"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015
Vinhos fortificados para o São Martinho

Vinhos fortificados LIDL 5Nov2015.jpg

De hoje até domingo, nos supermercados LIDL, bons vinhos fortificados para acompanharem as castanhas do São Martinho.

Jeropiga Cantoniede – 2,49€/75cl

Vinho Licoroso Abafado Cardal – 3,49€/75cl

Moscatel do Douro Favaios – 3,89€/75cl



Publicado por Tovi às 11:10
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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2015
Monsaraz Alentejo DOC

Monsaraz CARMIM LIDL Out2105.jpg

Até ao próximo domingo temos em promoção no LIDL o vinho Monsaraz Alentejo DOC (tinto e branco) ao preço de 1,94€ a garrafa de 75cl. A não perder este vinho da CARMIM, uma cooperativa agrícola criada em 1971, em Reguengos de Monsaraz, por um grupo de 60 viticultores, possuindo actualmente cerca de mil associados e produzindo 24 referências de vinhos: dos brancos aos tintos, dos jovens aos reservas, passando pelos licorosos, rosé ou espumantes. A qualidade da matéria-prima, oriunda de uma região de denominação de origem, é uma das mais-valias desta Cooperativa, a par do capital humano e de um complexo agro-industrial de 80.000m2 dotado da mais alta tecnologia. Existe uma capacidade de recepção de um milhão e duzentos mil quilos de uva por dia, engarrafamento de quinze mil garrafas por hora e armazenamento até trinta e dois milhões de litros, o que transforma a CARMIM na maior adega do Alentejo e numa das maiores do País.

 

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«Carlos Wehdorn» >> o futuro é cooperativo wink emoticon

»David Ribeiro» >> Será, Carlos Wehdorn, se os cooperantes tiverem juizinho... Há por aí muita cooperativa agrícola e vinícola que são uma desgraça. Segundo os dados do Instituo do Vinho e da Vinha (IVV) a produção de vinho em associação (leia-se cooperativas) tem vindo a diminuir ao longo dos anos, embora de forma suave. Os dados on-line existem apenas desde 2000 e, até 2004, a produção de vinho em associação foi sempre maior que a ‘privada’. Em 2005 a balança virou e a produção em não-associação foi responsável por 51% do vinho nacional. E a tendência continuou, imparável. Nos últimos dois anos, os valores foram de 60% (2011) e 58% (2012). Este fenómeno estará certamente relacionado, por um lado, com o fecho de muitas cooperativas e, por outro, com a fuga de muitos associados para produções próprias ou para outros produtores de vinho.

«Carlos Wehdorn» >> estamos a trabalhar para dar a volta a isso. o caminho faz.se caminhando wink emoticon

«Henrique Camões» >> As cooperativas já foi "chão que deu uvas" ninguém quer ter trabalho com a sua administração e acabam aos poucos por serem tomadas por produtores privados, é o caso da de Baião, que conheci noutros tempo, foi em 76 director de uma cooperativa de produção, sei bem o que isso é...

«Carlos Wehdorn» >> claro que são tomadas...porque dão dinheiro, se dessem problemas ninguém as queria.

«Henrique Camões» >> Então porque é que os associados não as tratam devidamente?

«Carlos Wehdorn» >> porque são burros. ou melhor, são ignorantes sobre o que se passa no mundo cooperativo. é preciso mais cultura empresarial cooperativa e sairem da aldeia, conhecerem o que se passa lá fora... e hoje até é fácil... basta terem um computador com ligação à net. há um problema nacional que complica sempre tudo, quase que um virús que se instalou, a pequena inveja e o olhar só para o próprio umbigo. é cultural.

«Henrique Camões» >> Eu tenho outra opinião, preguiça e espírito burguês intrínseco, enquanto há quem trabalhe, está tudo bem e ainda se reclama, mas quando chega a vez, está o caldo entornado, usa-se de toda a imaginação e mais alguma para arranjar desculpa par fugir aos compromissos, um caso típico são as administrações de condomínio, com as cooperativas passa-se o mesmo.

«Carlos Wehdorn» >> uma cooperativa pode ser gerida por um gestor profissional, ou uma equipa de gestão, desde que sejam sócios. é essa a solução. deixo-lhe uma lista das maiores cooperativas no mundo, se reparar no mapa e onde se localizam - View the top 300 co-operatives from around the world Repare tb no volume de negócios e nas áreas em que trabalham. Por cá já fomos a vanguarda do mundo cooperativo, nos idos anos 30. agora estamos a reaprender o que antes ensinavamos. os tipos lá fora ficam admirados como éramos vanguardistas... e hoje seguem lá fora os principios instituidos em Portugal no inicio do séculoXX. Dá que pensar. o que há é muito individualismo, que é o que é promovido nas escolas como sendo a solução, o empreendedorismo a só. É normal que aconteçam erros, que encerrem cooperativas, tal como encerram empresas todos os dias. A difrença numa cooperativa, se bem gerida, é que se trabalha para o bem comum, todos são donos da empresa, porque é na mesma uma empresa e deve ser geriida como tal, sem esquecer os principios cooperativos. Se saírem de Portugal, vão encontrar hoje enormes cooperativas por todo o mundo civilizado, em países insuspeitos como EUA, Canada, Australia, Nova Zelandia... e tb muitos europeus. Países esses onde a qualidade de vida e de vitalidade nos negócios é aquilo que nos gostariamos de ser quando formos grandes e pensarmos grande, sem esquecermos a nossa comunidade e o desenvolvimento sustentado da mesma.

«Henrique Camões» >> Vou-lhe contar uma história real, no principio de 76 havia na rua da Restauração uma Cooperativa de produção Gráfica, certo dia aconteceu partir uma peça numa maquina impressora que bloqueou a produção, eu fui chamado para ver e orçamentar a reparação, mas quando cheguei estranhei ver as pessoas paradas, e claro perguntei ao director que me acompanhava o que se passava, e o homem encolhendo os ombros disse; "estão em greve, não foi possível entregar o trabalho por causa da avaria da maquina e não há dinheiro para ordenados", eu comentei para mim próprio, como assim? Então não são todos sócios?. Esta é apenas uma das varias histórias que podia contar a propósito.



Publicado por Tovi às 09:28
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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2015
Vinhos em promoção no Pingo Doce

Pingo Doce 35anos Out2015.jpg

O Pingo Doce, para comemorar os seus 35 anos, tem uns vinhos a preços muito interessantes… a não perder.

Porta da Ravessa (branco e tinto) a 1,49€/75cl

Casa de Santar tinto a 3,89€/75cl.

Quinta do Carmo tinto a 8,99€/75cl.



Publicado por Tovi às 09:47
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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2015
Já passou o Pintor na Quinta

Pintor na minha Quinta Ago2015 a.jpg

Podemos definir o início da maturação com o aparecimento do "pintor", que representa a fase do ciclo vegetativo da videira que coincide com o aparecimento da cor tinta nas películas dos bagos tintos e da película translúcida nas castas brancas. O "pintor" poderá durar de uma a duas semanas, mas um bago muda de cor em 24 horas. A partir do "pintor" inicia-se uma fase de 35 a 55 dias durante a qual a uva acumula açúcares livres (glucose e frutose), potássio, aminoácidos e compostos fenólicos e vai perdendo ácido tartárico e ácido málico (dois ácidos que representam 90% dos ácidos presentes nos bagos de uva). Este período termina com a vindima, que poderá ocorrer no final do Verão ou no princípio do Outono. (in “Sogrape Vinhos - A videira e o seu ciclo vegetativo”)



Publicado por Tovi às 08:39
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Sábado, 13 de Junho de 2015
Meandro do Vale Meão Tinto 2009

Meandro2009.jpg

Soberbo este Meandro do Vale Meão Tinto 2009 que acompanhou o Bacalhau Assado no Forno do almoço em família de há uns dias cá em casa. Este DOC Douro foi feito pela F Olazabal & Filhos Lda com uvas das castas Touriga Nacional (35%), Touriga Franca (30%%), Tinta Roriz (25%), Tinta Barroca (5%) e Sousão (5%), um vinho de cor rubi muito concentrada, sentindo-se perfeitamente no nariz os frutos vermelhos e a baunilha, na boca encorpado, com taninos redondos e acidez perfeita, denso, carnudo, final longo e persistente, muito bom mesmo, um verdadeiro DOURO.


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Publicado por Tovi às 13:14
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Quinta-feira, 21 de Maio de 2015
Black Pur

 Black Pur convite b.jpg

É hoje... e eu vou estar lá

 

E gostei… gostei mesmo muito do evento que a Quinta do Portal organizou na monumental Livraria Lello, na rua das Carmelitas no Porto, para apresentação de um novo vinho tinto - Black Pur - um regional duriense feito pelo enólogo Paulo Coutinho com uvas da colheita de 2012 das castas Malbec (67%) e Cabernet Sauvignon (33%). Os terrenos xistosos da margem esquerda do Rio Pinhão, onde se localiza este campo de ensaios da empresa da família Branco, deram a estas duas castas um carácter próprio e diferenciador, obtendo-se um vinho de cor negra violeta, com aromas a groselha e a cereja, com grande frescura e correcta acidez, bem estruturado, elegante e com grande volume de boca, com uma bela frescura aromática final, um vinho a beber na sua juventude mas que me trás curioso e à espera de ver o que nos dirá a sua evolução em garrafa.

Quinta do Portal Black Pur 21Mai2015 b.jpg

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«Antonio Cardoso» >> Gosto muito da casta Malbec principalmente os vinhos de Mendoza. Tenho de provar...

«David Ribeiro» >> É curioso, amigo António, como a casta Malbec, praticamente abandonada pela França, donde é originária, veio dar nos terrenos xistosos do Pinhão um vinho de cor escura, frutado e de bom corpo, exactamente aquilo que também se verifica na sua produção nas bordas da Cordilheira dos Andes. Vou acompanhar com muito interesse esta experiência da Quinta do Portal.

«Antonio Cardoso» >> Sim é verdade David Ribeiro

«Paulo Coutinho» >> De referir a altitude a que está plantada... 550metros. Mais precisamente na transição entre o Vale para o Rio Pinhão e o Vale da Vila de Favaios. Uma bela casta de Altitude!

«Antonio Cardoso» >> Tirei isto da Wikipédia - Malbec (pronounced: [mal.bɛk]) is a purple grape variety used in making red wine. The grapes tend to have an inky dark color and robust tannins, and are known as one of the six grapes allowed in the blend of red Bordeaux wine. The French plantations of Malbec are now found primarily in Cahors in South West France. It is increasingly celebrated as an Argentine varietal wine and is being grown around the world. Called Auxerrois or Côt Noir in Cahors, called Malbec in Bordeaux, and Pressac in other places, the grape became less popular in Bordeaux after 1956 when frost killed off 75% of the crop. Despite Cahors being hit by the same frost, which devastated the vineyards, Malbec was replanted and continued to be popular in that area where it was mixed with Merlot and Tannat to make dark, full-bodied wines, and more recently has been made into 100% Malbec varietal wines. Na Argentina representa 60% da produção mundial. O Douro é terreno propício para muitas profícuas experiências com algumas variedades como o Riesling e os projectos do Dirk. Paulo Coutinho a garrafa está muito apelativa mas o conteúdo deve ser ainda melhor. Estou curioso por beber. Noutro dia andei a procura de vinhos da casta Malbec e só encontrei um feito pelo Rui Reguinga em Mendoza.




Sexta-feira, 24 de Abril de 2015
Já começou o abrolhamento no Douro

Abrolhamento.jpg

É no início da Primavera que a videira termina a época de repouso. O ciclo vegetativo inicia-se com o “choro” da videira, ou seja, com a perda de seiva através dos cortes da poda feita durante o Inverno. Este fenómeno antecede o abrolhamento ou rebentação dos gomos que acontece normalmente passadas 3 a 5 semanas. A rebentação da videira depende da localização da vinha, por isso nem todas as plantas iniciam o ciclo vegetativo ao mesmo tempo. Normalmente os primeiros rebentos precisam de temperaturas médias na ordem dos 12ºC para iniciar o processo de “choro”. Por outro lado, se a videira iniciar o ciclo vegetativo cedo demais, o risco de sofrer as consequências das geadas primaveris é mais elevado. (in Infovini)



Publicado por Tovi às 08:58
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Sexta-feira, 6 de Março de 2015
Essência do Vinho 2015

Essência do Vinho 2015 a.png

 Top 10 dos Vinhos Portugueses

1º vinho fortificado: JMF Moscatel de Setúbal Superior 1911, José Maria da Fonseca, Península de Setúbal

1º vinho branco: Quinta dos Carvalhais Branco Especial, Sogrape Vinhos, Dão

1º vinho tinto: Menino António Alicante Bouschet 2012, Herdade da Malhadinha Nova, Regional Alentejano

2º vinho tinto: Malhadinha 2012, Herdade da Malhadinha Nova, Alentejo

3º vinho tinto: Quinta Vale D. Maria Vinha do Rio 2012, Lemos & Van Zeller, Douro

4º vinho tinto; Quinta do Ribeirinho Baga Pé Franco 2010, Luis Pato, Bairrada

5º vinho tinto: Terrenus Reserva Vinhas Velhas 2011, Rui Reguinga, Regional Alentejano

6º vinho tinto: Procura 2012, Susana Esteban, Regional Alentejano

7º vinho tinto: Antónia Adelaide Ferreira 2010, Sogrape Vinhos, Douro

8º vinho tinto: Dona Maria Reserva 2009, Júlio Bastos, Alentejo

 

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«Maria Helena Costa Ferreira» >> D. Antónia e Carvalhais.... continuam!

«Pedro Baptista» >> Mas há uma essência do vinho?



Publicado por Tovi às 08:02
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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2015
A crise do petróleo em Angola

petroleo-caindo.jpg

A baixa do preço do petróleo nos mercados internacionais está a provocar graves problemas de tesouraria ao Governo de José Eduardo dos Santos e há já em Portugal quem se esteja a ressentir desta crise. Os pagamentos ao exterior estão condicionados pelo Banco de Angola e sectores exportadores portugueses, como o dos vinhos, da cerveja e da construção civil, encontram-se já em dificuldades, pois aquela antiga colónia portuguesa só em vinhos de mesa representa 20% das exportações nacionais, com o Douro e o Alentejo à cabeça. No sector cervejeiro a Unicer viu reduzidas as suas quotas de exportação em 60 milhões de litros. O “el dorado” angola não vai estar nada bem nos próximos tempos... e os portugueses vão ser os primeiros a sofrer na pele esta crise.

 

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«Carlos Wehdorn» >> o problema é que o eldorado angolado sempre foi uma ilusão... e, como se vê, a economia lá sem petróleo caro não funciona... não existe,.. fica logo tudo adiado

«José Camilo» >> Nacionalizar Angola, já.

«Zé De Baião» >> Estavam à espera de que? As colónias acabam por sofrer quando a história se inverte. Então mas não diziam que Portugal era uma colónia Angolana? El Confidencial fala em inversão da história e coloca Portugal como colónia...

«Joaquim Leal» >> Eu nem comento para não ter que "espingardar".

«David Ribeiro» >> Segundo dados da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) a redução de exportações para Angola é catastrófica para a política económica portuguesa que teve como opção estratégica dos últimos anos as vendas ao exterior. No agro-alimentar (óleo, farinhas, arroz, açúcar, sumos, água, cerveja) deverá verificar-se cortes da ordem de um terço do total das nossas exportações para Angola e que deverão atingir mais de 200 milhões de euros.

«José Camilo» >> O nosso "governo" podia sortear Audi's A6 por cada encomenda para Angola.

«António Lopes» >> Até os dias de hoje ainda não senti grandes diferenças. Um das vantagens de ser vender "pouco" é essa. Verdade seja dita até ao dia 30/01/2015 os pagamentos efectuados pela empresa angola tem sido de salutar. Tenho a impressão que a crise tenha afectado os grandes investimentos, ou até as grandes compras. Trabalho para uma empresa agro-alimentar.

«David Ribeiro» >> Até ao 3º trimestre de 2014 tudo foi um mar de rosas nas exportações de Portugal para Angola. Estavam a crescer 49,8%, em termos homólogos, segundo dados oficias do Instituto Nacional de Estatística Angolano. Portugal exportou para Angola, entre Julho e Setembro do ano transacto, bens e serviços no valor de 171.513 milhões de kwanzas (cerca de 1,4 mil milhões de euros). Este volume corresponde a uma quota do mercado das importações angolanas de 14,7%, à frente de países como a China (12,6%), de Singapura (11,4%), Estados Unidos (8,8%), Emiratos Árabes Unidos (5,5%) e Brasil (5,1%).

«António Lopes» >> As empresas portuguesas estão a fazer um excelente trabalho, as que foram ao charco (uma grande maioria), não estavam preparadas para esta crise, obviamente que algumas delas (uma minoria) infelizmente foram apanhadas por tabela e embra tivessem uma gestão responsável devido a vicissitudes do próprio mercado não conseguiram aguentar. Infelizmente vejo na economia real algumas dificuldades por parte de empresas sérias e honestas. Aquilo que foi pedido a empresários e a trabalhadores portugueses foi algo inamaginável, de um mercado interno forte e pujante (até 2008), as coisas dacairam de tal maneira que o aparecimento de um mercado ávido como o angolano foi uma benção. Não vamos criticar o mercado angolano e as nossas empresas que viram nesse mercado uma boa oportunidade.

«David Ribeiro» >> Só para que se tenha uma ideia mais correcta da importância do mercado angolano no que diz respeito à comercialização de vinhos DOC Douro, digo-vos que de Janeiro a Setembro de 2014 exportou-se para Angola 4,518 milhões de euros (5,9% de toda a comercialização nacional), o que corresponde a 132 mil caixas (cx = 9 litros), colocando a República Popular de Angola como o segundo nosso maior cliente internacional, logo a seguir ao Canadá.

«Victor Meirinho» >> David... No vinho, muito muito sério. Sobretudo para quem pôs os ovos todos na cesta ! Felizmente, por cá tudo bem !!!



Publicado por Tovi às 10:04
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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2015
Feliz Ano 2015

Ano Novo a.jpg

 Ano Novo, Vida Nova... se nos deixarem

 

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«Jorge De Freitas Monteiro» >> ...e se fizermos por isso.

 

 

Almoço Ano Novo 2015 a.jpg

A mesa já está posta para o almoço de Ano Novo… e na cozinha a azáfama é muita.

 

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«Jorge Saraiva» >> Sempre gostei muito e fiz questão em ter um almoço de Ano Novo. Feliz 2015!

«David Ribeiro» >> Obrigado, Jorge Saraiva, um Bom Ano para todos aí em casa. Para a minha família o almoço de Ano Novo é tão ou mais importante que o jantar de fim d'ano.

«Victor Meirinho» >> E o David a ver umas dançaronas na TV !!! Vai lá, vai !!! Grande abraço. VM

«Eduardo Vasques de Carvalho» >> Bom ano e um bom almoço amigo David

«Zé Regalado» >> Qual vai ser a ementa com que vais iniciar o ano novo?

«David Ribeiro» >> Obrigado Victor Meirinho... Obrigado Eduardo Vasques de Carvalho. Um Bom Ano para vocês. O almoço vai ser Peru (um bicho de seis quilos) Assado. No molho do assado entre muito Vinho do Porto. Para acompanhar vamos abrir uma garrafa magnum de Domaine Grand Lafont Haut-Médoc 1989. Esperemos que esteja bebível, senão lá teremos que partir para um plano "B" que ainda não está feito.

«Fernando António Fraga Pimentel» >> Bom Ano.

«Pedro Silva» >> Bom ano!!!!

«Zé De Baião» >> Um dia destes o David Ribeiro poderia sugerir a organização de um jantar dos desassossegadores do novo norte. Afinal de contas somos todos pessoas e nem nos conhecemos como tal. Bom ano a tod@s. Este vai ser um ano de mudança

«Zé Carlos» >> Bom ano prezado amigo David Ribeiro ! Com essa toalha linda em cima da mesa fico cheio de esperanças… benfiquistas. Não deveria ser axedrezada ?!!!

«Zé Regalado» >> Todos somos benfiquistas de nascença, alguns tentam disfarçar esse destino mas a cada passo são traídos pelo berço.

«Carlinhos da Sé» >> Ó se Zé, fale por si, oubiu?

«António Lopes» >> Antes de avançar na conversa, desejo um excelente 2015 para todos. Caro David Ribeiro, o Zé de Baião tem razão, um jantar entre o membros poderá ser um excelente evento. A comida tem o chamado sentido quid pro quo, uma troca de ideias sobre o Norte de Portugal.

«Maria Teresa de Villas-Boas» >> Bom almoço.

«David Ribeiro» >> Pois é!... Às vezes acontece e este “vin de Bordeaux” escolhido para o almoço de Ano Novo já tinha entregue a alma ao Criador e lá tivemos que partir para um plano “B” que acabou por recair num Monte da Sobreira Tinto 2011.

«Zé Regalado» >> Óbi sim, Carlinhos, mas as verdades incomodam.

«Carlinhos da Sé» >> Adonde? Ó senhor Zé, a sua sorte é eu ter feito assim a modos duns botos de iducassom... Pra já, desde que emprenhou, acabou o burmelho na minha mãe, o senhor num andará à procura dum bermelhão? Bá a Londres... Num querem lá ber o lampiom? Aaaaaaarre! Sai-te melga...



Publicado por Tovi às 08:50
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Terça-feira, 2 de Dezembro de 2014
Meccano

Ontem fomos comprar uns brinquedos para a minha neta Alice e entre outras coisas trouxemos-lhe uma caixa de Lego Duplo, coisa que ela adora – Vô, faz!... – e que eu também aprecio. Mas do que eu gostava quando era catraio era do Meccano. Lembram-se?

Meccano 01.jpg

 

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«Jorge Veiga» >> Pois eu lembro. Mas o que eu queria era um neto para comprar o comboio eléctrico... para eu brincar claro!

«David Ribeiro» >> Os meus pais tinham um bazar em Espinho e por isso nunca me faltaram brinquedos (cheguei mesmo a ter o alcunha de “David Brinquedos”) mas nunca tive um comboio eléctrico, daqueles que se montavam numa mesa do tamanho das de ping-pong, mas ainda hei-de vir a ter um.

«Jorge Veiga» >> Pois era mesmo desses e uma sala com uns 25 m2... kkkk

«Alexandre Vieira da Silva» >> Meccano... grandes dias a construir "coisas"!!

«Luis Moreira» >> E um brinquedo para ti? Para estares sempre atento à tua garrafeira - Coravin | Disfrute del vino por copas sin tener que descorchar la botella

«David Ribeiro» >> Já vi este "brinquedo"... mas não me encanta.



Publicado por Tovi às 14:08
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014
Chateau Labegorce Margaux 1990

Chateau Labergorce Margaux 1990 a.jpg

 Numa inspecção de rotina á minha garrafeira encontrei uma garrafa cuja rolha já não estava nas melhoras condições e como se tratava de um vinho com certa idade - Chateau Labegorce Margaux 1990 - resolvi abri-la para o almoço de hoje. E não é que estava um sonho?... Um verdadeiro tinto da Appellation Margaux Contrôlée. Pena tenho eu de já não ter mais disto.

 

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«António Lopes» >> Teve tempo para respirar!

«José Costa Pinto» >> Chateâu Margaut é outra loiça!

«José Carlos Ferraz Alves» >> Très bien David!

«Carlinhos da Sé» >> Qualidade de vida, perante a atual situação do Povo Português diria que esta "posta" está imbuída de requintes de malvadez...

«Luiz da Cunha» >> Água de Carvalhelhos... Sim! Beba água de Carvalhelhos!!!!

«António Vidal» >> Estava boa? Soube bem? Isso é o que importa. Procura outra com rolha estragada, e deita abaixo.

«Loja Do Pecado Guimaraes» >> Nada como os ares do norte para melhorar um binhaca. rsrsrsrs

«Maria Helena Costa Ferreira» >> e o que era o almoço?????

«Jorge Veiga» >> Tens mais garrafas com rolhas estragadas?

«Antonio Cardoso» >> Labegorce 1990, 75cl, Cru Bourgeois, Margaux AC, MC 41,65 EUR

«David Ribeiro» >> Pois o almoço era uma muito simples costeleta de porco grelhada, com um arrozinho d'ontem aquecido e o vinho foi este só por uma questão de "gestão" da garrafeira. Quando vejo que as rolhas já estão muito impregnadas do vinho é altura para deixar de guardar essas garrafas e muitas das vezes já não vou a tempo. Este Chateau Labegorce Margaux 1990 fazia parte de um lote de garrafas que vieram cá para casa quando o meu irmão morreu. Ele tinha coisas muito boas em garrafeira.

«Jorge Veiga» >> OK, rica prosa, mas tens ou não mais garrafas com a rolha estragada (só a rolha...)? Isto é só curiosidade, certo?

«David Ribeiro» >> Há mais duas com mau aspecto... e já não devem estar famosas.

«Jorge Veiga» >> Rolha fora...!

«Joaquim Silva» >> Boa escolha!!!

«Carlinhos da Sé» >> Ó David Ribeiro, o senhor não deixe estragar... Se vir que não dá vazão avise, eu (sem o conhecer) já o considero um amigo, mas podemos sempre reforçar a amizade…

«Albertino Amaral» >> Meu caro David Ribeiro, fez-me recordar o facto de me ter esquecido há alguns anos, de uma caixa de 3 garrafas de Barca Velha, em plena mudança de casa, que acabaram por servir para têmperos....Ainda não me perdoei dessa.......!

«David Ribeiro» >> Essa dá direito a ida directa para o inferno, não tenha dúvida, amigo Albertino Amaral

«Albertino Amaral» >> Concordo, amigo.....!




Sexta-feira, 7 de Novembro de 2014
Éclair Niepoort

Éclair Niepoort a.jpg

Ai que me vai dar uma coisinha ruim...

 

  Leitaria da Quinta do Paço

A Leitaria da Quinta do Paço e a Niepoort, famosa pelos seus Vinhos do Porto, uniram-se para lançar um novo produto: o Éclair Niepoort. Mais do que “casar” os Éclaires da Leitaria com os Vinhos do Porto da Niepoort, quisemos criar um produto de excepção. Este Éclair contrasta a doçura do chocolate clássico com as notas aromáticas do vinho do Porto e a riqueza do chantilly artesanal com a frescura das uvas passas maceradas no mesmo néctar. É uma experiência única, surpreendente em cada dentada!



Publicado por Tovi às 10:58
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2014
Alteração do PIOTADV

Está em discussão pública a Alteração do Plano Intermunicipal de Ordenamento do Território do Alto Douro Vinhateiro (Ver aqui Contextualização da Alteração). E eu tenho muito medo das eventuais alterações que poderão vir a ser feitas, não que eu seja defensor do imobilismo, mas às vezes em nome do modernismo praticam-se autênticos atentados ao património.



Publicado por Tovi às 09:23
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Domingo, 28 de Setembro de 2014
Honrar a Sua Vinha

Fui hoje ver «Honrar a Sua Vinha», um filme englobado no que se estipulou chamar “cinema documental” e que esteve em exibição na Sala de Formação do Parque de Serralves, no Porto. Esta curta-metragem de 63 minutos, uma actividade promovida pela ADRIMINHO no âmbito do Projecto de Cooperação Histórias Decantadas e apresentado ao abrigo do programa PRODER – Programa de Desenvolvimento Rural, tem produção de “Comédias do Minho / Fio Condutor”, com frente-de-câmara de Rui Mendonça e trás-de-câmara de André Martins. Após a exibição do filme tivemos uma amena cavaqueira com André Martins, conversa acompanhada por dois Alvarinhos da sub-região de Monção, ambos da colheita de 2013, um do Solar de Serrade e o outro da Quinta de Alderiz.

{#emotions_dlg.star} Em 2012, as Comédias do Minho andaram em viagem pela Rota do Alvarinho em Monção e Melgaço. Divertiram com histórias de amor vinhateiras, dançaram na paisagem, ouviram os sons do território, acabaram nos restaurantes, numa ceia apocalíptica, foi o fim do mundo. Pelo meio, André Martins e Rui Mendonça falaram com produtores, apanharam uvas, sol e chuva e o relato desses dias de trabalho surge num filme que, como qualquer bom documentário, não deixa de ser uma bela ficção. O filme que desta forma vai começando, mistura todas estas coisas: o alvarinho, as pessoas que o inventaram, o território que lhe deu forma e sabor, ou a forma como nos relacionamos com a natureza. Será que um monte de imagens e sons pode encontrar as respostas que procuramos?



Publicado por Tovi às 15:29
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