"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Quarta-feira, 18 de Outubro de 2023
Ataque ao Hospital Árabe al-Ahli em Gaza

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Ao fim da tarde de ontem o Ministério da Saúde de Gaza acusou Israel de ter efetuado um ataque aéreo ao Hospital Árabe al-Ahli, na cidade de Gaza, com pelo menos 500 vítimas palestinianas. O hospital é administrado pela Diocese Episcopal de Jerusalém e servia um duplo propósito: ser um abrigo para palestinianos que fugiram de suas casas seguindo ordens de evacuação israelita, bem como abrigar pacientes. Uma escola administrada pela ONU que abrigava refugiados também foi atacada. O ataque foi condenado pela Organização Mundial da Saúde, pelo Egito, pelo Presidente Recep Tayyip Erdogan da Turquia, pelo Catar, por Mahmoud Abbas da Autoridade Palestiniana, entre outros e também pelo Irão que declarou esta quarta-feira como dia de luto pelo “massacre e crime de guerra contra a humanidade”. Ao mesmo tempo a Rússia e os Emirados Árabes Unidos solicitaram uma reunião urgente do Conselho de Segurança das Nações Unidas.  Israel nega as acusaçõesdiz que de acordo com "informações de inteligência, provenientes de várias fontes que possuímos", a organização terrorista "Jihad Islâmica é responsável pelo disparo falhado que atingiu o hospital".

 

  Manifestações pró-Palestina
Captura de ecrã 2023-10-17 223558.pngNa sequência do ataque ao hospital em Gaza, centenas de manifestantes tentaram ultrapassar uma barreira de segurança e entrar na embaixada de Israel em Amã, na Jordânia, mas as forças de segurança jordanas conseguiram pará-los, usando gás pimenta. Na Cisjordânia, mais concretamente em Ramallah, manifestantes saíram às ruas para protestaram contra o ataque ao hospital, havendo confrontos com a polícia. Em frente ao consultado israelita em Istambul, na Turquia, centenas de manifestantes protestaram contra este ataque ao hospital. Em protesto contra o ataque ao hospital, o Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, cancelou o encontro de hoje com o Chefe de Estado norte-americano, Joe Biden.

 

   Joe Biden em Israel 
231018091025-02-biden-israel-101823.jpgO Presidente dos EUA chegou esta manhã a Israel em plena tensão máxima, após "um ataque aéreo ao Hospital Árabe al-Ahli na cidade de Gaza" ainda não muito bem explicado. Além de conversações com autoridades israelitas, Joe Biden tem na agenda um encontro com famílias das vítimas e dos desaparecidos após os ataques do Hamas em solo israelita.
  
Sarah CorsinoEsse ataque ao hospital é uma coincidência tão coincidente 🤔
Isabel Sousa Braga
Amorosos
Albertino Amaral
Até se matam pulgas com mísseis........
Castro Ferreira Padrão
Qual dos dois terá mais juízo?????
David RibeiroNa manhã de hoje [terça-feira 18out2023] numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro de Israel, o presidente norte-americano Joe Biden disse a Benjamin Netanyahu que “com base no que vi, parece que [o ataque] foi feito pela outra parte, e não por vocês”. E eu lembrei-me logo de há uma semana o Presidente dos EUA ter afirmado taxativamente que tinha visto fotografias dos bebés decapitados. "Nunca pensei que iria ver e ter imagens confirmadas de terroristas a decapitar crianças", disse Biden. Mais tarde, no entanto, a Casa Branca veio “clarificar” as declarações do seu líder, com fontes da administração norte-americana a afirmar que Joe Biden estava a referir-se aos relatos oriundos de Israel, e não tinha visto qualquer fotografia de bebés decapitados.
Cristina Vasconcelos Porto
E??? David Ribeiro diga-me um que ainda não tivesse mentido na porcaria desta guerra.
Isabel Sousa Braga
Palhaçada
David RibeiroIsabel Sousa Braga... não sabem o que dizem e não dizem o que sabem.
Isabel Sousa Braga
David Ribeiro e pelo meio morrem inocentes, é muito triste. O circo dos horrores.
Isabel Sousa BragaO primeiro-ministro Rishi Sunak ao ser questionado sobre o ataque ao hospital Al Ahli em Gaza disse que a inteligência britânica está investigando evidências e “é importante neste caso não tirar conclusões precipitadas”.
Albertino AmaralEm boa verdade, um grupo de terroristas que invade um normal e pacífico concerto de música e começa a MATAR indiscriminadamente toda a gente que ali está, velhos, novos, homens, mulheres, crianças e tudo o que mexe, julgo ser capaz também de " atirar " uma bomba para um hospital no meio de uma guerra, por forma a incriminar o adversário.... Julgo até que uma atitude destas, faz parte da sua própria estratégia de guerra. Afinal esta gente, quem é ? O que defendem? Com que legitimidade ? Enfim.........
David Ribeiro
Realmente, Albertino Amaral... e o que me diz às "famosas" imagens de terroristas a decapitar criancinhas?
Albertino AmaralDavid Ribeiro Digo que é uma prova evidente do que escrevi acima. Qual é a dúvida de que possam ter sido os mesmos que lançaram a bomba no hospital ? Afinal, só com uma bomba, resolveram um assunto que iria dar-lhes mais trabalho, e não havia filme...... Que lhe parece, amigo ?
David RibeiroA única coisa que me parece, amigo Albertino Amaral, é que não devemos embarcar facilmente em tudo o que dizem. Repare que no escandaloso caso de Biden ter dito que viu crianças a serem decapitadas, acabou por assessores da Casa Branca afirmarem que o Presidente não tinha visto qualquer fotografia de bebés decapitados. A guerra da informação também mata.
Albertino Amaral
David Ribeiro Meu caro, exactamente por não embarcar em tudo o que é " ´piroga ", é que eu não afirmo peremptóriamente , se é ou não verdade..... Contudo, parece-me normalíssimo, que quem mata por prazer, por hábito ou por simples passatempo, seja capaz de decapitar crianças, lançar bombas para hospitais, porque depois até se escondem em buracos que já construíram previamente para esse efeito, prevendo assim as atrocidades que tinham em mente. Como tal, e seguindo este raciocínio, só espero que esses túneis, lhes sirvam de sepultura, porque esses seres não são normais, não se trata de humanos, mas de outra " coisa " qualquer, que odeia o ser humano, embora possam ter o mesmo aspecto....... !

 

   V E R G O N H A ! . . . 

Captura de ecrã 2023-10-18 160118.pngNo dia de hoje [18out2023] os EUA vetaram uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que apelava a uma pausa humanitária em Gaza, ao mesmo tempo que condenava os ataques do Hamas contra Israel. Neste Conselho de Segurança, composto por 15 membros, também houve 12 votos a favor (França, China, Albânia, Brasil, Equador, Gabão, Gana, Japão, Malta, Moçambique, Suíça e Emirados Árabes Unidos) e duas abstenções (Reino Unido e Rússia).

  
Luis BarataNão percebo onde está a vergonha. Talvez pensar no humanitarismo do hammas e do respeito que não teriam pela pausa... Venham de lá as ajudas dos outros...
David RibeiroLuis Barata... a resolução vetada pelos EUA apelava a uma pausa humanitária em Gaza, ao mesmo tempo que condenava os ataques do Hamas contra Israel.
Luis Barata
David Ribeiro perspectivas!... Essas abstenções têm razão de existir.. Um é contra o outro têm receios, os States stand by Israel e os outros todos são queridinhos uns, medinho têm outros e ainda há os que hesitam em escolher side... Afinal de contas o hammas agride barbaramente é depois vem pedir ajudas e pausas a quem é agredido? Sim os civis nunca tem culpa e sofrem horrores. Mas afinal aceitam e acoitam quem pratica essas agressões infames.
David Ribeiro
Realmente é verdade, Luis Barata, os civis nunca têm culpa e sofrem horrores... e por isso os que devemos TODOS condenar são, de um lado o Hamas mais os seus congéneres e do outro lado o "casamento" de judeus ultra-ortodoxos com os "falcões" das forças armadas israelitas.
Paulo Teixeira
Discordo da bondade da resolução
Sasha van LammerenA resolução exigia um cessar-fogo de Israel diante do Hamas. Ou seja, pedia a Israel parar de se defender do Hamas. Até hoje o Hamas envia foguetes contra Israel.



Publicado por Tovi às 07:18
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Sábado, 14 de Outubro de 2023
Informação ao serviço de interesses obscuros

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Mais uma vez a INFORMAÇÃO ao serviço de interesses obscuros... a brutalidade do ataque do Hamas a Israel é altamente condenável, mas não nos contem histórias.

Inicialmente uma correspondente da televisão israelita i24, Nicole Zedeck, disse em direto que soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram a existência de 40 cadáveres de bebés no kibutz Kfar Aza, alguns deles decapitados. A repórter francesa Margot Haddad, do canal francês LCI, foi mais além e alegou, numa publicação no X, ter em sua posse fotografias e vídeos dos corpos dos bebés decapitados. “Quanto aos vídeos de decapitações e às fotografias de corpos de bebés em Kfar Aza, tenho-os na minha posse e digo-o uma última vez: Não. Nunca. Nunca. Nunca divulgarei estas imagens”, escreveu a jornalista. O major-general Itai Veruv também confirmou os relatos. "Nunca vi nada como isto na minha carreira, nunca em 40 anos de serviço, isto é algo que nunca imaginei”, disse. O governo de Benjamin Netanyahu confirmou igualmente a veracidade da notícia, mas a informação foi posteriormente desmentida por fontes oficiais da IDF, já esta quinta-feira [12out2023]. Também nesta mesma quinta-feira, o tenente-coronel Richard Hecht, porta-voz da IDF, afirmou que não conseguia negar ou confirmar se, de facto, o Hamas decapitou crianças naquele kibutz. "Quero acreditar que, se o nosso reservista de 45 anos disse a um jornalista o que viu, não estava a cuspir a mensagem das IDF. Não sei, não posso negar”, afirmou. Um canal britânico, através do seu correspondente Stuart Ramsay, avança ainda ter entrevistado outros dois majores-generais no local, que não deram qualquer indicação sobre a existência de crianças decapitadas em Kfar Aza. A confusão comunicacional da IDF ficou ainda mais evidente quando, enquanto Richard Hecht não conseguia confirmar a informação, um outro porta-voz da organização, Jonathan Conricus, afirmou que as decapitações tinham de facto ocorrido. "Admito que demorámos algum tempo a compreender e a verificar esses relatos, e era difícil acreditar que até o Hamas pudesse realizar um ato tão bárbaro. Agora podemos dizer, com relativa confiança, que foi isso que o Hamas fez. Havia corpos espalhados por todo o lado, mutilados." Outro episódio profundamente confuso sobre este assunto ocorreu quarta-feira [11out2023]. Num discurso perante líderes da comunidade judaica nos Estados Unidos, o presidente Joe Biden afirmou taxativamente que viu fotografias dos bebés decapitados. "Nunca pensei que iria ver e ter imagens confirmadas de terroristas a decapitar crianças", disse Biden perante as câmaras. Mais tarde, no entanto, a Casa Branca veio “clarificar” as declarações do seu líder. Duas fontes da administração norte-americana afirmaram que Joe Biden estava a referir-se aos relatos oriundos de Israel, à versão do governo israelita e aos vários artigos noticiosos publicados por órgãos de comunicação social. A Casa Branca também confirmou que o presidente americano não viu qualquer fotografia de bebés decapitados.

 

  
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A comunicação social nas últimas horas diz que Israel irá fazer primeiro "uma operação secreta para retirada rápida dos reféns do Hamas" e depois "uma grande ofensiva em que vai ser muito difícil para as tropas no terreno não cometerem crimes horrendos". Para já e que se saiba só temos constantes bombardeamentos à Faixa de Gaza, mas os custos políticos internos para Israel serão enormes se não conseguirem salvar os cidadãos que foram feitos reféns. (Na imagem capturas de vídeo que circula nas redes sociais e que mostram aparente momento em que membro do Hamas faz refém uma mulher em Israel)

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A porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF) para os meios de comunicação árabes, Ella Waweya, afirmou esta manhã de sábado que o país vai permitir que os cidadãos de Gaza se desloquem para sul nas duas principais estradas do território até às 16h00 locais (14h00 em Portugal Continental).

 

 


naom_63ad332807c0a.jpgO rei Abdullah II da Jordânia, que sempre manteve uma muito corajosa e lúcida atitude perante o conflito Israel-Palestina, já tinha apelado no passado mês de setembro, na Assembleia Geral da ONU, à resolução urgente deste conflito que lhe parecia ser "cada vez mais difícil de resolver". Discursando na Assembleia Geral das Nações Unidas, o monarca haxemita, sem nunca criticar Israel, defendeu mais uma vez a criação de dois Estados com a capital em Jerusalém, cujos sítios sagrados têm segurança garantida pela Jordânia. "Cerca de um terço dos 11 milhões de habitantes da Jordânia são refugiados sírios e palestinianos. É uma tragédia. Cerca de 1,4 milhões de refugiados são crianças. E continuam a nascer centenas, milhares, em território jordano. Fazemos o melhor que podemos, mas os nossos recursos estão a chegar ao fim", alertou. Eu concordo plenamente com Abdullah II, pois se Israel tem todo o direito à identidade nacional, também a Palestina tem direito a ela, e continuar a atrasar o processo só trará mais mortes, como os acontecimentos recentes estão a demonstrar.


Jorge Veiga
Sim, concordo, mas sem a intormissão de forças terceiras.
Castro Ferreira Padrão
Muitas vezes a lucidez de uma pessoa torna-se incómoda e até mesmo ignorada, quando não o deveria ser e, depois o resultado está á vista… é uma pena e está a ser dramático. 



Publicado por Tovi às 07:12
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Domingo, 8 de Outubro de 2023
Hamas e Israel de novo em guerra

Captura de ecrã 2023-10-07 135213.png

Hamas lançou cinco mil rockets da Faixa de Gaza contra Israel na madrugada de sábado [antes das 6h30 locais de 7out2023 e durante uma hora] dando início à 'Operação Tempestade Al-Aqsa'. Segundo o exército israelita, homens armados atravessaram a fronteira em vários locais, infiltraram-se em diferentes comunidades e fizeram reféns israelitas posteriormente levados para Gaza. Sirenes de ataque aéreo soaram em todo o sul e centro de Israel, com o exército pedindo às pessoas que fiquem perto de abrigos antiaéreos. “Estamos em guerra”, afirma Benjamin Netanyahu.

 
Rui LimaÉ muito foguete...... Vai ser linda a resposta.
David RibeiroEstá cá a parecer-me que a Mossad já teve melhores dias. Israel sempre foi conhecida pelas suas sofisticadas capacidades de inteligência e pela monitorização estreita dos palestinianos e uma ação destas não se faz do pé para a mão.

  Al Jazeera 12h20 (GMT) de 7out2023
Captura de ecrã 2023-10-07 141530.png 

Sara Khairat, correspondente da Al Jazeera, reportando a partir de Jerusalém Oriental ocupada, diz que o governo israelita confirmou que o número de israelitas mortos aumentou para pelo menos 40. O número anterior, informado pelos serviços de emergência, era 22. “Mais de 750 israelitas ficaram feridos” e os números deverão continuar a aumentar.

  Al Jazeerra 13h47 (GMT) de 7out2023
Captura de ecrã 2023-10-07 151129.png
O número de palestinos mortos em Gaza após os ataques de retaliação de Israel aumentou para 198, segundo autoridades de saúde. Mais de 1.600 pessoas também ficaram feridas.

  Jorge VeigaMudando as atenções para outro ponto... Mudar, não muda e entretanto vão morrendo pessoas como nós.

  Al Jazeera 16h09 (GMT) de 7out2023
Captura de ecrã 2023-10-07 173720.png
Os militares israelitas afirmam que os combates continuam em 22 locais perto da fronteira Gaza-Israel. Um ataque israelita a um prédio alto na movimentada cidade de Gaza foi captado durante uma transmissão em direto da Al Jazeera em inglês. Israel diz que soldados e civis israelitas foram feitos prisioneiros, com Netanyahu a dizer: “Estamos em guerra e venceremos”. As autoridades de saúde afirmam que pelo menos 198 palestinos foram mortos em ataques a Gaza, enquanto as autoridades de Israel afirmam que pelo menos 70 israelitas foram mortos nos ataques do Hamas. Analistas dizem que a natureza dos ataques do Hamas a Israel não tem precedentes nos últimos anos e pode transformar o cenário do conflito enraizado. 

 


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Que eu me recorde e mesmo nos tempos históricos da afirmação do Estado Judeu, nunca os israelitas foram apanhados desprevenidos e invadidos por seja quem fosse, muito menos por um grupo fundamentalista palestiniano. Algo não correu bem nestes últimos tempos e não devem ser ignorados os planos do governo de Benjamin Netanyahu para reformar o sistema judiciário que mergulhou Israel numa de suas piores crises domésticas. Agora outro galo vai seguramente cantar e a cúpula militar vai deixar de ser “pomba” e voltará a ser “falcão”.

  Albertino AmaralFim da linha para a Palestina. Acabou... palpita-me...

 

  Assim estamos na manhã deste domingo 8out2023
(by Al Jazeera)
Captura de ecrã 2023-10-08 095052.png
O Hezbollah assume a responsabilidade pelos ataques de morteiros do Líbano nas Fazendas Shebaa ocupadas, com Israel a dizer que respondeu com ataques de artilharia.
A escalada ocorre no momento em que crescem os temores de uma invasão terrestre de Gaza, depois que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ameaçou transformar o enclave palestino sitiado numa “ilha deserta” após o ataque surpresa do Hamas no sábado.
O último número de mortos é de 313 palestinos e cerca de 300 israelitas.
O Hamas disse que também capturou muitos israelitas e que os reféns estavam espalhados por todas as áreas da Faixa de Gaza.
A operação do Hamas ocorreu na sequência dos ataques generalizados de colonos israelitas, do aumento das tensões no complexo da mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém Oriental ocupada, e de um número recorde de palestinos mortos.

  Albertino AmaralEsta gente nasceu na guerra, viveu em guerra e morrerá vítima da guerra. Nada a fazer sobre este destino...

  Al Jazeera 09h28 (GMT) de 8out2023
tower.jpgA comunicação social egípcia está a noticiar que um policial abriu fogo contra turistas israelitas no Pilar de Pompeu, em Alexandria. O canal de televisão Extra News, que tem laços estreitos com agências de segurança egípcias, citou um oficial de segurança não identificado dizendo que outra pessoa ficou ferida no ataque e que o suposto agressor foi detido. O serviço de resgate Zaka de Israel também relatou duas pessoas mortas em Alexandria, de acordo com a agência de notícias Associated Press.O ataque fatal em Alexandria foi confirmado pelo Ministério das Relações Exteriores de Israel. Da mesma forma, o Ministério do Interior egípcio também confirmou a notícia.

  Al Jazeera 10h00 (GMT) de 8out2023
Captura de ecrã 2023-10-08 111713.png
De acordo com a comunicação social israelita mais combatentes palestinos infiltraram-se na cidade de Magen, no sul de Israel. Grandes tiroteios estão a ocorrer na área, com o exército israelita a usar tanques contra os combatentes. 

  Trágico balanço a meio da tarde de domingo 8out2023
israel-ambulancia-ataque-hamas-7-out-2023-848x477.Os últimos relatórios da comunicação social israelita dizem que pelo menos 659 pessoas foram mortas em Israel. Outras 2.156 pessoas ficaram feridas. O Governo israelita confirmou que mais de uma centena de pessoas foi sequestrada pelas milícias palestinianas na sequência do ataque do grupo islâmico Hamas. De acordo com o Ministério da Saúde da Palestina, o número de palestinianos mortos é agora de mais de 380 e mais de 2.200 feridos.

  Adao Fernando Batista BastosIsto vai acabar mal, pior do que já está.

 

  Quem fala assim não é gago... por mais que nos custe
Captura de ecrã 2023-10-08 155515.pngO Embaixador da Palestina no Reino Unido, Husam Zomlot, diz que espera que os últimos combates sejam um “alerta” para o mundo inteiro, de que o seu povo continuará a lutar pelos seus direitos durante o tempo que for necessário. “O povo palestino não vai a lugar nenhum. O povo palestino tem o direito de se defender”, disse ele à Al Jazeera, acrescentando que lutará “durante 100 anos e por mais 100, se necessário”. Zomlot acrescentou que as nações ocidentais precisam de compreender que dar a Israel uma “carta branca” sobre o direito internacional e que tentar “contornar” a questão palestina não trará a paz. “A ocupação de Israel tem de acabar… e um Estado soberano palestiniano com Jerusalém Oriental como capital deve ser estabelecido. Milhões de refugiados palestinos têm direitos inegociáveis ​​de regressar às suas casas, propriedades, terras”, acrescentou. "Como vamos fazer isso? Simplesmente pela aplicação igualitária do direito internacional.”

  Raul AlmeidaDavid Ribeiro, subscrevo na íntegra.



Publicado por Tovi às 07:51
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Sexta-feira, 21 de Maio de 2021
Cessar-fogo em Gaza

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O gabinete de segurança do Governo de Israel aprovou esta quinta-feira o cessar-fogo que põe fim à operação militar na Faixa de Gaza, avança a imprensa local. Também o Hamas confirma a trégua "mútua e simultânea" a partir das 2h00 desta sexta-feira.



Publicado por Tovi às 10:19
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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2017
Lá vem nova Intifada

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6Dez2017 - O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos reconhecem Jerusalém como a capital do Estado de Israel e que o processo de mudança da embaixada de Telavive para a cidade vai começar a ser preparado de imediato.

O líder do movimento palestiniano Hamas, Ismail Haniyeh, como era mais que previsível já apelou à realização de uma nova Intifada na sequência de mais uma Trumpada, sendo esta atitude de Donald Trump ainda de consequências inimagináveis para a região do Médio Oriente.

 

   Comentários no Facebook

«Gonçalo Graça Moura» - Finalmente um presidente com eles no sitio para fazer o que todos prometeram há décadas mas nenhum fez! E aproveita a aproximação da A. Saudita a Israel para o fazer... é raposa velha e está certo!

«David Ribeiro» - O conflito entre Hamas e Israel estava "adormecido" mas poderá ser agora reactivado e "matar" uma paz que se adivinhava. O problema da zona tinha deixado de ser os palestinianos e estava nas lutas entre sunitas e xiitas, mas poderá ser tudo alterado... e para pior.

«Gonçalo Graça Moura» - Adormecido? Ainda há dois dias foi morto mais um israelita num ataque com faca... o que não é é relatado pela nossa imprensa porque não dá para demonizar Israel.

«Gonçalo Folhadela Moreira» - Obviamente que lhe falta a melhor das qualidades, que, quando verdadeiramente tida, inclui quase todas as outras ... a sabedoria ...

«Gonçalo Graça Moura» - Compensa por cumprir o programa para que foi eleito.



Publicado por Tovi às 10:02
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Quinta-feira, 24 de Julho de 2014
Guerra entre Israel e o Hamas

Nesta guerra ente Israel e o Hamas não há inocentes, todos sabemos, mas temos todos que concordar que só os extremistas sionistas é que batem palmas à actuação do exército israelita. A grande maioria do povo de Israel quer a paz e está disposta a viver em perfeita harmonia com os árabes. Lembrava há dias um amigo meu que a Universidade de Harvard já provou num estudo recente que o ADN de israelitas e palestinos é o mesmo, pelo que é tempo de acabarem de andarem constantemente à porrada.


«Mario Pinheiro» no Facebook >> Explicassem-se estas coisas pelo ADN, ou pelo laboratório e era fácil. O problema estabelece-se quando são as jazidas de gás e outras razões de índole económica que se colocam. Claro que tens razão, aqui não há inocentes. Por isso é tão difícil tomar partido.

«Henrique Camões» no Facebook >> Numa família com vários filhos, há sempre uns que de uma forma ou de outra fazem pela vida e conseguem uma situação económica desafogada, outros que vivem comodamente o dia a dia, contentando-se com o que lhes é suficiente, outros "nem lá vou nem faço minga" vivem invejando o que os irmãos tem, isto é mais ou menos a caricatura da origem dos conflitos do médio oriente... é difícil tomar partido, mas sempre que há qualquer tentativa de aproximação há paz, é boicotada pelos ditos libertadores da Palestina.

«José Costa Pinto» no Facebook >> Lamento informar, caro David Ribeiro, que não são só os extremistas que batem palmas à IDF. Todos os judeus de Israel o fazem. Alguns, que a comunicação social ocidental destaca, são críticos, mas constituem uma minoria. Aliás, os judeus sabem bem que a actuação da IDF é a única linha que separa o povo de Israel da aniquilação e do extermínio. E sabem que a contenção do exército tem sido admirável.

«David Ribeiro» no Facebook >> Há quem jure a pés juntos que os tais "libertadores da Palestina" até são ajudados financeiramente pelos extremistas sionistas.

«José Costa Pinto» no Facebook >> Sobre o parentesco genético, ele é um facto. O problema aqui não é o ADN, mas o que está na cabeça das pessoas, os memes se quiser, não os genes. Alas, não se podem modificar com a mesma facilidade com que se modifica o património genético. Experimente falar com um extremista islâmico. Essa teoria conspirativa não tem pés nem cabeça. A torrente de contra-informação faz pasmar.

«David Ribeiro» no Facebook >> Há dois ou três anos tive que conviver durante um fim-de-semana com uma oficial do exército israelita (era um dos juízes de uma exposição canina que teve lugar no Porto) e fiquei horrorizado com a forma como ela entendia o futuro de Israel: Um país judeu "livre" de estranhos. No entanto já troquei impressões com outros israelitas e fiquei com a ideia que não têm qualquer problema em conviverem com árabes, sendo que um aumento do nível de vida dos palestinianos só beneficiaria uma sã vizinhança.

«Mario Pinheiro» no Facebook >> Só para lembrar que o Knesset tem 3 deputados que representam a minoria árabe, o Balad, partido que se opõe ao carácter judaico do Estado de Israel. Israel não parece ser um "um país judeu livre de estranhos".

«David Ribeiro» no Facebook >> Pois é!...

«Joaquim Leal» no Facebook >> David Ribeiro, imagina que estás a desfrutar de um bom tinto no relvado junto á tua piscina numa calorenta tarde de verão. Á sombra de um toldo, claro. Entretanto eu, teu vizinho resolvo lançar chumbo do lado de lá da cerca. Obviamente que ignoras e continuas a desfrutar. :P

«Maria Teresa de Villas-Boas» no Facbook >> Bom... quem provocou foi o hamas. agora, não se queixem. 

«Maria Helena Costa Ferreira» no Facebook >> disse bem David. a guerra não é entre israelitas e palestinianos  mas sim entre Israel e Hamas!

«José Costa Pinto» no Facebook >> David Ribeiro, eu vou postar aqui na minha página do FB nos próximos dias — dependendo da minha disponibilidade — uma série de documentos sérios, isto é, de natureza académica, sobre esta problemática. A minha opinião, que é a de um estudioso de muitos anos, e não daqueles que lêem artigos e links da internet, é a de que a visão maioritária de tudo isto está muito comprometida. A desinformação e propaganda são rampantes, o que é facilitado pelo carácter antisemita da nossa cultura. Se falarmos de genes, aqui é que está o busilis: a nossa cultura é geneticamente antisemita. Dpois conversamos.

«Maria Helena Costa Ferreira» no Facebook >> este artigo penso que está explicativo.... A difícil questão de Israel e de Gaza - observador.pt - Ninguém quer que o conflito em Gaza se eternize, mas é bom não ter ilusões: nenh...um estado tolera que disparem rockets contra as suas cidades. O Hamas, ao fazê-lo, quer impedir qualquer processo de paz

«José Costa Pinto» no Facebook >> Uma nota apenas, rápida. Repare que o Hamas tem uma impressionante rede subterrânea de abrigos e túneis, onde se escondem os seus militares e mísseis, mas não tem UM SÓ abrigo para os civis. Em contrapartida, em Israel há abrigos em todos os bairros, mas não há para os militares. isto, só por si, marca uma diferença abissal de atitude e de valorização da vida humana. E note outra coisa curiosa: nas fotografias e filmes dos danos civis em Gaza, há algo que nunca se vê: militares, bombeiros e ambulâncias. Véem-se pessoas feridas e jornalistas, mas nem um só bombeiro, ou enfermeiro ou militar. Porque será?

«Gonçalo Graça Moura» no Facebook >> essa dos extremistas sionistas era a gozar, não?

«António Alves» no Facebook >> O erro original foi a criação de um estado judaico naquele local. O senhor josé Costa Pinto tem uma visão muito enviesada. Pois eu estou farto de ver bombeiros, enfermeiros, médicos e ambulâncias palestinianas. Algumas delas inclusivamente alvejadas. Quanto aos túneis: o argumento é superlativamente ridículo. Um estado que teve capacidade de erguer um gigantesco muro da vergonha em semanas e é capaz de seguir as vítimas dos seus assassinatos selectivos por satélite não é capaz de detectar ou impedir que esses túneis passem por baixo do muro que eles construíram ou por baixo de uma fronteira qualquer. Não nos devemos esquecer nunca que os palestinianos estão na sua terra ancestral de onde nunca saíram e Israel é um estado artificial fundado e dirigido por judeus de origem europeia. E esse é um factor importante: o facto de na realidade a elite israelita ser uma elite europeia. Há muito racismo subliminar na avaliação do conflito: afinal os palestinianos são uns árabes ranhosos e pobres. Um poveco de pastores do deserto. Caos nos hospitais de Gaza - pt.euronews.com - O caos toma conta dos hospitais. Al Shifa, o maior hospital de Gaza não consegue responder a mais urgências. Uma grande parte dos feridos morre por falta de assistência. Os milhares de rockets que o Hamas envia para Israel mataram até agora duas pessoas. A retaliação de israel já matou mais de 600 pessoas, entre elas mais de 120 crianças. Israel mata mais crianças do que militantes do Hamas. E não me venham com a conversa que o Hamas usa crianças como escudos humanos. Todos nós vimos um vídeo há dias em que Israel ASSASSINOU deliberadamente quatro crianças que jogavam futebol numa praia. Que ódio abjecto é este que atinge tamanha desproporção? Mais: quem acompanha isto sabe que esta nova vaga de violência foi despoletada pelo assassinato bárbaro de 3 jovens israelitas por palestinianos. Imediatamente esse crime foi vingado por outro crime: o rapto e assassinato de um adolescente palestiniano. Foi queimado vivo. Tudo isto se passou em Hebron. Muito longe da faixa de Gaza e em território controlado civilmente e militarmente por Israel. Porque razão a retaliação é sobre Gaza onde 1,6 milhões de pessoas vive miseravelmente numa verdadeira e sobrelotada prisão a céu aberto?

«Antonio Cruz» no Facebook >> caro Antonio Alves, gostei dos seus comentarios, chapeau



Publicado por Tovi às 09:28
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