"Devido à velocidade da luz ser superior à do som, algumas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos."

Sexta-feira, 19 de Julho de 2019
Baixa política… no Público

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Ministério Público investiga ajustes directos da Câmara do Porto à Telles de Abreu

Margarida Gomes, no Público de 19jul2019 às 07h39

Autarquia diz que o valor dos contratos com a sociedade de advogados de Pedro Almeida e Sousa, ex-sócio e membro do movimento de apoio ao autarca, é de 218 mil euros. .../... As ligações entre o Porto, o Nosso Movimento e a Telles de Abreu não se ficam por aqui. O líder da bancada municipal e membro do conselho consultivo do PNM, André Noronha, é também sócio da Telles de Abreu. O presidente da Assembleia Municipal do Porto, Miguel Pereira Leite, é fundador do PNM e presidente do conselho de administração da Atlantic - Sociedade Gestora de Fundos Imobiliários, à qual estão ligados outros apoiantes destacados de Rui Moreira. Pedro Almeida e Sousa preside à mesa da assembleia geral da sociedade. O ex-ministro Valente de Oliveira, que foi mandatário da candidatura de Rui Moreira à Câmara do Porto e preside à mesa da assembleia geral do PNM, é presidente do conselho fiscal da mesma Atlantic.

Notícia completa aqui



Publicado por Tovi às 14:26
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Segunda-feira, 8 de Julho de 2019
Populista Português Moderno

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Maneiras de reconhecer um populista português moderno

(Artigo de opinião de José Pacheco Pereira no Público de 6jul2019)Ver aqui

 

Alguns sublinhados, de minha autoria:

Na Europa, nos dias de hoje, os movimentos e governantes populistas, seja no Brexit, seja na Alemanha, Polónia, Hungria, Itália e França, estão todos à direita do espectro político. …/… Não foi sempre assim, nem será sempre assim, mas hoje é assim.

O paralelo entre o populismo de direita e um inventado “populismo de esquerda” é uma das características do populismo moderno, que precisa de companhia para mostrar que vai mais longe do que a direita.

Em Portugal, o populismo entrou pela primeira vez numa campanha eleitoral nas últimas eleições europeias. Os cartazes do Chega/Basta, que se encontram ainda colocados, são os primeiros a chegar ao espaço público com palavras de ordem claramente populistas. O terreno português do populismo é dominantemente o das redes sociais e do tipo de interacção que elas propiciam. Mas já passou daí para certos programas televisivos e para certo tipo de articulistas justicialistas, que vivem da “denúncia” e da indignação moral, …/… O populismo ainda não passou nem para o voto, nem para a rua, embora seja uma questão de tempo.

O tema central do populismo é a corrupção, a real, a imaginária e a inventada. …/… Ao atacarem o “regime” e o “sistema” perceba-se que consideram a democracia o terreno ideal para a corrupção. Não é. É a ditadura, …/

O populismo concentra os seus ataques nos procedimentos da democracia, vistos como uma forma de empecilhos para combater o “crime” e a “corrupção”.

O populista é um activista do ad hominem. Quando fala e quando escreve enuncia nas suas falas e nos seus títulos nomes de pessoas. Depois passa dos nomes, para a família, para os amigos, para os companheiros de partido e por fim para “eles”. …/… A culpa é nomeada pessoalmente e depois torna-se colectiva. É de X, nome no título para vender, e porque é de X, é de “eles”.

Os populistas votam mais facilmente em determinado tipo de corruptos conhecidos ou até condenados, cuja política lhes parece próxima, do que “neles”.

Os populistas estão sempre zangados, vivem num estado de excitação patológica, porque eles são sérios e o resto do mundo é desonesto, ladrão e corrupto. …/… Existe uma forte sensação de impotência na zanga.

Os alvos dos populistas são aquilo que eles designam como elite. Os políticos, os funcionários públicos, os professores, os médicos, os enfermeiros, os motoristas, os sindicalistas, os que fazem greve. …/… Embora na elite se incluam os banqueiros caídos em desgraça, quase nunca são referidos os principais grupos económicos, as famílias ricas e poderosas, os escritórios de advogados, os consultores financeiros, os dirigentes desportivos e os jogadores de futebol. …/… fugir ao fisco por parte de um político, merece prisão perpétua, mas é uma mera infracção num jogador de futebol.

Os populistas vivem do apodrecimento do sistema político democrático, da oligarquização dos partidos políticos, da indiferença ou do compadrio dos estabelecidos com a corrupção, da corrupção realmente existente, mas as suas soluções são piores do que os problemas. E são, na sua maioria, anti-democráticas e autoritárias. Há um micro-Bolsonaro dentro deles, mesmo quando juram não quererem nada com ele.



Publicado por Tovi às 07:39
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Sábado, 2 de Junho de 2018
Pacheco Pereira e o tal quiosque

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   Comentários no Facebook

«Vitor Pinto» - Parei de ler aqui: "(...) quando ia à minha terra, ao Porto (...)". Este cavalheiro ficou com o síndrome de "parolo mor", quando abandonou a "terra" com o destino do El Dorado lisboeta. Essas pessoas, não têm respeito nem consideração pela grandeza da cidade do Porto. Sinto-me enojado que ainda hajam "moçárabes" no século XXI.

«Nuno Santos» - Portanto, na teoria do autor, a Câmara deveria manter nas suas autorizações para que realizadores filmem no Porto a cláusula de que só podem dizer bem da cidade nos seus filmes (era essa a orientação e prática do seu amigo é defendido ex-presidente da Câmara), mas não pode não renovar um contrato no fim do mesmo. Curiosamente, quando os contratos dos outros quiosques chegam ao fim e a Câmara abre hasta pública para serem ocupados, ninguém estranha.

«Pedro Baptista» - O artigo do Pacheco Pereira além de ser dum paranóico narcisista que acha que o quiosque onde comprava os jornais é o centro o mundo, é a voz do dono ou seja do Rui Rio... Já faz parte da campanha... Claro que a Câmara tem conceitos e faz muito bem tê-los. Quando o Pacheco Pereira, nos jornais de Lisboa, se manifestou contra a defesa do Coliseu, n\ao estava preocupado com os conceitos da UAP, a dona do edifício, nem da IURD, a compradora...

«Jota Caeiro» - Conto: Paxêco Preira e o kioske da inteléquetualidade laráia
PP agiliza: 'o rio é a Luz (fuôdasse!!)'... lampioeins pra que bos quéro... afinal Rio, o minador, é tuôdo SLB!!... ;) :D
pretenso 'intelectual' de luminosidade engenhosa auto-infligida :D não vejo mais do que isto senão a maior estupidez e calunia que aquela do seu colega de partido (do MRPP...), Durão Barroso. pseudo esquerda, aporcalhada esquerda, cujos líderes ainda andam à deriva atrás das réstias do erário público, como as taínhas à procura da merda em cada uma das enchentes do Douro, de favor em favor. quem lhe deu o tacho de Serralves foi o 'partido', um PSD de cretinos. não abriu o bico contra Moreira porque não apetecia à táctica de Rio, seu principal apoiante, contra Luís Filipe Menezes. Rui Rio sim, cuja alcunha de 'tirano' poderia passar a ser de 'minador'. Moreira já não presta aos auspícios do presidente do psd, aos seus auspícios como 'engenho nacional': Rio, o minador, agora lava mais branco!, e utiliza este seu pequeno e encantado gremlin, o dito PP, para agir na numenklatura da coutada. o 'rio nacional' passou a ostentar; o 'rio nacional' passou a menosprezar Moreira 'comme il faut', que o mesmo será dizer-se, 'como lhe convém'. a essência, o conceito, a verdade, acerca de Rio é esta mesma: o interesseirismo e a escravização destes pretensos intelectualóides de merda. assistimos a uma fraude, a uma 'revolução cultural' anunciada e prometida, estudada e advinda, do comité central do PSD. prepara-te ó pôba, o rio começou com a colher a mexer nos icones, a atentar ao menor das vossas inteligências: o rio é burro mas não é parvo! o rio é a Luz (fuôdasse!!), o rio é a força! o rio é a bida! o rio, com um grão de arroz no cú, é considerado por imbecis como este PP, como Sidarta, como Sidarta Gautama!...

«Carla Afonso Leitão» - An open note to Mr. Pacheco Pereira
Dear sir,
I'm someone who you don't have actually met and in fact you have no need to, by all means.
However, i'm someone who can't simply read this opinion of yours in particular without questioning the meaning and relevance of your question (?)
E, como estamos no Porto, julgando eu ser elementar para ambos que não se leva recado para casa, avanço que a sua opinião não é a minha e que se reveste de outro entendimento, em forma e conteúdo.
V Exa assume que um executivo que não atenda à falta de qualidade do elemento construtivo e à incursão disruptiva no enquadramento como factores menores e que não considere o simbólico cultural do objecto em causa, é, obviando denotativamente a adjectivação contrária, pueril.
Ora, o Piorio, o ponto de partida das worst tours, não será tanto um worst kiosk ever, mas é/era feio as ugly as it can be, aí estamos iguais na dúvida, se ainda o é, ou era.
Acresce que, a título da legitima consideração do executivo face ao objecto em causa, associa subliminarmente, numa lógica de casualidade de efeito, que o executivo é avesso à pluralidade, e, sem delongas de exercício de retórica, à democracia, é isso, de facto, que quer deixar no ar depois de ter podido falar com os "animadores".
Não fosse o suficiente, ainda se retira da sua "opinião" que o executivo é dado a políticas que fomentam a gentrificação.
Ponto 1 - O Executivo tem toda a legitimidade de considerar, ou reconsiderar o "conceito" dum espaço urbano e ponderar a pertinência de manter elementos com incursão no espaço público.
Ponto 2 - O Executivo, atendendo à questão da "deslocação dos residentes com menor poder económico para outro local e da entrada de residentes com maior poder económico", não pode substituir-se aos mercados e, como V. Exa bem sabe, a mais está obrigado por via da proximidade ao poder central e às suas hostes, aliás, das quais faz parte, que a fonte da gentrificação maior advém de mecanismos simplistas e centralistas aos quais a CMP é alheia e, muitas vezes, é a última a saber, refiro-me ao alojamento local, mas também à lei das rendas. V. Exa não está atenta ao esforço do Executivo do Porto no tocante às políticas adoptadas, nomeadamente no apoio a famílias por incapacidade de suportarem as rendas de 1ª habitação e no accionamento do direito de preferência, sempre que tal seja possível, mas, como sabe, também aqui o Executivo está dependente das regras de mercado e da vontade dos proprietários, desde logo, não poderá adquirir objectos a título de interesse público num valor superior ao valor de mercado, senão estaria a cometer uma ilegalidade, em muitos casos, o proprietário desiste da venda e inventa outras formas de rentabilidade, o alojamento local é uma delas, as taxas e a legalidade ficam em sede Central, o Porto nem as vê.
Ponto 3 - Reconheço-Vos sempre com bondade, pelo apreço e reconhecimento que Vos tenho, a clarividência no trato dos variadíssimos assuntos que Vos merecem, sempre, uma particular atenção. Dito isto, não ousando dar-me a ser subliminar por incapacidade, o seu texto denota uma farsa esfarrapada de se dar mal com o que a democracia em sede de eleições autárquicas ditou, um executivo legitimado por maioria e que apesar disso, e apesar de não ser obrigatório, o Senhor Presidente da CMP, Dr. Rui Moreira e os restantes Vereadores, em sede de Assembleia Municipal, estão sempre presentes em todas as reuniões disponíveis para dar todos os esclarecimentos que os diversos deputados eleitos assim o entendam.
Ponto 4 - O Executivo pode ser ambicioso na qualificação do suporte público, pode ser eficaz na concretização de projectos, mas, de alguém como V. Exa, eu esperava maior maturidade e, pelo menos, dado o "à vontade" que tem em mover-se de forma transversal nos meios de poder, do intelecto e com a autoridade moral que tem, então, seria expectável que se tivesse dado ao trabalho de pedir esclarecimentos à fonte e não ter-se dado ao deslumbramento de vozes que, fazendo falta, não são detentoras únicas da razão.
Quem sabe, ao seu dispor,
Carla Leitão, Deputada Municipal da AM da CMP



Publicado por Tovi às 23:55
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Quinta-feira, 31 de Maio de 2018
Quiosque do Piorio

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É desta que se acaba com este execrável local público de "portofobia aguda" ?

(Ver aqui o artigo do Público)



Publicado por Tovi às 14:57
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Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2017
A guerra contra o Papa Francisco

Sou agnóstico, mas não renego uma educação cristã e acompanho com atenção e curiosidade tudo o que se está a passar no Vaticano desde que o cardeal Jorge Bergoglio se tornou Papa e onde o clero mais reaccionário e conservador já diz estar Francisco a aproximar-se da heresia.

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   Artigo completo aqui



Publicado por Tovi às 08:41
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Quinta-feira, 27 de Julho de 2017
Habitação para a classe média no Porto

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Na tarde de ontem Rui Moreira, candidato a um segundo mandato na presidência da Câmara do Porto, anunciou que vai solicitar ao Governo a redução do IVA de 23% para 6% na oferta de casas com rendas controladas para a classe média, com o fim do município poder colmatar essa "falha" de oferta no mercado imobiliário. Como todos sabemos há “uma classe média que trabalha, que vive no Porto, que (...) não encontra habitação a preços comportáveis”. E é a pensar nesta franja da população que se tenta encontrar novas fontes de receita pública, além da já anunciada taxa turística, que poderá gerar proventos anuais entre os sete e os dez milhões de euros.

   Ver notícia do jornal Público aqui.

 

  Comentários no Facebook

«António Magalhães» - experimente baixar o IMI...

«João Simões» - Porque não baixa o candidato Moreira o imi na CMP? Se diz que tem boas contas de que espera? O Pizarro já avançou com essa proposta que foi prontamente chumbada pelo movimento dos "independentes". Acordaram agora para a problemática da classe média?

«Antonio Pereira» - O Rui que faça habitação social o resto é treta

«Rui Moreira» - Durante este mandato baixámos o IMI de 0,40 para 0,324. Além disso, propusemos um conjunto de isenções. Baixar mais o IMI de forma cega ( para o mínimo de 0,30) não fomenta a habitação da classe média. Representa 3mIlhoes de euros, em vez do regime de isenções selectivas que custa 1M e liberta pois 2M para uma política de incentivo. Reduzir o IMI para o mínimo corta despesa a quem menos necessita. Ex: grandes hotéis ... a redução que propomos é selectiva.

«António Magalhães» - Fomentar a habitação para a classe média poderia passar por uma outra politica de estacionamento pago, por exemplo, quando os pais levam os filhos a brincar no parque do Covelo...

«João Simões» - Pois para a CMP os outros é que tem de resolver os problemas do nosso Porto. Que dirá o presidente de câmara da guarda desta proposta do movimento dos "independentes"?

«António Magalhães» - Oh Sr. Presidente… Quanto é que representa o IMI em termos percentuais os "grandes hoteis"?

«Rui Moreira» - António Magalhaes o estacionamento ao fim de semana é gratuito. É ao fim de semana que a 'classe média' frequenta o Covelo. Nos dias de semana, se o estacionamento fosse gratuito, seria ocupado por outros, que não os que lá vão com os filhos. Quanto ao IMI sabe muito bem o que eu estou a dizer. E nem respondo a quem acha que o estado central deve anunciar medidas para a habitação mas não deve contribuir para esse esforço porque há coisas que nem merecem resposta, sob pena de ter de explicar porque razão 2 + 2 são quatro.

«Rui Ávila» - O IVA na construção já tem a taxa reduzida de 6% nas obras de reabilitação urbana. Não entendo a proposta: o arrendamento de habitação está isento de IVA. O custo suportado pelos promotores já beneficia da taxa reduzida nas obras de reabilitação.

«David Ribeiro» - O que se pretende, julgo eu, é uma redução do IVA em construção de raiz com preços controlados de aluguer para a classe média.



Publicado por Tovi às 15:00
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Quinta-feira, 18 de Maio de 2017
Não pode valer tudo em campanhas eleitorais

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Em resposta a esta notícia do jornal Público, comunicou hoje de manhã a Câmara Municipal do Porto:

  Comunicado da C M Porto

Em defesa do seu bom nome e do bom nome dos seus funcionários, que agiram com todo o zelo e escrúpulo, a Câmara do Porto decidiu entregar no Ministério Público uma queixa-crime contra o jornal Púbico e contra os autores que hoje assinam um conjunto de artigos jornalísticos e de opinião naquele diário. O jornal Público foi, sobre a matéria em causa, informado por escrito pela Direção dos Serviços Jurídicos desta autarquia, pelo que não podia ter informado os seus leitores da forma que o fez, faltando à verdade. Entre um conjunto de importantes imprecisões contidas nas peças, é particularmente grave e difamatória a afirmação de que "a informação ficou fechada nos gabinetes", estando o Público informado de que tal não é verdade.

 

    A notícia de hoje no Público…
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   …e o Editorial de Amílcar Correia
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   COMUNICADO DO MOVIMENTO INDEPENDENTE RUI MOREIRA: Porto, o Nosso Partido

Na sequência da publicação de um conjunto de artigos na edição de hoje do jornal Público, o Movimento Independente que suportou a candidatura de Rui Moreira à Câmara do Porto, decidiu emitir a seguinte nota:
A história que o Público de hoje conta e elabora no seu editorial fundamenta-se em pressupostos errados, graves e porventura difamatórios.

Conta-se em poucas palavras: durante 16 anos e ao longo dos três mandatos camarários anteriores, a Câmara do Porto não deu conta da existência de um duplo registo de um terreno, dando como certo que a propriedade não era sua em várias instâncias. Nesses 16 anos, apreciou vários processos urbanísticos e litigou sobre o terreno em causa, no assunto conhecido como “Selminho", sem nunca ter alegado a sua propriedade ou indagado sobre qualquer registo.
Mas, agora, na vigência do actual mandato, os funcionários camarários, actuando como lhes compete, terão identificado um erro, o que aconteceu há meio ano, e desde então terão decorrido várias diligências no sentido de salvaguardar os interesses patrimoniais da câmara. Fizeram-no, naturalmente, sem nenhuma interferência do presidente.
De tudo o que sobre a matéria é do conhecimento público, o presidente da Câmara não pode ter sido beneficiado em nada nem ter agido em causa própria a seu favor. Pela simples razão, de que de nada beneficiou.
A sua família comprou, há 16 anos, um terreno que tinha capacidade construtiva e hoje não tem. E Rui Moreira nunca usou a sua posição para reverter a situação, tanto mais que, repita-se, está prejudicado e não beneficiado. E será mais prejudicado se, porventura, ficar comprovado que o terreno é, afinal, propriedade do município.
Se assim for, quem sairá prejudicado pelas ações tomadas no presente mandato pelos serviços camarários? A empresa da família de Rui Moreira e mais ninguém.
Como se pode então questionar a atuação do presidente da Câmara, como fez o Público?
Recentemente, o jornal Expresso explicou como um partido que sustenta uma candidatura às eleições autárquicas está a desenvolver a sua “campanha suja”. Esta notícia nunca foi desmentida.
Depois de páginas de internet e emails anónimos, a campanha chegou hoje à primeira página do jornal Público. Agora com assinatura.
Bem sabemos que a campanha eleitoral, para alguns dos adversários do presidente da Câmara, não é fácil. Bem percebemos que esse adversários, bem identificados, não pretendem discutir a cidade. Resta-lhes a lama, a difamação e a insídia que visa atingir o bom nome e a honra de Rui Moreira. Não conseguirão fazê-lo.
Grupo de Cidadãos Independente Rui Moreira: Porto, o Nosso Partido



Publicado por Tovi às 09:41
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Terça-feira, 3 de Janeiro de 2017
Afinal o que aconteceu ao Bolama?

Segundo as melhores teorias da conspiração o naufrágio do Bolama em 4 de Dezembro de 1991 teria sido obra da Mossad, serviços secretos israelitas, para impedir que a carga de urânio e armas vinda de uma ex-república soviética, que o navio transportava de forma dissimulada, chegasse à Líbia. A verdade é que um quarto de século depois o arrastão continua afundado a 130 metros de profundidade, entre o cabo Raso e o cabo Espichel, mas o caso ganhou agora novos contornos na justiça portuguesa, como nos relata o jornal Público de hoje, num trabalho de Ana Henriques.

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Bolama: Ministério Público descartou hipótese de sabotagem - Estado português teve de pagar a família que fez queixa no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. (...) Quando foi comprado por uma sociedade luso-guineense de que fazia parte o empresário Salvador Caetano, no início dos anos 90, o arrastão já levava 22 anos de vida no mar e sofrera alterações de vulto em estaleiros navais, incluindo no do Seixal. Foi precisamente para testar algumas delas que naquela manhã saiu da barra de Lisboa, em direcção a um local próximo, onde esperava encontrar pesca. Com a tripulação seguiam alguns convidados: o genro de Salvador Caetano convidara na véspera António Alegria para uma almoçarada a bordo. Aos convivas tinha-se juntado ainda um dinamarquês das suas relações.
Apesar de as condições meteorológicas e do mar serem boas a saída não foi pacífica, como relata o jornalista Jorge Almeida num dos dois livros que dedicou ao assunto, intitulado O Mistério do Bolama – Acidente ou Sabotagem?: a Polícia Marítima intercepta o navio por não ter sido entregue na capitania nem o rol dos tripulantes nem outra documentação da praxe. O arrastão acaba por seguir viagem “em situação irregular”.
“A última comunicação do Bolama terá sido efectuada cerca das 13h30. Depois só existe silêncio. Um estranho e absoluto silêncio”, descreve Jorge Almeida. Nunca foi recebido nenhum pedido de socorro e nenhum dos meios de salvamento existentes a bordo – “duas balsas salva-vidas, um bote de borracha e várias bóias” – foi encontrado, descreve o jornalista. Todos os passageiros desapareceram, mas apenas foram encontrados os corpos de oito deles – e sem os coletes insufláveis vestidos.
Após dez dias de buscas infrutíferas em águas portuguesas, um avião da Força Aérea e uma fragata da Marinha rumam a Cabo Verde. A filha de Salvador Caetano havia de contar mais tarde que fora uma vidente russa que consultou quem lhe assegurou que era aí que se encontrava o Bolama, tendo transmitido essa informação às autoridades. Foi por esta altura que começaram a surgir as notícias que davam conta da carga secreta.
Oficialmente, o porão iria cheio de electrodomésticos dos pescadores, que teriam Bissau como destino. Mas ainda hoje há quem continue a acreditar que aquilo que lá havia eram armas e urânio, como Joaquim Piló. Dirigente de um sindicato de pescadores, foi dos que mais se bateram para que as famílias das vítimas fossem indemnizadas. Ainda se recorda dos telefonemas anónimos que recebeu na altura por causa disso: “Diziam: ‘Põe-te à tabela’”.
Só dois meses após ter desaparecido o navio foi encontrado, pousado direitinho no fundo do mar. Contraditórias entre si, as peritagens efectuadas nunca permitiram apurar o que se passou ao certo. Apesar de tudo, provou-se que o Bolama tinha perdido estabilidade para navegar depois de todas as modificações em estaleiro a que havia sido sujeito. Avançou-se ainda que teria havido uma avaria nas válvulas do fundo do arrastão, que não estariam bem fechadas. Trata-se de um mecanismo que, quando se abre, permite a entrada instantânea da água.
Nas circunstâncias em que se afundou, sem tempo para um aviso de socorro, sem ninguém ter visto um abalroamento, e tendo caído a direito no fundo do mar, só pode ter sido uma coisa repentina, como um problema nas válvulas de fundo", aventou o almirante que participou nas tarefas de localização e identificação do arrastão, 15 anos mais tarde.
Depois havia a intrigante questão do buraco oval e picotado no casco do barco, captado por câmaras subaquáticas. “É até hoje uma das principais bandeiras daqueles que defendem que por detrás do naufrágio existiu uma acção criminosa. Mas a minha investigação concluiu que a abertura já existia pelo menos nove meses antes do naufrágio”, escreve Jorge Almeida no seu livro.
O facto de nunca ter havido esforços, por parte do Governo, para resgatar o Bolama – o que poderá ser explicado pelo menos em parte com os custos que isso implicaria, muito embora os dinamarqueses se tenham oferecido para ajudar a custear a operação – contribuiu para adensar um mistério que criou uma incomodidade diplomática: iniciadas quando Durão Barroso tinha a pasta dos Negócios Estrangeiros e repetidas quando António Vitorino assumiu a pasta da Defesa, as tentativas do Estado dinamarquês para serem efectuadas mais diligências no sentido de apurar o sucedido foram infrutíferas. António Guterres chegou a prometer, na campanha eleitoral para primeiro-ministro, o apuramento das circunstâncias em que se deu o naufrágio. Na realidade, ninguém o conseguiu fazer cabalmente até hoje.



Publicado por Tovi às 09:32
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Sábado, 24 de Setembro de 2016
Barroso sempre foi “funcionário” da Goldman Sachs

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Ou seja, Durão Barroso esteve no Governo de Portugal e na União Europeia sempre em comissão de serviço da Goldman Sachs. Tantas ASNEIRAS feitas… e na Metro do Porto ainda hoje estamos a pagar esta ladroagem.

 

Governo de Durão contratou Goldman para negócios caros e falhados - Em 2004 o Goldman prometeu privatizar a Galp e reestruturar a EDP a troco de um pagamento de 18 milhões de euros. As coisas não correram bem. Em 2008 o banco vendeu à Metro do Porto o swap “mais estúpido do mundo”.

Arquivos da Comissão Europeia revelam que havia proximidade entre Barroso e Goldman Sachs - Os banqueiros faziam chegar “confidencialmente” ao gabinete de Barroso sugestões de alteração às políticas da UE, que os seus conselheiros liam “com grande interesse”. São emails e cartas que mostram como o Goldman se dizia “encantado” com algumas posições de Barroso.



Publicado por Tovi às 12:34
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016
Novas revelações no Processo Marquês

Não há dúvida que quando alguém põe a boca no trombone as “telenovelas” ficam muito mais interessantes
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  Jornal Público de hoje

O empresário luso-angolano Hélder Bataglia, ligado ao grupo Espírito Santo e um dos arguidos da Operação Marquês, admitiu num interrogatório feito em Angola a pedido do Ministério Público português, que emprestou sete milhões de euros a José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo de José Sócrates, que já apareceu referenciado no processo Freeport. Segundo o Ministério Público, uma parte significativa desse dinheiro, perto de 5,5 milhões de euros, terá acabado por ir parar às contas de Carlos Santos Silva, amigo de infância do ex-primeiro ministro que, na tese do Ministério Público (MP), é um testa-de-ferro de Sócrates.

 

Mais um… a por a boca no trombone
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Eu cá sei… ou imagino que sei

…como é que nos últimos dias se passou a saber tantas novas coisas sobre o “Processo Marquês”. Foi assim: Um saloio de Mação deixou inadvertidamente cair ao chão à porta da igreja da sua terreola uma pen onde tinha uns apontamentos sobre um processo altamente mediático. Um agarrado ao pó lá da terra encontrou-a e imediatamente a transformou em euros… e não falta quem pague bem por estas coisas. Mas para fazer render o peixe dividiu a informação contida na pen em vários “capítulos”, vendeu-os a diferentes compradores e vai daí uns dizem uma coisa e outros o seu contrário. Querem uma aposta como foi assim?



Publicado por Tovi às 09:55
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2015
Calma!... O céu ainda não caiu sobre a Grécia

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Oh pá!... Tsipras e Varoufakis estão a provar-nos que não são tansos e que até são capazes de levar a água ao seu moinho nesta “guerra” entre os credores e os gregos. Ainda vamos ver o referendo a ser mandado às urtigas e mais uns dias lá teremos todos numa ilha grega a assinar um novo memorando de entendimento.

Vendo friamente o que se tem passado nos últimos dias e tentando não ser influenciado por eventuais simpatias minhas por quem queira mudar o estado a que esta Europa chegou, o mais provável é que seja dada ao governo de Tsipras uma tábua de salvação, mesmo sem o acordo de todos os credores internacionais da Grécia, isto para evitar um descalabro financeiro na União Europeia de consequências completamente imprevistas. A aposta do governo grego num referendo parece-me ter sido uma clara forma dos senhores do Syriza poderem num futuro próximo “justificar” a inevitável não aplicação das políticas anti-austeridade anunciadas, bem como a necessidade de não abandonarem a zona euro. Os próximos dias dirão se tenho ou não razão.

O que dizem estar o governo grego disposto a aceitar num acordo com os credores: Todas as alterações ao IVA propostas pelos credores, exigindo apenas a manutenção do desconto especial de 30% nas taxas aplicadas às ilhas gregas; A nível das pensões só entrar em vigor em Outubro a subida da idade da reforma para os 67 anos; Atribuição de um "subsídio de solidariedade" para os pensionistas mais pobres; Legislação no outono da reforma laboral; Redução da despesa no sector militar em 200 milhões de euros em 2016 e em 400 milhões no ano seguinte.

Alex Tsipras falou aos gregos esta tarde… e aqui fica o que de mais importante disse ao apelar ao voto no «óxi»: “É inaceitável que numa Europa de solidariedade e respeito mútuo existam imagens destas, com filas junto a bancos”; “As sirenes da desgraça são fortíssimas. O povo está a ser chantageado para dizer sim a tudo”; “O Governo vai permanecer na mesa das negociações até ao fim para conseguir melhores condições para a Grécia”; “Os que dizem que o governo tem um plano secreto para tirar o país da zona do euro mentem”; “Eu nunca esperei que uma Europa democrática não desse tempo, nem espaço para um referendo. A democracia tem que ser respeitada, a vontade dos povos dentro da União Europeia tem que ser respeitada”; “Agradeço de coração a vossa calma nestes momentos difíceis. Esta situação não vai arrastar-se e os depósitos não serão perdidos. Assumo pessoalmente a responsabilidade de encontrar uma solução imediata e peço que todos digam não aos memorandos que destroem a Europa”.



Publicado por Tovi às 09:47
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Segunda-feira, 15 de Junho de 2015
Vale do Lobo a contas com a Justiça

José Sócrates Vale do Lobo Público 14Jun2015.jp

Mais um... Não tarda muito temos uma equipa de futebol nesta "telenovela" do Processo Marquês

Para já os “seleccionados” para esta “equipa” são: José Sócrates, ex-primeiro-ministro; Carlos Santos Silva, amigo de José Sócrates; Gonçalo Trindade Ferreira, advogado da mãe de Sócrates; Inês Pontes do Rosário, mulher de Carlos Santos Silva; João Pena, motorista do antigo primeiro-ministro; Paulo Lalanda Castro, administrador da farmacêutica Octapharma; Joaquim Barrocas, administrador do Grupo Lena; Diogo Gaspar Ferreira, director executivo de Vale do Lobo.



Publicado por Tovi às 08:28
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Domingo, 14 de Junho de 2015
Despejos em bairros sociais de Lordelo do Ouro

Despejos de bairros P24 12Jun2015.jpg

Vá lá que só estamos perante notificações tendo em vista eventuais despejos de habitações sociais… Se fosse no tempo de Rui Rio íamos imediatamente para a demolição do bairro

Sim, eu sei que a coisa não é assim tão simples como eu quis fazer crer na forma galhofeira como iniciei este post, mas é tempo de se fazer uma grande reflexão sobre o tráfico de droga nos bairros sociais da Cidade Invicta. Venham daí os vossos bitaites sobre esta matéria… bitaites sérios e minimamente fundamentados, tendo em especial atenção que o Regulamento de Gestão do Parque Habitacional é bastante claro quando diz que não devem ter direito a habitação social e/ou estão sujeitos a despejo quem tem um comportamento ilícito ou desviante.

 

  Comentários no Facebook

«José Luis Moreira» >> Que se phodam os delinquentes que se escudam por detrás da família com idosos e crianças!...

«José Camilo» >> Primeiro, rever a justiça cá praticada. Um indivíduo que, com 16 anos, assalta uma farmácia à mão armada, é apanhado em flagrante e após julgamento a decisão é envia-lo para casa com obrigação bi-semanal de se apresentar numa esquadra de polícia, é evidente que com esta medida quem vai sofrer é quem habita com ele vir a correr o risco de ficar sem tecto por culpa de outrem, mesmo sendo familiar.

«Pedro Baptista» >> Ó Caríssimo David Ribeiro, não me diga que o tráfico de droga se centra nos bairros dos trabalhadores... Se assim fosse a coisa dava pouco... e extinguia-se por si... Deixemo-nos de estigmas de xenofobia social que fazem lembrar o ambiente dos pogroms anti-judeus dos nazis... As pessoas dos bairros sociais são como as outras... E os fascistas, mesmo quando se vestem de socialistas, são também muito parecidos... Sobretudo quando vêm mesmo do social-fascismo...

«Zé João G» >> Por acaso já se deram ao cuidado de se questionarem das razões do "trafico de droga" se situar em bairros camarários limitrofes e não nos de por exemplo Fernão Magalhaes ou Ameal? A marginalizaçao e desenraizamento de familias e laços de vizinhança não tera áum pouco a ver com isso? Medidas imediatas e marginais podem aparentemente resolver um problema a muito curo prazo agravando entretanto a marginalização e o estigma.

«Gonçalo Moreira» >> Pinheiro Torres é limítrofe? Aldoar é limítrofe? É um problema infelizmente transversal e muito complicado de resolver. Mas os bairros não podem ser antros de droga, marginalizados. Têm que ser locais dignos onde famílias desfavorecidas possam habitar até reconstruirem a sua vida. Mas para serem exactamente isto, muito vai ter que mudar. Um passo de cada vez.

«José Luis Moreira» >> O ploblema é complicado de resolver?.. Pois é! Mas deve-se falar também dos irresponsáveis que o ajudaram a criar ao acabarem com as 'ilhas' e 'barracas' para formar 'guetos' como «S. João de Deus» e o «Aleixo» sem terem tido o devido cuidado com o estudo da distribuição das famílias desalojadas.

«Jorge Veiga» >> E desculpam-se os que fazem tráfico de droga por causa dos condicionalismos sociais? E dizem que são beirros de trabalhadores? O terem sido feitas estas "Ilhas" verticais e terem enfiado lá um determinado de pessoas é que deu origem a isso. O resto são desculpas...

«Rui Moreira» >> As pessoas em causa têm o direito de se defenderem em juízo, perante a notificação. Essa é a grande diferença. Quem conhece os bairros, conhece a realidade. Não estamos a falar de consumo, de exclusão. Estamos a tratar de sintomas óbvios de tráfego. As pessoas dos bairros têm direitos como os outros. Direito ao sossego, à dignidade, ao descanso. A viver em tranquilidade. A não estarem sujeitos a poderes informais. Quanto a ondas de revolta, a última vez que estive na Pasteleira Nova fui abordado por moradores revoltados. Tudo foi presenciado pelos jornalistas, noticiado pelo Público. Estavam revoltados por não haver combate aos traficantes...

«Jorge Veiga» >> Não me parece que quem tutela as casas camarárias e os bairros tomem medidas indiferentes à justiça e à lei. Muitos têm direito a viver com tranquilidade, sim, mas outros perdem-na quando optam por viver à margem. Em tudo deve haver moderação e ponderação. Acho que o sr PC Rui Moreira já mostrou muitas vezes ter essas qualidades, mas também não pode ser refém de que lhe digam que é discriminador, pois que se o tem de ser, acho que deve tomar esse caminho. Todos os cidadãos "normais" estão fartos de aturar as aventuras de meia dúzia e a quem ajustiça não consegue retirá-los do circulo onde se meteram e nós não os queremos ter por perto.

«Rui Moreira» >> Jorge Veiga, a CMP é inquilino de cerca de 13000 habitações / 25000 cidadãos. A esmagadora maioria não tem nem quer ter problemas. Quer fazer a sua vida, com a normalidade possível. A Cmp não investiga tráfegos, como se compreende.

«David Ribeiro» >> Não há dúvida que Rui Moreira acabou de tocar naquilo que para mim é o cerne da questão: “Estavam (moradores da Pasteleira Nova) revoltados por não haver combate aos traficantes”. É confrangedor ver o à vontade com que se vende droga em alguns bairros sociais e para mim mais difícil de entender é a aparente passividade das forças policiais. Sei perfeitamente que não é unicamente com repressão que se combate um flagelo deste tipo, mas fechar os olhos ao tráfico não se pode admitir. Diz na notícia do P24: "As pessoas fazem fila à porta para comprar droga" (...) "a polícia encontrou 11 mil euros. Noutra havia 4 mil e tal euros e o inquilino tinha outra morada, onde foram encontrados mais 4 mil".

«Rui Moreira» >> Publico 1/4/2015

Despejos de bairros jornal Público.jpg

«Jorge Veiga» >> mas que eu saiba, as Câmaras fazem reuniões com as forças de segurança, podendo ser solicitado a estas que tomem as medidas necessárias para minimizar estas ocorrência, Se não o fazem (qual o motivo) e qual a resposta que a CMP (neste caso) tem. Se são poucos os que perturbam muitos, não o deveriam fazer e de certeza que há meios legais para o evitar.

«Rui Moreira» >> Sim, há articulação com as forcas de segurança, no âmbito da lei.

«Jorge Veiga» >> Pois só falta que a segurança actue.



Publicado por Tovi às 07:24
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Quarta-feira, 16 de Abril de 2014
A venda dos quadros de Miró

Ainda vai correr muita tinta sobre a "venda" destes quadros de Miró… e o actual Governo não vai ficar muito bem na fotografia.

{#emotions_dlg.meeting} [Público] - Tribunal de Contas diz que não autorizou venda das obras de Miró e quer conhecer contrato - Se se confirmar que o contrato celebrado com a leiloeira deveria ter sido submetido a fiscalização prévia, Parvalorem poderá ter de pagar uma multa, correndo ainda o risco de ver o contrato anulado. (...) Questionada pelo Público sobre se o contrato de venda das obras passou pelo TC para efeitos de fiscalização, fonte oficial do Tribunal diz “não ter recebido qualquer processo”, revelando que este órgão está agora a analisar e a acompanhar esta matéria. Para o TC, “o contrato é de carácter público, tornando-se necessário saber se se verificam os requisitos previstos na lei”. Isto é, se o contrato devia ter sido ou não submetido a uma fiscalização prévia.



Publicado por Tovi às 09:00
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2014
Claro que já prescreveu…

…não faltava mais nada {#emotions_dlg.blink}

 (Bartoon, no jornal Público de hoje)


«Isabel Branco Martins» no Facebook >> Luís Afonso no seu melhor



Publicado por Tovi às 09:21
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