"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Sexta-feira, 6 de Março de 2009
José Eduardo Martins

Com a devida vénia aqui fica a notícia publicada no Vozes de Burros sobre um gajo que não devia ter o direito a sentar-se no Parlamento:

 

"Vai para o caralho"

Foi este o conselho simpático que, repetidamente, o deputado José Eduardo Martins deixou ontem na Assembleia da Republica a um deputado do PS. Pelo meio ainda largou um “ lá fora a conversa seria outra, bandalho”, mesmo ao estilo de um puto do 5º ano a quem um colega lhe roubou os Tazos. Este deputado, José Eduardo Martins, não nos esqueçamos do nome dele, foi o mesmo que ainda há um mês chamou “palhaço” a Sócrates, também numa sessão parlamentar. José Eduardo Martins é um carroceiro! Fico a aguardar que o PSD credível e responsável actue perante este carroceiro. José Eduardo Martins é um carroceiro!

 

«XôZé» / ViriatoWeb ► O gajo até pode ser carroceiro mas que teve piada, teve. Uma flôr de cheiro igual a tantas outras no ajuntamento da Republica das bananas.

«Arp» / ViriatoWeb ► De mau cheiro, querias dizer, não?

«Scalabis» / ViriatoWeb ► Péssimo exemplo este dado na AR ainda para mais num lugar onde a maioria dos PORTUGUESES (vocês aí de fora não estão incluidos) deixam uma parte do seu ordenado todos os meses para pagar a estes bandalhos, agora é assim quantos de nós é que entre os dentes não mandou já para o caralho os nosso amigos de estimação? não custa nada e até sabe bem... quando o fazemos até ficamos mais aliviados, eu fico. Será mais fácil de perceber o deputado do PSD se conciderarmos que o Afonso Candal é filho do filho de puta do PS Carlos Candal, este sim uma verdadeira aberração e como quem sai aos seus não degenera...  Afonso Candal e Carlos Candal, vão pó C_____o.



Publicado por Tovi às 21:05
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6 comentários:
De Anónimo a 7 de Março de 2009 às 12:06
Entre estas duas pérolas, venha o Diabo e escolha.

Dar-mos importância a estes faits divers e não registar o facto de que o incidente não ficou registado no diário das sessões da AR parece-me que é pretender esconder o sol com uma peneira. Aquela gente tem muito de que se envergonhar. Por isso, aquando de outros incidentes piores (estilo parlamentos asiáticos) encerram a sessão e retomam os trabalhos quando os ânimos serenam.

Cada grupo parlamentar tem o seus carroceiros. O refinamento é que é diferente .

Umbelina


De Tovi a 7 de Março de 2009 às 12:27
Há quem nunca tenha bebido chá em pequenino…


De Anónimo a 7 de Março de 2009 às 22:21
Tovi escreveu:

"Há quem nunca tenha bebido chá em pequenino…"

Mas não há razão para isso:

As referências ao chá mais
antigas na Europa datam do século
XVI encontram-se no Delle Navigationi
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Tovi escreveu: <BR><BR>"Há quem nunca tenha bebido chá em pequenino…" <BR><BR>Mas não há razão para isso: <BR><BR>As referências ao chá mais <BR>antigas na Europa datam do século <BR>XVI encontram-se no Delle Navigationi <BR class=incorrect name="incorrect" <a>et</A> Viaggi , escrito em 1559 por <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Giani</A> Battista Ramusio e em textos <BR>de frei Gaspar da Cruz, um padre jesuita <BR>português, o primeiro ocidental <BR>a escrever sobre o chá. Portugal foi <BR>igualmente o primeiro país europeu <BR>a estabelecer rotas comerciais com <BR>a China, por volta de 1515, e tudo <BR>indica que terão sido os padres jesuítas <BR>nacionais que evangelizavam <BR>nessas terras longínquas os introdutores <BR>na Europa do consumo do chá. <BR>Mas Portugal, entretanto sob domínio <BR>espanhol, conheceu uma extensão <BR>nos seus entrepostos no Oriente da <BR>Guerra dos Oitenta Anos. Foram assim <BR>os holandeses, dotados de uma <BR>poderosa frota no início do século <BR>XVII e posteriormente os ingleses que <BR>dominaram o comércio do chá. Embora <BR>muitos ingleses considerem que <BR>o chá foi introduzido em Inglaterra <BR>em 1579 por Christopher Borough , o <BR>seu consumo só se generalizou após <BR>o casamento da infanta Catarina de <BR>Bragança com Carlos II de Inglaterra. <BR>A futura rainha levava no dote, para <BR>além das possessões portuguesas <BR>de Bombaim e Tânger, não uma arca <BR>de chá como é muitas vezes referido, <BR>mas o conhecimento da bebida. <BR>Catarina introduziu várias inovações <BR>na corte inglesa, muito provavelmente <BR>o hábito do consumo de chá, mas <BR>igualmente o uso de baixela de porcelana, <BR>comum na corte nacional mas <BR>desconhecida em Inglaterra, onde <BR>se utilizavam pratos de ouro e prata <BR>- as primeiras fábricas de porcelana <BR>inglesa foram fundadas em meados <BR>do século XVIII, em Chelsea (1743) <BR>e Worcester em 1751. As origens do <BR>emblemático ritual britânico de consumo <BR>de chá em delicadas chávenas <BR>de porcelana pode assim ser traçado

Umbelina


De Tovi a 7 de Março de 2009 às 22:46
A minha querida amiga Umbelina não se dá muito bem com as novas tecnologias... mas dá para perceber que quem introduziu o chá na Europa foram os portugueses do século XVI.


De Anónimo a 8 de Março de 2009 às 13:21

Tovi escreveu:

"Há quem nunca tenha bebido chá em pequenino…"

Mas não há razão para isso:

As referências ao chá mais
antigas na Europa datam do século
XVI encontram-se no Delle Navigationi

Em textos de frei Gaspar da Cruz, um padre jesuita português, o primeiro ocidental a escrever sobre o chá.

Portugal foi igualmente o primeiro país europeu a estabelecer rotas comerciais com a China, por volta de 1515, e tudo indica que terão sido os padres jesuítas nacionais que evangelizavam nessas terras longínquas os introdutores na Europa do consumo do chá.

Mas Portugal, entretanto sob domínio espanhol, conheceu uma extensão nos seus entrepostos no Oriente da Guerra dos Oitenta Anos. Foram assim os holandeses, dotados de uma poderosa frota no início do século XVII e posteriormente os ingleses que dominaram o comércio do chá.

Embora muitos ingleses considerem que o chá foi introduzido em Inglaterra em 1579 por Christopher Borough , o seu consumo só se generalizou após o casamento da infanta Catarina de Bragança com Carlos II de Inglaterra.

A futura rainha levava no dote, para além das possessões portuguesas de Bombaim e Tânger, não uma arca de chá como é muitas vezes referido, mas o conhecimento da bebida. Catarina introduziu várias inovações na corte inglesa, muito provavelmente o hábito do consumo de chá, mas igualmente o uso de baixela de porcelana, comum na corte nacional mas desconhecida em Inglaterra, onde se utilizavam pratos de ouro e prata as primeiras fábricas de porcelana inglesa foram fundadas em meados do século XVIII, em Chelsea (1743) e Worcester em 1751. As origens do emblemático ritual britânico de consumo de chá em delicadas chávenas de porcelana pode assim ser traçado

Umbelina

PS. as minhas desculpas, mas eu sou loura.


De Tovi a 8 de Março de 2009 às 14:29
O que seria dos europeus se não fossem os portugueses de quinhentos...


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