"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quarta-feira, 1 de Novembro de 2017
Território e Descentralização

#mno_conferencia_territorio_descentralizacao_18.jp

A "geringonça" promete-nos a descentralização mas do pouco que tenho ouvido tudo não passa de querer transformar as câmaras municipais em direcções regionais, como bem nos lembrou Rui Moreira no debate "Os caminhos do futuro", na última sexta-feira (27Out2017) na Universidade Portucalense, a convite do professor universitário e ex-candidato presidencial Paulo Morais. O presidente da autarquia portuense vê como premente uma reforma administrativa que contemple até a alteração dos círculos eleitorais, dando "mais representatividade ao Interior e envolvendo mais os cidadãos com os eleitos", contrariando a tendência da litoralização. Tal reforma e consequente descentralização deve "não partir da ideia de descentralizar por descentralizar, mas da resposta a dúvidas como: Estamos a ocupar bem o território? Que país queremos ser?".



Publicado por Tovi às 09:42
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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2016
Campanha de Paulo Morais às Presidenciais2016

Paulo Morais ab.jpg

Conheço Paulo Morais pessoalmente e tenho por ele uma grande admiração, pois não é fácil encontrar quem tanto tenha denunciado publicamente a corrução em Portugal. Mas creio que a forma como tem conduzido a sua campanha eleitoral nestas Presidenciais2016 tem sido um desastre, não contribuindo em nada para que os eleitores o vejam como um potencial candidato a inquilino do Palácio de Belém. Não podemos viver só de “bota-abaixo”, nem esquecermos que o que está em jogo é o lugar de Presidente da República e não o de Justiceiro-Mor.




Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2015
Marcelo à frente nas sondagens

Sondagem Católica 11Dez2015 aa.jpg

As intenções de voto recolhidas no fim-de-semana passado pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (CESOP) da Universidade Católica dão uma clara vantagem ao candidato Marcelo Rebelo de Sousa (62%) nas próximas eleições Presidenciais, ficando a grande distância Sampaio da Nóvoa (15%) e Maria de Belém (14%). Os outros candidatos não têm valores relevantes: Marisa Matias 3%, Edgar Silva 3%, Henrique Neto 1% e Paulo Morais 1%.

 

  Evolução das últimas sondagens conhecidas

Sondagens 11Dez2015 graf.jpg

 

  Comentários no Facebook

«Jose Bandeira» >> Ao ler estas notícias assola-me uma irreprimível vontade de atirar com a toalha ao chão. Como é possível que homens de coragem como Henrique Neto e Paulo de Morais somente recolham 1% de intenções de voto quando é por todos conhecida a sua posição de combate à máfia instalada no poder, enquanto se perspectiva uma vitória à primeira volta de um dos arautos do sistema podre que nos destrói a cada dia que passa? Estamos a falar de VOTO NOMINAL! Aqui não há desculpas de programas sem responsáveis: nestas eleições vota-se NA PESSOA! Não, não me venham com tretas, este país é maioritariamente composto por vermes rastejantes que agradecem a quem os pisa. Não vale a pena ter pena de seres cujo objectivo é somente ser dignos de pena. Não vou mais desgastar-me: têm o que merecem!

«David Ribeiro» >> Ainda há muita gente que não sabe, por exemplo, quem é Henrique Neto ou Paulo de Morais. Vota-se no mediatismo... e quem é engraçado cai em graça.

«Jose Bandeira» >> Consegue ouvir o meu urro de raiva?

«Antonio Pinto Caldeira» >> As sondagens hoje apresentam-se como instrumentos de manipulação política. Não me admira que neste caso concreto até estejam próximas da realidade, basta que atentemos à exposição mediática que tem Marcelo em comparação com os demais candidatos, por outro lado num país que confunde opção política com a popularidade alcançada nos reality shows tudo é possível. A nossa realidade faz-me lembrar um filme de Claude Lelouch, "les uns et les autres". Entre os dois existe um mundo estéril, uma terra queimada de ideias e princípios...

«Jose Bandeira» >> E ainda existe o limbo dos que procuram entender uns e outros.

«Judite Lina Sequeira» >> O populismo em força.

«Jose Bandeira» >> O rótulo "populismo" serve a muito tipo de produto. Vivemos numa sociedade muito complexa, onde o cidadão é bombardeado por informação contraditória, tem uma enorme carência de formação e está condenado a decidir em quem acreditar. Quantos mais anos vive mais dúvidas tem sobre onde está a razão, ou mesmo se esse conceito existe. Frequentemente, a palavra "populismo" é usada pelos políticos para carimbar promessas de outros que eles sabem não ser capazes de cumprir. Então chamam-lhes "populistas" e, com esse anátema, encerram uma discussão incómoda. Não gosto da palavra "populismo"; soa a insulto, a menosprezo pela capacidade de análise dos outros. E quem somos nós para nos assumirmos como donos da verdade? Só um esclarecimento: eu próprio me incluo no conceito de "cidadão" a que me referi acima.



Publicado por Tovi às 10:17
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Sexta-feira, 10 de Abril de 2015
Paulo Morais

Paulo Morais 9Abr2015.jpg

Para mim não é novidade nenhuma esta candidatura de Paulo Morais à presidência da República. No verão de 2012, quando a direcção do Movimento Partido do Norte, de que eu fazia parte, o contactou para saber da sua eventual disponibilidade para concorrer à Câmara do Porto, ficamos logo com a ideia que o seu horizonte político estava focado nas Presidenciais de 2016. Iremos ver o que os eleitores pensam deste candidato, que no desmascarar de alguns casos de corrupção em Portugal até tem estado muito bem.

 

  Comentários no Facebook

«João Simões» >> Será que o discurso de Candidatura será feito a partir de Recortes de jornais? Lol

«Raul Vaz Osorio» >> Teria o meu voto.

«Carlos Ramos» >> Está gente boa a perfilar-se. A imprensa VAI ABATÊ-LOS. Não é já, vai deixá-los falar, reunir matéria para depois descontextualizar e fazer parecer mau. Já vi esse filme.

«Carlinhos da Sé» >> Não comentaria melhor que Carlos Ramos, acrescento (só) que o "PS" não quer dar dar trabalho à imprensa, "mata" os seus próprios candidatos à nascença.

«Graca Cardoso» >> E o meu também

«Maria Helena Costa Ferreira» >> para já penso no Henrique Neto.

«João Thiago Rocha Ferreira» >> Também teria o meu voto. Está na linha da frente no combate à corrupção e na recuperação dos dinheiros da corrupção. Sendo ele um adepto da Justiça reforçada e eficiente, uma pessoa de aparente bom senso e acima de tudo coerente, não tenham a menor dúvida!

«Albertino Amaral» >> Não tenho dúvida nenhuma em votar no Dr. Paulo Morais, desde que ele erga bem alto as suas " 4 bandeiras aqui anunciadas ".... Tenho-me identificado com a sua mentalidade.

«Manuel Duarte» >> É muito dificil furar a carapaça que os partidos politicos criaram.

«Miguel C Reis» >> Pena que não tenha entregue provas ao Parlamento, para além dos seus próprios artigos...



Publicado por Tovi às 07:48
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Quinta-feira, 3 de Maio de 2012
Há alterntiva a esta austeridade

Interessante texto publicado no Correio da Manhã, da autoria de Paulo Morais, Professor Universitário e Vice-Presidente da Associação Cívica Transparência e Integridade.

{#emotions_dlg.meeting} Há alternativa - A austeridade que fustiga os portugueses, com aumento de impostos e redução de salários, é perfeitamente evitável. Desde que o governo opte por outro tipo de medidas, que penalize menos os cidadãos e as empresas, retire privilégios aos poderosos e altere de facto a estrutura de despesas do Estado.

Em primeiro lugar, devem ser renegociadas todas as parcerias público-privadas rodoviárias, que chegam a ter rentabilidades garantidas superiores a 14%; o Estado terá, desde já, um ganho anual de cerca de três mil milhões de euros. A segunda medida consiste na imediata reestruturação da dívida pública, bastando substituir os contratos de crédito ruinosos, e assim poupar cerca de dois mil milhões. Não é admissível que o Estado continue a pagar anualmente em juros nove mil milhões de euros, mais do que gasta com o Serviço Nacional de Saúde.

Impõe-se ainda reduzir os alugueres e rendas imobiliárias que o Estado paga neste momento. São centenas de milhões de euros a mais em cada ano! Numa fase em que o mercado imobiliário está em baixa e as rendas nos privados vêm diminuindo progressivamente, porque não baixa a despesa do Estado nesta rubrica? Ainda por cima, quando muitos contratos foram inflacionados para favorecer proprietários amigos!

Outra área onde se poderia também obter um ganho de mil milhões é a da formação profissional. Grande parte da formação financiada limita-se a manter os formandos ocupados, enquanto a maioria dos recursos é desviada para o enriquecimento de alguns ‘empresários’ mais habilidosos.

Se o governo tiver coragem para implementar este tipo de medidas, pode poupar anualmente até sete mil milhões, sem penalizar os cidadãos. E muda definitivamente a estrutura da despesa do Estado, retirando privilégios aos poderosos.

Só quando os governantes tiveram a coragem de ousar este caminho, Portugal progrediu. Foi assim com D. João II, que pensou os Descobrimentos, ou com o Marquês de Pombal, instituidor do Vinho do Porto, que limitaram regalias às grandes famílias do seu tempo – como os Duques de Bragança e Viseu ou os Távora. Se não souber ler a história, Passos Coelho será apenas mais um mau governante, dos muitos que os portugueses já tiveram de suportar.


«Fátima Gabriel» in Facebook >> Maravilha!!!! Creio que todos os portugueses se identificam com este pensamento. Parabéns ao autor.



Publicado por Tovi às 07:00
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