"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Segunda-feira, 8 de Outubro de 2012
Francesinha da Cervejaria Galiza

Há já no Grande Porto várias casas que disponibilizam aos seus clientes serviço de “take-away” ou mesmo de “entregas ao domicílio”, para a típica Francesinha… E ontem ao almoço experimentei este serviço da Cervejaria Galiza, casa fundada em 29 de Julho de 1972 e desde então um ponto de referência não só para “Francesinhas” mas também para marisco fresco, já para não falar do sensacional “Rosbife” que por lá servem. Esta minha escolha de ontem recaiu na Francesinha com Bife (sem ovo e sem batata frita) aquela que para mim corresponde à genuína “Francesinha Portuense” e que segundo a minha teoria remonta ao contexto da Guerra Peninsular, período no qual as tropas napoleónicas invasoras costumavam comer umas sandes de pão de forma, onde colocavam toda a espécie de carnes e muito queijo. Claro que nós, os Nortenhos, vimos logo que faltava um complemento a este “croque-monsieur” e vai daí acrescentamos aquilo que lhe faltava: O molho.

Já agora: Acompanhei a “Francesinha” com um Murganheira Reserva Doce, um muito bom espumante feito pela Sociedade Agrícola Comercial do Varosa SA, e que me tinha custado em finais do ano passado a módica quantia de 7,99€ a garrafa de 75cl.


«António Campos Leal» in Facebook >> Porra estás a gozar comigo. Que belo almoço. Fazem entregas em Lisboa????? Quanto ao Murganheira prefiro Bruto

«David Ribeiro» in Facebook >> O "Doce", no meu entender, liga melhor com o picante da Francesinha.

«António Campos Leal» in Facebook >> Acredito, mas não gosto de espumantes "Doce"

«José Carlos Ferraz Alves» in Facebook >> Sempre um aristocrata desta nossa linda cidade. Aguardo um livro, amigo David. Estou em Leça, no Alves, também muito bom.

«António Campos Leal» in Facebook >> O Alves. Ainda é o mesmo proprietário?

«José Carlo Ferraz Alves in Facebook >> Não sei amigo, é a primeira vez que venho. Muito tinham insistido comigo. Eles que não ouçam, mas é uma excepcional relação qualidade/preço e o serviço uma simpatia. Recomendo.

«António Campos Leal» in Facebook >> Era cliente dessa casa de forma regular.

«José Carlos Ferraz Alves» in Facebook >> Confirmo, está em família, é o filho mais velho do Sr. Alves, que entretanto faleceu há 4 anos.

«António Campos Leal» in Facebook >> Abraço ao filho, eu conhecia o pai. deste os anos 80.

«José Carlos Ferraz Alves» in Facebook >> Irei transmitir gesto tão simpático. Obrigado. Abraço

«António Veríssimo» in Facebook >> Este post fez-me fome.

«José Saraiva» in Facebook >> E porque é que acha que a Francesinha já vem das Invasões Francesas?!

«David Ribeiro» in Facebook >> Meu caro amigo Jorge Saraiva… Isto de eu afirmar que a Francesinha tem origem na época das Invasões Francesas é, para já, unicamente um “feeling”, mas todos os documentos da época que consultei referiam-se ao facto das tropas napoleónicas usarem comer umas sandes onde colocavam vários tipos de carnes, enchidos e fatias grossas de queijos. O molho, esse é invenção nossa.

«Jorge Saraiva» in Facebook >> E os relatos , anteriores aos anos 50 do séc. passado e à Regaleira, desse molho e do queijo por cima? :)

«António Campos Leal» in Facebook >> David eu sempre fiz a dita "francesinha" com uma grande variedade de fatiados (galantines) e confesso que não de onde me vem a ideia pois não assisti às invasões francesas. Mas faço a dita Francesinha um bocadinho diferente da conhecida. e abomino francesinha com molho de marisco

«José Carlos Ferraz Alves» in Facebook >> Isto dá para uma tese de doutoramento, David. Quando conheci em Paris o "croque-monsieur" fiz a mesma associação à nossa francesinha. Faltava o molho e quase tudo o mais, mas parece uma tentativa de chegarem a esta obra-prima.

«Jorge Saraiva» in Facebook >> É que a croque monsieur, origem da francesinha, só foi criada no início do séc. XX

«José Carlos Ferraz Alves» in Facebook >> Pode ser uma evolução, de uma raiz comum.

«Jorge Saraiva» in Facebook >> São conhecidos os relatos da pessoa que criou a francesinha, no restaurante Regaleira, como evolução a partir da croque monsieur francesa

«David Ribeiro» in Facebook >> Caríssimo Jorge Saraiva... A tese de doutoramento sobre a origem da Francesinha, que o meu querido amigo José Carlos Ferraz Alves exige, ainda não está feita, nem sequer iniciada, mas talvez um dia dedique algum do meu tempo a esta pesquisa.

«Jorge Saraiva» in Facebook >> David Ribeiro, não sei se têm serviço de take away, mas já conhece as francesinhas o Bufete Fase, na Rua de Sta. Catarina, à Rampa da Escola Normal? Na minha modesta opinião, são as melhores!

«David Ribeiro» in Facebook >> Já ouvi falar do Bufete Fase, mas ainda não o visitei... Tenho que agendar uma ida a este restaurante.

«Jorge Saraiva» in Facebook >> Atenção que é um Bufete pequeníssimo, tem apenas 4 mesas em que apenas numa se podem sentar 4 pessoas, no total se estiverem sentadas 10/11 pessoas, fica vida muito difícil para que a filha do Sr. José dono e cozinheiro, se movimente :)

«Zé Zen» in Facebook >> Também hà disto para adultos?



Publicado por Tovi às 07:48
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