"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 2 de Novembro de 2017
Uma injustiça histórica… até hoje

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(Arthur James Balfour, secretário britânico dos Negócios Estrangeiros entre 1916 e 1919 e autor da Declaração Balfour, de 2 de novembro de 2017 - Foto Wikimedia Commons)

É um dos documentos polémicos da História e faz 100 anos esta quinta-feira. Pela Declaração Balfour, os britânicos prometeram um “lar nacional” aos judeus num território que não era deles e onde os judeus eram minoritários. Hoje, os israelitas festejam; os palestinianos exigem a reparação dessa “injustiça histórica”.

   Expresso online de hoje, por Margarida Mota

 

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«Gonçalo Graça Moura» - Qual injustiça? Esqueces que pelo menos 30 anos antes o movimento sionista já investia nos territórios, tendo causado uma verdadeira revolução na agricultura e tendo feito com que zonas áridas fossem férteis e permitissem o estabelecimento de populações semi-nómadas, entre judeus e árabes... os "palestinos" são uma ficção pós guerra dos seis dias.

«David Ribeiro» - Mas há alguém, além dos senhores do poder israelita, que entenda que os palestinos não têm razão de existir?

«Gonçalo Graça Moura» - percebeste a coisa ao contrário, os "palestinos" é que acham que os israelitas não têm razão para existir... aliás foram criados para isso...



Publicado por Tovi às 11:22
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Sexta-feira, 9 de Junho de 2017
Theresa May ganhou as eleições, mas…

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Ninguém conseguiu a maioria absoluta nestas eleições no Reino Unido e vamos ter que esperar pelos próximos dias para ver quem se vai coligar com quem para atingir os necessários 326 lugares no Parlamento e formar o governo que executará o Brexit.

 

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«Carla Afonso Leitão» - alguns "rasgaram-lhe" os planos, fico muito feliz com isso!

«David Ribeiro» - Os Unionistas da Irlanda do Norte (DUP) vão fazer-lhe o jeito e Theresa May safa-se desta bronca.

«Diamantino Hugo Pedro» - Nem mais

«Carla Afonso Leitão» - A bronca que ela própria criou, estas eleições foram para esmagar o Jeremy Corbyn e o calar de vez. Não foi a debates, logo, abriu o flanco por dar a entender que o temia, aludia a rasgos nos direitos humanos por questões de segurança, mas, hello (!) ela cortou gravemente no budget das polícias enquanto ministra que as tutelava. Normalmente, um atentado, atentados, levam a considerar como vítima o poder vigente, mas ela sujeitou-se e aí está!

«Gentil Gomes Da Costa» - Com 318 lugares alcançado, basta um acordo com os Unionistas para ter uma maioria parlamentar de 328.

«David Ribeiro» - Unionistas que, recorde-se, ganharam mais dois lugares no Parlamento.

«Gentil Gomes Da Costa» - Sim, e o facto de o Sinn Feinn não ocuparem os lugares no parlamento, apesar de terem sido eleitos, da mais conforto a uma possível maioria Tory/DUP

«Carla Afonso Leitão» - o mérito do Jeremy é o demérito da May…

«Gentil Gomes Da Costa» - O tiro no pé de Theresa May foi ter convocado eleições sem ter necessidade. É uma líder que não tem carisma e demonstrou ser de pouca confiança, visto que mudava de opinião com frequência. Desde que foi eleita líder do Partido, nos últimos meses, disse 7 vezes que nunca convocaria eleições. May ignorou o eleitorado, e a camada mais jovem, de certo modo desacreditada do establishment político e queima pelo referendo, foi captada com eficácia por Corbyn.

«Carla Afonso Leitão» - Claramente! A arrogância tem os seus custos.



Publicado por Tovi às 09:37
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Domingo, 4 de Junho de 2017
Mais um ataque terrorista em Londres

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Na noite de ontem a London Bridge e o Borough Market foram alvo daquilo que tudo leva crer ter sido mais um cobarde ataque terrorista, desta vez com sete vítimas mortais (mais os três presumíveis atacantes abatidos pela polícia) e perto de cinco dezenas de feridos, vinte e um em estado grave. Tudo começou quando um veículo atropelou várias pessoas numa das pontes que cruzam o rio Tamisa, tendo depois os seus três ocupante fugido para os restaurantes e bares da zona de Borough onde esfaquearam várias pessoas e acabaram por ser abatidos pelas forças de segurança.



Publicado por Tovi às 13:55
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Terça-feira, 23 de Maio de 2017
Explosão no Manchester Arena faz 22 mortos

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À hora que escrevo este texto [10h10 de 23Mai] parece já não haver dúvida que foi um bombista-suicida que provocou a explosão no local onde decorria ontem à noite o concerto da cantora norte-americana Ariana Grande, sendo crianças e jovens a maioria do público que se encontrava nesta sala de espectáculos de Manchester.

Estou em crer que este tipo de “incidentes” se vão tornar o dia-a-dia das grandes cidades europeias e, pior do que tudo, irão acabar por se tornar banais, seguramente um calamidade que afectará de forma ainda imprecisa a nossa civilização ocidental.

 

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«Nuno Morgado» - Já o disse noutro local que as democracias tem de entender que há indivíduos e grupos com que é preciso ter "um diálogo" que eles entendam. A democracia e a civilização que lhe está subjacente tem de saber interpretar sem fatalismos. Há que saber atuar quando os limites são ultrapassados e prevenir para que a liberdade se mantenha dentro desses limites.

«Maria Vilar de Almeida» - O Mundo Ocidental Europeu SOBREVIVEU ao IRA e à ETA... vai também SOBREVIVER a esta cambada... temos é de DIMINUIR os estragos EM VEZ de os ALAVANCAR... SEM o conluio actual de TODOS os políticos europeus!!

«David Ribeiro» - O IRA e a ETA tinham objectivos mais do que definidos… estes “terroristas” de agora não sei se estarão perfeitamente “enquadrados” política, social e até religiosamente falando.

«Gonçalo Graça Moura» - Então não têm objectivos definidos? É um acto de guerra inspirador de medo e subserviência a uma determinada religião e aos membros da casta...

«David Ribeiro» - “Eles” estão cá dentro… e sempre estiveram. Não deveremos esquecer que no dia 7 de Julho de 2005 no centro de Londres, houve quatro explosões em menos de uma hora, atingindo três composições do metro (London Underground) e um autocarro de dois andares da London Buses. No final das operações de emergência foram contabilizados 52 mortes (mais os quatro autores) e cerca de 700 pessoas feridas. Os quatro suspeitos eram de origem paquistanesa, mas nascidos na região de Leeds, no norte da Inglaterra.

«Isabel Taborda Oliveira» - E a venda de armas é mais importante do que a vida dos inocentes ....

«David Ribeiro» - Ora aí está uma verdade muitas vezes esquecida, minha querida amiga Isabel Taborda Oliveira.

«Isabel Taborda Oliveira» - Mas ninguém fala nisso e quando é um atentado aqui na Europa toda gente lamenta e todos os outros milhares que são mortos ??? Eu lamento profundamente TODOS os atentados e TODAS as VÍTIMAS inocentes

 

  17h26 de 23Mai

A polícia de Manchester confirmou, em conferência de imprensa, que o autor deste ataque cobarde foi Salman Abedi, nascido em Manchester em 1994, segundo mais novo de quatro irmãos, filhos de cidadãos líbios que fugiram do regime do ditador Muamar Kadafi. Já estava referenciado por ligações à Frente alNusra (Al-Qaeda) e mais recentemente a grupos jiadistas da Líbia.



Publicado por Tovi às 10:29
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Quarta-feira, 29 de Março de 2017
Reino Unido accionou o art.º 50 do Tratado de Lisboa

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(Theresa May assina carta para dar início ao Brexit)

Começou hoje oficialmente aquilo que há uns anos nos parecia impossível: O Reino Unido, um dos países que integraram o primeiro alargamento da UE em 1973 (juntamente com a Dinamarca e Irlanda) iniciou hoje os procedimentos formais para a sua retirada da União Europeia. Desta forma e segundo o previsto no artigo 50.º do Tratado de Lisboa, o “divórcio” entre o Reino Unido e a UE será a 29 de Março de 2019. Não tenho a certeza ainda se será bom ou mau para os súbditos de Sua Majestade, nem quais as implicações na Europa do “Brexit”, mas seguramente nada continuará a ser como dantes.



Publicado por Tovi às 16:06
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Terça-feira, 14 de Março de 2017
Para quem gosta de cães

A “Dança com Cães”, conhecida oficialmente na Fédération Cynologique Internationale (FCI) e no The Kennel Club (Reino Unido) como “Freestyle”, é um desporto canino onde o dono dança com o seu cão, ao som de uma música e com uma coreografia ensaiada. Tecnicamente falando o dono realiza movimentos sincronizados com o seu cão que criam a ilusão de que estão dançando. O cão fica atento o tempo todo à música e aos gestos do seu dono e assim excuta os movimentos com precisão, sendo que há alguns movimentos obrigatórios, como por exemplo a passagem por baixo das pernas do humano e noutra altura do exercício saltar por cima dele.

Este vídeo é da equipa italiana concorrente ao CRUFTS deste ano, o mais importante evento canino mundial e que se realiza anualmente em Birmingham, no Reino Unido.



Publicado por Tovi às 09:27
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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2016
Forças militares russas no Mediterrâneo

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Segundo o Sunday Times várias fontes anónimas da Marinha do Reino Unido e da NATO informaram que à frota russa no mediterrâneo juntaram-se nos últimos dias dois submarinos nucleares do projecto 971 Shuka-B (Akula) e um outro diesel-eléctrico do projecto 877 Paltus, pressupondo-se que estes submarinos possam estar equipados com mísseis Kalibr para atacar alvos na Síria, nomeadamente a cidade de Aleppo. Os homens de Vladimir Putin dizem não haver razão para preocupação, pois os seus navios sempre estiveram presentes no mar Mediterrâneo.

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«Conceição Oliveira» >> Dizem os homens do sr. Putin que não existem razões para preocupações? Pois eu penso exatamente o contrário!...mas o que interessa ao mundo a minha preocupação?!!...

«Nuno Filipe Cardoso» >> ...é um typhonn esta classe. já desmantelada... tretas...

«Tiago Múrias Santos» >> A foto. Mas será que os que por aí andam o são assim tanto?...

 

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Parece já não haver dúvida que será esta semana (de 2 a 4 de Novembro) que os militares russos iniciarão uma operação de grande escala na cidade síria de Aleppo em apoio às Forças Armadas da Síria. Segundo a análise de dados de inteligência o porta-aviões russo Admiral Kuznetsov também apoiará a operação (tem capacidade para 50 aviões) e os três submarinos de combate russos que se encontram na região também tomarão parte nos bombardeamentos de grande escala contra Aleppo. Como todos sabemos a Síria está mergulhada numa guerra civil desde Março de 2011, com as tropas governamentais a oporem-se a vários grupos armados e desde 30 de Setembro de 2015, a pedido do presidente sírio Bashar al-Assad, a Rússia realiza várias operações aéreas contra as posições terroristas neste martirizado país. O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, tem declarado repetidamente que a Aliança está preocupada com a hipotética utilização do grupo naval russo recentemente chegado ao Mediterrâneo para ataques contra Aleppo, mas o director do Departamento de Cooperação Europeia do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Andrei Kelin, continua a dizer que estas afirmações são absurdas. Aguardemos… mas não foi certamente para participarem num piquenique que estes militares de Vladimir Putin vieram para a região.

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«João Greno Brògueira» >> David Ribeiro o que sempre esteve em causa neste conflito foram os interesses antagónicos na região. Uns querem que pela Síria passe um gasoduto para transportar o gás natural do Qatar para a Europa Central e outros que não querem ter concorrência ao seu gás natural. Tudo isto se tem complicado de forma grave, muito grave, através do envolvimento das "partes interessadas". Desgraçados aqueles que ficaram lá no meio ou que tiveram de fugir. Lembro que as coisas não são tão lineares como por vezes a comunicação oficial duma das partes pode querer fazer parecer. Algo que me preocupa profundamente é ver uma Europa cada vez mais incapaz de zelar pelos seus próprios interesses e ficando à mercê dos interesses de terceiros que nem sempre estão interessados nem na coesão nem no futuro económico desta zona onde vivemos. Abraço.

«David Ribeiro» >> Tens toda a razão, amigo João Greno Brògueira.



Publicado por Tovi às 08:30
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Sábado, 17 de Setembro de 2016
Liderança política não se aprende na escola

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Na Escola Blavatnik, instituição fundada em 2010 pelo milionário norte-americano Leonard Blavatnik e que faz parte do complexo de ensino da Universidade de Oxford, há agora um curso para quem deseja ser líder, tendo a prestigiada instituição como especial foco a luta contra a corrupção e formação de lideranças políticas para o bem do serviço público. É verdade que adquirir conhecimento nunca fez mal a ninguém, mas não sei se as lideranças podem ser formadas em salas de aula, até porque continuo a partilhar da ideia que o sociólogo alemão Max Weber tinha sobre os líderes, dividindo-os em três categorias: a liderança carismática, espontânea; a burocrática, que é imposta; e a liderança tribal, conceitual, que é constituída por pessoas de mais idade e experiência de vida.

 

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«Jose Bandeira» >> Os líderes são-no ou não, mas a quem pretenda seguir carreira política ou na administração pública exige-se conhecimento. Ou vamo-nos ficar pelas universidades de verão?

«David Ribeiro» >> Vade retro universidades de verão [Emoji frown:-(] Claro que o conhecimento é fundamental para qualquer liderança, mas tenho sérias dúvidas que a liderança política e honestidade se aprendam na escola.

«Jose Bandeira» >> Sem dúvida, mas convém saber quanto é o PIB



Publicado por Tovi às 09:05
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Quarta-feira, 13 de Julho de 2016
Theresa May no governo do Reino Unido

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Theresa Mary May, nascida em Eastbourne a 1 de outubro de 1956 (59 anos), é a política britânica do Partido Conservador que a partir de hoje ocupa o lugar de primeira-ministra do Reino Unido. Não acredito que venha a ser uma nova Margaret Thatcher, mas estou seguro que será a gestão do “Brexit” que ocupará a sua maior tarefa mediática e que ditará o futuro como chefe do Governo desta até agora Ministra do Interior, mas não esquecendo nunca que a sua alcunha é “Ice Queen”.

 

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«Jose Riobom» >> ...casada com um "hot man" da especulação financeira... uma bela forma de estar por dentro de "informação priveligiada"... mais batoteiros como sempre...



Publicado por Tovi às 17:15
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Sexta-feira, 24 de Junho de 2016
Bye Bye United Kingdom

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Depois de uma campanha eleitoral em que os “in” e os “out” à permanência do Reino Unido na União Europeia estiveram sempre praticamente empatados, o referendo de ontem veio ditar por 51,9% contra 48,1% a vitória do BREXIT. David Cameron já anunciou que não vai continuar como Primeiro-Ministro e Nigel Farage, líder do Partido de Independência do Reino Unido (UKIP) e um dos principais rostos pela saída do país da UE, afirmou que estamos perante “a victory for real people, a victory for ordinary people, a victory for decent people”. Será?... Ainda é cedo para o dizer, mas que a União Europeia e o Reino Unido nunca mais vão ser os mesmos, isso é certo.

 

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«Raul Vaz Osorio» >> David Cameron é agora oficialmente, o maior palerma da História.

«David Ribeiro» >> O “tiro” demagógico de nas últimas eleições ter prometido um referendo à UE saiu-lhe pela culatra. O mal disto tudo, na minha óptica, é o risco do aparecimento de forças xenófobas e antidemocratas, sejam elas de esquerda ou de direita.

«Raul Vaz Osorio» >> Risco? O que chamas a Nigel Farage e Boris Johnson?

«Pedro Daniel Santos» >> Agora, segundo o que disse o presidente da Comissão Europeia "out is out". Mas na verdade, não sei até que ponto é que podemos confiar em lideranças que se têm provado ser as mais fracas de sempre na história da Europa. Acho que vamos ter uma negociação longa e penosa em que no final Inglaterra fica de fora da União em tudo o que quer e dentro em tudo o que lhe dá jeito. E isso sim é o pior cenário possível.

«Manuel Barbosa» >> chega de abusos da UE

«Jorge Oliveira E Sousa» >> Que avance agora a Eurorregião da Galiza-Norte de Portugal

«Pedro Simões» >> Resta perceber o que vai acontecer. Porque muito provavelmente o RU vai querer manter presenca no mercado unico e livre circulacao de pessoas. O que significa um acordo tipo Noruega ou Suica, ter de seguir a maior parte das regulacoes, manter portas abertas a emigracao, mas sem representacao na UE. Mais - muito provavelmente o centro financeiro europeu vai comecar a deslocar-se ainda mais para Luxemburgo e Frankfurt... Por outro lado, muito provavelmente a Escocia nao vai descansar enquanto nao houver um referendo de independencia, e desta vez a cartada do "se sairem do RU vao ter de sair da UE" funciona ao contrario - para manterem presenca na UE, tem de sair da UE... Agora, o impacto a serio vai ser na Irlanda... Mais uma vez ha uma clivagem geracional, e os mais jovens terao de viver com uma decisao que nao queriam (quem tem menos de 43 anos votou para ficar). É por isso que certo tipo de decisoes nao devem ser tomadas por referendo - pelo menos sem haver uma maioria clara. O referendo nao deve ser repetido - mas evidentemente uma geracao tera de viver com - e ser desproporcionalmente afectada por - uma decisao tomada por outra...

«David Ribeiro» >> Há não só uma clivagem geracional mas também, e não menos importante, uma clivagem geográfica. O futuro da Escócia e da Irlanda do Norte no Reino Unido é periclitante.

«Pedro Simões» >> Dificilmente a Escocia fica... Irlanda do Norte menos claro - mas pode cair (efeito domino depois da Escocia sair...). E se Escocia sai... temos Catalunha...

«Pedro Baptista» >> E aconteceu mesmo! De nada valeram as sondagens arranjadas nos últimos dias que contrariariam as que repetidamente vinham a indicar a saída. Tão pouco o metralhar das análises a ceiar o consenso que dava a vitória certa à permanência. Agora 70% vão dizer que é menos importante do que se dizia, pois os britânicos tiveram sempre um pé fora e outro dentro, 20%, entre os quais nós próprios, dirão que é altura de aproveitar o sobressalto para reformar no sentido federalista a União, e haverá ainda uns 10%, na área do PC e do BE a dizer (com satisfação) que é a Europa a desagregar-se. Engraçado, será o que se passará na Escócia que foi ameaçada no último referendo sobre a independência, pelos burocratas de Bruxelas com Durão Barroso à cabeça, de ficar de fora da UE se avançasse na separação. É claro que vão querer novo referendo com o independentistas a defenderem a sua continuação na União e os integracionistas perdidos da cabeça, té porque a maioria, que são trabalhistas, foi contra a saída do Reino Unido da União. Finalmente, na Alemanha, haverá quem diga entre dentes: ainda não foi desta que conseguimos atravessar o canal…

«Francisco Santos» >> Espero que agora ganhe o bom senso e não os extremismos políticos.

«David Ribeiro» >> O desmoronar da Europa… por culpa única e exclusiva dos políticos burocratas de Bruxelas. Tivessem construído a EUROPA que todos queríamos e nada disto tinha acontecido.

«Pedro Baptista» >> Não há desmoronamento nenhum por causa disto. A havê-lo já começou há maIs décadas e ocorrerá nas próximas. Ou seja, certo é, e aí estamos de acordo, que a Europa tem de mudar de caminho. Mas tenho muitas dúvidas que o venha a fazer. Há, porém, que lutar por isso...

«Jose Riobom» >> Isto é uma porta aberta para o reforço da democracia na Europa. Esta Europa nada tem a ver com a Europa sonhada nos anos a seguir à II guerra mundial. Fim ao medo. Fim à chantagem. Fim à Germanização Europeia.

«Jorge Veiga» >> Boa oportunidade para reformar, para melhor) a UE

«José de Matos» >> Talvez não seja demais lembrar, que os deputados e os ministros de todos os países membros, decidem em conjunto. Quando as coisas correm bem é graças a eles, quando as coisas correm mal, é culpa de Bruxelas. Bruxelas é uma cidade, onde políticos de 27 Estados fazem muita coisa mal. Esperemos que com o "coice" Bréxit, aprendam alguma coisa.

«Rafael Maciel Oliveira» >> Os proximos anos devem trazer muitos problemas a Europa nada mais sera igual

«Pedro Simões» >> O problema é que queremos todos europas diferentes. E que a UE tem costas largas e é alvo facil para culpar de todos os falhancos internos e da interligacao economica da globalizacao.

«Ricardo Nuno» >> Q o RU saia não me afecta, preocupa me as ondas de choque . Isto foi um bálsamo de vida para todas as extremas direitas europeias e se os mais ricos e fortes começarem cada um por si o declínio da Europa é inevitável

«Pedro Simões» >> E extremas esquerdas. Ambos estao mortinhos por sair da 'anti-democratica' UE para terem maos livres para tomar de assalto tudo quanto sejam instituicoes democraticas e certas politicas de liberdade e proteccao dos individuos que estao blindadas pelos acordos europeus... As coisas vao mudar: mas entre o Sul da Europa que quer mais solidariedade e o Norte da Europa que esta farta de abrir os cordoes à bolsa, adivinhem quem sai reforçado?

«André Eirado» >> David Cameron deu um tiro no pé ao iniciar o referendo. só teve de ter atitude mais certa em demitir-se. Será mesmo que se vai iniciar o efeito dominó? Algumas minorias de extrema-direita de alemanha e de outros países já aproveitam a correnteza da maré para iniciar referendos para saber se querem permanecer na Europa ou não.

«Paulo Vaz» >> a UE tornou-se um bode expiatório dos erros sucessivos de um ex imperio...

«Jose Riobom» >> Esta Europa vai acabar por onde deveria ter começado... pelos referendos...

«Rui Moreira» >> O Pedro Guerreiro diz que "Enfim, não é o fim do mundo. É só o fim da Europa." Pois eu, que vivi em Inglaterra e com a sua velha geração - em que mais de 2/3 quiseram o brexit - não concordo. A CEE iniciou-se sem os ingleses, que aderiram tarde e quando estavam falidos. Entraram sem gosto. Nunca gostaram dos "frenchies". Se estava mau tempo no canal diziam que a Europa estava isolada. Continuaram a guiar à direita, recusaram a moeda única e Schengen. Eu creio que no final a Europa será mais pequena e mais unida. Sem a Inglaterra mas, curiosamente, com a Escócia independente.

«Pedro Baptista» >> Devo dizer a todos os amigos que sou inequivocamente republicano mas, mais um vez, tiro o chapéu à democracia britânica e, em particular, ao seu segmento principal, o da Inglaterra O facto de ser uma monarquia é irrelevante. Relevante é que a sua casta política dominante porta-se com decência, consultando o povo e aceitando os seus veriditos mesmo que, por vezes, extravaze na manipulação emocional durante as campanhas. Ao contrário do que se passa na nossa república das bananas onde em matéria europeia nunca o povo português foi consultado para fosse o que fosse. Ninguém tratou o seu povo com tanta menoridade como os que têm estado no poder em Portugal nos últimos 35 anos... nem há na Europa nenhum povo que tenha sido tratado com tanta menoridade...

 

  Sábado, 25 de Junho de 2016

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Já lá vão mais de 24 horas sobre o estrondo que o Brexit provocou por esta Europa fora. E não havendo dúvidas que a decisão dos britânicos é válida e decidida democraticamente, a verdade é que o Reino Unido nunca esteve de alma e coração na União Europeia - recusaram a moeda única e Schengen – o que torna escassa a legitimidade para se arvorarem agora nos justiceiros do projecto da UE. O grande e grave problema europeu está na incapacidade dos seus organismos políticos desenvolverem laços identitários profundos, não sendo fácil aceitar que o Parlamento Europeu tenha legitimidade do voto mas escassos poderes, enquanto a Comissão Europeia, formada por burocratas, tecnocratas e políticos distanciados dos cidadãos europeus, detenha um poder desmedido para a escassa legitimidade democrática que sustenta a sua actuação. Por outro lado o resultado deste referendo vai muito provavelmente ser o princípio do fim do Reino Unido, com a Escócia e a Irlanda do Norte já a reivindicarem o direito a quererem ficar na União Europeia. Mas há ainda mais um facto importante e talvez um pouco esquecido por todos nós: É da extrema-direita europeia (Geert Wilders na Holanda e Marine Le Pen em França) que vêm os maiores aplausos aos três britânicos apontados como os grandes vencedores desta consulta popular, Michael Gove, Boris Johnson e Nigel Farage… e isto não é nada bom. Tivesse a Europa começado por consultar os seus povos sobre a sua formação e não seria por este ou outro qualquer “referendo” que iria morrer. Mas agora já é tarde… o Brexit está aí.



Publicado por Tovi às 09:18
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Quinta-feira, 23 de Junho de 2016
O “Brexit” e a noitada de São João

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Os britânicos começaram às sete horas da manhã a votar no referendo que ditará a permanência ou não do Reino Unido na União Europeia. Cá pela Cidade Invicta toda a gente prepara aquela que é a mais carismática festividade portuense. E se lá pelas ilhas britânicas o resultado da consulta popular é ainda uma incógnita (as sondagens dão ligeira vantagem à saída da EU, mas os analistas políticos garantem a permanência), no Porto a Noitada de São João tem a garantia de grande festa, com alho-porro ou martelinho, sardinhas ou cabritinho assado, mas seguramente com muitos balões e manjericos.

Bom São João para todos!... e os britânicos que votem em consciência.



Publicado por Tovi às 09:56
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Quinta-feira, 16 de Junho de 2016
Assassinaram uma deputada britânica

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Em plena campanha eleitoral sobre o “Brexit” um alegado extremista anti-imigração baleou e esfaqueou numa rua do norte de Inglaterra a deputada pró-União Europeia Jo Cox que foi dada como morta ainda no local do crime. Esta deputada do Partido Trabalhista foi eleita em 2015, completava 42 anos na próxima semana, era casada com um antigo assessor de Gordon Brown, Brendan Cox, e tinha dois filhos.

Ainda é uma incógnita qual a influência que esta bárbaro acto irá provocar nas intenções de voto dos britânicos no próximo dia 23… para já a campanha eleitoral está suspensa.

 

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«Jorge Veiga» >> barbaridade sem qualquer classificação possível!

«Zé Carlos» >> Amigo David Ribeiro, cheira-me mal este assassinato, muito estranho mesmo.

«André Eirado» >> Pobre senhora, uma beldade. Filho da puta espero que tenhas uma morte dolorosa Cabrão extremista



Publicado por Tovi às 23:30
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Quinta-feira, 2 de Junho de 2016
Brexit… Como irá ser?

Reino Unido Brexit  aa.jpg

No Reino Unido as últimas sondagens dão a preferência à saída da União Europeia no próximo referendo sobre a continuidade na UE, sendo no entanto ainda muito importante o número de indecisos que poderão fazer alterar o resultado desta consulta no próximo dia 23 de Junho.

Aos “europeístas” já não deve caber um feijão no cu

 

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«Albertino Amaral» >> Adorei essa do feijão, David Ribeiro........

«Francisco Coutinho» >> Ja há muito tempo.... escrevi que estavamos a assistir ao Princípio do FIM da União Europeia, que diga-se em abono da Verdade, que de União, Não tem NADA, tantos os regimes diferentes, os impostos diferentes, os salários Diferentes, as regalias, diferentes, as "imposições ...diferentes, as regras que uns violam e outros têm de cumprir (Pesca ,Leite, suinos e outros p.ex.), Países que tem o Euro... e os Diferentes, paises que Têm de Ajudar... e os que Não querem ajudar ninguém (Brexit) desde que continuem a beneficiar da parte "boa"... Diferentes. Nada vejo de IGUAL, COMUM, UNIÃO, ou IGUALDADE, muitos menos DEMOCRATA. Esta é uma FARSA que vamos deglutinar nos tempos próximos. EU... Não vejo NADA do que nos prometeram e previram para Portugal HÁ 30 e tal anos... quando pintavam o quadro do que iria ser BOM entrar para a CEE ! LEMBRAM-SE ?? ONDE ESTÁ o FILME PROMETIDO??

«Raul Vaz Osorio» >> Vamos por partes: até à consolidação da reunificação alemã, a CEE/UE foi uma coisa. A partir daí foi outra. Não confundamos e aquilo a que nós aderimos era bom, unido, solidário, visionário. Aquilo em que se tornou, principalmente após o grande alargamento do início do século, é outra coisa e claramente merecedora as críticas feitas pelo Francisco. Quanto ao Brexit, a acontecer (o que eu sinceramente duvido mas que admito como possível) terá consequências diferentes conforme duas vertentes essenciais: 1) a atitude dos parceiros da Inglaterra no Reino Unido (talvez tão unido como a UE), pois estes a acreditar nas sondagens (e no que é lícito ver como o seu interesse próprio) não têm qualquer vontade de saír. E poderão escolher ficar no UK ou na UE, a ver vamos. 2) A evolução da UE. Se esta se mantiver claramente para lá do Brexit, este será muito negativo para a Inglaterra no campo económico/financeiro. Se o Brexit catalizar, como é inteiramente possível, uma desagregação acelerada da UE, então o impacto poderá ser menor para a Inglaterra, mas certamente significativo para outros parceiros europeus.

«Joaquim Pinto da Silva» > De uma coisa estou certo: o RU sai da UE e, de seguida, na Escócia, ganham os independentistas, que são europeístas.

«Antonio Pinto Caldeira» >> Parece que muita gente ainda não percebeu que há quem queira sair desta UE porque não aceita ficar refém desta elite de burocratas nem se revê naquilo em que se transformou o projecto inicial. Todos são por uma UE com directrizes diametralmente opostas àquelas que imperam. Todos queremos uma UE dos povos em vez duma UE corporativa da finança e dos grandes grupos económicos. Atendendo ao evoluir da situação não nos resta outra alternativa que não seja destruir esta UE para construir uma outra a salvo destes desvios.

«Francisco Cunha Coutinho» >> Já várias vezes disse... que o Brexit era o principio do FIM da união Europeia! (mas será que alguma vez houve UNIÃO?) Começamos finalmente a perceber que a CEE é cada vez mais uma "Joint-Venture" onde há Xulos... e Xulados. Nunca uma União.



Publicado por Tovi às 08:29
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Segunda-feira, 7 de Março de 2016
Nunca se exportou vinho tão caro

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As exportações portuguesas de vinho cresceram em valor pelo sexto ano consecutivo e atingiram em 2015 um novo máximo histórico, com 737,3 milhões de euros vendidos aos mercados internacionais. O preço médio do litro foi de 2,63€, o mais elevado de sempre: cada litro foi transacionado, em média, 2,8% acima do valor de 2014. No entanto, Portugal está a exportar menos vinho em quantidade, o que significa que está a vendê-lo bem mais caro. (...) Os maiores contributos para esta evolução advêm dos espumantes, cujo preço médio é já de 8,25 euros por litro, uma valorização de quase três vezes mais face a 2011. O vinho da Madeira é o segundo no ranking dos melhor pagos, com um preço médio de 6,31 euros por litro (um crescimento de 26,5% nos últimos cinco anos). Já o vinho do Porto, que ocupa a terceira posição, só se valorizou 11% e está nos 4,69 euros. Em termos de mercados de destino, o Reino Unido, com 4,02 euros de preço médio, os Estados Unidos e o Canadá, ambos com quatro euros por litro, e Espanha, com 3,87 euros, são os países que mais caro estão dispostos a pagar o vinho português.

Ver notícia do JN aqui

 

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«Pedro Aroso» >> No Brasil o preço dos vinhos portugueses atingiu um valor estratosférico e a vendas estão a cair a pique. Isto ficou a dever-se a mais um "ajuste fiscal" decretado pelo governo no início do ano. Os países do Mercosul não foram abrangidos por estas medidas.



Publicado por Tovi às 13:58
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Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2016
Acordo entre Reino Unido e Europa

Reino Unido vs Europa Fev2016 aa.jpg

Ao fim do dia de hoje ficamos a saber que após negociação perlongada e difícil o Reino Unido e a União Europeia chegaram a acordo, tendo David Cameron conseguido muitas das reivindicações que sempre defendera, nomeadamente restrições na circulação de migrantes para o Reino Unido e a garantia que os britânicos não terão nunca de pagar por resgates financeiros de países da zona euro. Mas com este acordo o “drama” ainda não acabou, pois a permanência do Reino Unido na União Europeia só ficará decidida no referendo que terá lugar a 23 de Junho deste ano.

 

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«Jose Bandeira» >> Tal como Rui Moreira foi eleito para defender os interesses do Porto também David Cameron o foi para defender os do Reino Unido. Se os outros são tansos a culpa não é dele. É esta a "Europa Unida" (lembram-se destas placas que chegaram a circular na traseira dos automóveis há muito, muito tempo?) que nos continuam a vender?

«Jovita Fonseca» >> É esta a UE... vai -se já precavendo! E à boa moda British, as normas ficam já definidas.

«Manuela Tavares» >> hitler lutou com unhas e dentes pela subjugaçao da Europa à Alemanha. nao conseguiu mas pelo caminho fez muitos estragos. passados 70 anos, a subdita dele tentou fazer o mesmo, nao com armas mas com uma mais sofisticada que se chama economia e colapsos financeiros. tem vindo a conseguir. mas temo, e bem, que tal como o mentor dela, mais uma vez a alemanha vai perder. e mais uma vez fazendo muitos estragos pelo caminho. nao aprendem. e o resto da europa parece que tb nao. é so deixar passar mais uns 70 anos e algum alemão vai tentar fazer uma merda parecida e o resto dos paises sao aceitar. ninguem sai deste padrão!



Publicado por Tovi às 23:30
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