"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 18 de Maio de 2017
Não pode valer tudo em campanhas eleitorais

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Em resposta a esta notícia do jornal Público, comunicou hoje de manhã a Câmara Municipal do Porto:

  Comunicado da C M Porto

Em defesa do seu bom nome e do bom nome dos seus funcionários, que agiram com todo o zelo e escrúpulo, a Câmara do Porto decidiu entregar no Ministério Público uma queixa-crime contra o jornal Púbico e contra os autores que hoje assinam um conjunto de artigos jornalísticos e de opinião naquele diário. O jornal Público foi, sobre a matéria em causa, informado por escrito pela Direção dos Serviços Jurídicos desta autarquia, pelo que não podia ter informado os seus leitores da forma que o fez, faltando à verdade. Entre um conjunto de importantes imprecisões contidas nas peças, é particularmente grave e difamatória a afirmação de que "a informação ficou fechada nos gabinetes", estando o Público informado de que tal não é verdade.

 

    A notícia de hoje no Público…
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   …e o Editorial de Amílcar Correia
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   COMUNICADO DO MOVIMENTO INDEPENDENTE RUI MOREIRA: Porto, o Nosso Partido

Na sequência da publicação de um conjunto de artigos na edição de hoje do jornal Público, o Movimento Independente que suportou a candidatura de Rui Moreira à Câmara do Porto, decidiu emitir a seguinte nota:
A história que o Público de hoje conta e elabora no seu editorial fundamenta-se em pressupostos errados, graves e porventura difamatórios.

Conta-se em poucas palavras: durante 16 anos e ao longo dos três mandatos camarários anteriores, a Câmara do Porto não deu conta da existência de um duplo registo de um terreno, dando como certo que a propriedade não era sua em várias instâncias. Nesses 16 anos, apreciou vários processos urbanísticos e litigou sobre o terreno em causa, no assunto conhecido como “Selminho", sem nunca ter alegado a sua propriedade ou indagado sobre qualquer registo.
Mas, agora, na vigência do actual mandato, os funcionários camarários, actuando como lhes compete, terão identificado um erro, o que aconteceu há meio ano, e desde então terão decorrido várias diligências no sentido de salvaguardar os interesses patrimoniais da câmara. Fizeram-no, naturalmente, sem nenhuma interferência do presidente.
De tudo o que sobre a matéria é do conhecimento público, o presidente da Câmara não pode ter sido beneficiado em nada nem ter agido em causa própria a seu favor. Pela simples razão, de que de nada beneficiou.
A sua família comprou, há 16 anos, um terreno que tinha capacidade construtiva e hoje não tem. E Rui Moreira nunca usou a sua posição para reverter a situação, tanto mais que, repita-se, está prejudicado e não beneficiado. E será mais prejudicado se, porventura, ficar comprovado que o terreno é, afinal, propriedade do município.
Se assim for, quem sairá prejudicado pelas ações tomadas no presente mandato pelos serviços camarários? A empresa da família de Rui Moreira e mais ninguém.
Como se pode então questionar a atuação do presidente da Câmara, como fez o Público?
Recentemente, o jornal Expresso explicou como um partido que sustenta uma candidatura às eleições autárquicas está a desenvolver a sua “campanha suja”. Esta notícia nunca foi desmentida.
Depois de páginas de internet e emails anónimos, a campanha chegou hoje à primeira página do jornal Público. Agora com assinatura.
Bem sabemos que a campanha eleitoral, para alguns dos adversários do presidente da Câmara, não é fácil. Bem percebemos que esse adversários, bem identificados, não pretendem discutir a cidade. Resta-lhes a lama, a difamação e a insídia que visa atingir o bom nome e a honra de Rui Moreira. Não conseguirão fazê-lo.
Grupo de Cidadãos Independente Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido



Publicado por Tovi às 09:41
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Terça-feira, 3 de Janeiro de 2017
Afinal o que aconteceu ao Bolama?

Segundo as melhores teorias da conspiração o naufrágio do Bolama em 4 de Dezembro de 1991 teria sido obra da Mossad, serviços secretos israelitas, para impedir que a carga de urânio e armas vinda de uma ex-república soviética, que o navio transportava de forma dissimulada, chegasse à Líbia. A verdade é que um quarto de século depois o arrastão continua afundado a 130 metros de profundidade, entre o cabo Raso e o cabo Espichel, mas o caso ganhou agora novos contornos na justiça portuguesa, como nos relata o jornal Público de hoje, num trabalho de Ana Henriques.

 Bolama 3Jan2017.jpg
Bolama: Ministério Público descartou hipótese de sabotagem - Estado português teve de pagar a família que fez queixa no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. (...) Quando foi comprado por uma sociedade luso-guineense de que fazia parte o empresário Salvador Caetano, no início dos anos 90, o arrastão já levava 22 anos de vida no mar e sofrera alterações de vulto em estaleiros navais, incluindo no do Seixal. Foi precisamente para testar algumas delas que naquela manhã saiu da barra de Lisboa, em direcção a um local próximo, onde esperava encontrar pesca. Com a tripulação seguiam alguns convidados: o genro de Salvador Caetano convidara na véspera António Alegria para uma almoçarada a bordo. Aos convivas tinha-se juntado ainda um dinamarquês das suas relações.
Apesar de as condições meteorológicas e do mar serem boas a saída não foi pacífica, como relata o jornalista Jorge Almeida num dos dois livros que dedicou ao assunto, intitulado O Mistério do Bolama – Acidente ou Sabotagem?: a Polícia Marítima intercepta o navio por não ter sido entregue na capitania nem o rol dos tripulantes nem outra documentação da praxe. O arrastão acaba por seguir viagem “em situação irregular”.
“A última comunicação do Bolama terá sido efectuada cerca das 13h30. Depois só existe silêncio. Um estranho e absoluto silêncio”, descreve Jorge Almeida. Nunca foi recebido nenhum pedido de socorro e nenhum dos meios de salvamento existentes a bordo – “duas balsas salva-vidas, um bote de borracha e várias bóias” – foi encontrado, descreve o jornalista. Todos os passageiros desapareceram, mas apenas foram encontrados os corpos de oito deles – e sem os coletes insufláveis vestidos.
Após dez dias de buscas infrutíferas em águas portuguesas, um avião da Força Aérea e uma fragata da Marinha rumam a Cabo Verde. A filha de Salvador Caetano havia de contar mais tarde que fora uma vidente russa que consultou quem lhe assegurou que era aí que se encontrava o Bolama, tendo transmitido essa informação às autoridades. Foi por esta altura que começaram a surgir as notícias que davam conta da carga secreta.
Oficialmente, o porão iria cheio de electrodomésticos dos pescadores, que teriam Bissau como destino. Mas ainda hoje há quem continue a acreditar que aquilo que lá havia eram armas e urânio, como Joaquim Piló. Dirigente de um sindicato de pescadores, foi dos que mais se bateram para que as famílias das vítimas fossem indemnizadas. Ainda se recorda dos telefonemas anónimos que recebeu na altura por causa disso: “Diziam: ‘Põe-te à tabela’”.
Só dois meses após ter desaparecido o navio foi encontrado, pousado direitinho no fundo do mar. Contraditórias entre si, as peritagens efectuadas nunca permitiram apurar o que se passou ao certo. Apesar de tudo, provou-se que o Bolama tinha perdido estabilidade para navegar depois de todas as modificações em estaleiro a que havia sido sujeito. Avançou-se ainda que teria havido uma avaria nas válvulas do fundo do arrastão, que não estariam bem fechadas. Trata-se de um mecanismo que, quando se abre, permite a entrada instantânea da água.
Nas circunstâncias em que se afundou, sem tempo para um aviso de socorro, sem ninguém ter visto um abalroamento, e tendo caído a direito no fundo do mar, só pode ter sido uma coisa repentina, como um problema nas válvulas de fundo", aventou o almirante que participou nas tarefas de localização e identificação do arrastão, 15 anos mais tarde.
Depois havia a intrigante questão do buraco oval e picotado no casco do barco, captado por câmaras subaquáticas. “É até hoje uma das principais bandeiras daqueles que defendem que por detrás do naufrágio existiu uma acção criminosa. Mas a minha investigação concluiu que a abertura já existia pelo menos nove meses antes do naufrágio”, escreve Jorge Almeida no seu livro.
O facto de nunca ter havido esforços, por parte do Governo, para resgatar o Bolama – o que poderá ser explicado pelo menos em parte com os custos que isso implicaria, muito embora os dinamarqueses se tenham oferecido para ajudar a custear a operação – contribuiu para adensar um mistério que criou uma incomodidade diplomática: iniciadas quando Durão Barroso tinha a pasta dos Negócios Estrangeiros e repetidas quando António Vitorino assumiu a pasta da Defesa, as tentativas do Estado dinamarquês para serem efectuadas mais diligências no sentido de apurar o sucedido foram infrutíferas. António Guterres chegou a prometer, na campanha eleitoral para primeiro-ministro, o apuramento das circunstâncias em que se deu o naufrágio. Na realidade, ninguém o conseguiu fazer cabalmente até hoje.



Publicado por Tovi às 09:32
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Sábado, 24 de Setembro de 2016
Barroso sempre foi “funcionário” da Goldman Sachs

Durão Barroso x Goldman Sachs.jpg

Ou seja, Durão Barroso esteve no Governo de Portugal e na União Europeia sempre em comissão de serviço da Goldman Sachs. Tantas ASNEIRAS feitas… e na Metro do Porto ainda hoje estamos a pagar esta ladroagem.

 

Governo de Durão contratou Goldman para negócios caros e falhados - Em 2004 o Goldman prometeu privatizar a Galp e reestruturar a EDP a troco de um pagamento de 18 milhões de euros. As coisas não correram bem. Em 2008 o banco vendeu à Metro do Porto o swap “mais estúpido do mundo”.

Arquivos da Comissão Europeia revelam que havia proximidade entre Barroso e Goldman Sachs - Os banqueiros faziam chegar “confidencialmente” ao gabinete de Barroso sugestões de alteração às políticas da UE, que os seus conselheiros liam “com grande interesse”. São emails e cartas que mostram como o Goldman se dizia “encantado” com algumas posições de Barroso.



Publicado por Tovi às 12:34
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016
Novas revelações no Processo Marquês

Não há dúvida que quando alguém põe a boca no trombone as “telenovelas” ficam muito mais interessantes
José Sócrates 16Set2016 jornal Público aa.jpg

  Jornal Público de hoje

O empresário luso-angolano Hélder Bataglia, ligado ao grupo Espírito Santo e um dos arguidos da Operação Marquês, admitiu num interrogatório feito em Angola a pedido do Ministério Público português, que emprestou sete milhões de euros a José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo de José Sócrates, que já apareceu referenciado no processo Freeport. Segundo o Ministério Público, uma parte significativa desse dinheiro, perto de 5,5 milhões de euros, terá acabado por ir parar às contas de Carlos Santos Silva, amigo de infância do ex-primeiro ministro que, na tese do Ministério Público (MP), é um testa-de-ferro de Sócrates.

 

Mais um… a por a boca no trombone
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Eu cá sei… ou imagino que sei

…como é que nos últimos dias se passou a saber tantas novas coisas sobre o “Processo Marquês”. Foi assim: Um saloio de Mação deixou inadvertidamente cair ao chão à porta da igreja da sua terreola uma pen onde tinha uns apontamentos sobre um processo altamente mediático. Um agarrado ao pó lá da terra encontrou-a e imediatamente a transformou em euros… e não falta quem pague bem por estas coisas. Mas para fazer render o peixe dividiu a informação contida na pen em vários “capítulos”, vendeu-os a diferentes compradores e vai daí uns dizem uma coisa e outros o seu contrário. Querem uma aposta como foi assim?



Publicado por Tovi às 09:55
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2015
Calma!... O céu ainda não caiu sobre a Grécia

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Oh pá!... Tsipras e Varoufakis estão a provar-nos que não são tansos e que até são capazes de levar a água ao seu moinho nesta “guerra” entre os credores e os gregos. Ainda vamos ver o referendo a ser mandado às urtigas e mais uns dias lá teremos todos numa ilha grega a assinar um novo memorando de entendimento.

Vendo friamente o que se tem passado nos últimos dias e tentando não ser influenciado por eventuais simpatias minhas por quem queira mudar o estado a que esta Europa chegou, o mais provável é que seja dada ao governo de Tsipras uma tábua de salvação, mesmo sem o acordo de todos os credores internacionais da Grécia, isto para evitar um descalabro financeiro na União Europeia de consequências completamente imprevistas. A aposta do governo grego num referendo parece-me ter sido uma clara forma dos senhores do Syriza poderem num futuro próximo “justificar” a inevitável não aplicação das políticas anti-austeridade anunciadas, bem como a necessidade de não abandonarem a zona euro. Os próximos dias dirão se tenho ou não razão.

O que dizem estar o governo grego disposto a aceitar num acordo com os credores: Todas as alterações ao IVA propostas pelos credores, exigindo apenas a manutenção do desconto especial de 30% nas taxas aplicadas às ilhas gregas; A nível das pensões só entrar em vigor em Outubro a subida da idade da reforma para os 67 anos; Atribuição de um "subsídio de solidariedade" para os pensionistas mais pobres; Legislação no outono da reforma laboral; Redução da despesa no sector militar em 200 milhões de euros em 2016 e em 400 milhões no ano seguinte.

Alex Tsipras falou aos gregos esta tarde… e aqui fica o que de mais importante disse ao apelar ao voto no «óxi»: “É inaceitável que numa Europa de solidariedade e respeito mútuo existam imagens destas, com filas junto a bancos”; “As sirenes da desgraça são fortíssimas. O povo está a ser chantageado para dizer sim a tudo”; “O Governo vai permanecer na mesa das negociações até ao fim para conseguir melhores condições para a Grécia”; “Os que dizem que o governo tem um plano secreto para tirar o país da zona do euro mentem”; “Eu nunca esperei que uma Europa democrática não desse tempo, nem espaço para um referendo. A democracia tem que ser respeitada, a vontade dos povos dentro da União Europeia tem que ser respeitada”; “Agradeço de coração a vossa calma nestes momentos difíceis. Esta situação não vai arrastar-se e os depósitos não serão perdidos. Assumo pessoalmente a responsabilidade de encontrar uma solução imediata e peço que todos digam não aos memorandos que destroem a Europa”.



Publicado por Tovi às 09:47
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Segunda-feira, 15 de Junho de 2015
Vale do Lobo a contas com a Justiça

José Sócrates Vale do Lobo Público 14Jun2015.jp

Mais um... Não tarda muito temos uma equipa de futebol nesta "telenovela" do Processo Marquês

Para já os “seleccionados” para esta “equipa” são: José Sócrates, ex-primeiro-ministro; Carlos Santos Silva, amigo de José Sócrates; Gonçalo Trindade Ferreira, advogado da mãe de Sócrates; Inês Pontes do Rosário, mulher de Carlos Santos Silva; João Pena, motorista do antigo primeiro-ministro; Paulo Lalanda Castro, administrador da farmacêutica Octapharma; Joaquim Barrocas, administrador do Grupo Lena; Diogo Gaspar Ferreira, director executivo de Vale do Lobo.



Publicado por Tovi às 08:28
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Domingo, 14 de Junho de 2015
Despejos em bairros sociais de Lordelo do Ouro

Despejos de bairros P24 12Jun2015.jpg

Vá lá que só estamos perante notificações tendo em vista eventuais despejos de habitações sociais… Se fosse no tempo de Rui Rio íamos imediatamente para a demolição do bairro

Sim, eu sei que a coisa não é assim tão simples como eu quis fazer crer na forma galhofeira como iniciei este post, mas é tempo de se fazer uma grande reflexão sobre o tráfico de droga nos bairros sociais da Cidade Invicta. Venham daí os vossos bitaites sobre esta matéria… bitaites sérios e minimamente fundamentados, tendo em especial atenção que o Regulamento de Gestão do Parque Habitacional é bastante claro quando diz que não devem ter direito a habitação social e/ou estão sujeitos a despejo quem tem um comportamento ilícito ou desviante.

 

  Comentários no Facebook

«José Luis Moreira» >> Que se phodam os delinquentes que se escudam por detrás da família com idosos e crianças!...

«José Camilo» >> Primeiro, rever a justiça cá praticada. Um indivíduo que, com 16 anos, assalta uma farmácia à mão armada, é apanhado em flagrante e após julgamento a decisão é envia-lo para casa com obrigação bi-semanal de se apresentar numa esquadra de polícia, é evidente que com esta medida quem vai sofrer é quem habita com ele vir a correr o risco de ficar sem tecto por culpa de outrem, mesmo sendo familiar.

«Pedro Baptista» >> Ó Caríssimo David Ribeiro, não me diga que o tráfico de droga se centra nos bairros dos trabalhadores... Se assim fosse a coisa dava pouco... e extinguia-se por si... Deixemo-nos de estigmas de xenofobia social que fazem lembrar o ambiente dos pogroms anti-judeus dos nazis... As pessoas dos bairros sociais são como as outras... E os fascistas, mesmo quando se vestem de socialistas, são também muito parecidos... Sobretudo quando vêm mesmo do social-fascismo...

«Zé João G» >> Por acaso já se deram ao cuidado de se questionarem das razões do "trafico de droga" se situar em bairros camarários limitrofes e não nos de por exemplo Fernão Magalhaes ou Ameal? A marginalizaçao e desenraizamento de familias e laços de vizinhança não tera áum pouco a ver com isso? Medidas imediatas e marginais podem aparentemente resolver um problema a muito curo prazo agravando entretanto a marginalização e o estigma.

«Gonçalo Moreira» >> Pinheiro Torres é limítrofe? Aldoar é limítrofe? É um problema infelizmente transversal e muito complicado de resolver. Mas os bairros não podem ser antros de droga, marginalizados. Têm que ser locais dignos onde famílias desfavorecidas possam habitar até reconstruirem a sua vida. Mas para serem exactamente isto, muito vai ter que mudar. Um passo de cada vez.

«José Luis Moreira» >> O ploblema é complicado de resolver?.. Pois é! Mas deve-se falar também dos irresponsáveis que o ajudaram a criar ao acabarem com as 'ilhas' e 'barracas' para formar 'guetos' como «S. João de Deus» e o «Aleixo» sem terem tido o devido cuidado com o estudo da distribuição das famílias desalojadas.

«Jorge Veiga» >> E desculpam-se os que fazem tráfico de droga por causa dos condicionalismos sociais? E dizem que são beirros de trabalhadores? O terem sido feitas estas "Ilhas" verticais e terem enfiado lá um determinado de pessoas é que deu origem a isso. O resto são desculpas...

«Rui Moreira» >> As pessoas em causa têm o direito de se defenderem em juízo, perante a notificação. Essa é a grande diferença. Quem conhece os bairros, conhece a realidade. Não estamos a falar de consumo, de exclusão. Estamos a tratar de sintomas óbvios de tráfego. As pessoas dos bairros têm direitos como os outros. Direito ao sossego, à dignidade, ao descanso. A viver em tranquilidade. A não estarem sujeitos a poderes informais. Quanto a ondas de revolta, a última vez que estive na Pasteleira Nova fui abordado por moradores revoltados. Tudo foi presenciado pelos jornalistas, noticiado pelo Público. Estavam revoltados por não haver combate aos traficantes...

«Jorge Veiga» >> Não me parece que quem tutela as casas camarárias e os bairros tomem medidas indiferentes à justiça e à lei. Muitos têm direito a viver com tranquilidade, sim, mas outros perdem-na quando optam por viver à margem. Em tudo deve haver moderação e ponderação. Acho que o sr PC Rui Moreira já mostrou muitas vezes ter essas qualidades, mas também não pode ser refém de que lhe digam que é discriminador, pois que se o tem de ser, acho que deve tomar esse caminho. Todos os cidadãos "normais" estão fartos de aturar as aventuras de meia dúzia e a quem ajustiça não consegue retirá-los do circulo onde se meteram e nós não os queremos ter por perto.

«Rui Moreira» >> Jorge Veiga, a CMP é inquilino de cerca de 13000 habitações / 25000 cidadãos. A esmagadora maioria não tem nem quer ter problemas. Quer fazer a sua vida, com a normalidade possível. A Cmp não investiga tráfegos, como se compreende.

«David Ribeiro» >> Não há dúvida que Rui Moreira acabou de tocar naquilo que para mim é o cerne da questão: “Estavam (moradores da Pasteleira Nova) revoltados por não haver combate aos traficantes”. É confrangedor ver o à vontade com que se vende droga em alguns bairros sociais e para mim mais difícil de entender é a aparente passividade das forças policiais. Sei perfeitamente que não é unicamente com repressão que se combate um flagelo deste tipo, mas fechar os olhos ao tráfico não se pode admitir. Diz na notícia do P24: "As pessoas fazem fila à porta para comprar droga" (...) "a polícia encontrou 11 mil euros. Noutra havia 4 mil e tal euros e o inquilino tinha outra morada, onde foram encontrados mais 4 mil".

«Rui Moreira» >> Publico 1/4/2015

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«Jorge Veiga» >> mas que eu saiba, as Câmaras fazem reuniões com as forças de segurança, podendo ser solicitado a estas que tomem as medidas necessárias para minimizar estas ocorrência, Se não o fazem (qual o motivo) e qual a resposta que a CMP (neste caso) tem. Se são poucos os que perturbam muitos, não o deveriam fazer e de certeza que há meios legais para o evitar.

«Rui Moreira» >> Sim, há articulação com as forcas de segurança, no âmbito da lei.

«Jorge Veiga» >> Pois só falta que a segurança actue.



Publicado por Tovi às 07:24
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Quarta-feira, 16 de Abril de 2014
A venda dos quadros de Miró

Ainda vai correr muita tinta sobre a "venda" destes quadros de Miró… e o actual Governo não vai ficar muito bem na fotografia.

{#emotions_dlg.meeting} [Público] - Tribunal de Contas diz que não autorizou venda das obras de Miró e quer conhecer contrato - Se se confirmar que o contrato celebrado com a leiloeira deveria ter sido submetido a fiscalização prévia, Parvalorem poderá ter de pagar uma multa, correndo ainda o risco de ver o contrato anulado. (...) Questionada pelo Público sobre se o contrato de venda das obras passou pelo TC para efeitos de fiscalização, fonte oficial do Tribunal diz “não ter recebido qualquer processo”, revelando que este órgão está agora a analisar e a acompanhar esta matéria. Para o TC, “o contrato é de carácter público, tornando-se necessário saber se se verificam os requisitos previstos na lei”. Isto é, se o contrato devia ter sido ou não submetido a uma fiscalização prévia.



Publicado por Tovi às 09:00
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2014
Claro que já prescreveu…

…não faltava mais nada {#emotions_dlg.blink}

 (Bartoon, no jornal Público de hoje)


«Isabel Branco Martins» no Facebook >> Luís Afonso no seu melhor



Publicado por Tovi às 09:21
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Sexta-feira, 21 de Junho de 2013
Riquezas da Invicta

Volta ao Porto em oito tascas imperdíveis - A Invicta em oito paragens saborosas e familiares. Eis algumas tascas onde vale a pena provar o Porto (Texto de José Augusto Moreira no Fugas/Público de 29Mai2013)

{#emotions_dlg.star} Adega Rio Douro - Pastelão de sardinhas e iscas de bacalhau 

O fado é, por assim dizer, uma espécie de apêndice que deu notoriedade à casa, mas o mais importante é, como facilmente se constata à primeira vista, a dona Piedade. Daí que o nome oficial seja praticamente ignorado e o local quase sempre referido como a Adega da Piedade. É ela quem comanda o negócio, impõe o ritmo e, mais importante de tudo, toma conta da cozinha de onde saem deliciosos e diversificados petiscos que costumam atrair a clientela a partir de meados da tarde.

{#emotions_dlg.star} Bufete Fase - Toda a fama às francesinhas

A fama das francesinhas desta casa minúscula já correu mundo e há hoje quem venha dos quatro cantos do planeta com o objectivo marcado de as provar. A sanduíche que nos últimos tempos se converteu numa referência portuense, e foi já considerada por revistas internacionais como uma das melhores do mundo, tem no Bufete Fase um dos seus máximos expoentes, senão mesmo o maior. Assim o ditaram as escolhas organizadas por algumas publicações da moda, se bem que quase sempre com critérios de maior mediatismo que de objectividade. A clientela, essa, acaba, no entanto, por confirmar diariamente essas escolhas, fazendo pacientes filas para provar o pitéu.

{#emotions_dlg.star} Tasca da Badalhoca - Asseada e com muito mais do que sandes de presunto

Um enorme contra-senso, é o mínimo que se pode dizer. A verdade é que já nem é tasca, nem muito menos badalhoca. Mas o nome que à partida seria mais do que suficiente para afugentar qualquer tipo de clientela parece estar na base do enorme sucesso da casa. O nome, mas também o presunto que tornou famosas as suas sandes.

{#emotions_dlg.star} Casa Guedes - Queijo, pernil assado e as redes sociais

Um enorme sucesso que brotou das redes sociais e transformou o outrora pacato estabelecimento dos irmãos Guedes num local de visita quase obrigatória. Especialmente para os jovens viajantes em buscas de refeições simples e a qualquer hora do dia. O chamariz são as sandes de pernil assado, com as quais é possível acomodar o estômago por parcos 2,75 euros. 

{#emotions_dlg.star} O Gazela - Um cachorro quente muito original

A cerveja, fresca e borbulhante, e os originalíssimos cachorros explicam, por si só, todo o sucesso deste espaço improvável e de dimensões quase labirínticas, tal como a artéria vizinha ao Teatro Nacional de São João onde se situa. Balcão em meia-lua em cujos bancos se podem empoleirar, cotovelo com cotovelo, até 14 convivas, voltados para os dois coordenados funcionários que tudo fazem num espaço que dificilmente irá além dos dois a três metros quadrados. Um prodígio de eficiência e ritmo que só tem paralelo com a cadência com que os clientes cedem o lugar àqueles que nas suas costas esperam pela vez para serem servidos.

{#emotions_dlg.star} Casa Louro - Presunto, broa de Avintes e vinhos de Baião

Este é um daqueles lugares onde não há margem para dúvidas. Espreita-se do meio da rua e a fila de cotovelos apoiados no balcão, tigela na outra mão e olhares que vagueiam entre o tecto e a televisão que brilha ao fundo da sala dizem quase tudo. Mais uma vez, os vinhos de Baião parecem gozar por aqui de grande fama, sendo anunciados mesmo que a origem não seja de todo comprovável.

{#emotions_dlg.star} Nelson dos Leitões - No Bolhão, mas como se fosse na Bairrada

Leitão da Bairrada no Porto? Pois claro! Mesmo que isso ponha em causa a lógica do velhíssimo ditado que coloca Maomé a caminho da montanha e não ao contrário. Este é, digamos assim, o milagre de Nelson, que todos os dias (excepto aos domingos e segundas) faz de um pequeno espaço do mercado do Bolhão um cantinho da Bairrada, com leitão assado e espumantes como na versão original.

{#emotions_dlg.star} O Buraquinho - Cave minúscula e à moda antiga

Dá-se com ele, mas nem sempre será fácil. Meio escondido no topo nascente da Praça dos Poveiros, este buraquinho parece querer mostrar-se difícil na hora de saborear. A questão, para que não restem dúvidas, é que a inscrição com o nome só se revela quando abordamos os oito degraus que é preciso descer para este labiríntico estabelecimento de comes e bebes. Além da identificação, a inscrição revela tratar-se de uma "casa especializada em bons petiscos, bucho, papas, caldo verde, sandes, lanches e bons vinhos".



Publicado por Tovi às 18:31
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Terça-feira, 12 de Junho de 2012
As "pressões ilícitas" de Miguel Relvas

Foi em 24 de maio que Miguel Relvas foi ouvido na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) no caso das "pressões ilícitas" sobre uma jornalista do Público. E quando é que Carlos Magno (Presidente da Direcção Executiva da ERC)  nos dá o resultado deste inquérito?... Estará à espera que o ministro se demita?... Já era tempo de se saber alguma coisa.


«Luís Paiva» in Facebook >> O ministro demitir-se??? eheheheh...

«Zé Zen» in Facebook >> Ti David  e a espera dos milagres. :))

«David Ribeiro» in Facebook >> Eu não acredito em milagres... Abro uma excepção para aquele em que o Cristo, nas Bodas de Canã, transformou água em vinho ;-)

«Luís Paiva» in Facebook >> Então foi esse o primeiro?...

«Zé Zen» in Facebook >> Devia ser vinho ribatejano :))



Publicado por Tovi às 07:16
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Domingo, 1 de Abril de 2012
Sócrates pediu a Cavaco para o salvar da troika

Ainda não comprei o Público de hoje, mas vou ter que o fazer... É que não se pode perder o trabalho de investigação de Cristina Ferreira que vem publicado na edição deste domingo.

{#emotions_dlg.meeting} [Público] - O dia em que Sócrates pediu a Cavaco para o salvar da troika - Um dia, quando os documentos confidenciais ficarem acessíveis, saber-se-á com rigor por que razão o país foi forçado, pela terceira vez na sua história democrática, a procurar ajuda externa. Para já, é possível recuar um pouco no tempo e reconstituir o quadro de incerteza e dramatismo que se vivia. O PÚBLICO reconstitui, após uma investigação, o que se passou nas 72 horas loucas antes de Sócrates ser obrigado a pedir ajuda externa. Foi a 6 de Abril de 2011. Um ano depois, o PÚBLICO olha para essas horas cruciais do Portugal contemporâneo. Um trabalho de Cristina Ferreira.



Publicado por Tovi às 16:01
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Domingo, 12 de Junho de 2011
Morreu Popeye

   R. I. P.  {#emotions_dlg.blink}

{#emotions_dlg.meeting} [InimigoPúblico] - Popeye acaba de falecer depois de ter comido espinafres infectados com E.coli - Popeye, o marinheiro carismático criado por Elzie Crisler Segar, em 1929, faleceu hoje, no hospital de Hamburgo, na Alemanha, infectado com a nova estirpe da bactéria E.coli. A viúva, Olívia Palito, estava absolutamente consternada com a morte do seu marido.



Publicado por Tovi às 16:14
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Domingo, 6 de Dezembro de 2009
O mercado nacional do vinho #2

Ainda com base no artigo "O mercado nacional do vinho", publicado no Fugas Especial Vinhos (suplemento do jornal Público do fim-de-semana passado), podemos ficar a saber qual a evolução dos preços médios de venda ao público (valores em euros / 0,75 Lt) por regiões.

Estremadura + Regional Estremadura = 2,39 € em 2008 / 2,28 € em 2009
Bairrada + Regional Bairrada (parte) = 2,70 € em 2008 / 2,69 € em 2009
Verdes + Regional Minho = 2,71 € em 2008 / 2,84 € em 2009
Ribatejo + Regional Ribatejano = 3,28 € em 2008 / 2,87 € em 2009
Setúbal + Regional Terras do Sado = 3,03 € em 2008 / 3,00 € em 2009
Algarve + Regional Algarve = 2,95 € em 2008 / 3,32 € em 2009
Alentejo + Regional Alentejano = 3,54 € em 2008 / 3,64 € em 2009
Dão + Regional Beiras (parte) = 3,64 € em 2008 / 3,93 € em 2009
Douro + Regional Terras Durienses = 3,99 € em 2008 / 4,29 € em 2009



Publicado por Tovi às 09:03
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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009
O mercado nacional do vinho #1

No suplemento Fugas Especial Vinhos que acompanhava o jornal Público do último sábado, José Alves apresenta-nos "O mercado nacional do vinho" uma muito bem conseguida infogravura com os dados relativos às vendas de vinhos (litros vendidos e facturação) nos hiper-mercados, super-mercados, livre serviços, mercearias, restaurantes, snacks e cafés de Portugal no período de 1 de Outubro de 2008 a 30 de Setembro de 2009.

Total de vinhos: 78.216.678 Lt / 351.245.118 € (Fonte CVRA/Nielsen)

Algarve + Regional Algarve = 500.529 Lt (0,64%) / 2.218.806 € (0,63%)
Bairrada + Regional Beiras (parte) = 1.104.372 Lt (1,41%) / 3.966.547 € (1,13%)
Ribatejo + Regional Ribatejo = 2.190.375 Lt (2,80%) / 8.391.219 € (2,39%)
Estremadura + Reg. Estremadura = 3.589.779 Lt (4,59%) / 10.931.921 € (3,11%)
Dão + Regional Beiras (parte) = 5.014.975 Lt (6,41%) / 26.304.664 € (7,49%)
Douro + Regional Terras Durienses = 7.440.182 Lt (9,51%) / 42.605.562 € (12,13%)
Setúbal + Regional Terras do Sado = 7.794.276 Lt (9,96%) / 31.139.585 € (8,87%)
Verdes + Regional Minho = 18.345.073 Lt (23,45%) / 69.441.596 € (19,77%)
Alentejo + Regional Alentejano = 32.237.117 Lt (41,22%) / 156.245.218 € (44,48%)



Publicado por Tovi às 19:13
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