"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
Uma família… uma grande família

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Com este Governo não vou a Ministro nem a Secretário de Estado… não tenho por lá nem sequer um primo afastado



Publicado por Tovi às 07:36
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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017
AM aprova orçamento do Porto para 2018

#mno_dinheiro_moedas_01.jpgA Assembleia Municipal do Porto aprovou, ontem à noite, o orçamento para 2018, no valor de 257,4 milhões de euros. Os documentos previsionais de gestão para o próximo ano foram aprovados com 22 votos a favor, 6 contra e 17 abstenções.
Num debate em que intervieram todos os grupos municipais, a maioria da oposição classificou este orçamento como de "continuidade". Em representação do PS, Pedro Braga Carvalho explicou que o seu partido se absteve na votação porque o orçamento não traz nada de novo ou substancialmente diferente. CDU e BE votaram contra. A deputada do BE Susana Constante Pereira considerou o orçamento "poucochinho" para o Porto; o deputado comunista Rui Sá sustentou que não responde às necessidades das populações. Por seu turno, o social-democrata Luís Osório criticou o aumento da receita corrente e da despesa. Nas questões ambientais, a eleita pelo PAN, Bebiana Cunha, congratulou o Executivo de Rui Moreira pela sua preocupação pela sustentabilidade. Perante as críticas, o deputado do movimento "Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido" André Noronha explicou que este orçamento é o "orçamento da formiga", de quem tem as contas em dia.
Coesão e Acção Social ou Economia e Desenvolvimento Social, bem como Cultura, são eixos considerados fundamentais num orçamento que, sob os princípios da sustentabilidade, se traduz em mais receita, mais investimento e numa aposta nos recursos humanos da polícia e dos bombeiros. Depois de quatro anos de forte redução de dívida e lançamento de projectos-âncora para a cidade, o Executivo prevê para 2018 mais 14,1 milhões de euros de investimento municipal. Só em habitação social, o investimento previsto é de 26,8 milhões de euros.



Publicado por Tovi às 15:12
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Sábado, 25 de Novembro de 2017
Faz hoje 42 anos… lembram-se?

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Não há dúvida… somos um Povo de lágrima fácil

 

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«Duarte Nuno Correia» - n'O Insurgente - Alguns poderão estar esquecidos, outros nunca terão ouvido, outros estarão equivocados e alguns terão escutado uma versão deturpada ou selectiva da coisa. Mas quando Jaime Neves e os restantes comandos impedem o golpe dos pára-quedistas de Tancos, impedem não apenas um golpe militar, mas o golpe militar da extrema-esquerda que visava garantir que Portugal passava de uma ditadura de direita para uma ditadura de esquerda, comunista e à boa moda soviética, isto assumindo que os arrufos entre estalinistas e maoístas se resolviam. Isto foi no dia 25 de Novembro de 1975. O 25 de Abril sem o 25 de Novembro teria sido uma mera mudança de cores de camisola. É, portanto, uma data tão alusiva à democracia como é o 25 de Abril, e, como tal, merece ser recordada, celebrada, felicitada, festejada. Um dos partidos que mais fez pela consolidação do 25 de Novembro foi precisamente o PS de Mário Soares. Que o Bloco de Esquerda, que mais não é do que a agremiação da UDP e do PSR, radicais que buscavam essa ditadura comunista, e o PCP, que, bom, é o PCP, não celebrem o 25 de Novembro parece-me coerente. Afinal, o sonho de uma ditadura comunista foi gorado. Que o PS alinhe no circo é que é absolutamente inaceitável. Uma vergonha.

«David Ribeiro» - O Mário Soares deve estar aos saltos no caixão.



Publicado por Tovi às 11:09
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Quarta-feira, 18 de Outubro de 2017
Grande puxão de orelhas ao Governo de Costa

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Marcelo Rebelo de Sousa não me encanta, pois não me esqueço que foi ele, juntamente com o Guterres, quem “matou” a Regionalização, mas o puxão de orelhas que acaba de dar ao Governo de António Costa foi bem dado.

 

   A não esquecer:

i) "A fragilidade existe e atinge os poderes públicos" …/… "Esta é a última oportunidade para levarmos a sério a floresta".

ii) "Se há na AR há quem questione a capacidade do Governo, que a Assembleia clarifique se quer manter ou não o governo".

iii) "…a pensar no médio ou longo prazo não significa convivermos com estas tragédias" …/… “Onde existe fragilidade, ela terá de deixar de existir".

 

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«Jorge Veiga» - Gostei muito do discurso de Marcelo. Diz muitas coisas de frente, olhos nos olhos, diz muitas coisas nas entrelinhas.

«Carla Afonso Leitão» - Sendo esta "última oportunidade" que o PR dá ao governo, quanto será preciso, quantos mais mortos e terra queimada para tomar a sua decisão que ficou latente e, pasme-se, e bem, por sinal, remete para o parlamento, para a casa da democracia, fazendo-se valer do regime par(lamentar), a decisão de manter, ou não a confiança no actual governo. Mais uma vez, Cristas, "ganha" pela oportunidade, não pela pertinência com base moral (contextualizando, Decreto-Lei nº 96/2013, de 19 de Julho ou "Lei do Eucalipto Livre"), a moção de censura, à falta de qualquer mudança no governo, vai encostar o BE e a CDU a um impasse. Mas, vamos ser sérios, não é a Cristas, ou a Catarina, ou o Jerónimo que têm o Campo como prioridade, a primeira dá prioridade ao domínio da fé no seu deus, os segundos, ao domínio das exigências salariais do estado, o Centeno tem a margem que sabe que nem essa nos pertence. O Costa ainda não pediu desculpas e nem o vai fazer porque é um bilderberger, não responde ao povo, responde ao seu amo, o grupo.

«Rodrigues Pereira» - Não me recordo de alguma vez ter ouvido um tão duro - e assertivo - discurso de um Presidente da República ! Marcelo foi claríssimo - muito para além das entrelinhas - na necessidade da substituição da patética Ministra da Administração Interna e do seu balofo Secretário de Estado. Apenas faltou dizer os nomes ... Perante isto, creio que não resta a António Costa senão uma de duas alternativas: ou a demissão imediata da Senhora Ministra, ou a sua própria demisão. O que não significaria, necessariamente, que não conseguisse voltar a colocar a "Geringonça" em pé. Mas com o discurso de ontem e a sua proverbial casmurrice, creio que terá deitado borda-fora a tal maioria absoluta que parecia garantida ... Aguardemos os próximos episódios. E - já agora - para aqueles que se fartam de gozar a proximidade humana do PR, as suas selfies e a proximidade cidadã, comparando-o a uma espécie de "palhaço bonacheirão", ora façam lá o favor de enfiar o barrete !

«Rui Moreira»Para que nos serve o Estado? Como nos podemos defender, quando o Estado que tem o monopólio da força nos falha? Como entender as prioridades de um País cuja administração cresce sucessivamente, carregando o seu peso num retalho cada vez mais pequeno? Quando a governação depende dessa administração que deveria comandar? Quando se inverteu a ordem natural da hierarquia democrática? Como avaliar as prioridades nacionais? Como se pode falar sempre e obsessivamente de direitos adquiridos quando não se defendem os direitos primários e inatos? Como tolerar tudo isto? Como acreditar no futuro? Como esquecer o que se viu? E o que, a propósito, se ouviu e não se ouviu? Sim, as palavras do Presidente transmitem-nos muita e muita caridade. Teria tocado no coração de todos, e não apenas em todos aqueles que estão feridos, despojados, órfãos, atónitos, tristes, zangados, se não se desse o caso de os outros, muitos e muitos outros, não estarem interessados em mudar nada, nada, nada. Está em causa a coesão de Portugal. Porque já não há um estado uno. Há um estado exíguo, entrincheirado. Há um pseudo-estado, sem soberania, sem territorialidade. Para que nos serve essa impostura, quando a Nação se sente abandonada? São estes os factos. Levará tempo, é uma característica nossa, mas é inevitável que estes factos se transformem em argumentos.

«David Ribeiro» - É ensurdecedor o silêncio da estrutura do PS-Porto (e do PSD portuense também nada se ouve) sobre a desgraça que nos atingiu neste último fim-de-semana… como já não bastasse o que aconteceu em Pedrógão Grande, devem andar à procura de um raio caído numa árvore ou de um tolinho qualquer que tenha ateado os fogos. Temo eu é que estejam mais uma vez à espera de saber quem serão os novos ministro e secretários de estado para depois virem dizer que “agora é que vai ser”.

 

   9h20 de 18Out2017

Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, apresenta demissão. António Costa aceita.

CARTA DE DEMISSÃO DA MINISTRA DA ADMNISTRAÇÃO INTERNA
Logo a seguir à tragédia de Pedrógão Grande pedi, insistentemente, que me libertasse das minhas funções e dei-lhe tempo para encontrar quem me substituísse, razão pela qual não pedi, formal e publicamente, a minha demissão. Fi-lo por uma questão de lealdade.
Pediu-me para me manter em funções, sempre com o argumento que não podemos ir pelo caminho mais fácil, mas sim enfrentar as adversidades, bem como para preparar a reforma do modelo de prevenção e combate a incêndios florestais, conforme viesse a ser proposto pela Comissão Técnica Independente. Manifestou-me sempre a sua confiança, o que naturalmente reconheço e revela a grandeza de caráter que sempre lhe reconheci.
Desde junho de 2017, aceitei manter-me em funções apenas com o propósito de servir o país e o Governo que lidera, a que tive a honra de pertencer.
Durante a tragédia deste fim de semana, voltei a solicitar que, logo após o seu período crítico, aceitasse a minha cessação de funções, pois apesar de esta tragédia ser fruto de múltiplos fatores, considerei que não tinha condições políticas e pessoais para continuar no exercício deste cargo, muito embora contasse com a sua confiança.
Tendo terminado o período crítico desta tragédia e estando já preparadas as propostas de medidas a discutir no Conselho de Ministros Extraordinário de dia 21 de outubro, considero que estão esgotadas todas as condições para me manter em funções, pelo que lhe apresento agora, formalmente, o meu pedido de demissão, que tem de aceitar, até para preservar a minha dignidade pessoal.



Publicado por Tovi às 07:17
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Segunda-feira, 2 de Outubro de 2017
A noite das Autárquicas2017 no Porto

Foi assim que a Rádio Renascença - Marília Freitas (texto) e Gonçalo Costa (fotografia) - viu a noite de ontem na Avenida dos Aliados, no Porto.

 

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Duelo nos Aliados, numa noite animada por Zirinha e São

A noite foi de contrastes na Avenida dos Aliados, no Porto: silêncio na sede de Manuel Pizarro, festa na de Rui Moreira. Mas nos festejos ninguém foi mais efusivo do que Zirinha e São.
“Pizarro na rua, Moreira na candidatura”. O canto improvisado de Zirinha e São anima a noite na Avenida dos Aliados. Em frente à sede de candidatura de Rui Moreira são elas o centro das atenções, no compasso de espera entre as projecções e o discurso do vencedor.
“As meninas têm que comer ovos, eu já sou velha”, atira Zirinha, dirigindo-se a jovens apoiantes de Rui Moreira, indignada por não cantarem tão alto como ela. “São intelectuais, não sabem cantar”, confidencia-nos.
Zirinha mora na Sé e foi funcionária do pai de Rui Moreira. “Era bom patrão, é como filho”, conta. E como é o filho? “Uma jóia de pessoa”, responde, enquanto nos mostra como veio “toda artilhada” para a noite eleitoral, com duas garrafas de água presas às calças. “Parece que estou nos comandos!”
Com o incentivo “das intelectuais”, Zirinha e São retomam os cânticos, mas não por muito tempo. “Já chega, senão depois não tenho voz para ele.”

A ansiedade da espera
Recuemos ao início da noite. Antes das primeiras projecções o ambiente é de muita ansiedade na Avenida dos Aliados. As duas sedes de candidatura estão separadas por poucos metros. Cá fora, apoiantes dos dois candidatos misturam-se com os turistas que passam e espreitam, estupefactos.

À frente da sede de Rui Moreira, um grupo de jovens ensaia o hino de campanha. A cantoria é interrompida por alguém que passa com um rádio. As vozes do outro lado da telefonia não enganam: está a ouvir o relato do Sporting-Porto na Renascença.
A noite está agradável e, tanto de um lado como de outro, prefere-se esperar na rua. Estar dentro das sedes torna o ambiente mais tenso. Nos Aliados, todos parecem saber que não há vitórias antecipadas.
Álvaro, apoiante de Manuel Pizarro, está ansioso e pergunta se já temos resultados. Ainda não, respondemos, as urnas ainda não fecharam nos Açores. “Parece que [a vitória] vai ser ali para baixo”, atira, referindo-se à sede de Rui Moreira. “Mas eles [Moreira e Pizarro] depois têm de se entender, têm essa responsabilidade”.

Uma avenida de contrastes
Oito da noite, as televisões transmitem as projecções. Primeiro, os resultados de Lisboa. “Mostrem o Porto”, pede-se na sede de Rui Moreira. Desejo cumprido, começa a festa. Todas as previsões dão a vitória a Rui Moreira. Há abraços e lágrimas. Os mesmos jovens que antes estavam na rua a cantar estão agora em frente à televisão aos saltos.

Entre eles estão José Costa e Tiago Barbosa, ambos com 20 anos e militantes da Juventude Popular. Acompanharam Rui Moreira durante a campanha e, por isso, dizem, não estão surpreendidos com o resultado. “Sentíamos a energia nas ruas”, conta José. “Com fé na maioria absoluta”, os dois amigos recusam colocar outro cenário. Mas Tiago acrescenta: “Rui Moreira tem uma grande capacidade para construir pontes e não muros”.
Ambiente bem diferente, um pouco mais acima na Avenida. Na sede de Manuel Pizarro instala-se um silêncio constrangedor, interrompido apenas pelos “cliques” das máquinas dos fotógrafos.
Aqui não se esconde algum desapontamento. “Esperava mais”, confessa Graça Vaz, sem tirar os olhos da televisão. E agora? “Agora estamos cá para fazer uma oposição responsável”, responde. “O povo é soberano”, sentencia, entre suspiros.
Por esta altura, na sede de Pizarro contam-se quase tantos jornalistas como apoiantes. Alguns saíram logo depois das projecções, outros chegarão apenas na hora do discurso do candidato.
Maria Celeste entra na sala e senta-se na primeira fila. “Estava por aqui e vim ver o que se passava”, conta. Na carteira traz um porta-chaves da campanha de Manuel Pizarro e uma confiança inabalável na vitória, contra todos os números.
“Ele ainda vai ganhar”, responde, convicta, a outro apoiante que nota que as projecções de votos para Rui Moreira já baixaram. “Não vai ganhar, mas o outro vai baixar ainda mais”, diz-lhe o vizinho.

Troca de galhardetes entre velhos amigos
Mas Pizarro não ganhou e, pouco depois das 21h30, Rui Moreira canta vitória.

“São, anda”, chama Zirinha, entrando na sede de campanha e furando tudo e todos até ficar na primeira fila. Novamente, são elas as vozes de comando aos cânticos de apoio a Rui Moreira. Na sala, misturam-se pessoas de todas as idades e classes sociais, novos e velhos, da Ribeira à Foz, mas quase todos acompanham Zirinha e São.
Carlos Campos assiste a tudo, encostado à porta, com a cadela Lili ao colo. Nasceu no Brasil, mas vive no Porto há nove anos. Conta que conhece pessoalmente Rui Moreira e Manuel Pizarro e “não esperava de tanta diferença” de votos entre os dois.
“Acho que é uma pena terem-se separado, todos os amigos comentam isso”, confidencia. “Acho que os dois ainda têm muito para dar à cidade. São duas pessoas sensatas e inteligentes.” E lamenta: “a política faz destas coisas”.
Opinião semelhante tem David Ribeiro. “A coligação com o PS foi boa, os vereadores do PS fizeram um excelente trabalho, simplesmente tiveram que obedecer ao Largo do Rato”, diz o candidato à Assembleia Municipal, que também marca presença na sede de campanha.
A verdade é que os primeiros dias de Maio, que levaram à ruptura do acordo de coligação entre Rui Moreira e o PS, não saem da memória de ninguém, nem dos candidatos. No discurso de vitória, Rui Moreira deixa duras críticas ao Partido Socialista.
"O apoio que nos oferecia tinha um preço que o nosso movimento independente não quis pagar. Depois tentou, através da participação de membros do Governo, nacionalizar a campanha e esse foi um preço que a cidade não quis pagar", afirmou Moreira.
Pouco depois, Manuel Pizarro devolve os “galhardetes”. “Não esquecemos o que aconteceu a 6 de Maio, quando alguém, que não fomos nós, rompeu um acordo que estava estabelecido”, disse perante algumas dezenas de apoiantes que esperaram pelo seu discurso. Alguns com as lágrimas nos olhos, revêem-se nas palavras de Pizarro quando afirma que “o PS travou esta batalha eleitoral em condições terríveis”.
As palavras dão lugar aos abraços. Pizarro não se poupa ao contacto com os apoiantes. O mesmo tinha acontecido quando entrou na sede de campanha, cumprimentando todos os que estavam à porta. Grita-se “Pizarro” e ele responde com “PS”. Após duas ou três tentativas lá consegue impor a sua vontade e pôr toda a sala a cantar pelo partido.
Situação semelhante tinha acontecido minutos antes, uns metros abaixo. Quando os apoiantes gritavam por “Moreira”, ele respondia com “Porto”. Até que todos gritaram pelo nome da cidade da mesma forma que os adeptos do FC Porto gritam pela equipa no Estádio do Dragão.
Bandeiras e telemóveis no ar, ouve-se o hino de campanha. É altura de fechar a noite. À saída da sede, alguém afirma, com tom de alívio: “está feito”.

 

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«Jovita Fonseca» - Na Av dos Aliados, os portuenses reúnem-se de acordo com os seus gostos... tudo gente pacífica e consciente! Assim é o Porto 🎷🎵📢

«David Ribeiro» - Se leram este artigo já devem ter reparado que eu fui entrevistado por esta jovem jornalista da RR – Marília Freitas - moça que seguramente vai longe na carreira, pois a forma simpática como me abordou e a transcrição fiel do que eu disse e do que se estava a passar naquele local, isso o faz antever.



Publicado por Tovi às 14:38
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Domingo, 1 de Outubro de 2017
Rui Moreira vence as Autárquicas no Porto

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Como era esperado Rui Moreira ganhou com maioria absoluta a Câmara Municipal do Porto e o seu movimento de independentes venceu também a Assembleia Municipal e sete das nove Juntas de Freguesia. Assim se mandou às urtigas os “Velhos do Restelo” que diziam “para Moreira esta campanha foi sempre a perder”. O PSD foi praticamente neutralizado (10,39%, elegendo um único vereador) e o PS (28,55% de votos), uma clara derrota de Manuel Pizarro, de Tiago Barbosa Ribeiro e dos senhores do Largo do Rato, apesar de ter conseguido eleger quatro vereadores, mais um que no mandato anterior. Os portuenses compreenderam bem o que foi a Cultura nesta cidade nos últimos quatro anos, o que foi o boom turístico e o que isso contribui para a recuperarão económica e social da Invicta, não esquecendo que o Bolhão, o Matadouro, o Terminal de Campanhã, o Museu da Cidade ou o Parque Oriental estão num caminho seguro.

Força Rui Moreira!... Os portuenses estão contigo

 

Convém não esquecer e por isso fica aqui, para memória futura, um gráfico com os resultados das autárquicas no Porto de 2009 e 2013, mais as sondagens e o resultado das Autárquicas2017.

Sondagens+Resultados 2017 aa.jpg



Publicado por Tovi às 23:50
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Sexta-feira, 29 de Setembro de 2017
Autárquicas no Porto – Última sondagem

Sondagens evolucão 29Set2017 aa.jpg

Depois de termos conhecido hoje o último estudo de opinião feito pela Eurosondagem para o Expresso, a evolução das sondagens para as Autárquicas no Porto é a que se vê no gráfico, comparando sempre com os resultados das duas últimas eleições.



Publicado por Tovi às 09:59
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Quinta-feira, 28 de Setembro de 2017
Autárquicas no Porto – Mais uma sondagem

Sondagens evolucão 27Set2017 aa.jpg

A sondagem da Universidade Católica dada ontem a conhecer pela RTP tresanda a “encomenda”… mas aqui fica a evolução das sondagens no Porto, para memória futura.

 

  Comunicado de “Rui Moreira - O Nosso Partido é o Porto”

SONDAGEM FALSA

A sondagem sobre o Porto hoje divulgada pela RTP, realizada pelo Centro de Estudos da Universidade Católica, também responsável pela que foi publicada pelo JN na passada sexta, apresenta erros grosseiros nos seus questionários e metodologias, o que justifica a enorme discrepância para todas as outras conhecidas e publicadas até agora
O mais gritante tem a ver com a omissão do nome de Rui Moreira entre as opções apresentadas aos inquiridos, quando este faz parte da designação oficial da candidatura e do boletim de voto. Aos inquiridos era mesmo colocada a questão “Em que partido vota”, embora a Universidade Católica oculte, nos seus relatórios, a forma como formulou a questão aos inquiridos. A sigla foi também omitida e o foi símbolo adulterado.
Mas não ficamos por aqui, no que restou da designação da candidatura de Rui Moreira na simulação de boletim que era apresentado, a própria descrição do nome da candidatura contém erros.
Note-se que a intenção de voto não foi nem declarada nem depositada em urna pelos inquiridos, mas assinalada através de um ecrã de um telemóvel, que apresentava informação deturpada e omissões graves, também em relação a outras candidaturas.
A Universidade Católica chegou ao cúmulo de apresentar como opção de voto uma segunda candidatura independente que não existe, também com a palavra “Porto” na designação, apresentando 10 opções aos seus inquiridos, quando apenas nove se apresentam a eleições.
As duas sondagens (do JN e da RTP) foram realizadas em apenas algumas freguesias, que a Universidade Católica não revela sequer no relatório depositado na ERC, seleccionadas, segundo diz, com base na média de resultados de cinco partidos nos actos eleitorais de 2005, 2009 e 2013, sabendo-se que Rui Moreira apenas concorreu em 2013.
Foram vários dos portuenses inquiridos que nos alertaram para esta inaceitável tentativa de manipulação da opinião pública e nos fizeram chegar provas do que afirmamos. Em consequência, alertamos, ainda ontem, a direcção da RTP para tais factos, aconselhando a não publicação desta fraude.
Perante os factos, a candidatura Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido, convida os órgãos de comunicação social em causa, RTP, Antena 1 e JN, a publicarem de imediato, na íntegra, os relatórios finais do trabalho que lhes foi vendido pela Universidade Católica, o que demonstrará que o que estamos a afirmar corresponde à verdade.
Apelamos ainda a que as entidades competentes, nomeadamente a ERC e CNE, tomem as medidas que se impõem para regular o normal funcionamento, quer das empresas de sondagens quer da comunicação social, bem como do próprio processo eleitoral, que está em causa com truques e manobras como a que denunciamos.
Tem estado em curso, nos últimos meses, uma operação que visa manipular a opinião pública e condicionar o sentido do voto no Porto por diversos meios e formas, nomeadamente com a tentativa de impugnar a própria candidatura e de impedir que o nome de Rui Moreira fosse usado nos boletins de voto. Estas operações têm autores e várias facetas que visam impedir o Porto livre e independente de pensar pela sua cabeça e de voltar a ganhar umas eleições, que tanto incomodaram os diretórios dos partidos em Lisboa, a 29 de Setembro de 2013.
Os portuenses, que nunca se deixaram enganar por estes truques, saberão responder com carácter.



Publicado por Tovi às 07:42
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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017
Autárquicas no Porto – Duas sondagens de hoje

Sondagens evoluão 22Set2017 aa.jpg

(Na imagem estão os resultados eleitorais das duas últimas Autárquicas no Porto e a evolução das sondagens conhecidas para as eleições do próximo dia 1 de Outubro)

O Jornal de Notícias apresenta hoje uma sondagem da Universidade Católica em que Rui Moreira e Manuel Pizarro aparecem separados unicamente por um ponto percentual (34% para o actual Presidente de Câmara do Porto e 33% para o líder da candidatura do PS). As sondagens são meros indicadores (valem o que valem e o dia do voto é que é a verdadeira sondagem, costuma dizer-se) mas um descida tão acentuada da candidatura de Rui Moreira terá que ser o “tocar a rebate” entre os independentes do Porto. Amanhã teremos no Rivoli a apresentação do Manifesto Eleitoral de Rui Moreira… e temos todos que lá estar.

 

E foi agora conhecida uma outra sondagem, da Aximage para o Jornal de Negócios e Correio da Manhã, que coloca Rui Moreira à beira da maioria absoluta.

(Na imagem estão os resultados eleitorais das duas últimas Autárquicas no Porto e a evolução das sondagens conhecidas para as eleições do próximo dia 1 de Outubro, incluindo as duas de hoje)

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«Eduardo Vasques de Carvalho» - Face à disparidade, só se pode concluir que uma delas ou ambas, são sondagem feitas por medida. Ou então a demência está instalada no Porto

«Pedro Baptista» - Sondagem Correio da Manhã para o Porto, da AXIMAGEM, a que se tem mostrado mais séria empresa de sondagens: praticamente 40% para Rui Moreira, cerca de 20% para Pizarro, com o PSD a esfumar-se... Por que foi o JN arranjar hoje uma sondagem da empresa que se tem mostrado mais afeta a satisfazer o gosto de quem encomenda, quando nada disso se sente na cidade?

«Antonio Jose Fonseca» - Duas sondagens publicadas no mesmo dia (JN e CM). Verdade verdadinha só mesmo no dia 1 de Outubro.



Publicado por Tovi às 09:38
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Terça-feira, 12 de Setembro de 2017
Autárquicas no Porto – Rui Moreira no seu melhor

Tomem e embrulhem… senhores socialistas do Porto

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«João Simões» - Rui Moreira das duas uma ou não considera o cds um partido ou quer tentar enganar uns quantos sobre ser "independente". Felizmente muitos já perceberam em que quadrante político se situa Rui Moreira e a sua comissão de "independentes".

«David Ribeiro» - Tenho a certeza que o João Simões sabe em que águas é que eu navego no que diz respeito a ideologia política, pelo que vir aqui dizer “…muitos já perceberam em que quadrante político se situa Rui Moreira e a sua comissão de "independentes"…” é uma boca foleira… para não dizer outra coisa.

«Sofia Araújo» - Mas a insinuação que partilha não é uma boca foleira?

«David Ribeiro» - Não, eu não insinuo nem mando bocas foleiras… Eu faço parte, desde a primeira hora, dos independentes de Rui Moreira e sei muito bem o que sou politicamente, pelo que não me revejo nas “bocas” do João, que considero insultuosas.

«Sofia Araújo» - Refiro-me à imagem que partilhou, e portanto a acusação seria ao autor da frase. Frase que leio pela primeira vez e que desconhecia. É dita por quem?

«David Ribeiro» - É de Rui Moreira... e não é nenhuma insinuação, é pura realidade.

«Sofia Araújo» - Não sabia mesmo, mas reforço: se nada no contexto original o atenua, é uma boca foleira, um facilitismo de análise sem base clara e assente numa insídia que nem permite resposta. Refere-se a algo concreto?

«David Ribeiro» - Não me diga que não está par do que se está a passar na campanha de Pizarro?... É que fica mal a ministros do Governo de Portugal andarem a "darem uma mãozinha" a um candidato autárquico.

«Sofia Araújo» - Pq? Cidadãos politizados perdem direitos cívicos por serem ministros? É precisamente essa artificial suspensão de existência que os adeptos de independentes ungidos e intocados parecem defender (não digo o David, digo nas conversas com quem diz que gir...Ver mais

«David Ribeiro» - Pois se há algo que sempre me alegrou no movimento independente de Rui Moreira foi encontrar por lá gente de vários quadrantes políticos, da direita à esquerda, ou mesmo à estrema esquerda, mas todos emanados do interesse supremo em ver a nossa Cidade no melhor e por muitos anos.

«Sofia Araújo» - Mas costumam ter debates internos entre facções? Como conseguem um equilíbrio ideológico na definição de o que é o melhor?

«David Ribeiro» - Junte-se a nós e verá... somos democráticos, não tenha dúvidas. Se se der ao trabalho de ver a composição da lista de candidatos à AMPorto verá que vamos da direita à esquerda.

«Sofia Araújo» - Mas um formato 'união nacional' que vai da direita à esquerda não me parece um exemplo claro de democracia activa. Considera que o programa de Rui Moreira é de esquerda ou de direita?

«David Ribeiro» - Será de esquerda numas coisas e noutras de direita... e nisto é que um movimento como este se torna rico, pois não está "agarrado" a definições estereotipadas da política. E isto é a nossa grande INDEPENDÊNCIA e LIBERDADE.

«Sofia Araújo» - Compreendo a divergência em temáticas, algo que existe nos partidos verdadeiramente democráticos, como sabe. Mas não concordo que esquerda e direita sejam definições estereotipadas. Nem que independência e liberdade sejam fins - são métodos (imprescindíveis em democracia!) para um fim e é esse fim que me dizem, à la Macron, que vai sendo definido caso a caso. Falta-me uma série de princípios que regem as escolhas e me permitem antecipar as escolhas futuras.

«David Ribeiro» - Minha querida Sofia Araújo (a minha idade já me permite tratar toda as mulheres por “queridas”), vou ter que sair para levar a minha neta à natação… mas adorei falar consigo e teremos seguramente novas oportunidades.

«Gonçalo Moreira» -   Sofia Araújo, Lei Eleitoral das Autarquias Locais: "Artigo 41º - Neutralidade e imparcialidade das entidades públicas. 1 — Os órgãos do Estado, das Regiões Autónomas e das autarquias locais, das demais pessoas colectivas de direito público, das sociedades de capitais públicos ou de economia mista e das sociedades concessionárias de serviços públicos, de bens do domínio público ou de obras públicas, bem como, nessa qualidade, os respectivos titulares, não podem intervir directa ou indirectamente na campanha eleitoral nem praticar actos que de algum modo favoreçam ou prejudiquem uma candidatura ou uma entidade proponente em detrimento ou vantagem de outra, devendo assegurar a igualdade de tratamento e a imparcialidade em qualquer intervenção nos procedimentos eleitorais. 2 — Os funcionários e agentes das entidades previstas no número anterior observam, no exercício das suas funções, rigorosa neutralidade perante as diversas candidaturas e respectivas entidades proponentes. 3 — É vedada a exibição de símbolos, siglas, autocolantes ou outros elementos de propaganda por titulares dos órgãos, funcionários e agentes das entidades referidas no nº 1 durante o exercício das suas funções."



Publicado por Tovi às 15:08
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Segunda-feira, 11 de Setembro de 2017
Morreu o Bispo do Porto

Requiescat In Pace

11Set2017 ab.jpgD. António Francisco dos Santos, Bispo do Porto desde Fevereiro de 2014, morreu hoje de manhã, aos 69 anos, vítima de ataque cardíaco. Era natural da freguesia de Tendais, concelho de Cinfães, Viseu. Foi nomeado bispo auxiliar de Braga em Dezembro de 2004 e, dois anos depois, foi indicado para bispo de Aveiro. Serviu a diocese de Aveiro durante mais de sete anos, nomeadamente durante as celebrações do seu 75.º aniversário de restauração. A sua ordenação episcopal ocorreu em Março de 2005, na Sé de Lamego. Foi ordenado padre em Dezembro de 1972.

 

  Há coisas que mil anos que se viva nunca se esquecem

Um certo dia, no hall de entrada do Teatro Rivoli, fui descontraidamente cumprimentar o Chefe Hélio Loureiro – Olá, Chefe, está bom? – e já mesmo a um metro dele reparei que quem o acompanhava era o Bispo do Porto. Educadamente cumprimentei-o e pedi-lhe desculpa pela forma como tinha interrompido a conversa que mantinha com o meu amigo Hélio. Foi de uma educação e simplicidade fantásticas e na curtíssima conversa que mantivemos deu para perceber que estava a léguas daquilo a que uma certa hierarquia eclesiástica nos habituou. Há Homens que nos ficam na memória pela diferença.

 

  Comunicado

A candidatura «Rui Moreira - O Nosso Partido é o Porto» cancelou todas as acções de campanha previstas para hoje, amanhã e quarta-feira, devido à morte do Bispo do Porto. Rui Moreira comunicou já que todas as acções de campanha previstas estão canceladas, nomeadamente, o jantar desta noite com comerciantes e os almoços previstos com candidatos às Freguesias, bem como arruadas e encontros. O candidato voltará a participar publicamente em acções de campanha na próxima quarta-feira à noite no debate da RTP.

 

  Comunicado

Manuel Pizarro manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento do bispo do Porto, D. António Francisco dos Santos, e cancela todas as iniciativas de campanha durante os próximos dois dias.

 

O presidente da Câmara do Porto decretou três dias de luto, a partir de hoje, pela morte de D. António Francisco dos Santos.
11Set2017 aa.jpg
(Comentando esta foto disse Joaquim Pinto Lobão em Abril de 2014: “Ao novo paradigma que invadiu a CMP, junta-se-lhe também um estilo singular do novo bispo do Porto, D. António Francisco dos Santos. Retrato desta nova mundividência da igreja do Papa Francisco, é a humildade na apresentação de cumprimentos ao Presidente Rui Moreira, onde o Bispo e o Vigário Geral, Pe Américo Aguiar, meu amigo de infância e colega de carteira, se deslocaram a pé até aos Paços do Concelho. Com cortesia, Rui Moreira, Miguel Pereira Leite, Presidente da AM e Antonio Jose Fonseca, Presidente das Juntas de Freguesia do Centro Histórico, devolveram a simpatia e acompanharam o prelado até ao Paço Episcopal.”)



Publicado por Tovi às 14:24
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Quarta-feira, 6 de Setembro de 2017
Autárquicas no Porto – Debate na SIC

SIC 5Set2017 aa.jpg

Do debate de ontem organizado pela SIC e transmitido do esplendoroso Salão Árabe do Palácio da Bolsa, sobressaíram para mim quatro coisas:
A tentativa de Manuel Pizarro de sair menos mal do “divórcio” com Rui Moreira;
O facto do BE e da CDU recusarem futuros acordos com Rui Moreira;
A notória impreparação política de Álvaro Almeida;
E assim deu para ver como irá ser a futura oposição à gestão camarária de Rui Moreira.

 

  Comentários no Facebook

«Mario Ferreira Dos Reis» - Notei que Pizarro tambem não falou mal e que teve alguma voz pelo norte e que não foi atacado pelo Rui Moreira ...

«David Ribeiro» - Pizarro sempre teve uma posição correcta no executivo camarário, o seu mal foi não ter tido coragem de bater o pé aos senhores do Largo do Rato que tão irritados ficaram por Rui Moreira não ter dado ao presidente da distrital socialista o segundo lugar nas listas para as Autárquicas.

«João Greno Brògueira» - Teria saído muito melhor na fotografia se tivesse tido a coragem de dizer não à máquina partidária. Assim as suas aparentes defesas dos interesses do Norte não deixam de soar a apenas palavras.

«Pedro Correia» - Continuo a achar que a Ana Catarina Mendes tinha feito melhor se tivesse ficado calada... e melhor tinha feito o Pizarro se lhe tivesse sabido fazer frente...

«Ze De Baião» - Eu julgava que também era bom para a Cidade e para o Norte ter a influência de Manuel Pizarro Manuel Pizarro junto do Primeiro Ministro de Portugal. Mas devo ser só eu a ver essa relevância. É que quando é necessário reivindicar algo para a Cidade e para o Norte, também dá muito jeito ter gente influente e credível do norte nas organizações partidárias e no Governo. Veja-se que os socialistas do norte foram dos primeiros a reivindicar a possibilidade de candidatura à Agência Europeia do Medicamente. Entre outras reivindicações mais e menos visíveis, que se fazem.

«Henrique Camões» - Eu não quero acreditar que li isto. Então o governo não deve igual tratamento a todas os autarcas e a todas as autarquias? Então o facto de ser da cor dá privilégios? Todos sabemos que assim é mas isto dito assim com este à vontade soa mal.

«David Ribeiro» - Essa dos socialistas do norte terem sido dos primeiros a reivindicar a possibilidade de candidatura à Agência Europeia do Medicamento até tem piada. Até já esqueceram qual foi a votação no Parlamento.

«Maria Gabriela Rafael» - O Rui Moreira deveria ter dado o 2 lugar da lista ao Manuel Pizarro.

«David Ribeiro» - Rui Moreira ofereceu-lhe, e Pizarro aceitou, o terceiro lugar, pois tinha outra personalidade em vista para a vice-presidência da Câmara. O problema aconteceu quando a malta do Largo do Rato "obrigou" Pizarro a voltar com a palavra atrás.

«Maria Gabriela Rafael» - Está tudo bem mas logo no início o segundo lugar deveria ter sido para o Pizarro.

«Pedro Correia» - Se fosse uma coligação até entenderia o segundo lugar para o Pizarro... mas como não é... O importante aqui é que Lisboa tentou meter a foice em seara alheia e quando assim é dá "pessegada"!!!



Publicado por Tovi às 08:53
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Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017
Autárquicas no Porto – Candidatos

Camara Municipal do Porto aa.JPG

Para a corrida eleitoral à Câmara Municipal do Porto entregaram a documentação necessária os seguintes partidos e movimentos de cidadãos, aguardando-se ainda a correspondente aceitação/validação pelo Tribunal competente:

PPD/PSD-PPM;
PS;
PCP/PEV;
BE;
PAN;
PTP;
PNR;
Cidadania e Democracia Cristã;
Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido;
Porto, de Alma e Coração.



Publicado por Tovi às 08:24
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Segunda-feira, 7 de Agosto de 2017
Autárquicas no Porto – Partido Socialista

7Ago2017 aa.jpg
Já é conhecido quem os socialistas portuenses nos vão apresentar ao voto nas Autárquicas e como dizia um grande intelectual do futebol nacional, “prognósticos só no fim do jogo”, mas não me parece de forma alguma expectável que o PS consiga eleger mais do que três vereadores cá na Cidade Invicta (este foi o seu resultado em 2013) e por isso as candidaturas a considerar para a C.M.Porto são:

 Manuel Pizarro, líder da distrital socialista.

Fernanda Rodrigues, foi diretora municipal na autarquia portuense entre 1995 e 1998, esteve na oposição no último mandato de Rui Rio (PSD), entre 2009 e 2013, e é consultora da Comissão Europeia para programas sociais.

Odete Patrício, licenciada em Economia, que durante 25 anos e até janeiro de 2017 foi diretora-geral da Fundação de Serralves.



Publicado por Tovi às 18:21
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Terça-feira, 1 de Agosto de 2017
Autárquicas no Porto – Eurosondagem Jul2017

Autárquicas Jul2017.jpg

 Rui Moreira a caminha da maioria absoluta.
 Partido Socialista mantém praticamente os valores de 2013.
 PSD em queda abruta.
 Comunistas sobem um poucochinho.
 Bloquistas na mesma… mas assim não chegam a eleger um único vereador.

Eu sei que sondagens são sondagens e que importante é o papelinho “botado” na caixinha, mas como não temos o dão da adivinhação, ficamo-nos pelas sondagens.



Publicado por Tovi às 11:52
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