"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Segunda-feira, 7 de Novembro de 2016
Trump ou Clinton?... Amanhã saberemos

EUA eleições 8Nov2016.jpg



Publicado por Tovi às 10:43
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Segunda-feira, 27 de Junho de 2016
Eleições Gerais em Espanha

Espanha bandeira aa.jpg

O resultado da votação nas eleições gerais em Espanha, que tiveram lugar ontem e onde foram eleitos os 350 deputados para o Congresso, foi o seguinte:

PP = 137 deputados;
PSOE = 85 deputados;
Unidos Podemos = 71 deputados;
Ciudadanos = 32 deputados;
Outros partidos = 9+8+5+2+1 deputados.

Nas eleições anteriores, o PP tinha conseguido eleger 123 deputados, o PSOE 90, o Podemos 69 e o Ciudadanos 40. Esquerda Republicana da Catalunha (9), Democracia e Liberdade (8), Partido Nacionalista Basco (6) e outros pequenos partidos (5) completavam um parlamento para o qual eram precisos 176 deputados para a maioria.

Estou em crer que não vai ser fácil a formação de um novo Governo… mas vamos aguardar as conversações interpartidárias que forçosamente terão lugar nos próximos dias.



Publicado por Tovi às 08:59
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Terça-feira, 30 de Junho de 2015
Presunção e água benta...

...cada qual toma a que quer

TSF e DN 30Jun2015.jpg

Com toda a presunção de inocência devida a José Sócrates, mas não esquecendo que por várias vezes tribunais superiores indeferiram pedidos de saída de prisão preventiva, o que o ex-primeiro-ministro dá a entender ser a sua intenção é que este “Processo Marquês” seja visto como um processo político e não um processo de delito criminal. É que os portugueses acabam por perdoar tudo a um político… já a um criminoso a coisa muda de figura.



Publicado por Tovi às 00:23
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2015
Já sei em quem não vou votar

Eleições cartoon 01.jpg

Enquanto se mantiver este actual sistema político não resta aos cidadãos interessados em participar na vida pública portuguesa senão integrar um partido já existente ou então “transformar” um movimento e/ou associação de cidadãos em partido político e inscrever-se no Tribunal Constitucional. Não há volta a dar, quer queiramos ou não a Lei só permite no Parlamento grupos de cidadãos devidamente enquadrados em grupos políticos e é deste Parlamento que o Presidente da República nomeia o Primeiro-Ministro. E se não concordamos com este sistema só temos duas soluções: Ou vimos para a rua e fazemos “A Revolução” ou então vamos tentar modificar a coisa lutando no próprio interior do sistema. As Legislativas aproximam-se e está na hora de cada um de nós tomar uma posição, parecendo a mim que a abstenção ou voto em branco não nos levam a lado nenhum, embora sejam uma forma válida e coerente de nos afirmarmos e dizermos “não”. Eu para já tenho uma certeza: Não é nos senhores do chamado “arco do poder” que vou votar.



Publicado por Tovi às 13:40
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Sábado, 9 de Maio de 2015
Lápis Azul

Censura Mai2015 a.jpg

Não pegou á primeira… Mas esta malta não desiste facilmente e lá vem outra vez com tiques totalitários a fazerem lembrar os senhores do Estado Novo… ou do PREC.

Censura Estado Novo.jpg

O "lápis azul" foi o símbolo da censura e da época da ditadura portuguesa do século XX. Os censores do Estado Novo usavam um lápis de cor azul nos cortes de qualquer texto, imagem ou desenho a publicar na imprensa. Para proteger a ditadura, os cortes eram justificados como meio de impedir e limitar as tentativas de subversão e difamação. Desde o Golpe Militar de 28 de maio de 1926 aos regimes de Oliveira Salazar e Marcello Caetano, o "lápis azul" servia para os censores decidirem o que devia ser noticiado ou divulgado. A 22 de junho de 1926 é instituída a Comissão da Censura, passando os jornais a serem obrigados a enviar a esta comissão quatro provas de página e a não deixarem em branco o espaço das notícias censuradas. Em 1933, a Constituição Portuguesa institui legalmente a Censura, que permanece até à Revolução dos Cravos, a 25 de abril de 1974. Até setembro de 1968, no governo de António de Oliveira Salazar, é a designada Comissão da Censura a responsável pelo "lápis azul". Durante o governo de Marcello Caetano esta comissão passa a chamar-se Comissão do Exame Prévio, mas, na prática, mantém o mesmo lápis com o mesmo sentido censório. (in Infopédia – Dicionários Porto Editora)



Publicado por Tovi às 09:52
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