"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Sábado, 28 de Novembro de 2020
Ministra assumiu estar cansada, mas recusa desistir

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Durante a primeira vaga desta pandemia várias vezes elogiei a ministra Marta Temido pela forma como estava a gerir o SNS no “ataque” ao vírus SARS-CoV-2, mas nesta segunda vaga parece-me ter falhado redondamente. Vejamos o que esta semana nos disse sobre o número de camas nas unidades de cuidados intensivos – dobraram as camas em UCI – mas ao que consta as camas existem, não havendo porém pessoal qualificado suficiente para as tornar operacionais. Poder-se-ão desviar médicos, enfermeiros e demais técnicos hospitalares de outros serviços, mas quem vai “pagar” vão ser os doentes doutras patologias. Também a vacinação contra a gripe foi um desastre, havendo neste princípio de dezembro milhares de portugueses à espera de uma vacina. Há quem diga que no meio de uma batalha não se mudam os generais… mas mais vale um simples mas bom sargento do que um mau oficial superior.

É verdade que a manta é curta e se a puxarmos para cima ficam os pés de fora e se taparmos os pés apanhamos frio na cabeça... mas já vamos no oitavo mês de pandemia pelo que já era exigida uma outra forma de "atacar" as dificuldades. Esperemos que a prometida vacinação contra a Covid-19 não seja um desastre... para já algumas afirmações e logo de seguida os desmentidos, não auguram nada de bom.
 
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Altino Duarte - Não posso ter uma opinião formada e justa sobre a Ministra Marta Temido mas parece-me também arriscado possuir certezas sobre a sua competência a partir de declarações ou de medidas tomadas que porventura possam ser discutíveis e até contestadas pelos vários orgãos do SNS, muitas vezes tornadas públicas e nem sempre correctas pela C.S. Os profissionais em cuidados intensivos não se formam com a rapidez que a pandemia justificaria e, por isso, não estou a ver outra solução que não seja a deslocação de médicos, enfermeiros e outros técnicos de saúde, embora não especializados, de outros serviços das unidades hospitalares para as UCI. Pois, quem vai "pagar" são os doentes de outras patologias mas, assim sendo, porque razão uns responsáveis por esses estabelecimentos hospitalares têm um procedimento de acordo com o problema e outros não, isto é, porque razão uns funcionam apesar de todas as dificuldades relativamente bem e não acontece de forma idêntica nos demais? Há muitas críticas sobre casos concretos nomeadamente nos Centros de Saúde devido à sobrecarga que a pandemia trouxe ao seu funcionamento ( já antes do Covid alguns deles não eram bons exemplos) mas é justo que se faça esta pergunta : porque razão nuns as coisas também funcionam melhor que noutros? Porque razão há utentes que não se queixam do modo como a administração das vacinas se verificou em determinados locais e estão vacinados e há outros que estão descontentes porque o mesmo não se passou nas unidades a que pertencem? Sempre foi assim e continua a ser, há instituições ( públicas e privadas) que funcionam de forma diferente. E tendo o MS a estrutura que se imagina, os inúmeros orgãos e profissionais que comporta, será justo que nestes tempos trágicos da pandemia se questione a competência da ministra Marta Temido ? Poder pode, como é evidente, fazer uma apreciação de quem é o responsável máximo pela Saúde mas alguém terá conhecido na vida alguma instituição pública ou privada cujo funcionamento tenha sido de uma completa impecabilidade? Pela minha parte digo já que não conheci nenhuma. E muitas delas tidas como exemplares, a todos os níveis, por muito boa gente...

David Ribeiro - Sim, Altino Duarte, isso que diz é tudo verdade... mas uma das funções de um ministro é criar condições para funcionar todo o seu ministério e para isso a Saúde tem uma estrutura (pesada) espalhada por todo o país. Como várias vezes já se verificou o centralismo do Terreiro do Paço não consegue chegar à população. Ainda há pouco tempo e na impossibilidade de marcar uma consulta urgente para a minha mulher (dois meses com telefonemas e e-mails não respondidos) vi-me na necessidade de reclamar à Entidade Reguladora da Saúde... curiosamente (ou não) dois dias depois estavam a marcar-me a consulta. Isto não pode continuar assim.

 

   Situação hospitalar em Portugal
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Publicado por Tovi às 07:36
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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2020
Que Regionalização queremos?

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A pandemia que se vive e as respostas que a situação implica, a vários níveis, deveriam servir para o país chegar à conclusão que a proximidade ajuda a encontrar soluções, defendeu hoje o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, numa intervenção na conferência “Que Regionalização queremos?”, organizada em Setúbal pelo Jornal de Notícias.

Num painel em que procurou dar resposta à questão “Há ou não condições políticas para fazer a regionalização?”, Rui Moreira encontrou nas circunstâncias que o país e o mundo vivem mais um exemplo das vantagens da proximidade. “Se dúvidas tivéssemos, no primeiro abanão desta pandemia vimos que foram os autarcas que tiveram de ir atrás do prejuízo e tentar resolver questões que em Lisboa, naquelas intermináveis conferências, não eram tratadas. Parecia o momento para compreender que a regionalização era mais necessária”, vincou.
Há grandes diferenças socioeconómicas entre as várias regiões do país e podíamos resolver melhor os problemas dos cidadãos numa política de proximidade.
“Este é um tema incontornável para mim, que me tem preocupado há muitos anos”, assumiu Rui Moreira, reiterando as críticas ao modelo de descentralização apresentado: “Não é mais do que uma tarefização. Aquilo que querem, objetivamente, é que nós tratemos daqueles trabalhos que são uma maçada para o Estado, não compreendendo que o país é tão diferente. Há grandes diferenças socioeconómicas entre as várias regiões do país e podíamos resolver melhor os problemas dos cidadãos numa política de proximidade”.
A pandemia tornou isso evidente, acrescentou o presidente da Câmara do Porto. “Olhem para o que está a passar-se. Milagre português? Não vi milagre nenhum. Não fizemos melhor nem pior do que os outros. Mas vi os autarcas a porem as rodas a andar para compensar aquilo onde o Estado fracassou. Isto não foram os incêndios, isso é um dia. Aqui nós fomos avisados, vimos o que aconteceu na primeira vaga”, lembrou.
Este fracasso reflete-se em medidas que se revelam desajustadas, embora sejam tomadas por razões benignas. “Por exemplo a proibição de sairmos do concelho. Há uma lógica centralista, não compreendem a realidade nacional. No Porto temos a Circunvalação, que divide Porto e Matosinhos. E, nos próximos fins de semana, vamos ser proibidos de fazer inversão de marcha. Se eu for fazer o teste ao Queimódromo, tenho de ir dar uma volta grande para voltar para casa. Não conhecem o território. Nada disto é culpa das pessoas, é culpa de um sistema que não querem mudar”, frisou Rui Moreira.
Paralelamente às medidas administrativas, o presidente da Câmara do Porto defendeu no programa “É ou não é?”, na RTP1, que o Governo tem de apoiar mais as empresas e famílias, com um reforço de medidas que promovam uma retoma acelerada da economia.
“Tema permanentemente adiado”
Numa perspetiva histórica sobre a regionalização, o presidente da Câmara do Porto considerou tratar-se de “uma velha história”. “Foi uma promessa da 1.ª República, nunca concretizada. Era um dos argumentos republicanos no 5 de outubro. A 2.ª República nunca o quis fazer e a 3.ª desistiu de o fazer. É um tema permanentemente adiado”, lamentou.
As eleições presidenciais do próximo ano poderiam ser uma oportunidade para fazer esse debate, salientou Rui Moreira, deixando um desafio: “Era importante que a comunicação social tentasse agitar as águas, confrontar os candidatos, perguntar que país querem. Acham que depois da pandemia o país se vai conformar com ser o mesmo?”
Em abril de 2019, um estudo da Eurosondagem encomendado pelo Porto Canal mostrava que 43,4% dos portugueses votariam a favor da regionalização.
Acham que depois da pandemia o país se vai conformar com ser o mesmo?
A necessidade de referendar a regionalização é um “alçapão”, prosseguiu o autarca. “Da mesma maneira que foi introduzido, também podia ser retirado. É para isso que uma Constituição é revista regularmente. Não pode servir de argumento”, sublinhou Rui Moreira, confessando não ser adepto de referendos. “Sou defensor de democracia representativa. Se elegemos e temos os nossos eleitos, devem ser eles a representar-nos nestas matérias”, explicou.
“É absolutamente inaceitável que se continue a dizer desta forma ardilosa: pois, é o referendo. Se é essa a questão, avancemos. Objetivamente, os partidos ficaram presos na armadilha que eles próprios montaram. É um bocado como o caçador que resolve montar umas armadilhas, e um dia, andando para trás com o fuzil na mão, fica preso nas armadilhas que ele próprio montou, e não caçou nenhum javali”, ilustrou o presidente da Câmara do Porto.
As críticas aos recursos pesados que a regionalização implicaria não colhem junto de Rui Moreira. “Não é ter mais gordura no Estado, é ter um Estado mais ágil. É substituir o elefante pelo antílope, como se diz em África. Mas esta não é a vontade dos principais partidos”, constatou o autarca, convidando os críticos a verificar onde é que o número de funcionários acresce e onde é que esse número decresce.
“Se acham que a democracia é cara, que precisa de muita gente, então formem um partido para acabar com a democracia. Manda só uma pessoa. Eu acho melhor que as pessoas possam participar, que os políticos não tenham exclusividade, que possam ter outras atividades. A diabolização da democracia, através desses argumentos, vai inexoravelmente levar a regimes autoritários. Fico horrorizado com esse argumento, mas esse argumento começa a fazer o seu caminho”, acrescentou Rui Moreira, traçando um paralelismo com a história: “Quando a 2.ª República e o Estado Novo surgiram, foi por isto: as pessoas, de repente, acharam que precisavam de alguém que tomasse conta deles. Eu não preciso que tomem conta de mim”.
Erosão das áreas metropolitanas
A inércia no processo de regionalização está, de resto, a ter efeitos nas áreas metropolitanas e outras estruturas supramunicipais, indicou ainda o presidente da Câmara do Porto, citando um exemplo concreto: “Na Área Metropolitana do Porto (AMP), progressivamente, tem havido um conjunto de concelhos limítrofes a tentar aderir, em busca de articular estratégias. Mas isso está a destruir a eficiência das áreas metropolitanas. Hoje, a AMP alargou-se a territórios de baixa densidade, onde não há movimentos pendulares que justifiquem”, resumiu.
Sem regionalização, o que acontecerá é que a nossa população vai concentrar-se em duas áreas metropolitanas.
“O facto de a regionalização vir a ser adiada está a levar à destruição do contexto das áreas metropolitanas”, reforçou Rui Moreira, renovando o apelo por “um modelo que descentralizasse e desconcentrasse. Se não gostam de regionalização, chamem-lhe outro nome”.
“Já não somos capazes de ter soberania sobre um território de 90.000 quilómetros quadrados. Sem regionalização, o que acontecerá é que a nossa população vai concentrar-se em duas áreas metropolitanas. É isso que nós queremos? Ficarmos todos velhos e a morar à volta de Lisboa e do Porto? Não é isso que eu quero. A única forma de compensarmos isto é pela política. A política, feita com ética, é a coisa mais legítima que nós temos”, frisou o autarca.
Rui Moreira voltou ainda a lamentar o novo modelo de eleição das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, considerando que o processo representa o contrário da democracia. “Quem escolheu os candidatos foram duas pessoas: os drs. António Costa e Rui Rio. Eu não fui votar, porque não vou votar numa pessoa que era candidato único. O almirante Américo Tomás também foi eleito, mas foi um processo democrático? Foi exatamente o contrário, e as pessoas lá fora compreendem. É um total desrespeito pelas autarquias. Acham que isto é democracia?”, concluiu.
A conferência “Que Regionalização queremos?”, promovida pelo Jornal de Notícias e pela Câmara de Setúbal, contou ainda com painéis de discussão em que participaram outros autarcas, elementos dos grupos parlamentares representados na Assembleia da República e o ex-presidente da Comissão Independente para a Descentralização, João Cravinho.



Publicado por Tovi às 07:40
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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2020
Orçamento da cidade do Porto para 2021

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   Orçamento da cidade do Porto para 2021

O orçamento da cidade do Porto continua a crescer e, em 2021, será o maior de sempre. São 328,5 milhões de euros que espelham “uma política orçamental contracíclica” e “expansionista”, sublinha Rui Moreira na nota de abertura do relatório que é votado, na próxima segunda-feira, dia 30, pelo Executivo Municipal. Entre as novidades, destaque para a redução do IMI em 5%.
O reforço do investimento em mais 14,2 milhões de euros no orçamento municipal de 2021 (mais 12,5% comparativamente a 2020), não impede que o exercício financeiro atue igualmente pelo lado da redução da carga fiscal aos portuenses.
Desde logo porque, segundo o documento, o Executivo de Rui Moreira propõe a redução de 5% do Imposto Municipal Sobre Imóveis (IMI), uma das principais fontes de receita das câmaras municipais, que no Porto é já um dos impostos mais baixos do país.
Como atesta o presidente da Câmara do Porto na nota explicativa do relatório que será apreciado no início da próxima semana, apesar de este orçamento ter sido elaborado num momento atípico e de concentrar energias no investimento público, “que deve aquecer a economia, recorrendo se necessário à capacidade acumulada de endividamento”, houve margem para “aliviar a carga fiscal aos cidadãos e agentes económicos da cidade”.
“O IMI, para as famílias que residem em habitação própria, será por isso reduzido em 5% e muitas das taxas que incidem sobre a atividade da cidade terão valor zero para os agentes económicos”, informa Rui Moreira, no documento que prevê uma forte quebra da receita municipal, mas que, no atual contexto, de acordo com a política seguida pela maioria independente, não se escusa a crescer.
“Recorremos pois à capacidade de endividamento e ao equilíbrio financeiro de que dotámos o governo da cidade ao longo dos últimos anos, e propomos um orçamento com mais 13,5 milhões de euros”, adianta o presidente da Câmara do Porto, dizendo ainda que esta é “a constatação de que as 'Contas à moda do Porto' e a 'Dívida zero' foram sempre mais, muito mais, do que um slogan”.
Rui Moreira já ontem [24nov] à noite defendeu, na RTP1, que é em alturas de crise que o Estado deve assumir a dianteira dos investimentos e, se preciso for, endividar-se.
“Por isso 2021 terá como pano de fundo a política orçamental contracíclica que sempre assumimos. Antecipando-se uma fase baixa do ciclo económico, a política orçamental do Município para o próximo ano será expansionista. É expansionista, porque o Município conseguiu reembolsar a dívida histórica nos últimos anos, em que a economia privada foi motor do desenvolvimento. E porque, quando é inevitável que esse motor abrande, é o investimento público que deve aquecer a economia, recorrendo se necessário à capacidade acumulada de endividamento”, sublinha o autarca.
O PS, pela voz do vereador Manuel Pizarro, já manifestou que vai viabilizar o Orçamenti Municipal para 2021, o primeiro que introduz todas as propostas de todas as forças políticas, tanto as presentes no Executivo Municipal como aquelas que apenas têm assento na Assembleia Municipal.



Publicado por Tovi às 08:15
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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2020
Faz hoje 45 anos...

...que acabou a brincadeira, também conhecida por PREC   
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   DN de 25nov1975
Quando esta 2ª edição do DN saiu, já o PREC estava moribundo.
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   Mário Soares em "Um político assume-se"

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“O 25 de Novembro de 1975 foi extremamente importante para Portugal. Foi o virar de uma página, que podia ter sido trágica, e a restituição da Revolução de Abril à sua pureza inicial: a democracia pluralista de tipo ocidental, num Estado de Direito, civilista, respeitador dos Direitos Humanos e com uma dimensão social, marcada pela igualdade de oportunidades.” (Mário Soares em “Um político assume-se” - 2011)



Publicado por Tovi às 10:59
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Terça-feira, 24 de Novembro de 2020
Boas contas...

...feitas por gente que ama o Porto e os Portuenses  

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  Notícia do JN aqui



Publicado por Tovi às 10:30
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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2020
Mais algumas da série "repensar o Natal"

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Publicado por Tovi às 07:27
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Domingo, 22 de Novembro de 2020
Vizela 0 – 1 Boavista

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Com transmissão em direto pelo «Canal 11» - canal de tv da Federação Portuguesa de Futebol - tivemos hoje o jogo da terceira eliminatória da Taça de Portugal entre o Vizela e o Boavista. E a verdade é que a equipa axadrezada e o seu treinador não valem o estouro de um foguete… mas lá conseguimos ganhar com um bonito golo de Yusupha Njie, já no prolongamento.



Publicado por Tovi às 22:44
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Sábado, 21 de Novembro de 2020
Estado de emergência mantém-se

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Viram e ouviram a comunicação ao país do Presidente da República?... Eu gostei, porque não há dúvidas que é nestas alturas de GRAVE CRISE que temos de estar unidos… e depois virão tempos de fazer as contas e puxar as orelhas aos políticos que o merecerem.

...e eu até não morro de amores por Marcelo Rebelo de Sousa.
 
   Expressso
Acabou o discurso soft. Nove meses depois do primeiro estado de emergência, Marcelo Rebelo de Sousa voltou ao ponto de partida: é preciso falar verdade e a prioridade é a saúde. O Presidente alertou para uma terceira vaga, avisou que desta vez a transição tem que ser mais competente, e disse não hesitar em esticar a emergência até ser "necessário". Para o Governo, um aviso: "Não facilitem". Para as oposições, um conselho: "Há tempo para apurar responsabilidades e não faltarão eleições para isso".
 
   Jornal de Notícias

Alertando para a possível ocorrência de uma terceira vaga da covid-19 nos dois primeiros meses de 2021, Marcelo voltou a apelar à continuação dos esforços coletivos no sentido de conter a pandemia.

   Público
O Presidente da República prepara o país para viver em estado de emergência tanto tempo quanto for necessário para quebrar a curva de infecções, internados e óbitos, deixando antever que o Natal estará irremediavelmente afectado. “Não hesitarei um segundo a propor” a renovação do estado de emergência “a 23 de Dezembro”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, numa declaração ao país. 

   É só uma gripezinha... não é?
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A autorização para prolongar o estado de emergência a partir do próximo dia 24, até 8 de dezembro, teve votos contra do PCP, PEV, Chega, Iniciativa Liberal e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira, enquanto BE, CDS-PP e PAN se abstiveram.

   País com 4 zonas de risco diferente
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   Restrições para uma grande parte dos concelhos da Região Norte
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Publicado por Tovi às 07:59
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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2020
Perfeitamente de acordo com o Raul Almeida

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  Obervador - 20nov



Publicado por Tovi às 15:48
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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2020
Reações estranhas ao SARS-Cov-2

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A Organização Mundial da Saúde (World Health Organization) já reconheceu que ainda estamos longe de conhecer perfeitamente o SARS-CoV-2, vírus com reações estranhas perante o sistema imunológico do ser humano. Segundo alguns virologistas citados pela Lenta (portal de notícias da Rússia) a chamada “tempestade de citocinas” surge em outras infeções, como é o caso de ébola, sendo que distúrbios na coagulação do sangue (trombose) são característicos de outros casos de coronavírus e observados em casos de dengue, de febre hemorrágica da Crimeia-Congo e de febre hemorrágica com síndrome renal. Também se constata que a perda de olfato não é um sintoma exclusivo do coronavírus, pois é observada em mais de 20 vírus que invadem o organismo humano pelo nariz e atacam o nervo olfatório.

 

   Mais um caso aparentemente estranho
Jornal Público de 18nov - Há um caso de reinfecção de covid-19 em Portugal
Uma mulher de 48 anos residente na Grande Lisboa é o primeiro caso de reinfecção com o novo coronavírus conhecido em Portugal, com apenas três meses a separar o primeiro do segundo episódio de covid-19. As reinfecções com o novo coronavírus são raras, estando confirmadas por estudos científicos pelo menos cinco casos que ocorreram na Bélgica, Países Baixos, Hong Kong, Estados Unidos e Equador.



Publicado por Tovi às 07:33
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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2020
Legionella em Matosinhos, Vila do Conde e Póvoa

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Uma única morte que este surto de Legionella tivesse provocado já era grave… mas já vamos em 79 casos de infeção e nove vítimas mortais e AINDA não se sabe a fonte de contaminação.

 

   SNS - DGS
A Lei nº 52/2018, de 20 de agosto, estabelece o regime de prevenção e controlo da Doença dos Legionários, definindo procedimentos relativos à utilização e à manutenção de redes, sistemas e equipamentos propícios à proliferação e disseminação da Legionella e estipula as bases e condições para a criação de uma estratégia de prevenção primária e controlo da bactéria Legionella em todos os edifícios e estabelecimentos de acesso ao público, independentemente de terem natureza pública ou privada.

 

   21h01 de 17nov
A autoridade de saúde desligou as torres de refrigeração de duas indústrias em Matosinhos, por suspeitas de que possam estar na origem do surto de legionella que está a afetar os concelhos de Matosinhos, Vila do Conde e Póvoa de Varzim.

 

   Capa do JN de hoje
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   CM, às 18h12 de hoje
A empresa de produtos lácteos Longa Vida confirma, em comunicado, que "cumprindo as indicações da autoridade de saúde e na sua presença, a título preventivo, desligou de imediato as suas torres de refrigeração", na unidade de Perafita, em Matosinhos. A Administração Regional de Saúde do Norte tinha já indicado que, "como medida cautelar", a autoridade de saúde de Matosinhos "procedeu à suspensão do funcionamento das torres de refrigeração de duas indústrias, localizadas no concelho de Matosinhos".

   JN, 00h04 de 19nov
Duas torres de refrigeração da Longa Vida, em Perafita, e da Ramirez, em Lavra, ambas no concelho de Matosinhos, foram desligadas por suspeita de serem o foco de contaminação do surto de legionela que já fez dezenas de infetados e matou nove pessoas naquele concelho, em Vila do Conde e na Póvoa de Varzim. Os resultados das análises comparativas deverão ser conhecidos esta quinta-feira ou sexta-feira.



Publicado por Tovi às 07:58
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Terça-feira, 17 de Novembro de 2020
Separemos as águas entre o Chega e a CDU e o BE
Tenho muita consideração por Rui Lage, deputado à Assembleia Municipal do Porto na bancada do PS, e igualmente respeito e admiração tenho por seu pai, Carlos Lage, a quem o Rui se refere neste bonito texto.
Forte abraço, companheiros de muitas lutas.

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Que penoso é ver uma fatia assinalável da inteligência nativa usar das categorias políticas comuns para se referir a um fenómeno tão desprezível e grotesco como é o Chega. Um estrangeiro lusófono que hoje chegasse a Portugal e se pusesse a folhear a imprensa dos últimos tempos ficaria com a ideia de que o Chega é um elemento válido do regime, um peão experimentado no xadrez da direita, uma formação partidária apta para alianças parlamentares e entendimentos governativos, enfim, uma peça do mobiliário da nossa democracia e não o rato de rodapé que se esgueirou por um buraco para lamber o ranço da ignorância e do preconceito mais espúrio. A normalização do Chega é (quase) tão desprezível quanto o Chega. E não menos (ou até mais) funesta. E ela vem a pretexto do extremismo que segundo tais inteligências equipara o Chega aos ex-parceiros do PS na malograda "geringonça", uma analogia indecente e indesculpável para quem conhece o itinerário da nossa democracia e os rudimentos da história das ideias políticas. Com todos os seus anacronismos, o seu discurso calcificado, uns quantos votos de política externa cujo valor é essencialmente litúrgico e cuja única consequência é desconceituar quem os oficia, e sem escamotear os riscos a que nos expôs in illo tempore, o PCP teve um papel de relevo na construção do Portugal que temos, seja na resistência ao fascismo, seja na marca que deixou na Constituição de 76, seja até, a Sul, enquanto força autárquica respeitada e prezada. Nos últimos vinte anos, o Bloco de Esquerda estimulou e diversificou o debate político, criou raízes e agregou gente de elevada qualidade humana e intelectual; mesmo quando as suas propostas se revelam (no meu entender) irresponsáveis, despesistas, ingénuas ou moralistas, obedecem a uma ideia de justiça redistributiva e a um desígnio emancipatório nos antípodas das "propostas" peçonhentas que o sacripanta Ventura vocifera ou patrocina. Neste triste episódio, extremista parece ser também o ressentimento que a "geringonça" plantou bem fundo na cabeça de tantas pessoas informadas e preparadas mas a quem esmoreceu a razoabilidade e a capacidade de distanciamento. Sou insuspeito para dizê-lo: não só não morri de amores pela solução como ela me suscitava inúmeras reservas, algumas dissipadas com o passar do tempo, outras que mantenho. Não sou, sequer, um socialista de filiação marxista: Proudhon, passado pelo crivo de Antero de Quental, sempre me interessou muito mais (o que faz de mim, suponho, um "utopista pequeno-burguês"). Mas como homem de esquerda sinto-me indignado com esta miserável tentativa de meter a CDU e o Bloco na mesma prateleira do Chega por operação de geometria descritiva. O património doutrinário do meu partido resulta da separação das águas orquestrada por Mário Soares. Essa é uma separação que não só não renego como é ainda hoje pressuposto da minha militância no PS, mas a decência impõe agora que separemos as águas entre o Chega e a CDU e o BE. Enquanto as águas ainda são navegáveis.
Declaração de "interesse": O meu pai esteve preso cinco anos nos calabouços da PIDE, na cadeia da Machava, em Lourenço Marques, acusado de crimes contra a segurança do Estado e de atentar contra a coesão moral das Forças Armadas. Leram bem: cinco anos, de 69 a 73, dois dos quais em regime de solitária, naquela que tinha a fama de ser a pior cadeia de África, onde muitos detidos eram executados por privação de água e alimento e outros sucumbiam à tortura e aos espancamentos. O meu pai passou cá para fora listas de presos a quem estava reservada a morte por inanição. Na Machava, quase todos os presos políticos, ele incluído, professavam alguma forma de marxismo, que lhes adubava a revolta contra a dominação colonial. Ideais extremistas, parecidos com os do Chega, não é mesmo? Não me lixem.



Publicado por Tovi às 11:35
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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2020
Os LOBOS BONS de Montesinho
Gostava de ver um lobo? É difícil, pois eles ainda fogem mais de nós do que nós deles. Mas nada como tentar. O Nordeste transmontano é a nossa aposta.
 
   “Expresso/Revista E” deste último fim-de-semana
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Publicado por Tovi às 07:51
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Domingo, 15 de Novembro de 2020
O "milagre" da Suécia no combate à pandemia

Pois é... 
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   Valores atualiados ao dia de ontem
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Altino Duarte - O jornal "Público" de 3 de Maio trazia uma extensa entrevista dum epidemiologista sueco, Johan Giesecke, já reformado mas consultor das autoridades de Saúde do país que defendia o modelo que estava a ser seguido e que, na altura, já tinha sido abandonado no RU. Dizia ele que quando se fizessem as contas, se iria verificar que teriam morrido um número idêntico de pessoas em todos os países da Europa, isto é, as mortes seriam comparativamente iguais em cada um deles. Nessa altura já a Suécia, com uma população quasi igual à portuguesa apresentava o dobro das vítimas de Portugal, sendo que a maior parte das pessoas tinha mais de 70 anos de idade. Lembro-me que, na altura, muito boa gente acreditou, tanto lá como cá. Por ironia do destino vi, ontem, no "Expresso da Meia Noite" uma personagem que ultimamente muito se tem destacado como conhecedor destes assuntos do Covid fugir como o diabo da cruz quando a conversa parecia ir nesse sentido. Essa personagem, ex bastonário da Ordem dos Advogados e que me lembro de citar as declarações do epidemiologista sueco em causa , com as quais concordava, fez, aliás, uma triste figura no programa da SIC de ontem confrontando opiniões de médicos conhecedores do assunto e de primeiríssimo plano no combate à pandemia. Pelos vistos, o sistema sueco não funcionou e são as próprias responsáveis a admitir que as previsões estavam erradas...

David Ribeiro - Sem dúvida, Altino Duarte... e numa altura em que a própria WORLD HEALTH ORGANIZATION diz que ainda se sabe muito pouco sobre o SARS-CoV-2, acho uma piada do caraças aos epidemiologistas armados em "treinadores de bancada".



Publicado por Tovi às 11:37
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Sábado, 14 de Novembro de 2020
C u i d e m - s e ! . . .

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   Uma importante ajuda no combate à pandemia   
A Pousada da Juventude do Porto - Estrutura Distrital de Acolhimento Provisório para Pessoas com Teste Negativo à COVID.19, já está a funcionar e acolherá pessoas provenientes de estruturas residenciais de idosos que necessitem de segregar pessoas que testaram positivo. Integralmente financiada pela Câmara do Porto, que disponibiliza 300 mil euros, esta resposta foi criada em cooperação com a Comissão Distrital de Proteção Civil, a ARS-N e a Segurança Social.

 

   Situação hospitalar em Portugal
Situação hospitalar 14nov.jpg



Publicado por Tovi às 10:33
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