"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 12 de Agosto de 2017
Há badalhocos na Ribeira

lixo b.jpg

Não sei em que dia foi nem a que horas... mas sei que é na nossa Ribeira. Algo está mal e não é seguramente culpa dos serviços camarários. Os cidadãos têm que ser responsáveis se querem ser respeitados.

 Não sei se sabem mas na Ribeira existe um serviço de excelência na recolha de lixo a restaurantes e comércio como não existe em mais lado nenhum. Os serviços camarários vão duas vezes por dia recolher porta-a-porta a todos os estabelecimentos, todo o reciclado e orgânicos. É um esforço gigantesco mas infelizmente na Ribeira há gente que não tem qualquer sentido cívico e que apesar do serviço ainda coloca resíduos na rua em qualquer lado até usando os sacos que a Câmara lhes fornece. A CMPorto está a fiscalizar mas não lhe é possível ter um polícia em permanência no local, porque infelizmente aos fiscais é impossível multar dado que se tem de pedir identificação e isso só a polícia o pode fazer.

Não se melhorou muito em civismo na Ribeira.



Publicado por Tovi às 08:08
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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017
E depois de 1 de Outubro?

Como não tenho qualquer dúvida que Rui Moreira poderá vir a liderar todo e qualquer processo político com base na Região Norte e que devemos começar a pensar seriamente nisto logo a seguir à mais que provável vitória de 1 de Outubro, aqui fica um excelente texto da minha querida Amiga Carla Afonso Leitão:

 

Carla.jpgBoa tarde, boas horas, salvação para as almas, paz e sossego.

Ler, pensar, entender e agir, uma região, numa região, exige que o façamos em diversos domínios, desde logo, porque estamos a falar de fenomenologia complexa, balizando-nos entre o que as coisas são e a percepção que delas temos numa consciência e entendimento, individuais e colectivos e em vários layers, físico, social, económico, político, desportivo… psicológico!

Os suportes, ou os domínios de partida, podem ser diversos.

Por vezes, as regiões reduzem-se a imagens simplificadas, as vacas leiteiras estão para os Açores, Cavaco Silva está para Viseu, o Dragão está para o Porto, a cereja está para o Fundão, o Alberto João, ou as “bananas do dito” está, estão (ainda) para a Madeira, por outro lado, também existem simplificações de arrumo em escala, Portugal e o Allgarve, [Galiza até ao Porto unidos pelos celtas] e Marrocos, assim, infinita e indefinidamente por força de uma visão redutora que nos dá conforto na simplificação, mas nos complica na seriedade do entendimento de um território e nas suas particularidades de modo a que o possamos designar de região.

Claro está que se pensarmos o Porto, muitos de nós, somos tentados a confundi-lo com a região onde se insere, de tal modo que há quem pense que “somos norte, somos Porto” e pronto, ponto, não se fala mais nisso (a ber se não nos chateamos), tendo sempre o problema de ter ocasional, ou frequentemente ,de passar para o lado árabe do Douro.

Mas, neste texto, quero reflectir a região no domínio metrapolitano, melhor dizendo, no associativismo municipal, mais concretamente, a hipotética região municipal onde o Porto se insere, a chamada Área Metrapolitana do Porto, a AMP, por si só, é, à anterior, uma designação que pressupõe a hegemonia da cidade do Porto relativamente às restantes que a compõem.

Não é inocentemente que escrevo “hipotética região municipal”. De que área metropolitana falamos? De um mero somatório de municípios de proximidade geográfica, de um hinterland, de uma conurbação? De mera junção física, ou, mais do que isso, de sinergias municipais, de convergência de valências distintas, de uma “cabeça-de-rede” e em rede com cidades menores e menos autónomas?

A área portuária, o aeroporto, as caves do vinho do Porto, a indústria farmacêutica de referência, a exemplo, estão no Porto? Não. Logo, a perspectiva clássica de hinterland não se coloca. Por outro lado, o Porto é uma cidade município, ou seja, o concelho é a cidade, por sinal, cintado e condicionado fisicamente por uma circunvalação e um rio, a conurbação é uma realidade apenas suportada pela rede de metro, nomeadamente, entre Porto e Matosinhos.

Seja qual for o sentido de área metropolitana, ele deverá acontecer na ordem de vontade e de iniciativa política. Há umas décadas atrás, tínhamos o Porto, Matosinhos, Maia, Vila do Conde com personalidades políticas distintas, contudo, havia a noção que a AMP tinha líderes, não um, mas vários que no conjunto enriqueciam a região pela capitalização de valências locais e fazendo-as valer no conjunto próximo, ou fazendo-as prevalecer junto do Terreiro do Paço.

Hoje temos Rui Moreira (ponto). O Porto assumiu-se como uma marca Ponto. Tem sido uma aposta ganha, na perspectiva do Porto. E depois, temos o resto. O resto equivale a uma postura de menorização crítica, veja-se, a propósito da European Medicines Agency. Maia poderia e deveria ter uma palavra a dizer, devia ter-se afirmado junto do Porto, afinal, tem o aeroporto e tem a Bial, podia ter negociado termos de candidatura numa perspectiva metropolitana. Podia e devia ter sido uma aposta da AMP, não o foi. É certo que a candidatura à EMA é uma candidatura de cidades, mas as cidades são entidades irrepetíveis, tal como as áreas metropolitanas e assim deviam ser as políticas, na vontade e na iniciativa.

O Porto será tanto maior, quanto maior for a capacidade de afirmação das cidades vizinhas, maior para além do turismo, universidade e startups.

Por outro lado, iniciativa, vontade política com objectivos precisos e capacidade de liderança não podem acontecer apenas no Porto, porém, à falta disto tudo, depois não se venham queixar que Rui Moreira esvaziou a preponderância das cidades vizinhas, o problema delas é simples, nada tem a ver com partidos, tem a ver com crise de lideranças, sem lideranças uma região municipal não floresce e sujeita-se a desvanecer, logo, sinergia deverá ser a palavra de ordem, penso que Rui Moreira poderá também liderar este processo, não ter partido e ser um líder nato dá-lhe à partida essa vantagem acrescida.



Publicado por Tovi às 08:10
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Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017
Autárquicas no Porto – Candidatos

Camara Municipal do Porto aa.JPG

Para a corrida eleitoral à Câmara Municipal do Porto entregaram a documentação necessária os seguintes partidos e movimentos de cidadãos, aguardando-se ainda a correspondente aceitação/validação pelo Tribunal competente:

PPD/PSD-PPM;
PS;
PCP/PEV;
BE;
PAN;
PTP;
PNR;
Cidadania e Democracia Cristã;
Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido;
Porto, de Alma e Coração.



Publicado por Tovi às 08:24
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Segunda-feira, 7 de Agosto de 2017
Autárquicas no Porto – Partido Socialista

7Ago2017 aa.jpg
Já é conhecido quem os socialistas portuenses nos vão apresentar ao voto nas Autárquicas e como dizia um grande intelectual do futebol nacional, “prognósticos só no fim do jogo”, mas não me parece de forma alguma expectável que o PS consiga eleger mais do que três vereadores cá na Cidade Invicta (este foi o seu resultado em 2013) e por isso as candidaturas a considerar para a C.M.Porto são:

 Manuel Pizarro, líder da distrital socialista.

Fernanda Rodrigues, foi diretora municipal na autarquia portuense entre 1995 e 1998, esteve na oposição no último mandato de Rui Rio (PSD), entre 2009 e 2013, e é consultora da Comissão Europeia para programas sociais.

Odete Patrício, licenciada em Economia, que durante 25 anos e até janeiro de 2017 foi diretora-geral da Fundação de Serralves.



Publicado por Tovi às 18:21
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Sábado, 5 de Agosto de 2017
Autárquicas no Porto – Bloco de Esquerda

5Ago2017 aa.jpg

E eu ralado



Publicado por Tovi às 17:05
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Quinta-feira, 3 de Agosto de 2017
Um acto de CIDADANIA

3Ago2017 ac.jpg

O movimento independente de Rui Moreira formalizou hoje, quinta-feira, dia 3 de Agosto, as candidaturas à Câmara do Porto, à Assembleia Municipal do Porto e a todas as Assembleias de Freguesia da cidade, com a entrega das listas de mais de 320 candidatos e mais de 20 mil assinaturas no Juízo Local Cível do Porto, Palácio da Justiça.



Publicado por Tovi às 14:29
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Quarta-feira, 2 de Agosto de 2017
Em Autárquicas há sempre uns pára-quedistas

 ParaquedistasEleicoes.jpg

Sabem quem é Jorge Feio?... Ouvi dizer que se vai candidatar à Câmara Municipal do Porto… Irá “dependurado” em que partido?... É que INDEPENDENTE cá pela Mui Nobre, sempre Leal e Invicta Cidade do Porto só conheço um, Rui Moreira e mais nenhum.

 

   Comentários no Facebook

«Manuel Carvalho» - A ser verdade, duvido que oficialmente vá "pendurado" em algum partido. Pode é estar ao serviço de algum, mas não oficialmente, apenas com o intuito de "dividir para reinar".

«Jose Riobom» - ...eh pá... não sei... só conheço o José Feio... dizem por aí que sou eu... e se calhar por causa do meu slogan "Partido há só um.. o meu... e mais nenhum" poderão ter confundido o José com Jorge ... quem sabe ? [Emoji wink;-)]

«David Ribeiro» - Não será do MRPP?... É que esta malta costuma ir a todas.



Publicado por Tovi às 15:00
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Terça-feira, 1 de Agosto de 2017
Autárquicas no Porto – Eurosondagem Jul2017

Autárquicas Jul2017.jpg

 Rui Moreira a caminha da maioria absoluta.
 Partido Socialista mantém praticamente os valores de 2013.
 PSD em queda abruta.
 Comunistas sobem um poucochinho.
 Bloquistas na mesma… mas assim não chegam a eleger um único vereador.

Eu sei que sondagens são sondagens e que importante é o papelinho “botado” na caixinha, mas como não temos o dão da adivinhação, ficamo-nos pelas sondagens.



Publicado por Tovi às 11:52
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Domingo, 30 de Julho de 2017
Um Porto moderno e para todos

Não estou praticamente em nada de acordo com o que Correia Fernandes nos diz nesta sua entrevista ao Público, mas discutir uma eventual “intensificação do nível dos índices de construção” na Cidade Invicta é importante e necessário. Deixemo-nos de merdices e vamos lá comparar o que cada uma das candidaturas nos apresentam tendo em vista (re)construir um Porto moderno e para todos.

29Jul2017 aa.jpg

   Ver aqui a entrevista.

 

   Comentários no Facebook

«Cristina Vasconcelos Porto» - Aqui concordo com o Arqº Correia Fernandes!

«David Ribeiro» - Em certas zonas da cidade e desde que a construção em altura preveja generosas áreas públicas envolventes, não vejo problema nesta opção. Mas para já, e até porque não sou de forma alguma um especialista na matéria, prefiro aguardar a opinião de muita e boa gente que sabe disto muito mais do que eu.

«Nuno Antunes» - Em todas as estações de metro propor a construção de torres de andares com 30 andares

«Carlos Jorge Pereira» - Anexar os concelhos vizinhos talvez resolva o roblema. Já que é mau contruir para cima.

«João Cardoso» - Essa tentativa já aconteceu e a resposta é conhecida.

«Gloria Gonçalves» - Índice de Construção (IC) - quociente entre a área bruta de construção e a área da zona definida em Plano Municipal de Ordenamento do Território ou a área do prédio sujeito a operação de loteamento, no caso do Índice de Construção bruto, ou a área da parcela ou do lote, no caso do Índice de Construção líquido. ver também IC em http://balcaovirtual.cm-porto.pt/.../Docu.../Regulamento.pdf. Quer se queira ou não o IC tem a ver com a área construída, ou seja, com os edificios. No artigo do publico, chama ao IC "coisa mais importante do PDM", por isso, não acrescenta nada o sr Professor Arq. Já nem aos animais se pode chamar "coisa".

«Rui Moreira» - Não me pronuncio sobre questões de amnésia. Mas não deixo de lembrar que já houve aumento dos índices. Não se trata de uma medida generalista, claro. Querem um exemplo? O novo Bairro de Raínha D Leonor.

«Pedro Aroso» - É uma questão delicada que merece um amplo debate. No primeiro mandato do Rui Rio, o então vereador do Urbanismo Ricardo Figueiredo impôs índices que o Nuno Portas classificou de anorécticos. Se esses ainda se mantêm em vigor, faz todo o sentido revê-los.

«Rui Moreira» - Pedro vê as nossas propostas. Acho que concordas.

«Antero Filgueiras» - Será que Rui Moreira desenterrou os projectos que o "interino presidente" Nuno Cardoso tinha para o Porto?! Cardoso sonhava transformar o Porto (parte dele) numa réplica de Nova Iorque. E porque não debater o assunto?!

«Rui Moreira» - Antero Felgueiras: não desenterrei nada. Tenho uma política clara para a cidade. Dei-a a conhecer. Está em discussão nestas eleições

«Antero Filgueiras»Como sabe não sou Felgueiras mas sim FILGUEIRAS, que é um sobrenome substancialmente bem diferente. Mentas qual seria o problema?! Se as propostas eram boas sempre podem ser recuperadas e melhoradas. Contudo permita-me: quando o PORTO for algo similar a Munique...pode crer que está no bom caminho.

«Rui Moreira»Antero Filgueiras:desculpe ter adulterado o seu nome que conheço bem, culpa do corrector. O Porto é o Porto, nem Munique nem NY. Não me recordo do Nuno Cardoso propor isso.

«Rui Ávila»Prefiro que a regulação se faça pelos alinhamentos, cérceas, colmatações e índices de ocupação do solo e menos pelo índice de construção que é sempre uma invenção com pouco racional. Recordo-me que Nuno Cardoso queria densificar a Boavista, o que me pareceu bem - fazer ali a cidade densa de serviços.

«TóMané Alves da Silva»Mas a regulação faz-se já (e sempre se fez) por todos esses fatores! O IC é apenas um deles.

«Mario Ferreira Dos Reis»Com a melhor escola de arquitectura do Mundo e arredores não nos faltam especialistas com provas dadas, com uma das melhores empresas de paisagismo do país também no Burgo não nos faltam recursos técnicos para revolucionarmos o viver no Porto do Futuro... só falta espaço e concursos de ideias para soltar o imaginário Portuense. Se lerem o programa do Rui Moreira está bem explícita e claro o conjunto de intenções. Mas meninos e meninas as primeiras pedras já foram testadas nestes 3 e pico anos. Readaptar uma cidade e planear mais fazer, dura tempo e muito trabalho não peçam numeros e soluções imediatas, género pílula do dia seguinte ou espuma expansível de poliuretano.... ou a tristemente Capital dos Remendos que foi feita pelo engenheiro das águas... De Roma a Pavia não se fez num dia... Uma cidade é um conjunto e este olhar organizado e polifacetado de ver do Rui só pode trazer para a cidade uma coisa Progresso sustentado com coesão social para os Portuenses e para todos aqueles que vamos acolher e que vão escolher ser Portuenses. Alguns dos predios mais altos do Porto têm enquadramentos agradaveis. Se virem o nosso Skyline é coeso e não acho que aqui ou acolá não possam existir volumetrias mais ousadas e enquadradas ao nosso Porto.

«Rodrigues Pereira»Voltamos à à "vaca fria" , tão típica da veneranda Escola de Arquitectura do Porto ! Tudo aquilo que seja construir em altura , é mau !!! Ora como tenho "andado por aí", remeto o Senhor Professor Arquitecto para - por exemplo - Singapura. Tomáramos nós ter - em zonas fora do necessário limite da Zona Histórica - muitos arranha-céus (com os respectivos serviços agregados) , à semelhança daquilo que existe naquela cidade-estado. Mas não : O que temos são os inevitáveis prédios de 4 + 1 andares, de fachada pindérica e mais cedo do que tarde com transformação das também pindéricas varandas em não menos pindericas "marquises" ! Quanto ao "desenho" dos mesmos, vemos verdadeiras "avantesmas" como as que foram sendo construídas no lado sul da Avenida da Boavista, que mais parecem enormes caixas de fósforos ... Isto dito - e em havendo mundo - qual será o problema de construirmos "verdadeiramente" em altura, em zonas como Paranhos, Campanhã e até Ramalde ??? O "Less is more" não se aplica a tudo : nem à qualidade de vida, nem à estética e - muito menos - à necessidade....

«Mario Ferreira Dos Reis»Da veneranda nasceu o Foco Julio Diniz e a Cooperativa dos Pedreiros mais todos os 10 para 20 de sucesso do Porto ... e alguns de outras urbes

«Rodrigues Pereira»Achas que não sei, Mário ? Mas depois estagnaram ... Baixinho é que é bonito

«Mario Ferreira Dos Reis» - Agora tem sobretudo a ver com quem queres dentro dos mesmos e se for para construçoes mal isoladas entao ... O insucesso do viver ao alto no Porto para alguns incultos é muito grave.

«Rodrigues Pereira» - Mario Ferreira Dos Reis : A qualidade da nossa construção é péssima !!! Mas com isso, os Senhores Professores Doutores Arquitectos não costumam preocupar-se ! Como é que é possível ver coisas com "assinatura" com fendas nas fachadas após 2 ou 3 anos ???

«Mario Ferreira Dos Reis» - Rodrigues Pereira sao os predios Alfa Romeu... muito bonitos ... mas

«David Ribeiro»Tenho Correia Fernandes como bom arquitecto e grande conhecedor da realidade urbanística da cidade do Porto, mas quando “a voz do dono” (leia-se: a vontade do Largo do Rato) se impõe, é uma chatice.

«Nuno Cardoso» - O que mais me preocupa numa alteração dos índices urbanísticos é saber de que forma eles vão diferenciar o valor dos terrenos dando mais valor a uns que a outros e como se pode e deve garantir a equidade de valor. Sou de opinião que deve haver um índice de construção bruto igual em todo o território do município do Porto, e , se o zonamento permitir mais construção o promotor deve "adquirir" terreno correspondente à harmonização do IC. Era importante, assim, desenvolver uma periequação à escala de todo o município para que se garanta uma igualdade de tratamento das capacidades construtivas. Uma certa densificação nas zonas de influência das estações do metro faz sentido para exatamente tirar proveito dessa optima infraestrutura de mobilidade, esse aumento de capacidade pode ser compensado com terrenos a oferecer à Cidade para equipamentos públicos (para por exemplo construir o Parque Oriental)



Publicado por Tovi às 08:49
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Sábado, 29 de Julho de 2017
O Red Bull Air Race a chegar

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Os aviões da mais importante competição internacional - Red Bull Air Race World Championship – já começaram a chegar ao aeroporto Sá Carneiro. Voltamos a ter uma etapa portuguesa nas competições deste ano e será novamente no Rio Douro, entre as cidades do Porto e Gaia, a 2 e 3 de Setembro.



Publicado por Tovi às 08:19
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Sexta-feira, 28 de Julho de 2017
Isto é o nosso PORTO

Contado por quem tão bem o sabe fazer, o meu Amigo facebookiano Rodrigues Pereira.

 

   Turista na própria cidade

28Jul2017 aa.jpg
Quis o acaso que tivesse que vir à Ribeira entregar uma papelada...
Esperei uns bons 20 minutos para aceder ao parque subterrâneo, fronteiro ao Palácio da Bolsa... Depois - e com o fôlego de gato escaldado, após quatro enormes lanços de escadas, sempre a subir, deslizei - vontade não me faltou que fora literalmente - até à frente ribeirinha.
E começou o meu estupor (de Barbosa du Bocage, entenda-se)...
O final de manhã estava claro como água de nascente e a brisa que subia pela rua de S. João parecia um túnel de ensaio de ventilação.
Arribado na beira-rio, depara-se-me um quadro de civilidade babeliana, entrecortada por sons do rio, de barcos que iam e vinham...
Na torreira do cais havia guarda-sóis e até uma latada recém-implantada, já com abundante sombra.
Cruzavam-se turistas com locais, sorrisos nos lábios.
Um grupo de quatro adolescentes, sentado num banco em frente ao rio, elaborava umas sanduíches com produtos adquiridos numa mercearia ao lado.
As esplanadas estavam cheias... Muitos turistas, mas muita gente a falar português de Portugal.
As fachadas renovadas luziam cores desgarradas e de algumas pressentia-se o cheiro a sabão azul, das roupas penduradas nos estendais...
Vagueei por ali um pouco e - como de costume e porque a fome apertava - estuguei o passo até à Adega São Nicolau. Esplanada cheia, regredi uns metros e aterrei no Terreiro Mar e Terra.
Do mesmo e velho Amigo Coelhinho (o Senhor Coelho - que o respeitinho é muito bonito - para quem não comparte charutos)...
Se havia polvo... É claro que havia... E que polvo! À Lagareiro, mas dócil à faca (podia ser colher) e com os complementos exigíveis, o pimento e a cebola no ponto, o ovo cozido e as magníficas azeitonas.
Pelo meio deste almoço solitário, agregaram-se grupos de estrangeiros, mas também famílias portuguesas, algumas tão locais que se levantavam no final da refeição e diziam "põe na conta”.
No silêncio repartido com alguns gritos estridentes de gaivotas, surgiu como que por encanto o som de uma viola.
E consegui ver (e ouvir) o Manuel de Falla a olhar para o Douro e a rever a sua Andaluzia da alma.
Tocado por um irmão brasileiro, que evoluiu suavemente para um chorinho e depois Genesis e Procol Harum e John Lenon...
Não vi "pés-descalços", nem caramelos, nem brigas, nem pedintes.
Vi um Porto que desconhecia, porque nunca me tinha dado para vir ao Coelhinho durante o dia...
E que vale a pena, lá isso vale !!!

MRP, 26 de Julho de 2017

PS - Dedicada ao meu "irmão" Rui Moreira



Publicado por Tovi às 08:30
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Quinta-feira, 27 de Julho de 2017
Habitação para a classe média no Porto

26Jul2017 aa.jpg

Na tarde de ontem Rui Moreira, candidato a um segundo mandato na presidência da Câmara do Porto, anunciou que vai solicitar ao Governo a redução do IVA de 23% para 6% na oferta de casas com rendas controladas para a classe média, com o fim do município poder colmatar essa "falha" de oferta no mercado imobiliário. Como todos sabemos há “uma classe média que trabalha, que vive no Porto, que (...) não encontra habitação a preços comportáveis”. E é a pensar nesta franja da população que se tenta encontrar novas fontes de receita pública, além da já anunciada taxa turística, que poderá gerar proventos anuais entre os sete e os dez milhões de euros.

   Ver notícia do jornal Público aqui.

 

  Comentários no Facebook

«António Magalhães» - experimente baixar o IMI...

«João Simões» - Porque não baixa o candidato Moreira o imi na CMP? Se diz que tem boas contas de que espera? O Pizarro já avançou com essa proposta que foi prontamente chumbada pelo movimento dos "independentes". Acordaram agora para a problemática da classe média?

«Antonio Pereira» - O Rui que faça habitação social o resto é treta

«Rui Moreira» - Durante este mandato baixámos o IMI de 0,40 para 0,324. Além disso, propusemos um conjunto de isenções. Baixar mais o IMI de forma cega ( para o mínimo de 0,30) não fomenta a habitação da classe média. Representa 3mIlhoes de euros, em vez do regime de isenções selectivas que custa 1M e liberta pois 2M para uma política de incentivo. Reduzir o IMI para o mínimo corta despesa a quem menos necessita. Ex: grandes hotéis ... a redução que propomos é selectiva.

«António Magalhães» - Fomentar a habitação para a classe média poderia passar por uma outra politica de estacionamento pago, por exemplo, quando os pais levam os filhos a brincar no parque do Covelo...

«João Simões» - Pois para a CMP os outros é que tem de resolver os problemas do nosso Porto. Que dirá o presidente de câmara da guarda desta proposta do movimento dos "independentes"?

«António Magalhães» - Oh Sr. Presidente… Quanto é que representa o IMI em termos percentuais os "grandes hoteis"?

«Rui Moreira» - António Magalhaes o estacionamento ao fim de semana é gratuito. É ao fim de semana que a 'classe média' frequenta o Covelo. Nos dias de semana, se o estacionamento fosse gratuito, seria ocupado por outros, que não os que lá vão com os filhos. Quanto ao IMI sabe muito bem o que eu estou a dizer. E nem respondo a quem acha que o estado central deve anunciar medidas para a habitação mas não deve contribuir para esse esforço porque há coisas que nem merecem resposta, sob pena de ter de explicar porque razão 2 + 2 são quatro.

«Rui Ávila» - O IVA na construção já tem a taxa reduzida de 6% nas obras de reabilitação urbana. Não entendo a proposta: o arrendamento de habitação está isento de IVA. O custo suportado pelos promotores já beneficia da taxa reduzida nas obras de reabilitação.

«David Ribeiro» - O que se pretende, julgo eu, é uma redução do IVA em construção de raiz com preços controlados de aluguer para a classe média.



Publicado por Tovi às 15:00
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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017
Uma vergonha… na cidade do Porto

25Jul2017 aa.jpg

Como é que é possível que a CDU e BE tenham a distinta “lata” de se apresentarem a eleições quando é assim que tratam a Cidade? 



Publicado por Tovi às 22:32
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Domingo, 23 de Julho de 2017
Aquilo anda mal por Aldoar

Aldoar 23Jul2017.jpg

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«Manuel Carvalho»Não se preocupe David Ribeiro, daqui a pouco o João Simões vem explicar tudo com a lógica e a prosa que lhe reconhecemos o valor.

«Cecilia Santos» - ...por Aldoar e não só!



Publicado por Tovi às 21:35
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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
A estratégia de “Cavalo de Tróia” de Manuel Pizarro

cavalo-png_png.jpgA última secção da Assembleia Municipal do Porto, na passada Quarta-feira, veio demonstrar que a estratégia de “Cavalo de Tróia” do socialista Manuel Pizarro tinha unicamente como fim conseguir lugares destacados na lista de Rui Moreira para o executivo camarário nas próximas Autárquicas e nunca ser minimamente coerente com o acordo que tinha feito para o governo da Cidade Invicta. O voto contra de Pizarro à criação da empresa municipal de cultura - Porto Cultura – não surtiu efeito, pois nem todos os deputados socialistas disseram “sim” à atitude política do líder da distrital do PS-Porto, viabilizando assim aquilo que é fundamental para a Cultura da nossa cidade. A proximidade do dia de “meter o papelinho na caixinha” não pode desculpar nada e não se esqueçam os militantes socialistas que os portuenses já noutras alturas souberam responder a todo o tipo de traições à Cidade Invicta.



Publicado por Tovi às 15:31
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