São carotas... mas dizem que são coisa boa.
Jose Antonio M Macedo - Mas não deveriam antes investir em drones?
Fernando Tavares - Jose Antonio M Macedo Portugal está a investir significativamente em tecnologia de drones, tanto através de financiamento público nacional e europeu para a indústria de defesa e civil, como pelo crescimento de empresas privadas inovadoras no setor. Agora comparar a aquisição de 3 Fragatas topo de gama , com investimento em drones é comparar um semi-trailer com um papa reformas!
Bernardo Mergulhao - Jose Antonio M Macedo neste momento necessitam investir em tudo!
Paulo Jorge - Somos pobres, mas quando compramos tem que ser o TOP.
Joaquim Figueiredo - Quais são as comissões?
Fernando Tavares - Nunca ninguém está de acordo com o que "OS" Governos fazem. Quando o PS (Pedro N Santos) comprou uns comboios a Espanha, que mais parecia sucata até com amianto incorporado vieram, foi um aí Jesus... Agora se Portugal compra Fragatas TOP à Itália e não aos EUA, que aliás, não merecem negócios militares pelo abandono da Europa ao seu destino... Chamam-lhes Ferraris...! "BALHAMEDEUS"
João Simões - O jacinto capelo irá receber alguma contrapartida?
Bernardo Mergulhao - Necessarias e urgentes.
David Ribeiro - Não há dúvida... um parte dos meus Amigos estão mais preocupados com um hipotético perigo bélico vindo da Rússia do que com o mais do que necessário bem estar da população portuguesa, num país em que os €€€€ são escassos e o Povo é pobre.
Bernardo Mergulhao - David Ribeiro e também devia estar....é o bem estar da população portuguesa que se tem que defender ..a liberdade já não é garantida pelos EUA...a Europa vai ter de investir em defesa. Isto partindo do princípio que gosta de democracia e liberdade....há que defendê-la...o mundo mudou muito e não vai ser mais tão fácil como nos últimos anos.
Paulo Cruz - Nao ficava mais barato construir ali nos estaleiros de Viana ???
José M. Pinho Coelho - quem aqui escreve achando caro, não sabe quanto custa uma fragata moderna... Também se custassem 100 milhões diziam que era caro... se custassem só 10 milhões, diziam que mais valia empregar em hospitais ou subsidios...
Isabel Sousa Braga - Os Russos vêm por mar? ![]()
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Bernardo Mergulhao - Isabel Sousa Braga para sabotar cabos submarinos de internet muito provavelmente, olhe que ameaça é bem real e já tem acontecido um pouco por toda Europa e Portugal está a tornar-se uma grande encruzilhada de cabos de comunicação entre continentes.... há que ser capaz de os defender de sabotagem ![]()
Isabel Sousa Braga - Bernardo Mergulhao vou já esconder as máquinas ![]()
Bernardo Mergulhao - Isabel Sousa Braga máquinas?? Não sei se está preparada para os tempos perigosos que se avizinham...mas também a culpa é dos nossos políticos que não nos estão a preparar convenientemente....bem pelo menos em Portugal
Isabel Sousa Braga - Bernardo Mergulhao pelos vistos quem a dormir é você que não percebeu o que escrevi.
Bernardo Mergulhao - Isabel Sousa Braga então podia ter a amabilidade de explicar...continuo sem perceber....não sei se estou a dormir, falei-lhe do perigoso novo mundo e que sim e expliquei-lhe que ameaça russa ou outra qualquer outra por mar é bem real no mundo actual e a importância de investimento, urgente, em defesa...e fala-me de máquinas, lamento não entender. Demasiada ironia para um comentário sincero
Rafael Campos Pereira - Isabel Sousa Braga não tenha dúvidas de que essa hipótese é bem real.
Isabel Sousa Braga - Rafael Campos Pereira não acredito
Rafael Campos Pereira - Isabel Sousa Braga eu sei que há muita gente em negação.
Capa do Expresso de 12dez2025
Joaquim Figueiredo - Quanto vai chegar ao Caldas?
Rafael Campos Pereira - David Ribeiro este título do Expresso é mentiroso, ignorante e patético. Basta ter dois dedos de testa para se perceber. Nunca seria possível o governo português decidir sem escrutínio.
David Ribeiro - Rafael Campos Pereira, da notícia do Expresso: "Portugal vai fazer o maior investimento em Defesa dos últimos 50 anos sem recorrer a concursos públicos ou a processos de escolha transparentes. O Governo já enviou à Comissão Europeia (CE) as propostas para aceder a um empréstimo de €5,8 mil milhões, financiados pelo Instrumento de Ação para a Segurança da Europa (SAFE), um valor que representa 2% do Produto Interno Bruto (PIB). Entre as aquisições previstas pelo Ministério da Defesa Nacional o maior contrato ultrapassará os €3 mil milhões, para a compra de três fragatas. O negócio será realizado Estado a Estado e a decisão foi tomada pelo ministro da Defesa com base no parecer de um grupo de trabalho. Até agora, os procedimentos foram secretos."
Rafael Campos Pereira - David Ribeiro isto não é decisão nacional. É um programa europeu!
Uma solução de génio...
...mas será para durar ou só para fazer de nós parvos?
Joaquim Figueiredo - Este governo não tem noção de nada...
David Ribeiro - Joaquim Figueiredo, querem privatizar tudo, até o socorro urgente.
Mario Pinheiro - A Martins já não sabe que mais dar aos privados. Devagarinho, deixando colapsar o SNS, lá vai entregando a saúde a quem dela quer fazer negócio.
Emanuel Carvalho - Mario Pinheiro o socorro não está a ser bem administrado não só de RH como de VIATURAS e SERVIÇOS CONTRATADOS (exemplo são os sucessivas adjudicações directas dos helicópteros) o INEM É UM ANTRO DE LÓBIS E INTERESSES não muito diferente do resto da saúde como as ADMINISTRAÇÕES DOS HOSPITAIS ou ULSs , não esqueça o CABEÇA DE LISTA DO PS PORTO que até contra a sua palavra dada em campanha eleitoral de .... RECUSOU ASSUMIR O LUGAR DE DEPUTADO e REGRESSAR À ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR , porque será?
Mario Pinheiro - Emanuel Carvalho, o seu texto está um pouco confuso, mas fica para mim claro que o exemplo que dá dos helicópteros serve bem para mostrar quanto perigoso é entregar a privados a resposta necessária para os meios de emergência médica. Quanto ao resto, é conhecida a sanha saneadora desta ministra, não deixando a ninguém que não seja da sua cor responsabilidades na execução do seu plano para favorecer os privados em prejuízo do SNS.
Emanuel Carvalho - Mario Pinheiro o SNS tem de ser todo reformulado e acabar com os lóbis existentes... quanto ao confuso explico entregar o socorro aos bombeiros já existe e quanto aos privados não é preocupante desde que o CUSTO que já está identificado não seja diferente do existente com pequenos acertos e será igual aos dos bombeiros... os lóbis dentro do INEM são imensos não só na aquisição de serviços como na sua manutenção e o !saneamento é necessário e também os lugares serem ocupados por concurso e não por nomeação .O gasto de 2025 em SNS vai ultrapassar os 20 mil milhões e temos menos serviço e o INEM tem ORÇAMENTO PRÓPRIO E NÃO DO ORÇAMENTO DO ESTADO!
Monica Maia - Os lobies agora é que se estão a instalar!!! Desde quando os privados na emergência!!!!???? Um desastre
Ana Maria Do Couto - Esta Mulherzinha, já não sabe que fazer mais...diz que tem de se poupar na saúde, vai fazer o transporte dos doentes urgentes através dos Bombeiros,mas pasme- se também através dos privados...claro que tinha de ser...e qualquer dia é tudo nós privados...
Nenhuma agência de viagens lhe paga uma viagem só de ida para o Polo Norte...
Isabel Barbosa - Piraram....!!!
Nuno Solla Lacerda - Não sendo eu especialista em saúde nem em transporte de doentes, e suspeito que ninguém aqui o será, o que realmente salta à vista é aquela indignação instantânea que aparece mal o governo mexe um dedo, uma espécie de reflexo automático que dispensa qualquer facto ou contexto. Parece que o importante deixou de ser discutir informação séria e passou a ser criticar só porque sim. Fico genuinamente curioso: será que os “especialistas” facebookianos em transportes de doentes chegaram sequer a pesquisar que há vários países onde estes serviços são prestados por operadores privados? Ou a ideia é indignar-se primeiro e informar-se depois. Hoje a maior parte das pessoas tem dificuldade em ler mais do que 5 linhas, mas para aqueles que realmente se interessam e participam no debate, deixo aqui o texto completo da notícia.
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“Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) está ‘em marcha de urgência’ para chegar à “refundação” pretendida pelo Governo e estão previstas alterações profundas já a partir do início do ano. Os peritos nomeados e o novo presidente do instituto querem o INEM focado no essencial: receber pedidos de socorro e enviar ajuda, neste caso, só equipas. As ambulâncias vão ser todas dos bombeiros e de privados. A rede de socorro pré-hospitalar ficará assente em cuidados de suporte básico de vida, incluindo o programa de desfibrilhação automática externa, “contratados a entidades externas públicas, privadas, sociais ou outras”, lê-se no relatório da Comissão Técnica Independente para estudar as alterações no INEM e a que o Expresso teve acesso. Na prática, a resposta aos pedidos e emergência e as ambulâncias ficam entregues aos bombeiros e privados interessados. Os bombeiros já respondem a 90% das chamadas e vão ter de o fazer até oito minutos após o pedido de ajuda. O objetivo é ter os bombeiros e privados a chegarem rapidamente para a primeira avaliação e estabilização. Em simultâneo, quando necessário, serão ativados os níveis seguintes de socorro: os suportes imediato (SIV) e avançado de vida (SAV). As equipas SIV, técnico de emergência pré-hospitalar e enfermeiro, vão estar sedeadas nas Urgências de centros de saúde e de hospitais médico-cirúrgicos, de média dimensão. Na prática, vão funcionar como as duplas de enfermeiro e médico que existem nos hospitais polivalentes. Ambas as equipas vão ter viaturas para chegarem às ocorrências para apoio aos bombeiros, como já acontece com as duplas de enfermeiro e médico nas viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER). A sua função é prestar um socorro diferenciado nos casos mais graves, podendo o técnico ou o enfermeiro acompanharem o doente ao hospital a bordo da ambulância dos bombeiros. A fixação das equipas SIV em unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS), retirando-as do INEM, vai permitir a existência de uma carreira mais alargada e atrativa, segundo os peritos.
Linha SNS24 vai poder ativar ambulâncias
O próprio atendimento das chamadas de socorro também será diferente. As duas centrais 112, geridas pela PSP, devem estar fisicamente próximas dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU). Também mais próxima do CODU terá de ficar a Linha SNS24. O plano não prevê a junção dos serviços numa central única, mas sim a partilha dos mecanismos de triagem para que ‘falem a mesma língua’ e atuem de forma semelhante. Dito de outra maneira, para que a Linha possa ela própria ativar meios de socorro, que o CODU recebe e aciona para o local.
Privados vão assegurar a formação
Os protocolos de atuação serão desenhados e ministrados pelo INEM. Aliás, será a única intervenção formativa do instituto. Em concreto, preparar e ministrar as formas de atuar no CODU ou na assistência SIV ou SAV aos diferentes profissionais, por exemplo. Os cursos, a formação de base, vão ficar a cargo de privados, no caso, entidades com certificação internacional. E os conhecimentos atualizados com regularidade.O plano é que a formação, atualmente válida por cinco anos, seja revalidada a cada triénio. A exigência será válida para todos os profissionais, mesmo quem está atualmente ao serviço. Também aqui serão os privados a fazê-lo e já a partir do próximo ano. A ministra da Saúde chegou a falar na possibilidade de ser a academia a dar a formação, mas o rumo mudou.
Alunos com suporte básico de vida
Não à academia, mas às escolas vai ser dada uma missão de literacia. Os elementos da comissão querem que a população tenha conhecimentos de suporte básico de vida e o presidente do INEM, há um mês no cargo, já tem experiência também nesta vertente. Quando foi o responsável pela emergência médica pré-hospitalar nos Açores, avançou com a formação dos alunos do nono ano, com conteúdos já disponíveis nos manuais de Ciências da Vida, e quer repetir no continente.
Mais breve, a partir de janeiro, o INEM passa a dispor de um novo sistema de informação. A modernização informática foi posta em marcha ainda pelo anterior presidente Sérgio Janeiro.
Ao Expresso, o atual líder do INEM, Luís Cabral, garante que “as mudanças vão funcionar e estão fundamentadas pelos relatórios da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) e da própria Comissão Técnica”, além de “serem uma grande preocupação para a ministra da Saúde”. O médico reafirma o que escreveu, no final da semana passada, aos elementos do instituto: “Não se podem esperar resultados diferentes a fazer o mesmo e quem resistir ficará no antigo INEM.”
Criar uma estrutura de missão para o INEM
No relatório da Comissão Técnica Independente, os autores apontam 28 problemas e soluções para a emergência pré-hospitalar. Além das questões das carreiras, formação, otimização do socorro ou ferramentas tecnológicas, por exemplo, são referidas deficiências de comando, controlo e auditoria, um crescimento para áreas estranhas à missão nuclear – como missões no Rally de Portugal ou com forças especiais “– ou a “ausência de meios de geo-localização, um sistema de gestão e de controlo interno que não garantem a boa gestão dos dinheiros e outros ativos públicos”. Por tudo isto e pela envergadura da “refundação” do INEM, é proposto ao Governo “criar uma estrutura de missão para implementar gradualmente o novo organismo de prestação do serviço de emergência médica pré-hospitalar, cuja prioridade será a elaboração da sua lei orgânica, do plano estratégico a três anos e a reorganização administrativa da entidade a criar”.
David Ribeiro - Eu li tudo o que me foi possível ter acesso, incluindo informação espanhola, que tem um sisterma parecido com o que se está em Portugal a preparar para ser apresentado ao Governo (não é "feito" pelo Governo). Mas continuo a "desconfiar" que lá vai mais uma entrega a privados que não irá melhorar o sistema.
Bernardo Mergulhao - Nuno Solla Lacerda faz sentido
Fernando Duarte - o problema vai estar na competência de quem fizer o serviço, e pouco importa quem o fizer
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