"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 1 de Junho de 2017
Estamos em época pré-eleitoral de Autárquicas

Eleiçoes 01.jpgE fica já aqui dito que eu sou capaz do melhor como do pior, mas no pior, sou eu o melhor... ou seja, estão abertas as hostilidades 😇

E só para que vejam que o que me interessa são as PESSOAS e não a “partidarite” digo-vos que os meus apoios autárquicos vão para:

- No Porto o meu apoio vai para o ÚNICO independente que conheço: RUI MOREIRA.

- Em Matosinhos há demasiados falsos independentes… e eu não gosto de “FALSOS”.

- Em Gondomar e Vila Nova de Gaia parece-me que a coisa está bem entregue… e em equipa vencedora não se mexe.

- Em Valongo está TUDO mal… terá concerto?

- Em Vinhais conheço CARLOS ALMENDRA, o Homem que quer dar a volta aos tempos vergonhosos de gestão socialista… estou com ele nesta luta.

Nos outros “quintais” cá do Norte… ainda estou a estudar a matéria.

 

  Comentários no Facebook

«Jose Bandeira» - Valongo continua a ser um feudo de política caseira, cacique, sem objectivo para além de manter o status da mediocridade. Qualquer que seja o vencedor parece haver um perdedor garantido: o munícipe.

«Carlos Almendra» - Meu caro David Ribeiro! Obrigado pela tua solidariedade! A luta para darmos esperança e futuro à nossa Terra é sempre um valor maior que deve ser sublimado! Forte Abraço

«Jorge Miguel Pacheco» - Em Gaia estamos bem, muito bem, aliás




Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2017
Cuidado!... Eles andem aí…

ng8265447.jpg

O meu amigo Celestino Neves, membro da Assembleia Municipal de Valongo, foi considerado culpado do crime de difamação agravada, por ter publicado, num "blog", textos críticos relativamente ao presidente da Câmara Municipal valonguense, José Manuel Ribeiro. Terá de pagar uma multa de 1.820 euros, mais duas indemnizações: uma no valor de dez mil euros à Autarquia e uma outra de oito mil euros ao próprio edil.
Celestino Neves prometeu recorrer de uma decisão que considera "injusta". "Mantenho as críticas que fiz. Acho que a alteração do Plano Diretor Municipal de Valongo, em 2014, foi feita a pedido do fundo de investimento Novimovest/Santander. Devia ter sido este negócio a ser julgado e não eu", afirmou à saída do Tribunal de Valongo. Já José Manuel Ribeiro, que também marcou presença na leitura da sentença, mostrou-se satisfeito com a decisão judicial. "Fico contente, porque se fez justiça e porque se provou que tenho direito ao bom nome e à honra", justificou.



Publicado por Tovi às 09:58
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Segunda-feira, 8 de Agosto de 2016
Alerta máximo para fogos no Porto

Porto fim de tarde 7Ago2016.jpg

Esta foto foi tirada ontem ao fim do dia na Cidade Invicta, com um céu cinzento fruto dos muitos fogos que lavravam nos arredores. Pelas 00h15 de hoje a Comissão Distrital de Operações de Socorro do Porto decidiu accionar o Plano Distrital de Emergência (PDE) para o distrito, um instrumento que nunca tinha sido accionado antes. Segundo a página da internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) nos 18 concelhos que integram o Distrito do Porto registam-se ao início do dia de hoje 104 ocorrências, 37 das quais relativas a incêndios rurais, estando mobilizados para acorrer aos fogos 725 homens e 208 viaturas.

 

 Comentários no Facebook

«David Ribeiro» >> Hoje à tarde, por volta das cinco horas, na Madalena.
Incêndios Madalena 8Ago2016.jpg

«Carlos Amadis» >> Valongo está literalmente cercado pelo fogo. O Plano de Emergência está já ativado no Distrito do Porto. Imagens impressionantes que infelizmente registei. Muita força para todos os soldados da Paz e cidadãos que combatem este fogo, que durará certamente a noite toda. Esperemos que o vento não atrapalhe!

Incêndios Valongo 8Ago2016 aa.jpg

«David Ribeiro» >> Nos idos anos de 1972 a 74 prestei serviço militar no Batalhão de Engenharia nº 3 em Santa Margarida integrado num corpo especial de Sapadores Bombeiros. Embora a minha especialidade fosse Transmissões de Engenharia a verdade é que frequentei um curso intensivo de dois meses no Regimento de Sapadores Bombeiros em Lisboa, onde me foram ministrados conhecimentos básicos de combate a incêndios em zonas florestais, o que era fundamental para quem iria ter como função não só a protecção dos paióis de Santa Margarida mas também o controlo contra fogos em toda a área do Campo Militar. E de um modo geral poder-se-á dizer que todo este trabalho assentava em grandes cuidados de prevenção durante a época de inverno e na época estival os (poucos) incêndios eram combatidos especialmente com isolamento das áreas a arder, utilizando-se para isso máquinas de rasto que criavam barreiras à propagação do fogo. Deverá haver ainda hoje em dia no Exército Português quem domine estas técnicas, provavelmente muito mais apuradas do que aquelas que eu aqui relatei, pelo que me é incompreensível o estado calamitoso que atinge a maioria dos incêndios florestais em Portugal.

«Carlos Miguel Sousa» >> Todos os cidadãos deveriam frequentar cursos de bombeiros. Todos sem excepção.

«Mario Ferreira Dos Reis» >> Eu em 1986 combati um fogo junto a esse paiol com ajuda de uma buldozer do veiculo M88 Recovery Vehicle e engenharia estava la com outro Buldozer mas nao militarizado. É uma estupidez nao termos um corpo de bombeiros militarizados com material eficaz e estarmos a disposição de negociatas...

«Henrique Camões» >> Eu tive também, formação de combate a incêndios na Escola Pratica de Engenharia em Tancos, estive várias vezes de piquete, mas nunca foi preciso intervir, mas isso eram outros tempos. agora o exercito serve para apagar "fogos" por outras bandas.

«Albertino Amaral» >> Acabam todas as opiniões, por se aproximarem da influência militar que estas situações requerem... Eu bem digo, mas...!

«Rafael Maciel Oliveira» >> Pois é amigo isto é um desastre nacional e ambiental e ainda não acabou o verão

«José Camilo» >> Actualmente, por decreto, só se pode praticar esta actividade num mês por ano. Deve ser para reposição de stocks.

«Manuel Ribeiro da Silva» >> David, os incêndios são uma grande "indústria"...

«David Ribeiro» >> Há anos que ouvimos dizer que se tem de uma vez por todas de começar a pensar o combate aos incêndios antes de eles acontecerem, mas a verdade é que mudam os Governos, mudam os Ministros da Administração Interna, mudam as entidades responsáveis pela Protecção Civil e as coisas continuam exactamente da mesma forma. E depois andamos todos a glorificar “os soldados da paz”, perguntando eu a que bombeiros nos referimos, se aos que seguram nas mangueiras e atiram água para as chamas, ou se estamos a falar daqueles que supostamente deveriam não só planear o combate aos incêndios mas também organizar, fiscalizar e supervisionar todo o sistema de prevenção contra os fogos florestais. Ainda estamos em pleno combate a este flagelo que nos visita todos os Verões, mas não nos poderemos esquecer disto quando a coisa acalmar.

«Carlos Wehdorn» >> tb fui voluntário da pc maia e tb tive de ir a meio da noite apoiar bombeiros em combate a fogos florestais, no meu caso foram sempre à noite. Uma das corporações da maia (são duas) tem cerca de 100 assalariados. Nos TO à noite apareciam sempre 2... e uma vez 7 (duas viaturas). Os restantes operacionais presentes nos TO vinham de outras corporações vizinhas que apareciam normalmente com um mínimo de 5 elementos cada. É tb disto que gostava que se falasse: da profissionalização dos bombeiros. Para depois se poder falar em responsabilização e formação contínua capaz e eficaz. Chegou a dar-se um caso caricato em que num TO éramos 5 voluntários... e 2 bombeiros... pro. Basta referir que quando toca a desfilar nas festas da maia, os da tal corporação são às dezenas no desfile... Assim não é possível.

«António Magalhães» >> Convém não esquecer o famoso antigo comandante da Protecção Civil, Gil Martins...

«Albertino Amaral» >> Realmente mudam essa autoridades, mas esses estão só de passagem. Tem que se mudar, isso sim, o sistema pròpriamente dito, isto é, não pensar em comprar mais meios para combater os fogos, mas sim acabar com os meios pelos quais eles se iniciam. Certamente, até nem é assim tão difícil, basta que haja vontade, mas sobretudo respeito pelo país, pela natureza e principalmente por estes homens e mulheres que a troco de nada fazem aquilo que ninguém mais faz e arriscam a sua própria vida.



Publicado por Tovi às 09:50
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