"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sábado, 13 de Junho de 2015
Meandro do Vale Meão Tinto 2009

Meandro2009.jpg

Soberbo este Meandro do Vale Meão Tinto 2009 que acompanhou o Bacalhau Assado no Forno do almoço em família de há uns dias cá em casa. Este DOC Douro foi feito pela F Olazabal & Filhos Lda com uvas das castas Touriga Nacional (35%), Touriga Franca (30%%), Tinta Roriz (25%), Tinta Barroca (5%) e Sousão (5%), um vinho de cor rubi muito concentrada, sentindo-se perfeitamente no nariz os frutos vermelhos e a baunilha, na boca encorpado, com taninos redondos e acidez perfeita, denso, carnudo, final longo e persistente, muito bom mesmo, um verdadeiro DOURO.


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Publicado por Tovi às 13:14
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Quinta-feira, 28 de Maio de 2015
António Brites

António Brites aguarela 1999.jpg

Nas paredes cá de casa… Aguarela (43 x 30 cm), datada de 1999, do pintor portuense António Brites.



Publicado por Tovi às 09:18
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Quinta-feira, 21 de Maio de 2015
Black Pur

 Black Pur convite b.jpg

É hoje... e eu vou estar lá

 

E gostei… gostei mesmo muito do evento que a Quinta do Portal organizou na monumental Livraria Lello, na rua das Carmelitas no Porto, para apresentação de um novo vinho tinto - Black Pur - um regional duriense feito pelo enólogo Paulo Coutinho com uvas da colheita de 2012 das castas Malbec (67%) e Cabernet Sauvignon (33%). Os terrenos xistosos da margem esquerda do Rio Pinhão, onde se localiza este campo de ensaios da empresa da família Branco, deram a estas duas castas um carácter próprio e diferenciador, obtendo-se um vinho de cor negra violeta, com aromas a groselha e a cereja, com grande frescura e correcta acidez, bem estruturado, elegante e com grande volume de boca, com uma bela frescura aromática final, um vinho a beber na sua juventude mas que me trás curioso e à espera de ver o que nos dirá a sua evolução em garrafa.

Quinta do Portal Black Pur 21Mai2015 b.jpg

  Comentários no Facebook

«Antonio Cardoso» >> Gosto muito da casta Malbec principalmente os vinhos de Mendoza. Tenho de provar...

«David Ribeiro» >> É curioso, amigo António, como a casta Malbec, praticamente abandonada pela França, donde é originária, veio dar nos terrenos xistosos do Pinhão um vinho de cor escura, frutado e de bom corpo, exactamente aquilo que também se verifica na sua produção nas bordas da Cordilheira dos Andes. Vou acompanhar com muito interesse esta experiência da Quinta do Portal.

«Antonio Cardoso» >> Sim é verdade David Ribeiro

«Paulo Coutinho» >> De referir a altitude a que está plantada... 550metros. Mais precisamente na transição entre o Vale para o Rio Pinhão e o Vale da Vila de Favaios. Uma bela casta de Altitude!

«Antonio Cardoso» >> Tirei isto da Wikipédia - Malbec (pronounced: [mal.bɛk]) is a purple grape variety used in making red wine. The grapes tend to have an inky dark color and robust tannins, and are known as one of the six grapes allowed in the blend of red Bordeaux wine. The French plantations of Malbec are now found primarily in Cahors in South West France. It is increasingly celebrated as an Argentine varietal wine and is being grown around the world. Called Auxerrois or Côt Noir in Cahors, called Malbec in Bordeaux, and Pressac in other places, the grape became less popular in Bordeaux after 1956 when frost killed off 75% of the crop. Despite Cahors being hit by the same frost, which devastated the vineyards, Malbec was replanted and continued to be popular in that area where it was mixed with Merlot and Tannat to make dark, full-bodied wines, and more recently has been made into 100% Malbec varietal wines. Na Argentina representa 60% da produção mundial. O Douro é terreno propício para muitas profícuas experiências com algumas variedades como o Riesling e os projectos do Dirk. Paulo Coutinho a garrafa está muito apelativa mas o conteúdo deve ser ainda melhor. Estou curioso por beber. Noutro dia andei a procura de vinhos da casta Malbec e só encontrei um feito pelo Rui Reguinga em Mendoza.




Sexta-feira, 24 de Abril de 2015
Já começou o abrolhamento no Douro

Abrolhamento.jpg

É no início da Primavera que a videira termina a época de repouso. O ciclo vegetativo inicia-se com o “choro” da videira, ou seja, com a perda de seiva através dos cortes da poda feita durante o Inverno. Este fenómeno antecede o abrolhamento ou rebentação dos gomos que acontece normalmente passadas 3 a 5 semanas. A rebentação da videira depende da localização da vinha, por isso nem todas as plantas iniciam o ciclo vegetativo ao mesmo tempo. Normalmente os primeiros rebentos precisam de temperaturas médias na ordem dos 12ºC para iniciar o processo de “choro”. Por outro lado, se a videira iniciar o ciclo vegetativo cedo demais, o risco de sofrer as consequências das geadas primaveris é mais elevado. (in Infovini)



Publicado por Tovi às 08:58
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2015
Motonáutica no rio Douro

Motonautica no Douro Ago2015.jpg

Espetáculo!...

 

  Comentários no Facebook

«José Camilo» >> Lindo o nosso F1.

«Carlinhos da Sé» >> Finalmente...

«Jorge Veiga» >> Um Foguete Azul-e-Branco!!!

«Carlos Monteiro» >> Esperemos que nao seja so por um ano ou dois...

«José Camilo» >> Nestas coisas os resultados e a guita têm uma importância enorme. Mesmo que dure um ano é sempre bom, porque o Douro é bonito e chama gente, quuando não há eventos quanto mais quando há.

«Raul Vaz Osorio» >> Sabem o que vai acontecer? 1 ano para começar, outro para consolidar e ao terceiro o governo dá uma mãozinha para mudar a coisa para Lisboa. Essa edição é um fiasco e nunca mais se fala nisto.

«Jorge Veiga» >> onde é que eu já vi isso, Raul Vaz Osorio?

«Joaquim Leal» >> Raul Vaz Osorio... Lembrei-me dos azeitonas - Anda Comigo ver os Aviões

«Jorge Veiga» >> aviões era dantes. Agora é mais pró barco!!

«David Ribeiro» Os espetáculos do "Red Bull Air Race" no rio Douro, entre o Porto e Gaia, foram considerados por toda a gente, quer em termos nacionais como internacionais, um dos maiores eventos de um só dia organizados em Portugal.

«Raul Vaz Osorio» >> E em Lisboa obviamente foi uma merda e morreu. A estes vai acontecer exactamente o mesmo.

«Albertino Amaral» >> Para os que ficaram muito " tristes " com a ausência do Circuito da Boavista, talvez seja o momento de enfiarem o capacete, por esta alternativa... Parabéns pela iniciativa...



Publicado por Tovi às 13:20
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2014
Alteração do PIOTADV

Está em discussão pública a Alteração do Plano Intermunicipal de Ordenamento do Território do Alto Douro Vinhateiro (Ver aqui Contextualização da Alteração). E eu tenho muito medo das eventuais alterações que poderão vir a ser feitas, não que eu seja defensor do imobilismo, mas às vezes em nome do modernismo praticam-se autênticos atentados ao património.



Publicado por Tovi às 09:23
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Sábado, 23 de Agosto de 2014
Crasto Superior Douro DOC Tinto 2011

Ontem apareceram cá em casa para o jantar as minhas filhas, mais os seus maridos e a minha neta Alice. Tinha-se preparado um Lombo de Porco Assado e eu ainda não tinha nenhum vinho pronto para este repasto, mas rapidamente fui à garrafeira e depois de alguns minutos decidi-me pelo Crasto Superior Douro DOC Tinto 2011 (selo de garantia do IVDP: 45-561241-AN), um vinho de sonho feito na Quinta do Crasto com uvas das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Sousão.

{#emotions_dlg.chat} Embora possamos entender a Quinta do Crasto como um recente produtor, que iniciou a sua produção nos anos 90, a verdade é que se trata de um produtor com raízes antigas no Douro. As primeiras menções a esta Quinta remontam a 1615. Foi posteriormente incluída na primeira Feitoria, como comprova o marco pombalino existente ainda na Quinta. Foi Constantino de Almeida, o criador da marca Constantino, que viu neste Quinta qualidades extraordinárias como tal adquiriu-a. Após a sua morte, em 1923, seu filho, Fernando de Almeida tomou as rédeas do negócio, gerindo a Quinta do Crasto de onde saíam as uvas para os seus celebres Vinhos do Porto Constantino. Em 1981, sua filha Leonor Roquette e seu marido Jorge Roquette, adquirem a maioria do capital da Quinta do Crasto e entregam a seus filhos a gestão desta. Com Tomás e Miguel Roquette, a Quinta do Crasto atinge uma dimensão e um estatuto de produtor de excelência, estatuto esse que mantém até aos dias de hoje. Os vinhos da Quinta do Crasto são hoje conhecidos um pouco por todo o mundo, e estão este os mais preciosos e cobiçados vinhos portugueses. Em bem da verdade, todos os vinhos da Quinta do Crasto são exemplos de qualidade irrepreensível, estando a um nível de qualidade extremo, algo que apenas um punhado de produtores se pode gabar.


«Loja Do Pecado Guimaraes» no Facebook >> Com olho clínico para o assunto.

«Zé De Baião» no Facebook >> Ao indicar o selo de garantia ainda vem a ASAE e detecta que afinal a garrafa não tem essa origem.  Isto hoje em dia já não se falsifica só na China. Em Portugal há muita água transformada em vinho.  É a multiplicação (di)vina :). Boas jantaradas sempre bem acompanhadas.

«David Ribeiro» no Facebook >> Não há muito tempo um produtor nacional de vinho ficou muito incomodado por eu ter o hábito de colocar o número do selo de garantia das garrafas que vou abrindo ao longo do ano. Dizia ele que podia ser uma forma abjecta de eu indicar quem poderia estar a não cumprir com o legislado para com o sector vitivinícola e que se era meu propósito identificar a garrafa era suficiente indicar o lote, que normalmente também vem indicado no rótulo ou no contra-rótulo. A partir desse dia é que nunca mais deixei de dizer qual o número do selo de garantia das garrafas de vinho que vou bebendo, seja isto útil para alguém ou simplesmente um teimosia minha.

«Manuel Ribeiro da Silva» no Facebook >> Os produtos desta casa são excelentes.



Publicado por Tovi às 14:50
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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2014
Resposta da Rússia às sanções económicas

Isto pode ser grave para a Região Duriense. Embora o mercado Russo só represente 0,4% de todo o Vinho do Porto comercializado no primeiro semestre deste ano, a verdade é que grão-a-grão enche a galinha o papo. Segundo os últimos dados conhecidos a Rússia é o 15º mercado para o Vinho do Porto (15.304 caixas de 12 garrafas de 75 cl. – 800.184 euros - de Janeiro a Junho de 2014).


«Albertino Amaral» no Facebook >> Era de esperar que os russos reagissem assim e Portugal sai a perder com estas resoluções políticas. Não convinha nada, nesta altura do campeonato...

«Henrique Camões» no Facebook >> O mercado ajusta-se automaticamente, se não podem comprar directamente compram indirectamente, e a China poderá resolver a questão.

«Joaquim Leal» no Facebook >> Ai não querem do vom binho?... não sabem o que perdem.

«Carlos Ramos» no Facebook >> Como Putin quer fazer guerra à UE e EUA mas não quer carestia e descontentamento internos, vão comprar as coisas a um país intermediário. Pode sair mais caro mas dinheiro não é problema.

«Gonçalo Moreira» no Facebook >> Para o sector das conservas tb n é famoso...

«Guilherme Lickfold» no Facebook >> Há "coisas" que tem mesmo de ser... não podemos condenar certas situações e depois queixarmo-nos das questões económicas.

«Henrique Camões» no Facebook >> À riscos maiores a ser considerados que os riscos comerciais, a Rússia, não é um país qualquer, qualquer animal quando acossado responde com violência, e a violência é proporcional ao porte, esperemos que a Rússia não se transforme nesse animal (de grande porte) acossado.

«Paulo Ferreira» no Facebook >> toda esta gente não sabe com quem se está a meter !! deixai vir o frio que até me vai dar vontade de rir???????



Publicado por Tovi às 09:15
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Sábado, 19 de Abril de 2014
V e r g o n h o s o ! . . .

{#emotions_dlg.sidemouth} Há certos empresários do Norte que por vezes tomam atitudes que eu não consigo entender… mas se calhar o defeito é meu que apesar de tudo ainda me considero Português.

Para acompanhar umas “Douradas Assadas no Forno” (em cama de cebola, curgetes e tomate) do almoço de ontem, abri uma garrafa de “Adega de Vila Real Colheita Branco 2012”, um DOC Douro em que as CAVES VALE DO CORGO (Adega Cooperativa de Vila Real CRL) tiveram a infeliz ideia de vedarem com um ROLHA SINTÉTICA, coisa que num País como o nosso, líder na produção e transformação da cortiça, até devia ser proibido. Estou a falar de um vinho premiado – medalha de bronze no “Decanter World Wines Awards 2013”, medalha de prata no “Concours Mondial Bruxelles 2013” e recomendado pelo “International Wine Challenge 2013” – o que já exigia um melhor cuidado. Mas é o que temos… ou melhor dizendo, os “empresários“ que temos.

E o que é que vocês pensam disto?... Venham daí os vossos bitaites.


«Miguel C Reis» no Facebook >> Una verguenza! Vinho a não beber!

«Pedro Aroso» no Facebook >> Uma vergonha! Vou tomar nota do nome desse vinho, para nunca comprar.

«Diogo Sampaio» no Facebook >> David Ribeiro nada lhe escapa, já estou a ver

«Albertino Amaral» no Facebook >> Sem dúvida que um bom apreciador de vinhos, "exige"  que ele se apresente com uma rolha de cortiça, tanto mais que estamos num dos melhores países, produtor de bons vinhos e responsável por 50% da produção mundial de cortiça...!

«Isabel Branco Martins» no Facebook >> totalmente de acordo, INDESCULPÁVEL

«Tiago Vasquez» no Facebook >> Concordo plenamente, produtor descuidado

«Maria Rosário Aires Pinto» no Facebook >> Só neste País se vêm coisas que não lembra a ninguém. Por coisa menor se multa se fazem leis sem explicarem dão e tiram. isto que o David Ribeiro fala é muito sério e preocupante se não fosse verdade. Nós somos os unicos certamente os maiores exportadores de cortiça Rolhas de plástico). um ou dos melhores vinhos com essas rolhas. quem é que está interessado em destruir mais uma riqueza? ...(vinho do Douro)... não é certamente um (zé ninguém). qualquer que diz que as rolhas de plástico não deixa sabor da cortiça no vinho ao fim de algum tempo.

«Lindoro Barbosa» no Facebook >> Penso que não vou comprar vinho das Caves Vale do Corgo

«Jorge Garcia» no Facebook >> David, há marcas que a maior parte da sua produção é para exportação. E digo-te que a maior parte dos grandes e médios produtores vive das exportações por não haver escoamento em Portugal. Acontece que há países que não aceitam as rolhas de cortiça e outros que nem sequer rolhas mas sim as roscas em metal. Pode ser o caso. Constatei que em vários vinhos franceses de gama media-baixa usam essas rolhas sintéticas por serem vinhos novos como são os casos dos brancos jovens. Pode ser o caso também.

«Albertino Amaral» no Facebook >> Amigo Jorge, uma coisa é beber vinho, como quem bebe água, e aí a rolha é indiferente... Outra coisa é sentir, mastigar, degustar o néctar que sem dúvida com rolha de cortiça é outra coisa… Razão tem o amigo David... Convenhamos...!

«Jorge Garcia» no Facebook >> Albertino: É claro que odeio rolhas sinteticas e enquanto estava na Belgica bebia um Rosé marca Pórtico com rolha de rosca. É claro que o David tem razão eu só tentei passar alguma informação suplementar que pode ou não ser relevante para o caso.

«Albertino Amaral» no Facebook >> Claro, Jorge Garcia, eu entendi o seu ponto de vista...

«David Ribeiro» no Facebook >> Essa é realmente a justificação que alguns viticultores dão para a utilização de outro tipo de vedantes que não a clássica rolha de cortiça, caro amigo Jorge Garcia, mas um PORTUGUÊS deveria sempre primar pela utilização de componentes nacionais nas nossas garrafas de vinho, especialmente no caso da exportação. Sou da opinião que se devia legislar sobre a utilização de vedantes alternativos à rolha de cortiça nos vinhos nacionais, Lei que deveria OBRIGAR a utilização da rolha de cortiça, pelo menos nos vinhos “DOC”.

«Diamantino Hugo Pedro» no Facebook >> Por muito bom que seja, já não faço ideias de o beber ....

«Albertino Amaral» no Facebook >> Porque diz isso, Diamantino Hugo Pedro ?

«Diamantino Hugo Pedro» no Facebook >> Porque eu sou um tradicionalista, bom vinho, para mim, vem fechado com boa rolha de cortiça. É um dogma, nem discuto outras opções ;-)

«Albertino Amaral» no Facebook >> Peço desculpa pela pergunta, mas imaginei que não beberia por outras razões. Bem haja...

«Jorge Veiga» no Facebook >> Como pouco entendedor de vinhos, apenas direi o que ouvi outros dizer. Um vinho Bom (e este teve prémio) tem de respirar, para evoluir se for um tinto capaz. Com uma rolha de plático sufoca. Já vi vinhos franceses com esse tipo de rolhas, mas eram zurrapas que aqui temos melhores e mais baratos. Vinho com rolha de cortiça e se forem para exportação, que os exportem. Aqui em Portugal, rolhas de cortiça!



Publicado por Tovi às 08:46
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Domingo, 23 de Março de 2014
Vinho Fino Garrafeira Particular Colheta de 1985

 

Ofereceram à minha mulher uma garrafa de Vinho Fino Garrafeira Particular Colheta de 1985, um soberbo vinho fortificado da região duriense. Estou em crer que é um típico “tawny de uma só colheita”, com maceração perlongada, envelhecido em casco de carvalho, pois apresenta cor e aromas maravilhosamente concentrados. O ano de 1985 no Douro caracterizou-se por um início de Inverno frio, mas Fevereiro e Março quentes, com alguma chuva na Primavera e temperaturas normais no Verão, Junho muito quente a que se seguiu um Verão normal, tendo a vindima sido feita em condições perfeitas.


«Jorge Veiga» no Facebook >> Tenho uma de 1947.

«David Ribeiro» no Facebook >> Consultando o site do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) fica-se a saber que 1947 foi um ano com condições de tempo ideais para o Vinho do Porto, tendo sido a produção maior do que se esperava e o vinho elegante e muito fino.

«Jorge Veiga» no Facebook >> Estou à espera de uma ocasião especial para a abrir. Mas por este andar acho que a ocasião a vou fazer eu...(antes que se estrague o Porto ou Eu!). e obrigado pelas informaçoes. desconhecia. Fui ver a garrafa e só tem rotulo dos feitos à mão e afinal o vinho é de 46.

«José Luis Moreira» no Facebook >> Jorge Veiga, primeiro vais tu...

«Jorge Veiga» no Facebook >> Eu ir primeiro? Claro que iria se estiver a guardar a garrafa (melhor o conteudo). Ela a mim não me mata portanto só preciso de um motivo...



Publicado por Tovi às 09:47
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Sexta-feira, 3 de Janeiro de 2014
Cheia na Régua... e mau tempo no Porto

Pois é!... O Douro continua a pregar-nos partidas, pois alguns dos seus afluentes, como por exemplo os rios Corgo e Varosa, não são controlados pelas barragens.

{#emotions_dlg.meeting} [JN 3Jan 17h04] - Caudal do Douro pode aumentar nas próximas horas na Régua - A Proteção Civil prevê uma subida de caudal do rio Douro nas próximas horas que pode ir "até um metro acima" do cais fluvial da Régua, onde já foram retirados os bens dos dois estabelecimentos comerciais ali instalados. Manuel Saraiva, responsável pela Proteção Civil Municipal de Peso da Régua, disse à agência Lusa que, para as próximas horas, se prevê "algum aumento do caudal". Durante a manhã, o rio subiu de forma inesperada. Para atingir esta plataforma o Douro sobe entre "o metro e meio aos dois metros" acima do leito normal.

{#emotions_dlg.star} O Departamento de Proteção Civil da Câmara Municipal do Porto emitiu um aviso de mau tempo para amanhã, dia 4 de Janeiro, devido à ocorrência de aguaceiros, por vezes fortes, e que poderão ser de granizo e acompanhados de trovoada, diminuindo de intensidade e de frequência a partir da tarde. O vento soprará moderado (20 a 30 km/h), temporariamente moderado a forte (30 a 40 km/h), com rajadas ate 80km/h, tornando-se fraco a moderado a partir do meio da tarde. Os serviços municipais alertam sobretudo para os riscos para a circulação automóvel e apelam a que sejam tomadas medidas preventivas, nomeadamente através de condução defensiva e de redução de velocidade.


«Jorge Veiga» no Facebook >> Quero a Primavera, já!...

«Maria Ilídia Barros» no Facebook >> Eu preferia o verão. O melhor é ir até ao Brasil!



Publicado por Tovi às 19:55
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Sexta-feira, 13 de Dezembro de 2013
O Vinho do Porto nas Invasões Francesas - #6

(Guerra Peninsular - Portugal, Torre do Tombo, documento de proveniência desconhecida)

De 1808 a 1811 a vida económica portuguesa foi gravemente perturbada pelas campanhas da Guerra Peninsular. Uma boa parte do território português esteve ocupada por estrangeiros que a não pouparam. Inimigos e aliados, franceses e ingleses, todos esgotaram os recursos das regiões que atravessaram e, como se ainda fosse pouco, às requisições das tropas somavam-se as destruições sistemáticas destinadas a dificultar o avanço do inimigo. Expulsas de Portugal as tropas francesas, as povoações e os campos viram regressar os seus moradores, mas muitos deles voltavam na miséria, sem possibilidades de tornarem a cultivar as suas terras e de remediarem os estragos que a guerra fizera. A acção governativa empenhou-se em combater os males a que estava sujeita a agricultura, a principal vítima da guerra, e esses cuidados consistiram em prover de sementes os lavradores que tinham interrompido o cultivo das terras, fornecendo-lhes também as ferramentas de que careciam. Foi essencialmente na Estremadura e nas Beiras que estas providências vieram ajudar as populações, não havendo registo de qualquer tipo de apoio aos lavradores do Minho, Trás-os-Montes e Douro, gente que também foi altamente prejudicada com as Invasões Francesas.


«Graça Cavadas» no Facbook >> Obrigada por estas lições!

«Diamantino Pedro» no Facebook >> Bons temos em que se apoiava a agricultura em tempos de desgraça com sementes e material. Hoje, quando existe alguma catástrofe, abrem-se linhas de crédito com o objectivo de escravizar, quem necessita de ajuda, ao Juro !



Publicado por Tovi às 20:14
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Quarta-feira, 4 de Dezembro de 2013
TOP 100 da "Wine Spectator"

A prestigiada revista americana "Wine Spectator" colocou dois vinhos do  Porto e dois DOC Douro entre os cem melhores vinhos do mundo de 2013. A melhor  pontuação (97 pontos) cabe ao Croft Vintage 2011, que ficou em 13.º lugar do top  100. Na lista, surge outro vinho do Porto na 87ª posição, o Graham  Tawny 20 Year Old. Nos vinhos de mesa, a revista selecionou dois representantes  do Douro. O DOC da Quinta do Passadouro 2010 ficou em 37.º lugar e o Quinta do  Crasto reserva Old Vines 2010 na 81ª posição.

Todos vinhos do Norte, carago!... {#emotions_dlg.smile}


«José Camilo» no Facebook >> Já começa a ser hábito.

«Jorge Veiga» no Facebook >> Claro...



Publicado por Tovi às 19:24
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Quarta-feira, 9 de Outubro de 2013
Ainda se vindima no Douro

Fotografia de Emílio Biel (1838-1915) captada no Douro em finais do séc. XIX



Publicado por Tovi às 20:10
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Sexta-feira, 16 de Agosto de 2013
Caves Santa Marta Douro Valley Reserva Tinto 2005

Um sonho estava este Caves Santa Marta Douro Valley Reserva Tinto 2005 - Touriga Franca (50%), Touriga Nacional (25%) e Tinta Roriz (25%) -, um vinho que “apresenta-se com cor granada, tonalidades violáceas, brilhante, nariz franco, fino e harmonioso, exprime aromas frutados com boa intensidade aromática, notas de frutos vermelhos acompanhados pela madeira bem doseada, na boca o ataque é suave, harmonioso e equilibrado, taninos maduros, vivo, persistente e longo” e que tão bem acompanhou um Rolo de Carne de Bovino com Enchidos, o almoço de família cá em casa no feriado de ontem.


«Albertino Amaral» no Facebook >> Meu caro David Ribeiro... rendo-me...!

«Jorge Veiga» no Facebook >> só me intriga a do "nariz franco". Não seria influência da Touriga???

«David Ribeiro» no Facebook >> Exactamente, Jorge Veiga... Um bom Touriga Nacional (mesmo só com 25% no blend) dá-se facilmente a conhecer no nariz.



Publicado por Tovi às 08:00
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