"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 1 de Maio de 2015
Greve na TAP

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Neste Primeiro de Maio o facto social e político mais relevante em Portugal é o início de uma greve de dez dias dos pilotos da TAP. O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) exige para os 985 pilotos da companhia aérea portuguesa uma participação no capital da empresa, na sequência de um acordo assinado em 1999, e ainda diuturnidades (subsídios de antiguidade) suspensas desde 2011. O Governo de Passos Coelho e Fernando Pinto, presidente executivo da transportadora, negam que isto alguma vez tenha sido acordado. O Grupo TAP tem uma dívida de 1.062 milhões de euros, capitais negativos em 512 milhões e as suas receitas na Venezuela estão retidas à espera de decisões judiciais. O panorama é negro e já todos dão a entender que o fim não será risonho, nem para os trabalhadores em particular, nem para os portugueses em geral. E depois de uns anos de relativo desafogo financeiro lá temos de novo a TAP com as calças nas mãos e à mercê do destino… é que já nem sabemos se alguém a quererá comprar nem que seja ao desbarato.

 

  JN online 1Mai2015 09h25

A TAP cancelou 21 voos até às 8.00 da manhã, na sequência da greve dos pilotos, sendo que destes 21, seis tinham sido cancelados na véspera. Segundo Carina Correia, porta-voz da Transportadora Aérea Portuguesa, foram realizados 52 voos, número que abrange os serviços mínimos e os regressos a Portugal - também incluídos nos serviços mínimos, sem especificar o número de ligações cumpridas fora deste contexto. (...) No Porto, foram cancelados quatro voos (Roma, Lisboa, Madrid e Rio de Janeiro). O ambiente no aeroporto de Francisco Sá Carneiro era tranquilo, mas o balcão da TAP já registava alguma afluência de passageiros que pediam informações.

 

  Comentários no Facebook

«Fernando Duarte» >> a partir de um certo montante de ordenado mensal, o direito à greve devia deixar de existir

«António Vidal» >> Direito á greve é inalianável. Podem é não ser justas. Pode ou não haver bom senso. Pode ou não haver qualquer ligação com a relação de trabalho, e aí os trabalhadores passam a abutres.

«João Thiago Rocha Ferreira» >> Tenho vôos marcados para Itália a 7 de Maio e é quase certo que será cancelado por causa desta greve, o que trará más consequências para mim e para mais 80 pessoas que iam receber formação minha. O meu vôo para Oslo a 15 de Maio já sofreu mudanças de horários pelo que já tive de mudar de planos. Sou mais que a favor do direito à greve. Mas não pode existir DEZ dias de greve, deve sim haver uma limitação porque nenhum trabalhador fica DEZ dias a protestar algo. Logo, não é de todo alienado porque um trabalhador que proteste 3 dias já se fez ouvir. Por isso, esta greve é inaceitável, é inconcebível, e absolutamente estúpida porque as consequências da mesma acabará em despedimentos.

«David Ribeiro» >> O mais grave nisto tudo é que há muito se deveria ter pensado seriamente no futuro da TAP e nada se fez, ou o que se fez foi asneira. A compra da Varig Manutenção foi um erro que se está a pagar muito caro e que consumiu todo o lucro que se tinha conseguido nos últimos anos.

«João Thiago Rocha Ferreira» >> É a pensar no futuro que se optou por esta via, concorde-se ou discorde-se. Mas temo que seja o próprio Sindicato dos Pilotos a marimbar-se pelo futuro da companhia.

«David Ribeiro» >> Vou mais longe nas minhas congeminações: Terá razão de existir uma companhia de aviação desta dimensão num país como o nosso? Se sim, teremos dinheiro para a sustentar?

«João Thiago Rocha Ferreira» >> O intuito da privatização responde à pergunta

«David Ribeiro» >> Sim, claro... Mas haverá quem esteja interessado em comprar uma TAP como a que conhecemos?... É que se é para transformar esta numa outra qualquer também podiamos ser nós (o Estado) a fazer isso.

«Joaquim Leal» >> Fernando Duarte, para ser sincero até não acho abusivo os ordenados dos pilotos para a habilitação e responsabilidade que têm. Lá fora, por exemplo na Qatar ou na Emirates é multiplicado por 3 ou 4, com regalias que aqui não dispõem, por exemplo casa, infantário para os filhos ou seguro de saúde tudo á borla. O que eu critico e acho mesmo é haver governantes no meu país que teçam este tipo de considerações – “Um piloto da TAP ganha mais do que um general, diz o ministro da Defesa” ...Eu preciso de um general para quê?

«David Ribeiro» >> Um general ainda vá que não vá... agora tantos é que não são seguramente precisos.

«Fernando Duarte» >> vocês não vêm que é uma armadilha ( na qual os pilotos caíram como patinhos estúpidos que são ) destinada a falir a TAP para que outra companhia compre a privatização por tuta e meia

«Joaquim Leal» >> O que está certamente na base desta greve é o interesse dos pilotos em quererem ser proprietários de parte da companhia perante a inevitabilidade da sua venda/privatização como é desejo do governo. Olha que na Carris, Metro e CP os motoristas e maquinistas se lembram da mesma coisa? Há pouco ouvia o comandante Ângelo Felgueiras, julgo que líder do sindicato dos pilotos na década de 90. Dizia ele mais ou menos isto: Em 1999 quando se celebrou o acordo de empresa previa-se 10 a 20% de participação dos pilotos no negócio do tráfego aéreo num tempo que era de vacas gordas. Agora exige-se a mesma participação sobre "nada" e com a ajuda desta paralização, "nada" vale "nada".

«Tiago Vasquez» >> A TAP a fechar iria prejudicar Lisboa, porque no Porto vivemos bem sem ela. Infelizmente.

«David Ribeiro» >> Ainda há momentos ouvi numa TV qualquer que o aeroporto de Faro não se estava a ressentir do cancelamento de voos da TAP... Podera, já poucos viajam para o Algarve nesta companhia.

«Jorge Veiga» >> Sempre em greve é um direito inalianável? E os passageiros que pagaram as viagens? E os portugueses que têm de pagar os prejuízos que a TAP vai acumulando, por esta e outras razões? Como é que se pode exigir ficar com 10 a 20% das acções da empresa só para a classe profissional dos pilotos? Os Pilotos são pessoas altamente qualificados e deixam-se cair em armadilhas? Estamos a falar de putos com a 4ª classe? Tenho visto esta gente dos transportes, quando não são uns são outros a fazer greves atrás de greves. Palhaçada que vai acabar dentro de uns meses.

«Tiago Vasquez» >> E no Porto mais de metade não é TAP ou TAL

«Joaquim Leal» >> Não me devo enganar muito mas voos TAP para Faro só os de e para Lisboa. Dois por dia, tudo o resto é estrangeirada.

«Emanuel Pedro» >> lixo tóxico fácil fecha a porta...

«Jorge Oliveira E Sousa» >> Se fosse médico não tratava um piloto grevista, se fosse padre não fazia o seu enterro, se fosse gasolineiro não lhes vendia gasolina, se fosse padeiro não tinha pão e assim por diante. É preciso de uma vez por todas colocar os pilotos no seu lugar. Não tenhamos medo deles. Rua... que vão voar para a Colombia onde devem ainda ganhar mais. Vivem quase todos na zona de Lisboa/Cascais. É preciso faze-los sentir a sua irresponsabilidade. E como estão quase todos juntos será mais fácil faze-los sentir o que custa ser indesejado nesta altura.

«Joaquim Magalhaes» >> Estava eu almocar e li no rodape num canal de televisao que um sindicalista da TAP ganhou 175 mil euros para originar esta greve, e aquilo que eu digo a muitos anos, pra estes sujeitos o Pais quanto pior melhor

«Joaquim Leal» >> Vou ser mais preciso: Esse senhor é comandante da TAP e enquanto tal tem por nome Lino Silva. Nas horas vagas é economista e andava a assessorar o sindicato dos pilotos desde 1999 como Paulo Rodrigues. Duas identidades para a mesma pessoa. Nunca dá a cara, recusa entrevistas e segundo os pilotos, utiliza uma linguagem económica e financeira que ninguém o percebe. Pelo menos entre 2007 e 2009 recebeu do sindicato a módica quantia de 1.176.450 "aéreos". Agora o melhor: Mesmo já desvinculado das obrigações de "part-time" continuou a receber do sindicato 250 euros á hora nos últimos dois anos o que totalizará os tais 170 mil euros referidos embora de forma "inexacta" pelo Joaquim Magalhaes. Noticia da RTP que revi para aqui vir comentar. Eu sei, sou muito invejoso.

«Joaquim Magalhaes» >> Amigo Joaquim Leal, peco desculpa se aquilo que disse nao foi totalmente correcto pois tava almocar e a passar no rodape da TV

«Joaquim Leal» >> Ora essa, "só" lhe acrescentou 5 mil aéreos o que me parece injusto ah ah ah

«Jorge Baldinho» >> Quando os trabalhadores de uma empresa pública fazem greve, estão a prejudicar todos nós, seus verdadeiros accionistas, enquanto contribuintes para o estado. A greve é pois contra os contribuintes portugueses, pois são esses que sustentam o estado que sustenta a TAP... Ou seja, eu não quero que os impostos que pago sejam para aumentar salários a pilotos, nem quero que 1/5 de uma empresa que existe à custa dos nossos impostos seja entregue a 958 pilotos... Por alma de quem?????




Segunda-feira, 17 de Novembro de 2014
Miguel Macedo sai do Governo

Miguel Macedo demição.jpg

 Miguel Macedo demitiu-se... E no meu entender só ficou bem a este homem do Norte ter tomado esta posição política. Quando gente da sua confiança política faz o que fez, outra coisa não se podia esperar a gente de bem. E agora?... Quem é que Passos Coelho vai convidar para o Ministério da Administração Interna?... Não é uma pasta sem importância e que possa ser entregue a um "yes man" qualquer.



Publicado por Tovi às 08:33
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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2014
Também tu, Rui Rio?

Rui Rio jornal i 16Out2014.jpg

 Jornal i
Presidente de agência pública diz que Secretário de Estado Castro Almeida deu a indicação para alterar as regras do concurso, o que permitiu a escolha da empresa de Rio para seleccionar futuros gestores de fundos europeus.

 

 Teoria da conspiração

 Já pensaram na possibilidade de esta "bomba" ter rebentado numa altura em que se fala na possibilidade de Rui Rio ir para a liderança do PSD e automaticamente ser o candidato dos sociais democratas a Primeiro-Ministro?... Os amigos do Passos Coelho, Relvas & Cª, não brincam em serviço.



Publicado por Tovi às 13:43
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Sexta-feira, 10 de Outubro de 2014
António Costa versus Passos Coelho

Sondagem 2014Out8 a.jpg

(Sondagem CM/Aximage realizada entre 1 e 4 de Outubro)

Mas alguém pensa que nas próximas legislativas o adversário de António Costa vai ser Passos Coelho?... Não me digam que nunca ouviram falar de um social democrata chamado Rui Rio?... E eu até estou à vontade para dizer isto, pois como é sabido nunca morri de amores pelo anterior presidente da Câmara do Porto.



Publicado por Tovi às 08:13
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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2014
Tecnoformagate

{#emotions_dlg.away} 10h00 - Vai iniciar-se na Assembleia da República a discussão do Tecnoformagate.

{#emotions_dlg.away} 10h15 - O Primeiro-Ministro acaba de afirmar no Parlamento que nunca recebeu qualquer dinheiro da Tecnoforma. Foram só despesas de representação e almoços... Isto é que é preciso ter uma lata.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Enquanto não provarem que recebeu de facto, pode dizer o que lhe apetecer.

«Mario Jeronimo» no Facebook >> E um fait divers para distrair a malta da figura triste que o Seguro e o Costa andam por ai a fazer.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Estou a acompanhar em directo: "Passos desafia críticos a comprovarem acusação de pagamentos indevidos" :)

«Carlinhos da Sé» no Facebook >> Tou a menar...

{#emotions_dlg.away} 10h28 - António José Seguro desafia Passos Coelho a permitir o levantamento do sigilo bancário para se saber o que recebeu e de quem.

{#emotions_dlg.away} 10h40 - O “calimero” Seguro tem razão em desafiar o PM a mostrar os seus movimentos bancários à época dos factos em apreço. Como diz o Povo quem não deve não teme. Mas Passos Coelho não está para isso virado e afirma sob compromisso de honra que só recebeu de uma ONG da Tecnoforma despesas de deslocação e nunca vencimentos.

«Joaquim Leal» no Facebook >> "stripe tease" das contas bancárias...lol :D

{#emotions_dlg.away} 10h50 - Jerónimo de Sousa mais uma vez a demonstrar trazer o trabalho de casa bem feito e a acusar Passos Coelho de não conhecer a regulamentação da AR sobre regalias dos deputados.

{#emotions_dlg.away} 11h08 - Catarina Martins quer saber se foram tostões ou milhões as despesas de representação que Passos Coelho recebeu da ONG da Tecnoforma.

«Joaquim Leal» no Facebook >> O homem foi ao Porto... :P Conclusão: recebeu mas não se sabe é quanto. :/

«Carlinhos da Sé» no Facebook >> P.Ministro -1/Oposição-0, se houver nova "bufadela" vão à desforra.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Siga... "Waiting for nothing"

{#emotions_dlg.away} 13h20 - Foi necessário quase uma semana para Passos Coelho “fabricar” a história que foi apresentar no Parlamento no debate desta manhã ou então uma qualquer poção mágica fez com que de um momento para o outro tudo lhe viesse à memória. O mais certo, e porque não somos inocentes, é ter havido um acerto de ideias entre o nosso Primeiro-Ministro e os senhores da Tecnoforma para tudo bater certo. Esta malta… como se não os conhecêssemos.

«Jorge Saraiva» no Facebook >> Desculpe mas o que escreveu acima é o que se chama um processo de intenções! A não ser que conheça dados que não são públicos.

«Zé Carlos» no Facebook >> David Ribeiro, ainda a propósito do Renault Clio com que ele foi para o Algarve nas últimas férias, cadê o Mercedes de matrícula estrangeira com que ele andava nesses tempos.....

«Miguel C Reis» no Facebook >> Mas alguém que tenha a gentileza de me explicar como é que se pode estar em EXCLUSIVIDADE no Parlamento e a representar empresas ou ONGs que nada têm a ver com o dito Parlamento (sim, porque se tem despesas de representação reembolsadas, é porque andou a representar quem o reembolsou)...

«Raul Vaz Osorio» no Facebook >> Pode, com está mentira, safar-se de acusações criminais e especialmente de ser forçado a devolver is dinheiros mal recebidos, mas nāo se livra é da machadada final na imagem que quiz contruir de honesto empreendedor liberal. Afinal é apenas um vigarista subsídio-dependente.

«Jorge Queiroz» no Facebook >> Para lhe avivar a memória, talvez dar-lhe algum fósforo e, já agora, um bocadinho de gasolina.



Publicado por Tovi às 10:05
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Quinta-feira, 8 de Maio de 2014
Passos Coelho no World of Discoveries

 Expresso online

A grande verdade é que Passos Coelho e mais uns amigos vieram logo para o Porto “brincar” no «World of Discoveries», o Museu Interativo e Parque Temático recentemente inaugurado em Miragaia.


«João Pedro» no Facebook >> Que pena o barco não afundar! :D



Publicado por Tovi às 13:21
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Terça-feira, 18 de Março de 2014
Divergência insanável

Parece não haver dúvidas que António José Seguro ganhou o dérbi de ontem, mas estou em crer que o único golo da partida foi marcado em fora-de-jogo. Tivesse a equipa socialista jogado bem nos vários encontros deste campeonato e estaria muito à frente do team de Passos Coelho, não sendo preciso neste momento uma liguilha para saber quem é o melhor na política nacional.

 {#emotions_dlg.meeting} [JN] - Seguro alega "divergência insanável" com Governo sobre estratégia orçamental - O secretário-geral do PS, António José Seguro, disse esta segunda-feira, no final de  um encontro de três horas com o primeiro-ministro, que existe uma  "divergência insanável" com o Governo sobre a estratégia orçamental para o país. "Há uma divergência insanável entre o PS e o Governo no que diz respeito à estratégia orçamental. Foi isso que esteve em debate na reunião solicitada pelo primeiro-ministro e a que eu acedi", disse Seguro aos jornalistas em São Bento, no final de uma reunião, que admitiu que "não foi fácil", com Pedro Passos Coelho.


«Paulo Pereira» no Facebook >> O PS tem tido uma estratégia cautelosa e até demasiado modersd porque o povo português assim prefere.

«Zé Zen» no Facebook >> Obrigado David. Quando queres acertas. ;)

«Zé De Baião» no Facebook >> O problema no meio de todos estes encontros e desencontros é que não se vislumbra qualquer alternativa. Em março de 2011 o PSD cantava a mesma cantiga e derrubava um Governo, mas dava seguimento a um rumo ainda pior. Este ano, em situação muito pior e de todo um povo já em desespero, parece haver receio em se assumir uma política verdadeiramente alternativa. Costumam dizer que "não há almoços grátis" e que "um político assume-se". Preocupa-me que um País e todo um povo venham, mais uma vez, a cair nas mãos de governantes, não pelas suas competências e alternativas políticas, mas por cansaço e desgaste desse mesmo povo. Não há pior rumo político do que aquele que é determinado pela resignação e falta de esperança. A resignação e falta de esperança não podem ser um programa de ação política e muito menos de ação (des)governativa.

«Zé Zen» no Facebook >> Obrigado Zé De Baião. Direto e sem espinhas. (y)

«Eduardo Vasques de Carvalho» no Facebook >> o grande problema é que os dois andam preocupados em ganhar, não com Portugal...

«Fernando Kosta» no Facebook >> Deve ser na matéria do spill over: quanto mais podemos roubar ao Norte?!

«Mario Jeronimo» no Facebook >> golo na própria baliza?



Publicado por Tovi às 09:42
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Sexta-feira, 20 de Dezembro de 2013
Direcção da ACP escreve ao Primeiro-Ministro

Direcção da Associação Comercial do Porto  questiona Primeiro-Ministro sobre temas relevantes para o Porto e para o Norte.
{#emotions_dlg.meeting}

Exmo. Senhor Dr. Pedro Passos Coelho
Primeiro-Ministro de Portugal
A Associação Comercial do Porto tem no seu código genético uma preocupação séria com o desenvolvimento do País, esforçando-se por encontrar vias para mitigar os estrangulamentos à iniciativa e ao crescimento empresarial, vias sem as quais a prossecução desse objetivo fica comprometida. Mais uma vez, o período de emergência social que o País atravessa, impele-nos a procurar consensos e identificar soluções para uma utilização eficiente dos recursos, que nos permitam ultrapassar as presentes dificuldades.
Recentemente eleita, a nova Direcção da Associação Comercial do Porto considera ser este um momento oportuno para se dirigir a Vossa Excelência, apresentando um conjunto de questões que considera pertinentes, fazendo-o, sobretudo, enquanto elemento da Comunidade de Negócios do Porto e do Norte de Portugal - Região particularmente fustigada pelos efeitos da crise e cuja iniciativa privada tem, ao mesmo tempo, procurado inovar e crescer num quadro internacional adverso e altamente competitivo.
Colocam-se, hoje e nos próximos anos, desafios decisivos à definição de políticas públicas, que permitam ao País crescer de forma sustentada. O crescimento deve assentar em lógicas regionais de competitividade que salvaguardem o equilíbrio territorial. O que está em causa é a necessidade de um Estado de proximidade, de relação com os cidadãos, mais eficiente, eficaz e racional na escolha das prioridades: um Estado que faça valer o princípio de subsidiariedade tal como a nossa Constituição o consagra.
O País tem sido marcado por uma Administração Pública pesada, burocrática e desajustada das necessidades das empresas e dos cidadãos, denunciando uma cultura organizacional ostensivamente centralista e apartada das legítimas ambições de desenvolvimento do resto do País. O que se tem passado com o Norte – Região nevrálgica para o País, onde está concentrada a produção de bens e serviços com mais peso nas exportações nacionais – é, a esse título, paradigmático. Ao mesmo tempo e por isso, está exposta, como nenhuma outra, aos choques decorrentes dos fenómenos da globalização, em parte responsáveis por algumas das dificuldades com que se depara.
Apesar de ser a Região que mais tem contribuído para a redução do défice das contas externas, com um superavit que ultrapassa os cinco mil milhões de Euros, o Norte é, contraditoriamente, a região mais pobre do País e uma das mais pobres da Europa, com um PIB per capita 20 pontos percentuais abaixo da média nacional, 38 pontos abaixo da média europeia e 42 pontos percentuais mais baixo do que o de Lisboa, como recentemente revelou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.
São números que, infelizmente, revelam e comprovam a ineficácia do Estado Central em matéria de afectação de recursos públicos, nacionais e europeus, e na definição de políticas redistributivas ao nível territorial. Globalmente, as políticas públicas falham no desenho de um ecossistema favorável ao desenvolvimento da iniciativa privada, para que as empresas possam crescer na cadeia de valor e aumentar o seu contributo para a produção nacional: desde a gestão coordenada das infraestruturas de transporte, como suporte indispensável a uma economia regional fortemente exportadora, até à resolução de falhas de mercado.
Para uma Região, que é também a mais populosa e a que apresenta o menor peso do emprego público no total do emprego regional, o próximo ciclo de fundos estruturais para o intervalo 2014-2020 será uma oportunidade única para superar problemas estruturais e retomar uma trajetória de convergência e de crescimento sustentado.
Havendo presente este enquadramento, não poderíamos deixar de colocar a Vossa Excelência um conjunto de questões que, pela sua importância no desenvolvimento desta Região e, por arrasto, do País, gostaríamos de ver esclarecidas e resolvidas no contexto de desenvolvimento de um ecossistema empresarial competitivo que facilite a inovação e a competitividade:
Qual a orgânica de gestão e programação e quais as prioridades de investimento consignadas no novo Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020?
Senhor Primeiro-Ministro, ao longo dos sucessivos Quadros Comunitários de Apoio, a Região Norte tem sido sistematicamente desfavorecida. Não pode, por isso, a Associação Comercial do Porto deixar de alertar para a necessidade de se assegurar, neste próximo Quadro Comunitário, a gestão descentralizada dos apoios consignados a cada um dos programas operacionais regionais, garantindo, por essa via, a autonomia de decisão regional na programação e aprovação dos projectos financiados.
Tendo em conta que os recursos são escassos, só uma efetiva aproximação das estruturas de gestão dos fundos aos principais destinatários poderá permitir a execução e o acompanhamento de estratégias regionais coerentes e eficazes na resposta aos problemas da sua economia e da sua sociedade.
Não nos podemos esquecer que estes apoios são concebidos sobretudo para ajudar as regiões mais carenciadas. Num momento em que se repensam as funções e a orgânica do Estado, esta é uma oportunidade de mudança face à tradicional forma centralizada de programação, organização e gestão da política de coesão em Portugal.
Em face de um mercado interno exíguo, as prioridades redefinem-se e voltam-se naturalmente para o incremento das nossas exportações. A margem de erro, na definição das linhas de orientação que mais solidamente possam incrementar a nossa competitividade, é muito pequena. Os transportes e a logística assumem nesta equação um papel determinante no desenvolvimento do País e os objetivos de relançamento da vocação industrial – não só de Portugal mas também da Europa – vêm reforçar a importância da logística e da interoperabilidade, como via para agilizar o transporte de pessoas e bens.
Entende a Associação Comercial do Porto que, estando em causa o mais importante envelope financeiro para investimento nacional dos próximos sete anos, não se pode perder esta oportunidade para se cativar os meios necessários à realização de investimentos prioritários no plano da multimodalidade. A Região Norte dispõe hoje de um importante conjunto de infra-estruturas. Contudo, a melhoria do seu posicionamento nas cadeias logísticas globais, obriga a que se ultrapassem estrangulamentos que afetam algumas das suas acessibilidades, quer no plano interno, quer no plano das conexões internacionais.
No pressuposto de que há medidas estruturais que transcendem uma relevância orçamental imediata, pelos efeitos inquestionavelmente positivos que trarão no longo prazo, cumpre-nos questionar, Senhor Primeiro-Ministro, em que termos estão consignados, para os próximos sete anos, os investimentos em equipamentos e infraestruturas que constituem a base da competitividade das nossas empresas.
Como regular e salvaguardar a articulação do Aeroporto do Porto com os interesses de desenvolvimento e crescimento regionais?
Com a privatização da ANA – Aeroportos de Portugal, SA, num modelo de concessão em bloco da gestão e exploração dos aeroportos nacionais, permanecem em aberto algumas questões fundamentais, que poderão condicionar as aspirações de desenvolvimento do Aeroporto do Porto, designadamente, na sua articulação com a economia regional. A título de exemplo, o Plano Estratégico de promoção e expansão do aeroporto do Porto, bem como a programação de novos investimentos não podem ser dissociados das dinâmicas regionais, as quais poderão não coincidir com os interesses privados do concessionário.
O Aeroporto do Porto, hoje perfeitamente integrado na rede urbana de transportes é, na sua categoria, dos mais modernos da Europa e tem apresentado sistemáticas taxas de crescimento que estão a revolucionar o turismo desta Região. Este aeroporto já atingiu uma posição de liderança no Noroeste Peninsular, com uma quota superior a 60% nos passageiros e superior a 90% na carga aérea, sendo que importará agora consolidar a oferta actualmente disponibilizada na diversidade e na frequência das ligações, com a aposta no reforço dos mercados fora da Europa.
Para se assegurar a capacidade e a operacionalidade da infraestrutura no âmbito destes objetivos, bem como a salvaguarda da segurança do aeroporto e das ligações viárias aos concelhos vizinhos, considera-se prioritário o alargamento da pista 17-35 e o reforço estrutural do túnel sob a referida pista. Importa, também, assegurar que continuam reunidas condições para que o concessionário mantenha uma atitude inovadora, atenta às tendências do mercado de aviação civil – como as companhias low-cost – para aprofundar o crescimento e a diversificação das ligações directas que o Aeroporto tem vindo a oferecer nos últimos anos.
Ainda no tema do Aeroporto do Porto, é importante que o Estado resolva o litígio que o opõe ao Município do Porto no processo de transmissão para a esfera privada dos direitos inerentes à propriedade dos terrenos e à construção deste Aeroporto, avaliados em cerca de 67,8 milhões de euros, e dos quais o Município será legítimo credor. A bem da transparência, da equidade e da razão, deseja-se que o Estado decida de “boa-fé”, ressarcindo o Município do Porto pelo seu longo historial de investimentos realizados no Aeroporto do Porto, devolvendo-lhe os recursos necessários para aplicar em políticas de coesão e de desenvolvimento local.
Qual o futuro para o Porto de Leixões como plataforma logística do Noroeste Peninsular e a sua articulação com o tecido empresarial regional, com forte exposição ao mercado global?
O Porto de Leixões, com vocação “multivalências” e o seu importante posicionamento como rótula logística, é o maior porto nacional de exportação, sendo responsável pelo escoamento de 25% do total exportado. Leixões é também o porto mais rentável do País, encontrando-se hoje entre os vinte e cinco maiores portos europeus. Nos últimos anos, tem-se batido particularmente pela preferência dos agentes de mercado espanhóis, o que já conseguiu numa parte da Galiza. Trata-se de um feito notável tendo em conta que o Porto de Vigo, o seu mais directo concorrente, ligado a uma Região que tem vindo a crescer mais do que a Região Norte, teve um desempenho portuário muito inferior ao registado por Leixões.
O facto de as empresas portuguesas terem que procurar cada vez mais mercados fora da Europa, está a favorecer o crescimento do transporte marítimo em detrimento da rodovia e da ferrovia. Nesse sentido, Leixões tem agora que reforçar a sua capacidade concorrencial junto das cadeias logísticas nacionais e internacionais, o que lhe exigirá evoluir na capacidade de acrescentar valor à carga. É, pois, essencial concluir-se rapidamente a nova plataforma logística na envolvente portuária e ponderar novos investimentos, para facilitar o reordenamento das actividades logísticas de maior proximidade e atrair novas actividades de valor acrescentado, permitindo-lhe tirar o máximo partido da sua localização na fachada atlântica.
Nos investimentos em curso, a renovada estrutura – sobretudo o Pólo 2 – constituirá um suporte excelente, não só para tráfegos portuários mas também para as actividades logísticas de apoio ao consumo na Área Metropolitana do Porto, que carecem hoje de reorganização. Mas, um vector fundamental para o futuro, será o investimento na construção do novo terminal de contentores que viabilize a entrada e a operação portuária a navios porta-contentores “Post-Panamax”, com um calado de 14 metros. Este projecto, aliás, estava já contemplado no Plano Estratégico de Transportes apresentado em 2011.
Os novos investimentos são cruciais para assegurar a competitividade do porto nos próximos anos, tendo em conta que serão estes os navios que, muito em breve, irão dominar as rotas Norte-Sul e as rotas transatlânticas. Adiar a construção deste terminal poderá comprometer, de forma gravíssima, a competitividade do Porto de Leixões em face dos seus principais concorrentes na Península ibérica e, consequentemente, prejudicar seriamente a competitividade empresarial, que se verá impedida de inovar e adaptar os canais de distribuição às tendências da indústria naval mundial.
De destacar, ainda, a necessidade de consolidar a ligação de Leixões e do terminal ferroviário de mercadorias ao centro da Europa, através da construção de um ramal de acesso e de uma nova linha para mercadorias, em bitola europeia, entre Aveiro e Salamanca, e que viabilizará também a integração do Porto de Aveiro numa plataforma logística que, em muito, suportará a competitividade empresarial, ao mesmo tempo que proporciona um ecossistema favorável ao empreendedorismo e ao aparecimento de novos negócios. Negócios esses que, naturalmente, aproveitarão da posição privilegiada de Portugal no plano das rotas marítimas mercantis internacionais.
Finalmente, é importante referir que a capacidade de resposta do Porto de Leixões ao crescimento das exportações e a competitividade com outros Portos concorrentes próximos – e, também, mais remotos – estiveram sempre associadas à eficiência da sua gestão e ao esforço de investimento que foi realizando ao longo dos anos, sem quebras na qualidade de serviço e sem os problemas de ordem social. Tudo isso justamente perfazendo uma tendência contrária ao que tem ocorrido noutros portos nacionais. Contudo, e mais uma vez, fruto de indecisões políticas, o Porto de Leixões está neste momento em gestão corrente.
Senhor Primeiro Ministro, a ambição não é compatível com uma indefinição de mandatos, que impeça o Porto de Leixões de traçar as suas próprias metas a prazo e de responder, com os necessários graus de liberdade, às exigências do mercado, como tem feito até aqui e de forma, sublinhe-se, exemplar.
Como vai o Norte beneficiar da ferrovia europeia do “Corredor Atlântico”?
Um outro ponto das nossas preocupações reside no modo e no tempo de o Norte integrar as novas ligações ferroviárias à Europa, aspecto anteriormente aflorado a propósito de Leixões. A importante ideia europeia do “Corredor Atlântico” está dotada de avultados meios orçamentais da UE até 2020. E a UE permite comparticipações que podem excepcionalmente atingir 85% do investimento. Ora, parece que Portugal poderá ter acesso a este elevado nível de comparticipações e poderá ver abrangidas três grandes linhas nacionais, de entre as quais, a linha férrea que é fundamental para ligar os tecidos empresariais do Norte, o Porto de Leixões e o Porto de Aveiro à Europa. Não há, todavia, informação sobre os efetivos planos que o Governo português possa ter sobre este assunto. E estamos perante um limitado prazo de realização e de utilização dos meios disponíveis…
No âmbito do novo Quadro Comunitário será consagrado apoio para nova linha do Metro do Porto?
A competitividade internacional do território regional está igualmente dependente do reforço da conectividade interna da sua rede urbana. Neste capítulo, a implementação do sistema de metro ligeiro de superfície que serve o Grande Porto e a sua progressiva integração com os serviços rodoferroviários veio beneficiar em grande medida o sistema de mobilidade neste arco metropolitano. No âmbito da programação multimodal de investimentos considerados prioritários, afigura-se essencial o reforço da dotação financeira institucional para a concretização da nova linha Matosinhos – S. Bento, que cobre as zonas da Foz e do Campo Alegre, incluindo a frente marítima junto ao Castelo do Queijo, o polo da Foz da Universidade Católica, as Faculdades de Letras e Ciências da Universidade do Porto e o Palácio de Cristal.
Este investimento consubstancia uma linha estruturante, não só do ponto de vista da prossecução de uma política de complementaridade com a rede de autocarros, mas também e fundamentalmente na perspectiva da dinamização turística do Porto. Na verdade, convém lembrar que percorre longitudinalmente uma zona relevante da cidade, nas proximidades de Serralves e do futuro Centro de Congressos do Palácio de Cristal, onde se encontram também as galerias de Arte de Miguel Bombarda.
Que futuro para a Sociedade de Reabilitação Urbana do Porto?
O Porto carece de uma política abrangente de urbanismo que regenere a cidade e trave o grave êxodo demográfico que se tem vindo a registar nos últimos anos. A requalificação é o passo imprescindível para que se possa repovoar o centro, reavivando o comércio tradicional e promovendo com isso a atração de novos negócios, mais emprego e mais turismo. O trabalho desenvolvido pela Sociedade de Reabilitação Urbana do Porto, criada com base num entendimento claro e expresso da necessidade de investimento público na requalificação dos meios urbanos, tem deixado marcas visíveis na cidade, revelando sobretudo um importantíssimo papel multiplicador do investimento privado.
A cidade, por si só, não tem capacidade para suportar as pesadas exigências de requalificação, nomeadamente as que decorrem da classificação do Centro Histórico, e o impasse gerado com a indefinição do contrato–programa (que estabelecerá o modelo de financiamento da SRU no futuro) suspendeu os processos de requalificação em curso.  Na consciência de que o que está em causa não é o mérito e a bondade do investimento público desta natureza, pergunta-se, Senhor Primeiro-Ministro, como poderá o Estado desbloquear os constrangimentos orçamentais que inviabilizam a reabilitação urbana da cidade.
Senhor Primeiro-Ministro,
O Norte e o Porto, em particular, têm sido capazes de se afirmar positivamente pela sua singularidade, dando provas de visão ao procurar consensos em torno da defesa dos seus legítimos interesses, não se limitando a reivindicar por reivindicar, mas sim a comprovar, de forma sustentada, que o que defendemos para esta Região é fulcral também para todo o País.
Estão em causa opções estratégicas que condicionarão o rumo da nação num universo temporal que atravessará várias gerações. Em especial, numa época de crise económica e financeira acentuada, o desenho de um sistema de incentivos adequados e uma forma de gestão apropriada são vitais. Sabemos, e defendemos, que uma estratégia de desenvolvimento não se pode confinar aos elementos materiais. A qualificação dos recursos humanos, a inovação, o apoio ao marketing, à exportação e à internacionalização são prioridades inquestionáveis. O investimento público em infraestruturas, nomeadamente com a relevância dos aqui referenciados, é um elemento crítico no sentido de alavancar a nossa competitividade. Mas, sejamos claros: embora admitindo que haja efetivas razões para uma discriminação positiva, não pretende a Associação Comercial do Porto avançar sugestões para o Porto e para o Norte que não passem numa rigorosa análise custo-benefício. Tem sido essa a nossa atitude e não é agora que a vamos abandonar.
É nossa convicção que as dúvidas levantadas em torno destes temas e as implicações que daí decorrem para o nosso futuro coletivo certamente merecerão de Vossa Excelência cuidada e prudente análise. Tratando-se de preocupações comuns aos agentes desta Região, não podemos deixar de tornar público o conteúdo deste documento.
Porto e Associação Comercial
em 16 de Dezembro de 2013


«Luiz Cunha» no Facebook >>E então??? Já há respostas????!!!!!!! No dia de S. Nunca, da parte da tarde...



Publicado por Tovi às 13:14
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Sábado, 17 de Agosto de 2013
Passos Coelho e o Tribunal Constitucional

{#emotions_dlg.sidemouth} As pressões que o Primeiro-Ministro exerce sobre um outro órgão de soberania só acontecem em Portugal porque o inquilino do Palácio de Belém nunca soube, ou nunca quis, exercer com dignidade e honra as tarefas que o Povo Português lhe confiou.


«Carlos Santos» no Facebook >> Plenamente de acordo!!! Como vai um cidadao respeitar um tribunal, se os nossos governantes nao o fazem, e ainda os ameaçam?

«Zé Zen» no Facebook >> Quando é que nos vamos livrar deste escuteiro?

«António Pavão Nunes» no Facebook >> Pobre país que tem esta coisa a liderar um governo!

«António Horta Pinto» no Facebook >> A execrável criatura não tem a mínima formação cívica nem democrática. Não tem cultura nem valores. E sobretudo não tem um pingo de vergonha!

«António Pavão Nunes» no Facebook >> Execrável é o termo!

«Carlos Esperança» no Facebook >> Tal como Mohamed Morsi, Passos Coelho ganhou as eleições mas, por incultura democrática, arroga-se também o direito de exercer direitos muito para além dos que a CRP lhe consente.

«Jose Faustino» no Facebook >> Um completo mentecapto.

«João Azevedo» no Facebook >> O que falta ao rapaz, é um Presidente da República. O que ele tem é um cúmplice. Ou um padrinho da "famiglia".

«Zé Zen» no Facebook >> Se vocês continuarem neste ritmo, o rapaz ainda abre o aljube e o condomínio da António Maria Cardoso. Quem avisa... 3:) Esqueci-me de dizer que não estou a brincar. :o

«Jorge  Antunes» no Facebook >> Isto realmente, vai de mal a pior, ontem quando ouvi PPC, dizer sei peias que o TC, tinha que se afeiçoar, ás medidas que ele Governo vai tomar, mesmo que tal pudesse estar ferido de parte inconstitucional, fiquei, completamente cilindrado. Se a condição económica, minha a dos que comigo trabalham e permitissem, tinha dependurado definitivamente a Toga, que tento honrar. Mas honestamente, tal não seria fácil, mas não volto a gastar mais uma linha a comentar este Governo, tudo tem limites, e foram ultrapassados, os mais elementares. Assim, nem vale a pena um esforço, para mudar isto. Batemos no fundo financeiro, moral e legal.

«António Corrêa D Oliveira» no Facebook >> Realmente este é mais um sinal do fim da república.

«Jose Riobom»  no Facebook >> ...ele é que vai sair de marcha-atrás...!

«David Ribeiro» no Facbook >> {#emotions_dlg.angel}  Se algum dos meus amigos se cruzar com Pedro Passos Coelho não se importa de lhe ler estes excertos da Constituição da República Portuguesa?

Artigo 222.º - (...) 5. Os juízes do Tribunal Constitucional gozam das garantias de independência, inamovibilidade, imparcialidade e irresponsabilidade e estão sujeitos às incompatibilidades dos juízes dos restantes tribunais.

Artigo 223.º - 1. Compete ao Tribunal Constitucional apreciar a inconstitucionalidade e a ilegalidade, nos termos dos artigos 277.º e seguintes.

Artigo 277.º - (Inconstitucionalidade por acção) - 1. São inconstitucionais as normas que infrinjam o disposto na Constituição ou os princípios nela consignados.

«Joaquim Leal» no Facbook >> Se tens pedido mais cedo tinha dado um salto ontem a Quarteira :P

«Vasco Jorge» no Facebook >> Constituição, constituição!!! É ela perfeita?

«David Ribeiro» no Facebook >> Se não é perfeita, muda-se... mas até lá é isto que é Lei.

«Vasco Jorge» no Facebook >> Se é consensual que em alguns aspetos ela impede a governação então, não devemos invocá-la mas sim defender a sua alteração adaptando-a aos tempos. Até as religiões se adaptam aos tempos...

«David Ribeiro» no Facebook >> Isso de ser consensual que em alguns aspectos impede a governação é uma forma muito particular de ver a coisa. É exactamente para impedir os governantes de fazerem o que querem que existe Constituição.

«Vasco Jorge» no Facebook >> Esta Constituição pode estar a impedir os governantes de fazerem o que querem e a impedir que os governantes possam fazer o que o País precisa.

«Flórido Tó» no Facebook >> Ó meu amigo David Ribeiro só ainda não consegui perceber quem que de facto manda neste país, "pastel de belém" ou o "menino de S. Bento" que os agora críticos lá colocaram. É normal sermos conduzidos por quem nunca esfolou o cortiço de verdade, apenas coleccionou títulos de administração oferecidos e a nossa geração era obrigada a terminar um curso bem mais cedo?!?!

«Margarida Bessa» no Facebook >> Para quê? O homem não sabe ler... nem trabalhar... nem pensar...



Publicado por Tovi às 11:07
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Quarta-feira, 24 de Julho de 2013
Novo Governo de Portugal

Às 17 horas de hoje o Presidente da República conferirá posse aos novos membros do Governo, tendo como base as seguinte premissas:

{#emotions_dlg.star} Nos termos da alínea h) do artigo 133º da Constituição, o Presidente da República aceitou a proposta que lhe foi apresentada pelo Primeiro-Ministro de exoneração, a seu pedido, do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas, do Ministro da Economia e do Emprego, Prof. Doutor Álvaro Santos Pereira, da Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Doutora Maria da Assunção de Oliveira Cristas Machado da Graça, e do Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Dr. Luís Pedro Russo da Mota Soares.
{#emotions_dlg.star} Nos termos da mesma norma constitucional, o Presidente da República aceitou a proposta que lhe foi apresentada pelo Primeiro-Ministro de nomeação do Vice-Primeiro-Ministro, Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas, do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Dr. Rui Manuel Parente Chancerelle de Machete, do Ministro da Economia, Mestre António de Magalhães Pires de Lima, do Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Eng. Jorge Manuel Lopes Moreira da Silva, da Ministra da Agricultura e do Mar, Doutora Maria da Assunção de Oliveira Cristas Machado da Graça, e do Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Dr. Luís Pedro Russo da Mota Soares.


«Fábio Teixeira» no Facebook >> Será mais, "Novo governo de ladrões..."!

«Joaquim Leal» no Facebook >> Parece-me ser um governo melhor composto, desta vez sim mas vêm aí cortes, ui...uiiii...

«David Ribeiro» no Facebook >> Mais importante que as pessoas são as políticas... Esperemos para ver.

«Joaquim Leal» no Facebook >> As escolhas dos nomes e a redistribuição ministerial parecem-me acertadas. Boa aposta na economia principalmente. Como dizes e bem, a ver vamos...

«Jorge Rodrigues» no Facbook >> E o CDS/PP sai claramente reforçado - Sobe o Paulo, entra o António, alarga o Pedro. E o Passos, que remédio, engole, para manter o lugar de 1º.

«Carlos Mimoso» no Facebook >> Que vai fazer a nódoa do Coelho agora??....

«Pedro Baptista» no Facebook >> É uma cabazada do CDS ao PSD e o Silva mais uns milhares de pontos abaixo de zero...



Publicado por Tovi às 07:28
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Sábado, 20 de Julho de 2013
Constituição da República - Demissão do Governo

{#emotions_dlg.sidemouth} Eu cá preferia um acordo… é que esperar que o Presidente da República demita o Governo é capaz de ser pedir muito a Cavaco Silva.


«Sérgio Ribeiro» no Facebook >> Comunicado da Presidência da República - A Presidência da República divulga o seguinte comunicado: "O Presidente da República recebeu hoje, em audiência, sucessivamente, o Secretário-Geral do Partido Socialista, Dr. António José Seguro, o Presidente do Partido Social Democrata, Dr. Pedro Passos Coelho, e o Presidente do CDS-Partido Popular, Dr. Paulo Portas, para conhecer a avaliação que os respetivos partidos fazem do processo negocial visando alcançar um compromisso de salvação nacional." Passados alguns minutos o (in)Seguro fez as declarações que são conhecidas. Fico com a impressão que quem tem que ser demitido é o palhaço.

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> Acordo para?...

«Jose Riobom» no Facebook >> ... ao fazer isso e ao comunicar no site do PS as propostas do partido, nada mais fez que defender-se da armadilha da Múmia e seus apaniguados..... ficaram descalços ..... em primeiro a Múmia e depois PSD e PP..... é que falar em primeiro deixa os outros a falar para o boneco....

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.serious} Anda muita gente a pedir ELEIÇÕES JÁ, mas não nos podemos esquecer que o Presidente da República, na sua comunicação ao País de 10 de Julho deste ano, disse que “um cenário de eleições legislativas, no actual contexto, seria extremamente negativo para o interesse nacional” e também que “a terem lugar proximamente, as eleições iriam processar-se num clima de grande instabilidade financeira e seria muito elevado o grau de incerteza e a falta de confiança dos agentes económicos e dos mercados no nosso País”, pelo que me parece muito pouco provável a hipótese de Cavaco Silva marcar eleições legislativas antes do final do Programa de Assistência Financeira, ou seja, em Junho do próximo ano. Mas como já não é a primeira vez que este PR me surpreende com as suas atitudes, vou esperar para ver.

«Antonio Sabao» no Facebook >> Espera sentado! Ele nem vai piar mais!

«Joaquim Leal» no Facebook >> Hoje tive uma tarde de praia como há muito não recordo. Temperatura nos 30º e "mar chão" (sem ondas) com água a bater nos 22/23º que me levou a decidir não comentar o assunto do dia.

«Sérgio Ribeiro» no Facebook >> "Se não chegarem a acordo os portugueses vão saber os poliiticos que tem" (o palhaço) como se ele não fosse politico! Ele tomou nota dos recados da ugt, associações patronais e das personalidades que são os portugueses que ele entende e como é estrábico tem uma visão e análise errada ou imperfeita.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Se o pêiesse tivesse assinado gostava de ler esse teu comentário na diagonal... (^^^)

«Sérgio Ribeiro» no Facebook >> "o pêiesse" vai ser preso por ter cão e por não ter. Se tivéssemos eleições pagava caro ter ido aos encontros como pagou o BE o facto de não ter ido.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Não me convides para o tango que hoje não estou em "forma", abraço

«Joao de Faria-lopes» no Facebook >> David. Se não fosse péssimo para Portugal gostaria de ver eleições antecipadas (que o PS não quer de modo nenhum) e por mera hipótese com o vencedor o PS. Estariamos todos bem: (i)com baixa nos rácios do desemprego, da fome, no IRC e claro também no IRS, a abolição do IVA (não creio que chegassem a tanto mas aos 13% seria garantido). (ii)Crescimento do. IB na casa dos 5% (poderia pedir o dobro, mas não quero ser muito exigente), dos salários, mais regalias sociais como casa no Algarve para todos os cidadãos nacionais, estrangeiros residentes ou em trânsito no novo aeroporto de Alcochete ou aquando da compra do bilhete para o TGV, 4 subsidios anuais a pagar trimestralmente, construção de pontes (para que haja derrapagens com proveitos para os mesmo de sempre) ligando a sua cidade á cidade de Ponta Delgada em S.Miguel nos Açores e uma outra ligando a cidade de Sines á Selvagem Grande e ainda a garantia da reposição da nossa soberania sobre Olivença. PS: BOLAS O QUE O PS ME FAZ SONHAR. DESCULPEM-ME ESTAVA MESMO SONHANDO!

«José Costa Pinto» no Facebook >> David Ribeiro, espero que o homem tenha uma qualquer solução na manga que não passe por eleições antecipadas. A haver as ditas cujas, o PS ganhava-as com maioria relativa e passava a governar com o apoio parlamentar da esquerda, isto é, com a amável colaboração chantagista dos senhores do Bloco (meu deus, do Bloco!) e do PCP (o menos irreesponsável dos dois). Não que o PS precise desta parelha para governar à PS, ou seja, com toda a elegância de um herdeiro rico e estroina. O País, esse, daria um gigantesco salto em frente de volta aos anos 80. Uma trajectória clássica, dos manuais.

«Laura Sarmento» no Facebook >> eu só gostava de saber se mantendo as coisas como estão,  "a falta de confiança dos agentes económicos e dos mercados no nosso País" não vai ser exactamente a mesma, já que temos sido o alvo da chacota internacional com o governo tomado por putos... mas isto sou eu a divagar... não percebo nada de política e tal...

«Zé Zen» no Facebook >> Extremamente negativo é deixar que continuem no poleiro !  PQosP !!    >>>///>>>    “um cenário de eleições legislativas, no actual contexto, seria extremamente negativo para o interesse nacional” e também que “a terem lugar proximamente, as eleições iriam processar-se num clima de grande instabilidade financeira e seria muito elevado o grau de incerteza e a falta de confiança dos agentes económicos e dos mercados no nosso País” (acs)

«João de Faria-lopes» no Facebook >> Então estes "PQosP" é que são os culpados. Este meu Portugal enquanto tiver sonhadores que sonham em viver com o que não têm NUNCA se levantará!!! ACORDAI PARA A REALIDADE gentes lusa! Só podemos viver com o que se tem!! Abandonámos África, para enganar o povinho, os do 25A, deram o que não podiam dar, somos colonizados por Angola, andamos de joelhos perante a Frau Merkel e os arrogantesinhos querem diminuir as receitas e aumentar as despesas....! Vá ponham o PenicoSujo no poleiro e verão o resultado. Eu estou preparado para lavar escadas, ser porteiro ou sujeitar-me a todos os trabalhos quando me faltar a pensão, o que não tarda muito que entremos em colapso de tesouraria e BANCARROTA total! Tenho a vantagem porque sou realista, sei o que nos espera!

«Joaquim Leal»» no Facebook >> Zé Zen tu vives num mundo diferente...

«Zé Zen» no Facebook >> Olhe que não, olhe que não Dr.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Não sei o que o Presidente amanhã decidirá mas não esperes por eleições para já. Aguenta os cavalos, é obrigar os que lá estão a continuar a governar como deve ser pelo menos até Julho de 2014, depois vê-se...

«Zé Zen» no Facebook >> Independentemente da época e do regime, em termos de inteligência, nunca conheci um PR que pudesse ser tão cínico e incompetente. PQoP, a ele e à tropa macaca do bpn/psd.

«Laura Sarmento» no Facebook >> obrigar?????? desculpem a colherada... mas sorri ao ler essa...

«Zé Zen» no Facebook >> A pior coisa que nos pode acontecer é continuar com esta corja no poder. Já nem a classe média se safa neste país de vígaros. Por aqui se pode imaginar a miséria a que chegou o povo português. É possível que alguém desespere e...

«Joaquim Leal» no Facebook >> Laura Sarmento, ao que se saiba e apesar das asneiras de poleiro, o governo tem toda a legitimidade para exercer o seu mandato. Foi eleito, tem maioria e ao que consta a legitimidade não se mede pelo comportamento porque senão assim tinhamos que andar atrás dois anos, governação de aldrabões e criminosos... percebe?

«Laura Sarmento» no Facebook >> ok, ok, Joaquim Leal... peace and love... só achei piada ao termo utilizado de "obrigar"... ali ninguém fica obrigado, que eu saiba. Outros valores se levantam sempre. Isso, eu percebo bem.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Tá tudo bem, utilizei o termo "obrigar" porque o governo parece uma "cresche". Responsabilidade exige-se! Cumprimentos.

«Zé Zen» no Facebook >> Ti Jakim Leal, achas que este desgoverno está a cumprir o programa que foi sufragado nas eleições? Mais uma assim e, ficas a dever uma grade de Minis

«Laura Sarmento» no Facebook >> sim, creche perfeita, a começar pelo director da mesma em Belém. Cumprimentos também

«Zé Zen» no Facebook >> "tu vives num mundo diferente..." (ti Leal) É possivel mas, não quero esquecer o mundo de onde venho.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Escrevi ontem algures por aqui e volto a repetir. Julgava eu que após o 25 de Abril o anedotário governativo seria liderado pelo "Sancana" Lopes quando desde há uns dias a esta parte estou em condições de confirmar que temos na actualidade o 1º ministo mais estúpido da história recente de Portugal.

«Laura Sarmento» no Facebook >> sou obrigada a concordar

«Sérgio Ribeiro» no Facebook >> Com amigos destes não precisas de inimigos!

«Joao de Faria-lopes» no Facebook >> :Esta malta inconsciente vive num Mundo áparte. Verão o estalo que a situação lhes vai pregar. A BE-BrigadaEsclerosada do PenicoSujo, composta entre outros pelo Medíocre, pelo Pateta e pelo Almeida dos Diabos, encostaram o inseguro TóZé á parede para não assinar o acordo de SN. Tal como com a descolonização vão, mais uma vez, lixar Portugal. A Factura do 25A chegou, o que esperavam? Farra ad eterno?

«Zé Zen» no Facebook >>Só não suporta o 25 de Abril, quem tem problemas de anilha ou grelo. A ciência Republicana, aconselha vaselina.

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.sidemouth} Pois é!... A situação que o fim das negociações entre PS, PSD e CDS criou vai mais uma vez colocar nas mãos de Cavaco Silva a resolução do imbróglio com que nos temos vindo a debater nestes últimos tempos. E o panorama não é muito animador: (1) O Presidente da República convoca eleições antecipadas, dentro de mais ou menos dois meses; (2) Aceitar a remodelação governamental anteriormente apresentada por Passos Coelho; (3) Manter o actual Governo em funções, continuando a rejeitar as alterações do elenco governativo em que Paulo Portas passava a vice-primeiro ministro. A primeira hipótese parece-me estar fora de questão, tendo em conta o que Cavaco Silva tem vindo a dizer, restando-nos as outras duas, que, quer queiramos ou não e no meu ponto de vista, são mesmo más. Estamos mesmo tramados.

«Jose Antonio Salcedo» no Facebook >> Estamos.

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.sidemouth} O PS disse que esteve "disponível" para uma reforma do Estado que garantisse "sustentabilidade". O PSD diz estar "de consciência tranquila" e sugere que foi o "irrealismo" do PS que impediu acordo. O CDS, pelo menos até agora, não disse nada, que eu saiba. É o que eu já tenho vindo a dizer: Ainda não temos cultura democrática suficiente para entender as dificuldades e necessidades de uma crise financeira, económica e social como a que estamos a atravessar. Vamos pagar muito caro esta irresponsabilidade.

«José Costa Pinto» no Facebook >> O problema, como eu tenho vindo aqui a explicar há muito tempo (aparentemente sem sucesso), é que os negociantes estão a negociar uma coisa que não lhes pertence. Eles querem lá saber...

«Zé Carlos» no Facebook >> O problema chama-se CAVAQUISTÃO. O problema de Portugal vai para mais de 20 anos é o que Cavaco Silva construiu. Vamos pagar muito caro a irresponsabilidade desse Dom Sebastião de Boliqueime. Como Deus é grande e escreve direito por linhas tortas, esse mesmo Cavaco vai ter de levar com a hecatombe toda do país que construiu. Claro que vamos pagar caro. Mas o PS fez um favor às gerações futuras. Agora não há reforma do estado possível. Vai ter mesmo que se amputar o monstro!

«José Costa Pinto» no Facbook >>> Você, Zé Carlos, é um optimista. Os realistas acreditam, ao invés, que a perfídia humana encontra sempre uma terceira via. A ver vamos...



Publicado por Tovi às 08:00
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Sábado, 13 de Julho de 2013
Muito mal anda a popularidade desta gente

(Este estudo de opinião foi efetuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso e SIC, de 5 a 10 de julho de 2013)



Publicado por Tovi às 07:48
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Terça-feira, 2 de Julho de 2013
Caiu um bomba atómica no Terreiro do Paço

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.away} 16h30 - Acabo de ouvir na rádio que Paulo Portas demitiu-se.

«Laura Sarmento» no Facebook >> lol

«Maria Joao Pereira» no Facebook >> Agora é que o coelho vai para a panela de pressão. Já não há portas de saída....

«Joaquim Leal» no Facebook >> Começou a debandada...

«Vitor Ferreira» no Facebook >> ????

«Joaquim Leal» no Facebook >> Paulo Portas demitiu-se há pouco Vitor Ferreira

«Vitor Ferreira» no Facebook >> LOL Não sei se é bom ou mau

«Victor Meirinho» no Facebook >> Caiu uma bomba ATÓNITA! O AnívEl deve tar atónito!

«Vitor Ferreira» no Facebook >> O circo pegou fogo...

«Joaquim Leal» no Facebook >> Segundo li por aqui as razões prendem-se com a escolha para as Finanças e aí estou de acordo com Portas.

«Victor Meirinho» no Facebook >> Eu estou de acordo com qualquer porta...desde que seja a da saída para esta tropilha fandanga! E se houvesse dignidade, abria-se também a porta de saída em Belém!

«Fernando Kosta» no Facebook >> Foi-se o bode expiatório e o Portas acobardou-se. Políticos, bahhh

«Victor Meirinho» no Facebook >> Ainda fica o Anhuca. Quem se lembra do Palhaço Anhuca ???

«Ana Alyia» no Facebook >> oh David Ribeiro se caisse uma bomba no terreiro se calhar o país até andava para a frente mas assim...

«Vitor Ferreira» no Facebook >> Mais uma vez o portas surpreendeu-me! O gajo não é parvo!

«Joaquim Leal» no Facebook >> Resta saber se o resto do "elenco" não lhe seguirá os passos. Hoje às 20H se saberá...

«Vitor Ferreira» no Facebook >> Já tou com pena do pobre do Vasco palmeirim.... Horas extras!

«Victor Meirinho» no Facebook >> Seguir os passos aos Passos ??? (lol)

«Maria Teresa de Villas-Boas» no Facebook >> Teve uma atitude muito correcta- Gostei.

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.away} 21h00 - O Primeiro-ministro diz que não aceita a demissão de Paulo Portas. É de homem... ou será de catraio?

«Laura Sarmento» no Facebook >> temos que ver os tomates de um e de outro...ou seja, chamar o Cavaco que percebe bem de agricultura... ai, desculpem, mas estou mesmo danada...

«Carlos Miguel Sousa» no Facebook >> «Roma não paga a traidores.»

«Manuela Cameira Cardita» no Facebook >> É de quem está louco!

«David Ribeiro» no Facebook >> {#emotions_dlg.away} 21h40 - Acaba-se de saber que Assunção Cristas e Pedro Motas Soares apresentam amanhã as suas demissões. Está bonito... Ainda quero ver a cambalhota que Passos Coelho vai tentar dar para não apresentar o seu próprio pedido de demissão ao Presidente da República.

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> Faz perrice?

«Lígia Laginha» no Facebook >> Ao persistir no erro, Passos continua a agir como um hitlerzeco de meia tigela. Agarrado ao poder, autoritário e sem noção da própria derrocada. Não sai a bem, irá sair a mal!



Publicado por Tovi às 21:13
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Quarta-feira, 12 de Junho de 2013
"Virgem com o Menino" de Crivelli

 (Tábua de 1,62x1,07m - 1487)

"Virgem com o Menino, Santo Emídio, São Sebastião, São Roque, São Francisco de Assis e o Beato Tiago da Marca", do mestre veneziano Crivelli (1430-1495) - Foi esta obra d'arte que Francisco José Viegas, na altura Secretário de Estado da Cultura do Governo de Passos Coelho, deixou sair de Portugal, à revelia de um parecer da Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC).


«Maria Teresa de Villas-Boas» no Facebook >> Mais um saque ao nosso património artístico. Cadeia com ele.



Publicado por Tovi às 07:05
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Quarta-feira, 5 de Junho de 2013
Faz hoje dois anos...

...e não era esta pouca vergonha de (des)Governo que os portugueses esperavam.


«António Campos Leal» no Facebook >> Não era porque são burros.

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> Eu esperava.

«David Ribeiro» no Facebook >> E nessas Legislativas ninguém acreditou em nós (PDA/MPN), não foi amigo Jorge?

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> Exacto caro David Ribeiro. Ninguem acreditou nem ninguem se aproximou ou apoiou, mesmo discretamente. Refiro-me obviamente aos notaveis todos que dizem agora que o partido deles é o Porto, não a si.

«Joaquim Leal» no Facebook >> A mim não me enganam mais pqp mas também não contem que vou a correr para os braços do pêiesse :P

«Carlos Mimoso» no Facebook >> Esqueceram a periferia, os concelhos do Norte, concentraram demasiado a ideia nos "Notáveis", isso cheira a nada. A ideia é genial, mas foi mal explorada.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Tanto trabalho de "campo" e esforço dispendido para um ou dois "o"  venderem ao pêiesse...

«Jorge De Freitas Monteiro» no Facebook >> Não deixa de ser curioso que, depois de tanto desinteresse, a herança seja tão disputada.



Publicado por Tovi às 12:55
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