"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Domingo, 28 de Novembro de 2010
Mal vai a campanha de Manuel Alegre

 Muito mal vai a campanha de Manuel Alegre para as Presidenciais2011... No dia de ontem apagaram dois comentários meus colocados no seu mural do Facebook, comentários que só pretendiam uma democrática e salutar troca de opiniões.


«Céu Alves» in Facebook >> Talvez porque só querem ouvir a sua própria voz... 

«David Ribeiro» in Facebook >> Pois é!... Mas isso não é próprio de quem se diz defensor dos valores de Abril.

«Rui Lopes A. D'Orey» in Facebook >> Quem???? O Pateta Alegre??? Ele que diz que papar as criadas lá de casa era um costume salutar??? Ele que obriga os subordinados a tratá-lo por Sr. Dr. quando nem sequer é licenciado, (não terminou a licenciatura)????

«David Ribeiro» in Facebook >> É evidente que não é Manuel Alegre que escreve (e apaga os comentários) no seu mural do Facebook, mas os seus colaboradores que o fazem não merecem o respeito de ninguém e colocam o candidato Manuel Alegre numa situação nada agradável.

«Paula Botelho» in Facebook >> nao me digas q ainda nao tinhas reparado? E nao é so o alegre.

«Gonçalo Graça Moura» in Facebook >> estas eleições são deprimentes pela falta de qualidade generalizada dos candidatos... espero que desta vez o Manuel João Vieira leve a candidatura até ao fim...

«David Ribeiro» in Facebook >> Recebi da equipa que gere o mural do Facebook de Manuel Alegre uma mensagem privada sobre o assunto deste meu post. Parece que foi engano, pois a outra hipótese - conteúdos ofensivos - não faz o meu género, como todos aqueles que me conhecem sabem muito bem. Vamos esperar pelas cenas dos próximos capítulos.

«Zé Regalado» in Facebook >> Tovi, quando falares desse candidato dobra a língua e diz: Dr. Manuel Alegre. É que ele, apesar de não ter tirado curso nenhum, gosta de ser assim tratado. Ou terá alguma coisa a ver com o ditado português que diz que não sei quem carregado de livros é um doutor?

«David Ribeiro» in Facebook >> O espírito barroco ainda funciona nos dias de hoje no nosso Portugal e por isso usamos e abusamos do tratamento por “Doutor”, “Engenheiro”, “Arquitecto”, “Chefe” e outros tantos títulos, tão próprio de sociedades com grandes desigualdades. Mas a verdade é que eu só não exijo que me tratem por “Senhor Engenheiro” porque ainda não consegui fazer a cadeira de inglês técnico.



Publicado por Tovi às 09:35
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5 comentários:
De apoiante atento a 29 de Novembro de 2010 às 16:00
Manuel Alegre no mercado do Bolhão no Porto
Peixeiras agradecem o apoio pela manutenção do mercado


Entre os estreitos corredores, ao som dos bombos da Associação Recreativa Águias de S. Mamede de Infesta, Manuel Alegre distribuiu beijos e abraços a comerciantes e foi junto das bancas do peixe que o candidato recebeu fortes elogios. “Merece, merece o nosso apoio, se não fosse o senhor o mercado estava fechado”, desabafou a peixeira Sara Araújo, lembrando que o candidato foi o “único” que recebeu uma comitiva de comerciantes na Assembleia da República, enquanto vice-presidente do Parlamento, aquando da entrega de uma petição em defesa do mercado, contra o seu encerramento.

A Plataforma de Intervenção Cívica, liderada por Manuel Correia Fernandes, mandatário distrital da candidatura de Manuel Alegre, que o acompanhou nesta visita, entregou em 2008 uma petição com cerca de 50 mil assinaturas em defesa do Mercado do Bolhão, protestando contra a decisão da Câmara do Porto de entregar o histórico mercado à gestão de uma empresa privada por cinquenta anos.

“Tantos deputados, tanta gente e ninguém nos passou cartão. O Bolhão deve muito a este senhor, porque se está aberto é graças a ele. Merece ganhar e o meu voto é dele”, afirmou energicamente. As suas vizinhas de negócio fizeram também questão de cumprimentar Manuel Alegre. Uma das vendedoras exigiu mesmo “dois beijos, porque o senhor recebeu muito bem lá em Lisboa” os comerciantes. “Queremos mostrar a nossa gratidão”, frisou Sara Araújo, garantindo que as peixeiras do Bolhão nunca se esquecerão “do que ele fez”.

Surpreendido, Manuel Alegre admitiu que não estava à espera de tal manifestação no Bolhão.“Eu não estava à espera. Em política muitas vezes não há gratidão, mas fiz isto por motivos cívicos, e porque gosto do Bolhão, porque gosto do Porto, porque estudei aqui e passei aqui a minha adolescência”, disse o candidato.

Depois desta visita, Manuel Alegre seguiu pela Rua de Santa Catarina, a principal artéria comercial da cidade, onde teve demonstrações de grande afectividade de muitas pessoas que se lhe dirigiram para o cumprimentar, abraçar e desejar boa sorte.

Além do seu mandatário, Correia Fernandes, também dirigente do MIC, estiveram ao lado do candidato vários dirigentes e membros do PS, BE e outros movimentos de cidadãos que apoiam a sua candidatura.

Manuel Pizarro, secretário de Estado da Saúde, Luisa Salgueiro, deputada do PS, Renato Sampaio, deputado pelo PS e Presidente da FAUP, Guilherme Pinto, Presidente da Câmara de Matosinhos, João Teixeira Lopes, deputado e dirigente do BE, José Luís Carneiro, presidente da Câmara de Baião, José Cavalheiro, dirigente da Renovação Comunista, e vários deputados bem como membros da assembleia municipal do Porto também se associaram à visita, numa demonstração clara de forte união e mobilização em torno da candidatura de Manuel Alegre.








De apoiante atento a 29 de Novembro de 2010 às 16:07
Manuel Alegre nas Caldas da Rainha:
“Há um muro de silêncio à volta das eleições presidenciais”

“Há um muro de silêncio à volta das eleições presidenciais”, acusou hoje Manuel Alegre num jantar de apoiantes nas Caldas da Rainha, “uma clara tentativa de minimizar e desvalorizar a eleição presidencial”. “É evidente que isto interessa à direita e ao candidato Cavaco Silva, que não gosta de campanha”, explicou o orador, “e também não gosta de perguntas incómodas e de debate. Mas a democracia é ela própria uma incomodidade”. Num discurso feito, como habitualmente, de improviso, e frequentemente interrompido por aplausos, Manuel Alegre afirmou que o papel do Presidente da República é “fazer ouvir a voz de Portugal e defender a reconstrução da Europa”. “Não podemos permitir, disse, que em nome de uma guerra cambial a Europa seja desconstruída a favor do centro mais poderoso e em desfavor dos países periféricos”.

Alegre criticou Cavaco Silva pela “maneira muito peculiar que é fazer a campanha como Presidente”, o que “fica mais barato” e é uma maneira de “desvirtuar a transparência e a própria democracia”. Tudo isto “tem um objectivo: dar a ideia de que não vale a pena fazer campanha eleitoral porque o candidato Cavaco Silva já está eleito”, salientou, para assim “desmoralizar, desanimar, desinspirar e desmotivar os apoiantes de outras candidaturas”.

Manuel Alegre respondeu a Marcelo Rebelo de Sousa – que no domingo passado o acusou de “estar sozinho” na campanha – com “um preâmbulo e uma exposição de factos”. O candidato afirmou que “quando MRS anunciou o dia e a hora da apresentação da candidatura de Cavaco Silva e não foi desmentido”, ficou “investido na qualidade de porta-voz”. “E há uma confusão crescente”, considerou, “entre a função de comentador e a função de porta-voz, que tende a aumentar quanto mais parcial ele for a favor do candidato, quanto mais omisso for em relação às outras candidaturas e quanto mais esforço fizer para diminuir a minha candidatura”.

A exposição de factos, “ao estilo de Salgado Zenha”, lembrou Manuel Alegre, foi uma descrição sumária do que tem sido a sua campanha só no presente mês, tendo enumerado todas as visitas, almoços, reuniões e jantares de apoiantes que um pouco por todo o país se têm sucedido praticamente todos os dias e todas as noites, sempre com presença diversificada de dirigentes e autarcas do PS, do BE e independentes e com centenas de apoiantes e muito calor humano, mesmo nas zonas do interior como Viseu ou Trás-os-Montes, ou em acções de rua como no Bolhão ou Santa Catarina no Porto. “Eu tenho de fazer esta exposição de factos”, disse a certa altura, “porque as pessoas não sabem, isto não é publicado”. Portanto, assegurou, MRS “pode estar descansado”, “porque não tenho tão poucos apoios nem estou tão sozinho como ele pretende fazer crer”, no que foi saudado com aplausos prologados.

“Há uma pergunta que não pode deixar de se fazer a quem é candidato à Presidência da República”, disse Manuel Alegre, uma “pergunta essencial de que dependem o nosso futuro político, a forma e o conteúdo da nossa democracia”. “E essa pergunta é: que fará se for eleito e se algum governo pretender pôr em causa o Serviço Nacional de Saúde, a escola pública, a segurança social pública e os direitos dos trabalhadores?” Manuel Alegre reiterou a resposta que já várias vezes deu a esta pergunta: “Comigo na Presidência ninguém toca no SNS, na escola pública, na segurança social pública ou nos direitos dos trabalhadores”. O candidato convidou os jornalistas a colocar essa pergunta a Cavaco Silva. “Se ninguém a fizer faço-a eu”, garantiu, porque “é isto que está em causa em toda a Europa e no nosso país”.

“Não precisamos de garrotes financeiros na Europa, disse Alegre, “precisamos de uma Europa de coesão, solidariedade, crescimento económico e emprego”, porque “é esse o projecto europeu e não o novo eixo imperial Paris-Berlim contra os países periféricos”. Alegre sustentou que o papel do Presidente da República é “fazer ouvir a voz de Portugal e defender a reconstrução da Europa”. “É preciso reconstruir a esquerda democrática na Europa”, afirmou, procurar “novas soluções e novos caminhos”, em nome de um projecto “mais justo e mais solidário” para o nosso país e para o mundo.

.../...


De apoiahte atento a 29 de Novembro de 2010 às 16:15
.../...

“É preciso pensar nas pessoas, é preciso pensar nos pobres” disse ainda Manuel Alegre, desenvolvendo o tema das desigualdades e da pobreza, no momento difícil que atravessamos. Citou a propósito o encontro que teve com o Presidente da Caritas, a emergência de novos pobres para além da pobreza estrutural e concluiu que “não foi para isto que fizemos o 25 de Abril”, no que voltou a ser efusivamente aplaudido.

No final o candidato convocou todos para o combate eleitoral, “porque em democracia não há coroações, não há vencedores antecipados” e prometendo “bater-se até ao fim, até à segunda volta e, na segunda volta, pela vitória”.

Antes de Manuel Alegre usaram da palavra José Vera Jardim, Vice-Presidente socialista da Assembleia da República e José Heitor, do Bloco de Esquerda.



ver as iniciativas desenvolvidas pelo candidato e seus apoiantes :

http://www.manuelalegre.com/151000/1/,122009/index.htm


De Tovi a 29 de Novembro de 2010 às 18:03
Por acaso até gostei que um "apoiante atento" da candidatura de Manuel Alegre tenha vindo a este meu humilde blog colocar uns comentários. É sinal que esta candidatura está viva.


De la Palisse a 30 de Novembro de 2010 às 21:40

"É sinal que esta candidatura está viva."


la Palisse


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