter acabado de enviar para a Federação do Porto o meu cartão de membro do Partido Socialista, afastando-me assim de toda e qualquer actividade desse partido" é ainda mais estranha esta aliança contranutura para o PS. Depois, o mpn tem como empresa:  "O MPN, o partido das Regiões, é um movimento político que tem como objectivo o desenvolvimento social e económico do Norte de Portugal." Também aqui a visão plural das regiões do mpn fica limitada ao orizonte do norte. Parecem princípios de quem perdeu o Norte. Um abraço David

«Fernando Kosta» no Facebook >> Caro David Ribeiro, lamento que a oportuna e precisa observação sobre um facto concreto e irrefutável se tenha transformado naquilo que dispensamos. Embora diga como o outro: "não havia necessidade...", por mim não acrescentarei mais a esta novela Continuarei a defender as Linhas Programáticas e da Declaração de Princípios do MPN!

«Sérgio Ribeiro» no Facebook >> Não acrescenta o Fernando Kosta, mas o Pedro Baptista acresceta:
"Rui Moreira
Mais uma mensagem de um homem do Porto e do Norte, com provas dadas na cidadania e desinteressadamente empenhado no nosso sucesso coletivo:
Caro Rui
Como fundador, há 3 ano
s atrás, conjuntamente com o João Anacoreta Correia, do Movimento pró-Partido do Norte, uma tentativa de defender os interesses do Porto e do Norte numa situação de crescente centralismo que, no entanto, por motivos vários, falhou, tenho a declarar o meu apoio incondicional à candidatura de Rui Moreira, considerando que esta coincide com os objetivos políticos, sociais, económicos e culturais que me levaram a trabalhar na fundação desse Movimento, hoje legalmente extinto.
Quero ainda manifestar a minha satisfação pelo rumo desta pré-campanha onde diariamente sinto que se está a seguir inexoravelmente o caminho da vitória que o Porto merece e precisa.
Não é o Partido do Norte mas é o Porto o nosso Partido!
Pedro Baptista"

«Pedro Baptista» no Facebook >> Abandonar, o que? Abandonei porque assumi a responsabilidade de uma estrondosa derrota eleitoral. Abandonei quando percebi que o movimento tinha falhado, e só lá iria com outra tentativa. Pus na mesa a extinção do movimento. Ainda há uns meses voltei a insistir com isso. Tu foste dos que não quiseste e agora vendes a memória de todos com mais um outro que se diz presidente e nem a cara dá. Tu e o outro, Os dois ou três que fizeram esse comunicado público sujo, sem consultarem ninguém ( ou não teriam ninguém para consultar?) é que insultam a memória de um movimento pelo qual muitos lutaram e não merecia terminar assim: num mísero prato de lentilhas. Sabes porque Roma nunca me pagou? porque nunca traí nada. Mas a ti e ao ferraz não vão pagar pelo motivo oposto. Continuo a defender a Declaração de Princípios do MPN que aliás tive o gosto de redigir e com, adaptações porque o tempo passa, as linhas programáticas. Espero que um dia haja condições para mais uma tentativa, Fernando Kosta, mas não podemos deixar de denunciar este aproveitamento público e insultuoso que dois ou três tipos fazem da memória da luta de muitas centenas que fomos. É muito doloroso para mim ter de denunciar esta vigarice, esta falsificação, esta usurpação, porque é disto infelizmente que se trata.

«Alexandre Ferreira» no Facebook >> A partir do momento que abandonaste o Movimento, a tua legitimidade para falar dos destinos do MPN cessou. No entanto para falar do Inimigo que proclamas, o PS, já terás mais legitimidade, pois conseguiste a proeza de ser o dirigente máximo do MPN, contra o PS nas tuas palavras, e manter a filiação no PS. Essa sim era uma posição dúbia e que se na altura pensava que era apenas uma ligação sentimental, agora, vendo as tuas palavras e o teu raciocínio, só posso concluir que estavas a jogar em dois campos. Talvez essa indignação toda não seja nada mais que um despeito por Roma não te ter pago. Lamento ainda mais a sabotagem pública e o despeito por quem não virou a cara à luta pelo MPN.  A mim e aos outros os lugares pessoalmente nada significam pois não são mais do que meros instrumentos ao serviço do MPN e a identidade de quem os assume é sempre menos importante do que a relevância dos mesmos para o Movimento. Será que se de repente fossemos candidatos a Gondomar a opção já seria respeitável?

«José Costa Pinto» no Facebook >> Só uma pergunta: quando falam do Porto e do Norte (com ou sem maiúscula), estão a falar do Norte (o qual inclui, geograficamente falando, o Porto como apêndice), ou do Porto MAIS o Norte (este como apêndice do Porto)? É que eu sou do Norte (com maiúscula), mas não sou do Porto. E estou um pouco confuso. Na minha imaginação, vejo-me a chegar a uma mesa de voto, sem saber se votarei nos gajos do Puerto, isto é, no Partido do Norte, ou nos gajos da Católica. A angústia rói-me.



Publicado por Tovi às 07:48
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Sexta-feira, 10 de Maio de 2013
Comunicado do MPN sobre Autárquicas'13 - #1

Não só não concordo com o conteúdo deste Comunicado da Direcção do Movimento Partido do Norte, como estou em completo desacordo com a forma como ele foi apresentado a público. Em minha opinião esta importante tomada de posição política do MPN deveria ter sido posta à discussão dos militantes e posteriormente votada em Assembleia Geral. Não nos podemos esquecer que o Movimento Partido do Norte diz no seu Manifesto: “(…) o Partido do Norte pugna, na ordem interna, por ser um partido inovador, em que se note o peso dos cidadãos e que, com esse auxílio, seja assegurado o funcionamento democrático interno, impedindo o partido de cair na mão de aparachiques ou nomenclaturas, que transformam o procedimento democrático interno em meras fachadas onde singram os pequenos ditadores e as clientelas mesquinhas, fossilizando o partido”.

 C o m u n i c a d o

O MPN – Movimento Pró-Partido do Norte irá concorrer, nas próximas eleições autárquicas, à Assembleia Municipal do Porto.
O MPN integrará as listas... de candidatos do projecto do PS, liderado por Manuel Pizarro, para o Porto.
Será assim possível ao MPN, pela primeira vez, ser eleito e ter a sua voz em Órgãos Institucionais Politico-Administrativos.
O MPN surge da constatação do declínio económico e social da Região Norte, provocado por políticas públicas de teor marcadamente centralista, anteriores à própria crise que todo o País agora vive, e por isso, também uma sua forte causa.
Somos um movimento de cidadãos com um cariz político-partidário, de luta pela causa da Regionalização e de colaboração com medidas para o desenvolvimento do Norte, da Euro-região da Galiza-Norte de Portugal e do País.
Entendemos, por isso, ter a cada momento que avaliar qual a melhor decisão para este desígnio. Nesse sentido, participamos já nas eleições de 2011 para a Assembleia da República e estabelecemos protocolos de colaboração com movimentos regionalistas da Galiza, Algarve, Alentejo e Centro, enquanto trabalhamos para a legalização do Partido do Norte.
Fomos convidados para participar no projecto de Manuel Pizarro para o Porto, que demonstra a sua atenção real para os esforços que temos desenvolvido pela nossa causa e para com a intervenção cívica, de teor participativo e colaborativo.
Reconhecemos o esforço que desenvolveu na instalação de importantes equipamentos de saúde pública na região em que vivemos: o Centro Materno-Infantil do Porto e o Centro de Reabilitação do Norte de Vila Nova de Gaia.
Percebemos da sua acção político-administrativa um respeito pelas regiões plano do Continente, traduzidas no âmbito de actuação das cinco CCDR – Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, o embrião dos futuros Governos Regionais.
Revemo-nos nas linhas orientadoras do seu programa: (i) as pessoas; (ii) a governação participativa, com transparência e democrática e (iii) o rigor na gestão dos fundos públicos.
O MPN irá seguir esta linha de colaboração, porque a entende a mais eficaz, pela importância que a Reorganização Político-Administrativa tem para o desenvolvimento do País e redução da despesa pública.
Convidam-se todos os simpatizantes a estar presentes no lançamento desta candidatura no próximo sábado, 11 de Maio, 16h, na Alfândega do Porto.
A Direção do MPN – Movimento Pró-Partido do Norte


«Luís Alexandre» no Facebook >> David como sabes eu não sou do norte, mas tenho a certeza que esta situação repugnará qualquer pessoa do norte, infelizmente não auguro nada de bom para o MPN, tenderá a ficar esquecido e a ser mais um que alinhou no já tão conhecido "jobs for the boys" é uma pena que assim seja e desejo que encontres noutro movimento partidário lugar para lutar pelo Porto/Norte, já que esse não te merece.

«José Costa Pinto» no Facebook >> LOL. Muito LOL. Mesmo. Não há emenda... Anda tudo ao mesmo, como se diz por aqui.

«Guilherme Lickfold» no Facebook >> Ora deixa ver se percebi. "O MPN surge da constatação do declínio económico e social da Região Norte, provocado por políticas publicas de teor marcadamente centralista, anteriores à própria crise que todo o País agira vive, e por isso, também uma sua forte causa." Lendo isto fico com a ideia que este partido foi criado por discordar das políticas dos anteriores Governos. Estarei enganado ou nas últimas duas décadas o partido que mais tempo esteve no Governo foi o PS? Alguém me explica a esta lógica de coligação?

«José Costa Pinto» no Facebook >> O PS é o recordista nacional absoluto em governação. Tem a maioria absoluta e não é só nos últimos anos. O PS é o Benfica da política portuguesa. A vários títulos (no pun intended).

«Rui Lopes A. D'Orey» no Facebook >> Mais do mesmo amigo David, é demonstrativo do poder do poder.

«José Costa Pinto» no Facebook >> O MPN deve ser 'OS Verdes' do PS!!!

«Joaquim Leal» no Facebook >> Um exemplo de como se "abocanha" um movimento que mais dia, menos dia se poderia tornar concorrente incómodo. A sua participação nas listas de um qualquer partido, sobretudo do arco do poder, é muito menos sério do que as putas de estrada que lutam elas próprias pela vida.

«Fernando Kosta» no Facebook >> Nem mais; muito bem dito companheiro David Ribeiro. É inacreditável esta decisão, à revelia dos estatutos e à colagem a UM PARTIDO DE LISBOA! Uma vergonha!

«Ana Silva» no Facebook >> Quantas pessoas constituem o MPN? 4, 5?!?!?! Se fossem muitos a lutar pelo Norte e a defender as convicçoes do movimento, aí sim, fariam frente aos "grandes"...  É muito bonito criticarem negativamente, mas juntarem-se ao MPN e divulgarem-no... pois, parece-me que ninguem o fez! Ao inves de pensarem em tachos, porque nao pensam que finalmente um dos grandes acredita nos ideais de meia duzua de pessoas que constituem um movimento, e que isso deve ser motivo de orgulho por poderem ter voz activa?!?! Nao entendo estes comentarios maldosos!

«José Costa Pinto» no Facebook >> Ana Silva, não são comentários maldosos. Pelo menos os meus não. São comentários realistas e bem humorados. E obrigado pelo seu, que me pôs bem disposto para o resto do dia. Destaco especialmente a frase: "porque nao pensam que finalmente um dos grandes acredita nos ideais de meia duzua de pessoas que constituem um movimento?". Você é certamente uma boa pessoa.

«Mario Jeronimo» no Facebook >> Não começa nada bem esse Partido, que de forma desinteressada... Enfim... é mais um Movimento.

«Guilherme Lickfold» no Facebook >> Só se junta a um partido quem se revê com ele. Muito antes disso o partido tem de fazer o seu trabalho e dar a conhecer as suas ideias. Peço desculpa mas achar que se juntando ao PS é sinal esse partido tem as mesmas ideias ou que se passa a ter voz é uma ingenuidade.

«Zé Regalado» no Facebook >> TOVI, eu avisei-te atempadamente para este tipo de situações. Tu quiseste crer que não, que este era diferente e olha o resultado. A minha solidariedade.

«Alexandre Ferreira» no Facebook >> Comentários negativos e cheios de preconceitos vindos de quem nunca participou em nada e criticam com o moralismo e pureza típica dos que nada fazem, aceita-se tranquilamente.  Agora de quem teve responsabilidades e sabe bem o percurso e as batalhas que se teve e tem e quando apoiam claramente candidaturas claramente apadrinhadas pelos partidos do Poder ou se deixam de fazer sentir, ver em público este tipo de observações é no mínimo decepcionante. A discordância e o debate são bem vindos. O moralismo à distância é que é menos compreensível.

«Ana Silva» no Facebook >> Isso mesmo Alexandre Ferreira!

«Pedro Baptista» no Faebook >> Olha, Alexandre, eu não me queria meter nisto, sabes como sempre te estimei, mas o que tu e o Ferraz estão a fazer, porque são só os dois e mais ninguém, é o achincalhamento completo da memória de uma tentativa que falhou, mas que tentou fazer o melhor que pôde enquanto pôde. Venderem-se ao inimigo protagonizado pelo vigarista Pizarro, por dois lugarzecos, ou por um, na Assembleia Municipal que nem ides ter? Porque o MPN surgiu contra o incremento do centralismo protagonizado pelo Sócrates, o patrão desse tipo a que quem vos vendestes. E com que direito? Quando nem sequer tendes existência legal, sois apenas três e um não está convosco, sem Assembleia Geral, só para tentar usar a memória da luta dos outros para uns senhas de presença? Que nojo, Alexandre! Lamento ter de falar assim, mas a verdade está acima desse pretenso carreirismo infantil e néscio, que nem deve ser ter mas te arrasta. Falei contigo, que o melhor era acabar com uma coisa que já não existe, e afinal, que isto se fazia por tentativas embora eta tivesse falhado e que fizeste? Tu e o Ferraz não têm vergonha de estarem a enganar as pessoas dizendo que têm um movimento que não têm, que não existe? Muito mais havia quando deixei o MPN por ter percebido que tinha falhado. Não pensem que vou estar silenciado embora não vos dê mais importância do que a que tendes que não é nenhuma. O Pizarro não vos quer para nada quer é o nome do partido do Norte que estais a vender por um prato de lentilhas como se fosse vosso e sem o consentimento de ninguém. Já que isso é um comunicado público, vou-vos denunciar como falsários que é o que estais a ser com muito desgosto meu porque nunca esperaria de ti uma coisa destas. presidente de quê? Dele próprio? E tu és vice-presidente? De quem, além de ti próprio? Tenham vergonha na cara!

«Fernando Kosta» no Facebook >> Alexandre: dirijo-me a ti porque tens a coragem de dar a voz e a cara relativamente à decisão. Isso é valentia e de salientar. Por mim jamais questionarei a entrega e dedicação, tua, do Ferraz Alves que me "enchotou" do facebook só porque não apreciou um comentário, pertinente, aliás, e que pelo vistos já estava relacionado com esta decisão quase que unipessoal, ou de qualquer outra pessoa.   Os comentários não são negativos, tão só denunciadores da ilegalidade estatutária. Alguns de nós tomam partido por este ou aquele candidato. Como os companheiros Pedro Batista e este nosso anfitrião David Ribeiro que também muito estimo e considero. Fazem-no usando aquilo que se designa cidadania. Fazem-no a título pessoal e isso é inatacável.  Convivemos, conversamos e partilhamos o nosso Amor pelo Porto e pelo Norte contra o colonialismo lisboeta. Isso não se abate nem morre, apesar de divergências e/ou anatgonismos de opinião.  Neste processo não critico o candidato Pizarro, como não critico os outros candidatos.  Certamente terão todos qualidades e defeitos. Uns são candidatos genuínamente precocupados com o Porto, outros sê-lo-ão a mando do partido de lisboa... O Porto decidirá, bem ou mal, como quando escolheu sucessivamente o execrável Rui Rio que ficará na história do Porto e do Norte como um dos piores presidentes da segunda mais importante autarquia do país. O que é questionável, muito questionável, independentemente da militância actual, é que o Movimento ainda tem estatutos e dever-se-á regir por eles. Passar uma esponja por cima é um erro, uma traição até a todos os que ajudaram à sua criação. Aliás, perante a mordomia e o limbo que tem envolvido o Movimento, penso ter-se perdido uma excelente oportunidade para reactivar o núcleo de indefectíveis e, quiçá, usar o processo autárquico para chamar outro sangue e reactivar o Movimento.  O companheiro PB tem razão ao afirmar que o candidato socialista só quer o nome do Partido do Norte. Isso quer dizer que, ao contrário do que PB diz,  apesar do estado geral do movimento, ele tem valor, continua a ter valor. Terá sempre valor, queiramos todos. Alguns desistiram do processo, outros afastaram-se, outros estão dentro mas também fora, muitos estão desiludidos. Mas acredito que o ideal comum que faz parte das Linhas Programáticas e da Declaração de Princípios não morreram para todos aqueles que aderiram, numa altura da sua vida, a esse caminho. Não concordo com PB que pretende que seja feito o funeral do Movimento. Afinal os alicerces estão montados. Creio que todos nós sabemos o que é preciso. Que tal recomeçar?  Até lá, todavia, lembrem-se de uma coisa: regras são regras e devem ser respeitadas. Quando isso é ultrapassado, perde-se a face e afinal, NÓS SOMOS HOMENS DO PORTO E DO NORTE, a honra e a dignidade estão connosco.

«Alexandre Ferreira» no Facebook >> Lamento antes demais ataques de índole pessoal e de carácter  numa conversa que deveria antes demais privada. Ataques esse que ficam apenas com quem os profere, pois as conclusões abjectas aqui explanadas apenas significam que se tem uma concepção da política muito estranha, pois pensam que uma decisão política deste género apenas poderá ter objectivos pessoais ou de ganhos económicos. Se o poder e os ganhos económicos fossem o objectivo, já à muito tempo teria abandonado o MPN, tal como muitos já o fizeram. Ouvir as acusações de quem sabe muito bem o contributo pessoal e económico que eu e outros deram para a manutenção do MPN, são apenas uma grande desilusão. O MPN não são dois ou três (tendo sida a decisão feita por maioria) e muito menos um projecto pessoal político em que o abandono do mesmo significa a extinção.  Curiosamente alguma das reacções mais duras vêm de pessoas ligadas a outra candidatura. A opção por outra candidatura é legítima e estimável, o ataque a esta opção após o abandono do Movimento travestido de defesa dos ideais do MPN parece-me no mínimo dúbio. Será que se a opção fosse por um candidato semi-independente tudo estaria bem ? Por fim e dirigido especialmente ao Fernando. Meu caro, a Honra e a Dignidade estão na coragem em assumir opções que possibilitem a defesa e manutenção do MPN e dos ideais que proclama, na conquista dentro do espectro eleitoral que se abre, de dar ao MPN uma voz activa na cidade e Área Metropolitana do Porto. O apoio a esta ou a qualquer outra candidatura não retira nem a independência, nem as convicções nem amolecem a espinha nem ao MPN nem aos seus militantes e dirigentes, pois coligar não significa subjugar. O que não se pode é confundir desejos de uma voz política para o Norte e depois aquando dos actos eleitorais, nada se fazer e observar a batalha ao longe, proclamando a defesa do Norte mas nada arriscar por ela. é mais bonito e puro, é certo, mas dessa forma entra apenas na categoria do sonho e do wishful thinking. Por fim, concorde-se, discorde-se mas nunca duvidar das motivações que regem as opções tomadas. Não é coerente aplicar a outros a mesma receita de  que tanto se queixavam quando eram os mesmos objectos deste tipo de ataques.

«David Ribeiro» no Facebook >> Concordo com muito do que aqui escreveste, Alexandre Ferreira, mas continuo sem perceber porque é que se optou por uma posição sobre as Autárquicas diferente daquela que tinha sido escolhida na última AG e, partindo do princípio que esta agora escolhida pela Direcção do MPN era uma excelente solução, porque é que não foi posta à votação em nova AG? É esta a minha única dúvida.

«Alexandre Ferreira» no Facebook >> Meu caro David Ribeiro. Penso que o facto de teres  observado e participado no processo de decisão e conheceres tão bem como eu os factos e a cronologia dos mesmos permitiriam saberes a resposta . Mas de qualquer forma se ainda tiveres dúvidas com muito gosto falarei contigo, mas de forma privada. Abraço

«José Manuel Monteiro» no Facebook >> Olá David. Tu sabes que a paixão pelo poder tira muitas vezes discernimento às pessoas.

«Fernando Kosta» no Facebook >> As palavras são bonitas, são todos boas e excelentes pessoas, dedicadas e coisa e tal, enfim os princípios estão lá, mas continua a faltar responder ao fundamental: qual o suporte estatutário para a decisão. Mais nada.  O resto é, pois, supérfulo e fora do contexto.

«Alexandre Ferreira» no Facebook >> Meu caro Fernando, se porventura ainda fizeres parte do MPN, saberás em breve todo o processo e motivações e ficarás esclarecido. Como imaginas, este tema é um assunto interno do Partido e pelos meios próprios se comunica com quem nele está. Não será certamente via FB, pois existem meios e orgãos para tal, tal como sabes, apesar de infelizmente já à muito tempo não podermos usufruir da tua presença e contributo. Abraço



Publicado por Tovi às 07:40
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Quarta-feira, 20 de Março de 2013
Rui Moreira à Câmara do Porto

A candidatura de Rui Moreira à Câmara Municipal do Porto vai ser hoje apresentada oficialmente no Mercado Ferreira Borges, pelas 18h30. Como todos sabem eu tenho algumas responsabilidades políticas no Movimento Partido do Norte, mas como estou disposto a apoiar esta candidatura independente à autarquia portuense, pedi à direcção do MPN a suspensão das minhas funções na Comissão Executiva, tendo esta minha pretensão sido aceite. Assim e até ao final das Autárquicas’13, toda a minha actividade política será para ajudar Rui Moreira a “recriar a cidade para todos, juntando a regeneração urbana às políticas sociais e combatendo, sem tréguas, os focos de pobreza".


«Pedro Boa-Nova» in Facebook >> Parabéns!!!

«José Carlos Ferraz Alves» in Facebook >> A ideia "regeneração urbana" e social consta de um documento que lhe enviei, e nunca respondeu, quando assumiu a presidência da SRU Porto Vivo.

«Zé Zen» in Facebook >> Mais um "submarino" com passos de coelho, e o Porto aqui tão perto. "Quem me leva os meus fantasmas ?" (P.A.) Da tv, da bola, do fado, para a indecisão politica. A politica publica, não é nem deve ser palco de jet-set. Talvez o Bulhão dê em bolha, veremos...


«David Ribeiro» in Facebook >> Rui Moreira, hoje, na apresentação da sua candidatura à Câmara do Porto: "Sou candidato à presidência da Câmara numa lista livre e independente - verdadeiramente independente - que se apresentará à Câmara Municipal, à Assembleia Municipal e a todas as freguesias sem exceção. É uma candidatura livre, livre e sem amarras. É uma candidatura sem partidos, uma candidatura sem partido. Todos o sabem, só tenho um partido, o meu partido é a cidade do Porto."



Publicado por Tovi às 08:00
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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2013
O Espírito de Miranda do Corvo

DECLARAÇÃO - O ESPÍRITO DE MIRANDA DO CORVO

Com o objetivo de articular a sociedade civil através da criação de sinergias entre movimentos cívicos, os representantes de 18 destes grupos estiveram reunidos, em Miranda do Corvo, no domingo, dia 13 de Janeiro de 2013, naquele que foi o 1º Encontro Informal de Movimentos Cívicos.

Suportado pela experiência e anos de trabalho no terreno de associações como: o IDP - Instituto da Democracia Portuguesa; o MIC – Movimento Ideais do Centro; a TIAC - Transparência e Integridade, e da Plataforma Ativa da Sociedade Civil (PASC), presente enquanto observadora, o espírito de Miranda do Corvo juntou associações, movimentos e grupos de pressão e de causas que decidiram assumir, tomando nas suas mãos, o processo conducente ao aprofundamento da democracia participativa.

A criação de sinergias entre estas estruturas foi levada a cabo, neste I Encontro, através de um debate muito participado e posteriormente aprofundado em grupos de trabalho específicos sobre 3 grandes pilares: “ética e anticorrupção”; “dívida pública e alternativas para a alavancagem da economia” e “revisão de Lei Eleitoral”.

Em jeito de súmula:

a) O grupo da ética e anticorrupção traçou as linhas de força que permitirão a criação e promoção pública de ferramentas de informação legal por iniciativa dos cidadãos. Focou a importância do Princípio da Separação dos Poderes, exigindo a despolitização dos tribunais de forma que estes atuem com a maior transparência. Considerou fundamental a criação imediata de um documento/contrato vinculativo que permita de forma transparente e célere a responsabilização criminal dos detentores de cargos públicos. Considerou fundamental que seja exigido por parte dos cidadãos, através de iniciativas a identificar, o acionar imediato de mecanismos legislativos que levem o Estado a ser ressarcido dos prejuízos causados pela alienação de bens adquiridos através de atos de corrupção, favorecimento ilícito e gestão danosa. Considerou fundamental identificar mecanismos que permitam aos cidadãos exigir um julgamento prioritário e o ressarcimento do Estado e dos Cidadãos em casos específicos como o do BPN. Foi igualmente considerado como urgente a criação de uma Carta de Ética para os detentores de cargos públicos como forma de autorregulação.

b) O grupo que se debruçou sobre a divida pública considera importante que se desenhem propostas alternativas para a crise da dívida soberana portuguesa a partir da determinação do que é divida legitima, ilegítima e odiosa, separando de forma clara o que são custos financeiros, custos absorvidos pela corrupção e empréstimos resultantes dos fundos de coesão. Propõe uma auditoria exaustiva que seja tornada pública e que dela se retirem todas as consequências e que em todas as circunstâncias haja transparência na informação disponibilizada publicamente porquanto se encontram inúmeras disparidades entre o discurso político e a realidade que vivemos. Considera que urge assumir como prioritário o Emprego e uma Justa Distribuição da Riqueza como fatores centrais para ultrapassar a crise em detrimento duma perspectiva estritamente financeira, iniciando-se o processo de desendividamento de famílias e das empresas recorrendo ao valor ainda não utilizado para o financiamento da banca. Propõe a criação de mecanismos de financiamento social para as famílias e as empresas e um rigoroso controlo do sistema bancário bem como legislação que defina com clareza as incompatibilidades no que se refere aos detentores de cargos públicos. Considera urgente ponderar a afetação fiscal ao desenvolvimento tecnológico em detrimento do imposto induzido ao fator trabalho para sustentação da segurança social e uma profunda revisão fiscal criando diferentes níveis de taxação em função dos rendimentos de forma justa e equitativa.

c) O grupo de trabalho da revisão constitucional, perante a revolta pela forma como os partidos têm representado o interesse nacional e pela desilusão pela forma como os cidadãos são representados no Parlamento, exigem a revisão da Lei Eleitoral e a revisão constitucional que esta possa vir a ter. Foi apresentada a exigência de uma nova intermediação da vontade política, nomeadamente, através da participação de candidaturas independentes nas listas de todos os atos eleitorais, e da modificação do sistema eleitoral por forma a que a representação partidária seja moralizada e colocada ao serviço da povo, visando melhorar o regime democrático. Foi sugerido que as pessoas componentes dos movimentos cívicos se organizem, com um forte e sério compromisso e disponibilidade pessoal de cada um com vista a exigir ao poder legislativo a modificação da Lei Eleitoral que termine com os atuais bloqueios à intervenção política das pessoas singulares.

Conforme acima enunciado, os movimentos presentes neste Encontro defendem perante os órgãos de soberania o seguinte:

1. Um aprofundamento da democracia participativa, conforme as propostas acima enunciadas;

2. Maior participação nas Consultas Públicas da União Europeia;

3. Diminuição das despesas da administração pública e do aparelho político, com salvaguarda das funções Sociais Estado;

4. A criminalização dos responsáveis políticos e públicos por atos de gestão danosa;

5. Revisão das cláusulas odiosas dos contratos das PPP’s;

6. Conclusão de equipamentos essenciais ao desenvolvimento regional, tal como seja a ligação ferroviária Coimbra, Miranda, Lousã, Góis/ Metro Mondego;

7. Um novo paradigma de financiamento da Segurança Social decorrente da faturação das empresas e não do número de trabalhadores;

8. Criação de um fundo financeiro a fim de promover o desendividamento das famílias portuguesas;

9. Auditoria pública ao endividamento nacional e local;

10. Compra da dívida soberana pelo BCE;

11. Reforço do Orçamento Europeu para o Investimento;

12. Regulação do sistema bancário e das transações financeiras.

Os movimentos presentes comprometem-se a continuar estas tarefas e insistir nestas exigências, segundo o espírito de Miranda do Corvo, de diálogo entre estruturas.

Miranda do Corvo, 13 de Janeiro de 2013

Os Signatários presentes no encontro: Aglutinadores de Consciências (AC); Democracia Direta Para Portugal (DDPP); ILC - Democracia Participativa (ILC); Instituto da Democracia Portuguesa (IDP); Mais Democracia (+D); Movimento Cívico Coimbra, Góis, Lousã e Miranda (MCCGLM); Movimento Cívico por Olhão (MCO); Movimento de Cidadãos pela Dignidade (MCD); Movimento Ideais do Centro (MIC); Movimento Partido do Norte (MPN); Movimento Revolução Branca (MRB); Movin - Cidadãos em Movimento (MovIn); Nova Governação (NG); Novo Rumo (NR); Novos Paradigmas (NP); Plataforma Democrática do Povo (PDP); Rede Social + (RS+); Transparência e Integridade, Associação Cívica (TIAC).

A Coordenadora da PASC, presente com o estatuto de observadora, tendo participado ativamente nos trabalhos, revê-se na Declaração “O ESPIRITO DE MIRANDA DO CORVO”, comprometendo-se a divulgá-la junto das 30 associações que a compõem e a procurar o suporte sinérgico para os pontos identificados.


«Mário Costa Pinheiro» in Facebook >> Todos os contributos para o aprofundamento da democracia são positivos. Da discussão de pontos de vista diversos surgirão melhores soluções. Preciso é adquirir força para os fazer discutir mais amplamente.



Publicado por Tovi às 07:10
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Domingo, 13 de Janeiro de 2013
1º Encontro de Movimentos Cívicos

É hoje, na Fundação ADFP - Assistência, Desenvolvimento e Formação Profissional - Centro Social Comunitário de Miranda do Corvo, o 1º Encontro de Movimentos Cívicos. Eu e mais alguns companheiros do MPN - Movimento Partido do Norte vamos estar presentes.

{#emotions_dlg.star} Durante este 1º ENCONTRO DE MOVIMENTOS CÍVICOS haverá três grupos de trabalho:

1. GT - Carta de Ética e Anticorrupção - coordenador Paulo Morais e João Palmeiro - Objetivos do grupo: Elaborar um documento que peça a criminalização dos responsáveis políticos por atos de gestão danosa, (impeachment, como nos EUA ou na Islândia). Trata-se de vincular todos os atores da vida pública e política (os anteriores, os atuais e os futuros) na luta contra a corrupção, tanto a grande corrupção nas transações e contratos internacionais como a pequena corrupção dos cidadãos, agravada pela falta de ética e cultura cívica.

2. GT - Alternativas na Resposta à dívida - coordenador José Carlos Ferraz Alves e Paulino Brilhante Santos - Objetivos do grupo: Na área financeira, ajudar a desenhar propostas alternativas para a crise da dívida soberana portuguesa, separando a parte odiosa da dívida, causada pelas PPP's, da parte que resulta de empréstimos para «contrapartidas do estado a fundos de coesão europeus» e que devemos renegociar a juros bonificados e, finalmente, da parte causada pela má gestão do Estado. Que medidas a tomar para alavancar o tecido empresarial do país visando o crescimento económico e o combate ao desemprego.

3. GT - Revisão Constitucional - coordenador Paulo Ferreira da Cunha e David Calado - Objetivos do grupo: Elaborar um documento que exija a possibilidade de participação de independentes nas listas de todos os atos eleitorais. Para chegar a este documento debater a revisão do Processo Eleitoral e Legislativo. Discussão dos meios e das ações passíveis de serem utilizadas para a concretização dos objetivos visando melhorar o regime democrático.



Publicado por Tovi às 07:06
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Sábado, 27 de Outubro de 2012
Assembleia Geral do MPN

Realizou-se hoje à tarde no Porto uma Assembleia Geral do Movimento Partido do Norte (MPN) muito participada e onde foram discutidos vários assuntos importantes para este movimento de cidadãos constituído há já dois anos - Candidatura à Câmara do Porto, Constituição do Partido Português das Regiões e Organização interna.

{#emotions_dlg.star} As causas mais importantes do MPN são a descentralização do poder político, a introdução dos mecanismos da Democracia Directa e a defesa da Economia e da Democracia Social, a modernização da ferrovia tradicional, das ligações a Vigo e a Salamanca, da autonomia pública do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, do Porto de Leixões, da redução do custo de circular em estradas nacionais, do roubo dos fundos comunitários do Norte para Lisboa, de tudo que é feito para não nos aproximarmos da Galiza, da destruição dos nossos rios, do Tua, do Sabor, do Tâmega, do Douro. Hoje o MPN colabora com o Partido da Terra da Galiza e com o Novo Rumo do Algarve, que por sua vez está ligado a Movimentos de Cidadãos do Alentejo, de Lisboa e Vale do Tejo e a Andaluzia. E assim iremos caminhar para construir um Movimento Português das Regiões, um Partido Português das Regiões.


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Publicado por Tovi às 19:24
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Sábado, 18 de Agosto de 2012
As Touradas voltam a Viana do Castelo

Concordo plenamente com esta tomada de posição do Movimento Partido do Norte.

{#emotions_dlg.star} Não vamos aqui julgar a questão das touradas como "manifestação cultural". Alguns assim as entendem e outros as rejeitam. Mas este episódio é mais um exemplo de tentativa de imposição de práticas e factos consumados sobre os poderes locais do Norte, como também as barragens o são, ultrapassando o que os nossos eleitos (Câmara de Viana do Castelo) defendem. Tal não sucederia com um Governo Regional do Norte devidamente integrado com o sentir da sua população e cultura própria

(MPN - Movimento Partido do Norte - 16Ago2012)


«Zé Zen» in Facebook >> Meu caro David, a culpa é de Lisboa, neste caso do governo central. No dia que o Partido do Norte estiver a funcionar institucionalmente, não optando pelo pensamento unico, vai ter muita gente no seu seio a defender posições semelhantes a estas. Neste caso, não me parece que o problema esteja na região, està nas mentes. Està naqueles que "confundem" tradição e cultura. Jà foi tradição trabalhar de Sol a Sol, porque é que esses trogloditas não praticam essa tradição? Abraço




Segunda-feira, 23 de Julho de 2012
O Norte!... Isto é o Norte


«Manuel António Sarmento Silva» in Facebook >> Há que reconhecer a importância do Norte na economia do país!

«Fátima Sousa» in Facebook >> O mercado interno já está moribundo desde que se iniciarm as medidas de austeridade para os funcionários público (roubarm-nos). Roubaram-nos também com a aplicação dos IVAS, IMIS, TAXAS MODERADORAS... Quem pode comprar o que não é só o minimamente necessário??????????



Publicado por Tovi às 07:41
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