"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 8 de Novembro de 2016
Acidente grave... no Porto

CAM00665-1.jpg

Um acidente grave, ainda não eram oito da manhã de hoje, no cruzamento da rua do Rosário com a rua do Breyner, no Porto.

Mais umas fotos...

Acidente rua do Rosário - rua do Brayner 8Nov2016Acidente rua do Rosário - rua do Brayner 8Nov2016



Publicado por Tovi às 08:37
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 2 de Novembro de 2016
Relatório do acidente com o C-130 da FAP

Azeredo-Lopes-ministro-da-Defesa-2016.jpgO relatório de averiguações da Força Aérea Portuguesa ao acidente com um avião C-130 na Base Aérea do Montijo, que a 11 e Julho deste ano causou três mortos, diz expressamente que o acidente "ocorreu devido à impossibilidade da tripulação em controlar eficazmente a aeronave no decurso de uma manobra que visava treinar a interrupção da respetiva corrida de descolagem -- manobra designada de «aborto à descolagem»" e por isso a FAP considerou o acidente como ERRO HUMANO. Mas o ministro da tutela, Azeredo Lopes, já afirmou, e muito bem, que “não posso falar em erro humano, posso falar quando muito num fator humano envolvido no acidente mas em que daí não resulta um qualquer juízo de censura perante o que aconteceu. Estamos a testar situações limite e, nessas situações, a hipótese de não correr bem é uma hipótese que tem que se considerar como natural". Uma forma simples e clarividente de acabar com a mania das culpas serem sempre do “electricista” ou da “senhora da limpeza”.



Publicado por Tovi às 07:59
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sábado, 10 de Setembro de 2016
Militar morre em exercício no curso de Comandos

Exército Comandos.jpg

No passado dia 4 deste mês e de acordo com uma nota do Exército português, faleceu um militar que frequentava o 127º Curso de Comandos, após ter-se sentido “indisposto durante uma prova de tiro (tiro reactivo)” tendo sido de imediato assistido pelo médico que acompanhava a instrução e que lhe diagnosticou “um golpe de calor”. Três outros militares encontram-se no Hospital das Forças Armadas, dois deles no serviço de Medicina, sendo a sua situação clínica estável, não levantando cuidados de maior. O terceiro militar está na Unidade de Tratamentos Intensivos diagnosticado com “golpe de calor”. Um quarto foi transferido do Hospital do Barreiro para o Curry Cabral, em Lisboa, devido a complicações hepáticas. Na última quinta-feira o Chefe do Estado-Maior do Exército, general Rovisco Duarte, comunicou ao ministro da Defesa, Azeredo Lopes, a decisão de suspender os cursos de comandos até conclusão do inquérito técnico às causas dos acidentes, face à quantidade e gravidade dos acontecimentos que tem marcado a formação, tendo este membro do Governo divulgado publicamente esta resolução.

E em face disto tudo eu cá tenho muita dificuldade em entender a "qualidade" do médico militar que demora tanto tempo (mais de cinco horas) a mandar para um hospital instruendos em situação tão crítica.

 

  Comentários no Facebook

«Jose Riobom» >> Este sitio do FB começa a fazer concorrência desleal à crónica policial do" Você na TV "... só falta o Goucha e os "especialistas".... VIVA A DENÚNCIA SOCIAL.... FIM AOS DESAVERGONHADOS QUE POR AÍ PULULAM !!! - ...só para quem entende as minhas ironias....

«Raul Vaz Osorio» >> Claro, a culpa tinha que ser do médico 😛

«Jose Riobom» >> ....é sempre.... nem que não seja.. [Emoji wink;-)]

«Mario Ferreira Dos Reis» >> Raul, os medicos militares que conheci no meu tempo de militar nao me inspiravam confiança nenhuma ... So faziam o que hierarquia lhes dizia para fazer. Parece-me tambem que saiam das escolas médicas e iam directamente para o exercito sem fazerem o tempo de internos nos hospitais universitarios e nem todos os medicos estao ao mesmo nivel de formaçAo e capacidades profissionais. Eu acho que o David aqui tem razao que o rapaz nao teve uma assistencia atempada nao teve nao.

«Raul Vaz Osorio» >> Eu não sei se teve ou não. Não tenho elementos para avaliar isso. Tirar conclusões, a menos que se tenha acesso a informação que não está disponível ao público, parece-me francamente imprudente. Dou o desconto da silly season.

«David Ribeiro» >> Seguramente que não sou eu que dirá quem são os "culpados", mas diga-me lá, Raul Vaz Osorio, se para si que até é médico, lhe parece razoável que se demore tanto tempo a decidir enviar para um hospital alguém com sintomas de um grave golpe de calor.

«Raul Vaz Osorio» >> David, se há coisa que aprendi na vida é que, no que diz respeito a notícias sobre questões médicas, a única certeza que se pode ter é que o que lá vem não é verdade. A partir daí, podemos começar a tentar perceber.

«David Ribeiro» >> Então vamos lá começar a tentar perceber, esquecendo se isto já foi ou não noticiado... Detetar "golpe de calor" é elementar, não é?... Seis horas para evacuação é muito, não é?... Qualquer profissional de saúde sabe a gravidade de temperatura corporal muito elevada por tempo demasiado, não sabe?

«Raul Vaz Osorio» >> Não é assim. Até é algo difícil de diagnosticar, porque não tem um quadro típico, porque é essencialmente um diagnóstico de exclusão, porque é habitualmente um diagnóstico feito em velhos. Mas como disse, não tenho quaisquer elementos concretos que me permitam avaliar. Se me der uma cronologia razoavelmente rigorosa, posso começar a tentar formar uma opinião.

«Jose Riobom» >> Oh amigo... essa dos velhos é p'ra mim ? [Emoji wink;-)]

«Jorge Veiga» >> Jose Riobom acho que é!!! Kkkkk

 

 11h13 – Notícia de última hora

O militar dos Comandos transferido para Hospital Curry Cabral devido a problemas hepáticos morreu esta manhã, acaba de informar o Ministro da Defesa, Azeredo Lopes.



Publicado por Tovi às 09:21
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sexta-feira, 9 de Setembro de 2016
Acidente de comboio português na Galiza

Galiza acidente de comboio português 9Set2016 aa.

Um comboio português procedente de Vigo e com destino ao Porto descarrilou nas imediações da estação espanhola de Porriño cerca das 8h30 de hoje (hora portuguesa), havendo neste momento (11h00 horas em Portugal) quatro mortos (entre estes o maquinista português) e vários feridos confirmados.

 

 14h17 (hora de Portugal)

Segundo informa a edição online do jornal “Faro de Vigo” as vítimas mortais deste acidente são o maquinista (José Arnaldo Moreira, português de 45 anos), o revisor (espanhol), um turista Norte-Americano e um jovem de 23 anos da cidade de Vigo, que deu entrada em estado muito grave no hospital Álvaro Cunqueiro, acabando por falecer. Os feridos são 48, sete dos quais com gravidade. Neste momento os bombeiros ainda trabalhavam na frente da locomotiva para desencarcerarem o maquinista. Os técnicos já acederam à “caixa negra” que irá permitir fazer luz sobre o sucedido. O presidente de Comboios de Portugal, Manuel Queiró, destacou numa sua declaração à comunicação social que "nada indica que o acidente fosse por uma falha humana". Segundo os primeiros dados o comboio descarrilou por um problema nas vias e chocou contra um poste de electricidade metálico, ficando um vagão tombado sobre a via e outros dois semi-voltados.



Publicado por Tovi às 11:09
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 26 de Julho de 2016
Tragédia de Custóias

...faz hoje 52 anos

Custóias acidente comboio 1966 aa.jpg

 

  Comentários no Facebook

«Jovita Fonseca» >> Num dia quente... como o de hoje!

«David Ribeiro» >> (in TrainLogistic.com) – 26Julho1964 - Desastre Ferroviário de Custóias - Na Linha do Porto à Póvoa e Famalicão, a unidade de cauda de uma composição formada por automotoras da Série 9300 dos Caminhos de Ferro Portugueses desengata-se do resto da composição, descarrilando e colidindo com um pontão. Este acidente foi provocado pelo excesso de peso devido a sobrelotação, embora também se aponte um possível excesso de velocidade como causa. Deste acidente resultaram entre 91 a 102 vítimas mortais.

«Jorge Veiga» >> Ainda me lembro de se falar disso...

«Jose Riobom» >> Pois... um dia negro na vida dos habitantes desde o Porto até à Póvoa de Varzim...

«Adao Fernando Batista Bastos» >> Nesse acidente ficaram feridos o meu irmão mais velho - Álvaro - e a namorada, Elisa; tinham ido até à praia na Póvoa Ficaram felizmente com poucas lesões, ainda que a Elisa internada alguns dias. Vieram a casar, passaram por Moçambique, têm 4 filhos, já há bisnetos... todos a viver em terras galegas há mais de 30 anos.!

«Duarte Leal» >> A minha mãe era Enfermeira e estava de serviço nesse dia. Foi muito complicado para os hospitais por falta de capacidade de resposta a um acidente com tantas vítimas. O Hospital de São João, construído havia pouco tempo, ainda não funcionava em pleno - longe disso - e, ao que parece, a urgência teve de abrir à pressa para ajudar no esforço. Os meios de emergência à época eram escassos, e o local de muito difícil acesso.



Publicado por Tovi às 08:58
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Segunda-feira, 13 de Junho de 2016
Criança em estado grave após ataque de pitbull

INEM aa.jpg

Estes ACIDENTES são sempre muito graves e necessitamos urgentemente de iniciar uma discussão pública e séria sobre a detenção dos chamados “cães potencialmente perigosos”. É óbvio que a maior parte das vezes os donos não têm as necessárias condições para manterem como “pet” um cão deste tipo, ou então são irresponsáveis e deverão por isso ser severamente punidos. E eu até estou à vontade para dizer isto, pois gosto destes cães a que genericamente chamam de “pitbull”.

  Notícia do JN

 

  Comentários no Facebook

«Rui Moreira» >> Creio que agora temos de fazer exames psicológicos ao pitbull para saber se tem culpa, ou se foi inadvertidamente. E, depois, se a criança sobreviver, proceder a uma acareação entre os dois. Está tudo doido... Ninguém tem condições para ter animais destes.

«Gonçalo Graça Moura» >> o problema é ao contrário, com a legislação absurda que temos estes cães passaram a ser criados quase exclusivamente no bas-fond pelo que ninguém sabe qual o grau de consanguinidade ou que linhas usadas, e, por causa da mesma lei, impede-se a correcta sociabilização destes animais e promove a estigmatização dos donos, só estranho é não haver muitos mais acidentes.

«David Ribeiro» >> No que toca aos chamados “pitbull” a Organização Canina Internacional FCI (Fédération Cynologique Internationale) só reconhece como “raça” as seguintes: Bull Terrier (GB), Miniature Bull Terrier (GB), Staffordshire Bull Terrier (GB) e American Staffordshire Terrier (USA). E estas muito pouco ou nada têm a ver com os "pitbull" que para aí andam.

«Gonçalo Graça Moura» >> e na maior parte dos casos das identificações como "pit bull" a única coisa que têm em comum é o terem quatro patas e cauda (como se identifica uma raça que não tem identidade morfológica?)...

«Raul Vaz Osorio» >> Para mim, e aprendi isto logo no meu primeiro ano a exercer Medicina, a regra é: crianças pequenas e cães grandes não se podem misturar. O caso que me ensinou esta máxima foi o de uma menina de 4 anos mordida pelo pastor alemão da casa na cabeça, cão que nada tinha de perigoso e nunca tinha feito mal a uma mosca. Morreu, mas não sem antes nos ter brindado com o seu encanto e com um sorriso triste nos ter pedido para não deixarmos isso acontecer. Teria hoje a mesma idade que a minha filha mais velha.

«Carlinhos da Sé» >> Esta notícia que o David Ribeiro aqui partilha daria, como diz o Povo, "pano para mangas"... Há muitos anos ouvi um velho amigo (veterinário) já falecido dizer que para ter um cão, os potenciais donos deveriam passar por um ensinamento tipo carta de condução... Depois passavam, ou chumbavam.

«Fatima Gabriel» >> Há uns 2 meses fui à dependência bancária onde tenho 2 tostões. De seguida entra um cliente um cão de porte grande.... com trela e quer o cão quer o dono com ar de civilizados de tal modo que, eu que tenho medo de cães, fiquei tranquila. Não passaram 10' sai um cliente acompanhado de 2 funcionarios e um poderoso cão (pareceu-me pastor alemão). Ambos os cães se cumprimentaram de forma sonora e nada amistosa, contrastando com a passividade dos donos e bancários. Claro refilei - Mas venho eu ao banco tratar de assuntos e levo com uma situação destas?????..... Escusado será dizer que um pedido de desculpa da entidade bancária zero e ainda fui a única personagem má deste insólito filme. E esta hem !!!!! como dizia o saudoso Fernando Pessa

«David Ribeiro» >> Há muitos anos que lido com cães… e com gente que tem cães, sendo que ainda hoje me irrita solenemente aqueles donos que têm prazer em ver o seu cão, seja ele de pequeno ou grande porte, a “fazerem-se” a outros cães. Qual será o prazer de ver um cão a tentar morder outro?... Parece-me frustrações de quem nunca teve corpinho para andar à estalada, quanto mais a entrar num arraial de porrada.

«Maria Manuela Cameira Cardita» >>Totalmente de acordo consigo, David Ribeiro!

«Nuno Granja» >> A minha filha (4 anos) foi atacada por 3 cães num parque público, nenhum era de raça perigosa e como pai foi a a situação mais complicada que passei. Neste momento estou em modo tolerância zero, com os cães e com os donos.

«Fatima Gabriel» >> Totalmente de acordo

«David Ribeiro» >> Infelizmente, caro Nuno Granja, há que ter “tolerância zero” com um grande número de donos de cães… E também já era tempo de se fiscalizar nas zonas públicas toda a regulamentação nacional que há sobre o "ter cão".

«Ricardo Castro Ribeiro» >> Em primeiro lugar, e partindo do princípio que é um Pitt.Bull (Raça proíbida de criar e na lista das raças perigosas), e como refere a peça jornalística, ficou com os donos após visita da GNR. Ora se ficou, é porque tem tudo em ordem no que se refere a papeis, vacinas, seguro, e o Registo Criminal do Proprietário limpo. Partindo daqui, não se pode opinar mais nada. Os cães, sejam de que raça forem, têm de ser educados, tratados com critério e estimados. Se de raça, com consciência de onde o comprou, as linhas de sangue, as doenças e problemas da raça. Não se pode opinar porque se desconheçe o que se passou. A criança não era da casa. O que se terá passado? Falar do que não se sabe é que não, e tirar conclusões, muito menos. Lamento muito pela criança. Ela é única inocente neste caso seguramente, mesmo que tenha feito algo ao cão (com dois anos não poderia fazer muito) Os adultos têm as responsabilidades todas. Já agora como complemento. A FCI, não é a única no Mundo a reconhecer raças e a definir estalões. A raça Pit-Bull Terrier está proibida, e portanto não existe, Porém, nos EUA, a raça Pitt-bull Terrier continua a existir, a ter estalão e a competir, no âmbito do United Kennel Club, do American Dog Breeder Association e All American Dog Registry. No caso do AMerican Kennel Club, o estalão é o do American Staffordshire Terrier. Os Amstaffs inclusivamente, competem nas exposições das outras Associações.

«Marta Brito» >> "...terá arranhado com as patas a menina de dois anos, num momento de distracção dos adultos, quando a criança corria na sua direcção. Terá ficado ferida numa orelha, tendo sido suturada. Além dos bombeiros, estiveram no local militares da GNR, que tomaram conta da ocorrência. O cão estava na casa dos proprietários, que eram amigos da mãe da criança. Aconteceu tudo em espaço privado", referiu fonte da GNR citada pela Lusa. Fonte da GNR adiantou ao JN que o cão ficou entregue à família e será agora alvo de exame por parte do veterinário municipal, para decidir as medidas a adotar. Se a menina fosse contra a bicicleta do menino... e se tivesse magoado numa orelha... Cambada de jornalistas atrasados mentais!!!!!! Gostava de ter um desses jornalistas imbecis aqui... para ele me chamar de pit!!!!!!

«Isabel Oliveira» >> comunicação social e a pior escumalha que existe fazem tudo por sensação sem apurar as verdadeiras razões. criticam julgam e ate matam

«Maria Madalena Paixão Marques» >> Mas o cão não atacou ninguém, arranhou com as unhas, a criança é pequena e teve que ser suturada numa orelha, não é o cão que está mal, são os adultos que deixaram que uma criança de 2 anos estivesse sem supervisão ao pé de um cão, que independentemente de ser pitbull ou caniche não deve estar sem supervisão ao pé de uma criança tão pequena.

«Ricardo Castro Ribeiro» >> A ética e cuidados jornalísticos estão cada vez mais ausentes. Reparem no titulo. Se entrarem agora na página, o titulo mudou. Uma vergonha a fase que o Jornalismo Português está a passar (espero que seja só uma fase)

«Maria Madalena Paixão Marques» >> Uma fase Ricardo, só se for para pior ...

«José Camilo» >> Não há jornalismo em Portugal. Isso acabou e a democracia também. Estou a falar daquela, da outra, da que eu fiz parte e os grandes magnatas ainda não se tinham interessado por notícias e publicidade nos campos de futebol.



Publicado por Tovi às 08:56
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 3 de Novembro de 2015
Porque caiu o avião da Metrojet?

Metrojet acidente 31Out2015 ae.jpg

Segundo fontes da companhia russa Metrojet tudo leva a acreditar que não foram causas técnicas ou erro do piloto que provocou o acidente, havendo fortes possibilidades da eventual deflagração de uma bomba.

 

  Comentários no Facebook

«Zé Carlos» >> Estão a deixar esses loucos do Estado Islâmico crescerem. Daqui a pouco ninguém tem mão neles.

«David Ribeiro» >> Os resultados das análises às caixas negras ainda não são do conhecimento público, permitindo para já todo o tipo de especulações. Por outro lado é ensurdecedor o silêncio dos israelitas sobre este acidente, sabendo todos nós que Israel tem toda esta zona perfeitamente monitorizada por mar, terra e ar.

 

  Al Jazeera 3Nov2015 8h43 GMT

Segundo as últimas notícias vinculadas pela Al Jazeera e pela NBC News um satélite de infravermelhos dos EUA detectou um flash de calor no momento em que o avião de passageiros russo caiu na península de Sinai, no Egipto, podendo ter sido algum tipo de explosão no próprio avião, ou num tanque de combustível ou mesmo uma bomba. As imagens de satélite descartam um ataque de mísseis superfície-ar.

Metrojet acidente 31Out2015 Al Jazeera3Nov2015 ab.

 

  Al Jazeera 7Nov2015 19h52 GMT

Metrojet acidente 31Out2015 AlJazeera 7Nov2015 aa.



Publicado por Tovi às 07:57
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Domingo, 1 de Novembro de 2015
Avião da "Metrojet" despenhou-se no Egipto

Metrojet acidente 31Out2015 ac.jpg

Morreram todos os 224 passageiros e tripulantes do Airbus A321-200 da companhia russa “Metrojet” que se despenhou ontem nas montanhas da Península do Sinai, 23 minutos depois de ter levantado voo do popular resort egípcio de Sharm el-Sheikh com destino a São Petersburgo. O Estado Islâmico já reivindicou ter abatido o avião russo com um míssil, mas quer as autoridades egípcias quer as russas dizem ser muito pouco provável e tudo leva a crer ter-se tratado de uma falha técnica. Mas para já, e porque o seguro morreu de velho, as companhias Emirates, Lufthansa e Air France já suspenderam os seus voos sobre a Península do Sinai até à conclusão dos inquéritos que se irão realizar.

 

  Comentários no Facebook

«Joaquim Leal» >> A ser abatido só se foi por método de bagagem. Os bezerros não têm aquela "artilharia". Isso é mais para os lados da Ucrânia. ;P

«Fernando Duarte» >> os bezerros nem têm misseis para atingir aviões a essa altitude nem têm acesso a bagagens no Egipto, depois dos atentados que houve là, em particular em Sharm el cheik

«Carlinhos da Sé» >> Ó Leal, os "bezerros" podem até nem ter, mas não duvides que os bois da "CIA", que por ali andam, têm. Eu gostava de vos ver chamar "bezerros" cara a cara, não é por nada...

«David Ribeiro» >> Até ao momento tudo leva a crer ter sido por falha técnica este acidente aéreo na Península do Sinai, o mais mortífero da história da aviação russa, mas a notícia que os EUA estão a aumentar em quase 100 milhões de dólares a ajuda à oposição Síria, elevando o montante total para aproximadamente 500 milhões de US$ desde 2012, permite todo o tipo de especulações.

«Albertino Amaral» >> E porque não um pouco de "bluff", para criar medo?

«Francisco Santos» >> O avião já ia a 740 km/h e passou para 172 km/h num minuto… Também suspeito de quebra instantânea em voo.

Metrojet acidente 31Out2015 ad.jpg



Publicado por Tovi às 08:01
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sexta-feira, 15 de Maio de 2015
Simulacro Anémona 2015

Simulacro Anémona 2015 c.jpg

Decorreu ontem o Simulacro Anémona 2015, um exercício de combate à poluição no mar, com acções na monobóia da Galp Energia, ao largo de Leixões, no porto de Leixões e praias de Matosinhos. Neste exercício simulou-se a contenção e a recolha de 750m3 de petróleo bruto tipo Sarir, derramado na sequência de uma falha estrutural no sistema de descarga do navio que fazia a trasfega através da monobóia, a limpeza de praia e do porto. Cerca de 420 pessoas estiveram directamente envolvidas na acção, com o apoio de navios e lanchas de combate à poluição do mar, meios aéreos para identificação e seguimento do poluente, recuperadores, barreiras, tanques portáteis, equipamento ligeiro de limpeza de praias, viaturas pesadas e ligeiras, tractores e equipamento de protecção individual.



Publicado por Tovi às 08:11
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Terça-feira, 24 de Março de 2015
Acidente aéreo nos Alpes franceses

Avião acidente nos Alpes franceses 24Mar2015 b.jp

Primeira imagem divulgada por um jornal francês do local onde de despenhou hoje um Airbus A320 da companhia low cost alemã Germanwings com 150 pessoas a bordo.

Avião acidente nos Alpes franceses 24Mar2015 c.jp



Publicado por Tovi às 17:09
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014
Catástrofe do Boeing da Malaysia Airlines na Ucrânia


{#emotions_dlg.blushed} Inexplicavelmente deixou-se de ouvir falar sobre a catástrofe do Boeing da Malaysia Airlines ocorrida na Ucrânia em Julho deste ano. É sabido que as caixas-pretas foram enviadas para Inglaterra e passaram a ser assunto secreto, bem como as gravações de conversações entre controladores aéreos da região. O que se estará a esconder?... Querem ver que aquilo que se disse não é a verdade?...


«Fatima Sousa» no Facebook >> Isto é tudo uma incognita

«Luis Lopes» no Facebook >> Pareces bruxo!

«Loja Do Pecado Guimaraes» no Facebook >> Nem parece teu amigo David pelos vistos nao foram terroristas, comunistas ou árabes como tal vamos esquecer que aconteceu. Cheira nitudamente a mossad que na mesma altura ibtensificou os ataquem a palestina mas isso nao intressa a ninguém.

«António Alves» no Facebook >> Porque é mais do que evidente, desde o início, que foi Kiev quem derrubou o avião. Falta saber se foi por "sugestão" interna ou externa.

«José Luis Moreira» no Facebook >> Estou cada vez mais baralhado!... Então os americanos não disseram que o Putin é que estava por trás do acontecimento?... ;)

«António Alves» no Facebook >> Uma opinião que coincide largamente com a minha - Ukraine: Putting Politics back in the Driving Seat

 

 

  Expresso de 28Set2016

Voo MH17 foi abatido por míssil russo disparado desde a Ucrânia - Conclusão da investigação oficial à queda do avião da Malaysia Airlines, em julho de 2014, é clara: foi um míssil russo, disparado desde uma vila na Ucrânia sob domínio dos rebeldes, que fez cair o voo MH17 -  O míssil que derrubou o voo MH17 da Malaysia Airlines há dois anos foi transportado da Rússia para o leste da Ucrânia, de onde foi disparado, na localidade de Pervomaysk, anunciou esta quarta-feira o responsável por uma investigação liderada pela polícia holandesa. "Com base na investigação criminal, concluímos que o voo MH17 foi abatido por um míssil BUK, da série 9M83, proveniente do território da Federação Russa", disse o chefe da equipa de investigação internacional Wilbert Paulissen. O mesmo responsável adiantou que o sistema de lançamento do míssil "foi levado de volta para a Rússia". Segundo Paulissen, cerca de 100 pessoas estão a ser investigadas por suspeita de envolvimento no derrube do avião. O avião de passageiros, um Boeing 777, foi abatido a 17 de julho de 2014 sobre o leste da Ucrânia, numa zona sob controlo dos separatistas pró-russos, matando todas as 198 pessoas que seguiam a bordo, entre as quais 196 cidadãos holandeses.



Publicado por Tovi às 08:13
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Domingo, 29 de Dezembro de 2013
As casas devolutas no Porto

Um problema grave este o das casas devolutas que ocasionalmente são ocupadas por marginais que facilmente provocam acidentes que podem alastrar ás habitações vizinhas. Entaipar dá um aspeto horrível à nossa cidade, mas até admito que seja necessário recorrer a esta solução em casos extremos de abandono de edifícios.

{#emotions_dlg.meeting} [JN 29Dez2013] - Explosão em casa devoluta junto ao jardim de S. Lázaro - O susto grande dos vizinhos, estilhaços espalhados na Rua de S. Vítor,  trânsito interrompido. Ocupantes ocasionais de uma velha casa devoluta,  que alguém viu sair pouco antes pela única porta, terão estado na origem do rebentamento de uma pequena botija de gás, das usadas pelos  campistas, no primeiro andar.


«Albertino Amaral» no Facebook >> Não sei se estou a ser demasiado optimista, mas uma campanha junto dos proprietários destas casas, serviria certamente para os confrontar com a realidade. O que pensam fazer daquilo afinal ? Se nada, por falta de meios, então que as possam doar ao Município ou a entidades se Solidariedade Social para que com o tempo e as disponibilidades financeiras, elas possam ser recuperadas e posteriormente vendidas ou alugadas por valores baixos... Caso contrário, a Câmara deverá criar mecanismos legais que ponham cobro a esta situação...! Digo eu...

«José Camilo» no Facebook >> Mudança da lei. Ou há acordo entre herdeiros ou o estado dispõe do edifício.

«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> Eu reconheço ser um problema, mas é um problema criado pelo Estado, por uma legislação sobre rendas que desde há 50 anos não faz qualquer sentido e torna Portugal num dos raros países que transformou a propriedade urbana (que não para uso próprio) não numa mais valia mas numa fonte de prejuízos. Vir agora colocar o ónus destas situações nos proprietários é injusto e lúdrico, pois se o Estado não tem meios para os compensar, vai ter meios para recuperar os imóveis? Não brinquem comigo!

«Jorge Veiga» no Facebook >> Doar propriedades privadas ao Estado, que nos leva tudo? Desculpe Albertino Amaral, mas o tempo das desapropriações acabou. Muitas vezes o problema existe na falta de dinheiro, na falta de emprestimos, na rigidez dos planos municipais, nas leis existentes. Acho mais adquado o Estado ser mais aberto às soluções e não ser um problema para o problema.

«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> Já para não falar no facto de que metade do nosso problema reside precisamente nesse vício que se criou de empurrar para o Estado (e para o gasto dos recursos públicos) a solução de problemas que o sector privado pode e deve resolver, devendo o Estado limitar-se a criar as condições para que isso aconteça.

«Jorge Veiga» no Facebook >> De acordo Raul Vaz Osorio. O Estado só deve facilitar. Se o Estado e os Municipios não têm capacidade financeira e executiva para cuidar dos seus próprios bens, como iriam tratar dos bens "doados" pelos cidadãos descapitalizados?!

«Albertino Amaral» no Facebook >> Muito bem. Obrigado pelas reacções que o meu comentário provocou. Nesse caso, o que fazer: Os proprietários não têm meios para recuperar o património... O Estado (municípios) também não têm meios para o fazer... As casas irão então apodrecer, degradar-se e quem sabe ruir em alguns casos, podendo até algo de trágico acontecer.... Qual a solução afinal?

«José Carlos Ferraz Alves» no Facebook >> Remeto para o meu blog e página do Facebook «letsdoporto» em que vou apresentando exemplos do que foi e pode ser feito. E remeto para um grande urbanista Jaime Lerner e Curitiba.

«Albertino Amaral no Facebook >> Jorge Veiga, já abordei em tempos num outro comentário sobre este mesmo assunto, que essas casas poderiam ser recuperadas pelos próprios particulares que nelas estivessem interessados. Bastava que se criassem as condições necessárias para que esses acordos entre os interessados e os proprietários fosse possível. Certamente que esta prática poderia ser mais viável através dos Municípios. Veja a avalanche de gente que compra por preços muito acessíveis os andares que são entregues aos bancos, por falta de capacidade financeira de quem os " tentou " adquirir, mas os planos falharam... Poderei estar a sonhar mesmo, mas qual será então a solução para este flagelo?

«Jorge Veiga» no Facebook >> Albertimo Amaral agora já estou mais de acordo. Quanto ao património cair de "podre" é uma solução já que mais tarde se poderá construir novo se for necessário, onde antes estava velho e velho continuaria a ser se as obras não fossem profundas, e estas são mais caras do que fazer de raíz. Já agora aproveito para dizer que o Estado não tem dinheiro para fazer nada, nem obras nos prédios que são dele, que fará andar a fazer obras nos prédios doados (melhor dizendo roubados- já vi isto antes...).

«Albertino Amaral» no Facebook >> Deixe-me sonhar um pouco Jorge Veiga: O Estado seria o intermediário entre os proprietários "tesos" e os possíveis interessados em determinadas casas devolutas. Estes promoveriam as obras necessárias e seria pois fixado um valor mensal a atribuir ao verdadeiro proprietário, arrecadando o município as consequentes taxas... Ganhava o proprietário cujo património seria sempre seu, mas recuperado a expensas de terceiros, ganhava o novo inquilino que usufruiria do património por largos anos, ganhava a cidade em termos estéticos, ganhava o município.... O que está mal, neste "sonho"?

«Jorge Veiga» no Facebook >> O sonho é lindo, contudo é um sonho! Seria viável em prédios pouco degradados, mas há muitos impossíveis de recuperar e em todas as cidades e vilas do país. Acho que não teriamos dinheiro suficiente para isso, além de termos um excedente de prédios novos vazios. O principal problema é não haver dinheiro e para haver dinheiro disponível, nos tempos actuais, voltamos ao capítulo dos sonhos! Recuperar prédios velhos, como já disse atrás é um duplo erro no seu sonho Albertino Amaral.

«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> Albertino... o Estado não é necessário como intermediário, essa estadodependência tem que acabar! O Estado só tem que criar um quadro regulatório que torne o investimento interessante e ele aparece. Estou muito longe de ser um liberal, note-se. Os meus amigos liberais até me chamam comuna porque acredito na democracia directa, na regulação e na redistribuição, mas aqui não é necessária a mão do Estado, apenas que ele tire as mãos de cima.

«Albertino Amaral» no Facbook >> E pronto, ficamos então assim esclarecidos que afinal isto não passou de um sonho, tal como disse o Jorge Veiga isto era mesmo um sonho, quem sabe por influência da época natalícia...Fiquem pois os prédios a cair, entaipados, atijolados, cimentados e para dar alguma alegria à cidade, porque não, grafitados, forrados a painéis publicitários, etc. etc. Caiam, desmoronem-se, apodreçam... Raul Vaz Osório, quando falo no Estado, falo num departamento municipal que pudesse gerir este tipo de negociação, porque eu também sou avesso a que o Estado pròpriamente dito ponha as mãos no que quer que seja... Era um sonho às cinco da tarde de domingo...!

«Jorge Veiga» no Facebook >> Albertino Amaral é realmente um sonho, porque é o que vai acontecer. Claro que não é o que eu queria, mas o tempo o dirá. Oxalá eu esteja errado...

«Albertino Amaral» no Facebook >> Digo-lhe com toda a sinceridade, que não acredito que a nossa Cidade fique nessas condições. Algo me diz que este meu sonho irá certamente encontrar alguma realidade. Aguardemos com serenidade, porque alguma solução este executivo irá encontrar, estou em crer... Seja o que Deus quiser...!

«Jorge Veiga» no Facebook >> Isso é sonho juntamente com muita fé. Oxalá...



Publicado por Tovi às 13:00
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Sábado, 26 de Outubro de 2013
Naufrágio de Barco de Pesca na Figueira da Foz

(Foto de Paulo Novais / Lusa)

Naufrágio de uma embarcação de pesca, ontem à tarde à saída da barra da Figueira da Foz, com o balanço trágico, até este momento, de três desaparecidos e um dos cinco resgatados em estado crítico nos Hospitais da Universidade de Coimbra. Continuamos, infelizmente, a não ter uma cultura de “segurança no trabalho”, pois segundo disse o comandante do porto da Figueira da Foz nenhum dos pescadores naufragados usava na altura colete salva-vidas. Esta mesma embarcação – “Jesus dos Navegantes” da Póvoa do Varzim – já em Agosto passado tinha sofrido um incidente grave: "O mestre da embarcação contactou a autoridade marítima a dizer que tinha caído um homem ao mar e que só se apercebeu cerca de 10 minutos depois da queda", pescador este que nunca mais foi encontrado.


«José Camilo» no Facebook >> Pelos vistos é a terceira vez que este mestre tem naufrágio. Algo está mal com ele. O governo não vai ajuda-lo com certeza.

«Nuno Rocha» no Facebook >> Mas de certeza que em breve alguém aparecerá a dizer que a culpa, a algum nível, é do estado...

«Albertino Amaral» no Facebook >> Mas convenhamos... Estes homens já deveriam ter a consciência do perigo que correm na sua labuta diária, para serem um pouco mais responsáveis... Não são garotos irrequietos que vão brincar na praia à beira mar... Tal como qualquer navio não entra no cais sem piloto, também os pescadores não deveriam sair do porto, sem os apetrechos de salvação...!

«Patricia Santos» no Facebook >> Gosto do comentário, não da tragédia. Basta andar por aí para ver que ninguém traz as protecções obrigatórias, aliás nem gostam de as usar.

«Ricardo Fonseca» no Facebook >> Formação profissional é realmente precisa acompanhada de fiscalização rigorosa. Mas além disto é necessário perceber que as actividades ligadas ao mar foram abandonadas pelo estado há muitos anos, para terem noção da situação somente em lx se podem formar altos quadros da actividade naval.

«Albertino Amaral» no Facbook >> Tem toda a razão Patrícia Santos, mas o certo é que os coletes salva-vidas estão para os pescadores, como os pára-quedas estão para os pára-quedistas...Muitos dos acidentes rodoviários têm resultados trágicos, pela falta de uso do cinto de segurança, etc. etc. Como disse e bem, as protecções obrigatórias, são isso mesmo, obrigatórias, logo quem não as usa, está a infringir a lei, para além dos riscos que corre...

«David Ribeiro» no Facebook >> Como muito bem diz o Ricardo Fonseca, que sabe bem o que são actividades marítimas, é tempo de haver formação profissional e também fiscalização rigorosa. Hoje vi num canal de televisão uma entrevista com jovens pescadores das Caxinas e todos eles, sem excepção, diziam ser necessário e imperioso o uso de colete salva-vidas em manobras mais complicadas de navegação marítima e que eles faziam questão de cumprir todas as normas de segurança inerentes à actividade piscatória. É uma questão de mentalidades... e é tempo de passarmos a ser menos condescendentes com quem não quer (ou não sabe) ser profissional.

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.away} Actualização às 13h30 de hoje - Foi encontrado sem vida um dos três pescadores desaparecidos na Figueira da Foz.  Um helicóptero da Força Aérea sinalizou e recuperou o corpo em alto mar a cerca  de uma milha e meia (cerca de 2,5 quilómetros) da Praia do Cabedelo. / Morreu pescador internado em Coimbra. O ferido mais grave do naufrágio ocorrido na sexta-feira na Figueira da Foz  faleceu hoje, pelas 13h, disse à agência Lusa fonte do gabinete de comunicação  do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

«Albertino Amaral» no Facebook >> Sentidos pêsames às famílias das vítimas e que os seus descansem em paz...

«Pedro Baptista» no Facebook >> Condolências e solidariedade...



Publicado por Tovi às 10:58
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Quinta-feira, 25 de Julho de 2013
Terrível acidente ferroviário na Galiza

{#emotions_dlg.sidemouth} Pelo menos 77 mortos e várias dezenas de feridos no descarrilamento de um comboio em Santiago de Compostela, ao fim do dia de ontem.


«Laura Sarmento» no Facebook >> :(

«Maria Helena Costa Ferreira» no Facebook >> um acidente ferroviário deve ser horroroso!  conheço quem ainda hoje está traumatizado e não anda de combóio!

«Maria Teresa de Villas-Boas» no Facebook >> Lamento muito.

«Zé Zen» no Facebook >> deus estava de férias. Chora-se em Santiago.

«David Ribeiro» no Facbook >> {#emotions_dlg.chat} Um amigo meu, que sabe MUITO sobre comboios, comentou assim o eventual excesso de velocidade no acidente de ontem na Galiza: Sinceramente tenho muitas dúvidas sobre estas alegações e confissões espontâneas. É para mim inconcebível que um comboio deste tipo, que circula a velocidades superiores a 200 km/h, não tenha qualquer tipo de controlo de velocidade automatizada que o impedisse entrar numa curva com velocidade limitada à velocidade que é alegada. Um comboio que circule a 220 km/h galga 61 metros por cada segundo. Uma pequena distracção, abstracção, ou operação levada a cabo pelo maquinista dentro da cabina que leve este a desviar a atenção da via por breves 15 segundos, é o suficiente para que o comboio percorra mais de 900 metros. É distância suficiente para que a distância de frenagem necessária para reduzir a velocidade para 80 km/h já passe muito para além da curva e o comboio a aborde acima dos limites. As causas serão outras e só o inquérito o esclarecerá.   A Espanha gastou nas duas últimas décadas milhares de milhões de euros numa nova rede de alta velocidade. Uma das mais modernas do mundo. Se não equipou todas as suas vias com os sistemas de segurança necessários para velocidades elevadas, mesmo em zonas de transição para vias clássicas, este não é um caso de "excesso de velocidade": é um caso de exceso de irresponsabilidade. Estou curioso em saber os resultados deste inquérito. Se é como os jornais contam, o que duvido, o maquinista que se prepare: o sistema e os ministros nunca são culpados de nada.

«Manuel Ribeiro da Silva» no Facebook >> De facto é muito estranho, assim como muito estranha é, a passividade do sindicato...

«Luis Paiva» no Facebook >> Não sei muito de comboios, mas sou aficionado deste meio de transporte, que sempre preferi a qualquer outro. Tenho um bom currículo de viagens e até uma colecção muito "jeitosa" de miniaturas, respectiva documentação e a competente via férrea. Por outro lado, tenho uma licenciatura em Engenharia (pela FEUP, acrescento) o que me predispõe para analisar todo o tipo de explicações neste âmbito. Já agora, e não conhecendo o sistema em particular, habitualmente este tipo de sistemas não permite "distracções" superiores a 10 seg (e muito menos sei se o condutor pode fazer override ao sistema). Aguardemos, assim, pelo que os peritos irão escrever sobre as causas desta tragédia.

«Fernando Roque» no Fcebook >> Estive em Portugal em Junho e viagei varias vezes nos Alfa Pendular que sao uma maravilha. Fazem normalmente 220km\h mas a velocidade varia com frequencia segundo o que nos indica o ecran luminoso no interior da carruagem.

«David Ribeiro no Facebook >> {#emotions_dlg.chat} Ainda sobre o eventual excesso de velocidade no comboio acidentado ontem na Galiza, Alfonso Rguez Dono escreveu no "La Voz de Galicia" online: La línea donde se produjo el accidente no está dentro del ERTMS (European Rail Traffic Management System), un sistema de gestión del tráfico ferroviario que impide que un tren supere la velocidad máxima establecida o supere señales que indican parada. En el tramo donde tuvo lugar el accidente funcionaba el ASFA (Anuncio de Señales y Frenado Automático) convencional, un sistema que detiene al tren si el agente de conducción no respeta lo indicado en las señales pero que sólo recibe información de la vía en determinados puntos (las balizas), o sea, que solo al pasar por esos puntos controla que el convoy circule según lo establecido. Si no hay balizas, no hay reducción automática de velocidad, y este es el punto más peligroso de la vía, el lugar que tendría que ser mejor controlado. El tren tiene que pasar en un escaso margen de tiempo de 200 km/h a 80 km/h.

«António Alves» no Facebook >> tretas amigo. o asfa digital é sistema mais que suficiente para obrigar à redução de velocidade se for caso disso. não acredite no que lhe dizem os jornais. podem ser especialistas em muita coisa, mas nào em ferrovias ;-) Sobre o ASFA, o sistema de controlo automático de velocidade mais utilizado na rede da RENFE. «Através do sistema de odometria obtém-se a velocidade do comboio que é comparada com a velocidade máxima permitida para o tipo de comboio e nas circunstâncias da via em cada instante. Quando a velocidade do comboio alcança a primeira curva de controlo ( inferior à máxima permitida), o sistema adverte o condutor com avisos acústicos e ópticos, que se mantêm enquanto a situação persistir. No caso de ser ultrapassada a velocidade máxima permitida, são activados os avisos correspondentes a esta nova situação e será aplicado o freio de emergência até à paragem do comboio.»

«David Ribeiro» no Facebook >> Sempre ouvi dizer que um acidente deste tipo nunca se deve a uma só causa. Será que pode haver outros motivos a adicionar a eventual excesso de velocidade, caro António Alves?

«António Alves» no Facebook >>  Não sei sequer se há excesso. Faltam-me muitos dados para tirar qualquer conclusão. A limitação de velocidade a 80, a haver, era permanente ou temporária? Se era permanente estava de certeza absoluta controlada pelo ASFA; se estava porque razão o comboio não a cumpriu automaticamente? se era temporária poderia estar ou não; se não estava controlada o maquinista foi avisado? etc., etc, etc. Andar para aí a tirar conclusão sem dados não me parece avisado. Vou esperar para ver. Mas há algo em que não acredito de todo: que o maquinista seja de tal modo doido a ponto de desligar os sistemas de segurança e andar a acelerar para sua auto recreação. Caro David Ribeiro, é muito provável que seja uma cadeia de pequenos erros e desinformações. É sempre assim. Mas também não descarto problemas na via ou no material. Aquele material Talgo é muito leve e tem um sistema de rodados que dispensa os tradicionais bogies. Cada carruagem tem um único rodado independente e elas assentam umas nas outras. pelo filme que vi parece-me acontecer uma roptura de engates entre a loco e a primeira carruagem e só depois é que acontece o descarrilamento. Enfim, nesta altura do campeonato tudo o que possa ser dito é especulação.



Publicado por Tovi às 07:57
Link do post | Comentar | Adicionar aos favoritos

Domingo, 20 de Janeiro de 2013
Cargueiro encalhou em praia de Aveiro

(Foto de Adriano Miranda / Público)

O cargueiro Merle, com pavilhão das Ilhas Cook, encalhou ontem entre a praia da Torreira e São Jacinto, num dia de grande temporal. Os seis tripulantes, de nacionalidade turca e azerbaijã, foram resgatados sem dificuldades e posteriormente transportados ao hospital, mas unicamente por precaução. O navio viajava sem carga, havendo agora que ter cuidado com o combustível existente nos seus depósitos e, quando a intempérie amainar, tentar a sua remoção do areal.




Mais sobre mim
Descrição
Neste meu blog fica registado “para memória futura” tudo aquilo que escrevo por essa WEB fora.
Links
Pesquisar neste blog
 
Agosto 2021
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


Posts recentes

Atropelamento mortal pelo...

A tragédia da ponte Hintz...

Acidente grave com um Alf...

Na “Conquista do Espaço” ...

Estão todos salvos

Resgate de crianças na Ta...

Nem um rápido socorro o s...

Ficar fechado em casa… é ...

Nova tragédia na Floresta...

Bailha-nos-Deus... mais o...

Rottweiler ataca gravemen...

Acidente em fábrica de pi...

Tragédia em Itália

A queda do avião da Chape...

Presos sete militares dos...

Acidente grave... no Port...

Relatório do acidente com...

Militar morre em exercíci...

Acidente de comboio portu...

Tragédia de Custóias

Arquivos
Tags

todas as tags

Os meus troféus