"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017
AM aprova orçamento do Porto para 2018

#mno_dinheiro_moedas_01.jpgA Assembleia Municipal do Porto aprovou, ontem à noite, o orçamento para 2018, no valor de 257,4 milhões de euros. Os documentos previsionais de gestão para o próximo ano foram aprovados com 22 votos a favor, 6 contra e 17 abstenções.
Num debate em que intervieram todos os grupos municipais, a maioria da oposição classificou este orçamento como de "continuidade". Em representação do PS, Pedro Braga Carvalho explicou que o seu partido se absteve na votação porque o orçamento não traz nada de novo ou substancialmente diferente. CDU e BE votaram contra. A deputada do BE Susana Constante Pereira considerou o orçamento "poucochinho" para o Porto; o deputado comunista Rui Sá sustentou que não responde às necessidades das populações. Por seu turno, o social-democrata Luís Osório criticou o aumento da receita corrente e da despesa. Nas questões ambientais, a eleita pelo PAN, Bebiana Cunha, congratulou o Executivo de Rui Moreira pela sua preocupação pela sustentabilidade. Perante as críticas, o deputado do movimento "Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido" André Noronha explicou que este orçamento é o "orçamento da formiga", de quem tem as contas em dia.
Coesão e Acção Social ou Economia e Desenvolvimento Social, bem como Cultura, são eixos considerados fundamentais num orçamento que, sob os princípios da sustentabilidade, se traduz em mais receita, mais investimento e numa aposta nos recursos humanos da polícia e dos bombeiros. Depois de quatro anos de forte redução de dívida e lançamento de projectos-âncora para a cidade, o Executivo prevê para 2018 mais 14,1 milhões de euros de investimento municipal. Só em habitação social, o investimento previsto é de 26,8 milhões de euros.



Publicado por Tovi às 15:12
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 5 de Dezembro de 2017
O Acesso à Habitação na Cidade do Porto

#mno_mesa_assembleia_municipal_04.jpg

A sessão extraordinária de ontem da Assembleia Municipal do Porto versou um assunto da máxima importância – O Acesso à Habitação na Cidade do Porto – solicitada pela CDU e posteriormente também com apresentação de propostas por parte do BE, tendo sido estas últimas liminarmente rejeitadas por serem tão sem nexo. As matérias apresentadas pela CDU tinham algumas delas muita razão de ser e por isso foram votadas favoravelmente por uma esmagadora maioria dos deputados municipais.

Para vossa reflexão deixo aqui algumas das informações prestadas pelo edil portuense:
A Câmara do Porto está, de uma forma transversal, fortemente empenhada neste tema e na resolução dos principais problemas que hoje encerra. Incluímos no nosso programa de governo local o tema habitação, em particular da habitação para a classe média, num eixo mais vasto a que chamamos “sustentabilidade” e que envolve os pelouros do urbanismo, espaço público, habitação económica, mas que se cruza também com o ambiente e com a mobilidade.
O Estado foi abandonando a sua política de habitação social, deixando praticamente sem investimento e sem apoio, não apenas os seus próprios inquilinos, como também as autarquias que estavam (e estão) a fazer avultados investimentos nos seus bairros sociais municipais.
De apoios que rondavam os 50% de investimento nesta área, as autarquias passaram a dispor de zero, o que é inaceitável e representa uma demissão do Estado central relativamente aquela que é uma das suas funções primordiais.
O resultado está à vista. No Porto há bairros pertencentes ao IHRU que se degradam e não conhecem reabilitação, paredes meias com a habitação municipal que se vai renovando e reabilitando, mantendo rendas mais baixas.

 

   Site oficial da Câmara Municipal do Porto

Assembleia Municipal exorta Governo a criar programa capaz de mitigar problemas na Habitação - 05-12-2017
A Assembleia Municipal do Porto exorta o Governo a apresentar um novo programa de financiamento de construção e reabilitação de habitações económicas e sociais, que inclua a componente dos espaços exteriores. 
Em reunião extraordinária realizada na segunda-feira à noite, convocada pela CDU para debater o acesso à habitação no Porto, os partidos foram unânimes em considerar a habitação um "problema da maior importância" que é preciso resolver "com urgência".
Para o deputado da CDU Artur Ribeiro, a situação constitui uma "enorme gravidade", sendo dever de todos procurar soluções. Na sua ótica, o turismo trouxe "inúmeros" benefícios à cidade, mas transformou também a reabilitação de prédios privados em espaços destinados a turistas.
Preocupado com a "especulação imobiliária", Artur Ribeiro vincou que não é competência da Câmara garantir o direito à habitação consagrado na Constituição, mas é seu dever garantir condições dignas a quem vive nas casas que fazem parte do seu património, mediante a reabilitação dos bairros e zonas adjacentes e construção de equipamentos sociais e de estacionamento.
Em resposta, o presidente da Câmara, Rui Moreira, lembrou que tem apostado numa política de habitação coerente. Recordou o investimento de 53 milhões de euros da autarquia neste domínio, nos últimos quatro anos, e assinalou o "contraste evidente" que hoje existe "entre o parque habitacional detido pelo Município e aquele que é detido pelo Estado central". O Executivo do Porto pretende continuar a intervenção nos bairros camarários, acudindo a novas prioridades, tais como o investimento no espaço público envolvente ou a conceção de "novas residências mais adequadas aos cidadãos seniores". Para o setor estão previstos, no orçamento de 2018, perto de 22,7 milhões de euros. 
Rui Moreira assinalou que, infelizmente, a habitação social há muito que passou de uma solução temporária para permanente. A Câmara disponibiliza anualmente entre 300 a 350 casas, mas são cerca de mil as famílias em lista de espera. A muita procura "já não resulta apenas de situações de declarada carência social", mas também por "não existir no mercado habitação disponível a um preço que seja compatível com o rendimento" das famílias.
O autarca sumariou a estratégia do seu Executivo, atenta também à classe média, e mencionou, a propósito, a sua intervenção na sessão pública de apresentação das propostas do Governo para o setor. Para a Autarquia, justifica-se a "promoção de habitação nas suas várias dimensões, que não apenas na sua forma social". Nesse sentido, é necessário um quadro legal "amigo da autonomia local, que lhe dê capacidade de intervir ao nível dos incentivos fiscais necessários e na edificabilidade".
Já a deputada do BE Susana Pereira afirmou que o "negócio está a matar a cidade". "Na Baixa há mais visitantes e turistas, mas muito menos habitantes", ressalvou. Na sua opinião, se a situação não se inverter o Porto tornar-se-á mais pequeno.
Apesar de fazer uma avaliação positiva do trabalho e investimento feito na Habitação, Patrícia Ferreira, do PS, entendeu que é necessário melhorar a gestão do parque habitacional municipal, repensar o centro histórico, requalificar as ilhas e desenvolver programas de apoio ao arrendamento.
A socialista afirmou que quase não há mercado de arrendamento no Porto, e salientou que a Câmara deve clarificar a estratégia nesta área.
Por seu lado, o deputado social-democrata Alberto Araújo considerou ser "muito cedo" para realizar uma assembleia dedicada a este tema.
Por seu turno, a deputada do PAN, Bebiana Cunha, advogou que se deve "ir mais além e sair do paradigma da habitação social para a habitação condigna para todas as pessoas". Defendeu também a aposta "na recuperação de edifícios", quer municipais quer privados, "premiando nos impostos municipais aqueles que o fizerem e fazendo acordos para rendas controladas".


Publicado por Tovi às 17:32
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 28 de Novembro de 2017
Inauguração da estátua de Albino Aroso

Albino Aroso.jpg

Em Junho de 2016, a Câmara do Porto atribuía a uma rua nova na zona da Pasteleira o nome Dr. Albino Aroso. Ontem, nesta artéria, completou-se a homenagem ao médico e humanista com a inauguração de uma estátua em bronze, concebida por Rogério de Azevedo. A obra foi descerrada às 16h45 desta segunda-feira por Rui Moreira.



Publicado por Tovi às 10:30
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017
Ouvir Portugal... no Porto

cds 21nov2017.jpg

Ontem à noite estive no Auditório da Fundação Serralves… onde a Coesão Territorial foi um tema interessante e importantíssimo em discussão nesta primeira conferência "Ouvir Portugal", organizada pelo CDS.

 

   Expresso, 18Nov2017

A líder do CDS dá o pontapé de saída no ciclo de conferências "Ouvir Portugal", na próxima terça-feira, às 21h, na Fundação Serralves, no Porto. A iniciativa, que replica no país a fórmula que Assunção Cristas seguiu em Lisboa para construir o seu programa eleitoral, abre com um brainstorming público para definir os temas sobre os quais o partido se deverá debruçar nas sessões seguintes. Foram convidados a participar na discussão Rui Moreira (presidente da Câmara do Porto), António Ferreira (antigo diretor do Hospital de S.João), Luís Reis (administrador da Sonae), Rui Massena (maestro e pianista), Helena Freitas (vice-reitora da Universidade de Coimbra), Katty Xiomara (estilista), Luís Vasconcelos e Sousa (empresário agrícola), Isabel Gil (reitora da Universidade Católica) e Carmona Rodrigues (antigo presidente da Câmara de Lisboa e mandatário da candidatura de Assunção Cristas nas autárquicas de 1 de outubro). A moderação do debate está a cargo de Raquel Abecasis - a antiga jornalista da Rádio Renascença, que deixou o jornalismo para se dedicar à política e foi candidata pelo CDS à junta de freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa.

 

  TSF, 22Nov2017

Numa iniciativa promovida pelo CDS, o presidente da câmara do Porto lançou o repto à regionalização, porque "o país se está a suicidar". Rui Moreira considera que Portugal vive um tempo de "descoesão territorial" e lança um repto: "É preciso ter coragem. É preciso perceber que não vale a pena continuar a falar na reforma da administração se não fizermos a reforma do sistema político que permita de facto que o reduto rio seja ocupado duma forma razoável". O autarca do Porto usa uma imagem. "Se pensarmos na nossa casa, aquilo que estamos a fazer é concentrar a cozinha, a casa de banho, a sala de estar e os quartos apenas numa pequena divisão. E quando fazemos isso, se prensarmos sob o ponto de vista social, da qualidade de vida e da sustentabilidade do país, acho sinceramente que o país se está a suicidar".



Publicado por Tovi às 09:25
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sábado, 18 de Novembro de 2017
Nada será como dantes

18nov2017 aa.jpg

Seja qual for a cidade escolhida a verdade é que para o Porto “nada será como dantes”... E eu até vou mais longe e afirmo que está provado que podemos e sabemos liderar uma futura Região Norte.

 

   Comentários no Facebook

«Nuno Santos» - Ontem decorreu no Porto a última conferência de imprensa antes da decisão de relocalização da EMA. No Porto, o Ministro da Saúde e a Secretária de Estado dos As...suntos Europeus juntaram-se a Rui Moreira para responder aos jornalistas sobre um longo processo. No final das intervenções, quase não havia perguntas. Já saiam os protagonistas quando um jornalista quis que respondessem. Seguiram-se quatro perguntas. Todas pela negativas. “O Porto, se calhar, não tem isto”, “Os voos, se calhar não chegam”, “os edifícios, será que são maus”, todas denotando, até, algum desconhecimento e ignorância sobre o assunto. E a pergunta final: “não teme que se o Porto perder seja dito que se Lisboa tivesse concorrido poderia ter ganho?”. A elegância de Rui Moreira permitiu-lhe responder de forma urbana e ainda agradecer aos jornalistas, abandonando a sala. Não houve uma alma a questionar como pode Portugal beneficiar do problema Catalão ou que trabalho foi desenvolvido pela diplomacia portuguesa, nomeadamente, pelo ausente Ministro dos Negócios Estrangeiros (que até é do Porto e que até começou o processo a afirmar que o Porto não tinha capacidade para cumprir os requisitos, quando o contrário está hoje demonstrado), ninguém perguntou qual o principal argumento da candidatura portuguesa e qual a principal vantagem que a cidade apresenta. Não admira, em meses de candidatura à mais importante das agências europeias, não houve um órgão de comunicação social que tivesse feito, por uma vez, verdadeiro jornalismo sobre a matéria, indo à EMA ver quais eram as condições existentes em Londres e comparando com as que o Porto oferecia. Também ninguém procurou saber, junto das outras candidaturas e países o que eles achavam da candidatura portuguesa. Também ninguém procurou saber junto dos países membros que, votando, não se candidatam, qual poderia ser a sua orientação relativamente a Portugal. O jornalismo e os jornalistas queixam-se frequentemente dos políticos, treinadores, dirigentes, empresários, sempre que estes, levemente, os criticam. Mas, eles próprios, não percebem que a lógica da crítica e da visão negativa da vida tem origem nas suas cabeças e nos seus artigos. Como há dias me dizia uma boa jornalista, são os jornalistas que estão a matar o negócio e o seu próprio emprego. “Qualquer dia, ninguém quer falar connosco”, dizia. Pois, eu até acho que hoje já é qualquer dia.



Publicado por Tovi às 09:29
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 15 de Novembro de 2017
Se tivesse sido um jantar à luz das velas…

15nov2017 aa.jpg

   Notícia completa no Observador de ontem.



Publicado por Tovi às 09:47
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 1 de Novembro de 2017
Território e Descentralização

#mno_conferencia_territorio_descentralizacao_18.jp

A "geringonça" promete-nos a descentralização mas do pouco que tenho ouvido tudo não passa de querer transformar as câmaras municipais em direcções regionais, como bem nos lembrou Rui Moreira no debate "Os caminhos do futuro", na última sexta-feira (27Out2017) na Universidade Portucalense, a convite do professor universitário e ex-candidato presidencial Paulo Morais. O presidente da autarquia portuense vê como premente uma reforma administrativa que contemple até a alteração dos círculos eleitorais, dando "mais representatividade ao Interior e envolvendo mais os cidadãos com os eleitos", contrariando a tendência da litoralização. Tal reforma e consequente descentralização deve "não partir da ideia de descentralizar por descentralizar, mas da resposta a dúvidas como: Estamos a ocupar bem o território? Que país queremos ser?".



Publicado por Tovi às 09:42
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 25 de Outubro de 2017
Tomada de Posse da Assembleia Municipal do Porto

Tomada de Posse 25Out2017 bc.jpg

Tomei hoje posse como Deputado à Assembleia Municipal do Porto, o órgão deliberativo do Município que tem como desiderato principal a defesa e promoção dos interesses dos cidadãos e do seu bem-estar e qualidade de vida. A partir de agora serei os olhos, os ouvidos e a voz dos portuenses, pois foi este o meu compromisso com quem me elegeu.

 

  Constituição da República Portuguesa

(…)

Título VIII – Poder Local

(…)

Capítulo III – Município

(…)

Artigo 251º - Assembleia Municipal
A assembleia municipal é o órgão deliberativo do município e é constituída por membros eleitos directamente em número superior ao dos presidentes de junta de freguesia, que a integram.

 

  Lei 169/99 de 18 de Setembro (versão actualizada)

(…)

Capítulo IV – do Município

Secção I – da Assembleia Municipal

(…)

Artigo 42º - Constituição
1 - A assembleia municipal é constituída por membros eleitos directamente em número superior ao dos presidentes de junta de freguesia, que a integram.
2 - O número de membros eleitos directamente não pode ser inferior ao triplo do número de membros da respectiva câmara municipal.
3 - Nas sessões da assembleia municipal participam os cidadãos que encabeçaram as listas mais votadas na eleição para as assembleias de freguesia da área do município, enquanto estas não forem instaladas.

(…)

Artigo 45.º - Primeira reunião
1 - Até que seja eleito o presidente da assembleia compete ao cidadão que tiver encabeçado a lista mais votada ou, na sua falta, ao cidadão sucessivamente melhor posicionado nessa mesma lista presidir à primeira reunião de funcionamento da assembleia municipal, que se efectua imediatamente a seguir ao acto de instalação, para efeitos de eleição do presidente e secretários da mesa.
2 - Na ausência de disposição regimental compete à assembleia deliberar se a eleição a que se refere o número anterior é uninominal ou por meio de listas.
3 - Verificando-se empate na votação, procede-se a nova eleição obrigatoriamente uninominal.
4 - Se o empate persistir nesta última, é declarado eleito para as funções em causa o cidadão que, de entre os membros empatados, se encontrava melhor posicionado nas listas que os concorrentes integraram na eleição para a assembleia municipal, preferindo sucessivamente a mais votada.
5 - Enquanto não for aprovado novo regimento, continua em vigor o anteriormente aprovado.

Artigo 46.º - Composição da mesa
1 - A mesa da assembleia é composta por um presidente, um 1.º secretário e um 2.º secretário e é eleita, por escrutínio secreto, pela assembleia municipal, de entre os seus membros.
2 - A mesa é eleita pelo período do mandato, podendo os seus membros ser destituídos, em qualquer altura, por deliberação tomada pela maioria do número legal dos membros da assembleia.
3 - O presidente é substituído, nas suas faltas e impedimentos, pelo 1.º secretário e este pelo 2.º secretário.
4 - Na ausência simultânea de todos ou da maioria dos membros da mesa, a assembleia elege, por voto secreto, de entre os membros presentes, o número necessário de elementos para integrar a mesa que vai presidir à reunião, salvo disposição contrária constante do regimento.
5 - O presidente da mesa é o presidente da assembleia municipal.

(…)

Artigo 46.º-B - Grupos municipais
1 - Os membros eleitos, bem como os presidentes de junta de freguesia eleitos por cada partido ou coligação de partidos ou grupo de cidadãos eleitores, podem associar-se para efeitos de constituição de grupos municipais, nos termos da lei e do regimento.
2 - A constituição de cada grupo municipal efectua-se mediante comunicação dirigida ao presidente da assembleia municipal, assinada pelos membros que o compõem, indicando a sua designação bem como a respectiva direcção.
3 - Cada grupo municipal estabelece a sua organização, devendo qualquer alteração na composição ou direcção do grupo municipal ser comunicada ao presidente da assembleia municipal.
4 - Os membros que não integrem qualquer grupo municipal comunicam o facto ao presidente da assembleia e exercem o mandato como independentes.



Publicado por Tovi às 23:30
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sábado, 21 de Outubro de 2017
Portugal Contra os Incêndios... no Porto

21out2017 aa.jpg

Fui à manif na Avenida dos Aliados… e GOSTEI. Gostei porque não me senti usado pelas lutas partidárias que, aliás, não eram de todo os fins da “Portugal Contra os Incêndios (Porto)”. Estou convicto que quer os seus promotores quer a esmagadora maioria de quem apareceu hoje à tarde na Sala de Visitas da Invicta, estavam neste dia única e exclusivamente a lutar por CIDADANIA.

 

  Comentários no Facebook

«Jose Riobom» - ...assim até que posso apoiar… sem slogans... sem clubites partidárias... sem palavras de ordem... solidariedade, e exigência de justiça e respeito por um povo massacrado nos últimos anos ! Apoio incondicional num silêncio vociferante.

«Manuel Vieira» - Infelizmente com pouca adesão!

«Manuel Carvalho» - E, pelo que vi nas notícias, a cidadania sem cor espalhou-se pelo país... bem, por quase todo o país.

«Jose Riobom» - Gostei do espirito e da presença respeitosa das pessoas presentes. Parabéns ao Dr. Rui Moreira pela presença discreta.

«David Ribeiro» - Houve por lá umas ovelhas ranhosas… mas eram uma escandalosa minoria.

«Isabel Branco Martins» - efectivamente eram mesmo ranhosas, que bem se tentaram colar ao RM que delas se foi esgueirando.

«Vicente Ferreira da Silva» - A legitimidade das manifestações de ontem não está dependente de quantos governos são responsáveis pela gestão do património natural de Portugal. Todos os governos, uns mais do que outros, é certo, mas todos, devem assumir as responsabilidades dos seus actos e decisões. E aqueles que hoje contestam a liberdade de expressão de quem ontem, mais do que qualquer outra coisa, quis homenagear as vítimas desta tragédia, deveriam consultar a sua consciência e perceber se a sua objecção é similar à que praticaram relativamente a outros governos. Não me venham dizer que os mortos deste Verão são irrelevantes face à opção ideológica. Tenham decência e respeito pelos que morreram!




Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017
Assembleia Municipal do Porto - Convocatória

Tomada de Posse 25Out2017 ab.jpg

O meu primeiro documento oficial de Deputado à Assembleia Municipal do Porto.

 

Já agora... Tenho a honra e o prazer de convidar todos as minhas Amigas e todos os meus Amigos a estarem presentes no Rivoli, no próximo dia 25 de Outubro, pelas 17 horas, para assistirem à Tomada de Posse dos eleitos para o Executivo da Câmara Municipal e para a Assembleia Municipal do Porto.



Publicado por Tovi às 11:54
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Domingo, 8 de Outubro de 2017
Vamos institucionalizar o Grande Porto

Este post, publicado no Facebook na página do «Um novo norte para o Norte», é interessantíssimo… e se o seu autor – João Pedro Maia - o permitir, vou-lhe chamar: VAMOS INSTITUCIONALIZAR O GRANDE PORTO.

GrandePorto 5Out2017 aa.jpg

   Comentários no Facebook

«Jose Riobom» - Estou nessa... só que adivinho desde logo um grande problema. Como se chamaria ??

«João Pedro Maia» - Porto. É o nome mais competitivo a nível mundial.

«Hernâni Cardoso» - PORTO. E atenção que sou gaiense

«Anselmo Nascimento» - PORTO, eu acho que o povo de uma maneira geral todos concordavam. O problema maior eram os políticos que teriam que ser reduzidos, e aí havia logo contestação.

«Alfredo Oliveira» - PORTO óbviamente. Berlim é a fusão de quatro cidades, tem quatro baixas. è a maior cidade da europa juntamente com Moscovo.

«Alfredo Oliveira» - Já me contentava com Porto Matosinhos e Gaia

«Hernâni Cardoso» - Ou seja unir o que antea do 25 de Abril estava unido (quase)

«Alfredo Oliveira» - A CCFP fez a rede de transportes de Leça (farol Até Sto Ovídio e Ponte da Pedra até Coimbrões. Era assim o Porto, como devia ser aliás. E Gondomar S.Pedro da Cova por outros motivos

«Guilherme Almeida» - Concordo! E quem se chega à frente?

«Serafim Guimarães» - Não faz qq sentido. As realidades sociológicas são completamente diferentes. O que deve haver é uma junta metropolitana a começar numa Autoridade de Transportes.

«Luís Manuel Pombo» - E Espinho!

«Alfredo Oliveira» - Porque Não? Com todo o gosto. Fazia todo o sentido

«Vanda Salvador» - Depende do chefe.

«Nuno Marques» - isso não interessa, envolve muitos interesses partidários

«David Ribeiro» - Antes de conseguirmos unir estes concelhos, coisa praticamente tão difícil como a Espanha dar a independência à Catalunha, podíamos fazer uma coisa muito fácil e interessante para as populações, chamasse-se lá o que se chamasse, mas que seria unicamente a Associação dos Concelhos do GRANDE PORTO.

«Alfredo Oliveira» - Para começar.

«David Ribeiro» - Sim, era uma boa forma de se começar a fazer coisas interessantes para as populações do Grande Porto. Rui Moreira já fez qualquer coisa nesse sentido no mandato anterior e se bem me recordo foi com Matosinhos e Gaia e chamava-se Carta de Compromisso dos Municípios da Frente Atlântica do Porto.

«Filipe Cunha» - Não faz sentido, um concelho com 1 milhão de habitantes! Essa ideaia pode-se aplicar p.ex. no interior onde há excesso de concelhos pequenos.

«João Pedro Maia» - Até deve ter mais.. 1.2 ... Depois, seriamos competitivos em todas as frentes...Servicos e industria. Alem q deixaríamos de ter políticas diferentes entre vizinhos, sabendo que a mobilidade diária entre os concelhos é uma constante. E depois se pensarmos, onde está o aeroporto do Porto? É o Porto do Porto? E a Praia? E o metro? E os STCP? E por quantos concelhos percorre a circunvalação? E a via norte? E a avenida AEP? E a VCI começa onde? E quantas pontes? Tantas? Porquê? União, união, uniao!

«Filipe Cunha» - Isso é centralismo, não união. Já parece um microestado. 6 concelhos funciona bem, não é preciso agregar. Gondomar tem 100 mil, Valongo 100 mil, Maia 250 mil, Matosinhos 200 mil, Porto 200 mil e Gaia 200 mil. Não se consegue controlar um concelho de 1milhão.

«João Pedro Maia» - Filipe Cunha , Gaia 200 mil, onde? Porto 200 mil? Gondomar 100 mil? Onde? é tudo mais e a Maia é menos... 1 milhão não se controla? Sabe quantas cidades no mundo têm mais de um milhão de habitantes? Estamos aqui a falat de visão...

«Filipe Cunha» - Essas cidades têm subdevisões. Hamburgo tem mais ou menos 1 milhão de habitantes e é um estado federado alemão. Nós precisamos de estados federados em Portugal?

«João Pedro Maia» - Filipe Cunha , não precisamos. Esta visão tem a ver com uma visão estratégica para o Porto em relação ao país, Europa e mundo. O Porto está muito mais próximo de médias cidades do que Lisboa (Aveiro, Braga, Guimarães, Viseu, Coimbra e acima de tudo da Galiza e norte de Espanha). Precisamos de uma só estratégia, de vender uma só marca e explorar todas a suas valências. Como vamos captar o investimento de uma fábrica para a Maia? O que vamos dizer..."X população, universidade do Porto perto, cidade do Porto perto, metro do Porto, aeroporto do Porto, etc..." Percebes? Deveríamos falar a uma só voz.

«Filipe Cunha» - Isso é complicado... Qd estava no psd do porto defendi agregar gaia e porto numa só câmara. Ouve logo festa. O pessoal cria muitas resistências...

«Jose Riobom» - Vós que quereis um concelho dou-vos um conselho...organizem uma excursão à Catalunha... eu também vou.. [Emoji wink;-)]

«Vasquez da Gama» - Faz todo o sentido, o Porto é hoje em dia demasiado pequeno!

«António Lopes» - A partidocracia se encarrega de frustar tais designios, agora se for para criar mais uns concelhositos 😉

«Tono Canelas» - A Rechousa fica de fora!

«Paulo Santos» - Só tínhamos a ganhar!

«Jose Bandeira» - A Rechousa será o Mónaco do Grande Porto!

«Flipe Cunha» - Boa sorte... Mas aviso já que nenhum presidente de câmara desses restantes 5 concelhos vai abdicar do poder e da mama de 5000 euros por mês. Sonhem muito... [Emoji wink;-)]

«Alfredo Oliveira» - Esse o problema. Todos gostam de ser párocos da sua capela e obediência cega ao bispado lisbonês.

«Jose Bandeira» - Obediência... bem, qual é o adjectivo equivalente a 'lambe-cús'? 😜



Publicado por Tovi às 07:08
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017
O Zé de Baião não sabe o que diz… nem diz o que sabe

Aconteceu há dias na página do «Um novo norte para o Norte» no Facebook.

Zé de Baião 5Out2017 aa.jpg

   Comentários no Facebook

«David Ribeiro» - O Ze De Baião (aka José Pereira), mais uma vez, bateu à porta errada… Não é aqui, é trezentos quilómetros mais abaixo, numa cidade da margem direita do rio Tejo, onde uns governantes socialistas não conseguem (ou não querem) gerir convenientemente o país. Ou será que com a famosa “Descentralização” o António Costa vai passar essas competências para as câmaras municipais e o Zé já está a adiantar serviço?

«Rui Moreira» - Ze de Baião: pensei que nos livráramos das suas arengas. Pelos vistos vai continuar. E, por isso, abandono este grupo. Haja quem tenha paciência, homem.

«Albertino Amaral» - Ze De Baião, mas que grande volta você deu para que o Presidente Rui Moreira, que até fazia parte deste grupo e poderia falar consigo directamente, ensinando-lhe algo que você não sabe, ou nem sequer tem competência para perceber, desistisse de o aturar… Isto só quer dizer que você é "uma seca" pior do que aquela que o país está a atravessar de momento… O Zé é mesmo chato, tacanho e aborrecido... Pergunte lá ao seu "chefe de turma" como há-de continuar numa página de rede social, onde estava convencido que ia vender a banha toda, mas afinal enfiou novamente um grande "barrete" e agora não sabe como tirá-lo....! Lá teremos que ser nós a cuidar de si, pobre coitado, que ainda não percebeu nada, mas mesmo nada do que se passa no Porto... A propósito, esta semana falei com alguém que tem casa de férias as Baião, e que me disse que o Ze De Baião, é uma rica encomenda… Vou aprofundar melhor a consideração… Inté...

«David Ribeiro» - É pena que o Zé ainda não tenha percebido que os seus estapafúrdios textos há muito já não são aqui bem recebidos. O seu sofrimento precisa ser superado, e o único meio de superá-lo é suportando-o. Vá pela sombra… e volte quando a vida já lhe tiver ensinado a saber comportar-se com gente de bem.

«Jorge Veiga» - Lamento não ter o RM a dizer-nos algo de vez em quando, o que muito nos orgulhava (não conheço nenhum PC que o fizesse). Por isso acho que o Ze De Baião deveria pensar melhor o que diz e não dizer tudo o que pensa.

«Jose Riobom» - Estou mesmo chateado a sério... O Ze De Baião foi o grande culpado de nos privar da sã companhia do Presidente da Câmara do Porto neste grupo. Vou sentir saudades dos "ralhetes" e "recados" que de vez em quando por aqui me mandava.



Publicado por Tovi às 20:27
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Segunda-feira, 2 de Outubro de 2017
A noite das Autárquicas2017 no Porto

Foi assim que a Rádio Renascença - Marília Freitas (texto) e Gonçalo Costa (fotografia) - viu a noite de ontem na Avenida dos Aliados, no Porto.

 

img_0465109467bb_base.jpg

Duelo nos Aliados, numa noite animada por Zirinha e São

A noite foi de contrastes na Avenida dos Aliados, no Porto: silêncio na sede de Manuel Pizarro, festa na de Rui Moreira. Mas nos festejos ninguém foi mais efusivo do que Zirinha e São.
“Pizarro na rua, Moreira na candidatura”. O canto improvisado de Zirinha e São anima a noite na Avenida dos Aliados. Em frente à sede de candidatura de Rui Moreira são elas o centro das atenções, no compasso de espera entre as projecções e o discurso do vencedor.
“As meninas têm que comer ovos, eu já sou velha”, atira Zirinha, dirigindo-se a jovens apoiantes de Rui Moreira, indignada por não cantarem tão alto como ela. “São intelectuais, não sabem cantar”, confidencia-nos.
Zirinha mora na Sé e foi funcionária do pai de Rui Moreira. “Era bom patrão, é como filho”, conta. E como é o filho? “Uma jóia de pessoa”, responde, enquanto nos mostra como veio “toda artilhada” para a noite eleitoral, com duas garrafas de água presas às calças. “Parece que estou nos comandos!”
Com o incentivo “das intelectuais”, Zirinha e São retomam os cânticos, mas não por muito tempo. “Já chega, senão depois não tenho voz para ele.”

A ansiedade da espera
Recuemos ao início da noite. Antes das primeiras projecções o ambiente é de muita ansiedade na Avenida dos Aliados. As duas sedes de candidatura estão separadas por poucos metros. Cá fora, apoiantes dos dois candidatos misturam-se com os turistas que passam e espreitam, estupefactos.

À frente da sede de Rui Moreira, um grupo de jovens ensaia o hino de campanha. A cantoria é interrompida por alguém que passa com um rádio. As vozes do outro lado da telefonia não enganam: está a ouvir o relato do Sporting-Porto na Renascença.
A noite está agradável e, tanto de um lado como de outro, prefere-se esperar na rua. Estar dentro das sedes torna o ambiente mais tenso. Nos Aliados, todos parecem saber que não há vitórias antecipadas.
Álvaro, apoiante de Manuel Pizarro, está ansioso e pergunta se já temos resultados. Ainda não, respondemos, as urnas ainda não fecharam nos Açores. “Parece que [a vitória] vai ser ali para baixo”, atira, referindo-se à sede de Rui Moreira. “Mas eles [Moreira e Pizarro] depois têm de se entender, têm essa responsabilidade”.

Uma avenida de contrastes
Oito da noite, as televisões transmitem as projecções. Primeiro, os resultados de Lisboa. “Mostrem o Porto”, pede-se na sede de Rui Moreira. Desejo cumprido, começa a festa. Todas as previsões dão a vitória a Rui Moreira. Há abraços e lágrimas. Os mesmos jovens que antes estavam na rua a cantar estão agora em frente à televisão aos saltos.

Entre eles estão José Costa e Tiago Barbosa, ambos com 20 anos e militantes da Juventude Popular. Acompanharam Rui Moreira durante a campanha e, por isso, dizem, não estão surpreendidos com o resultado. “Sentíamos a energia nas ruas”, conta José. “Com fé na maioria absoluta”, os dois amigos recusam colocar outro cenário. Mas Tiago acrescenta: “Rui Moreira tem uma grande capacidade para construir pontes e não muros”.
Ambiente bem diferente, um pouco mais acima na Avenida. Na sede de Manuel Pizarro instala-se um silêncio constrangedor, interrompido apenas pelos “cliques” das máquinas dos fotógrafos.
Aqui não se esconde algum desapontamento. “Esperava mais”, confessa Graça Vaz, sem tirar os olhos da televisão. E agora? “Agora estamos cá para fazer uma oposição responsável”, responde. “O povo é soberano”, sentencia, entre suspiros.
Por esta altura, na sede de Pizarro contam-se quase tantos jornalistas como apoiantes. Alguns saíram logo depois das projecções, outros chegarão apenas na hora do discurso do candidato.
Maria Celeste entra na sala e senta-se na primeira fila. “Estava por aqui e vim ver o que se passava”, conta. Na carteira traz um porta-chaves da campanha de Manuel Pizarro e uma confiança inabalável na vitória, contra todos os números.
“Ele ainda vai ganhar”, responde, convicta, a outro apoiante que nota que as projecções de votos para Rui Moreira já baixaram. “Não vai ganhar, mas o outro vai baixar ainda mais”, diz-lhe o vizinho.

Troca de galhardetes entre velhos amigos
Mas Pizarro não ganhou e, pouco depois das 21h30, Rui Moreira canta vitória.

“São, anda”, chama Zirinha, entrando na sede de campanha e furando tudo e todos até ficar na primeira fila. Novamente, são elas as vozes de comando aos cânticos de apoio a Rui Moreira. Na sala, misturam-se pessoas de todas as idades e classes sociais, novos e velhos, da Ribeira à Foz, mas quase todos acompanham Zirinha e São.
Carlos Campos assiste a tudo, encostado à porta, com a cadela Lili ao colo. Nasceu no Brasil, mas vive no Porto há nove anos. Conta que conhece pessoalmente Rui Moreira e Manuel Pizarro e “não esperava de tanta diferença” de votos entre os dois.
“Acho que é uma pena terem-se separado, todos os amigos comentam isso”, confidencia. “Acho que os dois ainda têm muito para dar à cidade. São duas pessoas sensatas e inteligentes.” E lamenta: “a política faz destas coisas”.
Opinião semelhante tem David Ribeiro. “A coligação com o PS foi boa, os vereadores do PS fizeram um excelente trabalho, simplesmente tiveram que obedecer ao Largo do Rato”, diz o candidato à Assembleia Municipal, que também marca presença na sede de campanha.
A verdade é que os primeiros dias de Maio, que levaram à ruptura do acordo de coligação entre Rui Moreira e o PS, não saem da memória de ninguém, nem dos candidatos. No discurso de vitória, Rui Moreira deixa duras críticas ao Partido Socialista.
"O apoio que nos oferecia tinha um preço que o nosso movimento independente não quis pagar. Depois tentou, através da participação de membros do Governo, nacionalizar a campanha e esse foi um preço que a cidade não quis pagar", afirmou Moreira.
Pouco depois, Manuel Pizarro devolve os “galhardetes”. “Não esquecemos o que aconteceu a 6 de Maio, quando alguém, que não fomos nós, rompeu um acordo que estava estabelecido”, disse perante algumas dezenas de apoiantes que esperaram pelo seu discurso. Alguns com as lágrimas nos olhos, revêem-se nas palavras de Pizarro quando afirma que “o PS travou esta batalha eleitoral em condições terríveis”.
As palavras dão lugar aos abraços. Pizarro não se poupa ao contacto com os apoiantes. O mesmo tinha acontecido quando entrou na sede de campanha, cumprimentando todos os que estavam à porta. Grita-se “Pizarro” e ele responde com “PS”. Após duas ou três tentativas lá consegue impor a sua vontade e pôr toda a sala a cantar pelo partido.
Situação semelhante tinha acontecido minutos antes, uns metros abaixo. Quando os apoiantes gritavam por “Moreira”, ele respondia com “Porto”. Até que todos gritaram pelo nome da cidade da mesma forma que os adeptos do FC Porto gritam pela equipa no Estádio do Dragão.
Bandeiras e telemóveis no ar, ouve-se o hino de campanha. É altura de fechar a noite. À saída da sede, alguém afirma, com tom de alívio: “está feito”.

 

  Comentários no Facebook

«Jovita Fonseca» - Na Av dos Aliados, os portuenses reúnem-se de acordo com os seus gostos... tudo gente pacífica e consciente! Assim é o Porto 🎷🎵📢

«David Ribeiro» - Se leram este artigo já devem ter reparado que eu fui entrevistado por esta jovem jornalista da RR – Marília Freitas - moça que seguramente vai longe na carreira, pois a forma simpática como me abordou e a transcrição fiel do que eu disse e do que se estava a passar naquele local, isso o faz antever.



Publicado por Tovi às 14:38
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Domingo, 1 de Outubro de 2017
Rui Moreira vence as Autárquicas no Porto

Rui Moreira Vitória 1Out2017 aa.jpg

Como era esperado Rui Moreira ganhou com maioria absoluta a Câmara Municipal do Porto e o seu movimento de independentes venceu também a Assembleia Municipal e sete das nove Juntas de Freguesia. Assim se mandou às urtigas os “Velhos do Restelo” que diziam “para Moreira esta campanha foi sempre a perder”. O PSD foi praticamente neutralizado (10,39%, elegendo um único vereador) e o PS (28,55% de votos), uma clara derrota de Manuel Pizarro, de Tiago Barbosa Ribeiro e dos senhores do Largo do Rato, apesar de ter conseguido eleger quatro vereadores, mais um que no mandato anterior. Os portuenses compreenderam bem o que foi a Cultura nesta cidade nos últimos quatro anos, o que foi o boom turístico e o que isso contribui para a recuperarão económica e social da Invicta, não esquecendo que o Bolhão, o Matadouro, o Terminal de Campanhã, o Museu da Cidade ou o Parque Oriental estão num caminho seguro.

Força Rui Moreira!... Os portuenses estão contigo

 

Convém não esquecer e por isso fica aqui, para memória futura, um gráfico com os resultados das autárquicas no Porto de 2009 e 2013, mais as sondagens e o resultado das Autárquicas2017.

Sondagens+Resultados 2017 aa.jpg



Publicado por Tovi às 23:50
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sexta-feira, 29 de Setembro de 2017
Autárquicas no Porto – Última sondagem

Sondagens evolucão 29Set2017 aa.jpg

Depois de termos conhecido hoje o último estudo de opinião feito pela Eurosondagem para o Expresso, a evolução das sondagens para as Autárquicas no Porto é a que se vê no gráfico, comparando sempre com os resultados das duas últimas eleições.



Publicado por Tovi às 09:59
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Mais sobre mim
Descrição
Neste meu blog fica registado “para memória futura” tudo aquilo que escrevo por essa WEB fora.
Links
Pesquisar neste blog
 
Dezembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30

31


Posts recentes

AM aprova orçamento do Po...

O Acesso à Habitação na C...

Inauguração da estátua de...

Ouvir Portugal... no Port...

Nada será como dantes

Se tivesse sido um jantar...

Território e Descentraliz...

Tomada de Posse da Assemb...

Portugal Contra os Incênd...

Assembleia Municipal do P...

Vamos institucionalizar o...

O Zé de Baião não sabe o ...

A noite das Autárquicas20...

Rui Moreira vence as Autá...

Autárquicas no Porto – Úl...

Autárquicas no Porto – Ma...

Autárquicas no Porto – Ca...

Manifesto Eleitoral de Ru...

Autárquicas no Porto – Du...

Autárquicas no Porto – Ru...

Arquivos
Tags

todas as tags

Os meus troféus