"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 2 de Novembro de 2017
Uma injustiça histórica… até hoje

2Nov2017 aa.jpg

(Arthur James Balfour, secretário britânico dos Negócios Estrangeiros entre 1916 e 1919 e autor da Declaração Balfour, de 2 de novembro de 2017 - Foto Wikimedia Commons)

É um dos documentos polémicos da História e faz 100 anos esta quinta-feira. Pela Declaração Balfour, os britânicos prometeram um “lar nacional” aos judeus num território que não era deles e onde os judeus eram minoritários. Hoje, os israelitas festejam; os palestinianos exigem a reparação dessa “injustiça histórica”.

   Expresso online de hoje, por Margarida Mota

 

  Comentários no Facebook

«Gonçalo Graça Moura» - Qual injustiça? Esqueces que pelo menos 30 anos antes o movimento sionista já investia nos territórios, tendo causado uma verdadeira revolução na agricultura e tendo feito com que zonas áridas fossem férteis e permitissem o estabelecimento de populações semi-nómadas, entre judeus e árabes... os "palestinos" são uma ficção pós guerra dos seis dias.

«David Ribeiro» - Mas há alguém, além dos senhores do poder israelita, que entenda que os palestinos não têm razão de existir?

«Gonçalo Graça Moura» - percebeste a coisa ao contrário, os "palestinos" é que acham que os israelitas não têm razão para existir... aliás foram criados para isso...



Publicado por Tovi às 11:22
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Sexta-feira, 13 de Novembro de 2015
Interminável conflito entre Israel e Palestina

 Israel x Palestina 12Nov2015 aa.jpg

A questão não é sobre o direito da Palestina resistir, mas sim pela responsabilização de Israel pelos seus crimes.

 

  Comentário no Facebook

«Jose Antonio Salcedo» >> Pois é. Também.

«Joaquim Leal» >> A velha máxima do "olho por olho, dente por dente".

«David Ribeiro» >> Que nada resolve, não é verdade?

«Joaquim Leal» >> Meu amigo, eu nesta questão como estás cansado de saber, sou parcial. Os israelitas só "ferram" se os chatearem. Não se pode andar a anavalhar civis inocentes na rua por uma questão patriótica ou territorial. Viste certamente o filme "Munique", ficas a saber como é que a secreta israelita trabalha. Existem muitos outros exemplos. Não concordo com todas as suas políticas naquela região mas trata-se de um país civilizado e democrático, pelo menos à imagem do que temos no ocidente. O único naquelas paragens. Daí o meu recurso à "expressão". É que é assim mesmo que as coisas "funcionam" para aqueles lados. De um lado e do outro. [wink emoticon]

«David Ribeiro» >> Estás a esquecer que Israel continua a ocupar territorios que não são seus... e isto é que é o assunto principal, sendo tudo o resto unicamente consequências.

«Joaquim Leal» >> Nunca concordei com a política dos colonatos e essa questão territorial é complexa. Ter uma vizinhança complicada como aquela, também não é fácil.

«Fernando Kosta» >> Ó DAVID NÃO VÁ POR AÍ !!!!!! Quando aquelas bestas palestinas atacam civis israelitas à facada você não diz nada!

«David Ribeiro» >> Se diz que eu não digo nada quando os palestinianos atacam civis israelitas é porque não percebe o que eu acabei de escrever... ou então sou eu que não me faço entender.

«Jose Pinto Pais» >> Que venha o Diabo e escolha

«David Ribeiro» >> Não nos esqueçamos que este acto das forças israelitas se deram em Hebron que como todos sabemos é uma cidade da Cisjordânia, ocupada por Israel desde 1967.

«Rui Lopes A. D'Orey» >> A questão é essencialmente pelo direito de Israel resistir.



Publicado por Tovi às 09:27
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Quinta-feira, 24 de Julho de 2014
Guerra entre Israel e o Hamas

Nesta guerra ente Israel e o Hamas não há inocentes, todos sabemos, mas temos todos que concordar que só os extremistas sionistas é que batem palmas à actuação do exército israelita. A grande maioria do povo de Israel quer a paz e está disposta a viver em perfeita harmonia com os árabes. Lembrava há dias um amigo meu que a Universidade de Harvard já provou num estudo recente que o ADN de israelitas e palestinos é o mesmo, pelo que é tempo de acabarem de andarem constantemente à porrada.


«Mario Pinheiro» no Facebook >> Explicassem-se estas coisas pelo ADN, ou pelo laboratório e era fácil. O problema estabelece-se quando são as jazidas de gás e outras razões de índole económica que se colocam. Claro que tens razão, aqui não há inocentes. Por isso é tão difícil tomar partido.

«Henrique Camões» no Facebook >> Numa família com vários filhos, há sempre uns que de uma forma ou de outra fazem pela vida e conseguem uma situação económica desafogada, outros que vivem comodamente o dia a dia, contentando-se com o que lhes é suficiente, outros "nem lá vou nem faço minga" vivem invejando o que os irmãos tem, isto é mais ou menos a caricatura da origem dos conflitos do médio oriente... é difícil tomar partido, mas sempre que há qualquer tentativa de aproximação há paz, é boicotada pelos ditos libertadores da Palestina.

«José Costa Pinto» no Facebook >> Lamento informar, caro David Ribeiro, que não são só os extremistas que batem palmas à IDF. Todos os judeus de Israel o fazem. Alguns, que a comunicação social ocidental destaca, são críticos, mas constituem uma minoria. Aliás, os judeus sabem bem que a actuação da IDF é a única linha que separa o povo de Israel da aniquilação e do extermínio. E sabem que a contenção do exército tem sido admirável.

«David Ribeiro» no Facebook >> Há quem jure a pés juntos que os tais "libertadores da Palestina" até são ajudados financeiramente pelos extremistas sionistas.

«José Costa Pinto» no Facebook >> Sobre o parentesco genético, ele é um facto. O problema aqui não é o ADN, mas o que está na cabeça das pessoas, os memes se quiser, não os genes. Alas, não se podem modificar com a mesma facilidade com que se modifica o património genético. Experimente falar com um extremista islâmico. Essa teoria conspirativa não tem pés nem cabeça. A torrente de contra-informação faz pasmar.

«David Ribeiro» no Facebook >> Há dois ou três anos tive que conviver durante um fim-de-semana com uma oficial do exército israelita (era um dos juízes de uma exposição canina que teve lugar no Porto) e fiquei horrorizado com a forma como ela entendia o futuro de Israel: Um país judeu "livre" de estranhos. No entanto já troquei impressões com outros israelitas e fiquei com a ideia que não têm qualquer problema em conviverem com árabes, sendo que um aumento do nível de vida dos palestinianos só beneficiaria uma sã vizinhança.

«Mario Pinheiro» no Facebook >> Só para lembrar que o Knesset tem 3 deputados que representam a minoria árabe, o Balad, partido que se opõe ao carácter judaico do Estado de Israel. Israel não parece ser um "um país judeu livre de estranhos".

«David Ribeiro» no Facebook >> Pois é!...

«Joaquim Leal» no Facebook >> David Ribeiro, imagina que estás a desfrutar de um bom tinto no relvado junto á tua piscina numa calorenta tarde de verão. Á sombra de um toldo, claro. Entretanto eu, teu vizinho resolvo lançar chumbo do lado de lá da cerca. Obviamente que ignoras e continuas a desfrutar. :P

«Maria Teresa de Villas-Boas» no Facbook >> Bom... quem provocou foi o hamas. agora, não se queixem. 

«Maria Helena Costa Ferreira» no Facebook >> disse bem David. a guerra não é entre israelitas e palestinianos  mas sim entre Israel e Hamas!

«José Costa Pinto» no Facebook >> David Ribeiro, eu vou postar aqui na minha página do FB nos próximos dias — dependendo da minha disponibilidade — uma série de documentos sérios, isto é, de natureza académica, sobre esta problemática. A minha opinião, que é a de um estudioso de muitos anos, e não daqueles que lêem artigos e links da internet, é a de que a visão maioritária de tudo isto está muito comprometida. A desinformação e propaganda são rampantes, o que é facilitado pelo carácter antisemita da nossa cultura. Se falarmos de genes, aqui é que está o busilis: a nossa cultura é geneticamente antisemita. Dpois conversamos.

«Maria Helena Costa Ferreira» no Facebook >> este artigo penso que está explicativo.... A difícil questão de Israel e de Gaza - observador.pt - Ninguém quer que o conflito em Gaza se eternize, mas é bom não ter ilusões: nenh...um estado tolera que disparem rockets contra as suas cidades. O Hamas, ao fazê-lo, quer impedir qualquer processo de paz

«José Costa Pinto» no Facebook >> Uma nota apenas, rápida. Repare que o Hamas tem uma impressionante rede subterrânea de abrigos e túneis, onde se escondem os seus militares e mísseis, mas não tem UM SÓ abrigo para os civis. Em contrapartida, em Israel há abrigos em todos os bairros, mas não há para os militares. isto, só por si, marca uma diferença abissal de atitude e de valorização da vida humana. E note outra coisa curiosa: nas fotografias e filmes dos danos civis em Gaza, há algo que nunca se vê: militares, bombeiros e ambulâncias. Véem-se pessoas feridas e jornalistas, mas nem um só bombeiro, ou enfermeiro ou militar. Porque será?

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> essa dos extremistas sionistas era a gozar, não?

«António Alves» no Facebook >> O erro original foi a criação de um estado judaico naquele local. O senhor josé Costa Pinto tem uma visão muito enviesada. Pois eu estou farto de ver bombeiros, enfermeiros, médicos e ambulâncias palestinianas. Algumas delas inclusivamente alvejadas. Quanto aos túneis: o argumento é superlativamente ridículo. Um estado que teve capacidade de erguer um gigantesco muro da vergonha em semanas e é capaz de seguir as vítimas dos seus assassinatos selectivos por satélite não é capaz de detectar ou impedir que esses túneis passem por baixo do muro que eles construíram ou por baixo de uma fronteira qualquer. Não nos devemos esquecer nunca que os palestinianos estão na sua terra ancestral de onde nunca saíram e Israel é um estado artificial fundado e dirigido por judeus de origem europeia. E esse é um factor importante: o facto de na realidade a elite israelita ser uma elite europeia. Há muito racismo subliminar na avaliação do conflito: afinal os palestinianos são uns árabes ranhosos e pobres. Um poveco de pastores do deserto. Caos nos hospitais de Gaza - pt.euronews.com - O caos toma conta dos hospitais. Al Shifa, o maior hospital de Gaza não consegue responder a mais urgências. Uma grande parte dos feridos morre por falta de assistência. Os milhares de rockets que o Hamas envia para Israel mataram até agora duas pessoas. A retaliação de israel já matou mais de 600 pessoas, entre elas mais de 120 crianças. Israel mata mais crianças do que militantes do Hamas. E não me venham com a conversa que o Hamas usa crianças como escudos humanos. Todos nós vimos um vídeo há dias em que Israel ASSASSINOU deliberadamente quatro crianças que jogavam futebol numa praia. Que ódio abjecto é este que atinge tamanha desproporção? Mais: quem acompanha isto sabe que esta nova vaga de violência foi despoletada pelo assassinato bárbaro de 3 jovens israelitas por palestinianos. Imediatamente esse crime foi vingado por outro crime: o rapto e assassinato de um adolescente palestiniano. Foi queimado vivo. Tudo isto se passou em Hebron. Muito longe da faixa de Gaza e em território controlado civilmente e militarmente por Israel. Porque razão a retaliação é sobre Gaza onde 1,6 milhões de pessoas vive miseravelmente numa verdadeira e sobrelotada prisão a céu aberto?

«Antonio Cruz» no Facebook >> caro Antonio Alves, gostei dos seus comentarios, chapeau



Publicado por Tovi às 09:28
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Domingo, 18 de Novembro de 2012
Novo conflito na Faixa de Gaza

Nesta foto de Ronen Zvulun da Reuters, publicada ontem no "Público online", podem-se ver forças militares israelitas a prepararem-se para uma eventual investida contra os territórios da Faixa de Gaza. Desta vez é muito provável que a ofensiva israelita contra os palestinianos não seja tão “simples” como têm sido todas as outras feitas pelo estado de Israel contra estas localidades palestinianas. Os membros do governo Egípcio já disseram não estarem tolerantes contra esta nova ofensiva do exército israelita. E os “fundamentalistas” iranianos estão muito calados… é mau sinal.

«Jose Antonio Salcedo» in Facebook >> Infelizmente. Israel tem vindo a ser governado por extremistas loucos, fanáticos que obedecem a ideologias ortodoxas completamente imbecis e criminosas.

«Rui Lopes A. D'Orey» in Facebook >> Dizer uma barbaridade destas é mesmo de quem não conhece nada de história.

«David Ribeiro» in Facebook >> Meu caro Rui... O professor catedrático de Engenharia Jose Antonio Salcedo conhece o Médio Oriente melhor do que muitos portugueses conhecem Portugal.

«Jose Antonio Salcedo» in Facebook >> Tenho imensa admiração por Israel e pelo povo Israelita. Tenho muitos amigos lá. Mas o actual governo de Israel considero-o extremista e não representativo dos próprios Israelitas.

«Rui Lopes A. D'Orey» in Facebook >> Não digo que não, mas será melhor pensarmos então onde andam as ideologias ortodoxas completamente imbecis. Senão vejamos, 1) o povo de Israel já ocupava aqueles territórios muito antes dos muçulmanos, 2) Pensar que os Israelitas não se devem defender dos ataques exteriores????, 3) Mais ortodoxismo fanático que o extremismo islamita, talvez só a ortodoxia comunista.

«Jose Antonio Salcedo» in Facebook >> Infelizmente, considero que a política de apartheid violento que Israel tem vindo a implementar é injusta e criminosa até. Não me levem a mal, mas hoje estou em Fança numa celebração familiar do dia de acção de graças. E a minha família tem elementos judeus de quem gosto muito. Terei todo o gosto em continuar estar conversa noutro dia, apenas por hoje não ter disponibilidade. Um ponto apenas, Rui: temos de evitar dogmas, porque dogmas - todos, sem excepção - são baseados em ignorância ou na manipulação de ignorância. Abraço. Um curto comentário: "Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu is hoping the offensive in the Gaza Strip wins his Likud party more votes in January’s election".

«David Ribeiro» in Fcebook >> Pois é!... Triste quando a violência (seja ela de que tipo for) faz ganhar votos.

«Jose Antonio Salcedo» in Facebook >> Triste e hipócrita. Muitos intelectuais em Israel (cientistas, escritores e artistas), apesar de direita, estão a protestar vigorosamente, de novo, contra as iniciativas criminosas e internacionalmente ilegais do seu PM - ocupação ilegal de terras (Harvard demonstrou que não existem diferenças no DNA das populações judaicas e palestinas que habitam a região), apartheid forçado, separação de populações palestinas pelo famigerado muro, roubo de nascentes de água em terras agrícolas palestinas e expulsão forçada de palestinos apesar de pagarem impostos em Israel, apenas para apontar alguns dos problemas. Mas este é um ensaio para o Irão. É isso que ainda me preocupa mais.

«David Ribeiro» in Facebook >> Já há notícias que nos dizem ter o ministro da Defesa do Irão feito um apelo aos países islâmicos para pegarem em armas contra Israel - “Só com uma frente unida, uma retaliação revolucionária da parte do mundo muçulmano, se porá fim aos crimes do regime sionista” – e isto é extremamente perigoso para a região do Médio Oriente e para toda Europa.

«Jose Antonio Salcedo» in Facebook >> Espero que todos os países da região tenham um mínimo de senso.


«David Ribeiro» in Facebook >> O jornal "The Jerusalem Post" está a noticiar a negociação de um cessar-fogo na Faixa de Gaza. Esperemos que se chegue rapidamente a um acordo.

«Joaquim Leal» in Facebook >> O Hamas está a pedi-las...

«António Campos Leal» in Facebook >> Não me diga Joaquim? A sério?

«Joaquim Leal» in Facebook >> Imagine estar no seu quintal sujeito a levar com um balázio...

«António Campos Leal» in Facebook >> E imagine estar no seu deserto, na sua aldeia, na sua tenda, no seu chão. E chegarem uns gajos armados e dizerem: Aqui é uma nação, a nação de Israel e isto tudo com a conivência de um certo grupo de nações que acharam que era o melhor que se arranjava e até dava jeito. Ficavam com uma guarda avançada para o século seguinte. E ASSIM ESTÁ.

«Joaquim Leal» in Facebook >> Desculpe mas sou divergente, posso não posso?

«António Campos Leal» in Facebook >> pode, concerteza, está no seu direito.

«Maria Teresa de Villas-Boas» in Facebook >> Bom... eu tb não concordo com o António Campos Leal. Que começou não foi Israel.


«David Ribeiro» in Facebook >> Até doi a alma ao ver esta imagem, publicada pelo "The Times online" (foto de Sadie Gray), onde se veem crianças da cidade de Gaza atingidas pelos ataques aéreos dos israelitas.

«Alexandra Cavaleiro de Mira» in Facebook >> :(((((

«Mónica Joadi» in Facebook >>  :'(:'(

«Zé Zen» in Facebook >> No comment :(:(

«Fátima Gabriel» in Facebook >> Tem toda a razão, por cá andamos mais preocupados com incidentes na greve... é assim



Publicado por Tovi às 07:31
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