"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011
O princípio do fim do Império

No dia 4 de Fevereiro de 1961 (faz hoje meio século) pouco mais de duzentos nativos angolanos, armados de paus e catanas, desceram dos musseques à cidade de Luanda e atacaram a Cadeia de São Paulo e a Casa de Reclusão, dando desta forma início à luta armada nas colónias portuguesas de Angola, Guiné e Moçambique. Na chamada Guerra de África ou Guerra do Ultramar perderam a vida mais de oito mil soldados nas três frentes de combate (Angola 3.250, Moçambique 2.962 e Guiné 2.070) e os custos deste conflito abalaram fortemente a débil economia portuguesa. O fim desta guerra e consequentemente o fim do Império Colonial Português aconteceu com a Revolução dos Cravos a 25 de Abril de 1974.


«Fernando Duarte» in Facebook >> "nativos angolanos", não lhes podes chamar turras como toda a gente?

«Maria Amélia Taborda» in Facebook >>  E ainda pagamos a factura...; desculpe lá o que são turras?

«Rui Lopes A. D'Orey» in Facebook >> A guerra, David, já estava acabada em todas as Provincias Ultramarinas antes do 25, excepto na Guiné. Não foi a cobarde descolonização, feita por cobardes, como o almirante rosa coutinho, que acabaram com a dita.

«Luís Vaz de Macedo» in Facebook >> Quanto à debilidade da economia portuguesa de então, seria interessante ilustrar com a variação de PIB per capita no período 1961-1974...

«Luís Paiva» in Facebook >> Segundo o que li ainda há bem pouco tempo, um dos três períodos em que a economia portuguesa mais cresceu desde 1800, foi precisamente de 1950 a 1973... E também, se bem me lembro, era eu pequenino, houve até um tal de Nehru que...

«Fernando Duarte» in Facebook >> em 74 Portugal não tinha dividas e era um dos países mais ricos da Europa, o povo é que era pobre, muito pobre mesmo

«Rui Lopes A. D'Orey» in Facebook >> @Fernando, naquela altura havia de certeza pobres. Agora há miséria.

«Fernando Duarte» in Facebook >> pois claro, o pobre de 74 é hoje um miserável, e a classe média de hoje, está cheia de dividas!

«Rui Lopes A. D'Orey» in Facebook >> Cheia de dividas e envergonhada na pobreza



Publicado por Tovi às 07:05
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