"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Domingo, 9 de Setembro de 2018
Proibição de abate nos canis municipais

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Tenho dificuldade em entender como o legislador não viu o óbvio.

 

   Comentários no Facebook

«Jose Antonio Salcedo» - É o que resulta quando as leis são feitas em resposta a ideologias e não às necessidades da sociedade.

«Carla Molinari» - Vamos voltar aos anos 60 em que se viam matilhas de cães nas ruas...

«Jorge Veiga» - O legislador impôs uma ideia política pré concebida de determinada área política, não se interessando sobre a capacidade de resposta dos municípios. Não existem planos de castração, vacinação, adopção, etc. Proíbe-se a eutanásia de animais abandonados e o resto vai às malvas...



Publicado por Tovi às 18:10
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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2018
E pronto… instauraram-me um processo

David Ribeiro Set2018.jpg

   Comentários no Facebook

Jose Serôdio em 31 de Agosto
Das coisas mais ridículas a que assisti, só mesmo possível quando há polícias do pensamento em cada esquina, preocupados com uma novilingua qualquer e sempre apoiados por uma comunicação social onde o BE tem 60% nas redacções, mas felizmente não chega aos 10 no País...

Abraço David Ribeiro!

 

Jose Bandeira em 1 de Setembro
Mas que é isto? Pretendem amordaçar-nos com as cordas do politicamente correcto? O David Ribeiro contou-nos aquilo a que ASSISTIU da varanda da sua casa! Dizer a verdade é agora punível?
É verdade que são romenos;
É verdade que conspurcam os locais que invadem;
É verdade que são explorados por organizações que os usam para a prática da mendicidade!
INVESTIGUEM, NÃO CHANTAGEIEM!

 

Celestino Neves em 1 de Setembro
Mas que é isto? - pergunto eu também.
Agora é proibido falar em romenos ilegais que - ostensivamente - provocam, roubam, conspurcam, se marimbam para as Leis do País?
É proibido falar de ciganos que assaltam supermercados, agridem cidadãos e polícias se borrifam para o Estado de Direito em que, legalmente ou não, assentam arraiais?
Foi com algum asco e muita revolta que ontem assisti - no Jornal das 13h da TVI a uma dirigente 'neurónio-deprimida' da SOS Racismo debitar asneiras, ofender a nossa inteligência e armar-se em carapau de corrida ao "exigir" a condenação (?) do David Ribeiro.
Se calhar vai ter de fazer muitas outras queixinhas porque o direito à revolta ainda não foi abolido nem a Liberdade de Expressão suprimida.
SOS Racismo, uma organização irrelevante e parasitária do espírito cívico e solidário dos portugueses - a banir do nosso apoio e solidariedade...

 

Raul Vaz Osorio em 1 de Setembro
A propósito do ridiculo processo movido pelo SOS Racismo ao meu amigo David Ribeiro: Pacheco Pereira no Público - O admirável mundo novo e a sua companheira a censura

 

Eduardo Miranda em 3 de Setembro
EM APOIO A ANTÓNIO SANTOS RIBEIRO
O dito, é membro da Assembleia Municipal do Porto, eleito na Lista de Rui Moreira.
Em Julho, no seu Facebool colocou um post:
“Há um grupo de 20 a 30 romenos, maioritariamente mulheres e jovens, que são um autêntico martírio para os moradores da zona da Boavista. Não, não sou racista nem xenófobo mas, mas sou declaradamente contra quem recusa qualquer tipo de ajuda social e prefere continuar a viver da mendicidade, do pequeno furto e a dormir em jardins e espaços públicos, conspurcando os terrenos que são de todos os cidadãos. É preciso encontrar rapidamente formas eficazes de proteger os cidadãos destes energúmenos.”
Tanto bastou para a SOS Racismo, chefiada pelo preto Mamadou Ba, a viver às custas do Bloco de Esquerda, fazer uma participação à Comissão para a Igualdade e Contra a Descriminação Racial, que veio agora instaurar um processo de contraordenação contra António Santos Ribeiro.
Daqui, bem longe mas ciente de como estes grupelhos de ciganos romenos funcionam, venho colocar-me à disposição do membro da Assembleia Municipal para intervir no inquérito como sua testemunha de defesa, porque assino por baixo as suas declarações e é tempo deste país se tornar salubre, a menos que tenhamos que esperar uma “eternidade” por um Luigi di Maio ou um Mateo Salvini, já para não falar em Viktor Orban.
Já é velho o ditado, mas não se esqueçam de quanto mais um gajo baixa as calças mais se lhe vê o cú!!



Publicado por Tovi às 22:57
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Sábado, 25 de Agosto de 2018
Angola… ainda há miséria

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Trabalhei em Luanda para o Ministério dos Petróleos nos anos de 1985 e 86, ainda o MPLA lutava contra a UNITA, e nunca me pareceu que a culpa da miséria fosse do Povo. Seria da nomenclatura do poder instalado, mas muito mais dos europeus a quem toda a situação era financeiramente favorável.

 

  Comentários no Facebook

«João Greno Brògueira» - Principalmente da ELF que estava muito bem instalada nessa altura lá. Eu estive em Luanda durante a FIL no hotel turismo antes da sarrabulhada entre o MPLA e a UNITA.. David Ribeiro ainda visitei o Mercado Roque Santeiro acompanhado dum sujeito do MPLA. ;) Diz lá se não ia uma lagosta da foz do kuanza grelhada acompanhada dumas cucas. ;)

«David Ribeiro» - Cucas já não havia no meu tempo, bebíamos Stella Artois. Lagostas na Barra do Kuanza eram fabulosas, arranjadas ali mesmo na praia, junto do farol. O mercado Roque Santeiro visitava-o todos os sábados. No meu tempo a Elf ainda lá estava mas quem dominava o petróleo era a Fina belga.

«Mario Ferreira Dos Reis» - Só mudaram as marcas as lagostas são as melhores



Publicado por Tovi às 13:56
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2018
Repórter TVI – “O Compadrio” em Pedrógão

Ontem, no Jornal das 8 da TVI, conhecemos a reportagem feita pela jornalista Ana Leal, com imagens de Tiago Eusébio e edição de imagem de João Ferreira. E eu pergunto: Segundo o Código Penal quantos anos de cadeia são devidos aos “artistas” da Câmara de Pedrógão Grande, nomeadamente para o presidente Valdemar Alves e o então vereador do Urbanismo Bruno Gomes?... E ao fim do dia de hoje já alguém ouviu algum comentário a esta reportagem por parte do Ministro da Administração Interna, Ministra da Justiça, Primeiro-Ministro ou mesmo do Presidente da República?



Publicado por Tovi às 22:50
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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2018
Fim do abate nos canis vai ser uma catástrofe

Os números não mentem: no primeiro semestre de 2018 foram recolhidos nos canis 13.897 animais abandonados, mas houve apenas 5.300 adopções. Um problema gravíssimo.

   Notícia completa aqui.



Publicado por Tovi às 15:02
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Domingo, 19 de Agosto de 2018
Aliança

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Se o novo partido do Santana Lopes for como o espumante vai seguramente ter várias tendências/variedades.  



Publicado por Tovi às 15:33
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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2018
Le Pen na Web Summit ?

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Depois de Paddy Cosgrave ter convidado Marine Le Pen para a Web Summit em Lisboa… depois desconvidada… e novamente convidada… sabe-se agora que afinal a líder do partido francês Frente Nacional já não faz parte da lista de oradores. Diz o organizador do evento que “based on advice we have received and the large reaction online overnight, her presence is disrespectful in particular to our host country" e eu continuo a dizer que vencer pelo PROIBIR é uma derrota a longo prazo.



Publicado por Tovi às 15:48
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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2018
ZEP ao Monumento Nacional Ponte da Arrábida

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   Rui Moreira no JN de 12Ago2018

Da Arrábida a Montebelo do PS ao PSD

Dois processos urbanísticos na cidade têm provocado a delícia dos inquisidores das redes sociais, normalmente em páginas anónimas de Facebook. Mas outras vezes são cidadãos, que na sua legitimidade, procuram 15 minutos de fama e, quem sabe, um lugarzinho futuro num cargo que lhes possa ser oferecido. E preocupam genuinamente cidadãos normais. É a esses que me dirijo.
Um desses processos diz respeito ao estabelecimento de uma zona de protecção (ZEP) ao monumento nacional Ponte da Arrábida. Querem, de forma mais ou menos explícita, dizer que o presidente da Câmara tem ali interesses e que deixa construir prédios enormes no local. Ora, não apenas este presidente da Câmara nunca tomou qualquer decisão sobre capacidade construtiva naquele local, como não foi sequer no seu tempo que tal aconteceu.
Mais, a tal ZEP não apenas não impede construção, como não revoga direitos adquiridos. Na verdade, a solução urbanística em curso no projecto da Arcada, na Arrábida, nada têm a ver com a ZEP, pois é anterior. Mas, numa altura em que até o PS entra na demagogia sobre o assunto, é preciso que seja dito, por ser verdade, que foi um seu vereador, o Arquitecto Manuel Correia Fernandes, quem aprovou o último PIP, com a configuração e dimensão do que está a ser construído. É com base nessa decisão, que nunca partilhou comigo, porque não tinha que o fazer, que os edifícios estão a ser construídos.
Ligar isto a outros empreendimentos, tentando antecipar alterações de uso do solo noutros terrenos, decisão essa que só poderá ser eventualmente ponderada quando integrada no processo de revisão de PDM, é um acto da mais pura demagogia e é mentira. E isso eu repudio e não compreendo, sobretudo quando também vem de vereadores do PS, que bem sabem que assim não é.
Outra coisa é se o presidente da Câmara gosta ou não de um empreendimento. Isso aplica-se na Arrábida, mas também na Rua de Montebelo, onde uma obra está embargada por decisão judicial.
O cidadão Rui Moreira não gosta e já o disse. Mas que fazer? Pode o presidente da Câmara cumprir o gosto do cidadão Rui Moreira, revogando direitos anteriores? Não pode. Caso o fizesse, estaria a lançar a Câmara para um processo que acarretaria custos imprevisíveis. Na Rua de Montebelo como na Arrábida.
Aquele prédio na Foz Velha, naquele local e com aquela volumetria corresponde a um loteamento aprovado em 2005 era o Dr. Rui Rio presidente da Câmara. Foi aprovado com parecer favorável do IPPAR (actual DGPC).
O que é discutido é uma mera alteração do uso do edifício.
Essa alteração do loteamento foi objecto de parecer favorável condicionado da DGPC. Com base nesse parecer, o vereador do PS, Manuel Correia Fernandes, creio que bem, não viu problema na mudança de uso e deu o seu aval. E não me consultou sobre essa sua decisão. Não tinha que o fazer. E não pediu novo parecer à DGPC. E não me deu disso conhecimento. Não tinha que o fazer. E é isso, apenas isso que está em causa. Não o local da construção ou a dimensão do prédio.
Um cidadão, chamado Fernando Braga de Matos, advogado, vizinho da obra, decidiu contestá-la, constituindo com outra pessoa uma associação que funciona num heathclub na Foz. Está no seu pleno direito.
Mas a Câmara cumpre a lei e cumpre o PDM, que é a nossa maior lei urbanística. Quem a aplicou neste caso, permitindo a construção, foram vereadores eleitos pelo PSD e pelo PS. Estranho é que esses dois partidos tenham agora adoptado a cartilha dos que em tudo o que mexe vêem mal e especulação, menos quando a casa é a sua casa. Porque aí, para as suas casas ou para os seus negócios, suspende-se a lei e a indignação.
O Rui Moreira não gosta nem de um nem de outro empreendimento. Mas o que que interessa é se eles cumprem a Lei. E, segundo os vereadores do PS e do PSD que os aprovaram, ambos cumprem. Enquanto presidente, defendo as suas decisões, mesmo quando são contestadas e mesmo que, agora, esses partidos, que andam de mãos dadas, me ataquem. Porque essa a obrigação do presidente da Câmara.
Outra coisa é termos ontem assistido ao PS a sugerir que há excesso de zelo da Câmara. É que, no meio de tudo isto, alguém denunciou obras ilegais na casa do cidadão Fernando Braga de Matos, o tal que contesta o uso do prédio seu vizinho. A câmara deu cumprimento à lei e tentou fiscalizar como é sua obrigação. Imagine-se que este defensor da lei e dos costumes da Foz, que não quer idosos como vizinhos, tentou não ser notificado, não abriu a porta aos fiscais e não lhes mostra os anexos e a piscina que alegadamente construiu no terreno atrás da sua casa, em plena Foz Velha que diz proteger e assim foi preciso pedir mandado judicial. Como manda a Lei.
E o PS acha que a Câmara deveria, neste caso, abster-se de cumprir a lei? O mesmo PS que aprovou os PIPs da Arrábida e que aprovou a obra na Rua de Montebelo e o mesmo PS que achou que a DGPC não tinha que ser consultada?
Pois eu, ao contrário, defendo as decisões dos meus vereadores, mesmo dos que, sendo do PS, fizeram parte da solução governativa anterior. Mesmo, como foi o caso, quando nada me deram conta acerca destes licenciamentos e aprovações, na Arrábida ou em Montebelo, e que fizeram, certamente, de forma conscienciosa; e convictos, como eu estou, de que estavam a cumprir a Lei.

 

   Rui Sá no JN de 13Ago2018

Basta!

No dia 14 de maio, escrevi aqui um artigo intitulado "Incompetência ou crime?" onde abordava o facto de, incompreensivelmente, ter ficado incompleto o processo de definição da chamada ZEP - Zona Especial de Proteção da Ponte da Arrábida, classificada em 2013 como monumento nacional. "Esquecimento" que fez com que apenas uma área de 50 metros para montante e jusante da ponte ficasse protegida...
Passado este tempo todo, o Ministério da Cultura ainda não respondeu à pergunta dos deputados do PCP sobre as razões para o processo ter ficado parado nas secretárias (?) de alguém dos organismos que controla.
Mas eis que, no passado dia 27 de julho, a Direção-Geral do Património Cultural publica um anúncio com a sua intenção de propor uma ZEP para a Ponte da Arrábida, intenção essa que fica em discussão pública pelo prazo de 30 dias úteis (que praticamente se reduz ao mês de agosto, período tradicional de férias em Portugal, o que me deixa logo fulo).
Os documentos que pude consultar eletronicamente deixaram-me indignado. Depois de o processo ter andado em bolandas entre a Câmara do Porto e a DRCN-Direção Regional de Cultura do Norte, lá se fez, no dia 24 de abril de 2018, a reunião entre as duas entidades. Aí, a Câmara do Porto referiu que, relativamente aos mamarrachos em construção na marginal, a jusante da ponte e que inclui uma torre com 16 andares, e na via panorâmica Edgar Cardoso, também a jusante, mas à cota alta com um prédio com 6 andares, nada há a fazer, dado o estado adiantado dos processos. Mas a Câmara do Porto, a 30 de abril de 2018, propõe, por email, uma nova alteração relativamente à ZEP proposta pela DRCN: "a criação de uma nova "área urbana 3" em terrenos atualmente inseridos em área verde no PDM". E, aqui, estamos perante um escândalo! De facto, os terrenos a que a Câmara propõe dar edificabilidade (salvaguardando-o na ZEP!) são, nem mais nem menos, aqueles que a Selminho (empresa que pertence à família de Rui Moreira) reclama como seus! Sendo que, à proposta que a Câmara apresenta está subjacente uma alteração do uso do solo (que passa de zona verde a zona edificável), o que implica uma alteração ao PDM.
Isto mostra bem como a Câmara tudo tem feito, nos últimos anos, para salvaguardar o direito de construção daqueles terrenos (algo que, até à entrada de Rui Moreira sempre contestou!). Sendo ainda mais escandaloso que o faça quando é a própria Câmara que reclama em tribunal que esses terrenos são seus (e que foram indevidamente apropriados por terceiros com recurso à figura de usucapião). Será que a Câmara, se voltar à posse dos terrenos, quer lá construir? Ou está a dar mais um tiro nos pés para perder a ação pela posse desses mesmos terrenos?



Publicado por Tovi às 16:00
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Domingo, 12 de Agosto de 2018
Amêijoas à Bulhão Pato

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As amêijoas já estão a ser depuradas... e mais logo vão ser preparadas "à Bulhão Pato". Mas ainda tenho que ir comprar um raminho de coentros ao supermercado da esquina, que sem esta ervinha as conchinhas não têm piada.

 

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«Chico Gouveia» - Acrescentar um nadica de vinho do Porto branco. Bulhao Pato não mandava, mas mando eu. Atenção: nada de vinho branco. É o vinho do Porto que o substitui. O Bulhao Pato era um forreta.

«David Ribeiro» - Essa do Porto Branco não é má ideia... mas eu vou refrescar as amêijoas com o mesmo vinho que vai acompanhar a refeição, um branco da Adega de Vila Real.

«Augusto Duarte Silva» - Teu Cunhado tantas vezes as fez no Algarve... Uma delícia. Bom proveito e não te esqueças do pão para o molho... Abraço

«David Ribeiro» - O pãozinho vai ser regueifa... é domingo e cá em casa nunca falta neste dia da semana.

«Fernando Duarte» - recordo-me de uma vez ter lido uma tradução fantástica para francês, que dava o seguinte: "palourdes cuites dans un bouillon de canard", ou seja ameijoas cozidas num caldo de pato !

«Adao Fernando Batista Bastos» - Bom apetite!

«Cmc Nelo» - Bom proveito sr David

«David Ribeiro» - Cometi um erro nesta preparação culinária e os erros pagam-se caros. Em vez de espremer um limão durante a confecção resolvi cortar o citrino em pedaços e juntar às amêijoas. Ficou ligeiramente amargo, muito provavelmente efeito das cascas do limão. É com os erros que se aprende.

«Chico Gouveia» - É depois da confecção, logo imediatamente.



Publicado por Tovi às 11:12
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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2018
Socorro a animais no incêndio de Monchique

A associação IRA (Intervenção Resgate Animal) tem vindo a espalhar nas redes sociais o texto que abaixo transcrevo, mas a verdade não é esta, mas sim a que o médico veterinário Nuno Paixão nos diz. Já agora: A imagem não é de Monchique mas sim de uma lixeira a céu aberto numa favela brasileira.

 

   IRA (Intervenção Resgate Animal)

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**VERGONHA NACIONAL EM MONCHIQUE**
(FOTO ILUISTRATIVA)
(Noticia VERDADEIRA e relatada por amigos meus que estão no terreno! Nos arrancamos de Viana do Castelo este fim de semana para Monchique).
ANIMAIS PRIVADOS DE RESGATE SÃO DEIXADOS PARA MORRER E NÃO POR FALTA DE RECURSOS
"Um enorme grupo de associações, particulares e médicos veterinários voluntários montaram uma mega operação de intervenção e resgate de animais vítimas de incêndio para a qual tinham as devidas autorizações.
Montaram as tendas e iniciaram o trabalho que depressa deu frutos pois resgataram dezenas de animais entre os quais burros, ovelhas, galinhas, gatos e cães em articulação com as restantes entidades envolvidas.
Tudo corria bem até ao momento em que a segunda comandante operacional nacional da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar, recusa toda e qualquer ajuda veterinária na zona, e inclusive deu ordens para desmontar a tenda de apoio veterinário.
Qual não é o nosso espanto quando voluntários da Guarda chegam à Vila de Monchique e se deparam com um centro de operações onde impera a confusão. A Protecção Civil foi peremptória e diz que os animais não são prioridade e não passa ninguém. As poucas e reduzidas equipas que se encontram no terreno a resgatar animais fizeram-no sem autorização da Protecção Civil.
O mais caricato e que revela bem as prioridades neste país à beira mar plantado é o facto de o Veterinário Municipal andar no terreno a enterrar cadáveres de animais. Os vivos já nos deixaram claro que não são prioridade.
No centro de operações amontoam-se donativos. Não se permite sequer levar água e alimento aos animais da área afectada quanto mais resgatá-los.
No centro de operações existem alguns cães trazidos pelos donos ou que conseguiram chegar sozinhos ao Centro.
Os cães trazidos pelos donos ficaram no centro de operações porque evacuaram os donos de autocarro e não os permitiram fazer-se acompanhar do seu cão... pior do que isso foi nem sequer terem ficado com os dados dos detentores para que depois se lhes possa fazer chegar o animal. Tantos locais se ofereceram para acolher os animais e ninguém tem o cuidado de identificar os detentores. Os animais são duplas vítimas deste tipo de calamidade. Vitimas do incêndio e vítimas da indiferença!
Achámos que íamos encontrar equipas apoiadas para abeberamento, alimentação e resgate dos animais vítimas de incêndio. Afinal são voluntários preparados para ajudar.
Há veterinários de todo o país interessados em participar em intervenção e resgate animal em caso de incêndio mas para o Estado eles não são uma prioridade.
Sabemos que Joao Ferreira está no terreno e que um veterinário está a tratar de burocracias que lhe permitam entrar em propriedade privada para o resgate de alguns animais pois neste momento só podem resgatar os que conseguirem chegar até eles 😞
A equipa IRA - Intervenção e Resgate Animal está a organizar-se para seguir para o terreno para fazerem aquilo a que se propõem há muitos anos e não aceitam um não como resposta.
E nós também não! Afinal somos portugueses e os animais são nossos! Vamos apoiar o IRA e fazer chegar-lhes todos os donativos que fazem falta no terreno. Entre na página e informe-se acerca dos pormenores."

 

   Médico veterinário Nuno Paixão / ANAFS (Associação Nacional dos Alistados das Formações Sanitárias)

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ESCLARECIMENTO IMPORTANTE:
Corre nas redes sociais, uma informação de que a nossa 2.ª Comandante Operacional Nacional, da ANPC, Patrícia Gaspar. foi contraria e antagonista ao salvamento de animais. É MENTIRA, É MENTIRA!!!!
Se houve antagonismo ou repressão de alguns grupos de voluntário, de CERTEZA que não foram de Patrícia Gaspar. Pessoa competente, capaz, eficaz, comunicadora nata e dotada de uma grande sensibilidade humana e sensibilidade para com os animais e seu sofrimento.
A colaboração com a ANAFS, em concreto, foi maravilhosa e sempre cooperante. Houve uma altura que realmente, devido ao afluxo de grande numero de voluntários, foi necessário, por questões organizacionais e de segurança, impor algumas regras, normas e protocolos mas em momento algum o socorro a animais foi proibido.
A ANAFS nunca foi bloqueada, teve acesso a todas as áreas, cumprindo normas de segurança, com cooperação, colaboração e integração nos sistemas que actuavam no momento e no local.
Como em todas as situações desta natureza, há muito a melhorar, óbvio que sim, mas do ponto de vista de socorro animal, esta operação, foi a que maior apoio institucional tivemos. A cooperação, articulação, integração e inter ajuda, entre ANAFS, Sistemas de Protecção Civil e Médica Veteinária Municipal de Monchique, Dra. Ana Silva, foi EXCELENTE.
Espero que este post, seja tão partilhado ou mais do que o post injusto, difamatório e mesmo prejudicial para uma medicina veterinária de catástrofe séria, competente e eficaz que tanto lutamos desde 2007.
Se houve bloqueios aos grupos de voluntários, não digo que não possam ter havido, não foram da responsabilidade da nossa Comandante Operacional Adjunta, Patricia Gaspar, de quem só podemos afirmar que tivemos apoio, compreensão e ajuda institucional.
Obrigado a todos por tudo



Publicado por Tovi às 17:41
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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2018
Um incidente na sessão de ontem da AMPorto

Foi assim… mas já era expectável, ou eu não os conhecesse.

 

   Abel Coentrão do jornal Público

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Presidente da Assembleia Municipal acusado de tentar coarctar liberdade de expressão - Munícipe Tatiana Moutinho acabou por conseguir intervir na reunião desta noite, mas foi interrompida quando acusou deputado de racismo.
Vários representantes da oposição na Assembleia Municipal do Porto reagiram com incómodo, e críticas, à forma como o presidente deste órgão, eleito pelo grupo de Rui Moreira, tentou condicionar a intervenção de uma munícipe, no período dedicado ao público. Por causa da discussão gerada por este caso, a reunião que decorreu esta terça-feira à noite prolongou-se, por mais 40 minutos, já para a madrugada de quatra-feira, num debate aceso sobre racismo e sobre liberdade de expressão.
Rui Moreira já não estava na sala quando o episódio se começou a adivinhar. Terminado o período da ordem do dia de uma sessão relativamente calma, e que até começara com um voto de pesar, unânime, pela morte do antigo líder do BE João Semedo, elogiado por todos pela forma recta, frontal e leal com que conduziu o seu percurso político, Miguel Pereira Leite abriu o período do público e chamou a munícipe em causa. Mas, sabendo, de antemão, que Tatiana Moutinho pretendia fazer declarações sobre um deputado da maioria, acusado de racismo por causa de um post do Facebook, tentou impor-lhe condições e balizar a intervenção, em modos que a levaram, inicialmente, a desistir de falar.
Aproveitando o facto de a munícipe se ter identificado como candidata nas listas do Bloco a esta assembleia, num e-mail que esta lhe enviara com questões sobre o caso envolvendo o deputado municipal António Santos Ribeiro, Miguel Pereira Leite chegou a tratá-la, mais do que uma vez, como “sr.ª candidata”. Argumentou, a dado momento, que a cidadã em causa poderia intervir “sobre assuntos de interesse para o município”, mas convidou-a a assumir o lugar de um dos camaradas, numa sessão, para poder fazer uma intervenção “política” sobre a Assembleia Municipal em defesa da qual garantia, como presidente, estar a agir, ao impedir alguém de “insultar qualquer um" dos membros.
Ainda antes de o centrista Raul Almeida, do grupo de Rui Moreira, lhe agradecer o facto de “preservar o estatuto da assembleia”, o líder deste órgão foi interpelado pelo socialista Gustavo Pimenta, que “preocupado, perturbado”, com o que acabara de assistir, o acusou de “exorbitar os seus poderes”, ao tentar condicionar a priori, o teor da intervenção da munícipe. “Não creio que possa ser coarctada a liberdade de se pronunciar”, insistiu, usando uma expressão que viria a ser repetida, minutos depois, pela deputada bloquista Susana Constante Pereira. Que via no episódio “uma preocupante concepção de democracia”.
“O facto de a senhora ter sido candidata não lhe retira direitos. O sr. presidente não esteve bem”, atirou de seguida o comunista Artur Ribeiro, num momento em que Miguel Pereira Leite, depois de insistir na posição inicial, já dizia que a munícipe poderia falar, desde que, insistia, respeitasse a assembleia. Esta voltou a pegar no microfone, mas acabou por ser interrompida e impedida de continuar depois de acusar o deputado António dos Santos Ribeiro – ou David Ribeiro, no Facebook – de racismo e incitamento ao ódio num post sobre romenos, acampados perto de sua casa, que mereceu uma queixa da SOS Racismo.
Espectador atento de tudo isto, em sua própria defesa, o deputado em causa tentou fintar a polémica com uma curta declaração. "Se eu, que até sou adepto do Boavista, disser que um jogador mexicano do FC Porto não joga nada é considerado racismo?" A pergunta não obteve resposta, mas o caso fez o deputado Pedro Baptista levantar-se do “banco” para a intervenção mais exaltada da noite, na qual defendeu o amigo e “grande democrata” e acusou os críticos de preferirem expor o “folclore de preconceitos ideológicos” em vez de se preocuparem com a lixeira que o deputado denunciara e apelarem aos serviços públicos para resolverem o problema.
“Vocês não passam de demagogos e oportunistas”, acusou, inflamado pelo debate, o antigo parlamentar socialista que foi eleito pelo grupo de Rui Moreira e para quem não há problema nenhum em associar a situação em causa a quem a provoca, porque David Ribeiro o faria naturalmente se estivessem em causa “dinamarqueses ou lisboetas”, em vez de romenos, garantiu. A intervenção haveria de merecer, mais tarde, reparos do comunista Artur Ribeiro, que a considerou “absolutamente lamentável” e digna, essa sim, notou, de interrupção por parte de Miguel Pereira Leite.
Perante um estreante deputado substituto do PAN, Ernesto Morais, impressionado com o que ia testemunhando – “a resposta da assembleia não foi digna”, sentenciou – ainda houve tempo para mais algumas trocas azedas de palavras. O deputado bloquista Pedro Lourenço disse-se "envergonhado com a actuação" do líder deste órgão, que tomou a crítica, vinda de quem vinha, "como um elogio". Os apartes entre bancadas ainda continuaram, durante uma outra intervenção de Carla Leitão em defesa de David Ribeiro, e contra quem o acusava, “injustamente”. A sessão acabaria já pelas 00h35 com Miguel Leite Pereira a regozijar-se pelo início das férias. “Em Setembro voltaremos mais tranquilos”, suspirou.



Publicado por Tovi às 15:58
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Domingo, 22 de Julho de 2018
Ciganos romenos no Porto

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Não, não sou racista nem xenófobo, mas sou declaradamente contra quem recusa qualquer tipo de ajuda social e prefere continuar a viver da mendicidade, do pequeno furto e a dormir em jardins e espaços públicos, conspurcando os terrenos que são de todos nós e para uso de todos os cidadãos.
No último ano a zona da Rotunda da Boavista, especialmente o triângulo formado pela avenida da França, rua Domingos Sequeira e rua 5 de Outubro, tem sido o "dormitório" de um grupo de 20 a 30 romenos, maioritariamente mulheres e jovens, que criaram um autêntico martírio aos residentes e comerciantes da zona. Às entradas dos prédios deixam lixo, quando podem entram nas garagens e rapinam tudo o que encontram, nos supermercados roubam mais do que compram, e só agora parece haver uma acção concertada das autoridades, municipais e policiais, para tentar resolver este flagelo.
Qual a solução?... não sei nem sei se alguém sabe, mas há que refletir sobre a situação e encontrar rapidamente formas eficazes de proteger os cidadãos destes energúmenos.

 

   Censura do Facebook

O Facebook acaba de censurar este meu último post sobre um trabalho que estou a fazer sobre a comunidade cigana da Roménia na cidade do Porto. Contestei… mas não adiantou nada.

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Publicado por Tovi às 14:36
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Terça-feira, 10 de Julho de 2018
Estão todos salvos

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mw-680.jpegO poder actualmente instalado na Tailândia não é de forma alguma um governo recomendável, mas temos que reconhecer que neste caso de salvamento das crianças retidas nas grutas todo o staff governamental se comportou de uma forma irrepreensível, não permitindo o "espectáculo" tão ao gosto da comunicação social europeia.



Publicado por Tovi às 21:54
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Domingo, 8 de Julho de 2018
Resgate de crianças na Tailândia

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Já se iniciou o resgate das crianças presas na gruta tailandesa. Vai ser uma operação complexa e difícil mas creio que está a ser executada com todos os cuidados necessários.

 

   15h00 de Portugal Continental

Em conferência de imprensa o governo tailandês congratula-se pelo sucesso do resgate até ao momento de QUATRO rapazes da gruta Tham Luang, acção em que estiveram envolvidos 90 membros das equipas de socorro, 50 dos quais estrangeiros. Dentro de 10 a 12 horas serão retomadas as operações de resgate, havendo para já necessidade de repor os níveis de oxigénio nos túneis.



Publicado por Tovi às 12:58
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Quarta-feira, 4 de Julho de 2018
A saga dos romenos aqui na minha zona continua

Ontem ao fim do dia foi assim:

 

CAM01007.jpgQuando eles chegaram para acampar, por volta das 19h30, depararam com o seu "condomínio fechado" completamente arrasado, um bom trabalho da Metro do Porto (pena foi que não tenham limpo todo o seu terreno). Vai daí os romenos foram montar a tenda num terreno na rua Helena Sá e Costa, mas foi sol de pouca dura, pois apareceu um carro patrulha da PSP e correu-os. Claro que mal os polícias se foram embora eles foram acampar nos canteiros da rua gen. Norton de Matos (mesmo ao lado onde estava o "condomínio fechado") e na passagem de peões do viaduto de Domingos Sequeira. E hoje de manhã cá temos a zona cheia de lixo.
Até quando temos que gramar estes energúmenos?



Publicado por Tovi às 10:06
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