"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Terça-feira, 22 de Junho de 2021
Falando de Galgos... um tipo de cães que me fascinam

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Sabem que raça é esta?... É um AZAWAKH.
Vejam aqui as suas características.

 

    Comentários no Facebook 

Jose Romão - Então a pergunta é só para os do PAN?

David Ribeiro - Oh pá!... esses nem sabem bem o que é um cão, quanto mais um galgo. 😉

Fernando Duarte - Assim tão magro, é da raça "passa-fome". Tadinho do patudo.

Antonio Dias - É um Galgo Trinca-Espinhas.

João Moura Cunha Barbosa - A raça não sei. Mas que passa fome não duvido.

Chico Gouveia - É magrinho mas come muito. O dono é que não lhe dá.

David Ribeiro - Meus queridos Amigos... nos últimos vinte anos houve sempre cá em casa WHIPPETS - uma das raças do tipo Galgo - e mesmo utilizando o sistema de "ração à descrição", nunca comeram mais do que os 300 gramas/dia que lhes eram recomendados.

 


No Egito, 2 mil anos antes de Cristo, os Galgos foram representados em vários monumentos. Mais tarde os gregos e os romanos apreciaram-lhes a musculatura bem desenvolvida e a rapidez. Já os reis e senhores da Idade Média atribuíam a beleza do bicho, principalmente, à elegância e à aristocracia. Eram considerados cães nobres.
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Publicado por Tovi às 07:40
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Segunda-feira, 10 de Maio de 2021
Bom Cãoportamento Escola de Treinos Canino

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No passado sábado… uma excelente tarde de Agility e sã camaradagem na "Bom Cãoportamento Escola de Treinos Canino".



Publicado por Tovi às 07:37
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Sábado, 27 de Março de 2021
Sugestão para as férias da Páscoa

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A GNR está no terreno com fiscalização, como habitualmente, mas o foco será sobretudo nos itinerários principais. As operações vão decorrer nas autoestradas, mas não só, também noutras vias mais usadas, nos limites entre concelhos e nos acessos às cidades. A circulação entre concelhos de Portugal continental está proibida desde as 00h00 de 26 de março até às 05h00 de 05 de abril, a segunda-feira após a Páscoa. Existe um dever geral de recolhimento domiciliário e as coimas para quem violar esse dever vão dos 200 aos mil euros. Se reincidir é um crime de saúde pública.



Publicado por Tovi às 07:08
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Sexta-feira, 5 de Março de 2021
O cão é um animal simbiótico

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(Imagem roubada da página do Facebook da Carla Afonso Leitão)

Sempre defendi que o CÃO é um animal simbiótico… sendo a simbiose uma associação a longo prazo entre dois organismos de espécies diferentes, com essa relação benéfica para ambos os indivíduos envolvidos.
 

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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2021
Lista D para o Conselho Disciplinar do CPC

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Publicado por Tovi às 07:16
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Sábado, 26 de Setembro de 2020
Exposições Caninas de Aveiro

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Um evento com os constrangimentos inevitáveis... mas está a ser bom. 

 

  BEST IN SHOW da 19ª E. C. N. Aveiro (sábado)
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   BEST IN SHOW da 12ª E. C. I. Aveiro (domingo)
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  Comentários no Facebook
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Publicado por Tovi às 20:11
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Terça-feira, 4 de Agosto de 2020
Uma Provedoria do Animal… porque não?

Nuno Vieira e Brito (Professor do Ensino Superior, ex-DG de Alimentação e Veterinária, ex-Secretario de Estado da Alimentação e Investigação Agroalimentar) tem toda a razão.
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  Artigo completo aqui.



Publicado por Tovi às 11:56
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Domingo, 2 de Agosto de 2020
O Primeiro-Ministro que incendiou a DGAV

Ontem… no Observador.

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Na sequência da morte de dezenas de cães e gatos em Santo Tirso, a tutela do bem-estar dos animais de companhia passa da alçada de veterinários para os ambientalistas. Faz todo o sentido, claro...
Estamos na época de fogos rurais, onde é recorrente que os noticiários e capas de jornais deem destaque aos prejuízos ambientais, económicos, sociais e, infelizmente, também de vidas humanas que se perdem. Mas nos últimos dias tem sido diferente: após o incidente dos canis ilegais de Santo Tirso, as redes sociais, os meios de comunicação e parte dos políticos inundam-nos todos os dias com o triste episódio da morte de dezenas de cães e gatos, que passou a ser o tema do momento…
O tema, e o referido episódio, têm assoberbado telejornais e jornais com uma força díspar, quando comparamos com os tristes episódios do falecimento de vários bombeiros no decorrer desta época de fogos. É óbvio que não podemos ficar indiferentes ao caso de Santo Tirso, mas a demanda política e social atingiu laivos difíceis de compreender. A crescente humanização dos animais de companhia começa a atingir proporções que custam a entender numa sociedade onde muito falta, mas de que pouco se fala, ou incomoda tanto, como a morte de cães e gatos num fogo florestal, num canil ilegal. Poucos são os casos que tenham tido tanta ação política como este, do canil de Santo Tirso.
O assunto ganha ainda mais foco mediático, quando o próprio Primeiro-Ministro, no decorrer do discurso do Estado da Nação, chama a si os holofotes deste episódio, mas escolhe como campo de batalha um dos seus próprios organismos, a Direção Geral de Alimentação e Veterinária – DGAV. Atacando-a, como se a mesma não estivesse sob a tutela do seu próprio Governo, como se a mesma não tivesse vindo a ser depauperada dos seus recursos financeiros e humanos ao longo dos diversos governos dos últimos tempos, em relação à qual, o próprio Primeiro-Ministro deveria assumir as culpas da incapacidade de fiscalização.
Mas não! Entendeu o Primeiro-Ministro usar os microfones do Parlamento para “cortar cabeças” e, pura e simplesmente, incendiar totalmente uma entidade tutelada pelo seu Ministério da Agricultura. Tal como em Santo Tirso, deu-se início a um fogo em que não foi permitido que se atuasse e se analisasse a melhor forma de reestruturar um organismo, que, em conjunto com o Ministério da Agricultura, tutela os animais de companhia há mais de 100 anos, e, num ápice (estranho como tudo foi organizado tão depressa…), anuncia-se a mudança da tutela do bem-estar dos animais de companhia, da Agricultura para o Ambiente e da DGAV para o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
E aqui levantam-se inúmeras questões: quais as competências do Ambiente para com os animais de companhia? Qual a razão de ser de se passar a coordenação da realidade dos animais de companhia, como os cães e os gatos, de um organismo de índole veterinária, para um organismo que tem a alçada das florestas e da conservação da natureza? Faz sentido? Nenhum. E se analisarmos a mudança com base na capacidade de um organismo perante o outro, em termos financeiros e de recursos humanos, então batemos no fundo, pois se a realidade, bem conhecida de todos, da incapacidade do Estado em fornecer condições financeiras à DGAV é um facto, então a realidade que paira sobre o ICNF é exatamente a mesma, ou pior.
Fica no ar, a ideia que o Governo anda a empurrar o problema com a barriga, sem pensar nas consequências, sendo algo que já vimos recentemente com a aprovação da lei do Fim dos Abates em Canis, em 2016, onde é cada vez mais óbvio que se legislou sem pensar e sem se conhecer a realidade no terreno.
A mudança é errada, confusa e, certamente, pouco prática. É pena, pois da minha parte teria o maior dos gostos em ver o Estado a fornecer as condições para a mitigação do problema dos animais errantes, mas estou em crer que esta mudança não foi mais do que uma ação de charme para agradar a uma franja minoritária do Parlamento e para puxar para o Primeiro-Ministro os “likes” das redes sociais.
Acontece que o problema irá persistir. Mudam-se apenas as cadeiras e dá-se um balão de oxigénio a um partido que recentemente passou pelo pior momento da sua história com a debandada dos próprios deputados e membros da sua equipa, exatamente por se ter desviado da defesa dos cães e gatos. E que, face a este episódio de Santo Tirso, agiu como sempre tem agido nestes momentos, no aproveitamento político de tragédias.
O Primeiro-Ministro, no entanto, nesta senda de querer agradar a uns, não deveria ter-se esquecido que o problema é muito simples e direto, face à aprovação da Lei de 2016, ou seja, investimento! Dinheiro, recursos, orçamentos! De onde virá o dinheiro para garantir a resolução deste problema?Tendo em conta, como referido na carta aberta subscrita por um grupo de trabalhadores da DGAV, onde se estima de modo muito conciso e real, um valor de 100 milhões de euros anuais para resolver o problema dos animais errantes em Portugal — o mesmo que o Estado dedicou ao reforço do SNS na sequência da pandemia de Covid-19 –, será que acresce um reforço no Orçamento do Estado para o ICNF assumir estas funções? O que ficará para trás, em Portugal, enquanto assistimos a este jogo de cadeiras políticas?
Infelizmente, creio que tudo não passará de uma jogada política e de holofotes, que em nada ajuda a resolver o problema em causa, e dentro de uns meses voltaremos, certamente, a assistir a mais espetáculos políticos em redor deste tema.
Até lá, o bem-estar dos animais de companhia passa dos veterinários para os ambientalistas. Faz todo o sentido, claro…



Publicado por Tovi às 08:24
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2020
Tragédia na serra da Agrela

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Muito já se disse e ainda muito mais se dirá sobre o trágico acontecimento na Serra da Agrela, em que 52 cães e dois gatos morreram num incêndio que atingiu um abrigo que acolhia inúmeros animais. A lei em vigor (n.º 8 de 2017) é um absurdo e é tempo de se legislar com pés e cabeça, até porque os animais o merecem.


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    Clube Português de Canicultura
COMUNICADO - Incendio no canil em Santo Tirso
O Clube Português de Canicultura lamenta profundamente a tragédia ocorrida na Serra da Agrela, Sto Tirso, que afectou a espécie que tanto acarinhamos, dum modo inaceitável.
O CPC espera que todos os contornos desta tragédia sejam apurados e que os responsáveis sejam exemplarmente punidos.



Publicado por Tovi às 11:05
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Terça-feira, 24 de Março de 2020
O que são os CORONAVÍRUS

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  Situação em Portugal
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Publicado por Tovi às 09:29
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Sábado, 22 de Fevereiro de 2020
Muito bem...

...como não poderia deixar de ser.
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Publicado por Tovi às 07:44
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Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2020
Inadmissível…

…a ser verdade o que hoje veio a público. 

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Notícia do Correio da Manhã



Publicado por Tovi às 21:19
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Domingo, 9 de Fevereiro de 2020
PAN & C.ª vão resolver o problema?

Captura de Ecrã (392).png

   Notícia da TSF em 6fev2020

 


Proposta do PAN para a Estratégia Nacional de Animais Errantes (já aprovada na AR) para resolver este grave problema... alguém acredita que é a solução?

- Uma rede pública de apoio veterinário
- A construção de parques para matilhas
- Apoios às Câmaras Municipais, associações e famílias carenciadas para esterilizações
- Apoios às Câmaras Municipais para construção ou remodelação de Centros de Recolha Oficial
- Apoios para campanhas de identificação eletrónica de animais
- Contratação de Médicos Veterinários Municipais para todos os municípios
- Estabelecimento de metas para cumprimento de objetivos do controlo de população de animais

 

  Bebiana Cunha no Facebook

Meu caro, quando há vontade política, resolve-se sim. Os bons exemplos estão por aí. Agora empurrar com a barriga ou lavar as mãos, não costuma resolver. É tão fácil culpar quem tenta resolver e não está nos executivos, de que âmbito forem. Mas ao menos, não nos podem acusar de não apresentarmos soluções, agora que não as queiram aceitar, é a democracia, faz parte, mas quem sofre é aquele que não tem voz.

   Resposta de David Ribeiro no Facebook

Com toda a consideração e simpatia que tenho por si, e a Bebiana sabe que as tenho, a verdade é que as intenções, por mais válidas que sejam, têm que ser exequíveis senão corremos o risco de não passarem de “boas intenções”… e, como diz o Povo, “de boas intenções o inferno já está cheio”.

    Comentário de Carla Afonso Leitão no Facebook 

O PAN fez bem em estar contra as taxas directas aplicadas aos donos de cães e gatos.
Dito isto, não deixa de as defender, defende a aplicação de impostos indirectos nas opcções alimentares e nos modos de vida que não sejam vegan, e eco, na verdade, querem educar pela taxa, mas não deixa de, aparentemente, ser o lado mau a sustentar a bondade da ideia de SNS público para cães e gatos, mas, eu disse "aparentemente", é preciso saber de que público falamos, da centralidade, ou da localidade?
Se estivessem atentos a proposta do SNS para os cães e gatos implica outra coisa que não é dita, a descentralização, porque, sejamos sérios, bastou, para quem esteve no encontro de autarcas no Rivoli a propósito da mesma, que existem municípios que, face às competências que lhes querem impor à força, têm do outro lado o assobiar da centralidade para o lado face à emergência das prioridades como a habitação e apoio social de vária ordem, muitos municípios, por incapacidade de gerar receitas próprias de monta razoável, podem ficar sem poder dar resposta a tudo, este tudo pode implicar refeições escolares.
Defende o PAN que os canis locais não tenham que ser apenas às expensas dos municípios porque estes podem tirar partido da rede de associações protectoras e defensoras dos animais, acontece que as não auto-suficientes poderão bater à porta do município para provimento financeiro, e, nem pode ser de outra forma, a população de abandonados não encolhe, não se controla e, para garantir o óptimo não há milagres.
Sobre empurrar um problema com a barriga e não saber sobre quem vai recair o problema, ou a real viabilidade de resposta, estamos conversados.
Curioso que, perante a proposta aprovada da IL em reduzir de 23 para 6% nos alimentos lácteos para a infância, o PAN, tal como o BE absteve-se.
Very telling...


Publicado por Tovi às 08:09
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Domingo, 12 de Janeiro de 2020
91ª Exposição Canina Internacional do Norte

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Publicado por Tovi às 22:19
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Sábado, 11 de Janeiro de 2020
90ª Exposição Canina Internacioal do Norte

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Publicado por Tovi às 22:21
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