"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 19 de Setembro de 2017
O que se passa com a Ryanair?

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Hummm!... Qual será o verdadeiro motivo?... Esta malta não costuma dar ponto sem nó e a explicação dada que é para "melhorar a pontualidade" é difícil de engolir… mas até pode ser que seja, que disto eu percebo pouco.

 

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«Gonçalo Moreira» - O motivo é muito simples: erro de cálculo nas necessidades de pessoal, como a própria Ryanair assume no seu comunicado, enviado por e-mail a todos os clientes registados e difundido no site. Como todos sabemos, a Ryanair tem crescido muito a sua frota de aviões e de destinos. Isto coloca-lhe uma necessidade enorme de contratação de novos pilotos e assistentes de bordo. O facto é que a Ryanair não tem conseguido contratar à velocidade que desejava e, num período em que se vê forçada a dar férias aos seus pilotos, fica com tripulações a menos.

«Simão Santos» - Juntamente com um êxodo de pilotos para a norwegian e o médio oriente

«Gonçalo Moreira» - Exactamente Simão Santos. Não conseguem contratar a ritmo suficiente para compensar as necessidade e perdas de pessoal. O cenário, neste momento é muito penalizador para a Ryanair. O número de voos que estão a ser obrigados a cancelar, por dia, em toda a Europa é enorme. Mas pelo menos falam e dizem a verdade. Respeito isso.



Publicado por Tovi às 13:44
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Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017
Parque Biológico de Gaia

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Uma bela manhã esta que passei hoje com a minha neta no Parque Biológico de Gaia, uma estrutura situada na periferia da cidade de Vila Nova de Gaia, nas freguesias de Avintes e Vilar de Andorinho, estendendo-se pelo vale do rio Febros, um afluente da margem esquerda do Douro, em cuja proximidade se disseminam velhas casas rurais, moinhos e engenhos de buchas. Este Parque desempenha uma das mais importantes funções das zonas verdes, o contacto com a natureza fonte de equilíbrio psicológico. Esta função é potenciada pela aparente desorganização espacial do Parque, resultante da recusa do modelo de jardim ou parque formal. De facto neste Parque Biológico procura-se preservar a paisagem típica da região, ao tempo em que ela era essencialmente um grande espaço agrícola. Os elementos dessa paisagem – as bouças, os campos de cultivo, os caminhos vicinais, as casas rurais, os moinhos, o ribeiro, os muros, as noras, os açudes, a fauna selvagem e a flora espontânea, o homem e a sua cultura – estão representados no Parque Biológico e são preservados e explicados ao visitante que ali revê o moinho da sua infância ou a poça de água do ribeiro onde aprendeu a nadar.

   Ver mais aqui.



Publicado por Tovi às 14:36
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Sábado, 29 de Julho de 2017
O Red Bull Air Race a chegar

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Os aviões da mais importante competição internacional - Red Bull Air Race World Championship – já começaram a chegar ao aeroporto Sá Carneiro. Voltamos a ter uma etapa portuguesa nas competições deste ano e será novamente no Rio Douro, entre as cidades do Porto e Gaia, a 2 e 3 de Setembro.



Publicado por Tovi às 08:19
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Sexta-feira, 28 de Julho de 2017
Isto é o nosso PORTO

Contado por quem tão bem o sabe fazer, o meu Amigo facebookiano Rodrigues Pereira.

 

   Turista na própria cidade

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Quis o acaso que tivesse que vir à Ribeira entregar uma papelada...
Esperei uns bons 20 minutos para aceder ao parque subterrâneo, fronteiro ao Palácio da Bolsa... Depois - e com o fôlego de gato escaldado, após quatro enormes lanços de escadas, sempre a subir, deslizei - vontade não me faltou que fora literalmente - até à frente ribeirinha.
E começou o meu estupor (de Barbosa du Bocage, entenda-se)...
O final de manhã estava claro como água de nascente e a brisa que subia pela rua de S. João parecia um túnel de ensaio de ventilação.
Arribado na beira-rio, depara-se-me um quadro de civilidade babeliana, entrecortada por sons do rio, de barcos que iam e vinham...
Na torreira do cais havia guarda-sóis e até uma latada recém-implantada, já com abundante sombra.
Cruzavam-se turistas com locais, sorrisos nos lábios.
Um grupo de quatro adolescentes, sentado num banco em frente ao rio, elaborava umas sanduíches com produtos adquiridos numa mercearia ao lado.
As esplanadas estavam cheias... Muitos turistas, mas muita gente a falar português de Portugal.
As fachadas renovadas luziam cores desgarradas e de algumas pressentia-se o cheiro a sabão azul, das roupas penduradas nos estendais...
Vagueei por ali um pouco e - como de costume e porque a fome apertava - estuguei o passo até à Adega São Nicolau. Esplanada cheia, regredi uns metros e aterrei no Terreiro Mar e Terra.
Do mesmo e velho Amigo Coelhinho (o Senhor Coelho - que o respeitinho é muito bonito - para quem não comparte charutos)...
Se havia polvo... É claro que havia... E que polvo! À Lagareiro, mas dócil à faca (podia ser colher) e com os complementos exigíveis, o pimento e a cebola no ponto, o ovo cozido e as magníficas azeitonas.
Pelo meio deste almoço solitário, agregaram-se grupos de estrangeiros, mas também famílias portuguesas, algumas tão locais que se levantavam no final da refeição e diziam "põe na conta”.
No silêncio repartido com alguns gritos estridentes de gaivotas, surgiu como que por encanto o som de uma viola.
E consegui ver (e ouvir) o Manuel de Falla a olhar para o Douro e a rever a sua Andaluzia da alma.
Tocado por um irmão brasileiro, que evoluiu suavemente para um chorinho e depois Genesis e Procol Harum e John Lenon...
Não vi "pés-descalços", nem caramelos, nem brigas, nem pedintes.
Vi um Porto que desconhecia, porque nunca me tinha dado para vir ao Coelhinho durante o dia...
E que vale a pena, lá isso vale !!!

MRP, 26 de Julho de 2017

PS - Dedicada ao meu "irmão" Rui Moreira



Publicado por Tovi às 08:30
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Sábado, 22 de Julho de 2017
Quinta da Aveleda

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A convite da minha filha mais nova e acompanhando um grupo de jovens empreendedores do Grande Porto, visitei hoje mais uma vez a Quinta da Aveleda (em Penafiel), importante património arquitectónico da “Aveleda S.A.”, uma empresa que há mais de três séculos é dirigida e orientada por gerações da família Guedes, cujo talento foi desde sempre devotado a produzir vinhos com a qualidade que se lhes reconhece e cuja fama desde há muito ultrapassou as nossas fronteiras. É líder de mercado na Região dos Vinhos Verdes e um dos maiores produtores de vinho em Portugal, exportando anualmente mais de metade da sua produção para mais de 70 países em todo o mundo.

A história da família Guedes passou sempre pela Quinta da Aveleda, que já faz parte da identidade da família. Além do seu importante património arquitectónico, a Quinta da Aveleda é também conhecida pelos seus parques e jardins, onde florescem raras espécies de árvores, algumas das quais centenárias, como o cedro japonês, o cipreste dos pântanos ou a sequóia americana. A sua estrutura decorativa, não funcional, excêntrica e simbólica, erigida por alguém que se alimenta da simples paixão de construir, é manifestações de pura arte de que a Aveleda se orgulha, como por exemplo:
Janela Manuelina do séc. XVI: janela, onde, segundo a tradição, D. João IV terá sido aclamado Rei de Portugal e que foi, mais tarde, oferecida a Manuel Pedro Guedes da Silva da Fonseca, que a transportou para os jardins da Quinta da Aveleda.
Fonte das 4 Irmãs: erguida na década de 1920, a fonte foi finalizada pelo Mestre João da Silva, ao gravar nela os perfis em mármore das 4 irmãs Guedes, filhas do proprietário da Quinta. Cada perfil personifica uma das quatro estações do ano.
Torre das Cabras: numa ode à natureza e às antigas gerações da Quinta da Aveleda, foi edificada uma torre de três andares para albergar cabras anãs. Símbolo de fertilidade e abundância, a cabra protagoniza o mito de uma terra que soube sempre dar o seu melhor fruto.
Fonte de Nossa Senhora da Vandoma: imponente Fonte de Granito dedicada a Nossa Senhora de Vandoma, padroeira da Cidade do Porto.

 

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«Fernando Moreira Sá Monteiro» - Os enfiteutas de origem da Quinta da Aveleda são os Moreira, da Gandra, Paredes (casa da Lousa). Que logo entroncam com os Meireles Freire de São João de Covas, Lousada. A entrada dos Guedes na Aveleda somente se verifica mais tarde. No século XVI, Gonçalo de Meireles Freire, licenciado em Leis pela Universidade de Coimbra e Desembargador no Paço, institui por testamento um Morgadio na Quinta da Aveleda a favor de sua irmã Dona Catarina de Meireles, que lhe sucedeu na Casa e suas pertenças. Por sua vez, a sua neta Dona Mariana, casou com Manuel Guedes da Silva da Fonseca, fidalgo da Casa Real e senhor da Casa de Gradiz, dando assim início à varonia Guedes no senhorio da Quinta da Aveleda.

«David Ribeiro» - Excelente e oportuna informação, Fernando Moreira Sá Monteiro.

«Maria Helena Guimarães» - A Quinta da Aveleda é conhecida há mais de 60 anos!!

«Fernando Moreira Sá Monteiro» - Maria Helena Guimarães, a quinta da Aveleda é conhecida há muito mais do que 60 anos; é conhecida há séculos!

«Maria Helena Guimarães» - Não é verdade. Sabe que antes de 1850 eram várias quintas não pertencentes à mesma família e, tanto quanto vi, só mesmo depois de 1946 iniciou a sua saga vinícola de exportação de vinhos verdes. Como eu nasci por essa altura e na zona conheço-a dessa altura. Quanto a séculos só mesmo como exagero de marketing

«Ze De Baião» - O "novo norte" está sair do Porto (cidade) e a andar pelo norte. Mais um bocadinho e o "norte" chega até Baião. Também há lá bom vinho, boa gastronomia e até famílias Guedes. Que o norte seja mais que o Porto e muito mais que a Cidade.

«David Ribeiro» - Ainda o Ze De Baião andava de cueiros e já eu percorria o Norte de Portugal de lés-a-lés, bebia bom vinho e comia do melhor que há nesta região.

«Ze De Baião» - Então tem o dever de direcionar mais um bocadinho "um novo norte para o norte", ou seja, para todo o norte. É que quando se defende, por exemplo, uma melhor mobilidade e acessibilidade dos de fora à Cidade, são muitos os que dão a entender que a Região é só a Cidade do Porto, esquecendo-se o quanto as cidades dependem de toda a Região. Espero por isso que "um novo norte para o norte" caminhe mais para a coesão e solidariedade regional e abandone a ideia de Cidade Região.

«David Ribeiro» - Primeiro que tudo os concelhos do interior (por exemplo: o de Baião) têm que se deixar de bacoquices parolas e admitirem que a Regionalização cá pelo Norte só terá viabilidade com a liderança da cidade do Porto, núcleo duro do Conhecimento Científico e Cultural desta Região.

«Ze De Baião» - Amigo David, a gente de Baião ou de qualquer outra pequena localidade pode ser humilde, mas parola acredite que não somos. Esse é um estigma dos citadinos, mas só quem vive e conhece as cidades e as problemáticas mais escondidas poderá perceber que afinal a gente das aldeias está muito evoluída.

«David Ribeiro» - Humildes não serão quando me dizem: "Lá vêm os gajos do Porto querer mandar em nós". Depois chorem que são eternamente esquecidos.



Publicado por Tovi às 23:00
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Domingo, 30 de Abril de 2017
Castanheiros na Terra Fria

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Tivemos hoje uma manhã fria e com chuviscos, alguma neve até, condições algo desagradáveis para a realização do Concurso Canino da Raça Cão de Gado Transmontano, que tem lugar anualmente na Moimenta, integrado na Feira Franca desta linda aldeia no limite norte do Parque Natural de Montesinho. Depois de um retemperador almoço na Casa da Corujeira, em Vinhais, e tendo deixado de chover, fomos dar um passeio – o Tour dos Castanheiros Milenares – onde fiquei deslumbrado com os dois soberbos exemplares de Castanea sativa Miller que se podem ver nas fotos que aqui publico. O maior destes exemplares tem uma altura total de 14 metros, um perímetro à altura de 1,3m de 12,8 metros e um diâmetro médio da copa de 17 metros.

 

   Parque Natural de Montesinho

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“A riqueza natural e paisagística do maciço montanhoso Montesinho - Coroa e os valiosos elementos culturais das comunidades humanas que ali se estabeleceram justificam que urgentemente se iniciem ações com vista à salvaguarda do património e à animação sócio-cultural das populações”. Constitui este parágrafo o início do preâmbulo do Decreto-Lei nº 355/79, de 30 de agosto, que classificou a parte norte dos concelhos de Bragança e Vinhais como Parque Natural. Este estatuto justifica-se, tal como se pode ler no texto, face aos valores naturais, paisagísticos e humanos da região, à recetividade das autarquias locais para a salvaguarda do património dos seus territórios e às potencialidades de recreio e desporto ao ar livre que a região possui. Com a publicação do Decreto-Lei n.º 19/93, de 23 de janeiro, que criou o novo quadro de classificação das áreas protegidas nacionais, impôs-se a reclassificação do Parque Natural de Montesinho segundo os critérios aí estabelecidos. O preâmbulo do Decreto Regulamentar n.º 5-A/97 de 4 de abril, justifica essa reclassificação com a existência na área do Parque Natural de Montesinho de populações e comunidades animais representativas da fauna ibérica e europeia ainda em relativa abundância e estabilidade, incluindo muitas das espécies ameaçadas da fauna portuguesa, bem como uma vegetação natural de grande importância a nível nacional e mundial, que associadas à reduzida pressão humana verificada em quase todo o seu território permite que grande parte dos processos ecológicos evoluam em padrões muito próximos dos naturais. Referindo que todos estes valores, exemplares em termos de conservação da Natureza, justificam a aplicação de medidas de proteção adequadas a uma zona que constitui património nacional e europeu.

O que é um Parque Natural
Caracterização: Superfície - 74 229 ha
Localização: Situado no extremo nordeste português, o Parque Natural de Montesinho ocupa um quadrilátero bem encaixado na Sanábria espanhola, englobando as áreas das serras de Montesinho e Coroa, abrangendo a parte setentrional dos concelhos de Bragança e Vinhais, fazendo fronteira a nascente e a poente com Espanha.
Está confinado pelos meridianos 6º 30' 53'' e 7º 12' 9'' de longitude oeste de Greenwich, respetivamente a este e a oeste. A sul está limitado pelo paralelo 41º 43' 47'' de latitude norte e a norte pelo paralelo 41º 59' 24'' de latitude N.

Região Norte, Alto Trás-os-Montes, Distrito de Bragança, concelhos de: (*Só parte do território dentro da Área Protegida)
Bragança - freguesias: Aveleda, Babe*, Baçal*, Bragança (Sé), Carragosa, Castrelos*, Castro de Avelãs*, Deilão, Donai*, Espinhosela, França, Gimonde*, Gondesende*, Meixedo*, Parâmio, Quintanilha*, Rabal, Rio de Onor, S. Julião de Palácios*;
Vinhais - freguesias: Edral*, Fresulfe, Mofreita, Moimenta, Montouto, Paçó, Pinheiro Novo, Quirás, Santa Cruz, Santalha, Sobreiró de Baixo*, Soeira*, Travanca, Tuízelo*, Vila Verde*, Vila de Lomba*, Vilar de Ossos, Vilar Seco da Lomba, Vinhais*.
Esta área é constituída por uma sucessão de elevações arredondadas e vales profundamente encaixados, com altitudes que variam entre os 438 m e os 1481 m. Situado na terra fria transmontana, os xistos são as rochas dominantes, mas podem ainda ser encontrados granitos, rochas ultrabásicas e pequenas manchas calcárias.
A enorme diversidade da vegetação pode ser observada em percursos de poucos quilómetros, encontrando-se carvalhais, soutos, sardoais, bosques ripícolas, giestais, urzais, estevais, lameiros, etc.. Os carvalhais situados no Parque, dominados pelo carvalho-negral Quercus pyrenaica fazem parte de um continuum que se prolonga até à serra da Nogueira, constituindo uma das maiores e mais importantes manchas desta espécie. A flora é muito variada, devido à grande variabilidade geológica e climática que caracteriza esta zona, sendo de destacar as plantas que ocorrem em solos derivados de rochas ultrabásicas, onde se encontram espécies que no mundo apenas aqui podem ser observadas.
Em termos faunísticos, observa-se uma elevada diversidade biológica, resultante da diversidade de habitats que ocorrem nesta área de montanha. Com mais de 110 espécies de aves nidificantes, é uma área importante para as aves de rapina, como a águia-real (Aquila chrysaetus, existindo 3-4 casais desta espécie, correspondendo, aproximadamente, a 10% da população portuguesa. Estão referenciadas para o Parque Natural de Montesinho 70% das espécies de Mamíferos terrestres ocorrentes em Portugal, apresentando cerca de 10% destas espécies estatuto de ameaçado no Livro Vermelho dos Vertebrados Portugueses. É de destacar a presença de uma das mais importantes populações de lobo-ibérico Canis lupus. Em relação aos répteis e anfíbios, podem ser observados nesta área 50% dos endemismos Ibéricos existentes em Portugal continental.
O Parque Natural de Montesinho possui um rico património sociocultural com práticas quotidianas vindas de usos e costumes ancestrais, embora já marcadas pelas crescentes mobilidades das gentes e pelas inovações tecnológicas. As festas, são um exemplo disso, sendo um elo de ligação entre as aldeias e um pretexto para o reencontro de famílias e amigos. Têm especial valor as antiquíssimas "Festas dos Rapazes", realizadas principalmente na zona da Lombada por altura do Natal ou dos Reis, segundo o costume de cada aldeia. Outra das facetas da cultura regional é a música tradicional, que acompanha sempre as festividades e onde se destacam as sonoridades da gaita de foles.
São notáveis ainda os exemplos de arquitetura popular, que utilizando os materiais característicos de cada região, resultam de milhares de anos de aperfeiçoamento e adaptação ao meio ambiente. Há também aspetos exclusivamente funcionais na arquitetura popular dignos de destaque, como os pombais, os moinhos e as forjas do povo.



Publicado por Tovi às 23:07
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Sexta-feira, 17 de Março de 2017
Os nossos “Velhos do Restelo”

#mno_Euronext_01.jpgNo canto IV d’Os Lusíadas o grande mestre Luís de Camões deu-nos a conhecer um ancião – o Velho do Restelo - que à partida de Vasco da Gama para a sua aventura marítima pelos mares nunca dantes navegados se pôs a censurar as viagens e os ocupantes das naus, sob o argumento de que os temerários navegadores, movidos pela cobiça de fama, glória e riquezas, procuravam desastre para si mesmos e para o povo português. Pois nós cá pela Cidade Invicta e nos dias de hoje também temos destas criaturas que transpiram pessimismo e receio, nunca mostrando claro entusiasmo por empreendimentos que nos tirem do marasmo, chegando ao ponto de acusar a actual equipa autárquica de vender a cidade aos turistas e se esquecer dos portuenses. Mas a verdade é que a reabilitação urbana está também e de forma muito interessante a contribuir para o aparecimento de várias empresas que aqui se instalam, criam emprego e dão vida à cidade, como é o caso recente da Euronext que acaba de vir de Belfast, na Irlanda do Norte, para o Porto onde abriu um novo centro tecnológico que será a plataforma de gestão bolsista transeuropeia. Sem dúvida e como disse Rui Moreira na inauguração destas instalações, "o Porto não é uma cidade qualquer".

 

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«Adao Fernando Batista Bastos» - completamente de acordo David. Só o que não ande pela nossa cidade de olhos bem abertos não reconhece as melhorias. E por isso falam por falar… Abraço.

«Jovita Fonseca» - Interessante comparação com o Porto do séc XV, em que a contribuição do povo e burguesia da CIDADE tanto contribuíram para a partida para terras desconhecidas! Até as "tripas à moda do Porto" terão sido a prova do contributo dos portuenses para a receptividade a coisas novas... (Lenda, como diz Joel Cleto?). Mas que o povo do Porto apoiou a expedição do Infante D. Henrique é um facto, porque o Porto não é uma cidade qualquer!

«Pedro Silva» - David Ribeiro não convêm sermos mais papistas do que o Papa. É verdade que o turismo ajudou a colocar a nossa Invicta no mapa. Assim como é verdade que o Executivo camarário liderado por Rui Moreira soube explorar um fenómeno que foi iniciado pelo executivo de Rui Rio. Mas isto por si só não chega. Há que procurar regular o turismo no Porto para que isto não se transforme numa espécie de faroeste onde vale tudo. O próprio Rui Moreira já passou esta ideia há não muito tempo. É urgente que a CMP tome as devidas medidas de protecção dos seus cidadãos. Assim ontem lia no JN que os habitantes da nossa Baixa estão a ser pressionados para saírem das suas casa por causa do turismo... Regular é preciso! Barcelona já o fez. Que espera o Porto para fazer o mesmo? E também não seria nada má ideia a CMP procurar utilizar as receitas que o turismo gera para tornar a cidade do Porto melhor. E quando falo em cidade do Porto falo na cidade toda e não somente nos centros históricos.

«Rui Moreira» - Pedro Silva, eu também li. Mas não li que foi o turismo; há pelo menos 70 anos - desde o congelamento das rendas - que há senhorios a quererem libertar-se dos seus inquilinos para fazerem contratos melhores ou para poderem vender os seus imóveis. Claro que a reportagem feita pelo Jornal de Campanha aproveita para concluir que é o turismo. O mesmo jornal de campanha que há uns poucos de anos dizia que o centro estava vazio, em ruínas: salve-se quem puder, já só lá vive quem não pode fugir. Sim, o turismo tem de ser regulado: e está a ser. Veja-se o caso dos autocarros turísticos. Sim, temos de ter oferta de habitação na Baixa, e estamos a intervir no edificado municipal que resta para aí colocar famílias do Porto. Contrariando uma política de despejo que concentrou a habitação social na periferia. Sim, nós estamos preocupados. Mas que nos preocupação esta. Ainda hoje, há minutos, uma senhora me dizia que há cinco anos a rua dela estava tão vazia que tinha medo de passear o seu cão à noite e agora a rua está cheia de gente simpática.

«Pedro Silva» - Rui Moreira é verdade que já não é de agora a problemática dos Senhorios/inquilinos. Assim como é também verdade que o JN deixou - há muito - de ser um Jornal para ser hoje uma outra coisa qualquer. Contudo temos de concordar que o fenômeno crescente do turismo no nosso Porto acelerou a problemática dos Senhorios/inquilinos. E eu sei que a CMP tem procurado ajudar os inquilinos das zonas mais procuradas pelos turismo. Há uns meses ouvi uma intervenção do Sr. Dr. Pizarro sobre isto. Tal é salutar. Assim como é salutar saber e ver a CMP a procurar regular (dentro das suas competências, pois claro) as várias actividades relacionadas com o turismo. E há que fazer mais. Daí eu ter falado no modelo de Barcelona. O actual Executivo tem procurado fazer coisas positivas na cidade. Mas ainda existem muitas zonas do Porto que necessitam de uma forte intervenção. Por exemplo, a zona onde hábito (próximo ao Canil Municipal/Arca de Água) é uma delas.

«David Ribeiro» - Há efectivamente muita coisa ainda a fazer na nossa cidade, caríssimo Pedro Silva, mas o que eu quis dizer é que os VELHOS DO RESTELO não nos fazem falta nenhuma.

«Albertino Amaral» - Há tanto tempo que ouço falar nos Velhos do Restelo, que me pergunto: "Esses gajos, ainda não morreram"? Serão eternos?



Publicado por Tovi às 08:21
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Segunda-feira, 6 de Março de 2017
Um “hostel” nas caves da Sandeman

Sim!... É necessário rejuvenescer o consumo do Vinho do Porto.

 

  Expresso em 5Mar2017

mw-860.jpgÉ uma profunda obra de reabilitação que está a decorrer nas caves da Sandeman em Vila Nova de Gaia, e o seu principal trunfo vai ser... um 'hostel'. O projeto visa aproximar as camadas mais jovens ao mundo do vinho do Porto, e resulta da parceria entre a Sogrape e o grupo The Independente Collective, dos irmãos Duarte, Bernardo e Afonso d'Eça Leal - já com créditos firmados na 'hostelaria', designadamente com o The Independente em Lisboa, num palacete junto ao miradouro de São Pedro de Alcântara, que é o único 'hostel' recomendado no exclusivo guia de viagem da Louis Vuitton. (…) O 'hostel' terá o nome 'The House of Sandeman', conta com 10 suites e 60 camas em quartos partilhados, e vai ficar no primeiro piso do edifício central das caves do vinho do Porto, contando também com um restaurante (à semelhança do restaurante The Decadente, que funciona no 'hostel' do grupo em Lisboa), esplanada, bar, sala de convívio e sala de eventos.

Notícia completa aqui.



Publicado por Tovi às 10:23
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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2017
Quem tem medo da regulamentação?

"O Porto não é o Faroeste"... mas às vezes parece

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«Isa Veloso» - Não é lucrativo e o Mário Ferreira está lá?! Eu sou o pai natal, só que ainda ninguém percebeu. Até aceito que possa ser apenas levemente lucrativo em termos de cash, mas a ponte que lhe faz para os seus outros investimentos...

«Jose Bandeira» - Mário Ferreira soube antever a mina de ouro do turismo e sem dúvida foi o primeiro a arriscar no produto "Douro". Espero que saiba também corresponder às expectativas de um turismo que viaja em low cost mas nada tem de pé descalço.

«Nuno Ilharco Gonçalves» - Se Mário Ferreira fosse menos impulsivo, talvez tivesse paciência para ler devidamente a frase do Rui Moreira. Perceberia então que a entendeu ao contrário. Enfiou uma carapuça que nem existia... é porque se sente culpado...

«Pedro Correia» - O Mário Ferreira matou o pequeno turismo do Norte...

«Jorge Oliveira E Sousa» - E como é que ele consegue contra todo o interesse da população ribeirinha e não só pois é para mim uma perfeita aberração, atracar barcos dormitórios à Ribeira onde passam a noite.

«António Sousa» - Um e outro são muito bons à sua maneira? Mas que são super amigos isso não tenho duvidas.

«Jose Riobom» - Zanga de comadres ? Ou o próximo candidato "independente-dependente" à CMP ?

«António Sousa» - Riobom, estamos a falar de um imenso empresário e não de um simples ou humilde servidor da CMP.

«David Ribeiro» - Ninguém tira o valor a Mário Ferreira, principalmente por ter sido ele quem apostou no Rio Douro aberto ao turismo numa altura em que esta via fluvial pouco mais servia que de esgoto, mas REGULAMENTAÇÃO tem que existir, senão podemos estar a matar a galinha dos ovos de ouro.

«Jovita Fonseca» - O nosso presidente só falou para quem "enfiou a carapuça"...

«Mario Marante» - Mais um que quer estar acima de tudo e todos.

«Ricardo Nuno» - Acho normal, cada um defende os seus interesses, a discussão faz parte das sociedades desenvolvidas . Não chamo nomes a nenhum deles.

«Zé De Baião» - Os países afetados pela agitação social e política inevitavelmente experimentam um declínio no número de turistas internacionais e nas receitas do turismo. Nenhuma cidade ou país conseguiu proteger o setor do turismo dos impactos da insegurança. Se a paz social e a segurança progredir noutros destinos, o Porto corre sérios riscos e deve estar preparado para tal. Por isso, deixem-se de guerilhas. Ninguém pode negar a importância que teve Mário Ferreira e a Douro Azul para a alavancagem do turismo no Porto e Norte, tendo este corrido grandes riscos nos seus investimentos, mas projetando a Cidade e o Norte pelo Mundo, coisa que poucos empresários, bem melhor instalados e financiados à época, fizeram ou se vê fazer. Contudo, o Mário Ferreira tem de perceber que a regulação tanto é útil para a Cidade e para as pessoas que nela vivem e trabalham, como para a sustentabilidade económica do setor do turismo e dos seus empresários, que devem cooperar e não tentar assoberbar-se de qualquer pedra preciosa, que, por tamanha beleza e valor, se mal cuidada, poderá vir a ser esgotada. Nunca houve, não há, nem nunca haverá, no Porto, uma mina de ouro, ou de qualquer outro bem natural precioso inesgotável. Há pessoas, há recursos naturais, há cultura, há ciência,..., entre outras mais valias que fazem funcionar e desenvolver a cidade no seu dia a dia e não apenas por modas ou temporadas. O turismo é apenas uma pequena parte desta enorme cidade, pelo que, não é, nem pode ser, um setor deixado à deriva, sob pena de se desvirtuar a Cidade. O problema não reside nos tuc tuc, até porque essa é a vertente do turismo subdesenvolvido. Quanto aos "garimpeiros", acreditem que não há ouro suficiente que justifique a abertura de uma mina.

«Jota Caeiro» - existem certos cuidados que um interveniente político tem de tomar, essencialmente o cuidado de não ferir um dos principais intervenientes, senão o principal, no turismo do Norte de Portugal e, mais especificamente no Porto e no Douro. não creio que Mário Ferreira deseje 'intervir politicamente' na região embora saibamos quais as conotações e amizades políticas. contudo se por um lado há que respeitar o trabalho pioneiro e engenhoso deste último, nada teremos a lamentar com 'alguma' regulamentação no sector do turismo por parte das autarquias por forma a agradarem às gentes pelas quais foram eleitos os seus responsáveis.

«Celestino Neves» - Mário Ferreira faz-me lembrar aquele tipo de gente, que quando vê carapuças no ar, o primeiro gesto que faz é correr para nelas enfiar a cabeça... Só tem medo de regulamentação quem adora andar na selva - ou então é a conhecida tendência de alguns novos ricos para pretenderem ser os novos DDT (donos disto tudo)...

«Antero Filgueiras» - Mais uma chantagem que MF será incapaz de aplicar na Alemanha, pois no dia em que o fizer leva logo dois estalos e 4 coices... como primeiro aviso. Falo assim porque conheço o ambiente.



Publicado por Tovi às 08:30
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Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2017
O Porto não é o Faroeste

Grande Rui Moreira!... Desanca-lhes, que é o que eles merecem.

 

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  Rui Moreira in Correio da Manhã

O Porto aprovará o primeiro regulamento para o transporte turístico, que obriga a aplicar normas ambientais.

Os filmes de cowboys, que nos entretinham nas matinés de domingo, são uma boa referência se quisermos pensar nos dilemas do desenvolvimento urbano de hoje. Nessas fitas, pequenas cidades perdidas no deserto eram invadidas por garimpeiros em busca do ouro. Traziam dinheiro e dinâmica aos saloons e aos bordéis do Faroeste e criavam emprego para os homens que, até aí, envelheciam entre copos e poeira. Mas também traziam as pistolas e mais trabalho para o Xerife. No imaginário televisivo americano, encontramos, mais tarde, a série Dallas, onde JR continuava a ostentar o chapéu de cowboy, mas para procurar ouro negro. Como no velho Faroeste, o desenvolvimento, o emprego e a riqueza da indústria petrolífera também trouxeram o reverso da medalha, com a especulação e a disputa. Foi com impulsos como estes que os EUA se transformaram num grande país. Cheio de defeitos, claro está, mas desenvolvido.
Portugal vive agora a descoberta de um filão. O turismo, antes confinado à areia algarvia, entrou nas cidades e transformou-as. Os cafés abandonados, os prédios em ruína e as ruas desertas encheram-se de garimpeiros, que trouxeram reabilitação e emprego. Mas também trouxeram poluição, trânsito e transformações aceleradas.
A questão não está em saber se queremos ou não o desenvolvimento. Descontando um ou outro "Velho do Restelo", ninguém pode defender responsavelmente o regresso ao passado de esvaziamento dos centros históricos e de ruína.
Mas também não podemos deixar de olhar para o fenómeno e usar os meios legais de que dispomos, e que às vezes são escassos, para regular. O Porto aprovará, na próxima terça-feira, o primeiro regulamento para o transporte turístico, que restringe percursos e paragens, obriga à aplicação de normas ambientais e defende a vida quotidiana dos portuenses. Foi um longo e difícil caminho em que a Câmara trabalhou com agentes económicos e associações do setor no sentido de encontrar soluções de sustentabilidade. Para o turismo e para a cidade.
Como autarca e como presidente da Associação de Turismo do Porto, não posso deixar de elogiar estes novos "garimpeiros" que operam no Porto, por terem sabido entender que não há turistas que queiram vir ao Porto para ver autocarros de turismo e tuc-tuc, e que colaboraram no processo, sem preconceitos.



Publicado por Tovi às 14:34
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Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2017
O nacional-parolismo do Norte

Locomotivas do "far west" norte-americano no que resta da linha do Tua… A Santa da Agrela nos valha

Locomotiva no Tua Jan2017.jpg  Manuel Tão em 5Jan2017

Eu adoro estas locomotivas. Mas no seu devido contexto. O que é condenável é assistirmos a um "pastiche" no que resta no Tua. É a mesma coisa que comprar uma frota de Juncos Chineses para fazer passeios no Tejo, substituindo as Faluas. E o que é mais escandaloso no meio disto tudo, são as locomotivas Mallet ao abandono na Régua e noutros locais, que depois são compradas por Franceses, Alemães e Suíços. Nem quero imaginar o que pensará um cidadão desses países, que conheça as Mallet do Minho e Douro a funcionar no país dele, e ocasionalmente visite o resto do Tua, deparando-se com uma tamanha aberração.

 

 Comentários no Facebook

«Pedro Simões» - WTF?!? Perdoe a linguagem. Mesmo que em "estrangeiro", como exige a noticia. É que sinceramente nao tem jeito (nem interesse) nenhum. Sao uns indios...

«João Cerqueira» - Parece a Disney

«Vanda Salvador» - País de loucos.

«Jose Bandeira» - O Douro de hoje faz-me recordar o Algarve da década de 70: o crescimento exponencial da procura não é acompanhado por uma oferta em qualidade e quantidade compatíveis. O cicho-espertismo e a incompetência imperam. Isto há-de evoluir, mas muitos estragos vão ficar, tal como aconteceu ao Algarve.

«António Fontes» - Que tristeza de espírito... Realmente de quem viu as originais Mallet ver agora esta pimbalhada das Locomotivas do "far west" parece tirado de um filme de terror... Espero que a nossa indignação ainda vá a tempo de parar esta palhaçada! - Narrow Gauge Operations in Portugal 1970 and 1973

«Carlos Gilbert» - O investidor já tomou posição, dizendo que adquiriu também uma locomotiva original que está a ser recuperada e vai funcionar em ocasiões especiais, na linha do Tua. Ao que eu lhe respondi que ao encomendar a locomotiva para uso diário, podia (e devia) ter optado por uma de aspecto mais ou menos do género dessas originais (Mallet e Henschel) o que lhe teria ficado pelo mesmo preço de aquisição.

«Jorge Veiga» - Já temos cow-boys, já temos Indios, andam por aí algumas cavalgaduras, só faltavam as locomotivas de chaminé tipo funil invertido...

«António Fontes» - Por acaso a posição e rotação do dito funil é a posição correcta de utilização de um funil! Mas valeu pela piada!



Publicado por Tovi às 09:24
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Sábado, 2 de Julho de 2016
Le Tour de France / Mont-Saint-Michel

Tour-de-France-2016-in-the-Manche-and-more-precise

Estive a acompanhar a transmissão televisiva do início do “Le Tour de France” em bicicleta deste ano. Um bom programa desportivo e uma excelente promoção turística para aquela região francesa. Os senhores do Turismo nacional que ponham os olhos nisto.

 

  Comentários no Facebook

«Elisabete Loureiro» >> Sempre foi David! O Tour é épico, mesmo para quem não gosta de ciclismo (que não é o meu caso como sabe) a promoção, a transmissão, tudo o que envolve este acontecimento não deixa ninguém indiferente! Concordo consigo... a quem de direito que ponha os olhinhos nisto, porque o nosso país também é maravilhoso. No Porto já existem promoções ao mesmo nível ou até superiores para eventos desta dimensão, mas e no resto do país?

«David Ribeiro» >> Até apetece ir já marcar a viagem... grande promoção turística.

«Raul Vaz Osorio» > Adoro o Mont Saint-Michel. Um dos meus lugares favoritos no mundo.



Publicado por Tovi às 17:01
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Terça-feira, 3 de Maio de 2016
Turismo de qualidade… no Porto

Turismo de qualidade Mai2016 ab.jpg

Marcas internacionais procuram investir nos locais mais valiosos à medida que aumenta o volume e valor das transações na cidade do Porto.



Publicado por Tovi às 15:46
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Quarta-feira, 27 de Abril de 2016
Investimento imobiliário no turismo do Porto

Porto imobiliário em 2015 aa.jpg

Na cidade do Porto um número significativo de projectos destinados a alojamento local, que já representa hoje uma importante parte da oferta, mantem um ritmo de crescimento expressivo da oferta e procura, com a inauguração de algumas unidades de referência nos próximos dois anos.

Notícia completa aqui.



Publicado por Tovi às 14:54
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Quinta-feira, 10 de Março de 2016
Hard Rock Cafe chega ao Porto este verão

Hard Rock Cafe Porto aa.jpg

A cadeia norte-americana Hard Rock Cafe vai abrir no Porto o seu segundo espaço da marca em Portugal, mais de uma década depois da inauguração do espaço lisboeta, em 2003. Depois de uma longa procura de locais na Cidade Invicta, principalmente na Ribeira e Mouzinho da Silveira, um edifício recuperado entre a Rua do Almada e a Rua da Fábrica, a poucos metros da Avenida dos Aliados, foi o local escolhido. Dos seis pisos do edifício, estarão abertos ao público apenas três: o rés-do-chão irá receber a loja e o palco com direito a bar; nos andares superiores ficará um balcão com vista para o palco e os respectivos espaços de restauração. E apesar do prédio estar completamente remodelado, as exigências do Hard Rock Cafe vão obrigar a mais obras de adaptação que deverão durar até aos meses de junho e julho, altura em que está prevista a inauguração do espaço. A decoração vai ter mão portuguesa: o gabinete de arquitectura Floret vai juntar-se a um gabinete polaco para desenharem a decoração do Hard Rock Cafe Porto, dentro dos parâmetros definidos pela casa-mãe, mas sem esquecer os traços locais, como por exemplo os tradicionais padrões portugueses e os azulejos. E na gastronomia é praticamente certa a inclusão na ementa da “Francesinha”, uma das muitas coisas boas que tem a cidade.



Publicado por Tovi às 23:29
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