"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 20 de Maio de 2017
Primeira sondagem sobre as Autárquicas no Porto

20Mai2017 aa.jpg

Rui Moreira (Indep.) – 44,8% - 6/7 mandatos
Manuel Pizarro (PS) – 22,2% - 3 mandatos
Álvaro Almeida (PSD) – 15,1% - 2 mandatos
Ilda Figueiredo (CDU) – 6,9% - 1 mandato
João Semedo (BE) – 6% - 0/1 mandato

Atendendo à “badalhoquice” do início desta campanha eleitoral até me parece que os 5,6 pontos percentuais que Rui Moreira tem nesta sondagem acima do resultado das últimas eleições autárquicas são um bom prenúncio para uma maioria absoluta. Mas há que trabalhar que os votos não caem do céu. As autárquicas no Porto são (vão ser) as mais renhidas da próxima consulta eleitoral, sendo por isso normal que se tornem as mais mediáticas e consequentemente alvo das mais variadas sondagens… que, todos sabemos, por vezes são ao gosto dos “clientes”. A Eurosondagem tem no entanto créditos de seriedade e bom trabalho nesta área.



Publicado por Tovi às 08:38
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Sábado, 6 de Maio de 2017
Afinal o PS vai a votos no Porto

Rui Moreira 6Mai2017 aa.jpg

Agora é que se vai ver quem tem unhas para tocar guitarra

Depois de uma noite agitada o PS-Porto reuniu hoje de manhã e decidiu ir a votos nas Autárquicas portuenses com Manuel Pizarro a encabeçar a lista para o executivo camarário. Creio que facilmente será eleito vereador, mas tenho dúvidas se conseguira ficar à frente do PSD na contagem final dos votos em urna. E também é preciso saber se Rui Moreira lhe atribuirá algum pelouro na Câmara do Porto. Mas ainda é cedo para estas conjecturas, agora vamos mas é à luta que as eleições são a 1 de Outubro.



Publicado por Tovi às 08:34
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Quarta-feira, 3 de Maio de 2017
Álvaro Almeida ao ataque

Álvaro Almeida 2Mai2017.jpg

Entendo que esta afirmação do candidato do PSD à Câmara do Porto não é mais do que uma forma baixa de tentar destabilizar o bom relacionamento existente entre Rui Moreira e dois dos vereadores anteriormente eleitos pelo PS. Pena é que os socialistas portuenses não tenham optado por ir a votos nas próximas autárquicas, pois assim é que se via o peso de cada uma das forças políticas e a haver entendimento entre o actual Presidente da Câmara da Invicta e quem quer que seja, seria muito mais válido e fundamentado. Mas isto sou eu a pensar… e nesta matéria não tenho voto.

 

  Comentários no Facebook

«António Fontes» - concordo totalmente

«Jota Caeiro» - o David Ribeiro, obviamente, tem toda a razão no que diz.

«Jorge Oliveira E Sousa» - Pleno de razão



Publicado por Tovi às 15:09
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Terça-feira, 2 de Maio de 2017
Carlos Almendra candidato em Vinhais

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Conheci pessoalmente Carlos Almendra este fim-de-semana durante um jantar em casa de um Amigo comum e tivemos uma muito agradável troca de ideias. Gostei dele e vou acompanhar com interesse a sua candidatura à Câmara de Vinhais.



Publicado por Tovi às 12:54
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Sábado, 22 de Abril de 2017
Primeira página do Expresso de hoje

relvas.jpg

Não sei se me devo rir ou ficar preocupado



Publicado por Tovi às 14:25
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Terça-feira, 7 de Março de 2017
Quem fica a perder é o Porto

Concordo plenamente com Adriana Aguiar Branco.  Perde o Porto e perde a Democracia. No meu entender todos os partidos e/ou movimentos deveriam ir a votos e depois se fariam eventuais acordos pós-eleitorais de governação autárquica. Saber o "peso" de cada um dos intervenientes é fundamental para se saber quem é quem na cidade do Porto.

 

   JN de 6Mar2017

imageGV3OMJLL.jpgQuem fica a perder é o Porto
Há quatro anos, apoiei a candidatura de Rui Moreira a presidente da Câmara do Porto. Integrei mesmo, com gosto e convicção, a lista à Assembleia Municipal do movimento independente - O meu partido é o Porto - encabeçada por Daniel Bessa, facto de que não me arrependo. Hoje, continuo a apoiá-lo, porém, como é óbvio, nem Rui Moreira é perfeito e dono da verdade, nem quem o apoia, mormente se tem pensamento próprio, está certamente sempre de acordo com ele. (...) Assim sendo, e por maioria de razão, custa-me a compreender por que motivo os partidos ditos do arco da governação, no que respeita às próximas eleições, aos costumes autárquicos tenham optado por dizer nada ou quase nada. O PP e o seu cada vez menos expressivo grupinho local, a quem nos bastidores e à boca pequena ouvi criticar o "estilo" do presidente e o seu entendimento perfeito com o PS, perdeu a grande oportunidade de se emancipar e mostrar o que vale nas urnas. (…) Fez mal, devia ter seguido o corajoso exemplo da sua líder nacional. Assim está condenado a ser cada vez mais irrelevante. O PS, que, diga-se em abono da verdade, apenas através do esforço de coordenação leal e inteligente do vereador Manuel Pizarro tem conseguido cumprir o acordo pós-eleitoral firmado com o movimento independente, optou por silenciar os críticos e demitiu-se completamente da obrigação que se lhe impunha de ir a jogo, apresentar o seu próprio projeto para a cidade e sufragá-lo nas urnas. (…) Fez mal, pois esperar exercer o poder sem sequer ter ido a votos é querer importar para o Porto uma "engenhoca" do tipo da "geringonça" que governa o país, mas de legitimidade ainda mais duvidosa. O PSD desbaratou uma vez mais a oportunidade de se afirmar como alternativa, ao apresentar um candidato faz-de-conta, que politicamente vale zero e se vai deixar instrumentalizar pelo pior do que resta do PSD do Porto, como se viu na primeira entrevista em que se deu a conhecer e que o assassinou à nascença. Fez mal porque o partido perdeu ainda mais credibilidade e a força que precisava para se reinventar. Honra ao PCP que, corajoso e coerente, apostou forte ao escolher uma mulher para candidata e ademais com vasta experiência política. (…) O pior é que, no final, quem mais vai perder é o Porto, ao ver o debate e reflexão sobre a cidade empobrecidos, porque limitado ao quase pensamento único do movimento independente, o que em democracia é sempre perigoso e redutor. O único vencedor será, pois, e de facto, Rui Moreira, mas a sua folgada vitória não terá o brilho merecido. Ficaremos sempre sem saber qual o peso e o valor em votos daqueles que a ele se atrelaram, e é pena.

Artigo completo aqui.

 

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«João Pedro Maia» - É um pau de dois bicos... acontece o mesmo no FCP... o melhor? União em torno do Porto.

«Alfredo Oliveira» - Rui Moreira deve levar o seu projecto de independente até ao fim. Foi assim que ganhou as eleições de forma inequívoca. Porto à frente. Acho Manuel Pizarro uma pessoa ambígua e apenas com a função de controlar a governação e prestar contas ao diretório do seu partido de lisboa.

«José Camilo» - Concordo. Já se deveria ter "destacado".

«Mafalda Macedo Pinto» - Não percebo aonde este artigo quer chegar. Quer dizer o q? Q esteve na lista por Daniel Bessa? Ainda apoia afinal quem? Despreza o cds, acha o LÍDER DO PS inseguro e do psd nem percebi. Rui Moreira é humano e tem falhas . É óbvio. O seu texto para mim é ambíguo. Ou eu sou muito pouca esperta. Esclareça-me. Afinal apoia quem? Daniel Bessa saiu de jogo e a meu ver bem. Não se pode servir a gregos e a troianos. Pode clarificar a opinião publica da qual eu faço parte? Apoia quem inequivocamente? Ou é sou tecto para ser lido e não compreendido?

«Maria Helena Costa Ferreira»concordo! também não entendi a "finalidade" deste texto! tirando o facto de ela mencionar ter estado na lista de Daniel Bessa... não compreendo...

«David Ribeiro» - A mim parece-me claro que o texto da Adriana Aguiar Branco reflecte a opinião, que eu partilho, de ser muito mais interessante para o Porto todos os movimentos e/ou partidos irem a votos e só depois de se saber o "peso" de cada um dos intervenientes se fariam eventuais acordos pós-eleitorais de governação autárquica.

«Mafalda Macedo Pinto» - Poderá ser isso mas a ser, não é de todo claro. Para mim, pelo menos.



Publicado por Tovi às 09:37
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Sábado, 28 de Janeiro de 2017
Os culpados do estado a que chegou o “meu” Liceu


Liceu Alexandre Herculano 2Mar2012.jpg
Vejam a data deste documento e lembrem-se de quem era Primeiro-Ministro e Ministro da Educação nessa altura. Tudo a ver com o descalabro a que chegou o Liceu Alexandre Herculano.

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«Karla Afonso» - Eu tenho para mim que entre a "contenção de custos" de Nuno Crato e a "festa" de Lurdes Rodrigues devia ter havido bom senso e sensibilidade face a algo simples- o colectivo, logo, público, logo equidade, equidade sem tratar igual o que é desigual. Ora bolas! O puxador de autor (autor do autor, se bem entendido) da porta da Aurélia de Sousa dava para comprar telhas, ou telas, gesso cartonado, ou... porca miséria!

«Rogerio Parada Figueiredo» - Ainda tiveram a lata de dar, hoje, um documento à imprensa a causar António Costa. O ex primeiro não merece o vencimento de deputado!

 

Liceu Alexandre Herculano 21Jan2017 aa.jpg
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«Karla Afonso» - ... há meses.

«David Ribeiro» - Rui Moreira sempre esteve preocupado com o “destino” do Liceu Alexandre Herculano… destino que tinha vindo a ser traçado há muito tempo por vários governos e de cores diferentes. Regionalização, já!

«Nuno Santos»há 5,1 milhões de euros para a obra nos fundos. A Câmara assume uma obra de 15,8 milhões e quem paga o resto? De quem é a escola?



Publicado por Tovi às 08:28
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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2016
Nuno Santos a controlar a imprensa... dizem eles

Nuno Santos 12Dez2016.jpg

Isto é uma grande-filha-da-putice (desculpem lá a brejeirice), até porque mesmo em política não pode valer tudo.
Alguém (e eu até desconfio quem foi) criou um endereço de correspondência electrónica - santos.nuno.mail@gmail.com - com o nome do assessor de imprensa do Presidente da Câmara do Porto e anda a enviar e-mails a denegrir Rui Moreira e a sua equipa autárquica.
Tenham vergonha… e se querem ir á luta dêem a cara e venham a votos.
E escusam de andar a bombardear-me com vírus… ainda tenho capacidade para aguentar isso e muito mais.
Força, Nuno Santos… estamos contigo



Publicado por Tovi às 08:56
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2016
Se as eleições fossem hoje…

Sondagem 25Nov2016.jpg



Publicado por Tovi às 11:18
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Terça-feira, 22 de Novembro de 2016
Rui Moreira aproxima-se do PSD?

Com o aproximar das Autárquicas começam a aparecer umas notícias esquisitas… mas é coisa a que já nos habituamos.

 

  Jornal Público de 19 de Novembro de 2016

Rui Moreira Nov2016 aa.jpgApoiantes de Rui Moreira e de Luís Filipe Menezes vão disputar as eleições para o Núcleo Ocidental do Porto (NOC) - o maior do partido - que decorrem na próxima sexta-feira e que prometem ser muito disputadas.
Na corrida estão duas listas: uma liderada por Luís Osório, que se recandidata a um segundo mandato, e outra por Miguel Corte Real, que concorre pela primeira vez. Em 2013, Luís Osório apoiou Luís Filipe Menezes à Câmara do Porto, o candidato oficial do partido, enquanto Miguel Corte Real esteve ao lado do independente Rui Moreira, que se vai recandidatar.
Miguel Corte Real é sócio de uma empresa – a FYI Digital Innovation - que presta serviços à Câmara do Porto, sendo responsável pelos sites da autarquia e das empresas municipais. Mas o candidato, que na terça-feira apresenta a sua candidatura e respectivo programa, tem o apoio de várias pessoas que trabalham na autarquia e que apoiaram Rui Moreira há três anos. Há um administrador de uma empresa municipal, um adjunto de um vereador, um membro dos recursos humanos e um elemento de uma junta de freguesia.
O filho mais novo de Luís Filipe Menezes, João Menezes, militante da JSD, também está com Miguel Corte Real. Já o filho do meio do ex-presidente da Câmara de Gaia, Pedro Menezes, esteve na direcção de Luís Osório.
Ao PÚBLICO, Miguel Corte Real confirma que trabalha para a Câmara do Porto e que apoiou Rui Moreira, mas diz que estará com o candidato que o PSD vier escolher para as eleições autárquicas de 2017. Já Luís Osório mostra estranheza. Um membro do NOP fala de um “takeover da Câmara do Porto ao PSD”.
A lista liderada por Luís Osório é subscrita por Rui Rio, José Pedro Aguiar Branco, Pedro Duarte e Amândio de Azevedo, entre outras figuras do PSD.



Publicado por Tovi às 16:29
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Terça-feira, 15 de Novembro de 2016
Morreu Miguel Veiga

Requiescat In Pace

Miguel Veiga morreu em 14Nov2016.jpg

Morreu ontem de manhã Miguel Luís Kolback da Veiga, um dos fundadores em Maio de 1974 do Partido Popular Democrático (PPD), um grande Senhor, um ilustre Portuense, um grande Homem do Norte… um grande PORTUGUÊS.

Há uns cinco anos disse Miguel Veiga numa entrevista a Anabela Mota Ribeiro a propósito de um convite para ser ministro: “Não me apetecendo, não tendo o desejo, perdendo a minha autonomia, a minha liberdade, que é o factor para o qual tenho vivido toda a minha vida, e que me assegura a boa disposição ou o meu gosto de viver, pensei que me ia meter num buraco.”

 

 Comentários no Facebook

«Pedro Baptista» >> Chegou a sua hora! Seu pai e meu avô, vizinhos em Nevogilde, foram amigos. Foi colega de Primária e, pelo que me disse, amigo muito dilecto de meu falecido primo Armando Rui Rocha de Sousa. Quanto a mim, convivemos nos últimos anos... Não foram muitos, mas o convívio quando ocorria era intenso e profícuo... Pelo menos no que me diz respeito desenvolveu-se uma amizade. Apreciando os meus trabalhos em torno do pensamento português contemporâneo, entregou-me muita documentação sobre o seu tio Pedro Veiga, Petrus, nomeadamente o dossier da "Renovação Democrática" que este fundou com António Alvim, Álvaro Ribeiro e Eduardo Salgueiro por 1931 e de que foi o seu mais persistente e prolongado militante. Também o dossier da correspondência do Pedro Veiga com o filósofo Amorim de Carvalho, que entreguei a seu filho Júlio Amorim de Carvalho. Ofereceu-me as primeiras edições de quase toda a obra do tio, incluindo o estudo (em 4 ou 6 volumes) sobre Proudhon, obras raras. Ficou de me escrever a História (picaresca e pitoresca) da fundação do PPD, mas a sua bonomia era tal que, foi adiando, no caso eternamente, penso que com receio de poder ferir suscetibilidades ou ser menos simpático para com alguém. Na sua sala biblioteca, em Nevogilde, onde passámos numerosas tardes solarengas, ostentava de forma destacada um original do Manifesto de 9 de Junho de 1932, dos liberais que desembarcaram em Pampolide, Matosinhos, para fundarem o Portugal moderno. Com ele já bastante debilitado e limitado, ainda estivemos juntos, este princípio de verão, na Esplanada do Molhe de que sempre tanto gostámos. Foi uma tarde animadíssima e desta vez fui eu a pagar o lanche. Disse-me: - Bem, quando quiser lanchar já sei com quem hei de ir ter! Pois é, Miguel, infelizmente por aí não fico eu pobre. Um abraço caloroso e solidário à Belicha, sua mulher.

«Gonçalo Graça Moura» >> Nunca escreveu poemas, mas tem a arte de transformar os seus textos "em verdadeiros animais de companhia". Nasceu, cresceu e vive no meio de livros e centenas de pinturas que povoam as paredes da sua ampla casa, na Foz. É advogado, ajudou a fundar o PSD, e, garante, sempre esteve "bem com a vida. Há dias completou 75 anos: cinco amigos, "à revelia", fizeram esboços para um retrato do homem que, desde menino, diz andar com um poema no bolso. Os cinco esboços para um retrato de Miguel Veiga, reunidos, ganharam a forma de livro. Aliás, era a essa a intenção de José da Cruz Santos, o editor, quando convidou Artur Santos Silva, Luís Neiva Santos, Luís Valente de Oliveira, Mário Cláudio, Vasco Graça Moura e Álvaro Siza Vieira. Os quatro primeiros autores, através da palavra, esboçam o perfil do multifacetado Veiga "advogado", "amigo", "escritor, "político" e "portuense". Siza, com o seu traço inconfundível, faz o retrato. Há ainda, a abrir os depoimentos, um belíssimo poema de Marta Cristina de Araújo. A obra, como o próprio revela no prefácio, nasce à "revelia" do retratado. E ele gostou dos atributos com que foi enfeitado. "Graças a eles pude reconciliar-me comigo próprio, neste fim de tarde da minha vida, rente ao mar da foz." Miguel Veiga nasceu no Porto em 1936. E poucas pessoas, diz Vasco Graça Moura, terão sabido como ele falar da sua cidade. Sabe "captar-lhe a dimensão burguesa e popular, a altiva tradição cívica e a pungente humanidade, a luminosidade da paisagem, entre o granito, rio e mar". A Vasco Graça Moura cabia-lhe falar do Miguel Veiga portuense, mas não esqueceria o escritor e o advogado, que habitam a mesma personagem. "Nos idos de 1960, o Miguel Veiga era um jovem e fogoso advogado, com alta qualificação académica, fortíssima preparação técnica e uma combatividade fora do vulgar", lembra o escritor, também portuense e "fozeiro de gema". Entre a barra de tribunal e, às vezes, a política, Veiga teve ainda tempo para a escrita . Não em papel selado, isso fazia-o todos os dias: a outra escrita, que o fascinava desde a infância. "A alegria da escrita", como diz Vasco Graça Moura, que havia de partilhar nos ensaios, na intervenção política e na crítica cultural. Em todos os cinco esboços para um retrato de Miguel Veiga, a faceta do homem de cultura é valorizada. Leitor atento, coleccionador "quase infalível" nas aquisições, o que não o impediu de "ajudar muitos artistas em dificuldades, sobretudo os mais novos". Graça Moura lembra ainda a relação curiosa que o advogado mantém com os artistas. "Ouvi o Veiga garantir com toda a seriedade que tinha mandado instalar na banheira uma 'menina' do João Cutileiro, porque era uma maneira de tomar banho com ela todos os dias...". Na casa de campo em Loivo, no Minho, não terá a "menina" na banheira, mas o advogado levou para um canto do jardim uma "Anja", do mestre José Rodrigues. "A vida tem-me tratado bem desde o berço, a meninice e por aí fora, nesta minha sorridente, mais repousada e confortavelmente instalada veterania de três vezes vinte cinco anos." (DN, 27.08.2011)



Publicado por Tovi às 07:44
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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2016
Foi há três anos...

...que os votos dos portuenses mudaram o destino da Cidade Invicta. E mudaram para melhor, como se tem visto.

Autárquicas2013 no Porto.jpg



Publicado por Tovi às 18:01
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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2016
Nem as pensam… esta malta do PSD-Porto

  Opinião de Miguel Seabra, Presidente do PSD-Porto

 

Miguel Seabra PSD-Porto aa.jpgUm Porto sem Norte

Decorridos três quartos do presente ciclo autárquico, estamos num momento em que a cidade do Porto, os seus cidadãos e instituições devem, de forma ponderada e racional, fazer uma avaliação séria do desempenho dos atuais responsáveis pela governação da Câmara Municipal.
É um exercício que, por entre muita exposição mediática, gastos em "fogo de artifício" e uma grande generosidade de alguns meios de Comunicação Social, Rui Moreira procura contornar promovendo a imagem de uma pretensa independência e consensualidade que estão muito longe de corresponder à realidade.
A verdade é que, no seu dia a dia, os cidadãos vão-se confrontando com uma Autarquia paralisada e que não responde às suas necessidades. Os factos são inequívocos e só a falta de competência, de rigor e de trabalho justificam este incompreensível recuo na qualidade de vida e na competitividade de uma cidade que regista uma profunda perda de população, particularmente agravada em espaços como a Baixa.
A política social foi entregue ao Partido Socialista, com o regresso imediato das regras dos interesses pessoais e de determinadas coletividades, tudo gerido sem critério e sem outros objetivos que não sejam os de ganhar votos, relegando para segundo plano os princípios de isenção, transparência e apoio aos mais carenciados, únicos que devem nortear este setor.
No urbanismo, instalou-se o caos, com o vereador a ser sucessivamente ignorado, ou mesmo desautorizado, num cenário que começa a trazer à memória os tempos cinzentos da desgovernação socialista. O último caso vindo a público em que a presidência não leva ao conhecimento do Executivo e da Assembleia Municipal acordos sobre interesses urbanísticos que envolvem o presidente e a sua própria família fazem temer o pior. Para quem pediu auditorias ao bairro do Aleixo, em que tudo foi tratado de forma e com conhecimento públicos, a diferença é, no mínimo, arrepiante.
O trânsito vai ficando cada vez mais caótico. As ruas não são objeto de adequada manutenção e vão-se sucedendo intervenções incompetentes que geram o caos e o desespero, como a desnecessária atuação na Foz e, pior ainda, em Costa Cabral, rua que em poucos meses viu destruída grande parte da sua atividade económica.
O investimento não ultrapassou em 2015 mais do que 12% do orçamento da Câmara, tendo-se gasto cinco milhões de euros em festas e animação, num bolo em que a despesa corrente com avenças diversas foi a grande aposta.
A uma escala regional, somos confrontados com um completo isolamento do Porto face à restante Região Norte. Ao invés de assumir a responsabilidade de unir toda a região em torno de um projeto comum de coesão territorial, o Porto assume uma postura de verdadeiro confronto. São conhecidos diversos casos, como os "insultos a Vigo", os remoques a outros autarcas do Norte ou a lamentável cumplicidade de Rui Moreira com o Governo Socialista perante o verdadeiro assalto à independência da CCDR-N. Sabemos que estas atitudes interessam, e muito, ao centralismo de Lisboa, mas é surpreendente ver, nada mais, nada menos, do que o próprio presidente da Câmara do Porto a alinhar neste jogo.
O PSD do Porto sempre se afirmou por valores e princípios sólidos, no que deve constituir a base de uma governação da causa pública: seriedade, transparência, preocupação com valores sociais e privilégio do trabalho, em detrimento do momentâneo, da política mediática e do envolvimento em e com interesses instalados, ou em instalação.
O expoente deste modelo de afirmação de forma de estar na política teve a sua expressão máxima nos doze anos de presidência do PSD, justa e sucessivamente reconhecidos pela população. Foi precisamente por ter criado a ilusão de que era herdeira desta boa gestão, que a candidatura de Rui Moreira conseguiu conquistar o poder.
Por isso, o PSD é e será oposição a esta política do faz de conta, onde os valores da CMP passaram a ser os interesses da imagem pessoal do presidente e de alguns vereadores. Afirmar independência não nos torna independentes. Afirmar transparência não faz de nós transparentes.
O PSD do Porto quer uma mudança, para que a cidade volte a ser respeitada pelos seus valores e não pelos incêndios mediáticos que a infinita vaidade teima em colocar na agenda diária. Sabemos como recuperar um Norte que hoje está perdido num emaranhado de interesses e geringonças políticas aberrantes.
Somos e seremos a alternativa que o Porto precisa.

 

  Comentários no Facebook

«Miguel Ginja» >> Um PSD sem rumo nem Norte. Ao que este partido chegou....

«Fábio Teixeira» >> Mais um idiota...

«Gonçalo Moreira» >> Este artigo é uma verdadeira pérola... Digno da pior corja que na política já andou. Muito mal vai o PSD a entregar o seu poder a palhaços como este. Valha-nos que é tão idiota que tudo o que escreve só faz campanho por quem chama o seu adversário. Aproveitando as novidades mais recentes só me apetece rir com o "esvaziamento da baixa" e com os "negócios da família". Já se vê de onde vem e a quem está a fazer o frete o Pedro Carvalho e a CDU. Mas não dá para não ter pena de como vai a política por estes lados...

«Benedita Cabral» >> Quando um simpatizante do PSD se depara com o candidato à presidência da câmara, Luís Filipe Meneses, apresentado pelo partido nas últimas autárquicas...fazer o quê??? Valeu ao Porto o bom senso dos cidadãos!!! Muito satisfeita com o actual presidente Rui Moreira!!!

«Francisco Sousa Fialho» >> A concelhia do PSD do Porto está moribunda e este estertor do seu responsável, sendo uma tentativa de a ligar à máquina, mais não faz do que acelerar o óbito. É de truz!

«Nuno Santos» >> Já eu gosto muito que continuem a fazer estes artigos [Emoji smile:)]

«Benedita Cabral» >> Não creio que estas tentativas de "bota a baixo" tenham qualquer impacto na decisão dos portuenses!!! Este povo do Norte está atento...e não se deixam manipular!!!

«Jose Bandeira» >> Isto é o cúmulo da demagogia. Bem à imagem do PPC.

«Rui Cruz Ribeiro» >> A azia é crónica... o desespero enorme... e nas próximas eleições a humilhação será total... independentes sempre... no Porto acabou-se o pote. O Porto detesta o oportunismo alarve e boçal dos partidos pulhíticos e apoia incondicionalmente Rui Moreira. A patetice do autor do título postado só evidencia a progressiva derrocada do dono... que não tarda a ir borda fora.

«Carlos Mota Freitas» >> Que oposição mais inerte...

«Arnaldo Andrade» >> É deixá-los falar... os portuenses sabem bem, quem escolher

«Rui Cruz Ribeiro» >> Francisco Sousa Fialho, subscrevo o seu comentário apenas com uma ressalva,... não é só a concelhia ...é o partido... que, como excelentemente afirma, está moribundo e ligado à máquina, uma banda de "teenagers" analfabeta, mafiosos sem ensaio, impreparada, obtusa, mentirosa, arrogante, subserviente e anti-patriota até ao tutano e com um cardápio comportamental nada recomendável.

«Benedita Cabral» >> Esses adjectivos aplicam-se à generalidade dos políticos... perderam a credibilidade do povo!!! Não estou a imaginar futuras eleições sem uma abstenção em massa... isto não vai funcionar com partidos... e o Porto já reagiu!

«Manuel Antonio Cardoso» >> 'stas bravo!!!! antes assim. As quesílias de politiqueiros são assim.

«João Pedro Maia» >> Palhaços ... O melhor de sempre, RM.

«Albertino Amaral» >> Caro Sr. Presidente do PSD - Porto. São comentários e artigos de opinião como este que Vexa. aqui regurgitou, que me fazem em boa verdade, não ter qualquer simpatia, respeito ou consideração, seja porque partido for, e muito menos pela maioria dos políticos deste país. Eu entendo que, repentinamente surgiu do nada, um sujeito a quem nunca foi reconhecida qualquer tendência para ocupar um lugar tão importante, quanto o de Presidente da Câmara do Porto, nem tão pouco estaria certamente vocacionado para a política. Contudo, quis o destino que esse cidadão independente político, economista por formação e empresário bem sucedido por competência, destronasse os grandes tubarões que vinham dominando este oceano poluído e nojento que é a política em geral, mas sobretudo a autárquica em particular, em cidades apetecíveis como a Cidade do Porto e outras mais. E se assim pensou, logo conseguiu, sem prolongamento nem penaltis.... No imediato, altera o habitual, tem um plano para a autarquia, cumpre-o religiosamente, transforma e de que maneira a vivência e o quotidiano da cidade, eleva-a a um nível nunca atingido, logo aparecem os maldizentes, os " bota-abaixo ", aqueles que à falta de melhor argumento se sujeitam a fazer uma figurinha triste como a sua. Cale-se e aprenda para quando for grande, poder seguir exemplos destes, que não se aprendem nas cartilhas dos partidos......!

«Benedita Cabral» >> Parabéns!!! Disse tudo o que havia a dizer... só desejo os destinatários tenham compreendido a mensagem!

«Filipe Ortigão Guimarães» >> em Portugal ha um PSD. No Porto é um PS...QUÊ? Puseram lá um fantoche a dar a cara pelo partido enquanto anda tudo as cabeçadas num elogio ao bacoco e ao vazio.

«José Paulo Matos» >> Mas não haverá cabeças pensantes? Ou são só rolantes.

«Nuno Ortigão» >> Triste...

«Mario Ferreira Dos Reis» >> Tadinho!

«José Amaral» >> Uma mixórdia de palavras fruto de uma grave diarreia mental!!!!!

«Jorge Rui» >> mas este caramelo acredita mesmo no que está a dizer?

«Fernando Nogueira» >> Demagogia partidária no seu melhor...

«Jose Riobom» >> Não fossem eles quem são ...seria bem capaz em estar de acordo com "algumas coisas" escritas por este ressabiado... até porque reconheço, por experiência pessoal, que alguns factos aqui apontados são verdadeiros. Como eleitor não me diz respeito não

«Cecilia Bastos» >> Temos Rangel!

«João Thiago» >> Fiquei desiludido com este artigo. Pensei que pudesse despertar para dar um contributo ainda melhor a esta governação do Porto, que sublinhasse o que de mal se faça para melhorarmos. Mas não. É um artigo vazio, sem conteúdo, sem ponta por onde se lhe pegue. Eu que apoiei mais vezes candidatos do PSD do que de quaisquer outros partidos e que apoiei o LFMeneses para a CMP, convenceu-me ainda mais que o Rui Moreira é o melhor Presidente de Câmara que conheci e se perfila ainda mais para ser o meu candidato à reeleição. Deste tipo de demagogos, quero que o meu Porto conserve distância.

«Carlos Gilbert» >> Meu amigo, a "governação" de LFM em Gaia não lhe abriu os olhos?...

«Antero Filgueiras» >> O Povo o que quer é "pão e circo"!!! Desde que o FC PORTO esteja em alta e não falte o essencial, toda a gente anda contente, mesmo que muita coisa ande muito mal. E os impactos não se sentem no imediato mas sim mais à frente, quando as consequências já são de quase impossível remoção.

«Carlos Gilbert» >> Os cães ladram... (Provérbio árabe...)



Publicado por Tovi às 08:36
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Terça-feira, 12 de Julho de 2016
Ricardo Valente no executivo da C.M.Porto

Na equipa de Rui Moreira cabe o Porto todo.

Presidente da Câmara do Porto atribui pelouro a vereador Ricardo Valente

O Presidente da Câmara do Porto vai delegar competências no vereador Ricardo Valente, eleito pela coligação "Porto Forte", liderada pelo PSD e que até agora se mantinha como não executivo. Ao gestor e docente universitário, Rui Moreira entrega o pelouro da Economia, que mantinha na sua posse desde o início do mandato, a 22 de outubro de 2013. A decisão de entregar competências a Ricardo Valente faz com que o executivo de Rui Moreira passe a ter elementos com pelouro, eleitos por três candidaturas diferentes: cinco da lista independente "Rui Moreira: Porto o Nosso Partido" (Rui Moreira, Guilhermina Rego, Filipe Araújo, Cristina Pimentel e Manuel Aranha); dois eleitos pelo PS (Manuel Pizarro e Manuel Correia Fernandes) e um eleito pela coligação "Porto Forte", que incluía o PSD (Ricardo Valente). Sem pelouros atribuídos encontram-se, neste momento, Rui Loza (Independente); Carla Sousa (PS); Alberto Amorim Pereira e Ricardo Almeida (PSD) e Pedro Carvalho (CDU).

Ricardo Valente aa.jpg

Ricardo Miguel Araújo Cardoso Valente, nasceu a 10 de maio de 1968, é atualmente Gestor de Empresas e Docente Universitário na Faculdade de Economia da Universidade do Porto (desde 1996) e na Porto Business School (desde 2001). Frequentou o ensino básico em Angola, Portugal e Brasil e o ensino preparatório e secundário em Portugal. Licenciou-se em Economia, em 1992, pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Tem um MBA (Master in Business Administration) pela Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica de Lisboa (1996) e é Mestre em Finanças, também pela Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica de Lisboa (2000). Para além da atividade docente exerceu, desde 1992, a sua atividade profissional na área financeira. Foi fundador da primeira empresa em Portugal vocacionada para a consultoria na área de instrumentos derivados e gestão de risco, foi diretor de uma Sociedade Corretora, administrador de uma das primeiras corretoras online em Portugal, CEO de uma Sociedade de Gestão de Patrimónios e posteriormente administrador na área da Banca de Investimentos. É autor e co-autor de livros na área da gestão do risco, sendo vencedor ex-aequo do Prémio "Mercado de Capitais 93" instituído pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento do Mercado de Capitais (APDMC).

 

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«Diogo Quental» >> Cabem os melhores, que olham para a cidade e não para o umbigo.

«David Ribeiro» >> Após saber-se da entrega a Ricardo Valente (eleito pelo PSD) do pelouro da Economia na Câmara Municipal do Porto, houve choro, baba e ranho nas hostes socialistas da Cidade Invicta. Mas a concelhia portuense do PSD, partido pelo qual Ricardo Valente foi eleito vereador da Câmara Municipal do Porto, já veio acusar Rui Moreira de "jogo político pouco ético" e o vereador de "deslealdade", afirmando que "o PSD não contribuirá para o negócio da 'compra e venda' de apoios políticos". Não há dúvida que esta malta ainda não percebeu nada do que aconteceu no Porto com a eleição de Rui Moreira. Nas últimas Autárquicas os resultados foram: Rui Moreira 39,25%; PS 22,68%; PSD 21,06% CDU 7,38%. Já imaginaram como é que vai ser para o ano? Vão apanhar um banho nas próximas eleições que vai ficar na história política da Cidade Invicta.

«Jorge De Freitas Monteiro» >> Não será altura de mudar de disco? Essa do "ainda não perceberam" aplicada a todo o momento e a toda a gente que discorda do mínimo suspiro de Rui Moreira começa a tornar-se ridícula. Já sei, já sei, mea culpa, sou eu que também ainda não percebi... [Emoji wink;)]

«David Ribeiro» >> Nãããã... tu já bem percebeste, não queres é dar o braço a torcer [Emoji smile]

«Jorge De Freitas Monteiro» >> Como sabes, e já o escrevi publicamente, já dei: Rui Moreira tem sido para quem, como eu, foi crítico em relação à sua candidatura, uma excelente surpresa. Assim continue.

«Joaquim Pinto da Silva» >> Jorge, aplicasses tu essas hesitações à geringonça e até se perceberia, assim, não percebo.

«António Magalhães» >> O que aconteceu no Porto, foi tão somente a ausência de um candidato digno desse nome (O Menezes foi uma brincadeira de Carnaval)! Pudesse o Rui Rio ter sido candidato e aí teria sido interessante ver os resultados. É que há gente que insiste em não ver o óbvio!

«Gonçalo Moreira» >> Não ver o óbvio. Eis o problema. O seu, no caso.

«David Ribeiro» >> Se... se... se... E se Rui Rio voltasse qual seria o resultado?... provavelmente seria catastrófico para o PSD.

«António Magalhães» >> Depois de 3 vitórias sucessivas, havia algum motivo para RR não ter vencido a 4ª?

«David Ribeiro» >> As vitórias são fruto também da "qualidade" dos opositores.

«António Magalhães» >> Nem mais!



Publicado por Tovi às 15:05
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Sábado, 7 de Maio de 2016
Túnel do Marão

tunel-do-marao.jpg

É hoje inaugurado o Túnel do Marão, o maior túnel rodoviário da Península Ibérica, com 5,7 quilómetros de comprimento (mais precisamente 5.665 metros), parte integrante da nova auto-estrada que vai de Amarante a Vila Real e que se apresenta como alternativa ao IP4, palco de muitos e graves acidentes. Esta obra foi iniciada em 2008, pelo Governo socialista de José Sócrates, como uma parceria público privada, mas a obra acabou por arrancar apenas um ano depois. Em 2011, já após a tomada de posse de Passos Coelho como chefe do Governo, os trabalhos na auto-estrada pararam em toda a extensão. Dois anos depois, contudo, o Executivo PSD/CDS resgatou a obra, tendo a Infraestruturas de Portugal concluído os trabalhos que tiveram um investimento global de 270 milhões de euros (segundo informação da própria) dos quais 89 milhões de euros de financiamento comunitário. Cerca de 17 milhões de euros terão sido reservados apenas para os equipamentos de segurança.



Publicado por Tovi às 08:00
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