"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2017
Hispania Romana

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Sábia era a divisão do território da península hispânica de Caius Aurelius Valerius Diocles Diocletianus, um imperador romano cujos dados de nascimento são incertos, mas que pode ter nascido em Salona no dia 22 de Dezembro de 243, 244 ou 245 e que governou de c. 284 a 305. Filho de pai escriba e ex-escravo, foi comandante da escolta imperial (domésticos regens) antes de ascender ao poder, o que ocorreu após a morte do imperador Caro e seu filho Numeriano numa incursão em território persa, tendo sido proclamado pelo exército romano. Existe uma insuficiência de fontes ou informações a respeito da vida anterior a sua ascensão que é característica daquela época. Seu reinando, entretanto, é bem documentado, tanto pelos éditos e leis como por edifícios construídos.



Publicado por Tovi às 10:50
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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017
Portugal e a descentralização administrativa

Estão aqui escritas algumas coisas interessantes sobre a Regionalização e a Descentralização.

 

   Carlos Esperança, no Facebook

1935619_1191686954000_4631714_n.jpgA regionalização do País, prevista na CRP, desde 1976, foi inviabilizada pelo referendo de 8 de novembro de 1998, resultante da maquiavélica proposta de Marcelo Rebelo de Sousa, então líder do PSD, e de um exótico mapa de 9 regiões, apresentado pelo PM, António Guterres.
O desinteresse do eleitorado, com menos de 50% de participação, tornou inconsequente a decisão, mas a dimensão do repúdio, superior a 60%, quer da regionalização, quer do mapa proposto, contra <35% de votos a favor, trucidou a Regionalização do Continente.
É possível que o exemplo do poder autocrático e os desmandos da Região Autónoma da Madeira, onde se temia que um único partido e o mesmo soba se eternizassem, tornasse o eleitorado receoso da Regionalização, que era, e é, imprescindível. Aliás, na Madeira, só o referido soba foi substituído.
Com a regionalização adiada para as calendas gregas, pretende este Governo promover a descentralização, mas o primeiro anúncio foi claramente infeliz. A deslocação para o Porto do INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I.P., sem ponderação nem justificação técnica, ameaça uma descentralização que precisa de ser explicada e aceite pelos portugueses.
Atribuir mais verbas e competências às autarquias parece uma boa ideia, mas a reduzida dimensão e a falta de massa crítica de muitas delas podem converter num sorvedoiro de dinheiros públicos e de discricionariedade uma legião de caciques que se limitem a criar postos de emprego enquanto a inexorável desertificação do interior se intensifica.
Não se pode descentralizar sem se saber para onde e por que razão. É impossível manter 308 Municípios e 3.092 Freguesias onde é exagerada a dimensão dos aparelhos político-administrativos, aquém dos das regiões autónomas. Corre-se o risco de atomizar o País, em vez de o modernizar, de criar empregos públicos e fomentar o caciquismo, em vez de relançar a economia rural, desenvolver a cidadania e promover a participação cívica.
Para pior, já basta assim.
Depois de um referendo, é politicamente insustentável uma decisão que o contrarie, sem o repetir, a menos que se assuma a regionalização, nos programas eleitorais, decisão que os partidos devem ponderar. A decisão pode e deve ser concertada entre partidos, como objetivo nacional, para 5 ou 4 regiões (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve ou Alentejo/Algarve.



Publicado por Tovi às 08:32
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Domingo, 10 de Dezembro de 2017
Aí Marcelo… quem não te conhecer que te compre

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Marcelo Rebelo de Sousa já deu um golpe mortal à Regionalização quando alterou a Constituição (juntamente com o socialista Guterres) e agora vem dizer que “o processo de descentralização exige uma convergência que vá além da maioria parlamentar que apoia o Governo”.



Publicado por Tovi às 12:09
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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
INFARMED vem para o Porto

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A sede e a maioria dos serviços da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde I.P. vão ser deslocalizados de Lisboa para a cidade do Porto no início de 2019 e isto é da maior justiça no que diz respeito à política de descentralização do Governo de António Costa.

Estamos ainda para ver como os senhores do Terreiro do Paço vão resolver o diferendo com uma maioria dos funcionários do Infarmed que parecem não estar dispostos a mudarem-se de armas e bagagens para a Cidade Invicta.

 

   Comentários no Facebook

«Pedro Baptista» - Temos assistido a uma semana que muitos, entre nós, considerariam impossível. No entanto, ela é altamente esclarecedora daquilo em que se tornou este espaço em que vivemos. No inicio da semana foi a metralha, nas redes sociais e nos opinadores de meia-tigela, de que a EMA não veio para Portugal porque a candidatura, entre vinte e tal, era do Porto, tinha sido não de uma estação mas de um apeadeiro. Em seguida, após o governo ter decidido colocar o INFARMED no Porto, que era o que faltava ir viver para o Porto, estava posta em causa a qualidade dos serviços, eram contra medidas avulso e todo o tipo de bacoradas, quando o país deveria desconcentrar pelo Porto, e por as outras suas cidades, as sedes dos serviços centrais, para alívio, aliás, dos lisboetas inteligentes que poderiam ver a cidade dedicar-se à economia e não apenas à administração. Do lado de cá, quase só o Presidente da Câmara do Porto fazia frente à caterva, sorria, na página pessoal, do ressabiamento de tantos e, tudo isto, se não fosse para chorar por um país destruído por estas mentalidades mesquinhas e bacocas, seria mesmo para rir e na página oficial! Era de esperar: o centralismo ao reproduzir-se na sua própria estupidez e mediocridade tornou o país inviável sob o seu domínio! O que fez ao país foi desertificaçá-lo, abandonado-lo e entregar-lo às chamas de verão e outono... Viver da dívida pública para alimentar uma administração sem economia, com o território abandonado e com as pessoas acantonados... O país viável não teria a ver com isto: teria os serviços centrais de agricultura em Vila Real ou Évora, os das pescas em Faro, Portimão, Aveiro, Matosinhos ou Viana, o Tribunal Constitucional em Coimbra, por aí fora. E o INFARMED no Porto, claro, na cidade da melhor Universidade portuguesa. - Agora percebi, Sr. Doutor, o que se passou há uns anos com a Regionalização - dizia-me ontem ao jantar um funcionário do "Buraco"... Mas eu penso que depois disto todos podemos perceber que este país se tornou inviável e que não poderá ser possível a vida social, económica, cultural e Política sem uma rutura... e das antigas... Quem diria que o tempo iria dar razão de tal forma exuberante à tentativa denominada PARTIDO DO NORTE... Talvez porém, os campeões lisboetas do centralismo possam ir por outro caminho... Já que são tão superiores, capazes e auto-suficientes, e já que nós somos assim tão odiosos e incompetentes... já que se mostram de tal forma avessos a qualquer solidariedade com o Porto, e portanto nacional, por que não decidem proclamar a independência? Sim, a independência de Lisboa! Podem ter a certeza que, tirando uns lacaios mais atrasados que há sempre, no Porto a ideia seria aceite com a maior serenidade, senão mesmo, satisfação!

«Nuno Santos» - A notícia da transferência do INFARMED para o Porto antecedeu a notícia do fecho da delegação da CMVM no Porto. Esta não provocou, até hoje, a uma única alma, comiseração em relação aos trabalhadores da CMVM. Nem aos que, agora, são desterrados para Lisboa, nem aos que, ao longo dos anos, para lá foram deslocados. Assim como os da Bolsa de Valores que encerrou no Porto há uns anos, a favor de “sinergias” em Lisboa, nem os do IAPMEI que também para lá foram, nem os da TAP que continua a fechar serviços no Porto e a obrigar dezenas de milhares de passageiros a pernoitar em Lisboa, sempre que um dos voos que as companhias estrangeiras acham interessantes e rentáveis, para a TAP, apenas o são se forem operados em Lisboa, com ponte aérea. Ninguém se compadece com as centenas de trabalhadores da função pública que, feito, no Porto, o curso de chefias, ou vão para Lisboa ou ficam sem progressão, à razão de 181 para 5, como vemos no Facebook de Rui Moreira e o mesmo denunciou há mais de ano numa crónica de opinião. Tenho a máxima simpatia pelos trabalhadores do INFARMED que é Estado e que são funcionários que o SNS não se importará de incorporar em Lisboa noutros serviços de não quiseram vir para o Porto, mas outra coisa é outra coisa. E dizerem-me que a transferência de um laboratório custa 90 milhões de euros é um insulto à minha inteligência, assim como é dizer que “recentemente foi renovado”, quando isso aconteceu em 2000.



Publicado por Tovi às 10:16
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Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017
Ouvir Portugal... no Porto

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Ontem à noite estive no Auditório da Fundação Serralves… onde a Coesão Territorial foi um tema interessante e importantíssimo em discussão nesta primeira conferência "Ouvir Portugal", organizada pelo CDS.

 

   Expresso, 18Nov2017

A líder do CDS dá o pontapé de saída no ciclo de conferências "Ouvir Portugal", na próxima terça-feira, às 21h, na Fundação Serralves, no Porto. A iniciativa, que replica no país a fórmula que Assunção Cristas seguiu em Lisboa para construir o seu programa eleitoral, abre com um brainstorming público para definir os temas sobre os quais o partido se deverá debruçar nas sessões seguintes. Foram convidados a participar na discussão Rui Moreira (presidente da Câmara do Porto), António Ferreira (antigo diretor do Hospital de S.João), Luís Reis (administrador da Sonae), Rui Massena (maestro e pianista), Helena Freitas (vice-reitora da Universidade de Coimbra), Katty Xiomara (estilista), Luís Vasconcelos e Sousa (empresário agrícola), Isabel Gil (reitora da Universidade Católica) e Carmona Rodrigues (antigo presidente da Câmara de Lisboa e mandatário da candidatura de Assunção Cristas nas autárquicas de 1 de outubro). A moderação do debate está a cargo de Raquel Abecasis - a antiga jornalista da Rádio Renascença, que deixou o jornalismo para se dedicar à política e foi candidata pelo CDS à junta de freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa.

 

  TSF, 22Nov2017

Numa iniciativa promovida pelo CDS, o presidente da câmara do Porto lançou o repto à regionalização, porque "o país se está a suicidar". Rui Moreira considera que Portugal vive um tempo de "descoesão territorial" e lança um repto: "É preciso ter coragem. É preciso perceber que não vale a pena continuar a falar na reforma da administração se não fizermos a reforma do sistema político que permita de facto que o reduto rio seja ocupado duma forma razoável". O autarca do Porto usa uma imagem. "Se pensarmos na nossa casa, aquilo que estamos a fazer é concentrar a cozinha, a casa de banho, a sala de estar e os quartos apenas numa pequena divisão. E quando fazemos isso, se prensarmos sob o ponto de vista social, da qualidade de vida e da sustentabilidade do país, acho sinceramente que o país se está a suicidar".



Publicado por Tovi às 09:25
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Sábado, 18 de Novembro de 2017
Nada será como dantes

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Seja qual for a cidade escolhida a verdade é que para o Porto “nada será como dantes”... E eu até vou mais longe e afirmo que está provado que podemos e sabemos liderar uma futura Região Norte.

 

   Comentários no Facebook

«Nuno Santos» - Ontem decorreu no Porto a última conferência de imprensa antes da decisão de relocalização da EMA. No Porto, o Ministro da Saúde e a Secretária de Estado dos As...suntos Europeus juntaram-se a Rui Moreira para responder aos jornalistas sobre um longo processo. No final das intervenções, quase não havia perguntas. Já saiam os protagonistas quando um jornalista quis que respondessem. Seguiram-se quatro perguntas. Todas pela negativas. “O Porto, se calhar, não tem isto”, “Os voos, se calhar não chegam”, “os edifícios, será que são maus”, todas denotando, até, algum desconhecimento e ignorância sobre o assunto. E a pergunta final: “não teme que se o Porto perder seja dito que se Lisboa tivesse concorrido poderia ter ganho?”. A elegância de Rui Moreira permitiu-lhe responder de forma urbana e ainda agradecer aos jornalistas, abandonando a sala. Não houve uma alma a questionar como pode Portugal beneficiar do problema Catalão ou que trabalho foi desenvolvido pela diplomacia portuguesa, nomeadamente, pelo ausente Ministro dos Negócios Estrangeiros (que até é do Porto e que até começou o processo a afirmar que o Porto não tinha capacidade para cumprir os requisitos, quando o contrário está hoje demonstrado), ninguém perguntou qual o principal argumento da candidatura portuguesa e qual a principal vantagem que a cidade apresenta. Não admira, em meses de candidatura à mais importante das agências europeias, não houve um órgão de comunicação social que tivesse feito, por uma vez, verdadeiro jornalismo sobre a matéria, indo à EMA ver quais eram as condições existentes em Londres e comparando com as que o Porto oferecia. Também ninguém procurou saber, junto das outras candidaturas e países o que eles achavam da candidatura portuguesa. Também ninguém procurou saber junto dos países membros que, votando, não se candidatam, qual poderia ser a sua orientação relativamente a Portugal. O jornalismo e os jornalistas queixam-se frequentemente dos políticos, treinadores, dirigentes, empresários, sempre que estes, levemente, os criticam. Mas, eles próprios, não percebem que a lógica da crítica e da visão negativa da vida tem origem nas suas cabeças e nos seus artigos. Como há dias me dizia uma boa jornalista, são os jornalistas que estão a matar o negócio e o seu próprio emprego. “Qualquer dia, ninguém quer falar connosco”, dizia. Pois, eu até acho que hoje já é qualquer dia.



Publicado por Tovi às 09:29
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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2017
Coitadita… nem sabe o que diz

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Se um dia a ciência conseguir provar que os "Alisbonados" são uma raça diferente dos Nortenhos, então sim, nós somos RACISTAS



Publicado por Tovi às 09:43
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Quarta-feira, 1 de Novembro de 2017
Território e Descentralização

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A "geringonça" promete-nos a descentralização mas do pouco que tenho ouvido tudo não passa de querer transformar as câmaras municipais em direcções regionais, como bem nos lembrou Rui Moreira no debate "Os caminhos do futuro", na última sexta-feira (27Out2017) na Universidade Portucalense, a convite do professor universitário e ex-candidato presidencial Paulo Morais. O presidente da autarquia portuense vê como premente uma reforma administrativa que contemple até a alteração dos círculos eleitorais, dando "mais representatividade ao Interior e envolvendo mais os cidadãos com os eleitos", contrariando a tendência da litoralização. Tal reforma e consequente descentralização deve "não partir da ideia de descentralizar por descentralizar, mas da resposta a dúvidas como: Estamos a ocupar bem o território? Que país queremos ser?".



Publicado por Tovi às 09:42
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Segunda-feira, 9 de Outubro de 2017
Descentralizar?... Deslocalizar?

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«Pedro Bento» - Ministério da Economia / Ministério da Agricultura / Ministério da S. Social… Já não era nada mau.

«Serafim Guimarães» - Nenhum. O futuro é a Europa e por esses acho que vale a pena lutar. em Lisboa só há restos de uma capital de império falida. Neste momento a luta é pela EMA. Também ouvi dizer que a SEAT quer trazer una fabrica para Portugal. Temos que lutar para que seja no Norte.

«David Ribeiro» - Não me parece que seja essa a questão fundamental pela qual devemos lutar. Um organismo público, seja ele qual for, estar sediado em Lisboa, no Porto, na Rechousa ou em Alguidares de Baixo, é exactamente a mesma coisa no que concerne ao fim do poder hegemónico do Terreiro da Paço sobre o resto do País. Aquilo que devemos EXIGIR é que sejamos nós – gente eleita directamente pelos eleitores daqui - a gerir o que está na nossa Região. Estar no Porto um ministério qualquer a fazer leis e obras para todo o Portugal não tem qualquer interesse para o fim do centralismo.

«Cláudia Rocha» - Mas influi em termos de criação de emprego qualificado, ajuda a economia local e ajudaria a travar a desertificação de àreas do interior mais deprimidas.

«Maria Da Luz Costa» - Lamento, mas desta vez não concordo em absoluto, pela questão da criação de emprego, por exemplo. Claro que teríamos sempre que nos sujeitar às decisões da AR, mas com mais organismos no Norte haveria menor desigualdade em termos de emprego.

«João Pedro Maia» - Percebo... Mas também tem e deve ser uma luta... [Emoji wink]

«Serafim Guimarães» - O futuro do Norte é lutar para conseguir meios de produção de riqueza e emprego que não nus obriguem a olhar sequer para o que eles têm: um desenvolvimento inteligente, sustentável longe das influências políticas e corruptas dos corredores.

«Antero Braga» - País pequeno. Repartir as competências é obrigatório. A gestão da coisa mais próxima normalmente acerta porque conhece. Que dizer palavras de quem geriu de perto e de longe.

«David Ribeiro» - A Alemanha, por exemplo, está regionalizada e com excelentes resultados, sendo curioso que a maioria das suas regiões são, quer em superfície quer em população, mais pequenas que a Região Norte consignada na NUTS-II.

«Serafim Guimarães» - Gostaria, por exemplo, de ver um movimento apartidário indrpendente, do tipo "O meu partido é o Norte", cujo objectivo fosse captar investimento e fazer diplomacia económica pelo norte junto da UE e das empresas.

«Mario Ferreira Dos Reis» - O governo do Norte

«Serafim Guimarães» - Sem independência nem regionalização e muito menos Estado!

«Paulo Barros Vale» - Isso de descentralizar pela sedeação de organismos não tem qq efeito útil. Só há verdadeira descentralização com a Regionalização



Publicado por Tovi às 14:34
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Domingo, 8 de Outubro de 2017
Vamos institucionalizar o Grande Porto

Este post, publicado no Facebook na página do «Um novo norte para o Norte», é interessantíssimo… e se o seu autor – João Pedro Maia - o permitir, vou-lhe chamar: VAMOS INSTITUCIONALIZAR O GRANDE PORTO.

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«Jose Riobom» - Estou nessa... só que adivinho desde logo um grande problema. Como se chamaria ??

«João Pedro Maia» - Porto. É o nome mais competitivo a nível mundial.

«Hernâni Cardoso» - PORTO. E atenção que sou gaiense

«Anselmo Nascimento» - PORTO, eu acho que o povo de uma maneira geral todos concordavam. O problema maior eram os políticos que teriam que ser reduzidos, e aí havia logo contestação.

«Alfredo Oliveira» - PORTO óbviamente. Berlim é a fusão de quatro cidades, tem quatro baixas. è a maior cidade da europa juntamente com Moscovo.

«Alfredo Oliveira» - Já me contentava com Porto Matosinhos e Gaia

«Hernâni Cardoso» - Ou seja unir o que antea do 25 de Abril estava unido (quase)

«Alfredo Oliveira» - A CCFP fez a rede de transportes de Leça (farol Até Sto Ovídio e Ponte da Pedra até Coimbrões. Era assim o Porto, como devia ser aliás. E Gondomar S.Pedro da Cova por outros motivos

«Guilherme Almeida» - Concordo! E quem se chega à frente?

«Serafim Guimarães» - Não faz qq sentido. As realidades sociológicas são completamente diferentes. O que deve haver é uma junta metropolitana a começar numa Autoridade de Transportes.

«Luís Manuel Pombo» - E Espinho!

«Alfredo Oliveira» - Porque Não? Com todo o gosto. Fazia todo o sentido

«Vanda Salvador» - Depende do chefe.

«Nuno Marques» - isso não interessa, envolve muitos interesses partidários

«David Ribeiro» - Antes de conseguirmos unir estes concelhos, coisa praticamente tão difícil como a Espanha dar a independência à Catalunha, podíamos fazer uma coisa muito fácil e interessante para as populações, chamasse-se lá o que se chamasse, mas que seria unicamente a Associação dos Concelhos do GRANDE PORTO.

«Alfredo Oliveira» - Para começar.

«David Ribeiro» - Sim, era uma boa forma de se começar a fazer coisas interessantes para as populações do Grande Porto. Rui Moreira já fez qualquer coisa nesse sentido no mandato anterior e se bem me recordo foi com Matosinhos e Gaia e chamava-se Carta de Compromisso dos Municípios da Frente Atlântica do Porto.

«Filipe Cunha» - Não faz sentido, um concelho com 1 milhão de habitantes! Essa ideaia pode-se aplicar p.ex. no interior onde há excesso de concelhos pequenos.

«João Pedro Maia» - Até deve ter mais.. 1.2 ... Depois, seriamos competitivos em todas as frentes...Servicos e industria. Alem q deixaríamos de ter políticas diferentes entre vizinhos, sabendo que a mobilidade diária entre os concelhos é uma constante. E depois se pensarmos, onde está o aeroporto do Porto? É o Porto do Porto? E a Praia? E o metro? E os STCP? E por quantos concelhos percorre a circunvalação? E a via norte? E a avenida AEP? E a VCI começa onde? E quantas pontes? Tantas? Porquê? União, união, uniao!

«Filipe Cunha» - Isso é centralismo, não união. Já parece um microestado. 6 concelhos funciona bem, não é preciso agregar. Gondomar tem 100 mil, Valongo 100 mil, Maia 250 mil, Matosinhos 200 mil, Porto 200 mil e Gaia 200 mil. Não se consegue controlar um concelho de 1milhão.

«João Pedro Maia» - Filipe Cunha , Gaia 200 mil, onde? Porto 200 mil? Gondomar 100 mil? Onde? é tudo mais e a Maia é menos... 1 milhão não se controla? Sabe quantas cidades no mundo têm mais de um milhão de habitantes? Estamos aqui a falat de visão...

«Filipe Cunha» - Essas cidades têm subdevisões. Hamburgo tem mais ou menos 1 milhão de habitantes e é um estado federado alemão. Nós precisamos de estados federados em Portugal?

«João Pedro Maia» - Filipe Cunha , não precisamos. Esta visão tem a ver com uma visão estratégica para o Porto em relação ao país, Europa e mundo. O Porto está muito mais próximo de médias cidades do que Lisboa (Aveiro, Braga, Guimarães, Viseu, Coimbra e acima de tudo da Galiza e norte de Espanha). Precisamos de uma só estratégia, de vender uma só marca e explorar todas a suas valências. Como vamos captar o investimento de uma fábrica para a Maia? O que vamos dizer..."X população, universidade do Porto perto, cidade do Porto perto, metro do Porto, aeroporto do Porto, etc..." Percebes? Deveríamos falar a uma só voz.

«Filipe Cunha» - Isso é complicado... Qd estava no psd do porto defendi agregar gaia e porto numa só câmara. Ouve logo festa. O pessoal cria muitas resistências...

«Jose Riobom» - Vós que quereis um concelho dou-vos um conselho...organizem uma excursão à Catalunha... eu também vou.. [Emoji wink;-)]

«Vasquez da Gama» - Faz todo o sentido, o Porto é hoje em dia demasiado pequeno!

«António Lopes» - A partidocracia se encarrega de frustar tais designios, agora se for para criar mais uns concelhositos 😉

«Tono Canelas» - A Rechousa fica de fora!

«Paulo Santos» - Só tínhamos a ganhar!

«Jose Bandeira» - A Rechousa será o Mónaco do Grande Porto!

«Flipe Cunha» - Boa sorte... Mas aviso já que nenhum presidente de câmara desses restantes 5 concelhos vai abdicar do poder e da mama de 5000 euros por mês. Sonhem muito... [Emoji wink;-)]

«Alfredo Oliveira» - Esse o problema. Todos gostam de ser párocos da sua capela e obediência cega ao bispado lisbonês.

«Jose Bandeira» - Obediência... bem, qual é o adjectivo equivalente a 'lambe-cús'? 😜



Publicado por Tovi às 07:08
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Quarta-feira, 30 de Agosto de 2017
Autárquicas no Porto – O dia seguinte

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Quem me conhece bem sabe que politicamente sou um regionalista convicto, daqueles que “antes quebrar que torcer”, mas muito transversal às ideologias que proliferam na politiquice nacional. E por isso - não só, mas também - estou desde a primeira hora com RUI MOREIRA nesta forma de “dar a volta” à partidocracia nacional.

E porque não começarmos desde já a pensar no dia seguinte ao 1 de Outubro?



Publicado por Tovi às 15:00
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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017
E depois de 1 de Outubro?

Como não tenho qualquer dúvida que Rui Moreira poderá vir a liderar todo e qualquer processo político com base na Região Norte e que devemos começar a pensar seriamente nisto logo a seguir à mais que provável vitória de 1 de Outubro, aqui fica um excelente texto da minha querida Amiga Carla Afonso Leitão:

 

Carla.jpgBoa tarde, boas horas, salvação para as almas, paz e sossego.

Ler, pensar, entender e agir, uma região, numa região, exige que o façamos em diversos domínios, desde logo, porque estamos a falar de fenomenologia complexa, balizando-nos entre o que as coisas são e a percepção que delas temos numa consciência e entendimento, individuais e colectivos e em vários layers, físico, social, económico, político, desportivo… psicológico!

Os suportes, ou os domínios de partida, podem ser diversos.

Por vezes, as regiões reduzem-se a imagens simplificadas, as vacas leiteiras estão para os Açores, Cavaco Silva está para Viseu, o Dragão está para o Porto, a cereja está para o Fundão, o Alberto João, ou as “bananas do dito” está, estão (ainda) para a Madeira, por outro lado, também existem simplificações de arrumo em escala, Portugal e o Allgarve, [Galiza até ao Porto unidos pelos celtas] e Marrocos, assim, infinita e indefinidamente por força de uma visão redutora que nos dá conforto na simplificação, mas nos complica na seriedade do entendimento de um território e nas suas particularidades de modo a que o possamos designar de região.

Claro está que se pensarmos o Porto, muitos de nós, somos tentados a confundi-lo com a região onde se insere, de tal modo que há quem pense que “somos norte, somos Porto” e pronto, ponto, não se fala mais nisso (a ber se não nos chateamos), tendo sempre o problema de ter ocasional, ou frequentemente ,de passar para o lado árabe do Douro.

Mas, neste texto, quero reflectir a região no domínio metrapolitano, melhor dizendo, no associativismo municipal, mais concretamente, a hipotética região municipal onde o Porto se insere, a chamada Área Metrapolitana do Porto, a AMP, por si só, é, à anterior, uma designação que pressupõe a hegemonia da cidade do Porto relativamente às restantes que a compõem.

Não é inocentemente que escrevo “hipotética região municipal”. De que área metropolitana falamos? De um mero somatório de municípios de proximidade geográfica, de um hinterland, de uma conurbação? De mera junção física, ou, mais do que isso, de sinergias municipais, de convergência de valências distintas, de uma “cabeça-de-rede” e em rede com cidades menores e menos autónomas?

A área portuária, o aeroporto, as caves do vinho do Porto, a indústria farmacêutica de referência, a exemplo, estão no Porto? Não. Logo, a perspectiva clássica de hinterland não se coloca. Por outro lado, o Porto é uma cidade município, ou seja, o concelho é a cidade, por sinal, cintado e condicionado fisicamente por uma circunvalação e um rio, a conurbação é uma realidade apenas suportada pela rede de metro, nomeadamente, entre Porto e Matosinhos.

Seja qual for o sentido de área metropolitana, ele deverá acontecer na ordem de vontade e de iniciativa política. Há umas décadas atrás, tínhamos o Porto, Matosinhos, Maia, Vila do Conde com personalidades políticas distintas, contudo, havia a noção que a AMP tinha líderes, não um, mas vários que no conjunto enriqueciam a região pela capitalização de valências locais e fazendo-as valer no conjunto próximo, ou fazendo-as prevalecer junto do Terreiro do Paço.

Hoje temos Rui Moreira (ponto). O Porto assumiu-se como uma marca Ponto. Tem sido uma aposta ganha, na perspectiva do Porto. E depois, temos o resto. O resto equivale a uma postura de menorização crítica, veja-se, a propósito da European Medicines Agency. Maia poderia e deveria ter uma palavra a dizer, devia ter-se afirmado junto do Porto, afinal, tem o aeroporto e tem a Bial, podia ter negociado termos de candidatura numa perspectiva metropolitana. Podia e devia ter sido uma aposta da AMP, não o foi. É certo que a candidatura à EMA é uma candidatura de cidades, mas as cidades são entidades irrepetíveis, tal como as áreas metropolitanas e assim deviam ser as políticas, na vontade e na iniciativa.

O Porto será tanto maior, quanto maior for a capacidade de afirmação das cidades vizinhas, maior para além do turismo, universidade e startups.

Por outro lado, iniciativa, vontade política com objectivos precisos e capacidade de liderança não podem acontecer apenas no Porto, porém, à falta disto tudo, depois não se venham queixar que Rui Moreira esvaziou a preponderância das cidades vizinhas, o problema delas é simples, nada tem a ver com partidos, tem a ver com crise de lideranças, sem lideranças uma região municipal não floresce e sujeita-se a desvanecer, logo, sinergia deverá ser a palavra de ordem, penso que Rui Moreira poderá também liderar este processo, não ter partido e ser um líder nato dá-lhe à partida essa vantagem acrescida.



Publicado por Tovi às 08:10
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Domingo, 9 de Julho de 2017
A Regionalização… segundo o PSD-Porto

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Ainda não é a Regionalização que eu ambiciono, mas gostei de ver estas “prioridades absolutas” no projecto do PSD portuense para as Autárquicas2017. Álvaro Almeida, candidato do PSD à presidência da Câmara do Porto, afirma (pag. 5 do “Porto Autêntico” – Jun2017): “…sou um acérrimo defensor da regionalização” (…) “É preciso que a região tenha um poder político efetivo que complete o poder municipal”.

 

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«Mafalda Macedo Pinto» - Sempre que há eleições todos os partidos se preocupam com a regionalização. A mim já nAo me enganam .....

«David Ribeiro» - Pois é… qualquer dia não há ninguém contra a Regionalização e continuamos no entanto sem a ver implementada.

«Jota Caeiro» - texto demasiado 'político' e muito pouco ambicioso. o Porto já é o Farol do Norte desde a sua fundação como 'urbe portuária' fenícia, tal como Tui o era dos gregos... já é uma referência do noroeste peninsular desde que a empresa espanhola que tomou a seu encargo a exploração do porto de Leixões baixou os preços, tornando-os competitivos em relação ao porto de Vigo e aos congéneres biscaínhos. é um capricho desejar 'liderar' toda a região Norte da forma que estes senhores políticos sempre fizeram: vista grossa e agremiação no Porto dos interesses sujos dos 'sabujos agremiados' em torno dos interesses das suas sedes na capital suja. não queremos no Porto porta-vozes nem marionetas da trampa que advém do criminoso poder central. as referências a cada uma das alíneas (e aí faço jus com a Mafalda Macedo Pinto) corresponde uma mentira repetida sempre que existem eleições... não nos vamos deixar enganar David Ribeiro! [Emoji smile:)]

«David Ribeiro» - Não sou fácil de enganar (nesta matéria)... mas gosto de ver estas coisas escarrapachadas nos programas eleitorais.

«Jota Caeiro» - passa a constituir então probo preciso para que lhes chamemos aldrabões, por incumprimento... [Emoji smile]

«David Ribeiro» - Sim… e este post mais os comentários sábios das minhas amigas e dos meus amigos, vão aqui ficar para memória futura… e cá estaremos para cobrar ao PSD-Porto quando estas coisas forem (serão?...) discutidas nos locais próprios.

«Alberto Araújo Lima» - O PSD do Porto defende a devolução de competências pelo Estado Central aos municípios. E, no Porto, com a atual massa critica das novas freguesias, a mesma atitude solidária pelo Município. Não delegação de competências, devolução pura (tanto na despesa como na receita). Do ponto de vista pessoal, a regionalização - mal menor - não é a melhor solução para descentralizar efetivamente.

«David Ribeiro» - Se bem entendo o Alberto Araújo Lima prefere a municipalização do Estado, não é verdade?

«Alberto Araújo Lima» - Acredito mais na localização de várias competências do estado central que deve ser urgentemente esvaziado. Por exemplo não acredito na mínima utilidade para o cidadão de um mega ministério da educação como os que temos.

«Gonçalo Graça Moura» - E em termos de taxas e taxinhas?

«Alberto Araújo Lima» - Cito o meu candidato que coloca 3 condições: “Admito uma taxa turística com 3 condições: gerar receita significativa, não pôr em causa a atratividade do Porto e reduzir a carga fiscal”. Mais uma vez, uma questão que podia ser resolvida pela devolução. De parte do IVA neste caso.

«Gonçalo Graça Moura»Só o facto de admitir mais uma taxa, a mim afasta-me!



Publicado por Tovi às 09:15
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Quinta-feira, 29 de Junho de 2017
O Arco de Sant’Ana

O-Arco-de-Sant-Ana bbb.jpgNão me recordo do “Rapa Côdeas” (aka Gaspar da Costa), meu professor de Português no liceu Alexandre Herculano, alguma vez me ter mandado ler O Arco de Sant’Ana, mas embora soubesse vagamente qual o enredo deste romance de Almeida Garrett só agora, já sessentão, me deu para o ler e me deliciar com a evocação da vida social e política do burgo portuense, agitada pelos motins dos mesteirais, conduzidos pelo jovem Vasco e apoiados pelo rei D. Pedro, numa luta contra a oligarquia política, encarnada pelo bispo e seus acólitos, em especial Pêro Cão, cobrador de impostos.

E dei comigo a pensar que já está na hora – décimo sétimo ano do século XXI - de nos tornarmos todos MESTEIRAIS cá pela Cidade Invicta. Não estará?

 

  O Arco de Sant’Ana

Porto Editora
Depósito Legal: 321475/11
ISBN: 978-972-0-04980-3



Publicado por Tovi às 12:01
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Quinta-feira, 15 de Junho de 2017
Estamos fartos deles!...

 revolution-30590_960_720.jpg

Um Amigo meu perguntava ontem no Facebook se não estará na hora das gentes (honradas e sérias) da Cidade Invicta irem para a rua defenderem o Porto e o Norte, tendo em conta as “filhas-da-putice” que o Terreiro do Paço nos tem vindo a fazer nos últimos tempos. Pois eu estou pronto a ir para a rua, apesar do raio do meu joelho esquerdo continuar a chatear-me… nem que vá de cadeirinha de rodas.

 

   Comentários no Facebook

«Rodrigues Pereira» - Era uma ideia organizarmos uma manifestação em desagravo e apoio à gestão de Rui Moreira. Eu alinho !

«Maria Manuel Reis» - Há ocasiões na vida que devemos publicamente assumir as nossas convicções.. E porquê? Porque acredito que Rui Moreira ao longo do seu mandato defendeu os interesses da cidade do Porto e sempre teve uma postura de um homem sério. Esta é a minha opinião... devo acrescentar que não conheço pessoalmente Rui Moreira ...

«Fernando Kosta» - David: já conhece o meu ultra nortismo. Daqui saiu o nome Portugal. Contra os colonialistas lisboetas sempre. Conta comigo! Sinceramente estou farto de tanta chulice, tanta mentira e esbulho. Às armas cidadãos!

«Renato Pereira Oliveira» - Vamos combinar! Sempre disponivel para esta causa! FORÇA!

«Mafalda Macedo Pinto» - Eu sou sp a favor de tudo o seja descentralização. Mas chamo a atenção q não é desde "estes últimos tempos" relembro que Cavaco Silva achou e afirmou q a única forma de Portugal se afirmar na Europa seria através de um sério investimento em lx e vale do Tejo. E foi o único governo que com a maioria que obteve poderia ter procedido á reforma da nossa constituição. Redigida na altura por princípios muito próximos dos países mais vermelhinhos. Todos os partidos em tempo de eleições reclamam a descentralização ou regionalização e depois... ups..... gaveta com o projecto .... não vão as refeições na assembleia da república subir de preço e descer de qualidade...... Mais do mesmo.

«Cristina Pereira da Silva» - Nunca fui de manifestações de rua, mas como penso que é tempo de fazer sentir ao "polvo" do Terreiro do Paço, clara e expressamente, que o Norte já engoliu demais e dizer "basta" (à semelhança do que vem fazendo o Presidente da CMP) estarei empenhado e orgulhosamente presente!

«David Almeida» - Na minha singela opinião, esta demonstração de "nortada" deve ser espontânea e sem intervenção política... (lembrem-se da defesa do Coliseu) coloquemos a voz do povo nas mãos do povo! Marque-se uma data e hora e vamos ver quem aparece (talvez tenhamos uma grande surpresa)



Publicado por Tovi às 09:57
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