"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Domingo, 14 de Maio de 2017
Salvador ganhou o Festival Eurovisão da Canção

Salvador-Sobral-vence-Eurovisão-480x300.jpg

Portugal aderiu ao Festival Eurovisão da Canção em 1964 e na década de 70 do século passado este evento organizado pelos membros da European Broadcasting Union era um dos programas mais importantes transmitidos pela nossa RTP. Depois, sabe-se lá porquê, foi perdendo popularidade, mas ontem a canção Amar pelos Dois, interpretada por Salvador Sobral e composta por sua irmã Luísa Sobral, venceu na Ucrânia a 62ª edição do Eurovision Song Contest.

 

    Amar pelos dois

(Autoria: Luísa Sobral - Interpretação: Salvador Sobral)

Se um dia alguém
Perguntar por mim
Diz que vivi
Para te amar

Antes de ti
Só existi
Cansado e sem nada p’ra dar
Meu bem
Ouve as minhas preces
Peço que regresses
Que me voltes a querer

Eu sei
Que não se ama sozinho
Talvez devagarinho
Possas voltar a aprender

Se o teu coração
Não quiser ceder
Não sentir paixão
Não quiser sofrer

Sem fazer planos
Do que virá depois
O meu coração
Pode amar pelos dois



Publicado por Tovi às 09:08
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Quinta-feira, 7 de Maio de 2015
Grupo ucraniano Femen

Femen 1Mai2015.jpg

Caramba!... As Femen nunca mais vêm protestar ao Porto



Publicado por Tovi às 18:08
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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2015
Guerra na Ucrânia sem fim à vista

Ucrânia Fev2015.jpg

E com mais um novo acordo de cessar-fogo, a que se sucede invariavelmente uma violação do acordo e consequente reactivar da actividade militar, lá vai continuando uma guerra sem fim à vista no leste da Ucrânia. Não parece restar dúvida que Vladimir Putin pretende retirar do poder dos senhores de Kiev um corredor no leste da Ucrânia com ligação à Península da Crimeia, território que poderá ser anexado por Moscovo ou aí criar-se um país independente mas com fortes ligações à antiga pátria dos Czares e que funcionaria como uma zona-tampão entre a Rússia e a NATO. E quantas mais mortes serão necessárias para se encontrar um entendimento entre a Rússia, os EUA e a União Europeia?... Sim, porque nesta altura do campeonato o Governo Ucraniano já não tem muito voto na matéria… se é que alguma vez teve.



Publicado por Tovi às 09:33
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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2014
A guerra na Ucrânia está para durar

Nãããããã… Vladimir Putin não vai cair no erro de mandar os seus tanques para Kiev, pelo menos para já. Não é que as forças armadas ucranianas fiéis à “junta fascista” de Petro Poroshenko tivessem capacidade bélica para enfrentar o Grande Urs...o da Rússia, mas Moscovo está mais interessada que “a coisa estoire por dentro”, isto é, os separatistas pró-russos é que vão acabar por destruir a já frágil economia ucraniana. E entretanto e no meio disto tudo morre gente todos os dias… E não são só os rebeldes separatistas pró-russos nem os soldados de Kiev… Morrem ucranianos que nada mais querem da vida senão viver em paz e com dignidade.


«Pedro Baptista» no Facebook >> Quem criou esta situação?

«David Ribeiro» no Facebook >> Os senhores de Bruxelas, da Casa Branca e do Kremlin, uns mais outros menos (vá lá conseguir-se fazer a contabilidade), foram seguramente os que criaram isto tudo. E as últimas notícias [Al Jazeera – 17h25 1Set2014] dizem-nos que tropas regulares de Kiev acabam de abandonar o aeroporto de Luhansk, no leste ucraniano, após violentos combates com alegadamente uma coluna de tanques russos. Este aeroporto era vital para as tropas de Kiev, pois era aqui que estava a base mais importante das tropas pára-quedistas nesta região em conflito.

«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> A próxima vez que me apetecer atirar pedras a uma montra, vou assegurar-me de que primeiro escolho bem os "responsáveis" que "criaram as condições" que me impeliram "inevitavelmente" ao acto. Poupem-me!

«Joaquim Leal» no Facebook >> O meu amigo David considera "fascista" o regime vigente na ucrânia. Se não for muito incómodo, consegues definir já agora o russo? Agradecido.

«David Ribeiro» no Facebook >> E onde está dito que eu considero fascista o actual regime de Kiev?... Apesar de Poroshenko ter o apoio de grupos fascistas perfeitamente identificados, nunca escrevi ou disse aquilo que insinuas, amigo Joaquim Leal. O uso de aspas tem o seu significado.

«Diamantino Hugo Pedro» no Facebook >> O Petro Porochenco é de origem Judaica, o que leva alguns Nacinais-Revolucionários (Neo-Nazis para quem gosta de abusar destes termos vindos da primeira metade do século passado) Europeus a acusarem os Ucranianos de Sionistas e colocarem-se, assim, do lado dos Russos. As posições acerca deste tema são engraçadas e sempre cheias de rótulos descabidos.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Ok, estava entre "aspas" mas e sobre os russos?

«Diamantino Hugo Pedro» no Facebook >> O Batalhão Azov, que é constituido pelos tais elementos "fascistas" do Sector Direito, mais alguns voluntários Europeus também "fascistas", apesar de lutar contra os separatistas não apoia o actual governo de kiev.

«David Ribeiro» no Facebook >> Sobre os russos, amigo Joaquim Leal, está tudo dito quando lhes chamo o Grande Urso da Rússia.
...e já agora um desenho para melhor se compreender o meu ponto de vista:
 

«Jorge Veiga» no Facebook >> Com o Putin a falar assim grosso, o Durão foi logo mudar de cuecas...

«Mario Jeronimo» no Facebook >> Caro Joaquim Leal... so la vais com um desenho????... oh amigo David Ribeiro... isso nao se faz.

«Pato Duck» no Facebook >> Não falta muito e vamos ter um novo muro de Berlim, em plena Berlim e ninguém faz nada.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Uma saída airosa á questão colocada não é David Ribeiro?  Mario Jeronimo, já agora opinião sobre o tema sugetsionado, tens? Sobre esta questão na ucrânia, tenho notado onde o tema é abordado um certo saudosismo dos "gloriosos" tempos da união soviética. Desenganem-se dos "amanhãs cantarão", aquilo por lá continua a ser criminoso mas o "nacional-socialismo" é residual. A russia é agora liderada por um mentecapto corrupto que persegue, manda prender e assassinar quem se lhe opõe como "estais" fartos de saber. Um dia poderá responder em "sede" própria. Haje pelo menos essa esperança.

«David Ribeiro» no Facebook >> Nunca me farás dizer aquilo que eu não quero dizer, amigo Joaquim Leal, principalmente quando a minha opinião sobre determinado assunto não é fundamentalista. Os meus "amores" por russos, ou por outro povo qualquer, têm a ver unicamente com as circunstâncias. Nunca parto para a análise de um assunto já com a trincheira em que vou "lutar" tão definida, como pareces tu fazer.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Eu não te obrigo a nada mas é evidente que há muito que cavei a minha trincheira e tento defênde-la. Apenas isso.

«Mario Jeronimo» no Facebook >> Joaquim Leal... so por ironia abordei a questao ... do desenho... posta por aqui... pelo David Ribeiro... que de resto foi na minha modesta opiniao um comentario... pelo menos... desagradavel quanto a um amigo comum que es tu Quim. Quanto aos comentarios de fascistas... bem... o nosso amigo David Ribeiro... tem-nos habituado a este tipo de comentarios e linguagem... tipicamente da esquerda radical... que por este momento nao vou comentar... por respeito... mas nao me provoquem...

«Joaquim Leal» no Facebook >> ah ah ah o David Ribeiro é amigo de longa data daqui e pessoalmente. Jamais levaria a mal qualquer boquinha ou gesto da parte dele. Já o topei há muito.  Está bem, mas nós Mario Jeronimo já somos amigos há muito mais tempo e também sei o que espero de ti LOL carrega, vá

«Mario Jeronimo» no Facebook >> Joaquim Leal... tu queres e estrilho... deixa la o David Ribeiro responder.

«Joaquim Leal» no Facebook >> eh eh eh

«Mario Jeronimo» no Facebook >> De resto... esta tudo bem contigo? Amigo?

«Joaquim Leal» no Facebook >> Vamos indo amigo. Só nos encontramos de anos a anos não é?

«Mario Jeronimo» no Facebook >> Foda-se... os dois em Loule... e nao te encontro... ja pareces o David Ribeiro. Mas esse e so vinho do bom... ainda bebes Quim?

«Joaquim Leal» no Facebook >> Poucochinho

«Mario Jeronimo» no Facebook >> Pois... de e ser como eu... um copito de 0,75 de cada vez...

«Joaquim Leal» no Facebook >> LOOOL

«João Pedro Baltazar Lázaro» no Facebook >> Ainda isto... Este filho da puta é só garganta e medo e chantagem. Sempre quero ver como é que fica a Rússia depois de ele morrer.

«Mario Jeronimo» no Facebook >> So que as "pomadas" que o David Ribeiro... aqui anuncia... bem podia mandar 4 ou 5 .... a pagar a cobranca... que eu/nos levantava/mos nos correios de Loule... so nao sei se chegavam inteiras ao restaurante.

«David Ribeiro» no Facebook >> Quanto aos meus comentários e linguagem serem “tipicamente da esquerda radical” dá-me a certeza que ainda não entendeste quem eu sou, Mario Jeronimo, ou então tenho errado na forma de me exprimir. E quanto às “pomadas” digo-te que não sou de beber tanto como tu – um copito de 0,75 de cada vez – eu sou mais de beber pouco mas MUITO BOM. E mais ainda, eu não produzo nem vendo vinho, pelo que será improvável alguma ver chegar aos correios de Loulé uma encomenda – a pagar à cobrança – de garrafas enviadas por mim.



Publicado por Tovi às 08:20
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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014
Catástrofe do Boeing da Malaysia Airlines na Ucrânia


{#emotions_dlg.blushed} Inexplicavelmente deixou-se de ouvir falar sobre a catástrofe do Boeing da Malaysia Airlines ocorrida na Ucrânia em Julho deste ano. É sabido que as caixas-pretas foram enviadas para Inglaterra e passaram a ser assunto secreto, bem como as gravações de conversações entre controladores aéreos da região. O que se estará a esconder?... Querem ver que aquilo que se disse não é a verdade?...


«Fatima Sousa» no Facebook >> Isto é tudo uma incognita

«Luis Lopes» no Facebook >> Pareces bruxo!

«Loja Do Pecado Guimaraes» no Facebook >> Nem parece teu amigo David pelos vistos nao foram terroristas, comunistas ou árabes como tal vamos esquecer que aconteceu. Cheira nitudamente a mossad que na mesma altura ibtensificou os ataquem a palestina mas isso nao intressa a ninguém.

«António Alves» no Facebook >> Porque é mais do que evidente, desde o início, que foi Kiev quem derrubou o avião. Falta saber se foi por "sugestão" interna ou externa.

«José Luis Moreira» no Facebook >> Estou cada vez mais baralhado!... Então os americanos não disseram que o Putin é que estava por trás do acontecimento?... ;)

«António Alves» no Facebook >> Uma opinião que coincide largamente com a minha - Ukraine: Putting Politics back in the Driving Seat

 

 

  Expresso de 28Set2016

Voo MH17 foi abatido por míssil russo disparado desde a Ucrânia - Conclusão da investigação oficial à queda do avião da Malaysia Airlines, em julho de 2014, é clara: foi um míssil russo, disparado desde uma vila na Ucrânia sob domínio dos rebeldes, que fez cair o voo MH17 -  O míssil que derrubou o voo MH17 da Malaysia Airlines há dois anos foi transportado da Rússia para o leste da Ucrânia, de onde foi disparado, na localidade de Pervomaysk, anunciou esta quarta-feira o responsável por uma investigação liderada pela polícia holandesa. "Com base na investigação criminal, concluímos que o voo MH17 foi abatido por um míssil BUK, da série 9M83, proveniente do território da Federação Russa", disse o chefe da equipa de investigação internacional Wilbert Paulissen. O mesmo responsável adiantou que o sistema de lançamento do míssil "foi levado de volta para a Rússia". Segundo Paulissen, cerca de 100 pessoas estão a ser investigadas por suspeita de envolvimento no derrube do avião. O avião de passageiros, um Boeing 777, foi abatido a 17 de julho de 2014 sobre o leste da Ucrânia, numa zona sob controlo dos separatistas pró-russos, matando todas as 198 pessoas que seguiam a bordo, entre as quais 196 cidadãos holandeses.



Publicado por Tovi às 08:13
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Domingo, 31 de Agosto de 2014
A crise da Ucrânia

Na Idade Média a Ucrânia era uma forte nação eslava – Rus Kievana - tendo sido completamente fragmentada no século XIII, quando foi invadida e governada por uma variedade de povos. Teve alguma prosperidade nos séculos XVII e XVIII quando nela surgiu uma república cossaca - Zaporozhian Sich – mas a sua consolidação como nação só se verificou no século XX, quando integrou a União Soviética. Teve a sua independência como Estado-Nação em 1991. Desde Novembro de 2013 que a Ucrânia vive horas complicadas e de desfecho ainda incerto, quando uma grande parte dos seus habitantes passou a exigir uma maior integração na União Europeia - protestos do Euromaidan – provocando a renúncia do presidente Viktor YanuKovych e eleições em 25 de Maio de 2014 que colocaram no frágil poder Petro Poroshenko, um pró-União Europeia. Em Março deste mesmo ano o parlamento da Crimeia aprova a decisão de "entrar para a Federação Russa, com os direitos de uma entidade da Federação Russa", tendo um posterior referendo aprovado esta decisão. Imediatamente uma agitação popular começou nas regiões leste e sul do país - Donetsk e Lugansk – com milícias locais (supostamente armadas e integradas por tropas russas) a provocarem um verdadeiro estado de guerra. E assim se encontra a Ucrânia, um país com uma superfície de 603.628 Km2 (o maior país totalmente no continente europeu) e uma população estimada de 44.573.205 habitantes, dos quais 77,8% são ucranianos étnicos, e os restantes minorias de russos (17%), bielorrussos e romenos, um país que já foi considerado o “celeiro da Europa”, quando em 2011 foi o terceiro maior exportador de grãos do mundo.


«António Alves» no Facebook >> A Ucrânia actual é uma invenção soviética. Na alta idade média o Rus de Kiev deu origem à grande Rússia. Foi lá que foi escrito o Russkaya Pravda, o primeiro código civil eslavo. Se os americanos e europeus soubessem isso não teriam arranjado o problema que aí está.

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} As últimas notícias (by Sabra Ayres / Al Jazeera, 30Ago2014) dizem-nos que em Donetsk cerca de 36 pessoas morrem por dia vítimas dos confrontos entre separatistas rebeldes e soldados ucranianos. Com a NATO e o Governo de Kiev a afirmarem estarem as tropas russas a lutar ao lado dos separatistas pró-Rússia, dizem residentes da zona que “não haverá fim para este conflito até que a Rússia e a América não matem todos nós”. Nos dias de hoje o som de fogo de artilharia pesada pode ser ouvido dia e noite e a cidade (milhão e meio de habitantes) está transformada num estado policial, em que a principal tarefa é tentar sobreviver, principalmente para aqueles que não têm dinheiro ou capacidade para abandonar a região. Estima-se que um total de 2.600 pessoas foram mortas e mais de 300 mil fugiram dos combates desde o passado mês de Abril.

«João Pedro Baltazar Lázaro» no Facebook >> Paz às suas almas... e às das pessoas que lá conheço, cujo destino ignoro, e a quem eu nunca quis mal nenhum.

«Joaquim Leal» no Facebook >> O que é que os russos andam lá a fazer?

«João Pedro Baltazar Lázaro» no Facebook >> MERDA.

«Pedro Baptista» no Facebook >> Morrem? São mortos pelos fascistas de Kiev que não querem reconhecer o direito dos povos a disporem de si próprios e não aceitam o direito à independência que eles próprio usufruíram quando se separaram da Rússia...

«Diamantino Hugo Pedro» no Facebook >> O Pedro Batista também deve apoiar o direito à criação do Estado Africano na Cova da Moura ....Se os Russófonos da Ucrânia não querem ser Ucranianos que vão para a Russia que há lá muito espaço !

« Pedro Baltazar Lázaro» no Facebook >> A sério que não quero envolver-me noutra discussão sobre política. (Lá disse o palavrão outra vez.) Não tenho nem tempo nem energia. Perdi-os todos a desesperar pelos meus amigos ucranianos, tanto pró-russos como pró-Kiev. Entretanto deixo aqui este link para irem todos pensando na situação de outra perspectiva: e se eu disser que os verdadeiros fascistas são o governo do Putin e todos os seus apoiantes? Fourteen Defining Characteristics Of Fascism

«Joaquim Leal» no Facebook >> Realmente apelidar de "fascistas" quem apenas defende o seu território perante uma invasão ao velho estilo soviético criminoso liderada por um mentecapto corrupto...

«Fatima Sousa» no Facebook >> é uma noticia triste

«João Pedro Baltazar Lázaro» no Facebook >> Alguém me explique isto: se a Rússia é um país assim tão fixe e justo, então porque é que há tanta gente DESESPERADA para sair de lá?

«Diamantino Hugo Pedro» no Facebook >> Tenho que reconhecer que o Putin é um gajo que gere as simpatias exteriores de forma suberba. A besta consegue, em poucos meses, passar do fascista que perseguia homossexuais e bandas de Rock para o agora salvador do mundo do maléfico fascismo.É uma comédia...

«Joaquim Leal» no Facebook >> Carrega Diamantino

«Pedro Felgar Couteiro» no Facebook >> As simpatias ao Putin-que-os-pariu diz tanto sobre a decadência de Ocidente... E sempre Hamas merda para apoiarem, ó emprenhadores pelos ouvidos que tudo esquecem e nada relacionam!




Terça-feira, 15 de Abril de 2014
A Rússia em guerra com a Ucrânia

(Homens armados pró-russos - Foto de "Chanel 4")

{#emotions_dlg.sidemouth} Ninguém tem a coragem de dizer que Moscovo está em guerra com Kiev, mas já há derramamento de sangue na fronteira leste da Ucrânia com a Rússia.


«Laura Sarmento» no Facbook >> nem sei o que pensar disto tudo... inconcebível...

«Joaquim Leal» no Facebook >> Não confundir com o que aconteceu na Crimeia. Aqui é território inalienável da Ucrânia. Os russos que lá estão que mudem de ares.

«Manuel Rocha» no Facebook >> O que aconteceu na Crimeia tem de diferente o cheiro "apenas" trata-se de uma invasão russa como o que se está a passar agora... os russos não vão parar de continuar a ocupar territórios soberanos.

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} O Ministro dos Negócios Estrangeiro ucraniano diz que é preciso juntar todos os esforços internacionais para parar a agressão das forças de Moscovo, pois segundo Danylo Lubkivsky, o que está em causa é a guerra que a Rússia começou contra a Ucrânia e não as manifestações de rua de pró-russos em cidades do Leste daquele país. Do outro lado da barrica os russos continuam a afirmar que é o povo ucraniano, descontente com o poder instalado em Kiev, que se revolta nas cidades de  Lugansk, Carcóvia e Donetsk. Não há dúvida, as próximas semanas serão cruciais.



Publicado por Tovi às 09:16
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Domingo, 13 de Abril de 2014
Estamos como o cão de Pavlov

Visão lúcida de Azeredo Lopes sobre o estado em que nos encontramos.

 {#emotions_dlg.meeting} [JN - Opinião]
Há questões internacionais que saltam de repente para a ribalta, porque  são espetaculares, dramáticas ou perigosas, mas que de repente se  desvanecem, sem se perceber bem porquê.

Olhe-se a Síria, de onde há meses surgiam jorros de notícias, apenas porque, naquela altura, se dava como quase certa a intervenção militar dos Estados Unidos. Alguém hoje fala nela, além de notas de rodapé a que só alguns curiosos ligam? Não. Quer isso dizer que a guerra civil naquele país acalmou ou que a situação humanitária dramática de há alguns meses é agora menos preocupante? Não, claro que não.

O desastre sírio continua e, provavelmente, até se deteriorou ainda mais, com a contaminação do Líbano. Apenas, para nós, o que se passa na Síria deixou de ser relevante, quando ainda há poucos meses o sentíamos como fazendo parte da nossa conceção mínima de humanidade e decência. E, porquê? Porque já nos habituámos a "este" horror em concreto? Porque nos deram outros "produtos" mediáticos para comermos gulosamente? Porque, tendo sido travadas as doses maciças de contrainformação com que nos bombardearam, compreendemos que se Assad é o Diabo, os que o guerreiam são, o mais deles, Diabos ainda piores? Deste menu, cada um escolha uma ou várias das hipóteses: ou até todas.

Estamos a assistir a um processo similar na Ucrânia. Comparada com a da Síria, a situação ucraniana é, numa perspetiva de direitos humanos, um jardim-escola ternurento e delicado. Mas, comparada com a Síria, a Ucrânia diz-nos e afeta-nos muito mais. Desta feita, existe um inimigo, o "nosso" inimigo (a Rússia), ao passo que na Síria fomos de facto assistindo no sofá a um "jogo" em que o "nosso" clube não participava. Na Ucrânia, por outro lado, pressentimos uma ameaça real, com consequências potenciais para o nosso bem-estar e segurança.

Ainda assim, se nos induziram a ficarmos entusiasmados com que ia decorrendo na Praça Maidan, em Kiev, e se pulularam os eufóricos quando as forças do "bem" (o novo poder) escorraçaram as forças do "mal", o entusiasmo foi-se tão depressa quanto tinha chegado. Porque a Rússia, nas circunstâncias sabidas, anexou a Crimeia (para uns) ou aceitou a Crimeia a "pedido" da sua população (para outros).

Porém, depois de um período breve de convulsão, com ameaças e contra-ameaças recíprocas, com negociações em que nenhuma das partes tinha a menor intenção de ceder um palmo que fosse, com decisões de sanções ou decisões que fingiam ser sanções, tudo acalmou. E a Ucrânia foi desaparecendo da agenda.

Estarei porventura enganado, mas parece-me que aquilo que tanto nos excitou na Ucrânia ainda não era o "jogo" propriamente dito: era, antes, o aquecimento dos jogadores antes de a contenda se iniciar. O jogo a sério, a doer (em que cada um mostra pela primeira vez todos os trunfos) está agora a começar.

O tal novo poder "democrático", perante a desestabilização no leste da Ucrânia (com pró-russos a ocuparem edifícios governamentais), ameaça usar a força militar e letal contra os "manifestantes", e uma deputada do novo Parlamento, um sofrível estafermo, declarou em estado de transe que, por ela, os fuzilaria a todos. Os tais "manifestantes", que aliás, como muitos dos "manifestantes" de Maidan, metem medo a um susto, ainda este sábado ocuparam uma esquadra de Polícia, recorrendo para o efeito à força. E a Rússia, à espreita, com os dentes afiados.

Pelo caminho, um duelo pelo menos tão importante como este, mas com forte cheiro a gás, vai sendo terçado nos bastidores. Como se sabe, a Rússia fornece gás a muitos países europeus, e muitos desses países dependem muitíssimo desse fornecimento. E se para a Rússia a perspetiva de perder estes clientes é dramática - porque colapsará economicamente -, para terceiros (nomeadamente, para os Estados Unidos), a perspetiva de ficar com o bolo gasoso é mais do que apetitosa.

Muito pouco se tem falado de toda esta questão, em que o destino da Ucrânia e dos ucranianos é indiferente para os principais atores (EUA, UE, Rússia). A Ucrânia, se tudo isto fosse um jogo de futebol, seria o relvado. E, quando o jogo decorre, alguém se preocupa com o estado da relva?

Nisto tudo, estamos como o cão de Pavlov. Vamos salivando, mas pouco vemos para além do osso meio roído que nos põem à frente dos olhos.


«Jose Antonio Salcedo» no Facebook >> Excelente texto.



Publicado por Tovi às 09:29
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Quarta-feira, 5 de Março de 2014
Acabemos com a mentalidade da Guerra Fria

Este ano já vamos comemorar o 25º aniversário da queda do Muro de Berlim, acontecimento histórico considerado o princípio do fim da União Soviética e por isso também o fim da Guerra Fria. Este período histórico (do final da Segunda Guerra Mundial em 1945 até à dissolução da União Soviética em 1991) caracterizou-se por várias disputas estratégicas e conflitos indirectos entre os Estados Unidos da América e a URSS, tendo a República Popular da China mantido nas décadas de 70 e 80 uma “aliança de conveniência” com os EUA contra os comunistas soviéticos. Os acontecimentos que actualmente estamos a viver na Ucrânia e dos quais ainda não sabemos qual será o desfecho, alertam-nos para a necessidade imperiosa da quebra dos grilhões da mentalidade da Guerra Fria e a consolidação de relações internacionais assentes no equilíbrio de regras e regulamentos entre as grandes potências e os países das suas esferas de influência. Pena é que a Organização das Nações Unidas (ONU) tenha há muito perdido as capacidades objectivas para que foi criada em 1945, ou seja, “facilitar a cooperação em matéria de direito internacional, segurança internacional, desenvolvimento económico, progresso social, direitos humanos e a realização da paz mundial”.


«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.away} 13h00 - Ao contrário do que ouvi há pouco da boca do jornalista enviado pela RTP a Kiev - José Rodrigues dos Santos - a resolução do “imbróglio” que está a viver-se na Ucrânia tem muito mais a ver com as bases navais russas do Mar Negro e dos pipelines de gás natural que abastecem vários países europeus, do que da vontade e/ou escolha do Povo ucraniano. E quem pensar o contrário está a ser naïf.

«José Camilo» no Facbook >> O José Rodrigues dos Santos em Kiev? Para quê? Lá estão a esbanjar o nosso dinheiro....

David Ribeiro» no Facebook >> Tem razão, amigo José Camilo... Bastava uma pequena visita aos "sites online" dos mais importantes meios de comunicação do "Ocidente" para termos conhecimento do mesmo.

«José Camilo» no Facebook >> Entretanto as instalações do Porto estão ao abandono.

«David Ribeiro» no Facebook >> Pois é, amigo José Camilo... Os "senhores do Terreiro do Paço" nunca irão admitir que no Monte da Virgem há gente capaz de fazer boa TELEVISÃO.

«António Alves» no Facebook >> A narrativa do povo heróico em luta pela liberdade dá jeito. A propósito, o que é o povo ucraniano? Os que falam russo e ucraniano ou os que falam ucraniano e russo?

«David Ribeiro» no Facebook >> A União Europeia, Os EUA e a Rússia de Putin estão-se cagando (desculpe lá a brejeirice, amigo António Alves) para os Ucranianos, sejam eles os que falam russo e ucraniano ou os que falam ucraniano e russo. O importante são as bases navais do Mar Negro e os pipelines do gás natural.

«António Alves» no Facebook >> Sim, no geral. No caso da Rússia há também a história. Kiev é o Kosovo da Rússia ou, na nossa analogia, a sua Guimarães.

«David Ribeiro» no Facebook >> Isso já não conta para nada... nem na Rússia nem em Portugal

«António Alves» no Facebook >> Engano seu. Conta e muito. Há coisas, heranças culturais, afinidades e até ressentimentos que ressurgem séculos depois. A cultura é como a cor dos olhos: herda-se. A merda que vemos no mundo e na economia deve-se muito à proverbial falta de sensibilidade para as "humanidades" das novas elites dirigentes para quem coisas como História, Antropologia, Sociologia e Filosofia "não servem para as empresas e para os negócios".

«David Ribeiro» no Facebook >> ..e onde e quando é que essas coisas - culturais, afinidades e até ressentimentos - aconteceram? O importante é, infelizmente, unicamente isto:

 «António Alves» no Facebook >> Aconteceu recentemente nos Balcãs e no Kosovo.

«Jorge Veiga» no Facebook >> Alguém se esqueceu do que aconteceu no Irão, no Iraque, em Timor, etc, etc. Onde há petróleo, há interesseiros...



Publicado por Tovi às 08:56
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Terça-feira, 4 de Março de 2014
Eminência de conflito armado na Ucrânia

Pobre Europa… Europa que apoiou descaradamente a “revolução” que derrubou o corrupto governo pró-russo de Kiev e que vem agora, perante a eminência de um conflito armado na Ucrânia, ameaçar com sanções que “poderão incidir sobre a suspensão dos contactos bilaterais em questões relacionadas com vistos e com a assinatura de um novo acordo de cooperação entre a UE e a Rússia”.

{#emotions_dlg.meeting} [Expresso] - União Europeia ameaça Rússia com sanções - Líderes dos 28 reúnem  em Bruxelas na quinta-feira e implementarão sanções caso não haja  desanuviamento. Os ministros dos negócios estrangeiros da União Europeia (UE)  condenaram hoje a intervenção de tropas russas na Ucrânia e preparam-se para  implementar uma série de sanções caso não haja um desanuviamento da situação até  quinta-feira. Nesse dia,  os chefes de Estado e de Governo dos 28  deslocam-se a Bruxelas para discutir esta crise. As sanções em causa poderão incidir sobre a "suspensão dos  contactos bilaterais" em questões relacionadas com vistos e com a assinatura de  um novo acordo de cooperação entre a UE e a Rússia, além de "outras medidas  dirigidas" não especificadas.


«Pica Miolos» no Facebook >> Qualquer governo corrupto deve ser combatido, na Ucrania ou noutro país qualquer. Quanto ao apoio descarado, que apoio foi esse?

«Francisco Sousa Fialho» no Facebook >> A UE não existe. E confesso que me surpreende que nem todos se apercebam de que o comportamento russo é apenas um remake das acções nazis de agressão aos vizinhos sob o manto estafado de protecção dos seus falantes, que aliàs ninguém atacou.

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} Desde a saída da Geórgia da Comunidade de Estados Independentes em 2008 que a União Europeia tem vindo a “acautelar” a sua esfera de influência na zona, nomeadamente na Ucrânia, o maior país com fronteiras integralmente na Europa. As constantes visitas de ministros de negócios estrangeiros europeus a Kiev durante o período de contestação ao governo ucraniano de Viktor Yanukovych, são a prova disso, pois não nos podemos esquecer da “importância” da Ucrânia no trânsito livre de gás natural para a Europa. Vejam este mapa com os pipelines que atravessam a Ucrânia.

«Francisco Sousa Fialho» no Facebook >> Neste momento a resposta que gostaria de conhecer é a que cada um dà à seguinte pergunta: a invasão do Putin à Crimeia deve ser condenada ou deve ser "compreendida"?

«David Ribeiro» no Facebook >> Parece-me ainda bastante cedo para se poder responder à sua pergunta, caro Francisco. Aguardemos para saber como as populações da área vêm esta "invasão".

«Joe Medicis» no Facebook >> Ah ah! Se a Russia fechar a torneira de gás natural de que a Europa precisa, que sancoes vai a Europa aplicar? Dizer-lhes que já não podem enviar biliões de euros para bancos da City of London? Não estou a ver os políticos e a banca a suportarem esta retórica.

«Francisco Sousa Fialho» no Facebook >> Permito-me discordar do David. Uma ocupação militar é uma agressão. O resto negoceia-se ou referenda-se, mas não sem que antes os ocupantes se retirem ou sejam obrigados a retirar-se. Não conheço a categoria invasão com aspas.

«David Ribeiro» no Facebook >> Eu entendo perfeitamente o seu ponte de visto, Francisco, e até concordo que não há invasão com aspas, mas na atual geopolítica estas "coisas" têm uma forma diferente de acontecerem, concordemos ou não com elas.

«Francisco Sousa Fialho» no Facebook >> Tem razão o Joe em apontar as fragilidades da UE que não passa de uma manta de retalhos de interesses pròprios. A politica alemã desde o Schroeder à Merkel tem sido uma conivência a solo com o Putin. E a City é a mesma que encaixava e encaixa o dinheiro de sangue dos Kadafis de todos os tempos. Por isso mesmo, se é preciso pôr aspas nalgum conceito, eu escolheria este: "Europa".

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} Parece-me que está tudo dito nas declarações de Putin na conferência de imprensa de hoje - "O líder russo afirma que é muito fácil quebrar laços com parceiros, mas muito difícil reestabelecê-los depois de quebrados." - Agora falta ouvir a outra parte… só que ainda não sei bem quem é “a outra parte”. Serão os Ucranianos, a União Europeia ou os Americanos?



Publicado por Tovi às 10:53
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Segunda-feira, 3 de Março de 2014
Tropas russas na Crimeia

Até pode ser que os senhores do Kremlin deixem os ucranianos continuarem a brincar às democracias populares instituídas na praça pública, mas na Crimeia não vão certamente permitir que populações maioritariamente de origem russa sejam obrigadas a ter que obedecer a quem não reconhecem direito de soberania. As tropas de Putin já estão nas redondezas de bases militares ucranianas na península da Crimeia e não deverá faltar muito para tomarem conta da situação.


«Henrique Camões» no Facebook >> Não percebo o sentido... afinal o 25/04 não instituiu uma democracia na praça publica?

«Jorge Saraiva» no Facebook >> O 25/4 e o 25/11 instituíram uma democracia
«David Ribeiro» no Facebook >> Não, meus caros Amigos... A Democracia foi instituída após as eleições livres para a Assembleia Constituinte de 1975.
«Jorge Saraiva» no Facebook >> Bom, não podemos esquecer a deriva, chamemos-lhe assim, do Verão Quente de 75... na realidade a instituição da Democracia só se "completou" com a extinção do Conselho da Revolução

«David Ribeiro» no Facebook >> Русские долго запрягают, но быстро едут ("Os russos demoram para selar o cavalo. Mas depois que montam, andam depressa.") Ditado russo.

«Diamantino Pedro» no Facebook >> Até aqui o mal era serem horrorosos neo-nazis, agora brincam ás democracias popuplares... Enquanto isso são acusados pela Aurora Dourada de serem sionistas... Entendam-se nas analises, por favor...



Publicado por Tovi às 07:46
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Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014
Instabilidade política na Ucrânia

Os Estados Unidos da América e a União Europeia têm dado inequívocos sinais de apoio aos “revoltosos” de Kiev e por outro lado a Rússia já disse não ir reconhecer o novo Governo ucraniano. Lendo a imprensa internacional dá para perceber que as coisas ainda não estão suficientemente definidas para se saber quem são e quais as intenções dos novos senhores do poder na Ucrânia e a possibilidade de aparecer em força um novo movimento nazi naquela zona é preocupante não só para a Europa, mas também para o Mundo.


«Diamantino Pedro» no Facebook >> O novo governo em funções não tem relação com os supostos "Nazis" que lideraram a revolução nas ruas e, inclusivé, os segundos já acusaram os primeiros de serem contra-revolucionários. Por isso a situação está muito longe de estar definida.

«David Ribeiro» no Facebook >> Segundo notícias de hoje [25Fev2014 14h39 por Daniel Rosário, enviado especial à Ucrânia] "em Kiev, a luta passou das ruas para os corredores do parlamento. (...) Com a fuga de Viktor Yanukovich esperava-se a imediata formação do novo governo, mas o processo foi adiado sob a pressão dos movimentos da Praça da Independência".

«Diamantino Pedro» no Facebook >> O problema passa pelo pormenor de que a Direita Radical que lidera a contestação nas ruas não se rever nas forças do Parlamento. Apesar de existir um partido desta àrea com uma representação parlamentar forte ele não está, hoje em dia, em sintonia com uma boa parte dos eleitores que lá o colocaram.

«Pedro Baptista» no Facebook >> Toda a subversão foi um trabalhinho dos serviços secretos europeus e americanos para assestar mais este golpe aos russos no sentido do seu cerco.

«Diamantino Pedro» no Facebook >> Esse trabalho existe principalmente na comunicação social e ,como já é habitual, na formatação da opinião pública. A ideia de que a revolução era para entrarem na UE sempre foi uma mentira, e é uma mentira que eles vão levar para a frente, nem que seja diabolizando os herois da revolução pelo seu suposto "Nazismo”… Sim, porque esses malvados desses "Nazis", que lutaram nas ruas, não querem nada com os Russos, mas também não querem entrar na UE.

«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> Confesso que, apesar de achar que o presidente anterior era uma besta, as ligações desta revolta aos neo-nazis me traz extremamente desconfortável.

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> só me chateia é os gajos serem dos "no name boys"...

«Diamantino Pedro» no Facbook >> Gonçalo, não te chateia o facto de serem socialistas?

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> Francamente e como bom libertário que sou, meto tudo no mesmo saco...

«Keith Brown» no Facbook >> CIA v FSA. Situação normal. FURBAR (Fucked up beyond all reason) e a guerra frio continua.

«Pedro Baptista» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} Na Ucrânia estão a ser derrubados os monumentos à resistência anti-nazi, o que é perfeitamente lógico, uma vez que o novo poder tem uma significativa componente nazi-fascista. É por isso que tem apoio da Alemanha, ou seja da União Europeia, que não passa da zona de influência da atual Alemanha. Os alemães fizeram precisamente o mesmo há uns anos, quando pulverizaram a Jugoslávia e reconheceram a Croácia dos seus velho amigos fascistas, levando a que toda a Europa, mais uma vez, tenha mostrado como não passam de lacaios deste IV Reich e tenha reconhecido também, uma semana depois! O comunismo era uma treta… O que realmente apoquentava e apoquenta a Europa alemã e os EUA é a existência da velha Rússia, agora, ainda por cima em relação estreitada com a enigmática e surpreendente China. O mais engraçado é que esta gente que por toda a parte semeia a guerra, a morte, o desespero e o divisionismo, como no Iraque, na Líbia, na Síria e na Ucrânia opõe-se a que os povos decidam pacificamente sobre o seu futuro político, no direito à autodeterminação, ou seja no direito a disporem de si-próprios como na Escócia e na Catalunha! Não há nenhum critério que não seja o da rapina geoestratégica e o "trabalhinho" dos media é um instrumento militar de intoxicação pública e propaganda como qualquer outra secção dos serviços secretos.



Publicado por Tovi às 09:06
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Sexta-feira, 15 de Junho de 2012
Polícias ucranianos roubam jornalistas portugueses

Um destes jornalistas é meu sobrinho.

{#emotions_dlg.meeting} [JN - 15Jun] - Jornalistas portugueses assaltados por polícias na Ucrânia - Uma equipa de reportagem de "A Bola" foi vítima de extorsão por parte da polícia ucraniana, pouco depois do final do duelo entre Portugal e a Dinamarca, na passada quarta-feira, em Lviv. Nuno Paralvas e André Alves deixaram a Arena Lviv, onde decorreu o jogo do Grupo B, pouco depois das 23 horas (em Portugal continental) e rumaram ao centro da cidade para jantar e, no final da refeição, dirigiam-se de carro para o hotel quando foram mandados parar pela polícia. O agente começou por apontar para o tampão de uma das rodas da viatura alugada, que se encontrava partido, e depois o condutor foi sujeito a um teste de alcoolemia bastante peculiar, apenas soprando para a face do polícia. Num inglês rudimentar, o agente disse "vodca, vodca" e indicou que seriam necessárias análises ao sangue. A equipa de reportagem foi obrigada a entrar no carro da polícia, que andou nas ruas de Lviv durante cerca de uma hora à medida que os polícias iam dizendo "money, money" (dinheiro, dinheiro), chegando a pedir que os jornalistas fossem levantar dinheiro para pagar 500 euros. Acabaram por conseguir extorquir 150 euros, libertando os repórteres quando o dia já começava a nascer na Ucrânia. O jornal "A Bola" comunicou o sucedido à UEFA, Federação Portuguesa de Futebol e, também, à embaixada ucraniana em Portugal.


«Ana Cristina Leonardo» in Facebook >> Matam cães, assaltam jornalistas... A Ucrânia nunca foi flor que se cheirasse.

«Zé Zen» in Facebook >> À força de viverem em Portugal, aprenderam.



Publicado por Tovi às 13:55
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