"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."
Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014
O Vinho do Porto nas Invasões Francesas - #10

D. Maria I foi coroada Rainha de Portugal em 24 de Fevereiro de 1777, por morte de seu pai D. José I. Em Fevereiro de 1792 foi obrigada a aceitar que o seu filho, futuro rei D. João VI, tomasse conta dos assuntos de Estado, pois o agravamento da sua instabilidade mental não permitia que continuasse a reinar. Com a entrada em Portugal das tropas napoleónicas em Novembro de 1807 a família real foge apressadamente para o Brasil onde se irá manter até meados do ano 1821. Após o conturbado período das Invasões Francesas (1807-1814) e mesmo nos anos seguintes, perante a ausência do rei que teimava em manter-se no Brasil, Portugal continental foi praticamente um protectorado britânico governado com mão de ferro pelo marechal William Beresford. A situação do País era catastrófica, com grande miséria, enorme devastação, abandono dos campos, muitos mutilados, cerca de 10.000 mortos, famílias desfeitas. O tecido produtivo estava completamente destruído e só o Vinho do Porto, monopólio inglês, conhecia progressos. Durante todo o século XIX o “Port Wine” representou 30% das exportações nacionais, cujo valor servia para pagar 19% das importações. Nos primeiros anos do século verificou-se um grande volume do negócio de exportação de Vinho do Porto (mais de 25 milhões de litros/ano), um decréscimo após 1814 (15 milhões de litros/ano), uma recuperação de 1825 até 1829, nova queda em 1830 (10 milhões de litros/ano), e após 1832 uma considerável retoma nos volumes dos vinhos exportados.


«Pedro Aroso» no Facebook >> Curiosamente, o rei João, como é conhecido no Brasil, é muito admirado e respeitado nesta antiga colônia portuguesa.



Publicado por Tovi às 19:03
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3 comentários:
De Tovi a 7 de Julho de 2014 às 14:07
Continue a copiar, caro Vitor Mango... o importante é falar-se do Vinho do Porto


De Anónimo a 7 de Julho de 2014 às 18:50
Caro TOVI ja vi que é ka dos meus e ja agora aqui vao algumas novidades acerca do Vinho do PORTO
O prof Taris da ENRA de Bordeus cravou-me para receber em Portugal 40 estudantes a que eu acedi e durante 3 ou 4 dias andei a mostrar o que era lindo e...desaguamos no Calem ( a que na altura estava ligado ) e...toda a gente secou as goelas e foram carregados de pipas de garrafas ...chegados a Bordéus os alunos reuniram um vastio reportório tecnico histórico sobre o vinho do Porto que eu delicadamente entreguei aos Calem que ficou de olhos em bico pelo presente
Mais tarde levei umas garrafitas para a china (1988 ) onde estava como espião
isto dava pano para copos mas ja me estao a chamar para o cha das tias
Bye e um abraço ai ao piçual


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