"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Quarta-feira, 19 de Junho de 2019
A Regionalização no "Manifesto X"

Manifesto X 19jun2019.png

O ser independente, na verdadeira aceção da palavra – Livre; Que se comporta com autonomia e não se deixa influenciar por algo ou alguém –, permite-me concordar com medidas programáticas dos mais diferentes quadrantes políticos. E na defesa da Regionalização eu estou com eles.



Publicado por Tovi às 10:08
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Terça-feira, 18 de Junho de 2019
Manifesto X

Pedro-Duarte_PSD.jpg

Foi ontem apresentado por Pedro Duarte, antigo líder da JSD, ex-secretário de Estado da Juventude e crítico assumido da liderança de Rui Rio no PSD, o MANIFESTO X.

Vejam aqui as primeiras 100 medidas

 



Publicado por Tovi às 11:53
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Segunda-feira, 17 de Junho de 2019
"Salas de chuto" no Porto

Captura de Ecrã (142).png

Li e reli no fim-de-semana o Relatório da Comissão de Acompanhamento da Toxicodependência da Assembleia Municipal do Porto que vai ser sujeito a apreciação na sessão extraordinária de hoje do órgão deliberativo da autarquia portuense. E como ao ter sido eleito deputado na Assembleia Municipal do Porto, pela lista de “Rui Moreira, Porto, o nosso partido”, me sinto na obrigação de votar não só de acordo com tudo o que fazia parte do Manifesto Eleitoral deste movimento, apresentado ao eleitorado na campanha eleitoral das Autárquicas2017 e sufragado pelos portuenses, mas também de acordo com a minha consciência, no que à criação de “salas de chuto” diz respeito a minha posição é: Avançar-se para unidades móveis para o consumo vigiado de drogas em estreita colaboração com organismos dependentes do Ministério da Saúde, a quem compete a primeira responsabilidade nesta matéria.

 

18jun2019

Depois da decisão política é a hora de os técnicos darem início aos trabalhos.

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Publicado por Tovi às 10:14
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Domingo, 16 de Junho de 2019
Como Afonso de Albuquerque conquistou Ormuz

Portuguese_Castle_(Hormuz).jpg

[Foto: Forte de Nossa Senhora da Conceição de Ormuz, ruínas na ilha de Gerun, atual Irão, no estreito de Ormuz, à entrada do Golfo Pérsico]

 

Afonso de Albuquerque é reconhecido como um génio militar pelo sucesso da sua estratégia de expansão ao procurou fechar todas as passagens navais para o Índico – no Atlântico, Mar Vermelho, Golfo Pérsico e oceano Pacífico – construindo uma cadeia de fortalezas em pontos-chave para transformar este oceano num “mare clausum” português, sobrepondo-se ao poder dos otomanos, árabes e seus aliados hindus.

A 6 de Abril de 1506 duas armadas partiram de Lisboa. Chefiando uma delas Afonso de Albuquerque seguia pilotando o seu próprio navio e em Socotorá os caminhos dos dois capitães separaram-se: Tristão da Cunha partiu para a Índia, indo apoiar os portugueses cercados em Cananor; Afonso de Albuquerque navegou com uma frota de seis navios e quinhentos homens rumo à ilha de Ormuz no Golfo Pérsico, um dos centros chave do comércio no oriente. No percurso conquistaram as cidades de Curiate, Mascate e Corfação, aceitando a submissão das cidades de Kalhat e Soar. A 25 de setembro de 1507, Albuquerque chegou a Ormuz precedido de uma temível reputação e rapidamente tomou posse da ilha na sequência de uma das maiores batalhas da história da marinha portuguesa, a 27. O rei local concordou tornar-se tributário do rei de Portugal. Passados poucos dias, chegou um enviado da Pérsia que vinha exigir o pagamento de tributo ao xá Ismail I. O emissário persa foi enviado de volta com a resposta de que o tributo seria apenas balas de canhão e armas, começando assim a ligação entre Albuquerque e o xá Ismail I (muitas vezes referido por Xeque Ismael), fundador do império safávida. Como fruto do acordo com o rei de Ormuz, imediatamente Albuquerque iniciou a construção do Forte de Nossa Senhora da Vitória em Ormuz (mais tarde renomeado Forte de Nossa Senhora da Conceição). A primeira pedra foi colocada com pompa e entusiasmo por Albuquerque em 24 de Outubro, com os seus homens de todas as condições participando nos trabalhos de construção. Contudo, na sequência da crescente contestação dos seus capitães, que reclamavam dos duros trabalhos e difíceis condições, vários navios desertaram para a Índia. Com a frota reduzida a dois navios e sem mantimentos, Afonso de Albuquerque foi forçado a abandonar Ormuz em Abril de 1508. Retornou a Socotorá, onde encontrou a guarnição portuguesa passando fome, e para reabastecer este assentamento assaltou navios muçulmanos e a cidade de Calhate (Barém). Voltou ainda a Ormuz e só depois rumou à Índia.



Publicado por Tovi às 07:59
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Sábado, 15 de Junho de 2019
Estreito de Ormuz e a História de Portugal

Fortress_of_Hormuz.jpg

Nestes dias muito se fala e irá falar do estreito de Ormuz , localizado entre o golfo de Omã a sudeste e o golfo Pérsico a sudoeste, e que tem na costa norte o Irão e na costa sul os Emirados Árabes Unidos e o enclave de Omã. Próximo da costa norte situam-se algumas ilhas - Kish, Queixome, Abu Musa e as Tunbs Maior e Menor - posições estratégicas enormes, funcionando como plataformas de controle do tráfego marítimo, por onde transita o escoamento de petróleo oriundo dos países árabes produtores da região, entre um terço e 40% do tráfego marítimo petroleiro mundial.

A história de Portugal está intrinsecamente ligada a estas paragens, pois na sequência da expansão portuguesa na Índia, em Outubro de 1507, Afonso de Albuquerque atacou a cidade de Ormuz, dominando-a, e quase consegui concluir a construção do Forte de Nossa Senhora da Vitória, se não fosse a deserção de três capitães portugueses (Motim dos Capitães). Foi forçado a abandoná-la em Janeiro de 1508. Em 1 de Abril de 1515, Albuquerque, já governador da Índia, regressou a Ormuz, onde reconstruiu a fortificação (Forte de Nossa Senhora da Conceição de Ormuz) e estabeleceu a suserania portuguesa, subordinada ao Estado da Índia. Data desta fase a descrição da cidade, pelo cronista português: "A cidade de Ormuz està situada em hua pequena ilha chamada Gerum que jaz quasi na garganta de estreito do mar Parseo tam perto da costa da terra de Persia que avera de hua a outra tres leguoas e dez da outra Arabia e terà em roda pouco mais de tres leguoas: toda muy esterele e a mayor parte hua mineira de sal e enxolfre sem naturalmente ter hum ramo ou herva verde. A cidade em sy é muy magnifica em edificios, grossa em tracto por ser hua escala onde concorrem todalas mercadorias orientaes e occidentaes a ella, e as que vem da Persea, Armenia e Tartaria que lhe jazem ao norte: de maneira que nam tendo a ilha em sy cousa propria, per carreto tem todalas estimadas do mundo /...../ a cidade é tam viçosa e abastada, que dizem os moradores della que o mundo é hum anel e Ormuz hua pedra preciosa engastada nelle" (João de Barros, Décadas da Ásia II, L. II cap. 2) No contexto da Dinastia Filipina, as possessões portuguesas em todo o mundo tornaram-se alvo de ataques dos inimigos de Espanha. Após a queda do Forte de Queixome, uma flotilha Persa com mais de 3.000 homens e o apoio de seis embarcações Inglesas, colocaram cerco ao Forte de Ormuz (20 de Fevereiro de 1622). Os Persas ofereceram ao comandante português da praça a ilha de Qeshm em troca de 500.000 patacas e o porto de Julfar, na costa da Arábia, recém-conquistado aos portugueses por uma força combinada de Árabes e Persas. A oferta, entretanto, foi recusada e, em poucos meses, a ilha de Ormuz era perdida para os Persas e seus aliados Ingleses (3 de Maio). A guarnição e a população portuguesa na ilha, cerca de 2.000 pessoas, foram enviadas para Mascate.



Publicado por Tovi às 07:37
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Sexta-feira, 14 de Junho de 2019
Misteriosos ataques... ou não?

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Comentários… ao gosto dos interesses de cada um:

Expresso, 14jun2019 - O Exército dos EUA divulgou um vídeo que alegadamente mostra um barco da Marinha do Irão a remover o que aparenta ser uma mina não detonada do casco do Kokura Courageous. Este petroleiro japonês e um outro norueguês, o Front Altair, foram atacados esta quinta-feira no Golfo de Omã. O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, […] afirmou que o Irão pretende impedir a passagem de petróleo através do estreito de Ormuz.

Instituto Estatal de Relações Internacionais de Moscovo, 14jun2019 - Isto é uma coisa muito perigosa. Surge logo a questão: quem pode estar por trás disto? Alguns começaram imediatamente a apontar para o Irão, mas sem provas nenhumas [...] Seria melhor que neste ambiente extremamente nervoso a investigação fosse realizada por entidades internacionais que possam obter resultados objetivos, em que todos poderiam confiar.

Expresso, 14jun2019 - Na sequência dos ataques, o ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, rejeitou as suspeitas americanas e lembrou que um dos petroleiros é japonês, tendo sido atacado durante a visita do primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, ao Irão num esforço para acalmar as tensões entre Washington e Teerão.

TVI24, em 14jun2019 - A ameaça no estreito de Ormuz - entre o Irão e Emirados Árabes Unidos - pode constituir-se, efetivamente, como um sinal de alarme e com efeitos na economia mundial: a administração para a energia dos EUA considera o estreito o pior "ponto de estrangulamento" do mundo, pior do que o estreito de Malaca, entre a ilha indonésia de Sumatra, Malásia e Tailândia, que liga o oceano Índico ao mar do Sul da China. Números citados pelo Guardian referem que em 2016 foram transportados através do estreito de Ormuz 18,5 milhões de barris de crude, comparados com 16 milhões através do estreito de Malaca e 5 milhões através do canal do Suez.



Publicado por Tovi às 11:05
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Quinta-feira, 13 de Junho de 2019
Morreu Aureliano Veloso

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Aureliano Veloso morreu aos 95 anos. Foi o primeiro presidente a ser eleito para a Câmara do Porto, como independente pelo PS, nas primeiras eleições autárquicas após o 25 de Abril.

Requiescat in Pace



Publicado por Tovi às 09:50
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Quarta-feira, 12 de Junho de 2019
Uma resposta como manda a sapatilha

O que escreveu Mariana Fernandes no Observador

Captura de Ecrã (139).png

Todo o artigo aqui.

 

Resposta de Nuno Santos à Mariana do Observador:

Cara Mariana

Não nos conhecemos. Pelo menos eu não a conheço. Mas não lhe envio emails anónimos nem faço comentários no Facebook anonimamente a insultá-la como agora é moda. Por isso assino esta mensagem e começo por deixar a minha declaração de interesses: sou chefe do gabinete do presidente da Câmara do Porto, mas escrevo-lhe a título pessoal, exclusivamente. Também fui assessor de imprensa e jornalista.

Ah! E sou benfiquista. E vou ao Dragão, onde sempre fui bem tratado. Sim, cara Mariana, no Porto, essa província ultraterrestre “lá do Norte”, admitem-se bons chefes de família como eu. E espante-se, até os deixam ir à bola que, “lá em cima” é sempre mais pequenina do que na capital do império (levantei-me ao escrever esta última parte).

Por isso, assim como a minha opinião não compromete o Porto, calculo que a sua não há-de comprometer a Lisbogal e que nem todos os lisboguetas darão colinho às suas crónicas.

Mas vamos ao que interessa e que é razão pessoal desta minha mensagem.

Escreve a jornalista Mariana na sua peça no Observador intitulada “Portugal ganhou e foi festa rija. Rijinha. Assim assim”, várias coisas que me provocam interrogações:

  1. Quis apenas ser engraçada e não teve sorte?
  2. Escreveu a sua peça já no Alfa-Pendular sem ar-condicionado que agora parte mais cedo do Porto em direcção a Lisboa e não chegou a assistir a nada?
  3. Esteve no mesmo Estádio do Dragão que, cheio, se vestiu de vermelho e aplaudiu de pé o Ruben Dias?
  4. Sabe onde fica a Avenida dos Aliados, já lá esteve, sabe qual a sua dimensão?
  5. Tem conhecimentos matemáticos que lhe permitam distinguir “centena” de “milhar” e de “dezenas de milhares”?

Mariana, as zonas em frente às Câmaras Municipais não são todas pequenas como em Lisboa. Aqui no Porto – terra que fica perto de Ermesinde onde, comos se sabe, as há das boas – há duas praças e uma avenida, que comportam dezenas de milhares de pessoas que, às vezes, festejam coisas pouco importantes.

Coisas como títulos europeus de futebol, passagens de ano de fazer inveja e festas de São João onde, realmente, curtimos. Qualquer delas insignificante quando comparada com uma chuvinha mais forte na capital, com o título da distrital do Massamá (com todo o respeito pelo Massamá) e, claro, com os estonteantes desfiles de Santo António, que o serviço público de TV se obriga a mostrar à província.

Sobre erros de paralaxe como o seu, ao ver clubismo onde houve Portugal, ao ver centenas onde estavam dezenas de milhares, ao incomodar-se com o azul de duas ou três cadeiras que lhe pareceram clareiras, ao ver gente com pressa de ir embora quando esperou horas, ao ver “assim assim” onde houve sucesso, vem-me à memória um dia fetiche para o jornalismo. O dia em que o New York Times despediu um seu cronista por ter criticado uma peça de teatro que nunca foi exibida. A presunção de que a maledicência protege quem a pratica e a dispensa de trabalho, fê-lo escrever sobre o que não aconteceu.

Arrogante, desgraçou-se!

Na vida como no jornalismo, idade não é posto. Na vida como no jornalismo, que atire a primeira pedra quem nunca errou. Tudo certo. Mas, Mariana aceite o conselho de quem já teve o poder de escrever num jornal e já não tem: “mais vale cair em graça do que ser engraçado”.

Nuno Santos



Publicado por Tovi às 07:58
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Terça-feira, 11 de Junho de 2019
Morreu Ruben de Carvalho

Captura de Ecrã (138).png

Já não há muitos como ele no PCP.
Requiescat in Pace



Publicado por Tovi às 17:05
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Segunda-feira, 10 de Junho de 2019
Uma pedrada no charco

Para memória futura:

  • A geração dos meus pais sacrificou-se para que os filhos tivessem o que eles nunca tiveram. Mas é possível que eles tenham tido aquilo que mais nos tem faltado nos últimos vinte anos: um objectivo claro para as suas vidas e um caminho para trilhar na sociedade portuguesa.

  • No nosso país instalou-se esta convicção perigosa: um jovem talentoso que queira singrar na carreira exclusivamente através do seu mérito, a melhor solução que tem ao seu alcance é emigrar. Isto é uma tragédia portuguesa.

  • Há o “eles” – os políticos, as instituições, as várias autoridades, muitas das quais (receio bem) se encontram hoje aqui presentes. E há o “nós” – eu, a minha família, os meus colegas, os meus amigos. Entre o “nós” e o “eles” há uma distância atlântica, com raríssimas pontes pelo meio.

  • Partilhamos uma língua, um país com uma estabilidade de séculos, sem divisões, e é uma pena que por vezes pareçamos cansados de nós próprios. Tivemos História a mais; agora temos História a menos. Passámos da exaltação heróica e primária do nosso passado, no tempo do Estado Novo, para acabarmos com receio de usar a palavra “Descobrimentos”.

  • Temos o hábito de levantar a cabeça à procura de grandes exemplos, e nem sempre os encontramos – mas muitas vezes os melhores exemplos estão ao nosso lado, e alguns deles começam em nós mesmos. Sobre cada um de nós recai a responsabilidade de construir um país do qual nos possamos orgulhar.

  • Aquilo que melhor distingue as pessoas não é serem de esquerda ou de direita, mas a firmeza do seu carácter e a força dos seus princípios. Aquilo que se pede aos políticos, sejam eles de esquerda ou de direita, é que nos dêem alguma coisa em que acreditar. Que alimentem um sentimento comum de pertença. Que ofereçam um objectivo claro à comunidade que lideram.



Publicado por Tovi às 15:09
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Domingo, 9 de Junho de 2019
Ganhamos a 1ª edição da Liga das Nações

Portugal 1 - 0 Holanda

liga das naçaoes.jpg

Após a vitória no Dragão… o que se ouviu durante os festejos na Cidade Invicta:

  • Danilo - "Os meus colegas que vejam como é festejar na Avenida dos Aliados"
  • Cristiano Ronaldo (na varanda dos Paços do Concelho) – “Tenho de dizer a verdade: isto é impressionante. Bonito, bonito, bonito”
  • Fernando Santos - “Esta família é quase indestrutível”
  • Rui Moreira – “Somos todos Campeões”



Publicado por Tovi às 21:39
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Sábado, 8 de Junho de 2019
Queixomil... em Baião

Captura de Ecrã (135).png

Em Portugal... a poucos quilómetros da cidade do Porto... em pleno século XXI.

Isto é capaz de ser interessante para o que estamos a discutir:
Votação nas últimas eleições (Europeias2019)
Concelho de Baião: PS-50,16%; PSD-24,05%; Abstenção: 74,61%
Freguesia de Santa Cruz do Douro e São Tomé de Covelas (a que pertence Queixomil): PS-59,10%; PSD-16,36%; Abstenção: 76,33%

 



Publicado por Tovi às 15:05
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Sexta-feira, 7 de Junho de 2019
A final é no domingo

portugal-y-holanda-definiran-al-primer-campeon-de-

Como é que se diz "até os comemos" em holandês?



Publicado por Tovi às 17:07
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Quinta-feira, 6 de Junho de 2019
Portugal 3 – 1 Suíça

cristiano-ronaldo-comemora-gol-de-portugal-contra-

Liga das Nações da UEFA de 2018–19

Há quem me garanta que no jogo de ontem contra a Suíça o Cristiano Ronaldo, estávamos ainda empatados a uma bola e a poucos minutos do fim do tempo regulamentar, pensou para com ele: “Não me está a apetecer jogar mais meia hora… vamos lá acabar com esta merda”. E assim foi.



Publicado por Tovi às 14:19
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Terça-feira, 4 de Junho de 2019
Operação TEIA… para já fica assim

teia.jpg

O presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, e a empresária Manuela Couto ficaram, na segunda-feira, sujeitos a prisão domiciliária, no âmbito da Operação Teia. Joaquim Couto, presidente demissionário da câmara de Santo Tirso, ficará em liberdade mediante o pagamento de uma caução de 40 mil euros. Ainda na sexta-feira à noite, Laranja Pontes, presidente do IPO do Porto, saiu do Tribunal de Instrução Criminal pagando uma caução de 20 mil euros.

A operação "Teia" centra-se nas autarquias de Santo Tirso e Barcelos, bem como no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto e investiga suspeitas de corrupção, tráfico de influência e participação económica em negócio, traduzidas na "viciação fraudulenta de procedimentos concursais e de ajuste direto", segundo um comunicado da Diretoria do Norte da Polícia Judiciária, o órgão de polícia criminal que apoia o Ministério Público nesta investigação.

         



Publicado por Tovi às 16:50
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Neste meu blog fica registado “para memória futura” tudo aquilo que escrevo por essa WEB fora.
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