Na primeira página do Semanário Grande Porto de hoje (17Mai2013 - Ano III - Edição nº 203):
Eleições autárquicas aprofundam divisões entre regionalistas
Integrantes do Movimento Partido do Norte estão em lados opostos da barricada. Em causa a presença de Ferraz Alves na Comissão de Honra da candidatura socialista ao Porto. (notícia completa na página 10)
«Fernando Ferraz Alves» no Facebook >> só o meu irmão é que é "a notícia" ... :D
«Ana Silva» no Facebook >> É Fernando, o teu irmao de facto é tao importante, que esta malta começa logo cedo a falar nele! Isto já nem tem história! Julgam que tem todos mau caracter! Enfim... obrigada pelo tempo de antena que lhe estao dar!
«Zé Zen» no Facebook >> Pode um ativista do MPN, apoiar uma candidatura independentemente do partido em causa, ou não? Como desconheço os estatutos, fico na duvida do sim e do não. :/
«Sérgio Ribeiro» no Facebook >> O MPN foi um projecto que ficou na gaveta. Por isso cada um apoia quem quer e, estão até este momento divididos entre o PS e a candidatura "independente" mas que os ilegais do mp discutem forte entre eles é verdade. Insultam-se reciprocamente com "respeito".
«David Ribeiro» no Facebook >> Pontos mais importantes do trabalho jornalístico de João Queiroz, publicado no semanário Grande Porto de hoje (17Mai2013 – Ano III Edição nº 203) , com o título “Eleições autárquicas colocam regionalistas em pé de guerra”:
O ex-deputado do PS à Assembleia da República, Pedro Baptista, um dos rostos que esteve na génese da criação do movimento, não se conforma com o facto do líder do MPN, José Ferraz Alves, integrar a Comissão de Honra da candidatura de Pizarro. “É uma vergonha que o faça alardeando-se como presidente do MPN. Segundo me dizem, os que lutaram pela causa e me têm contactado, indignados e revoltados, ninguém lhe deu nenhum mandato para isso”, afirma o fundador do movimento, para quem é o candidato do PS quem “fica pior na fotografia, porque lhe deu a cheirar um lugar na Assembleia Municipal, com a condição de aparecer como representante do MPN”.
David Ribeiro integrava a direcção do movimento até há cerca de mês e meio, altura em que suspendeu o mandato por “discordar da posição tomada quanto às autárquicas e para estar ao lado da candidatura de Rui Moreira”, que também é apoiado por Pedro Baptista. E lembra que “a última assembleia geral mandatou a comissão executiva para estabelecer os contactos com os partidos para eventuais coligações, mas que teriam depois de ser ratificadas por uma nova assembleia geral”, o que não aconteceu.
Contactado pelo GRANDE PORTO, Ferraz Alves confirma que o apoio a Pizarro não foi aprovado em assembleia geral, não só pelo facto de ter sido necessário “tomar uma decisão célere”, e “porque também não houve condições para reunir devido à falta de sede do movimento”. Mas recorda que a Comissão Executiva, que foi mandatada para concorrer às próximas eleições, decidiu por unanimidade apoiar Pizarro, de quem partiu o convite ao líder do MPN para integrar a sua Comissão de Honra. “Fui convidado pessoalmente pelo mérito do meu trabalho e pediram-me para tomar a opção de ir sozinho ou ir em representação do movimento. E eu considerei que eta seria uma boa forma de o promover, porque nos revemos nas propostas e na posição do candidato quanto à Regionalização”, acrescenta o líder do MPN, que admite que o apoio a Rui Moreira chegou a ser equacionado, mas mereceu “uma forte oposição por parte dos seus membros por ter uma estratégia muito elitista em relação ao Porto e ao Norte do país”.
De acordo com Ferraz Alves, o acordo com os socialistas prevê a inclusão de três representantes do movimento na lista que vai concorrer à Assembleia Municipal do Porto, sendo que apenas um ficará colocado em lugar elegível. Ao GP, Pizarro nega, porém, que haja promessas de lugares em troca de apoios.
«Pedro Baptista» no Facebook >> A mais divertida é a última linha da notícia. O Pizarro nega-lhes os lugares que lhe prometeu. O trabalhinho de enganar meia-dúzia de pessoas, se tanto, está feito, iam agora dar-lhe os lugares para quê? Só se o Pizarro não fosse quem nós sabemos que é. Mestre no de que pior tem a política! Uma vergonha esta experiência, que terminou há muito, ter acabado com a comissão liquidatária (Dois?, Três?, Um?) a ver se arranja um tachinho que o mariola que lhe deu a cheirar e agora NEGA. Enfim, em tanta tristeza, tanta estupidez, ainda dá para rir. Quando os NORTENHOS QUISEREM há-de haver um Partido do Norte, ou semelhante, e nós estaremos lá... Um bom passo em frente, JÁ, será a vitória independente de RUI MOREIRA!
«Ana Silva» no Facebook >> "...o movimento do doutor Pedro Baptista, de ruptura e de guerra com todos, morreu." Felizmente morreu, pois o de Ferraz Alves nao entra guerras, nem falta ao respeito a ninguem! O MPN de Ferraz Alves nao se vende aos burgueses que conquistam votos na troca de favores. A ler na pagina seguinte:" Rui Rio e Rui Moreira: tao amigos que os antigos inimigos se tornaram". Rui Moreira, o "independente" dependente dos amigos de Rui Rio. Lamentavel e vergonhosa toda esta polemica, David Ribeiro!
«David Ribeiro» no Facebook >> Quanto a "não falta ao respeito a ninguém" eu tenho muitas dúvidas, mas não é aqui o local para se falar disso, até porque eu gosto de debater ideias e não pessoas. E já agora fica aqui dito que tenho muito apreço e consideração pessoal por José Ferraz Alves, apesar de não concordar com a posição que tomou em relação às próximas autárquicas enquanto líder do MPN.
«Ana Silva» no Facebook >> Apreço?! O David sabe perfeitamente que o José Carlos nao falta ao respeito a ninguem, e erradamente pensa mais nos outros que nele! Isto é uma traiçao lamentavel que eu, Ana Santos Silva, jamais esquecerei!
«David Ribeiro» no Facebook >> Pois!... A este seu último post vou responder-lhe por mensagem privada.
«David Ribeiro» no Facebook >>
Já agora, e sem qualquer tipo de bajulação ao autor, gostaria de salientar a imparcialidade e rigor do trabalho que o jornalista João Queiroz publicou no semanário Grande Porto de hoje (17Mai2013 – Ano III Edição nº 203), com o título “Eleições autárquicas colocam regionalistas em pé de guerra”. Isto sim, isto é fazer JORNALISMO.
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