"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 14 de Julho de 2017
EMA na cidade do Porto?

EMA 13Jul2017 aa.jpg

Agora estamos na mão da Comissão Europeia… vamos lá ver qual será a escolha.

 

  Comentários no Facebook

«Pedro Baptista» - Então o Porto, como se impunha, triunfou! Onde ficam então as votações dos deputados-palhacitos, todos, incluindo todos os eleitos pelo Porto de todos as secções da partidocracia centralista, a recomendar Lisboa? Onde ficam as palavras do primeiro-ministro de que a candidatura de Lisboa era assunto encerrado? Onde ficam as alarvidades costumadas do nº 2, Santos Silva, que diz que é do Porto, que dizia, mentindo ao país, que havia estudos que impunham a Lísbia a que há muito, como os outros, se vendeu? Onde ficam os silêncios cúmplices dos outros ministros que também dizem ser do Porto, embora só tenham como certificado o assento paroquial e civil? Claro, claro, sabemos muito bem porque ocorreu a cambalhota, sabemos muito bem que foi quando o governo centralista se convenceu a impossibilidade absoluta de ser a candidatura portuguesa a vencer, que abriu para o Porto e depois por aí optou fazendo o flique-flaque... Sabemos bem que se o Porto não for escolhido - que é o mais provável - dirão que foi por causa de ser o Porto. É quase impossível ganhar... Mas quase... é quase... Bem sabemos como o governo sustenta a proposta de Ser o Porto, dando o dito por não dito... Presente envenenado? É evidente! Mas tinha piada se conseguíssemos sobreviver ao veneno e vencer como é, aliás, nosso apanágio... E quanto aos deputadozecos de meia-tigela desta pseudo-democracia de manjedoura: será que vão votar uma moção a apoiar a candidatura do Porto? Aposto que não... Desta vez, sentem-se bem elucidados... E dizem que houve uma revolução há 43 anos e não foram só as moscas que mudaram!



Publicado por Tovi às 07:29
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Quarta-feira, 29 de Março de 2017
Reino Unido accionou o art.º 50 do Tratado de Lisboa

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(Theresa May assina carta para dar início ao Brexit)

Começou hoje oficialmente aquilo que há uns anos nos parecia impossível: O Reino Unido, um dos países que integraram o primeiro alargamento da UE em 1973 (juntamente com a Dinamarca e Irlanda) iniciou hoje os procedimentos formais para a sua retirada da União Europeia. Desta forma e segundo o previsto no artigo 50.º do Tratado de Lisboa, o “divórcio” entre o Reino Unido e a UE será a 29 de Março de 2019. Não tenho a certeza ainda se será bom ou mau para os súbditos de Sua Majestade, nem quais as implicações na Europa do “Brexit”, mas seguramente nada continuará a ser como dantes.



Publicado por Tovi às 16:06
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2016
As relações tensas da NATO com a Rússia

Azeredo Lopes NATO Out2016 aa.jpg

Azeredo Lopes, Ministro da Defesa Nacional, está por estes dias na reunião do Conselho do Atlântico Norte em Bruxelas, juntamente com os outros 28 Ministros da Defesa da Aliança, para discussão do dossier das relações NATO-UE e onde se equaciona o actual ambiente de segurança internacional. Esta reunião é de importância primordial numa altura em que as relações de Moscovo com os Países da Aliança Atlântica estão tensas e que continuam a deteriorar-se desde Março de 2014, após a reintegração da Crimeia à Rússia.



Publicado por Tovi às 09:53
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Sábado, 24 de Setembro de 2016
Barroso sempre foi “funcionário” da Goldman Sachs

Durão Barroso x Goldman Sachs.jpg

Ou seja, Durão Barroso esteve no Governo de Portugal e na União Europeia sempre em comissão de serviço da Goldman Sachs. Tantas ASNEIRAS feitas… e na Metro do Porto ainda hoje estamos a pagar esta ladroagem.

 

Governo de Durão contratou Goldman para negócios caros e falhados - Em 2004 o Goldman prometeu privatizar a Galp e reestruturar a EDP a troco de um pagamento de 18 milhões de euros. As coisas não correram bem. Em 2008 o banco vendeu à Metro do Porto o swap “mais estúpido do mundo”.

Arquivos da Comissão Europeia revelam que havia proximidade entre Barroso e Goldman Sachs - Os banqueiros faziam chegar “confidencialmente” ao gabinete de Barroso sugestões de alteração às políticas da UE, que os seus conselheiros liam “com grande interesse”. São emails e cartas que mostram como o Goldman se dizia “encantado” com algumas posições de Barroso.



Publicado por Tovi às 12:34
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Sexta-feira, 24 de Junho de 2016
Bye Bye United Kingdom

Brexit ab.png

Depois de uma campanha eleitoral em que os “in” e os “out” à permanência do Reino Unido na União Europeia estiveram sempre praticamente empatados, o referendo de ontem veio ditar por 51,9% contra 48,1% a vitória do BREXIT. David Cameron já anunciou que não vai continuar como Primeiro-Ministro e Nigel Farage, líder do Partido de Independência do Reino Unido (UKIP) e um dos principais rostos pela saída do país da UE, afirmou que estamos perante “a victory for real people, a victory for ordinary people, a victory for decent people”. Será?... Ainda é cedo para o dizer, mas que a União Europeia e o Reino Unido nunca mais vão ser os mesmos, isso é certo.

 

  Comentários no Facebook

«Raul Vaz Osorio» >> David Cameron é agora oficialmente, o maior palerma da História.

«David Ribeiro» >> O “tiro” demagógico de nas últimas eleições ter prometido um referendo à UE saiu-lhe pela culatra. O mal disto tudo, na minha óptica, é o risco do aparecimento de forças xenófobas e antidemocratas, sejam elas de esquerda ou de direita.

«Raul Vaz Osorio» >> Risco? O que chamas a Nigel Farage e Boris Johnson?

«Pedro Daniel Santos» >> Agora, segundo o que disse o presidente da Comissão Europeia "out is out". Mas na verdade, não sei até que ponto é que podemos confiar em lideranças que se têm provado ser as mais fracas de sempre na história da Europa. Acho que vamos ter uma negociação longa e penosa em que no final Inglaterra fica de fora da União em tudo o que quer e dentro em tudo o que lhe dá jeito. E isso sim é o pior cenário possível.

«Manuel Barbosa» >> chega de abusos da UE

«Jorge Oliveira E Sousa» >> Que avance agora a Eurorregião da Galiza-Norte de Portugal

«Pedro Simões» >> Resta perceber o que vai acontecer. Porque muito provavelmente o RU vai querer manter presenca no mercado unico e livre circulacao de pessoas. O que significa um acordo tipo Noruega ou Suica, ter de seguir a maior parte das regulacoes, manter portas abertas a emigracao, mas sem representacao na UE. Mais - muito provavelmente o centro financeiro europeu vai comecar a deslocar-se ainda mais para Luxemburgo e Frankfurt... Por outro lado, muito provavelmente a Escocia nao vai descansar enquanto nao houver um referendo de independencia, e desta vez a cartada do "se sairem do RU vao ter de sair da UE" funciona ao contrario - para manterem presenca na UE, tem de sair da UE... Agora, o impacto a serio vai ser na Irlanda... Mais uma vez ha uma clivagem geracional, e os mais jovens terao de viver com uma decisao que nao queriam (quem tem menos de 43 anos votou para ficar). É por isso que certo tipo de decisoes nao devem ser tomadas por referendo - pelo menos sem haver uma maioria clara. O referendo nao deve ser repetido - mas evidentemente uma geracao tera de viver com - e ser desproporcionalmente afectada por - uma decisao tomada por outra...

«David Ribeiro» >> Há não só uma clivagem geracional mas também, e não menos importante, uma clivagem geográfica. O futuro da Escócia e da Irlanda do Norte no Reino Unido é periclitante.

«Pedro Simões» >> Dificilmente a Escocia fica... Irlanda do Norte menos claro - mas pode cair (efeito domino depois da Escocia sair...). E se Escocia sai... temos Catalunha...

«Pedro Baptista» >> E aconteceu mesmo! De nada valeram as sondagens arranjadas nos últimos dias que contrariariam as que repetidamente vinham a indicar a saída. Tão pouco o metralhar das análises a ceiar o consenso que dava a vitória certa à permanência. Agora 70% vão dizer que é menos importante do que se dizia, pois os britânicos tiveram sempre um pé fora e outro dentro, 20%, entre os quais nós próprios, dirão que é altura de aproveitar o sobressalto para reformar no sentido federalista a União, e haverá ainda uns 10%, na área do PC e do BE a dizer (com satisfação) que é a Europa a desagregar-se. Engraçado, será o que se passará na Escócia que foi ameaçada no último referendo sobre a independência, pelos burocratas de Bruxelas com Durão Barroso à cabeça, de ficar de fora da UE se avançasse na separação. É claro que vão querer novo referendo com o independentistas a defenderem a sua continuação na União e os integracionistas perdidos da cabeça, té porque a maioria, que são trabalhistas, foi contra a saída do Reino Unido da União. Finalmente, na Alemanha, haverá quem diga entre dentes: ainda não foi desta que conseguimos atravessar o canal…

«Francisco Santos» >> Espero que agora ganhe o bom senso e não os extremismos políticos.

«David Ribeiro» >> O desmoronar da Europa… por culpa única e exclusiva dos políticos burocratas de Bruxelas. Tivessem construído a EUROPA que todos queríamos e nada disto tinha acontecido.

«Pedro Baptista» >> Não há desmoronamento nenhum por causa disto. A havê-lo já começou há maIs décadas e ocorrerá nas próximas. Ou seja, certo é, e aí estamos de acordo, que a Europa tem de mudar de caminho. Mas tenho muitas dúvidas que o venha a fazer. Há, porém, que lutar por isso...

«Jose Riobom» >> Isto é uma porta aberta para o reforço da democracia na Europa. Esta Europa nada tem a ver com a Europa sonhada nos anos a seguir à II guerra mundial. Fim ao medo. Fim à chantagem. Fim à Germanização Europeia.

«Jorge Veiga» >> Boa oportunidade para reformar, para melhor) a UE

«José de Matos» >> Talvez não seja demais lembrar, que os deputados e os ministros de todos os países membros, decidem em conjunto. Quando as coisas correm bem é graças a eles, quando as coisas correm mal, é culpa de Bruxelas. Bruxelas é uma cidade, onde políticos de 27 Estados fazem muita coisa mal. Esperemos que com o "coice" Bréxit, aprendam alguma coisa.

«Rafael Maciel Oliveira» >> Os proximos anos devem trazer muitos problemas a Europa nada mais sera igual

«Pedro Simões» >> O problema é que queremos todos europas diferentes. E que a UE tem costas largas e é alvo facil para culpar de todos os falhancos internos e da interligacao economica da globalizacao.

«Ricardo Nuno» >> Q o RU saia não me afecta, preocupa me as ondas de choque . Isto foi um bálsamo de vida para todas as extremas direitas europeias e se os mais ricos e fortes começarem cada um por si o declínio da Europa é inevitável

«Pedro Simões» >> E extremas esquerdas. Ambos estao mortinhos por sair da 'anti-democratica' UE para terem maos livres para tomar de assalto tudo quanto sejam instituicoes democraticas e certas politicas de liberdade e proteccao dos individuos que estao blindadas pelos acordos europeus... As coisas vao mudar: mas entre o Sul da Europa que quer mais solidariedade e o Norte da Europa que esta farta de abrir os cordoes à bolsa, adivinhem quem sai reforçado?

«André Eirado» >> David Cameron deu um tiro no pé ao iniciar o referendo. só teve de ter atitude mais certa em demitir-se. Será mesmo que se vai iniciar o efeito dominó? Algumas minorias de extrema-direita de alemanha e de outros países já aproveitam a correnteza da maré para iniciar referendos para saber se querem permanecer na Europa ou não.

«Paulo Vaz» >> a UE tornou-se um bode expiatório dos erros sucessivos de um ex imperio...

«Jose Riobom» >> Esta Europa vai acabar por onde deveria ter começado... pelos referendos...

«Rui Moreira» >> O Pedro Guerreiro diz que "Enfim, não é o fim do mundo. É só o fim da Europa." Pois eu, que vivi em Inglaterra e com a sua velha geração - em que mais de 2/3 quiseram o brexit - não concordo. A CEE iniciou-se sem os ingleses, que aderiram tarde e quando estavam falidos. Entraram sem gosto. Nunca gostaram dos "frenchies". Se estava mau tempo no canal diziam que a Europa estava isolada. Continuaram a guiar à direita, recusaram a moeda única e Schengen. Eu creio que no final a Europa será mais pequena e mais unida. Sem a Inglaterra mas, curiosamente, com a Escócia independente.

«Pedro Baptista» >> Devo dizer a todos os amigos que sou inequivocamente republicano mas, mais um vez, tiro o chapéu à democracia britânica e, em particular, ao seu segmento principal, o da Inglaterra O facto de ser uma monarquia é irrelevante. Relevante é que a sua casta política dominante porta-se com decência, consultando o povo e aceitando os seus veriditos mesmo que, por vezes, extravaze na manipulação emocional durante as campanhas. Ao contrário do que se passa na nossa república das bananas onde em matéria europeia nunca o povo português foi consultado para fosse o que fosse. Ninguém tratou o seu povo com tanta menoridade como os que têm estado no poder em Portugal nos últimos 35 anos... nem há na Europa nenhum povo que tenha sido tratado com tanta menoridade...

 

  Sábado, 25 de Junho de 2016

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Já lá vão mais de 24 horas sobre o estrondo que o Brexit provocou por esta Europa fora. E não havendo dúvidas que a decisão dos britânicos é válida e decidida democraticamente, a verdade é que o Reino Unido nunca esteve de alma e coração na União Europeia - recusaram a moeda única e Schengen – o que torna escassa a legitimidade para se arvorarem agora nos justiceiros do projecto da UE. O grande e grave problema europeu está na incapacidade dos seus organismos políticos desenvolverem laços identitários profundos, não sendo fácil aceitar que o Parlamento Europeu tenha legitimidade do voto mas escassos poderes, enquanto a Comissão Europeia, formada por burocratas, tecnocratas e políticos distanciados dos cidadãos europeus, detenha um poder desmedido para a escassa legitimidade democrática que sustenta a sua actuação. Por outro lado o resultado deste referendo vai muito provavelmente ser o princípio do fim do Reino Unido, com a Escócia e a Irlanda do Norte já a reivindicarem o direito a quererem ficar na União Europeia. Mas há ainda mais um facto importante e talvez um pouco esquecido por todos nós: É da extrema-direita europeia (Geert Wilders na Holanda e Marine Le Pen em França) que vêm os maiores aplausos aos três britânicos apontados como os grandes vencedores desta consulta popular, Michael Gove, Boris Johnson e Nigel Farage… e isto não é nada bom. Tivesse a Europa começado por consultar os seus povos sobre a sua formação e não seria por este ou outro qualquer “referendo” que iria morrer. Mas agora já é tarde… o Brexit está aí.



Publicado por Tovi às 09:18
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Quinta-feira, 23 de Junho de 2016
O “Brexit” e a noitada de São João

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Os britânicos começaram às sete horas da manhã a votar no referendo que ditará a permanência ou não do Reino Unido na União Europeia. Cá pela Cidade Invicta toda a gente prepara aquela que é a mais carismática festividade portuense. E se lá pelas ilhas britânicas o resultado da consulta popular é ainda uma incógnita (as sondagens dão ligeira vantagem à saída da EU, mas os analistas políticos garantem a permanência), no Porto a Noitada de São João tem a garantia de grande festa, com alho-porro ou martelinho, sardinhas ou cabritinho assado, mas seguramente com muitos balões e manjericos.

Bom São João para todos!... e os britânicos que votem em consciência.



Publicado por Tovi às 09:56
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Sábado, 29 de Agosto de 2015
Refugiados e Migrantes no Mediterrâneo

Crianças a morrer no Mediterrâneo Ago2015.jpg

[Esta imagem foi publicada no jornal britânico “Mirror” com o seguinte comentário: Corpo sem vida de uma criança é puxado do mar hoje após a última tragédia com barco de migrante no Mediterrâneo. O menino foi uma das três pessoas que morreram afogadas quando um barco de pesca embalado bateu nas rochas quando chegavam à ilha grega de Rodes.]

Ainda deve estar na memória dos que já têm mais de meio século de vida, como é o meu caso, o que foi a chegada a Portugal daqueles que ficaram para a história como “os Retornados”. Uns, aqueles a quem a vida tinha sorrido nas colónias, refizeram rapidamente a sua vida e muitos deles com um empreendedorismo louvável e que não era vulgar cá pelo rectângulo, mas muitos outros, para quem a “árvore das patacas africana” foi madrasta, andaram por hotéis e pensões a comer o pão que o diabo amassou durante muito mais tempo do que era admissível. E numa altura em que já se fala na necessidade de recebermos no nosso território nacional alguns dos “migrantes do Mediterrâneo”, dou comigo a pensar que aqueles que agora estão a chegar às praias de Itália e da Grécia são aqueles que AINDA têm uns dinheiritos para pagar aos traficantes que os colocam em barcos sem as mínimas condições de segurança para atravessar o Mediterrâneo. E os outros?... Aqueles a quem a vida não permitiu amealhar uns milhares de euros?... Esses morrem todos os dias às mãos dos loucos da guerra. É tempo de acabarmos com esta merda!... (desculpem-me a brejeirice)

 

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«Jose Bandeira» >> Como sempre, a hipocrisia da política externa da "comunidade internacional": apelam à solidariedade dos governos enquanto vão ganhando uns cobres a vender armas a todos os lados, assegurando um afluxo de mão de obra barata e pouco exigente, etc. Realmente dá vontade de despejar todo o léxico vernáculo em cima desta canalha.

«Fausto Santos» >> Este é um momento de orgia para os vendedores de armas e sacos para cadáveres, e para os algozes traficantes.

«Diogo Quental» >> Antes das guerras civis já o problema existia. E quando se resolver a guerra civil o problema continuará a existir. A pobreza extrema ao lado de um continente que tem tudo não é aceitável. É preciso ver a causa e a consequência. A guerra civil pode resolver-se com intervenção militar, mas o desastre humanitário não se resolverá desse modo.

«Jose Bandeira» >> Amigo David Ribeiro, quando recebi o seu post e fui confrontado pela primeira vez com as fotografias fiquei incapaz de reagir. Entretanto, como sempre, vamos recuperando dos choques pela repetição das notícias, pelo que já consigo participar. Uma imagem vale mais que mil palavras. E este é um desses exemplos. Para ser ainda mais incisivo, imaginemos que aquele corpo pertencia a uma das nossas netas! Um calafrio perpassa pela minha espinha só ao aventar essa possibilidade. Mas todos os dias, a cada hora, a cada minuto, crianças e adultos perecem por acção (repito: acção) de todos os governos com assento na ONU escutando os discursos do Sr. Ban Ki-Moon. Não é só Portugal que é governado por marionetas de um poder maior que considera os cidadãos como meras peças de um jogo de conquista de poder. Por isso, a tarefa que a humanidade tem pela frente de afastar esses abutres e assumir as rédeas do seu destino é ciclópica. Mas tudo tem um princípio e um fim. É preciso começar por algum lado e eu sou dos que acreditam que a mudança começa em nós mesmos. Creio que o mesmo sentimento o anima, pelo que não me espantou que nos tenhamos encontrado no Nós, Cidadãos!

«David Ribeiro» >> Sem dúvida, caro amigo José Bandeira... Eu também não quero que os meus netos venham um dia a dizer que a geração do avô não soube ou não quis acabar com os governos de marionetes.



Publicado por Tovi às 13:45
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2015
Calma!... O céu ainda não caiu sobre a Grécia

Público 1Jul2015.jpg

Oh pá!... Tsipras e Varoufakis estão a provar-nos que não são tansos e que até são capazes de levar a água ao seu moinho nesta “guerra” entre os credores e os gregos. Ainda vamos ver o referendo a ser mandado às urtigas e mais uns dias lá teremos todos numa ilha grega a assinar um novo memorando de entendimento.

Vendo friamente o que se tem passado nos últimos dias e tentando não ser influenciado por eventuais simpatias minhas por quem queira mudar o estado a que esta Europa chegou, o mais provável é que seja dada ao governo de Tsipras uma tábua de salvação, mesmo sem o acordo de todos os credores internacionais da Grécia, isto para evitar um descalabro financeiro na União Europeia de consequências completamente imprevistas. A aposta do governo grego num referendo parece-me ter sido uma clara forma dos senhores do Syriza poderem num futuro próximo “justificar” a inevitável não aplicação das políticas anti-austeridade anunciadas, bem como a necessidade de não abandonarem a zona euro. Os próximos dias dirão se tenho ou não razão.

O que dizem estar o governo grego disposto a aceitar num acordo com os credores: Todas as alterações ao IVA propostas pelos credores, exigindo apenas a manutenção do desconto especial de 30% nas taxas aplicadas às ilhas gregas; A nível das pensões só entrar em vigor em Outubro a subida da idade da reforma para os 67 anos; Atribuição de um "subsídio de solidariedade" para os pensionistas mais pobres; Legislação no outono da reforma laboral; Redução da despesa no sector militar em 200 milhões de euros em 2016 e em 400 milhões no ano seguinte.

Alex Tsipras falou aos gregos esta tarde… e aqui fica o que de mais importante disse ao apelar ao voto no «óxi»: “É inaceitável que numa Europa de solidariedade e respeito mútuo existam imagens destas, com filas junto a bancos”; “As sirenes da desgraça são fortíssimas. O povo está a ser chantageado para dizer sim a tudo”; “O Governo vai permanecer na mesa das negociações até ao fim para conseguir melhores condições para a Grécia”; “Os que dizem que o governo tem um plano secreto para tirar o país da zona do euro mentem”; “Eu nunca esperei que uma Europa democrática não desse tempo, nem espaço para um referendo. A democracia tem que ser respeitada, a vontade dos povos dentro da União Europeia tem que ser respeitada”; “Agradeço de coração a vossa calma nestes momentos difíceis. Esta situação não vai arrastar-se e os depósitos não serão perdidos. Assumo pessoalmente a responsabilidade de encontrar uma solução imediata e peço que todos digam não aos memorandos que destroem a Europa”.



Publicado por Tovi às 09:47
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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2015
Guerra na Ucrânia sem fim à vista

Ucrânia Fev2015.jpg

E com mais um novo acordo de cessar-fogo, a que se sucede invariavelmente uma violação do acordo e consequente reactivar da actividade militar, lá vai continuando uma guerra sem fim à vista no leste da Ucrânia. Não parece restar dúvida que Vladimir Putin pretende retirar do poder dos senhores de Kiev um corredor no leste da Ucrânia com ligação à Península da Crimeia, território que poderá ser anexado por Moscovo ou aí criar-se um país independente mas com fortes ligações à antiga pátria dos Czares e que funcionaria como uma zona-tampão entre a Rússia e a NATO. E quantas mais mortes serão necessárias para se encontrar um entendimento entre a Rússia, os EUA e a União Europeia?... Sim, porque nesta altura do campeonato o Governo Ucraniano já não tem muito voto na matéria… se é que alguma vez teve.



Publicado por Tovi às 09:33
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Domingo, 31 de Agosto de 2014
A crise da Ucrânia

Na Idade Média a Ucrânia era uma forte nação eslava – Rus Kievana - tendo sido completamente fragmentada no século XIII, quando foi invadida e governada por uma variedade de povos. Teve alguma prosperidade nos séculos XVII e XVIII quando nela surgiu uma república cossaca - Zaporozhian Sich – mas a sua consolidação como nação só se verificou no século XX, quando integrou a União Soviética. Teve a sua independência como Estado-Nação em 1991. Desde Novembro de 2013 que a Ucrânia vive horas complicadas e de desfecho ainda incerto, quando uma grande parte dos seus habitantes passou a exigir uma maior integração na União Europeia - protestos do Euromaidan – provocando a renúncia do presidente Viktor YanuKovych e eleições em 25 de Maio de 2014 que colocaram no frágil poder Petro Poroshenko, um pró-União Europeia. Em Março deste mesmo ano o parlamento da Crimeia aprova a decisão de "entrar para a Federação Russa, com os direitos de uma entidade da Federação Russa", tendo um posterior referendo aprovado esta decisão. Imediatamente uma agitação popular começou nas regiões leste e sul do país - Donetsk e Lugansk – com milícias locais (supostamente armadas e integradas por tropas russas) a provocarem um verdadeiro estado de guerra. E assim se encontra a Ucrânia, um país com uma superfície de 603.628 Km2 (o maior país totalmente no continente europeu) e uma população estimada de 44.573.205 habitantes, dos quais 77,8% são ucranianos étnicos, e os restantes minorias de russos (17%), bielorrussos e romenos, um país que já foi considerado o “celeiro da Europa”, quando em 2011 foi o terceiro maior exportador de grãos do mundo.


«António Alves» no Facebook >> A Ucrânia actual é uma invenção soviética. Na alta idade média o Rus de Kiev deu origem à grande Rússia. Foi lá que foi escrito o Russkaya Pravda, o primeiro código civil eslavo. Se os americanos e europeus soubessem isso não teriam arranjado o problema que aí está.

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.star} As últimas notícias (by Sabra Ayres / Al Jazeera, 30Ago2014) dizem-nos que em Donetsk cerca de 36 pessoas morrem por dia vítimas dos confrontos entre separatistas rebeldes e soldados ucranianos. Com a NATO e o Governo de Kiev a afirmarem estarem as tropas russas a lutar ao lado dos separatistas pró-Rússia, dizem residentes da zona que “não haverá fim para este conflito até que a Rússia e a América não matem todos nós”. Nos dias de hoje o som de fogo de artilharia pesada pode ser ouvido dia e noite e a cidade (milhão e meio de habitantes) está transformada num estado policial, em que a principal tarefa é tentar sobreviver, principalmente para aqueles que não têm dinheiro ou capacidade para abandonar a região. Estima-se que um total de 2.600 pessoas foram mortas e mais de 300 mil fugiram dos combates desde o passado mês de Abril.

«João Pedro Baltazar Lázaro» no Facebook >> Paz às suas almas... e às das pessoas que lá conheço, cujo destino ignoro, e a quem eu nunca quis mal nenhum.

«Joaquim Leal» no Facebook >> O que é que os russos andam lá a fazer?

«João Pedro Baltazar Lázaro» no Facebook >> MERDA.

«Pedro Baptista» no Facebook >> Morrem? São mortos pelos fascistas de Kiev que não querem reconhecer o direito dos povos a disporem de si próprios e não aceitam o direito à independência que eles próprio usufruíram quando se separaram da Rússia...

«Diamantino Hugo Pedro» no Facebook >> O Pedro Batista também deve apoiar o direito à criação do Estado Africano na Cova da Moura ....Se os Russófonos da Ucrânia não querem ser Ucranianos que vão para a Russia que há lá muito espaço !

« Pedro Baltazar Lázaro» no Facebook >> A sério que não quero envolver-me noutra discussão sobre política. (Lá disse o palavrão outra vez.) Não tenho nem tempo nem energia. Perdi-os todos a desesperar pelos meus amigos ucranianos, tanto pró-russos como pró-Kiev. Entretanto deixo aqui este link para irem todos pensando na situação de outra perspectiva: e se eu disser que os verdadeiros fascistas são o governo do Putin e todos os seus apoiantes? Fourteen Defining Characteristics Of Fascism

«Joaquim Leal» no Facebook >> Realmente apelidar de "fascistas" quem apenas defende o seu território perante uma invasão ao velho estilo soviético criminoso liderada por um mentecapto corrupto...

«Fatima Sousa» no Facebook >> é uma noticia triste

«João Pedro Baltazar Lázaro» no Facebook >> Alguém me explique isto: se a Rússia é um país assim tão fixe e justo, então porque é que há tanta gente DESESPERADA para sair de lá?

«Diamantino Hugo Pedro» no Facebook >> Tenho que reconhecer que o Putin é um gajo que gere as simpatias exteriores de forma suberba. A besta consegue, em poucos meses, passar do fascista que perseguia homossexuais e bandas de Rock para o agora salvador do mundo do maléfico fascismo.É uma comédia...

«Joaquim Leal» no Facebook >> Carrega Diamantino

«Pedro Felgar Couteiro» no Facebook >> As simpatias ao Putin-que-os-pariu diz tanto sobre a decadência de Ocidente... E sempre Hamas merda para apoiarem, ó emprenhadores pelos ouvidos que tudo esquecem e nada relacionam!




Sexta-feira, 1 de Agosto de 2014
Bai cum Deus... e pela sombra

 JN de hoje


«Zé Carlos» no Facebook >> E não voltes......

«Jose Riobom» no Facebook >> ...vê se morres por lá...! ...este é filho dum falsificador e duma moeda furada! ...sacrista filho de comunista!

«Pedro Boa-Nova» no Facebook >> E num boltes!!!!!

«Fábio Teixeira» no Facbook >> O problema é que ele vai, mas mesmo longe, os actos dele vão continuar a ter impacto, no nosso País...



Publicado por Tovi às 14:01
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Domingo, 13 de Abril de 2014
Estamos como o cão de Pavlov

Visão lúcida de Azeredo Lopes sobre o estado em que nos encontramos.

 {#emotions_dlg.meeting} [JN - Opinião]
Há questões internacionais que saltam de repente para a ribalta, porque  são espetaculares, dramáticas ou perigosas, mas que de repente se  desvanecem, sem se perceber bem porquê.

Olhe-se a Síria, de onde há meses surgiam jorros de notícias, apenas porque, naquela altura, se dava como quase certa a intervenção militar dos Estados Unidos. Alguém hoje fala nela, além de notas de rodapé a que só alguns curiosos ligam? Não. Quer isso dizer que a guerra civil naquele país acalmou ou que a situação humanitária dramática de há alguns meses é agora menos preocupante? Não, claro que não.

O desastre sírio continua e, provavelmente, até se deteriorou ainda mais, com a contaminação do Líbano. Apenas, para nós, o que se passa na Síria deixou de ser relevante, quando ainda há poucos meses o sentíamos como fazendo parte da nossa conceção mínima de humanidade e decência. E, porquê? Porque já nos habituámos a "este" horror em concreto? Porque nos deram outros "produtos" mediáticos para comermos gulosamente? Porque, tendo sido travadas as doses maciças de contrainformação com que nos bombardearam, compreendemos que se Assad é o Diabo, os que o guerreiam são, o mais deles, Diabos ainda piores? Deste menu, cada um escolha uma ou várias das hipóteses: ou até todas.

Estamos a assistir a um processo similar na Ucrânia. Comparada com a da Síria, a situação ucraniana é, numa perspetiva de direitos humanos, um jardim-escola ternurento e delicado. Mas, comparada com a Síria, a Ucrânia diz-nos e afeta-nos muito mais. Desta feita, existe um inimigo, o "nosso" inimigo (a Rússia), ao passo que na Síria fomos de facto assistindo no sofá a um "jogo" em que o "nosso" clube não participava. Na Ucrânia, por outro lado, pressentimos uma ameaça real, com consequências potenciais para o nosso bem-estar e segurança.

Ainda assim, se nos induziram a ficarmos entusiasmados com que ia decorrendo na Praça Maidan, em Kiev, e se pulularam os eufóricos quando as forças do "bem" (o novo poder) escorraçaram as forças do "mal", o entusiasmo foi-se tão depressa quanto tinha chegado. Porque a Rússia, nas circunstâncias sabidas, anexou a Crimeia (para uns) ou aceitou a Crimeia a "pedido" da sua população (para outros).

Porém, depois de um período breve de convulsão, com ameaças e contra-ameaças recíprocas, com negociações em que nenhuma das partes tinha a menor intenção de ceder um palmo que fosse, com decisões de sanções ou decisões que fingiam ser sanções, tudo acalmou. E a Ucrânia foi desaparecendo da agenda.

Estarei porventura enganado, mas parece-me que aquilo que tanto nos excitou na Ucrânia ainda não era o "jogo" propriamente dito: era, antes, o aquecimento dos jogadores antes de a contenda se iniciar. O jogo a sério, a doer (em que cada um mostra pela primeira vez todos os trunfos) está agora a começar.

O tal novo poder "democrático", perante a desestabilização no leste da Ucrânia (com pró-russos a ocuparem edifícios governamentais), ameaça usar a força militar e letal contra os "manifestantes", e uma deputada do novo Parlamento, um sofrível estafermo, declarou em estado de transe que, por ela, os fuzilaria a todos. Os tais "manifestantes", que aliás, como muitos dos "manifestantes" de Maidan, metem medo a um susto, ainda este sábado ocuparam uma esquadra de Polícia, recorrendo para o efeito à força. E a Rússia, à espreita, com os dentes afiados.

Pelo caminho, um duelo pelo menos tão importante como este, mas com forte cheiro a gás, vai sendo terçado nos bastidores. Como se sabe, a Rússia fornece gás a muitos países europeus, e muitos desses países dependem muitíssimo desse fornecimento. E se para a Rússia a perspetiva de perder estes clientes é dramática - porque colapsará economicamente -, para terceiros (nomeadamente, para os Estados Unidos), a perspetiva de ficar com o bolo gasoso é mais do que apetitosa.

Muito pouco se tem falado de toda esta questão, em que o destino da Ucrânia e dos ucranianos é indiferente para os principais atores (EUA, UE, Rússia). A Ucrânia, se tudo isto fosse um jogo de futebol, seria o relvado. E, quando o jogo decorre, alguém se preocupa com o estado da relva?

Nisto tudo, estamos como o cão de Pavlov. Vamos salivando, mas pouco vemos para além do osso meio roído que nos põem à frente dos olhos.


«Jose Antonio Salcedo» no Facebook >> Excelente texto.



Publicado por Tovi às 09:29
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2014
Fundos Comunitários - Acordo de Parceria 2020

Alguns destes investimentos são na Região Norte. Vejamos:

Sector ferroviário

- Corredor Aveiro/Leixões - Vilar Formoso - 900 milhões

- Conclusão da modernização da Linha do Norte - 400 milhões

- Linha do Minho - 145 milhões

- Linha de Leixões - 20 milhões

- Linha do Douro (Caíde - Marco de Canavezes) - 20 milhões

- Linha do Douro (Marco - Régua) - 20 milhões

- Linha do Douro (Régua - Pocinho) - 16 milhões

- Linha do Vouga (Aveiro - Sernada do Vouga e Espinho - Oliveira de Azeméis) - 3 milhões

Sector marítimo - portuário

- Porto de Leixões - criação de um novo terminal de contentores - 200 milhões

- Porto de Leixões - plataforma logística - 118 milhões

- Porto de Leixões - Novo terminal de cruzeiros - 50 milhões

- Porto de Leixões - Ampliação terminal de contentores sul - 38 milhões

- Via navegável do Douro - 74 milhões

Sector rodoviário

- IP4, Túnel do Marão - 173 milhões

- Acessibilidades na EN 14 entre VN Famalicão e Maia - 20 milhões

- Corredor do IC35: Penafiel - Entre-os-Rios e Arouca - Santa Maria da Feira - 23 milhões

Sector aéreo e aeroportuário

- Desenvolvimento do Aeroporto do Porto - 25 milhões


«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> Quem paga?

«David Ribeiro» no Facebook >> A maior parte do dinheiro para financiar estes investimentos vai ter como origem os fundos comunitários - o Acordo de Parceria 2020. São 2,6 mil milhões no total a vir de Bruxelas. O sector privado vai entrar com 1,8 mil milhões, seguindo-se o dinheiro proveniente do Orçamento do Estado, 1,3 mil milhões.

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> 1,3 mil milhões espoliados aos portugueses e deitados fora. Não, obrigado!

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> Até que enfim. Investimentos ferroviários... mas só em mercadorias? Ou em "pessoas" também?... de qualquer forma, quem julgará as comissões liquidatarias da c.p. que tanto destruiram (desde 79)? Em s.bento há à venda 1 livro em 3 volumes sobre "a história dos caminhos de ferro em Portugal"... k volume 3 acaba em 79... dali em diante veio sempre a descer. Rei-automovel.

«José Camilo» no Facebook >> É. Caro David, a valiar as opiniões vamos ter de lutar muito. Estou a falar da regionalização.

«Ruben Santos» no Facebook >> Ena! E o petróleo?

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> Deve ser para se atirarem 1,3 mil milhões pela janela...

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> Gonçalo- Eu dispenso pppês e estradas, mas...mas, não acha útil investir nos caminhos de ferro?

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> Acho, muito mesmo, mas não investimento público! se é viável e rentável os privados que o façam e cuidem da gestão... como investimento público há dois riscos, a derrapagem e a crõnoca má gestão.

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> Ou seja, igual ao risco dos privados... mesma coisa

«Cristina Santos» no Facebook >> A nossa contribuição total em 2012 para o orçamento da UE

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> Oh não... aí vem excel da cristina

«Cristina Santos» no Facebook >> kt fomos buscar retirando o k contribuímos - nao é linear k todo este dinheiro "fique" cá, para aproveitarmos uma parte significativa antes do Quadro chegar teríamos k ter empresas, pessoal e makinas preparadas para explorar este capital- 5.027m

«Cristina Santos» no Facebook >> este é um excel fechado, espera se um excel transparente interno à Patria para verificar kt rende cada euro recebido, ou kt desvaloriza mal chega a Portugal - EU expenditure and revenue - Financial Programming and Budget

«Ruben Santos» no Facebook >>  Bom trabalho Cristina

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> Eu só acho que " não seria vergonha nenhuma " para ninguém se os investimentos em caminho de ferro forem públicos. Acontece em qualquer país. Acontece em qualquer economia capitalista avançada. Comboio-de todos, logo, investimento de todos, até porque uma rede nacional é de tal forma empreitada morosa e cara que de outra forma não seria possível. Qualquer privado sabe que mesmo que quisesse não lhe seria comportavel... daí o " estado"... e cara alegre/ amigos na mesma, quanto mais não seja amigos-nas-PPP..., ao que parece este governo repete o modelo PPP na parte " investimentos rodoviários"... outra vez? AINDA ESTAMOS NESSA?... passos= socrates, mas só na estupidez que não se deveria repetir???

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> Logo mais vale não haver investimento público...

«Cristina Santos» no Facebook >> contribuimos TODOS para o Orçamento da UE, tenhamos ou nao projectos, sejam eles o k forem. Aparte isso, o restante é interno, complementar aos incentivos, e caso os privados avancem sao lhes garantidas contrapartidas. Só é possivel incentivar directamente privados na I&D e formação de pessoal e igual para todos os membros, com menor ou maior investimento interno, de modo a nao alterar a concorrencia.

«José Camilo» no Facebook >> A gente (povo) já sabemos como são essas contabilidades de engenheiros.

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> O que só me dá razão, caso o estado entre com um cêntimo estamos a ser duplamente penalizados!«Pedro Figueiredo» no Facebook >> Não tivessem eleito pilha-galinhas para gerir o galinheiro, o galinheiro estaria a dar ovos! Mas não é esse o objectivo dos pilha-galinhas-dar ovos-não, pois não? Resposta em coro: " pois não" O objectivo dos pilha-galinhas - lá está - é pilhar galinhas. Então é o que estão a fazer. "Privatiza filho, privatiza" e por fim "a culpa é do investimento público", não dos pilha-galinhas ( disse 4 vezes "pilha-galinhas":-)) Ok, Gonçalo? Aposto que votou nos pilha-galinhas e agora "ah e tal" o estado esse malvado"

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> Não, felizmente não tenho desses rebates, porque não tenho motivos para isso, há 14 anos que deixei de votar no cds e não voto nem à esquerda nem em quem tenha assento parlamentar, acredito que quanto mais se consiga frccionar o espectro político mais beneficiamos.

«Cristina Santos» no Facebook >> Um galinheiro só da ovos, Pedro Figueiredo?! Agricultor de cidade! Um galinheiro dá galinhas, galos, ovos, penas para almofadas ... se for só pelos ovos, não compensa manter as galinhas.

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> Certo. convém não o pilhar e pôr a render. Não vale voltar a votar em pilha-galinhas Cristina. Estes ou outros.

«Cristina Santos» no Facebook >> Certo, só que repara um galinheiro que só da ovos, e as galinhas estão intactas, não são comidas, vendidas, estudadas.... quem manda são as galinhas. Não estas a sugerir que se vote em galinhas, pensa bem no QI de uma galinha, zero ou praticamente zero, só cantam e dão ovos, é perigoso. Vi o filme do fuga das Galinhas, akilo é traumatizante.

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> Agora, imagina só o QI dos pilha-galinhas. Tão inteligentes ( e podes rasgar a lógica tecnocrata,os excel e tudo) que conseguiram aumentar a divida do galinheiro de 90% pib(anterior pilha galinhas tão esperto também) para 130% do pib do galinheiro, apesar de essas galinhas (QI baixo, dizias) terem dado as penas,os ovos,os pintainhos, tudo ,tudo..." as galinhas São quem mais ordena" Cristina. E de qualquer forma vender o galinheiro não está a resultar...quanto aos caminhos de ferro é igual. A não ser que, sem graficos nem linguagem economês consigas não só descrever ( fácil), mas justificar (dificil) o "sucesso" desta subida de dívida em ambiente "liberal" ( "pensavamos que o "socialismo" é que provocava dívida, né?)...

«Cristina Santos» no Facebook >> Ok pronto, vamos continuar com a galinha e como o ovo. O que nasceu primeiro: foi o comboio ou a produção em massa de vinho, madeira, cortiça? Transportando para os dias de hoje desenvolvemos primeiro a industria nessas regiões ou fazemos primeiro a linha de comboio? (ou estradas, porque as empresas de entregas são mais baratas e precisam de estrada, depende óbvio da mercadoria, mas isto já está fora) o que fazemos primeiro?

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> Primeiro reestruturamos a dívida Só depois reestruturamos as empresas publicas, CP incluida. Investindo. Reinvestindo. Novas linhas. Mais serviço de passageiros. Etc. É perguntar às pessoas de direita do manifesto74 como se faz p.f.

«Cristina Santos» no Facebook >> "mais serviço de passageiros" - passageiros k vao do trabalho para casa - ora se nessas regiões não houver trabalho? criamos o trabalho na própria CP... os senhores do manifesto são pessoas corajosas, com os prolongamentos k sugerem , arriscam-se a morrer antes de começar a pagar as suas dividas

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> Ou que vão de casa para o seu não-trabalho ou de casa para o seu desemprego ou de casa para a sua emigração ou de casa para a sua fábrica têxtil ou de casa para o seu empreendedorismo ou de casa para o seu ghetto...já viu a quantidade de situações que não prescindem do comboio ? É impressionante

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> Desde que não seja com dinheiros públicos, nada contra...Pedro Figueiredo Para o Gonçalo, "os dinheiros publico " São intocáveis. Guarde-se no baú, feche-se a 7 chaves, não se use nunca por nunca. credo, credo, pecata mundi. salazar, o forreta

«Fernando Kosta» no Facebook >> De forma camuflada, lá estão so 600 milhões sacados para levar os contentores de lisboa para a outra banda e para a construção de um ramal ferroviários para os trazer de volta a lisboa. Sempre a "ordenar" o território da capital com as verbas roubadas às regiões...

«Cristina Santos» no Facebook >> Ovo e a Galinha: o que veio primeiro o plano Marshall ou as barragens, as escolas, os bairros de Salazar?

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> Os dinheiros públicos não são intocáveis... a prova disso são os 40 anos de má gestão e corrupção que nos atiraram para o buraco em que estamos... eu estou farto de ser espoliado via impostos para alguns encherem o bolso... querem obras públicas? arrangem investidores ou fiquem quietos!

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> "Investidores para obras que são públicas"??. mas "se São públicas és tu que investes (e usufruis)" "Nova ideologia acabada de inventar? Ou para corrigir as PPP queres novas PPP.?  PEnsar antes de falar ou então Gonçalo igual a passos"

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> Não, não tenho o mínimo problema que os combóios, as auto-estradas, ou outras infa-estruturas sejam privadas... num sistema de mercado aberto é desejável... se a denominação é o que te preocupa, tira-se o termo público... na verdade sou apologista da privatização integral de todo o sector empresarial do estado, mas de forma a que se quebrem os monopólios em diversas unidades mais pequenas...

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> teoria. Teoria. Utopia... Precisamente - o governo de merda que temos governa através do bitaite... "não me importo nada(...)" ou "e porque não?"... vai daí têm acontecido as "politicas" mais irrefletidas

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> mais vale não intervir e reduzir o estado

«Pedro Figueiredo» no Facebook >> É uma opinião. Há outras.



Publicado por Tovi às 08:18
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Sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014
Linha ferroviária Aveiro - Salamanca

Se bem me recordo já em Setembro de 2011 o então ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, defendia a criação de duas ligações rápidas entre Portugal e Espanha – Sines a Madrid e Aveiro a Salamanca – em ferrovias de bitola europeia, quer para passageiros quer para mercadorias. Dizia-se até que a União Europeia permitia que os fundos inicialmente destinados ao comboio de alta velocidade fossem aplicados nestas novas linhas ferroviárias. Depois deixei de ouvir falar nesta estratégia de investimento – Aveiro a Salamanca – tão importante para o desenvolvimento das regiões Norte e Centro e que parece ter sido esquecida pelos senhores do Terreiro do Paço no quadro dos fundos comunitários para o período 2014-2020.

{#emotions_dlg.meeting} [Porto24] - Rui Moreira: Linha Aveiro-Salamanca é “absoluta prioridade” - O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, destacou esta quinta-feira a importância da linha ferroviária Aveiro-Salamanca, passando por Viseu, considerando-a “uma absoluta prioridade” para que as regiões Norte e Centro possam exportar para a Europa. (...) Rui Moreira disse que o Porto e Viseu “dependem muito” desta ligação ferroviária, sendo “uma absoluta prioridade” para que as mercadorias de exportação deixem de depender da rodovia para chegar à Europa.


«Jorge Veiga» no Facebook >> e falta a Porto-Vigo (com ligação ao TGV espanhol...).

«Pedro Baptista» no Facebook >> Muito bem! Finalmente, um Presidente da Câmara de novo!

«Pica Miolos» no Facebook >> E Porto-Barca D'Alva-Salamanca?

«Jorge Garcia» no Facebook >> Visão de Futuro. Uma das pessoas mais lúcidas que conheço.

«Campos Barros» no Facebook >> Um óptimo exemplo das qualidades de muitos independentes... Por muito que tal custe ao poder instituído. E mais surgirão!




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